quarta-feira, junho 24, 2026

News

News

Arroba do boi gordo: veja como os preços finalizaram a semana


boiada, carne orgânica do Pantanal, boi
Foto: Raquel Brunelli/Embrapa

O mercado físico do boi gordo encerra a semana com negócios acima da referência média em determinados estados.

Segundo o analista de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, os frigoríficos vêm encontrando maior dificuldade na composição de suas escalas de abate, que no momento atendem entre seis e oito dias úteis na média nacional.

“O mercado segue atento à demanda relacionada a Copa do Mundo, tanto interna, quanto externa, com embarques aquecidos aos Estados Unidos, sede do evento. Além disso, a progressão da cota chinesa é outro elemento central a ser considerado na formação de tendência ao longo de 2026, com perspectiva de esgotamento da cota entre os meses de junho e julho”, comenta Iglesias.

Preços da arroba do boi gordo

  • São Paulo: R$ 352,25 — ontem: R$ 352,08
  • Goiás: R$ 332,86 — ontem: R$ 330,71
  • Minas Gerais: R$ 327,35 — ontem: R$ 326,76
  • Mato Grosso do Sul: R$ 352,50 — ontem: R$ 351,70
  • Mato Grosso: R$ 353,24 — ontem: R$ 352,70

Mercado atacadista

O mercado atacadista encerra a semana apresentando acomodação em seus preços ao longo da sexta-feira.

Para o mês de junho é grande a expectativa em torno da Copa do Mundo, com bom potencial de demanda com o evento em questão como catalisados.

“A carne bovina segue menos competitiva na comparação com as proteínas concorrentes, em especial na compara com a carne de frango”, avalia Iglesias.

  • Traseiro bovino: R$ 27,00 por quilo
  • Dianteiro bovino: R$ 21,50 por quilo
  • Ponta de agulha: R$ 19,50 por quilo

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,26%, sendo negociado a R$ 5,0450 para venda e a R$ 5,0431 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,0351 e a máxima de R$ 5,0711. Na semana, o dólar subiu 0,33%. Em maio, a moeda teve valorização de 1,87%.

O post Arroba do boi gordo: veja como os preços finalizaram a semana apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Ibovespa fecha em queda, enquanto dólar comercial sobe para R$ 5,04


Dólar cai 1,37% e fecha abaixo de R$ 5,00

O mercado financeiro encerrou nesta sexta-feira (29) com queda de 0,73% do Ibovespa, aos 173.787,49 pontos, e alta de 0,22% do dólar comercial, cotado a R$ 5,0429 na venda. O volume negociado na bolsa somou R$ 46,67 bilhões. No mesmo fechamento, o CDI ficou em 14,40% ao ano, em linha com a taxa over, enquanto os índices norte-americanos fecharam em alta.

Na B3, o Ibovespa oscilou entre máxima estável de 175.064 pontos e mínima de 172.686 pontos, com variação mensal negativa de 7,22% e ganho acumulado de 7,86% em 2026. O Ibovespa futuro para julho terminou em queda de 0,36%, aos 174.830 pontos, após máxima de 176.315 e mínima de 173.690 pontos.

Entre as ações de maior peso, Petrobras PN caiu 1,2%, a R$ 42,00, e Petrobras ON recuou 1,7%, a R$ 46,73. Vale ON e Vale PNA fecharam ambas a R$ 82,82, com perda de 1,36%. MBRF ON, empresa ligada ao setor de proteína animal, caiu 1,72%, a R$ 16,01. Itaú Unibanco PN subiu 0,1%, a R$ 40,04, e Ambev ON avançou 0,18%, a R$ 16,32.

Receba no seu e-mail as notícias mais importantes do dia, análises de mercado e os principais fatos que movimentam o agronegócio: assine a newsletter do Canal Rural

No câmbio, o dólar comercial encerrou a R$ 5,0424 na compra e R$ 5,0429 na venda. O dólar Ptax ficou em R$ 5,0569 na venda, com alta de 0,1%, e o dólar futuro para julho marcou R$ 5,0755, com recuo de 0,06%. O euro comercial fechou a R$ 5,8830 na venda, com avanço de 0,38%.

