quinta-feira, março 26, 2026

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Trump retira tarifa de 40% sobre café, carnes e frutas do Brasil



O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou comunicado nesta quinta-feira (20) retirando a tarifa de 40% que incidia sobre produtos brasileiros desde 30 de julho.

A decisão publicada pela Casa Branca inclui carne bovina in natura e processada, café, tomate fresco e refrigerado, além de frutas como manga, abacaxi, mamão, abacate, goiaba e outros produtos agrícolas.

Em alguns casos, a decisão é válida somente para produtos que entraram no mercado norte-americano a partir de 13 de novembro.

“Após considerar as informações e recomendações que me foram fornecidas por funcionários e o andamento das negociações com o governo do Brasil, entre outros fatores, determinei que é necessário e apropriado modificar o escopo dos produtos sujeitos à alíquota adicional ad valorem imposta pelo Decreto Executivo 14323″, diz Trump em trecho do comunicado.

Em atualização



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Aplicação aérea exige ajustes para evitar perdas



A técnica, porém, exige atenção


A técnica, porém, exige atenção
A técnica, porém, exige atenção – Foto: Anderson Wolf

O avanço da pulverização com Drones tem alterado a rotina no campo e ampliado alternativas para manejo em áreas onde o relevo dificulta a entrada de máquinas terrestres. Dados apresentados na Droneshow 2025 mostram que o uso desses equipamentos passou de pouco mais de 3 mil unidades em 2021 para 35 mil em 2025, movimento que reforça a busca por maior eficiência operacional.

Consultorias e especialistas apontam como um dos principais ganhos o fim do amassamento da lavoura, responsável por perdas de 2% a 5% em culturas como soja, milho e trigo. O recurso também tem sido adotado por produtores que não dispõem de pulverizadores autopropelidos, especialmente em aplicações de fungicidas no milho, quando a altura das plantas dificulta o acesso de equipamentos menores. “Quando se elimina o amassamento, há um ganho direto de produtividade”, explica o gerente de Tecnologia de Aplicação e Adjuvantes da Fortgreen, André Pazinato.

A técnica, porém, exige atenção. Em baixas taxas de aplicação, cresce o risco de incompatibilidades e deriva, o que torna essenciais ajustes de altura de voo, faixa aplicada, tamanho de gotas e condições climáticas. O preparo da calda é considerado determinante para manter estabilidade e evitar perdas.

O uso de adjuvantes ganha peso nesse cenário ao melhorar emulsificação, dispersão, compatibilidade e aderência das gotas, além de reduzir deriva e uniformizar tamanhos. Não há produto específico para drones; a escolha depende das características desejadas na calda e das ações necessárias para garantir desempenho em volumes reduzidos. “Os adjuvantes garantem uma mistura estável e homogênea, melhorando a qualidade da calda ao atuar como emulsificantes, dispersantes e compatibilizantes, além de reduzir perdas durante a aplicação”, explica Pazinato.

 





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Brasil pode ter aumento de até 4,5 °C em relação à temperatura pré-industrial, diz pesquisador



O mundo está próximo de superar o limite de 1,5 °C de aquecimento global médio e segue rumo a perigosos 2,8 °C. No Brasil, por estar em uma região tropical e continental, os impactos tendem a ser os mais severos: o país pode enfrentar uma elevação de 4 °C a 4,5 °C em relação ao período pré-industrial.

Para frear essa trajetória, seria necessária a eliminação da exploração e uso de combustíveis fósseis a curto prazo em uma transição justa e factível. Por isso, a COP30, realizada em Belém, é vista como uma oportunidade crucial para que os países definam um roteiro claro de substituição do uso de petróleo, gás e carvão.

O alerta foi feito pelo físico e climatologista, Paulo Artaxo, durante apresentação realizada no estande da Finlândia, na Zona Azul da COP30.

O limite de 1,5 °C foi estabelecido no Acordo de Paris, em 2015, e é tratado pela comunidade científica como um patamar razoavelmente seguro para impedir impactos ainda mais severos da crise climática.

“Para evitar esse cenário, é preciso adotar técnicas como a chamada carbon dioxide removal, ou seja, remover dióxido de carbono [CO2] que já foi emitido para a atmosfera nas últimas décadas. Há algumas potenciais maneiras de fazer isso, sendo uma delas a recuperação ecológica em larga escala, ou seja, recuperar áreas de florestas, replantando o que desmatamos”, afirmou Artaxo.

“O problema é que nenhuma técnica existente hoje efetivamente funciona na escala necessária e com um preço que possa ser pago. A melhor solução é atacar o problema pela raiz, fazendo uma transição energética justa e rápida e acabando com a exploração de combustíveis fósseis”, explica.

