quarta-feira, março 18, 2026

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Milho verão se aproxima da conclusão com 98,8% da área plantada



A produtividade média esperada é de 187 sacas por hectare



Foto: Nadia Borges

O plantio do milho verão no Oeste da Bahia praticamente se encerrou, atingindo 98,8% dos 120 mil hectares previstos para a safra 2025/26, conforme levantamento da Aiba. A janela de plantio foi marcada por variações climáticas entre microrregiões, mas não impediu o avanço do calendário agrícola.

A produtividade média esperada é de 187 sacas por hectare, com uma produção estimada em 1,346 milhão de toneladas, volume 14,3% superior ao da safra anterior. A expansão de área reflete um cenário de maior confiança no cereal, impulsionado por preços e pela demanda interna.

Nas áreas mais precoces, os produtores já direcionam esforços ao controle de pragas, como lagartas do gênero Spodoptera e cigarrinhas, estas últimas associadas aos enfezamentos que comprometem o desempenho das lavouras. A Aiba recomenda adoção de práticas integradas de manejo para reduzir os impactos desses agentes.

A comercialização da safra 2025/26 atingiu 38% até o fim de novembro, com valor médio de R$ 62,00 por saca. Apesar de ainda abaixo do pico da temporada anterior, o desempenho reflete estabilidade de mercado e boas perspectivas.

Outro ponto de destaque é o milho irrigado (segunda safra), que teve sua estimativa de área revista de 25 mil para 75 mil hectares com base em dados geoespaciais validados pela Aiba, mantendo produtividade média de 190 sacas por hectare e produção estimada em 855 mil toneladas.

 





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Chuva acima de 100 mm e rajadas de mais de 50 km/h colocam áreas em estado de atenção


chuva forte e temporal na previsão do tempo
Foto: Pixabay

Áreas de instabilidade que devem se formar no Paraguai, a partir da tarde desta quinta-feira (11), vão avançar em direção ao Paraná causando chuva, vento e possibilidade de queda de granizo. De acordo com Danilo Siden, meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a tendência é alterar o clima neste estado da Região Sul a partir da madrugada.

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“As áreas de instabilidade, que devem se formar no Paraguai na tarde ou noite de hoje, vão avançando e ao longo da madrugada devem começar a atingir o Paraná de hoje para amanhã”, informou Siden, destacando que a quantidade de chuva forte é relevante.

“Temos aviso de possibilidade de chuva acima de 100 milímetros (mm) a partir de amanhã, rajadas de vento pontualmente fortes e queda de granizo. As rajadas devem ultrapassar de 50 quilômetros por hora”, informou, acrescentando que a chuva já deve ser sentida entre a madrugada e a manhã desta sexta-feira (12), seguindo até sábado.

“A partir de sábado (13) essa área [de instabilidade] deve se encaminhar do Paraná para São Paulo, sul de Minas e sul do estado do Rio.”, alertou o meteorologista do Inmet.

Outros estados

O sul de Minas Gerais, norte do Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Catarina e Espírito Santo ainda vão registrar chuva forte como efeito do ciclone extratropical que começou a atuar no sul do país na segunda-feira (8) e provocou estragos no Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina e São Paulo.

Segundo Siden, embora o ciclone esteja mais afastado no oceano na altura do Rio Grande do Sul, ainda modifica as condições climáticas em algumas regiões.

“Continua a condição de rajada forte hoje, mas menos intensa do que ontem. O aviso é de 50 quilômetros por hora”, apontou.

O meteorologista acrescentou que o Inmet vai divulgar, na tarde desta quinta-feira, um aviso com o resumo da situação do clima no país por causa dos efeitos do ciclone extratropical.

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Safra de soja deve superar 177 milhões de toneladas em 25/26, mas revisão aponta queda


exportação, soja, plantio, grão recorde
Foto: Pixabay

A produção brasileira de soja na temporada 2025/26 deve atingir 177,124 milhões de toneladas, aumento de 3,3% em relação à safra anterior, quando foram colhidas 171,48 milhões de toneladas, segundo dados da Safras & Mercado. Em relação à última projeção, de 177,8, a nova estimativa representa uma ligeira redução. A projeção faz parte do 3º levantamento da safra brasileira de grãos, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

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A Conab estima 48,94 milhões de hectares plantados, alta de 3,4% sobre os 47,35 milhões da safra passada. A produtividade está projetada em 3.620 quilos por hectare, praticamente estável em relação aos 3.622 quilos de 2024/25, representando retração de apenas 0,1%.