Nos juros, o CDB prefixado de 30 dias indicou 14,32% ao ano, enquanto o CDI e a taxa over ficaram em 14,40% ao ano. Os dados de capital de giro e hot money não foram informados no fechamento divulgado.

Para o setor agropecuário, câmbio e juros são referências centrais na formação de custos financeiros, no crédito e na competitividade das exportações. Ainda assim, o fechamento apresentado não detalha efeitos imediatos por cadeia produtiva, praça ou commodity específica.

Os números desta sessão oferecem uma referência para a precificação de negócios no campo, especialmente em operações expostas ao dólar e ao custo do capital. Sem dados adicionais sobre commodities, fretes ou crédito rural nesta divulgação, não é possível definir um efeito setorial mais preciso além do ambiente financeiro geral.

Fonte: Estadão Conteúdo

O post Ibovespa fecha em queda, enquanto dólar comercial sobe para R$ 5,04 apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Custos operacionais mantêm fretes agropecuários em patamar elevado


Custos operacionais mantêm fretes agropecuários em patamar elevado

Os custos operacionais do transporte de produtos agropecuários seguiram pressionando os preços de frete nas principais rotas monitoradas pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), segundo o Boletim Logístico de maio, divulgado nesta sexta-feira (29). De acordo com a estatal, o diesel continua como o principal fator de sustentação das cotações, o que limitou recuos mais expressivos no serviço, mesmo com diferenças regionais entre março e abril.

Segundo a Conab, o comportamento dos fretes variou de acordo com o avanço da colheita da primeira safra e com a demanda por transporte nas regiões produtoras. Na comparação anual, porém, os valores seguem mais altos. O superintendente de Logística Operacional da companhia, Thomé Guth, afirmou que o combustível continua sendo o principal elemento de sustentação dos preços.

Em Mato Grosso, principal produtor de grãos do país, o mercado rodoviário ficou próximo da estabilidade, mas em níveis elevados para o período. Em Mato Grosso do Sul, houve acomodação após o pico logístico da colheita da soja, embora o volume produzido e os embarques ao mercado externo tenham mantido demanda consistente por transporte.

Receba no seu celular atualizações em tempo real, enquetes interativas e tudo o que impacta o dia a dia no campo: entre agora no Whatsapp do Canal Rural!

Em Goiás, a Conab identificou redução mensal nos preços do transporte de grãos. Ainda assim, o custo do combustível no estado permaneceu, em média, 15% acima do registrado em abril de 2025, o que sustentou alta na comparação anual. No Distrito Federal, houve aumento em todas as rotas pesquisadas.

No Paraná, foram observadas variações pontuais em relação a março, com pressão de custos em rotas específicas. Na Bahia, os fretes subiram nas principais praças da safra primavera/verão e recuaram nas áreas de cultivo de outono/inverno. No Maranhão, apesar do transporte intenso com o avanço da colheita da soja, a maioria das rotas teve queda entre abril e março. No Piauí, a demanda cresceu com as exportações de soja, mas a retração do combustível contribuiu para a estabilidade média. Em São Paulo, abril registrou leve queda após forte alta em março.

O boletim indica que o comportamento dos fretes segue condicionado pela combinação entre ritmo de colheita, fluxo de exportações e custo do diesel. Sem mudança estrutural nesses fatores, a tendência de curto prazo é de manutenção de preços sustentados nas rotas com maior demanda logística, segundo a análise da Conab.

Fonte: gov.br

O post Custos operacionais mantêm fretes agropecuários em patamar elevado apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Etanol recua 5,31% em maio; gasolina e diesel S-10 também caem


Etanol recua 5,31% em maio; gasolina e diesel S-10 também caem

Os preços dos combustíveis caíram em maio no Brasil, segundo levantamento divulgado pela ValeCard nesta sexta-feira (29). O etanol registrou a maior retração, com queda média nacional de 5,31% ante abril, enquanto a gasolina recuou 0,77% e o diesel S-10 caiu 0,41%. O movimento ocorreu após meses anteriores de alta e refletiu diferenças regionais no comportamento das bombas.

