quarta-feira, junho 24, 2026

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Pecuária impulsiona agro de mineiro em 2025


O agronegócio mineiro encerrou 2025 com crescimento impulsionado principalmente pela cadeia de carnes e pela cafeicultura. Dados do Relatório Executivo do Agronegócio de Minas Gerais 2025, elaborado pelo Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, mostram que a bovinocultura de corte alcançou Valor Bruto da Produção (VBP) de R$ 18,1 bilhões, resultado 14% superior ao registrado no ano anterior.

O levantamento do Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento reúne informações sobre as principais cadeias produtivas do estado, incluindo café, cana-de-açúcar, etanol, açúcar, grãos, frutas, hortaliças, pecuária e silvicultura, considerando a participação de Minas Gerais na produção nacional e o volume total produzido.

Além da bovinocultura de corte, outras cadeias ligadas à produção de proteínas também apresentaram crescimento ao longo de 2025. “A suinocultura e a avicultura de corte também tiveram bom desempenho, acompanhando a demanda por proteínas e evidenciando a diversificação e a eficiência do setor. Esse conjunto de atividades reforça o papel estratégico da pecuária na geração de renda e na sustentação da dinâmica econômica do meio rural”, avalia a assessora técnica da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Maíra Ferman.

O avanço da cadeia pecuária também teve reflexos nas exportações. Em 2025, as vendas externas de carne bovina somaram US$ 1,39 bilhão, alta de 22,4% em relação ao ano anterior. O crescimento ocorreu em um cenário marcado pela consolidação do Brasil como maior produtor mundial de carne bovina e pela abertura de 19 novos mercados internacionais para o produto e seus derivados.

A cafeicultura também apresentou forte desempenho econômico no período. O Valor Bruto da Produção do café alcançou R$ 58,7 bilhões em 2025, crescimento próximo de 47% na comparação anual. Segundo o relatório, o resultado foi impulsionado pela valorização do café no mercado internacional e pelo aumento da demanda global, fatores que elevaram os preços médios do produto em 60,8%.

O desempenho das cadeias produtivas contribuiu para que o Valor Bruto da Produção agropecuária mineira fechasse 2025 em R$ 167,8 bilhões, estabelecendo um recorde para o estado. O resultado representa crescimento de 13,5% frente a 2024.

O indicador, calculado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, da Companhia Nacional de Abastecimento e do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, estima o faturamento bruto obtido pelos produtores rurais com a comercialização de produtos agrícolas e pecuários.

De acordo com Maíra Ferman, o crescimento do agronegócio mineiro foi resultado de fatores estruturais e de mercado. “O resultado está associado à combinação entre ganhos de produtividade, diversificação das cadeias produtivas e a capacidade de adaptação às condições de mercado. Esses fatores têm permitido ao agronegócio mineiro manter trajetória de crescimento sustentável e ampliar sua relevância econômica no estado”, afirma.

Na área de crédito rural, Minas Gerais recebeu R$ 50,84 bilhões em desembolsos durante a safra 2024/2025. Apesar da retração de 4% em relação ao ciclo anterior, o estado manteve posição de destaque no cenário nacional, concentrando 14% do volume total liberado no país.





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Ouro Verde do Oeste recebe R$ 19,7 milhões para pavimentação rural


Paraná anuncia R$ 114,8 milhões para obras em Dois Vizinhos e inclui estradas rurais

O governo do Paraná anunciou nesta quinta-feira (28) a liberação de R$ 19,7 milhões para pavimentar cerca de 18 quilômetros de estradas rurais em Ouro Verde do Oeste, no Oeste do estado. Os recursos do programa Estrada Boa serão destinados às vias Linha Sol de Maio, Linha Gustavo e Linha João Cruz. Segundo a Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), os trechos atendem áreas produtivas e rotas de circulação de estudantes e moradores.

O maior aporte será para a Estrada Rural Linha Sol de Maio, com R$ 11,4 milhões para pavimentação de 11,1 quilômetros. De acordo com o governo estadual, o trecho receberá Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ), material indicado para vias com tráfego mais intenso. Na região, há propriedades rurais e unidades ligadas à Primato Cooperativa Agroindustrial.

Outros R$ 7 milhões serão aplicados na Linha Gustavo, com 5,8 quilômetros de pavimentação, também em CBUQ. Já a Linha João Cruz terá 1 quilômetro asfaltado, com investimento de R$ 1,3 milhão. As obras nas três frentes, segundo o anúncio oficial, buscam melhorar a trafegabilidade em vias utilizadas para o escoamento da produção agropecuária e o deslocamento local.

