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Segundo análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgada na segunda-feira (8), os primeiros meses do ciclo de exportações da safra 2024/25 apresentaram “volumes mais baixos registrados nos últimos anos”. No entanto, o instituto afirma que novembro de 2025 interrompeu essa tendência, ao registrar “o segundo maior volume para um mês em toda a série histórica para as exportações nacionais”, ficando atrás apenas de janeiro de 2025.
O Imea destaca que Mato Grosso respondeu por 58,37% dos embarques nacionais no período, com 234,93 mil toneladas. O relatório aponta ainda que “a China voltou a liderar as exportações de algodão do estado, com 52,48 mil t”, fato que não ocorria desde novembro de 2024.
Por fim, o documento da Secex indica “perspectiva positiva em relação ao cenário futuro da demanda pelo algodão mato-grossense”, após um início de ciclo mais lento, e reforça a expectativa de um novo recorde nas exportações de pluma.
O ciclone extratropical que afetou fortemente o Sul do país deve se afastar e deixar o tempo mais firme na região. As instabilidades também diminuem no Sudeste, enquanto pancadas fortes de chuva se fazem presentes no restante do país. Confira:
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Sul
O tempo deve seguir mais firme ao longo do dia na Região Sul. Entre o fim da tarde e o início da noite, novas pancadas de chuva avançam pelo sul, sudeste e litoral sul do Rio Grande do Sul, além de áreas do leste do Paraná, com chuvas fracas a moderadas. As temperaturas começam a se elevar e as rajadas de vento ainda podem ocorrer com maior intensidade no litoral e nordeste gaúcho, além do leste de Santa Catarina e do Paraná.
Sudeste
As instabilidades diminuem em grande parte da Região, mas a presença de umidade na atmosfera ainda favorece pancadas de chuva no norte e nordeste paulista, além da metade norte e oeste de Minas Gerais, de maneira fraca a moderada, podendo ocorrer de forma mais forte em alguns pontos. Em algumas áreas do Espírito Santo e do Rio de Janeiro, também há chance de chuva.
Centro-Oeste
As chuvas continuam ocorrendo em Mato Grosso e em Goiás, e devem ficar mais concentradas no norte dos estados, com chance de chuva moderada a forte e risco de temporais. Já em Mato Grosso do Sul, as instabilidades voltam a aumentar devido à presença de uma baixa pressão sobre o Paraguai, e as temperaturas seguem elevadas.
Há chance de chuva em boa parte do Maranhão, sul do Piauí e oeste da Bahia, de moderada a forte intensidade. Já no nordeste do Maranhão, norte do Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte, há chance de chuvas mais fracas, enquanto no restante da Região o tempo segue mais firme. As temperaturas continuam elevadas.
Norte
Em áreas da metade norte do Pará, além de Roraima, o tempo segue mais firme. Já no Amazonas, metade sul do Pará e em Tocantins, as pancadas de chuva seguem ocorrendo. No Amapá, as instabilidades aumentam, podendo ocorrer de maneira mais moderada.
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Foto: Pixabay
De acordo com a análise divulgada nesta terça-feira (9) no informativo “Tem Boi na Linha”, da Scot Consultoria, o mercado do boi gordo registrou estabilidade nas praças paulistas. O boletim aponta que “uma parte dos compradores estava com escalas prontas para o começo da segunda semana de janeiro e testavam preços menores, mas sem negócios concretizados”. As empresas que não contavam com escalas longas “mantinham as ofertas dentro das referências”, o que resultou em preços estáveis para todas as categorias. As escalas de abate estavam, em média, em 11 dias.
Na Bahia, o cenário variou conforme a região. No Sul do estado, parte da indústria ficou fora das compras e houve redução na oferta de bovinos, mas o informativo ressalta que “ainda sem alterar o preço de todas as categorias”. As escalas de abate estavam, em média, em cinco dias. No Oeste baiano, a retração dos vendedores reduziu a oferta e elevou em R$ 3,00/@ a cotação do boi gordo. Já a cotação da vaca e da novilha permaneceu inalterada.
Em Alagoas, a análise registra que não houve mudanças nos preços.
O boletim também destaca o desempenho das exportações brasileiras de carne bovina in natura. Até a primeira semana de dezembro, o volume embarcado chegou a 76,7 mil toneladas, com média diária de 15,3 mil toneladas, “aumento de 59,1% frente ao embarcado por dia no mesmo período de 2024”. A cotação média da tonelada ficou em US$ 5,6 mil, alta de 13,4% na comparação anual.