De acordo com a pesquisa, o preço médio da gasolina ficou em R$ 6,857 por litro em maio. No caso do diesel S-10, a média nacional foi de R$ 7,303 por litro. O levantamento informou que o etanol teve redução de preços em 19 estados, enquanto a gasolina caiu em 20 unidades da federação.

A retração mais intensa do etanol foi associada ao mercado do Centro-Sul, principal região produtora do país. Nessa área, o avanço da oferta costuma pressionar os preços no varejo. As maiores quedas do biocombustível foram observadas no Centro-Oeste, Sudeste e Sul.

Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

Na gasolina, a diminuição média de 0,77% acompanhou um ajuste no varejo após o período de altas. Segundo a ValeCard, o recuo foi mais forte nas regiões Nordeste, Sudeste e Sul, embora tenham ocorrido altas pontuais em parte do Centro-Oeste e do Norte.

O diesel S-10 apresentou queda mais limitada na média nacional. Sul, Sudeste e Centro-Oeste registraram retração generalizada, mas Norte e Nordeste ainda mostraram altas em alguns estados. A pesquisa não detalhou, no material disponível, os valores por unidade da federação.

Para o setor agropecuário, o comportamento dos combustíveis tem efeito técnico distinto. O etanol se relaciona diretamente com a cadeia sucroenergética, enquanto o diesel influencia frete, operações mecanizadas e escoamento da produção. Como a queda do diesel foi menor e regionalmente desigual, o alívio sobre custos operacionais e logísticos tende a variar entre estados e cadeias produtivas.

O levantamento indica um cenário de acomodação dos preços em maio, mas com persistência de pressões localizadas, sobretudo no diesel S-10. Sem detalhamento adicional sobre repasses futuros, a leitura técnica disponível é de ajuste no curto prazo, com diferenças regionais ainda relevantes para produtores, transportadores e usinas.

Fonte: Estadão Conteúdo

O post Etanol recua 5,31% em maio; gasolina e diesel S-10 também caem apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Tempo seco, temperaturas de até 36°C e ZCIT ‘dão as caras’ em junho; confira a previsão para o mês


Defesa Civil; Calor e Chuva
Foto: Pixabay

A previsão do tempo liga o sinal de alerta em Sorriso, no estado de Mato Grosso. Nos próximos 30 dias, a região deve enfrentar temperaturas elevadas, com máximas podendo alcançar os 36°C no fim de junho.

O calor intenso também impacta diretamente o cenário das chuvas. Para o município, não há previsão de precipitações ao longo do próximo mês, mantendo o padrão de tempo seco e aumentando a preocupação no campo.

  • Fique por dentro das principais notícias sobre a soja: acesse a comunidade Soja Brasil no WhatsApp!

O tempo no Brasil

Já no panorama nacional, a chuva prevista entre os dias 30 de maio e 3 de junho deve se concentrar principalmente na faixa Norte do país. Os maiores volumes são provocados pela atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), que favorece a formação de instabilidades na região. Enquanto isso, no restante do Brasil, o predomínio é de tempo seco.

O post Tempo seco, temperaturas de até 36°C e ZCIT ‘dão as caras’ em junho; confira a previsão para o mês apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Conab acompanha entregas do PAA em Monte Alegre e Florânia no Rio Grande do Norte


Paraná terá evento sobre PAA com R$ 62 milhões em projetos contratados

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) acompanhou, nesta semana, entregas do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), na modalidade Compra com Doação Simultânea (CDS), nos municípios de Monte Alegre e Florânia, no Rio Grande do Norte. A agenda ocorreu na quinta-feira (28) e nesta sexta-feira (29), com foco na verificação in loco da distribuição, da execução dos recursos e do cumprimento dos volumes contratados. As operações envolvem produtos da agricultura familiar destinados a equipamentos públicos de alimentação e assistência social.

Em Monte Alegre, as entregas somaram cerca de 4,9 toneladas de alimentos, com participação de duas organizações fornecedoras: a Associação de Desenvolvimento de Mulheres Rurais do Sítio Castanha, com aproximadamente 3 toneladas, e a Cooperativa dos Produtores Rurais de Monte Alegre (Coopalegre), com 1,9 tonelada. Entre os itens distribuídos estão abóbora, batata, macaxeira, farinha, feijão, frutas, hortaliças, ovos, carne bovina e caprina, além de derivados de leite de cabra.