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Além das estradas, o município recebeu R$ 4 milhões para renovação do parque de máquinas, com a entrega de três caminhões caçamba, uma retroescavadeira, uma escavadeira e uma motoniveladora. Os equipamentos devem ser usados na manutenção de acessos rurais.

A relevância econômica do município ajuda a dimensionar o investimento. Ouro Verde do Oeste tem produção de suínos, frango de corte, soja, milho, ovos e tilápia. Em 2024, a produção de tilápia somou 2,5 mil toneladas, enquanto o Valor Bruto de Produção (VBP) local alcançou R$ 707,5 milhões, colocando o município na 75ª posição entre os 399 paranaenses, conforme dados informados no anúncio oficial.

Lançado em 2025, o programa Estrada Boa prevê mais de R$ 3,6 bilhões para infraestrutura viária rural no Paraná, com cerca de 2.780 quilômetros distribuídos em mais de 450 trechos.

Do ponto de vista técnico, a pavimentação e a ampliação da frota municipal tendem a reduzir interrupções no transporte em períodos de chuva e a melhorar a ligação entre propriedades, cooperativas e a malha rodoviária regional. O impacto operacional efetivo sobre custos logísticos e fluxo da safra dependerá do andamento e da conclusão das obras nos prazos previstos.

Fonte: agricultura.pr.gov.br

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IAC realiza a 51ª Expocitros e a 47ª Semana da Citricultura com foco em automação, sensoriamento, rastreabilidade e IA


Três em cada quatro copos de suco de laranja consumidos no mundo têm origem nos pomares paulistas, onde 90% dos campos citrícolas são instalados com cultivares IAC. Para manter essa excelência, o Centro de Citricultura “Sylvio Moreira” do Instituto Agronômico (IAC) gera e transfere tecnologias, como será feito na 51ª Expocitros e na 47ª Semana da Citricultura, de 26 a 29 de maio, em Cordeirópolis, interior paulista.

Neste ano, o foco está nas inovações tecnológicas que vêm transformando a citricultura: inteligência artificial, automação, sensoriamento e rastreabilidade. Serão reunidos pesquisadores, produtores e empresas para discutir soluções que aumentam a eficiência produtiva e fortalecem a sustentabilidade da cadeia de citros. A inscrição pode ser realizada no link: https://expocitros.com.br/inscreva-se/.

“A edição de 2026 deve aprofundar debates ao mesclar ciência, mercado e estratégia, a Expocitros se firma como um ponto de convergência para decisões que vão definir a competitividade da citricultura brasileira na próxima década”, afirma Dirceu Mattos Jr., pesquisador e diretor do Centro de Citricultura do IAC, da APTA (Diretoria de Pesquisa dos Agronegócios), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.

A edição de 2026 acontece em um cenário que combina desafios e oportunidades para a citricultura. Após anos de instabilidade climática, avanço do greening, leprose e aumento de custos, o setor opera com oferta ajustada e alta variação de preços, exigindo decisões cada vez mais estratégicas. A safra de laranja de 2025/2026 foi de 293 milhões de caixas.

Ao longo do evento serão realizados painéis com os principais temas do setor. Após a abertura está prevista a sessão “Sustentabilidade e Inovação”, abordando boas práticas na citricultura, modelos sustentáveis e o papel da pesquisa no futuro do setor.

Nesta sessão os pesquisadores do IAC, Dirceu Mattos Jr e Helvecio Della Coletta Filho, irão apresentar as respectivas palestras: Uma década moldando a citricultura sustentável: ciência, colaboração e caminhos para o futuro do setor e Microbioma rizosférico de citros em áreas comerciais paulistas: da diversidade microbiana à prospecção de bioinsumo.

Segundo Mattos, será apresentada uma reflexão sobre as principais transformações da citricultura nos últimos dez anos, desde os desafios impostos por fatores bióticos e abióticos até a consolidação da sustentabilidade como eixo estratégico da competitividade do setor. “A palestra propõe uma agenda para o futuro, destacando os caminhos para fortalecer a resiliência, a eficiência no uso de recursos e a governança da citricultura em um cenário global cada vez mais desafiador”, afirma.

Atualmente, o IAC desenvolve pesquisa com bactérias da rizosfera de plantas de citros, classificando-as para se conhecer o que está presente no seu sistema radicular. Os testes visam avaliar potenciais efeitos no crescimento da cultura e proteção contra alguns patógenos, por meio de isolados únicos ou em associação.