Plantio de soja

O plantio da soja, principal cultura da primeira safra, já alcançou 90,3% da área prevista, com Mato Grosso tendo finalizado a semeadura, segundo o progresso de Safra da estatal.

Segundo a Conab, o ritmo de plantio foi impactado pelas chuvas. “Na primeira quinzena de novembro, as precipitações na região Sul permitiram grande avanço na área plantada, enquanto nas regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste, além de Minas Gerais, a inconstância das chuvas atrasou os trabalhos. Já na segunda quinzena, a normalização das precipitações permitiu avanço no plantio”, afirmou a estatal.

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Clima favorece produção de algodão na Bahia



Até o início de dezembro, o ritmo de plantio seguia dentro da janela



Foto: Canva

A semeadura do algodão na Bahia já cobre aproximadamente 20% dos 403 mil hectares previstos para a safra 2025/26. De acordo com a Aiba, as condições climáticas atuais são favoráveis ao avanço das operações nos próximos dias.

Em relação à safra passada, houve uma redução de 2,4% na área total cultivada, reflexo de ajustes estratégicos dos produtores diante das oscilações de mercado e custo de produção. A produção estimada é de 2,006 milhões de toneladas, mantendo produtividade média em 332 arrobas por hectare.

A estabilidade no rendimento, apesar da redução de área, pode ser atribuída à maior tecnificação e ao planejamento agronômico nas regiões produtoras, como Luís Eduardo Magalhães e São Desidério, que concentram boa parte da produção estadual.

Até o início de dezembro, o ritmo de plantio seguia dentro da janela recomendada, o que favorece o bom estabelecimento da cultura e reduz riscos com pragas iniciais. A atenção dos produtores está voltada ao manejo adequado de solo e à nutrição inicial da lavoura. A expectativa é de que, com o avanço das chuvas e boas práticas de manejo, a cultura mantenha desempenho técnico semelhante ao das últimas safras, contribuindo para a balança comercial e a dinâmica econômica regional.





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Porto de Rio Grande recebe mega investimento para automação, novos equipamentos e expansão operacional


Porto de Rio Grande
Foto: Portos RS

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou um financiamento de R$ 331 milhões para modernizar o Tecon Rio Grande, terminal portuário operado pela Wilson Sons no município de Rio Grande (RS). Os recursos serão usados para ampliar a automação do cais, renovar equipamentos estratégicos e realizar obras de dragagem. O investimento integra o Fundo da Marinha Mercante.

O projeto prevê a aquisição de novos portêineres (STS), guindastes Rubber-Tyred Gantry (RTG), tratores elétricos e carretas, além de empilhadeiras e dois scanners para inspeção. Também serão instaladas estações de recarga para os tratores elétricos, reforçando a transição energética das operações.

A modernização tem como foco elevar a eficiência operacional e preparar o terminal para a tendência de navios cada vez maiores. O plano também pretende consolidar o porto como um hub logístico do Cone Sul, conectando o Brasil a parceiros estratégicos como Argentina, Uruguai e Paraguai. Em dezembro de 2024, o Tecon registrou alta de 45% na movimentação total de contêineres e avanço de 233% no volume de transbordo em relação ao mesmo período de 2023.

Segundo o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, o investimento vai reduzir atrasos e melhorar o fluxo logístico da região.

“O terminal vai melhorar a eficiência e a confiabilidade operacional, reduzindo o tempo de permanência dos navios e, como consequência, os custos. Isso contribui para consolidar o Tecon Rio Grande como um hub de comércio internacional para o Cone Sul, atraindo investimentos e impulsionando o desenvolvimento econômico da região Sul, uma prioridade do presidente Lula”, afirma.

O Tecon é o único terminal de contêiner dedicado no Rio Grande do Sul. A estrutura inclui 735 mil m² de área, 900 metros de cais linear com três berços de atracação, calado de 15 metros, 2.800 tomadas para contêineres refrigerados, 20 mil m² de armazém e capacidade para movimentar 1,42 milhão de TEUs por ano. O terminal opera com nove guindastes de cais STS e 22 RTGs.