Segundo a Conab, as duas propostas no município reúnem 25 agricultores familiares, preveem 25,2 toneladas de alimentos e atendem duas unidades recebedoras, com alcance de 2.144 consumidores. O valor total das propostas é de cerca de R$ 250 mil, com execução financeira acumulada de R$ 117,1 mil até maio de 2026.

Acompanhe os preços das principais commodities do agro, como soja, milho e boi, com atualização direta das principais praças do Brasil: acesse a página de cotações do Canal Rural!

Em Florânia, o acompanhamento envolveu operações do Núcleo de Produtores Cooperados da Comunidade Cajueiro. As duas propostas formalizadas somam cerca de R$ 437,9 mil, com quase todo o montante executado até maio de 2026. Ao todo, são 39,8 toneladas previstas, 57 agricultores fornecedores e 16 unidades recebedoras que atendem 6.748 consumidores.

Uma das entregas destacou 766 quilos de polpas de frutas, entre acerola, cajá, caju, goiaba e manga, ao custo de R$ 37,9 mil. Os produtos foram destinados a unidades como Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e hospitais da região. Em outra proposta, a previsão é de 19,9 toneladas de alimentos, com execução integral de R$ 222,1 mil, envolvendo 29 beneficiárias fornecedoras.

De acordo com o superintendente regional da Conab no estado, Sebastião Arruda Junior, o acompanhamento integra as ações de monitoramento da execução do programa e busca verificar a conformidade dos processos, a entrega dos alimentos ao público previsto e o escoamento da produção da agricultura familiar.

Os dados acompanhados pela Conab indicam que o PAA mantém dupla função no estado: garantir mercado institucional para associações e cooperativas da agricultura familiar e direcionar alimentos a redes públicas de assistência e saúde. A continuidade dos resultados depende da execução das propostas já formalizadas e do monitoramento técnico das entregas.

Fonte: gov.br

O post Conab acompanha entregas do PAA em Monte Alegre e Florânia no Rio Grande do Norte apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Safra de citros avança com preços variados


A colheita de citros avança no Rio Grande do Sul, mas produtores enfrentam desafios relacionados ao baixo volume de chuvas, aumento da oferta e dificuldades de comercialização de algumas variedades. As informações constam no Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (28) pela Emater/RS-Ascar.

Na região administrativa da Emater/RS-Ascar, novas cultivares como Pareci e Ponkan começaram a chegar ao mercado. Segundo o boletim, em grande parte das propriedades os frutos apresentaram desenvolvimento limitado devido à baixa ocorrência de chuvas durante a fase de crescimento. O preço da laranja varia entre R$ 40 e R$ 50 por caixa de 22 quilos.

Na regional de Lajeado, os citricultores de São José do Hortêncio relataram retração nas vendas e redução dos preços médios na Ceasa/RS, cenário atribuído à elevada oferta de frutas no mercado. Os produtores também seguem enfrentando infestação de mosca-branca nos pomares, embora o controle da praga esteja em andamento. A colheita das variedades Bahia e Seleta já alcança cerca de 50% da safra.

Em Montenegro, os agricultores realizam a colheita da bergamota Caí, com 20% das áreas já colhidas, e da Ponkan, que atingiu 10%. A expectativa é de produtividade dentro da normalidade, com produção estimada em cerca de 60 mil toneladas distribuídas em 3 mil hectares.

No município de Harmonia, a colheita da bergamota Caí chegou a 35%. Alguns produtores relataram dificuldades para comercializar a laranja do Céu precoce, cuja colheita alcança 50% das áreas. Conforme o levantamento, o aumento no número de pomares dessa variedade nos últimos anos vem pressionando a comercialização da fruta. Os citricultores também seguem com serviços de manutenção, como roçadas e preparação para a colheita das próximas variedades.

Em Pareci Novo, após o encerramento do raleio das bergamoteiras, os produtores concentram os trabalhos em roçadas, colheita e manejo fitossanitário preventivo. O principal foco tem sido o controle da pinta-preta e da mosca-das-frutas. A colheita da bergamota Caí atinge 10%, enquanto a da Ponkan chega a 5%. Já a laranja do Céu alcança 5% da área colhida.