“Em plantas, principalmente anuais, têm sido cada vez mais comprovados os benefícios da associação de microrganismos com a saudabilidade e produtividade da cultura, haja visto o caso das bactérias promotoras de crescimento nas culturas de soja e milho, respectivamente, Rhizobium e Azzospirilum. Por outro lado, em culturas perenes com os citros, esta área de estudo ainda é pouco explorada”, diz Coletta.

Em sua palestra serão apresentados os dados obtidos nesse estudo, que compreendem a identificação das bactérias presentes no sistema radicular das plantas de citros e os potenciais efeitos benéficos.

Temática: Tecnologias para implantação de pomares, fitossanidade e proteção de plantas, com destaque para desafios como leprose, pinta preta e podridão penducular, resistência a fungicidas e manejo de pragas.

No dia 27, os participantes terão acesso em primeira mão aos resultados obtidos em avaliações de crescimento vegetativo, sanidade para HLB, ocorrência de pragas e outras doenças, obtidos nos dois primeiros anos de condução de experimento que é parte do projeto em parceria com o Centro de Engenharia da Plasticultura Braskem/FAPESP.

As análises serão apresentadas na palestra intitulada “Proteção individual de plantas visando à exclusão do psilídeo na formação inicial do pomar”, que será ministrada pelo pesquisador do IAC, Sérgio Alves de Carvalho.

“O experimento foi implementado no Centro de Citricultura do IAC buscando avaliar a viabilidade dessa técnica na formação de pomar sadio de tangerina Ponkan e tangor Dekopon, em diferentes porta-enxertos”, afirma Carvalho.

Ainda no dia 27, os pesquisadores do IAC irão participar da mesa redonda “Variedades de citros no Brasil”, que será moderada pelo pesquisador do IAC, Rodrigo Rocha Latado. Os debatedores serão os cientistas Mariangela Cristofani-Yaly, do IAC, André Vanucci, da Citrosuco, Eduardo Augusto Girardi, da Embrapa Mandioca e Fruticultura, Walter dos Santos Soares Filho, da Embrapa Mandioca e Fruticultura.

A palestra “Manejo de herbicidas na implantação e formação de pomares de citros” será apresentada pelo pesquisador do IAC, Rodrigo Martinelli.

No dia 28, a programação abordará gestão e eficiência produtiva, com discussões sobre mercado de fertilizantes, mudanças climáticas, citricultura irrigada e qualidade do solo. A pesquisadora do IAC, Alessandra Alves de Souza, irá falar sobre “Citros geneticamente modificados no controle do HLB: panorama global de estratégias biotecnológicas”.

Dia 29, a sessão de cenários econômicos trará a importância do suco de laranja na saúde humana, análises sobre preços, mercado, comércio internacional e impactos do acordo Mercosul–União Europeia na citricultura, além de discussões sobre insumos e competitividade do setor.

Acesse a programação completa no link:

https://expocitros.com.br/wp-content/uploads/2026/05/3293_19_expocitros_folder_programacao_148x21cm-1.pdf

Reconhecimentos

Durante a cerimônia de abertura será entregue a medalha “Mérito Científico D. Pedro II” do Instituto Agronômico para o ex-ministro de Agricultura e Pecuária, Roberto Rodrigues, nascido na fazenda onde funciona o Centro de Citricultura do IAC, em Cordeirópolis.

Esta medalha do IAC tem o objetivo de reconhecer e condecorar personalidades físicas ou jurídicas, civis ou militares, nacionais ou estrangeiras, que tenham contribuído de maneira inigualável para o desenvolvimento científico ou que tenham prestado relevantes serviços ao IAC, ao Estado de São Paulo e para a sociedade.

A medalha do IAC foi instituída pelo Decreto Estadual nº 70.137/2025 para celebrar os 200 anos do nascimento de D.Pedro II, como parte das comemorações dos 138 anos do Instituto.

Em 2026, o Prêmio Engenheiro Agrônomo Destaque da Citricultura será concedido ao pesquisador do IAC, Hamilton Humberto Ramos. O Prêmio GCONCI Hall da Fama da Citricultura Brasileira homenageará Walter dos Santos Soares Filho. O Prêmio Centro de Citricultura será dado a José de Alencar Matta.

Ramos ingressou em 1994 como pesquisador científico, no Centro de Engenharia e Automação (CEA) do IAC. De março de 2011 a novembro de 2012, foi diretor-geral do Instituto e, desde 2021, dirige o CEA.

Ele é responsável por dois grandes projetos no Instituto: o Aplique Bem e o Programa IAC de Qualidade de Equipamentos de Proteção Individual na Agricultura (QUEPIA). Também coordena o programa Adjuvantes da Pulverização, Drones SP e Unidade de Referência em Produtos Químicos e Biológicos.