Entre os serviços oferecidos estão operação de carga e descarga de navios de longo curso e cabotagem, armazenagem alfandegada, consolidação e desconsolidação de contêineres e monitoramento de temperatura para cargas refrigeradas.

O investimento está alinhado à iniciativa BNDES Azul, lançada em 2024 para fomentar a economia azul brasileira com foco em descarbonização da frota naval, infraestrutura portuária e pesquisas para planejamento marítimo. A estratégia também envolve setores como pesca, turismo, bioenergia, transporte fluvial e preservação ambiental.

A modernização reforça a posição do porto gaúcho como um dos principais polos logísticos do país e prepara a região para um cenário de expansão comercial no Cone Sul.

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Exportações do agro paulista somam US$ 26 bilhões entre janeiro e novembro


Porto de Santos
Foto: Divulgação APS

As exportações do agronegócio de São Paulo somaram US$ 26,35 bilhões nos onze primeiros meses de 2025. No período, as importações alcançaram US$ 5,28 bilhões, resultando em um superávit de US$ 21,07 bilhões. O setor respondeu por 40,6% de tudo o que o estado vendeu ao exterior e por 6,6% das compras internacionais paulistas.

Para o secretário de Agricultura e Abastecimento, Guilherme Piai, o resultado reflete a atuação dos produtores e o ambiente regulatório do estado. Segundo ele, a expectativa para o fechamento da balança de 2025 permanece positiva.

Principais grupos exportados

O complexo sucroalcooleiro permaneceu como o maior componente das vendas externas, com US$ 8,2 bilhões, equivalentes a 31,3% do total exportado pelo agro paulista. O açúcar respondeu por 93% desse valor, enquanto o etanol representou 7%.

As carnes ocuparam a segunda posição, com US$ 4 bilhões e participação de 15,2%, sendo a carne bovina responsável por 85,1% da receita do grupo. Em seguida, os produtos florestais somaram US$ 2,7 bilhões (10,5%), impulsionados por celulose e papel.

Os sucos registraram US$ 2,6 bilhões (9,9%), quase totalmente vinculados ao suco de laranja (97,8%). O complexo soja somou US$ 2,2 bilhões (8,6%), com destaque para a soja em grão, que respondeu por 78,3% das vendas. O café ficou na sexta posição, com US$ 1,6 bilhão (6,2%).

As variações em relação a 2024 mostraram avanços em café (+39,2%), carnes (+24,1%) e complexo soja (+1,3%), enquanto sucroalcooleiro, produtos florestais e sucos registraram recuos.

Destinos e efeitos das tarifas

A China manteve a liderança entre os compradores, com 24,4% de participação e demanda puxada por soja, carnes, açúcar e produtos florestais. A União Europeia representou 14,3% e os Estados Unidos, 11,8%.

As tarifas impostas pelos EUA a partir de agosto reduziram as exportações paulistas ao país, com quedas sucessivas entre agosto e novembro. Segundo Carlos Nabil, diretor da Apta, parte dessas perdas foi compensada por embarques para China, México, Canadá, Argentina e União Europeia.

Ele afirma que a retirada das tarifas anunciada em 20 de novembro pode reequilibrar o fluxo de vendas, ainda que a normalização dos contratos leve alguns meses.

Participação no agro nacional

O agronegócio paulista respondeu por 17% das exportações do setor no Brasil entre janeiro e outubro, ocupando a segunda posição no ranking nacional, atrás de Mato Grosso (17,3%). Para 2026, Nabil avalia que o desempenho dependerá das condições das principais cadeias produtivas e das projeções de cada safra.

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Conab projeta crescimento de produção na safra de grãos do Brasil em relação ao ano passado


Máquina colhe soja no oeste da Bahia
Colheita da soja no oeste da Bahia. Foto: Jefferson Aleffe/Marca Comunicação

A produção brasileira de grãos na safra 2025/26 está estimada em 354,392 milhões de toneladas, ligeiro aumento de 0,6% em relação ao ciclo 2024/25. O resultado combina a expansão de 3% na área cultivada, que passa de 81,7 milhões para 84,2 milhões de hectares, com a queda na produtividade média nacional das lavouras, de 4.310 para 4.210 quilos por hectare, conforme o terceiro levantamento divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

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Na soja, principal cultura da primeira safra, o plantio alcança 90,3% da área prevista. Em Mato Grosso, maior produtor do país, a semeadura está finalizada. Após um início de novembro marcado pela irregularidade das chuvas no Centro-Oeste, Norte, Nordeste e em Minas Gerais, as precipitações se normalizaram ao longo do mês, permitindo avanço dos trabalhos. A Conab estima área de 48,9 milhões de hectares e produção de 177,1 milhões de toneladas, crescimento de 3,3% e possível novo recorde.