Artaxo é um dos nove cientistas internacionais que apresentaram uma declaração com um aviso semelhante, destacando a importância de dados e ciência para a tomada de decisões. A “declaração sobre o estado atual das negociações da COP” foi divulgada no Pavilhão de Ciências Planetárias, o primeiro desse tipo em conferências do clima das Nações Unidas.

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Artaxo citou que projetos de restauração ecológica são importantes para revitalizar serviços ecossistêmicos essenciais, como a manutenção do regime de chuvas, mas que a escala das iniciativas não consegue compensar a continuidade do uso de combustíveis fósseis. “Não vai ser possível plantar árvores suficientes na superfície da Terra para sequestrar CO se continuarmos emitindo como hoje”, disse.

O pesquisador destacou a proposta de produzir um “mapa do caminho” (road map) para a descarbonização de todos os setores da economia. “O que fizermos hoje determina o que as próximas gerações terão de limpar daqui a 20, 30 ou 100 anos”, afirmou Artaxo. 

Nos bastidores, o Brasil tem se mobilizado para oficializar um roadmap de abandono dos combustíveis fósseis na agenda da COP30, que entra nesta semana na reta final de negociações, com previsão de terminar na sexta-feira (21). A proposta já teve a adesão de vários países europeus e em desenvolvimento.



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CNA critica organização da COP30 após incêndio



O incêndio registrado nesta quinta-feira (20) em uma área da Blue Zone da COP30, em Belém (PA), provocou reação imediata de representante do setor agropecuário brasileiro. O vice-presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e presidente da Comissão de Meio Ambiente da entidade, Muni Lourenço, lamentou o episódio e criticou a falta de organização na área oficial do evento, destinada às negociações entre países.

Em vídeo divulgado após o ocorrido, Lourenço afirmou que o incidente “reflete uma imagem que o povo brasileiro não merece”. Segundo ele, a população amazônica e os visitantes internacionais foram expostos a uma situação que poderia ter sido evitada com melhor planejamento.

“Lamentamos profundamente esse ocorrido. O povo brasileiro não merece essa imagem, assim como os habitantes da Amazônia não merecem ser expostos dessa forma diante do mundo”, declarou.

O dirigente destacou que esteve diversas vezes na Blue Zone e constatou, segundo suas palavras, “desorganização, falta de estrutura e ausência de profissionalismo” no espaço administrado pelo governo brasileiro durante a conferência.

Lourenço fez um contraponto direto com a AgriZone, área temática dedicada ao agronegócio e à agricultura sustentável. Ele classificou o ambiente como um exemplo positivo dentro da COP30.

“A realidade foi completamente diferente aqui na AgriZone, um ambiente construído graças à parceria sólida entre a Embrapa, o Sistema CNA/Senar e o setor privado. Foi um espaço onde o governo não interferiu, permitindo organização, bom funcionamento e debate qualificado”, afirmou.

O vice-presidente da CNA destacou ainda que, na AgriZone, prevaleceram diálogo, responsabilidade e ordem — características que, segundo ele, não foram observadas na Blue Zone e em outros setores da conferência.

Lourenço encerrou sua manifestação prestando solidariedade aos brasileiros, aos moradores da Amazônia e aos participantes do evento que presenciaram o episódio. As causas do incêndio ainda estão sendo apuradas pelas autoridades.



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Frente fria muda o tempo no país e espalha instabilidades; saiba onde chove



Uma frente fria avança pelo Brasil nesta sexta-feira (21) e reorganiza o padrão do tempo em várias regiões. Enquanto o Sul enfrenta chuva forte, rajadas de vento e queda de temperatura, o Sudeste e o Centro-Oeste seguem com calor intenso e baixa umidade. Já Norte e Nordeste têm risco de temporais em vários estados, segundo análise da Climatempo.

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Região Sul

Uma frente fria chega ao Rio Grande do Sul nas primeiras horas do dia e provoca pancadas de chuva no litoral sul e no sul gaúcho entre a manhã e o início da tarde. Ao longo do dia, o sistema avança e causa chuva moderada a forte, com raios e rajadas de vento entre 40 e 50 km/h, podendo atingir 70 km/h no litoral.

As instabilidades seguem para o nordeste do estado e o sul de Santa Catarina. No restante do Rrio Grande do Sul e da Região Sul, o tempo fica firme, com sol e temperaturas elevadas — exceto no extremo sul gaúcho, onde o clima fica mais ameno.

O vento também ganha força no noroeste do Paraná, no sul e interior catarinense e em todo o litoral do Paraná e de Santa . A umidade pode ficar abaixo de 30% no norte de Santa Catarina e em grande parte do Paraná.

Região Sudeste

O tempo permanece firme em quase todo o Sudeste, com sol forte em São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e grande parte de Minas Gerais.