Os trabalhos buscam consolidar as boas práticas e a eficácia agronômica no campo, focados na segurança do trabalhador rural aplicador de defensivos agrícolas.

O cientista do IAC é engenheiro agrônomo formado pela Unesp de Jaboticabal e doutor em produção vegetal. É também membro da Comissão de Estudos de Luvas e Vestimentas de Proteção para Riscos Químicos da ABNT e representante do Brasil no Comitê da entidade certificadora global ISO – International Standartization Organization. Integra o Consórcio Mundial para Melhoria de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) na Agricultura.





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Presidente da Câmara diz esperar que redução da jornada de trabalho inicie no 2º semestre


presidente da Câmara Hugo Motta
Foto: Reprodução

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), espera que a proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de trabalho 6×1 e reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas entre em vigor no próximo semestre.

A proposta foi aprovada em dois turnos pela Câmara nesta quarta-feira (27) e segue agora para análise do Senado Federal.

O presidente lembrou que o texto chancelado prevê uma transição gradual da redução da carga horária semanal de trabalho e disse esperar que os trabalhadores sintam os efeitos da mudança ainda neste ano.

“Nós colocamos a primeira redução de duas horas em 60 dias após a promulgação”, detalhou.

Caso o Senado aprove a PEC, a medida será promulgada pelo presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre. “Eu espero e confio, acredito que o Senado dará agilidade nessa tramitação para que, quem sabe aí já no segundo semestre, esses trabalhadores e trabalhadoras do Brasil já possam ter a implementação dessa nova relação”, completou.

Pilares inegociáveis

A mudança deve beneficiar mais de 37 milhões de trabalhadores e trabalhadoras. O presidente da Câmara destacou que a condução do debate foi pautada por três pilares inegociáveis: a redução da jornada para 40 horas semanais, o fim da escala 6×1 (garantindo dois dias de descanso) e a garantia de que não haverá redução salarial.

Para Motta, a aprovação é um marco histórico — sendo a primeira alteração na jornada de trabalho desde a Assembleia Constituinte de 1988 — e trará impactos diretos na qualidade de vida, especialmente para as mulheres chefes de família.

“Hoje, mais da metade dos lares do nosso país são chefiados por mulheres que têm que conciliar múltiplas funções e passarão a ter, com esse dia a mais de descanso, a condição de poder conviver mais com seus filhos”, disse.

Produtividade e ambiente de negócios

Motta também rebateu as críticas de que a redução de horas trabalhadas possa prejudicar a produtividade da economia brasileira. Ele afirmou que o trabalhador não pode ser apontado como o “vilão” do indicador.

“Se nós temos uma das maiores cargas horárias de trabalho do mundo e a nossa produtividade está baixa, está muito preciso que não é a jornada que está ditando a nossa produtividade”, argumentou.

Segundo ele, o aumento da produtividade nacional depende de investimentos em tecnologia, desburocratização de processos e facilitação do empreendedorismo. O deputado acrescentou que profissionais mais descansados e com melhor saúde mental tendem a produzir mais.

Para mitigar possíveis impactos econômicos em setores específicos, o presidente da Câmara anunciou que a Casa deve votar projetos de lei complementares para adaptar a transição da PEC.

Microempresas e MEI

Entre as prioridades para as próximas semanas, Motta destacou medidas voltadas para micro e pequenas empresas e microempreendedores individuais (MEIs).

“Nós queremos aumentar o valor do faturamento [do MEI], esse valor está defasado já há alguns anos. Também as empresas que estão dentro do Simples Nacional, flexibilizar para que elas possam contratar mais trabalhadores com carteira assinada”, disse, lembrando que atualmente o MEI é limitado à contratação de apenas um funcionário.

Além da agenda econômica, o presidente listou como prioridades do Parlamento para o período que antecede o recesso e as eleições do segundo semestre temas como segurança pública, combate ao feminicídio e regulamentação da inteligência artificial.

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Expectativas para votação do fim da escala 6×1 no Senado


A votação da mudança da escala de trabalho de 6×1 para 5×2 no Senado está gerando expectativas entre os políticos e analistas. Miguel Daúde comenta sobre o processo e as possíveis consequências dessa decisão.

Expectativas sobre a votação

Daúde acredita que o Congresso está determinado a aprovar a mudança a qualquer custo. Ele destaca que:

  • O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, pode tentar implementar algumas regras, mas a aprovação é quase certa.
  • A votação na Câmara foi expressiva, com 34 votos a favor e apenas 4 contra.
  • Os senadores estão cientes da importância de não atrasar a votação, especialmente com as eleições se aproximando.