Na região de São Sebastião do Caí, a colheita atingiu 15% dos pomares de bergamota Caí, 10% da Ponkan e 25% da laranja do Céu.





Source link

News

MDA apresentará plano para agroecologia e agroflorestas na Rio Climate Week


MDA apresentará plano para agroecologia e agroflorestas na Rio Climate Week

A Rio Nature Climate Week será realizada entre domingo (1º) e sexta-feira (6), no Rio de Janeiro, com programação presencial, híbrida e transmissões globais. Durante o evento, o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) deve apresentar o Plano de Aceleração de Soluções (PAS) TERRA, voltado à expansão de territórios agroecológicos e agroflorestais. A iniciativa está inserida no eixo da Agenda de Ação Climática Global dedicado à agricultura e aos sistemas alimentares.

Segundo informações divulgadas pela assessoria da Presidência da COP30 e pelo MDA, a estrutura da semana climática está conectada a seis eixos da Agenda de Ação Climática Global, definida na COP30 e em continuidade rumo à COP31. Entre esses eixos está a transformação da agricultura e dos sistemas alimentares, tema de interesse direto para o setor rural.

De acordo com o ministério, o PAS TERRA será apresentado em parceria com entes internacionais e terá como foco o fortalecimento de organizações da agricultura familiar, além de povos e comunidades tradicionais. A proposta, segundo o órgão, busca ampliar territórios agroecológicos e agroflorestais e acelerar a transição para sistemas alimentares mais sustentáveis e resilientes.

Receba no seu celular atualizações em tempo real, enquetes interativas e tudo o que impacta o dia a dia no campo: entre agora no Whatsapp do Canal Rural!

O chefe da Assessoria Internacional do MDA, Thomas Patriota, informou que o plano terá como piloto o Programa Nacional de Florestas Produtivas na Amazônia. O material oficial, no entanto, não detalha metas numéricas, área prevista, volume de recursos, cronograma de execução nem critérios operacionais de adesão.

Para o público do agro, a apresentação do plano ganha relevância por envolver modelos produtivos ligados a restauração, uso sustentável da terra, diversificação de renda e adaptação climática, especialmente em segmentos da agricultura familiar. A agenda também dialoga com financiamento, tecnologia e capacitação, pontos incluídos entre os seis eixos globais.

A Rio Nature Climate Week ocorre em um contexto de implementação de compromissos climáticos após a COP30. A expectativa é que os debates e anúncios do evento sirvam de base para ações práticas a serem consolidadas até a COP31.

Até o momento, os órgãos envolvidos não divulgaram indicadores consolidados de execução do PAS TERRA. Com isso, a avaliação técnica dos efeitos sobre produção, crédito, organização territorial e escala de adoção dependerá da apresentação oficial e de informações complementares sobre metas, orçamento e governança.

Fonte: gov.br

O post MDA apresentará plano para agroecologia e agroflorestas na Rio Climate Week apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Mapa libera mais 2,47 milhões de doses de vacinas contra clostridioses


Mapa libera mais 2,47 milhões de doses de vacinas contra clostridioses

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) informou nesta sexta-feira (29) a liberação de 2.470.600 doses de vacinas contra clostridioses no mercado nacional entre domingo (25) e quinta-feira (29). Segundo a pasta, 1.360.800 doses são de fabricação nacional e 1.109.800 correspondem a produtos importados. Com isso, o volume disponibilizado desde março de 2026 ultrapassa 41 milhões de doses.

De acordo com a nota oficial do Mapa, as doses liberadas no período têm participação majoritária da indústria nacional. Do total de 2.470.600 doses, 55,08% foram produzidas no Brasil, enquanto 44,92% vieram de importação.

A atualização indica o ritmo de entrada de vacinas no mercado veterinário em um intervalo de cinco dias e oferece referência para pecuaristas, revendas e demais agentes da cadeia de saúde animal. As vacinas contra clostridioses são usadas na prevenção de enfermidades bacterianas que exigem manejo sanitário regular nos rebanhos.

Quer ficar por dentro da previsão do tempo e dos alertas meteorológicos? Acesse a página do tempo do Canal Rural e planeje-se!