No norte, nordeste e noroeste mineiros, porém, há previsão de pancadas fracas a moderadas por causa da frente fria que atua na altura do sul da Bahia. No noroeste de Minas Gerais, as pancadas podem ser mais fortes.

O calor segue intenso e a umidade cai bastante. No norte e oeste paulista e no Triângulo Mineiro, os índices podem atingir menos de 20%, nível de alerta.

Rajadas de vento variam ao longo do dia no oeste mineiro, em boa parte de SP e no litoral entre São Paulo e sul do Espírito Santo. No Triângulo Mineiro, as rajadas podem chegar a 70 km/h.

Região Centro-Oeste

Calor, umidade e a influência da frente fria na Bahia formam áreas de instabilidade no Norte de Mato Grosso e Goiás. A chuva também avança para o oeste do Mato Grosso.

À tarde, as instabilidades ganham força no oeste de Mato Grosso do Sul e no sudoeste de Mato Grosso, com risco de temporais, reforçados por uma área de baixa pressão no Paraguai.

O tempo firme predomina no restante de Mato Grosso do Sul, no sudeste de Mato Grosso e na metade sul de Goiás. A umidade relativa do ar pode ficar abaixo de 20% no leste e sul sul-mato-grossenses, no sul goiano e no extremo sudeste mato-grossense.

Região Nordeste

A frente fria mantém o cenário de chuva forte e risco de temporais no sul da Bahia, com acumulados elevados e situação de alerta no Recôncavo Baiano.

Instabilidades também atuam na metade sul de Maranhão e Piauí, além do oeste de Pernambuco, Alagoas e Sergipe, onde há possibilidade de temporais.

No restante do Nordeste, o tempo é firme e quente. Em áreas do norte do Piauí, interior do Ceará, oeste do Rio Grande do Norte e da Paraíba, a umidade pode ficar abaixo de 30%. Rajadas de vento entre 40 e 50 km/h atingem o litoral e boa parte da Bahia.

Região Norte

As pancadas diminuem em Amazonas e em Roraima, mas ainda ocorrem com moderada intensidade. Acre e Rondônia seguem com chuva ao longo do dia.

No Pará, a instabilidade é mais forte, com risco de temporais no interior e no sul do estado. O Tocantins também deve registrar temporais. No Amapá, há chance de chuva na metade oeste.



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Zona Azul da COP30 é fechada após incêndio; nova atualização sai às 20h



A Blue Zone, ou Zona Azul, da COP30, em Belém, foi temporariamente fechada na tarde desta quinta-feira (20) após um incêndio registrado no local. A decisão foi tomada pelo governo brasileiro e pela Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (UNFCCC, na sigla em inglês) como medida de segurança. O Corpo de Bombeiros realiza uma avaliação completa da área.

Segundo nota oficial do evento, o fogo foi controlado em aproximadamente seis minutos, depois da atuação imediata dos bombeiros e das equipes de segurança da ONU. Todos os participantes foram evacuados com segurança.

No atendimento inicial, treze pessoas receberam suporte médico por inalação de fumaça e seguem monitoradas pelas equipes de saúde da conferência.

A organização orienta que delegados e representantes aguardem uma nova comunicação oficial, prevista para as 20h, quando será divulgada a situação atualizada da área e a eventual liberação de acesso. A Zona Verde permanece aberta e as atividades continuam conforme a programação.



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Fábrica de iogurte é interditada por uso de rótulos falsos e leite sem procedência



A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, por meio da Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Contra as Relações de Consumo (Decon), prendeu em flagrante, nesta segunda-feira (17), o responsável por uma fábrica de iogurtes em Terenos, Mato Grosso do Sul.

A operação, realizada em parceria com fiscais da Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro), do Serviço de Inspeção Municipal (SIM) e da Vigilância Sanitária Municipal, levou à interdição imediata do estabelecimento.

No local, as equipes identificaram múltiplas irregularidades, dentre elas, produção sem registro, ausência de boas práticas de manipulação, inexistência de responsável técnico habilitado, rótulos com número de registro inexistente no SIM e condições inadequadas de higiene.

Durante a inspeção, os fiscais encontraram uma caldeira com cerca de 200 litros de leite em processo de pasteurização, sem qualquer documentação que comprovasse sua origem. Também foi constatado que os rótulos utilizados eram falsificados, já que a numeração impressa não correspondia a nenhum cadastro oficial.

O proprietário, um homem de 67 anos, foi detido e levado à Delegacia de Polícia Civil de Terenos, onde foi autuado pelos crimes de delitos contra as relações de consumo. As infrações têm pena de dois a cinco anos de detenção, o que impede a concessão de fiança no momento da prisão. A fábrica foi interditada e foram apreendidas 21 bobinas de rótulos e aproximadamente 200 litros de leite, que serão descartados.