Implicações políticas

O analista ressalta que a mudança pode ser utilizada como um trunfo político pelo presidente Lula, mas que o Senado, sob a liderança de Alcolumbre, não deve criar obstáculos significativos. Entre os pontos levantados, estão:

  • A necessidade de evitar que a proposta retorne à Câmara, o que poderia atrasar a aprovação.
  • A possibilidade de emendas que possam ser liberadas durante o processo.
  • A pressão dos senadores para não ficarem mal vistos perante a opinião pública.

Conclusão

Daúde conclui que, apesar de suas preocupações sobre a forma como a mudança está sendo conduzida, ele acredita que a nova escala será aprovada, seja neste ano ou no próximo. Ele enfatiza a importância de adequar a mudança à realidade econômica do país.

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Sebrae SC anuncia investimentos de R$ 24 milhões para o agro em 2026


O Sebrae Santa Catarina anunciou, em Chapecó, um investimento de mais de R$ 24 milhões para o Oeste Catarinense até 2026, com foco no fortalecimento do agronegócio na região.

Recursos destinados ao agronegócio

Os recursos serão aplicados em diversos setores da economia regional, destacando-se o agronegócio, que receberá cerca de R$ 7,7 milhões. O investimento total será distribuído entre os 53 municípios da região de Chapecó.

Objetivos do Sebrae

O Sebrae visa:

  • Fortalecer pequenos produtores
  • Aumentar a competitividade
  • Incentivar inovação e gestão nas propriedades rurais

Essas ações têm como objetivo resgatar o interesse dos jovens pelo campo, promovendo uma visão empresarial nas propriedades rurais.

Dados sobre a região

A região Oeste concentra atualmente mais de 34.000 propriedades agropecuárias e representa cerca de 9% do PIB catarinense. O Sebrae também tem projetos em diversas cadeias produtivas, como apicultura e vitinicultura, visando atender mais de 40.000 famílias de produtores.

Importância da escuta ativa

Durante a coletiva, o Sebrae enfatizou a importância de ouvir as lideranças locais para entender as necessidades do setor agropecuário e transformar essas demandas em projetos de desenvolvimento.

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Crise no Oriente Médio provoca queda nas exportações de frango do Brasil


O conflito no Oriente Médio já começa a impactar o comércio internacional de alimentos, especialmente as exportações brasileiras de frango, um dos principais produtos enviados para essa região. Em abril, as exportações para os países do Golfo registraram uma nova queda, principalmente devido às dificuldades logísticas provocadas pelo fechamento do estreito de Ormus, uma das principais rotas marítimas do mundo.

Queda nas exportações

As exportações brasileiras para os países do Conselho de Cooperação do Golfo voltaram a cair em abril, com uma retração de quase 25% em comparação ao mesmo período do ano passado, segundo levantamento da Câmara de Comércio Árabe Brasileira. Este é o segundo mês consecutivo de queda desde o agravamento do conflito e o fechamento do estreito de Ormus.

Alternativas logísticas

Apesar dos obstáculos, a demanda por alimentos continua forte nos países árabes. O aumento dos custos com frete seguro obrigou os exportadores a encontrarem rotas alternativas para manter o abastecimento da região. Algumas das rotas alternativas incluem:

  • Passagem pelo canal de Suez
  • Desova de contêineres em portos da costa oeste da Arábia Saudita, como Jeda e Kingadala
  • Transporte rodoviário para o porto de Daman, na costa leste da Arábia Saudita
  • Uso de portos de Omã, que estão fora do estreito de Ormus

Impacto no agronegócio

No agronegócio, a carne de frango segue entre os produtos mais exportados para a região, mas o setor já sente os reflexos da crise, com vendas acumulando queda de quase 6% neste ano, totalizando 791 milhões de dólares. Apesar disso, alguns mercados, como o Qatar, aumentaram suas importações do produto brasileiro em quase 14%, utilizando rotas terrestres e aéreas para garantir o abastecimento.

Demanda inelástica

O Oriente Médio é atualmente o principal destino da carne de frango brasileira, com quase 30% de todas as exportações do produto tendo a região como destino no ano passado. A demanda é considerada inelástica, pois, mesmo com o aumento dos preços devido a fatores como o petróleo e o seguro, os países árabes continuarão a importar do Brasil, dada a qualidade e a necessidade dos produtos.