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Foto: Divulgação
Segundo análise semanal divulgada pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) na segunda-feira (8), Mato Grosso registrou em novembro de 2025 o maior volume já exportado de carne bovina in natura, alcançando 112,81 mil toneladas em equivalente carcaça. O instituto afirmou que o resultado representa “alta de 4,52% em relação a outubro de 2025”. No acumulado de janeiro a novembro, o estado embarcou 867,72 mil TEC, o que corresponde a “acréscimo de 23,87% em relação ao mesmo período de 2024”, ano considerado recorde para as exportações mato-grossenses.
O Imea destacou que o desempenho foi impulsionado pelo aumento dos envios para China, Rússia e Chile. Segundo o instituto, esses países “ampliaram significativamente sua participação no total exportado” ao longo de 2025, reforçando a relevância do mercado externo para a cadeia produtiva estadual.
Para o instituto, o avanço nas exportações foi resultado da abertura de novos mercados e do ganho de competitividade do produto local. O relatório afirmou que esses fatores “permitiram ao estado atender uma demanda internacional aquecida”, consolidando Mato Grosso como principal fornecedor de carne bovina do país.
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A digitalização também ganhou espaço – Foto: Pixabay
O agronegócio encerra 2025 diante de um cenário que mistura expectativas positivas e cautela, marcado por volatilidade nos custos, juros elevados e mudanças regulatórias. Esse ambiente reforça a necessidade de planejamento mais profundo, baseado em dados e alinhado às condições externas. A partir dessa leitura, a Horsch ajustou sua preparação para 2026 com foco em eficiência, testes de cenários e decisões sustentadas por indicadores concretos.
Segundo Stefan Vorwerk, a empresa incorporou aprendizados recentes para aprimorar gestão de estoques, capital de giro, previsão de demanda e qualidade. A ampliação do portfólio e o avanço em pesquisa e desenvolvimento reforçam a aposta em máquinas mais modernas, conectadas e voltadas à agricultura de alta performance, incluindo equipamentos autônomos já operando no país. A digitalização também ganhou espaço para elevar a eficiência industrial.
O acompanhamento das mudanças tributárias, ambientais e trabalhistas tem sido contínuo, em alinhamento com a matriz alemã. A proteção de recursos naturais integra a estratégia, com máquinas voltadas à economia de insumos, conservação do solo e redução de emissões. O plano de 2026 incorpora práticas de ESG, com atenção ao impacto ambiental, à valorização de colaboradores e ao fortalecimento de controles internos.
“O Brasil é estratégico para o Grupo Horsch, e o Paraná tem protagonismo nesses planos. A região oferece uma base industrial sólida, mão de obra qualificada e condições logísticas e fiscais favoráveis, o que nos levou a investir em um terreno de 400.000 m² em Curitiba, onde está localizada a nossa primeira fábrica no país. Esse investimento reflete nossa confiança de que o maior crescimento do Grupo Horsch nos próximos anos virá do Brasil. E temos certeza de que o Paraná é o lugar certo para isso”, conclui.
O preço dos alimentos consumidos em casa recuou 0,2% em novembro. Esse resultado é a sexta queda mensal seguida apurada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país.
O resultado foi divulgado nesta quarta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A inflação como um todo fechou novembro em 0,18%, fazendo o IPCA voltar para o limite da meta do governo.
Com os dados de novembro, a inflação da alimentação no domicílio chega a 1,29% no ano e a 2,48% no acumulado de 12 meses – menor patamar desde fevereiro de 2024, quando marcava 1,76%. Em novembro de 2024, a inflação anual da comida em casa chegou a 8,41%.
Confira os itens que mais recuaram em dezembro:
Tubérculos, raízes e legumes: -2,77%
Leites e derivados: -2,27%
Cereais, leguminosas e oleaginosas: -2,22%
Bebidas e infusões: -0,45%
Aves e ovos: -0,39%
Outros destaques de baixa no mês são os subitens:
Tomate: -10,38%
Leite longa vida: -4,98%
Arroz: -2,86%
Café moído: -1,36%
Alimentos e bebidas
Os dados de novembro mostram também que a alimentação fora do domicílio subiu 0,46% no mês e soma 7,60% em 12 meses.
Juntos, a alimentação no domicílio e a fora do domicílio formam o grupo alimentos e bebidas, que caiu 0,01% em novembro, sendo a quinta queda nos últimos seis meses – de junho a novembro, só não caiu em outubro.
Em 12 meses, o grupo atinge 3,88%. Ao longo do ano, os alimentos foram um dos grandes vilões da inflação, com os preços empurrados para cima por questões ligadas a questões climáticas e quebra de safra.