Arroz

O arroz, outra cultura de grande importância na primeira safra, deve registrar produção de 11,2 milhões de toneladas, retração de 12,4% diante da menor área cultivada, estimada em 1,62 milhão de hectares. No Rio Grande do Sul, principal produtor nacional, a semeadura está em 98% da área, enquanto em Santa Catarina já foi concluída.

Feijão

A produção total de feijão, considerando as três safras, deve ficar em torno de 3 milhões de toneladas, volume semelhante ao do ciclo anterior e suficiente para suprir o mercado interno. O plantio da primeira safra está concluído no Paraná e em São Paulo, enquanto avança em Minas Gerais, com 93,8%, e na Bahia, com 67%.

Milho

Para o milho, a produção somada das três safras está estimada em 138,9 milhões de toneladas, queda de 1,5% em comparação ao ciclo passado. No primeiro plantio, 71,3% dos 4 milhões de hectares destinados ao cereal já foram semeados, com produção prevista de 25,9 milhões de toneladas, alta de 3,9%. Entre as culturas de inverno, a colheita da safra 2025 caminha para o fim. O trigo, com 98% da área colhida, tem estimativa de 8 milhões de toneladas, crescimento de 0,9% diante do predomínio de condições climáticas favoráveis.

Conab

No mercado, a Conab manteve praticamente estáveis as projeções do quadro de suprimentos da safra 2024/25, com pequenos ajustes conforme a atualização das condições de produção e comercialização. A estimativa de exportações foi elevada em 313 mil toneladas, chegando a 106,97 milhões de toneladas previstas até o final de 2025. Segundo dados do MDIC, de janeiro a novembro o país exportou 104,79 milhões de toneladas de soja em grãos, recorde histórico, gerando receita de 42 bilhões de dólares.

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China pede que ‘práticas protecionistas’ do México sejam revistas


China
Foto: Freepik

O Ministério do Comércio da China apelou ao México que corrija “práticas unilaterais e protecionistas” o mais rápido possível, afirmando que aumentos tarifários anunciados pelo país latino-americano prejudicam os interesses chineses.

Embora as tarifas aprovadas pelo Congresso mexicano na quarta-feira (10) tenham sido reduzidas em relação ao anúncio inicial, elas ainda ferem os interesses nacionais da China, disse o ministério em seu site nesta quinta-feira (11).

A China prosseguirá com a investigação sobre barreiras comerciais e de investimento do México, aberta em setembro, após o governo mexicano anunciar planos de elevar tarifas sobre importações de bens de países sem acordo de livre-comércio com o México.

A proposta inicial, voltada a fortalecer indústrias locais e substituir importações da Ásia, afetava cerca de US$ 52 bilhões em compras, informou à época o Ministério da Economia mexicano.

“Esses produtos já tinham tarifa…o que faremos é elevá-la até o teto permitido pela Organização Mundial do Comércio”, disse o ministro da Economia, Marcelo Ebrard.

Os investimentos chineses no México cresceram nos últimos anos, ampliando o comércio bilateral. Mas a enxurrada de exportações chinesas também ameaça a virada do México para a manufatura de alto valor agregado, e aumenta a pressão da administração Trump por uma postura comercial mais dura.

Pequim já havia advertido o México a reconsiderar os aumentos e feito ameaça de retaliação. Segundo o ministério chinês, os reajustes podem até atender à próxima revisão do acordo EUA-México-Canadá (USMCA), mas nenhum pacto deve vir às custas do comércio global ou lesar interesses legítimos da China.

Nesta semana, o representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, afirmou que o USMCA poderá ganhar nova configuração após ser renegociado em 2026.

A pasta chinesa disse valorizar os laços com o México e esperar que o país trabalhe com Pequim para resolver diferenças e aprofundar a cooperação. “Esperamos que o México leve essas preocupações a sério e proceda com cautela”, acrescentou.