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MDA e Fundação Banco do Brasil firmam acordo para ações em territórios tradicionais


MDA e Fundação Banco do Brasil firmam acordo para ações em territórios tradicionais

O Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e a Fundação Banco do Brasil assinaram nesta quinta-feira (28) um acordo de cooperação para apoiar ações voltadas a povos e comunidades tradicionais em todos os biomas do país. Segundo as instituições, a parceria terá validade de cinco anos e prevê iniciativas ligadas à produção de alimentos saudáveis, geração de renda, segurança hídrica, turismo comunitário e preservação da biodiversidade.

A assinatura foi feita pelo secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), Eric Moura, e pelo presidente da Fundação Banco do Brasil, André Castelo Branco Machado, durante evento realizado em Brasília. De acordo com o ministério, o acordo é resultado de articulação com a Secretaria de Territórios e Sistemas Produtivos Quilombolas e Tradicionais.

Pelo texto divulgado, a cooperação pretende apoiar ações conjuntas de inclusão produtiva, etnodesenvolvimento e fortalecimento dos modos de vida em territórios de povos e comunidades tradicionais. Entre os eixos citados estão soberania alimentar, segurança hídrica, preservação de tecnologias sociais e estímulo à produção em bases territoriais sustentáveis.

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Para o público do setor agropecuário, a medida se conecta à agricultura familiar e à produção de alimentos em áreas tradicionais, com potencial de ampliar apoio institucional a sistemas produtivos locais e práticas vinculadas ao uso sustentável dos recursos naturais. O ministério afirmou que o objetivo é valorizar a produção de alimentos nesses territórios e apoiar a geração de renda.

O material oficial, porém, não informa o volume de recursos envolvidos, metas quantitativas, número de territórios atendidos, cronograma de execução ou critérios de seleção das ações. Esses pontos são centrais para dimensionar o alcance operacional e econômico da iniciativa sobre produtores, associações e cadeias locais.

A assinatura ocorreu durante o Festival de Soluções Sociais para o Brasil, promovido pela Fundação Banco do Brasil em parceria com o Centro Cultural Banco do Brasil de Brasília.

Sem detalhamento de orçamento, metas e público estimado, ainda não é possível medir com precisão os efeitos práticos do acordo sobre a produção rural nos territórios tradicionais. O acompanhamento da regulamentação e da execução das ações será determinante para avaliar o alcance da política no campo.

Fonte: gov.br

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AgroNewsPolítica & Agro

como produzir mais com eficiência e responsabilidade no campo


Para o coordenador de boas práticas agrícolas da Corteva, produtividade e sustentabilidade caminham juntas — e o planejamento das aplicações é o ponto de partida para um agro mais rentável e competitivo.

As boas práticas agrícolas deixaram de ser apenas uma recomendação técnica para se tornarem um diferencial estratégico do agronegócio brasileiro. Em entrevista ao Portal Agrolink, Jair Maggioni, coordenador de boas práticas agrícolas da Corteva Agriscience, explica por que o tema é fundamental para que o produtor rural alcance eficiência no campo, reduza riscos operacionais e reforce a credibilidade do setor frente ao mercado nacional e internacional.

O que são boas práticas agrícolas e por que elas importam

O conceito de boas práticas agrícolas vai muito além de uma lista de regras a ser seguida. Segundo Maggioni, trata-se de um conjunto de ferramentas, procedimentos e padrões operacionais de gestão que orientam o produtor a realizar suas atividades com eficiência e responsabilidade ambiental — gerando, ao mesmo tempo, viabilidade econômica e conformidade com a legislação municipal, estadual e federal.

Na prática, esse conjunto envolve desde a escolha correta dos insumos, o manejo adequado do solo e da água, a regulagem de equipamentos, o monitoramento das condições climáticas no momento da aplicação de defensivos agrícolas, o uso correto dos equipamentos de proteção individual (EPIs), até o armazenamento e descarte correto das embalagens. Para o coordenador, a rastreabilidade das operações é parte igualmente essencial dessa equação.

“O setor hoje precisa entregar muito mais do que só produtividade. O produtor precisa trabalhar com qualidade, sustentabilidade e transparência nos processos.”

Jair Maggioni · Coordenador de Boas Práticas Agrícolas, Corteva Agriscience

O especialista destaca que o Brasil ocupa um lugar de destaque no agronegócio mundial, o que aumenta a responsabilidade dos produtores de reforçar suas operações para manter a competitividade internacional e a credibilidade crescente do setor. Nesse contexto, as boas práticas agrícolas funcionam como uma estratégia para proteger o agricultor, a lavoura, o meio ambiente e a reputação do agronegócio como um todo.