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Consultoria projeta alta nas exportações e aumento dos estoques de soja



As exportações brasileiras de soja devem alcançar 109 milhões de toneladas em 2026, alta de 2% em relação às 107 milhões projetadas para 2025. As estimativas fazem parte do novo quadro de oferta e demanda divulgado pela consultoria Safras & Mercado.

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Para o processamento interno, a consultoria projeta esmagamento de 59,5 milhões de toneladas em 2026, frente a 58,5 milhões estimados para 2025. Não há previsão de importações no próximo ano, enquanto 2025 deve encerrar com 800 mil toneladas adquiridas no exterior.

A oferta total de soja deve crescer 6% em 2026, atingindo 184,29 milhões de toneladas. A demanda está projetada em 171,4 milhões, avanço de 2% sobre o ano anterior. Com isso, os estoques finais devem registrar forte aumento, passando de 5,52 milhões para 12,89 milhões de toneladas, elevação de 133%.

O analista da Safras explica que o ajuste nas exportações, revisadas de 111 para 109 milhões de toneladas, reflete uma possível atuação mais intensa da China sobre a safra norte-americana. Segundo ele, se o Brasil não mantiver embarques recordes, os estoques internos tendem a ficar excessivamente elevados.

Farelo e óleo de soja

A produção de farelo de soja deve atingir 46,905 milhões de toneladas em 2026, aumento de 1%. As exportações devem permanecer em 24 milhões de toneladas, enquanto o consumo interno está projetado em 20,7 milhões, crescimento de 8%. Os estoques devem subir 42%, chegando a 7,47 milhões de toneladas.

Para o óleo de soja, a consultoria projeta produção de 11,505 milhões de toneladas, alta de 1%. As exportações devem recuar 25%, para 900 mil toneladas. O consumo interno deve crescer 3%, alcançando 10,55 milhões de toneladas, com uso para biodiesel também avançando 3%, para 6 milhões de toneladas. Os estoques devem subir 60%, totalizando 599 mil toneladas.



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mesmo com queda, cotação está 4,4% maior que a de outubro



A segunda quinzena de novembro começou com queda na arroba do boi gordo na praça-base São Paulo.

O Indicador do Boi Datagro, adotado pela B3 como referência para a liquidação dos contratos futuros de pecuária, mostra que na quarta-feira (19), a cotação média estava em R$ 319,71, abaixo, portanto, do patamar de R$ 320, algo que não ocorria desde o último dia 3.

Contudo, a média de preços ao longo dos primeiros 13 dias úteis do mês foi de R$ 321,10, 4,4% acima que os R$ 307,41 do mesmo período de outubro.

Segundo a analista de mercado da consultoria Datagro Beatriz Bianchi, a queda de preços nos últimos dias se explica pela desaceleração na entrega de animais em função do retorno de chuva mais consistente, além da maior retenção de gado no pasto e, também, pela estação de monta.

“Além disso, vale ressaltar que a oferta segue abundante, com bons incentivos para a atividade de engorda. Em relação às escalas de abate, após uma redução gradual nas últimas semanas, as programações têm apresentado um ritmo mais confortável, operando na faixa dos dez dias corridos”, detalha.



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Bancos de dados internacionais sobre uso da terra devem ser atualizados



O presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, afirmou que os bancos de dados internacionais sobre uso da terra devem ser atualizados. Em sua visão, produtores brasileiros podem ser penalizados pelo uso de informações antigas em indicadores nos quais a produção do país já evoluiu.

Santin discursou em painel da Agrizone, na 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30).

Ele diz que, há cerca de 20 anos, quando foram concebidas medidas de conservação climática, o Brasil estava em uma situação diferente.

“O Brasil hoje está muito melhor do que estava um tempo atrás”, disse. Ele afirma que, anteriormente, os produtores brasileiros precisavam de 1,88 quilo de ração para fazer 1 quilo de frango. Atualmente, disse Santin, o Brasil precisa só de 1,6 quilo.

“Esse número tem de ser atualizado, se não, será colocado na conta 0,28 quilo a mais na pegada de carbono do Brasil. E ela não é mais uma realidade”, afirmou.

Santin disse ainda que os proprietários de terra do setor de proteínas, na grande maioria, cumprem a conservação do meio ambiente exigida em lei. “Quando alguém faz alguma coisa errada, nós temos que, sim, ir contra. Mas as empresas, especialmente aquelas que produzem aves, suínos e ovos, têm, sim, cumprido a legislação ambiental”, afirmou. “É por isso que defendemos que esses bancos de dados internacionais sejam atualizados”, complementou.

Santin disse ainda que o termo “segurança alimentar” deveria ser central nas conversas sobre futuro do clima. “Não há futuro climático sem segurança alimentar; não há segurança alimentar sem proteína”, afirmou. Ele defendeu ainda a ausência de barreiras comerciais para alimentos no mundo.



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