O México tem acordos de livre-comércio com mais de 50 países, incluindo o Japão. Entre aqueles com os quais não tem acordo, a China desponta como um dos maiores exportadores. Outros destaques são Coreia do Sul e Índia. 

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Ciclone deixa 2 milhões sem energia em São Paulo


De acordo com informações da Agência Brasil, parte do estado de São Paulo teve o fornecimento de energia interrompido após a passagem de um ciclone extratropical desde terça-feira (9). A Enel informou que 2.052.401 clientes na Região Metropolitana de São Paulo foram afetados.

Segundo a concessionária, “por causa dos ventos, em alguns pontos a rede elétrica é atingida por objetos e galhos, o que prejudica o fornecimento, além da queda de árvores”. A empresa destacou que, em São Paulo, a velocidade dos ventos alcançou 96,3 km/h, conforme dados da Defesa Civil. Segundo a Agência Brasil, o Corpo de Bombeiros registrou 514 chamados para queda de árvores na manhã desta quarta-feira (10). A distribuidora afirmou ter mobilizado 1,3 mil equipes para restabelecer o fornecimento nas áreas atendidas.

A Defesa Civil do Estado emitiu alerta para fortes rajadas de vento no fim da manhã desta quarta. Em comunicado nas redes sociais, o órgão ressaltou: “Ontem [terça-feira] o destaque foi para fortes chuvas. Hoje [quarta-feira] o destaque é para as fortes rajadas de vento que atingem todo o estado de São Paulo”. Os avisos vêm sendo reiterados desde o início da semana, quando o ciclone extratropical avançou pela região.

Segundo a Agência Brasil, a Defesa Civil registrou quedas de árvores em diversos municípios, entre eles Vera Cruz, Guareí, Ribeirão Bonito, Caieiras, Ferraz de Vasconcelos, Araçatuba, Matão, Redenção da Serra, Vargem Grande Paulista, Fernandópolis, Osasco, Guaratinguetá, Botucatu, Santa Cruz do Rio Pardo, Elisiário, Ibaté, Biritiba, Guapiara, Oscar Bressane e Barra Bonita. O Instituto Butantan informou o fechamento do Parque de Ciência devido às rajadas de vento registradas nesta quarta-feira.





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Para manter crescimento, China deve manter estímulos fiscais fortes em 2026, indica governo


xi jinping - presidente da china - World Economic Forum - Pascal Bitz - Divulgação
Xi Jinping, presidente da China | Foto: World Economic Forum/Pascal Bitz/ Divulgação

A China sinalizou que, em 2026, deve depender de maneira forte e contínua de estímulos fiscais para sustentar o ritmo de crescimento econômico. A orientação foi divulgada após a Conferência Central de Trabalho Econômico, encontro anual que define as diretrizes macroeconômicas do país. Segundo Pequim, manter um déficit orçamentário “necessário” e altos níveis de gasto público será fundamental diante da desaceleração da demanda interna e das crescentes tensões comerciais no cenário global.

O governo chinês pretende aprofundar ajustes anticíclicos, mantendo o déficit próximo ao patamar recorde de 4% do PIB e ampliando a emissão de dívida. A estratégia fiscal será acompanhada de medidas para estimular o consumo das famílias e acelerar o desenvolvimento de setores considerados estratégicos, especialmente aqueles ligados à inovação tecnológica. No campo monetário, autoridades reforçaram que seguirão utilizando instrumentos flexíveis, como cortes no compulsório e possíveis reduções adicionais de juros, para sustentar a atividade econômica.

Mesmo com sinais de resiliência ao longo de 2025, impulsionada pela diversificação das exportações em resposta às tarifas impostas pelos Estados Unidos, a China enfrenta limitações estruturais. O modelo baseado em forte produção industrial e superávits comerciais elevados tem ampliado pressões internacionais, levando parceiros a exigir maior contribuição do país para o equilíbrio da demanda global.

Diante desse quadro, Pequim reconhece que será necessário fortalecer o mercado doméstico, reduzir desequilíbrios e avançar em um crescimento mais sustentável. A promessa de estímulos robustos em 2026 indica que o governo continua disposto a sustentar a economia, mesmo ao custo de maior endividamento público.

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