O papel da Corteva na disseminação do conhecimento técnico

A aproximação com o produtor rural é o ponto central da atuação da Corteva Agriscience na disseminação das boas práticas. Conforme explicou Maggioni, esse trabalho passa por uma forte base educacional, com capacitações técnicas, orientações no campo, treinamentos, dias de campo, mini dias de campo, materiais educativos — que vão desde cartilhas até vídeos — e o apoio de equipes especializadas que acompanham o agricultor nos diferentes processos da propriedade.

O coordenador ressalta que pequenas decisões operacionais, quando bem tomadas, podem gerar ganhos enormes dentro de uma propriedade. Além das iniciativas educacionais, a empresa investe em inovação tecnológica para apoiar uma agricultura cada vez mais precisa, contribuindo para a eficiência do produtor em toda a cadeia produtiva — desde a compra dos insumos até a entrega final do produto ao mercado.

Planejamento da aplicação: o diferencial que reduz perdas e aumenta resultados

Diante dos desafios climáticos crescentes — como os períodos de chuvas intensas e ventos fortes que têm marcado o Sul do Brasil nos últimos anos —, o planejamento da aplicação de defensivos surge como uma ferramenta indispensável. Para Maggioni, quando o produtor planeja bem cada etapa do processo, ele consegue considerar fatores como a janela de aplicação, o estágio da cultura, a identificação antecipada de plantas daninhas e possíveis doenças ou pragas, além das variações climáticas como vento, temperatura e umidade relativa do ar.

“Fazendo tudo isso, ele vai evitar retrabalho, vai desperdiçar menos insumos, vai ter impacto menor em culturas vizinhas, e vai ter uma exposição desnecessária muito menor do aplicador”, explica Maggioni.

Esse conjunto de cuidados permite que a aplicação seja mais precisa, com melhor deposição das gotas no alvo, maior aproveitamento do produto e menor chance de perda por deriva — fenômeno em que o agroquímico não atinge o objetivo pretendido e é carregado para fora da área de aplicação.

Regulagem dos pulverizadores: impacto direto na produtividade e na sustentabilidade

Um dos aspectos mais técnicos — e frequentemente negligenciados — das boas práticas é a regulagem e calibração dos pulverizadores. Conforme Maggioni, essa etapa tem impacto direto tanto na produtividade quanto na sustentabilidade da lavoura, pois favorece aplicações mais precisas, com cobertura uniforme e atingindo o alvo: seja a planta, quando se trata de herbicidas, a doença, no caso de fungicidas, ou a praga, no uso de inseticidas.

Quando a regulagem está adequada, o produtor aumenta a eficiência do controle, reduz perdas, evita retrabalho e melhora o aproveitamento dos insumos como um todo. Do ponto de vista ambiental, a calibração correta é fundamental para reduzir o risco de deriva, diminuindo o desperdício do produto e o impacto sobre áreas e culturas vizinhas.

Erros mais comuns que levam à deriva

– Aplicar em condições climáticas inadequadas: ventos muito fortes, ausência de vento, temperaturas extremamente elevadas ou baixa umidade do ar

– Uso incorreto do tamanho de gota e das pontas de pulverização

– Pressão desajustada nos pulverizadores

– Operadores sem treinamento adequado ou que não seguem as orientações técnicas dos produtos

– Falta de monitoramento climático durante a aplicação

Clima como fator crítico: como temperatura, vento e umidade influenciam a aplicação

O comportamento da gota no momento da pulverização é diretamente determinado pelas condições climáticas. Ventos muito intensos favorecem que a gota não atinja o alvo, sendo carregada para fora da área de aplicação. Temperaturas acima de 30 graus combinadas com baixa umidade do ar podem provocar a evaporação das gotas, comprometendo a cobertura e reduzindo a eficiência da pulverização.

Quando o agricultor não observa corretamente essas condições, o risco é duplo: há perda de desempenho no controle, já que o produto não atinge o alvo, e pode haver impacto em áreas vizinhas ou no meio ambiente, com o produto sendo arrastado para fora da área desejada. Por isso, na avaliação de Maggioni, monitorar as condições climáticas durante a aplicação é uma medida essencial para melhorar o aproveitamento do produto e diminuir os riscos no campo.

Sustentabilidade e rentabilidade: caminhos que se complementam

Um dos principais equívocos que ainda persiste entre parte dos produtores é a percepção de que adotar práticas mais sustentáveis implica necessariamente em reduzir a produção ou aumentar os custos. Para Maggioni, as boas práticas agrícolas demonstram exatamente o oposto: sustentabilidade e rentabilidade caminham juntas.