Em abril de 2025, a inflação chegou a 7,81% no acumulado de 12 meses.
O IPCA apura o custo de vida das famílias com renda de um a 40 salários mínimos. O IBGE pesquisa o preço de 377 produtos e serviços. O grupo alimentos e bebidas responde por 21,5% da cesta de consumo das famílias, segundo o Instituto.
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Até junho, foram registrados 415 pedidos de recuperação judicial – Foto: Divulgação
O agronegócio inicia 2025 em um ambiente de margens mais apertadas, custos elevados e crédito seletivo, movimento que vem alterando a dinâmica entre produtores e financiadores. Esse quadro se reflete no avanço da recuperação judicial e na alta concentrada da inadimplência rural, segundo análise de Carlos Cogo, da Cogo Inteligência em Agronegócio, com base no boletim agro da Serasa Experian.
Até junho, foram registrados 415 pedidos de recuperação judicial, o equivalente a 73% de todo o volume de 2024, ritmo considerado histórico. A maior parte vem de Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais, estados com produção de larga escala e alta exposição a capital e risco climático. O movimento é liderado por arrendatários pressionados por custos fixos e por grandes produtores com elevado nível de alavancagem e investimentos de longo prazo. A recuperação judicial tem sido usada como instrumento de reorganização de passivos diante do cenário de maior pressão financeira.
A inadimplência também cresce, mas de forma seletiva. A taxa atingiu 8,1% da população rural no segundo trimestre, alta de 1,1 ponto percentual em relação ao ano anterior. Os maiores índices aparecem entre arrendatários, com 10,5%, e grandes produtores, com 9,2%, enquanto pequenos e médios permanecem abaixo da média. Para Cogo, os dados indicam um ajuste de ciclo marcado por juros mais altos, rentabilidade menor, maior rigor na concessão de crédito e uso crescente de mecanismos jurídicos formais, caracterizando um reposicionamento natural do mercado. “Os dados indicam que o agronegócio está passando por um ajuste de ciclo. Não é um colapso — é um reposicionamento natural do mercado”, conclui.
O MapBiomas lança nesta quarta-feira (10) sua primeira versão do mapa de agricultura de segunda safra.
Ele agrega informações ao mapa de quantidade de ciclos que foi lançado ano passado e pretende identificar a cultura plantada após a colheita dos cultivos de primeira safra já mapeados no MapBiomas, que é uma rede multi-institucional, que reúne universidades, ONGs e empresas de tecnologia, focada em monitorar as transformações na cobertura e no uso da terra no Brasil, para buscar a conservação e o manejo sustentável dos recursos naturais, como forma de combate às mudanças climáticas.
O mapeamento aponta que o milho é a principal cultura de segunda safra no Brasil. Em 2024 foram identificados na segunda safra 14,7 milhões de hectares de milho, 2,5 milhões de hectares de algodão e 6,5 milhões de hectares de outros cultivos temporários ou de espécies para cobertura do solo.
Cerca de 95% das lavouras de milho de segunda safra mapeadas pelo MapBiomas foram plantadas após a colheita da soja. Estes são alguns dos dados que já estão disponíveis gratuitamente na plataforma.
“A segunda safra é um trunfo da agricultura tropical na produção de grãos. Ela incrementa o retorno econômico ao produtor e colabora na conservação da vegetação nativa, pois permite aumentar a produção sem abrir novas áreas. Além disso, aproveita nutrientes da cultura anterior e eleva o potencial de sequestro de carbono. O milho, em especial, deixa uma palhada abundante após a colheita, fundamental para a conservação do solo e da água e para a fixação de carbono no solo via plantio direto”, disse em comunicado o professor Eliseu Weber, um dos coordenadores do tema de agricultura do MapBiomas.
Contudo, ele salienta que a expansão da segunda safra também enfrenta desafios. “Um deles é a degradação do solo pelo uso mais intensivo, requerendo atenção especial com as práticas de manejo. Há também o clima, com tendência de redução da chuva e de alongamento da estação seca, que pode tornar inviável a segunda safra no futuro, especialmente do milho.”
Estados produtores
Em relação aos estados, o mapeamento identificou que em 2024 foram cultivados 7,1 milhões de hectares com milho (48% do total mapeado) e 1,6 milhão de hectares com algodão na segunda safra em Mato Grosso.