No acumulado desde março de 2026, o ministério informa que o volume já disponibilizado ao mercado nacional supera 41 milhões de doses, somando fabricação nacional e importada. A pasta não detalhou, na nota, a distribuição regional dessas doses, os laboratórios responsáveis pela produção nem o cronograma das próximas liberações.

O Mapa afirmou ainda que mantém atuação permanente junto à indústria de insumos veterinários para ampliar a produção nacional, viabilizar importações e agilizar procedimentos de fiscalização e liberação. Essas medidas têm relação direta com a oferta do produto ao mercado, uma vez que combinam produção interna e entrada de vacinas do exterior.

Para o setor pecuário, o dado mais imediato é a ampliação do volume disponível no mercado formal. A efetiva chegada das doses ao produtor, porém, depende da logística de distribuição e da comercialização nas diferentes praças, informações que não foram detalhadas na comunicação oficial.

Até o momento, o dado confirmado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária é o avanço no volume liberado ao mercado nacional. Novas avaliações sobre regularização da oferta e atendimento integral da demanda dependem de informações adicionais sobre distribuição, estoque e ritmo de novas liberações.

Fonte: gov.br

O post Mapa libera mais 2,47 milhões de doses de vacinas contra clostridioses apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Conabio adia por 90 dias decisão sobre inclusão da tilápia em lista de invasoras


Conabio adia por 90 dias decisão sobre inclusão da tilápia em lista de invasoras

A Comissão Nacional de Biodiversidade (Conabio) decidiu, nesta quinta-feira (29), adiar por 90 dias a deliberação sobre a inclusão da tilápia e de outras espécies aquícolas na Lista Nacional de Espécies Exóticas Invasoras. A definição foi anunciada ao fim da 77ª reunião ordinária do colegiado, em meio a manifestações do setor produtivo e de órgãos federais ligados à pesca e à aquicultura. O novo prazo deve ser usado para aprofundar a discussão técnica sobre os desdobramentos ambientais, regulatórios e econômicos da proposta.

Segundo o Ministério do Meio Ambiente (MMA), a eventual inclusão da tilápia na lista teria caráter técnico e preventivo, como referência para políticas públicas de prevenção e controle de espécies exóticas com potencial impacto sobre a biodiversidade nativa. A pasta informou ainda que a classificação, por si só, não significaria proibição de cultivo nem banimento da espécie, e que as autorizações atualmente concedidas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) não seriam alteradas automaticamente.

O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), porém, pediu esclarecimentos ao MMA sobre os efeitos práticos da medida, especialmente em licenciamento ambiental, comércio e operação das cadeias produtivas. Em nota, o ministério afirmou que tilápia, tambaqui, pacu, pirarucu e camarão vannamei respondem por cerca de 90% da produção aquícola nacional e movimentam aproximadamente R$ 9,6 bilhões por ano.

Receba no seu celular atualizações em tempo real, enquetes interativas e tudo o que impacta o dia a dia no campo: entre agora no Whatsapp do Canal Rural!

Entidades da cadeia da tilápia estimam prejuízo de cerca de US$ 38 milhões caso a inclusão avance, em razão de possíveis restrições comerciais, insegurança jurídica e dificuldades de acesso a crédito. O setor também argumenta que a classificação pode ser interpretada por mercados importadores como um sinal oficial de risco ambiental associado à atividade, com reflexos sobre exportações, investimentos e expansão da piscicultura.

A discussão ocorre no âmbito da Conabio, colegiado que reúne ministérios, órgãos ambientais, comunidade científica e representantes de setores produtivos. Até o momento, não foram detalhados publicamente novos critérios, cronograma técnico ou eventual texto de consenso para a próxima etapa do debate.

Com o adiamento, a análise entra em nova fase de negociação técnica entre área ambiental, governo setorial e cadeia produtiva. O alcance regulatório da eventual inclusão da tilápia na lista ainda depende dos esclarecimentos que forem formalizados ao longo dos próximos 90 dias.

Fonte: Estadão Conteúdo

O post Conabio adia por 90 dias decisão sobre inclusão da tilápia em lista de invasoras apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link