Quando o produtor realiza um manejo mais técnico e eficiente, respeitando as ferramentas das boas práticas, ele consegue reduzir o desperdício, evitar perdas e usar o solo e a água de forma muito mais racional. Isso ajuda a proteger o meio ambiente, diminuindo riscos de contaminação e melhorando a eficiência da operação no campo. Como sintetizou o coordenador: preservar recursos não significa produzir menos, mas produzir com muito mais precisão — e melhorar o retorno sobre o investimento.

Inovação tecnológica: soluções que aliam eficiência e menor risco de deriva

A Corteva tem investido no desenvolvimento de tecnologias que unem eficiência operacional, sustentabilidade e eficiência na aplicação. Um dos destaques mencionados por Maggioni é o Sistema Enlist, que oferece ao produtor flexibilidade no controle mais preciso e manejo de plantas daninhas no campo, apoiado por sementes com biotecnologias cada vez mais eficientes.

Enlist Colex-D: herbicida com até 90% de redução no potencial de deriva

O Enlist Colex-D é um herbicida à base de 2,4-D colina, desenvolvido para oferecer controle eficiente de plantas daninhas durante a aplicação com redução do potencial de deriva em até 90% quando utilizado em parceria com pontas de indução de ar. O produto proporciona flexibilidade operacional ao produtor e melhora o uso dos recursos no campo.

Além do Sistema Enlist, a empresa trabalha com diferentes tecnologias em fungicidas, inseticidas, herbicidas e tratamento de sementes, todas voltadas para entregar eficiência crescente e soluções cada vez mais tecnológicas aos produtores.

EPI: cuidado como investimento, não como obrigação

O uso correto dos equipamentos de proteção individual ainda enfrenta resistência em algumas propriedades. Para Maggioni, essa percepção precisa mudar: o EPI deve ser encarado como parte integrante da gestão da propriedade, e não apenas como uma obrigação legal. Quando o produtor e a equipe que trabalha com ele compreendem que seguir as recomendações de uso reduz afastamentos do trabalho, evita acidentes e dá mais controle à operação como um todo, fica claro que um trabalho seguro significa mais continuidade, mais eficiência e menor risco para as pessoas e para o negócio.

A conscientização, segundo o coordenador, passa por orientação técnica, exemplos no campo, treinamentos constantes e pela compreensão de para que serve cada EPI em cada etapa do processo.

A mensagem para o produtor gaúcho — e para o agro brasileiro

Ao encerrar a conversa, Maggioni deixou uma mensagem direta ao produtor gaúcho e ao setor como um todo: as boas práticas agrícolas não fortalecem apenas a lavoura, mas também a imagem do agronegócio perante a sociedade. Quando o agricultor produz com responsabilidade e cuidado com o solo, a água e as pessoas, ele demonstra que produtividade e sustentabilidade são complementares, e não opostas.

“Utilizem as ferramentas de boas práticas agrícolas. Elas são fantásticas. Pois auxiliam na agricultura responsável, sustentável e produtiva.”

Jair Maggioni · Coordenador de Boas Práticas Agrícolas, Corteva Agriscience

Para o coordenador, esse compromisso é fundamental para gerar confiança, valorizar o trabalho do produtor no dia a dia e reforçar a credibilidade tanto do agro gaúcho quanto do agro brasileiro dentro e fora das porteiras. Em um cenário global cada vez mais exigente em termos de rastreabilidade, responsabilidade ambiental e transparência, as boas práticas agrícolas representam não apenas uma escolha técnica, mas uma vantagem competitiva real.





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Avicultura gaúcha enfrenta desafios de custos e mercado internacional


A avicultura gaúcha tem enfrentado desafios significativos nos últimos anos, incluindo crises sanitárias e oscilações nos custos de produção. O setor agora se concentra na monitorização do mercado internacional e na estabilidade dos insumos.

Desafios sanitários recentes

Nos últimos dois anos, a avicultura no Rio Grande do Sul passou por situações críticas, como:

  • Casos de doenças de notificação obrigatória, como Newcastle e influenza viária.
  • Embargos impostos por diretrizes da Organização Mundial da Saúde.
  • Necessidade de respostas rápidas e articulação entre entidades e órgãos oficiais.

Essas situações exigiram um intenso trabalho de controle e gestão de crise para minimizar os prejuízos e garantir a continuidade das atividades do setor.

Monitoramento dos custos de produção

Com a superação das questões sanitárias, o foco do setor agora se volta para os custos de insumos, que são impactados por:

  • Oscilações no mercado de grãos.
  • Questões climáticas que afetam as safras.
  • Conflitos internacionais, como a crise entre Rússia e Ucrânia.

A avicultura gaúcha busca garantir a estabilidade para produtores e indústrias, além de assegurar o abastecimento nos mercados interno e externo, que atendem mais de 150 países.

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