O Paraná apresentou um total de 5 milhões de hectares plantados com segunda safra, sendo 2,2 milhões de hectares com milho e 2,8 milhões de hectares com outra cultura de segunda safra ou plantio de cobertura. Em Mato Grosso do Sul, a segunda safra ocupou 2 milhões de hectares, sendo 1,9 milhão de hectares cultivados com milho e 100 mil hectares com algodão. Goiás apresentou números semelhantes: 2 milhões de hectares cultivados na segunda safra, sendo 1,7 milhão de hectares com milho e 300 mil hectares com algodão.
Cultivo de soja
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No caso da safra de verão, o cultivo de soja passou de 4,5 milhões de hectares mapeados em 1985 para 40,7 milhões de hectares mapeados em 2024. Quase dois terços (65%) da agricultura mapeada em 2024 no Brasil correspondem a lavouras de soja de primeira safra. Mais de dois terços (65%) da área mapeada como soja na primeira safra de 2024 apresentou dois ciclos de cultivo (26,3 milhões de hectares) e 6,1%, três ciclos (2,5 milhões de hectares). Quase um quarto do total (21%) apresentou apenas um ciclo (8,6 milhões de hectares).
Em 2024, após a colheita da soja, foram cultivados 14 milhões de hectares de milho, 2,4 milhões de hectares de algodão e 6 milhões de hectares de outras culturas temporárias. A maior área com essa dinâmica fica no Mato Grosso, onde 6,7 milhões de hectares de milho são cultivados após a colheita da soja. Isso significa que 94% do total de milho no estado é cultivado em sucessão à cultura da soja na safra de verão. Em segundo lugar vem o Paraná (2,2 milhões de hectares), seguido pelo Mato Grosso do Sul (1,8 milhão de hectares).
Foram mapeadas também áreas de cana-de-açúcar, que passaram de 2,2 milhões de hectares em 1985 para 10,1 milhões de hectares mapeados em 2024. As áreas mapeadas com arroz passaram de 390 mil hectares em 1985 para 1,1 milhão de hectares mapeados em 2024.
No caso de citros, o aumento foi de 100 mil hectares, em 1985, para 400 mil em 2024. Dendê também teve um aumento expressivo, passando de 10 mil hectares mapeados em 1985 para 240 mil hectares em 2024, sendo este crescimento concentrado no estado do Pará. As áreas ocupadas com silvicultura passaram de 1,56 milhão de hectares em 1985 para 9 milhões de hectares em 2024.
O mercado físico do boi gordo segue se deparando com algumas tentativas de compra em patamares de preço mais baixos no Centro-Norte do país, com destaque para Tocantins e Rondônia, onde as escalas de abate estão mais confortáveis, como já vem ocorrendo desde segunda-feira (8).
De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Iglesias, em São Paulo, Mato Grosso do Sul e Goiás o mercado segue mais acomodado, com poucos negócios.
Preços médios da arroba do boi
São Paulo: R$ 324,50
Goiás: R$ 315,54
Minas Gerais: R$ 320,59
Mato Grosso do Sul: R$ 319,09
Mato Grosso: R$ 302,04
Mercado atacadista
O mercado atacadista apresenta preços firmes. O ambiente de negócios ainda sugere por novos reajustes dos preços, em especial dos cortes do traseiro bovino, muito demandados nessa época do ano.
Quarto dianteiro: ainda é precificado a R$ 18,50 por quilo;
Ponta de agulha: se mantém a R$ 18,50 por quilo.
Câmbio
O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,51%, sendo negociado a R$ 5,4656 para venda e a R$ 5,4636 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4189 e a máxima de R$ 5,4904.
Lavouras de soja em Palotina e Terra Roxa. Foto: Marco Bomm/ TresBomm Agri
A regularidade das chuvas no oeste e sudoeste do Paraná tem contribuído para o bom desenvolvimento das lavouras de soja na região. Ontem, foram registrados 50 milímetros de precipitação, e a expectativa é de mais 100 milímetros até o fim de semana. “Está chovendo direto”, afirma uma fonte local, que acrescenta: “Só que a temperatura amena vai alongar o ciclo da cultura”.
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O calendário de colheita precisou ser ajustado. Inicialmente previsto para 5 de janeiro, o início agora deve ocorrer por volta do dia 20 do mesmo mês. “Se não faltar chuva no final de dezembro e começo de janeiro, o rendimento será bom”, destaca a fonte. A produtividade média está estimada em 4.100 quilos por hectare.
Atualmente, 27% das lavouras estão em fase de enchimento de grão, 44% em florescimento e 29% em desenvolvimento vegetativo. A área cultivada na safra 2025/26 chega a 435 mil hectares.