segunda-feira, abril 27, 2026

News

News

a chave para aumentar a produtividade e mitigar o impacto climático



O investimento na saúde do solo emerge como o principal ativo da pecuária moderna. A adoção de práticas regenerativas não apenas impulsiona a produtividade e a segurança alimentar, mas também se apresenta como uma estratégia robusta para mitigar os efeitos das mudanças climáticas

Em entrevista ao programa Giro do Boi, o pesquisador da Embrapa Pecuária Sudeste, Alberto Bernardi, afirmou que um solo saudável é um sistema vivo que, quando bem manejado, tem o poder de reverter o acúmulo de gases de efeito estufa na atmosfera. Confira a entrevista completa.

Estratégias como a Integração Lavoura-Pecuária (ILP), a Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) e o plantio direto são cruciais para essa transformação.

A Embrapa destaca que a combinação de culturas como a soja (uma leguminosa que fixa nitrogênio no solo) com o plantio direto gera uma economia bilionária para o produtor e é essencial para a recuperação de áreas degradadas. Priorizar a saúde do solo pavimenta o caminho da sustentabilidade e da resiliência climática para o agronegócio brasileiro.

A pecuária como sumidouro de carbono

O Brasil possui cerca de 160 milhões de hectares de pastagem. O pesquisador Alberto Bernardi enfatiza que uma área mal manejada é uma fonte de degradação e perda de carbono.

No entanto, o cenário se inverte quando a pastagem é bem manejada: ela se transforma em um eficiente sumidouro de carbono, sequestrando o gás carbônico da atmosfera e estocando-o no solo sob a forma de matéria orgânica.

A ILPF é apresentada como a alternativa mais eficaz para reverter o quadro de pastagens degradadas, que hoje atinge uma área estimada entre 30 e 40 milhões de hectares.

Essa integração devolve ao solo sua saúde química, física e biológica, garantindo um robusto retorno econômico ao produtor, além de inúmeras vantagens ambientais. O solo, rico em matéria orgânica e biologicamente ativo, atua como o grande reservatório de carbono do sistema produtivo.

Estratégias para a agricultura regenerativa e a safra de verão

Para o pecuarista que se prepara para a safra de verão, as práticas de agricultura regenerativa englobam a agricultura conservacionista, que tem como pilares a rotação de culturas, o plantio direto e a manutenção do solo coberto o ano todo.

A Embrapa fornece dicas práticas para aprimorar o manejo:

  • Reforma do Pasto: É vital diagnosticar a real necessidade de reformar o pasto. Se o solo já estiver corrigido, o produtor deve priorizar o plantio direto, sem revolvimento, para preservar a estrutura e o acúmulo de matéria orgânica.
  • Sistemas Arborizados: A Embrapa investe em pesquisas sobre sistemas silvipastoris e pastagens arborizadas. Esses sistemas não só promovem o bem-estar animal (oferecendo sombra e conforto térmico), mas também impulsionam o acúmulo de carbono em profundidade, devido ao crescimento conjunto e sinérgico das raízes da árvore e da forrageira.
  • Leguminosas e Economia: O uso de leguminosas, como a soja, é um excelente exemplo de sustentabilidade e economia. Ao fixar biologicamente nitrogênio no solo, a soja elimina a necessidade de adubação nitrogenada, gerando uma economia gigantesca e reduzindo a pegada de carbono da produção.

Essas tecnologias brasileiras são a prova concreta do engajamento do produtor rural com a produção sustentável. Essa informação é essencial e deve ser amplamente difundida, servindo de destaque positivo para o agronegócio em eventos globais, como a futura COP 30.



Source link

News

Seis estabelecimentos são fechados em SP suspeitos de vender bebidas adulteradas



Seis estabelecimentos foram fechados por suspeita de comercialização de bebidas alcoólicas adulteradas em São Paulo, informou na tarde desta quarta-feira (1) o gabinete de crise criado pelo governo do estado para coordenar as ações de enfrentamento aos casos de intoxicação por metanol.

Os estabelecimentos ficam nos bairros da Bela Vista, Itaim Bibi, Jardins e Mooca, na capital, e também nas cidades de São Bernardo e Barueri, na região metropolitana. Neste último município, segundo o gabinete, foram apreendidas 128 mil garrafas de vodca. Lacrado, o lote aguarda a apresentação da documentação para liberação.

A fiscalização é feita de modo conjunto entre as secretarias de Saúde, Segurança Pública, Fazenda e Justiça. As medidas, conforme o governo estadual, “são cautelares, e o envolvimento dos estabelecimentos com os casos é investigado”.

Uma distribuidora de bebidas teve sua inscrição estadual suspensa preventivamente e outras três estão sob análise para suspensão. Além disso, um bar, nos Jardins, também teve a inscrição suspensa após a interdição do local.

Em Mogi das Cruzes, houve a apreensão de 80 garrafas de bebidas alcoólicas com indícios de adulteração e falsificação em uma adega. E, em Americana, duas pessoas foram detidas e mais de 17,7 mil bebidas apreendidas.

No balaço do gabinete, também consta a apreensão de 802 garrafas, sendo 660 em distribuidoras e 142 em três bares da capital.



Source link

News

Irga abre credenciamento para multiplicadores de sementes básicas



O Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) abriu credenciamento para produtores interessados em multiplicar ou comercializar sementes básicas certificadas das cultivares IRGA 424 RI, IRGA 431 CL e IRGA 426 CL.

Além das categorias C1 e C2, o edital inclui a categoria Básica, que permite a participação de pessoas físicas ou jurídicas registradas no Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) com Registro Nacional de Sementes e Mudas (Renasem) ativo.

A primeira análise documental será feita em 17 de outubro, para inscrições enviadas até o dia 16. Serão disponibilizados 80 sacos de 30 kg da cultivar IRGA 424 RI, 40 da IRGA 426 CL e 40 da IRGA 431 CL.

Os interessados devem enviar a documentação em formato PDF para o e-mail [email protected].



Source link

News

Ibama apreende 19 toneladas de ovas douradas que iam para Taiwan


O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) apreendeu, nesta terça-feira (30), 19 toneladas de ovas de peixe-voador (Cypselurus) no Porto do Pecém, no Ceará.

Conhecido no mercado internacional como golden caviar ou tobiko, o produto tinha como destino Formosa, em Taiwan, mas foi barrado após a constatação de irregularidades na documentação apresentada pela empresa exportadora.

A apreensão ocorreu porque a empresa não conseguiu comprovar a origem legal do pescado, requisito essencial para a exportação, aos agentes de fiscalização do Ibama e da Receita Federal.

As informações fornecidas nos documentos divergiam dos dados levantados durante a investigação, o que levou à retenção da mercadoria e à suspensão do embarque. A empresa foi autuada e multada em R$ 411,7 mil pela infração ambiental e permanecerá como fiel depositária da carga até a definição de seu destino.

Foto: divulgação/Ibama

Ovas de peixe: carga de alto valor

As ovas de peixe-voador quando processadas, podem custar até 10,60 euros (equivalente a R$ 66,17 por embalagem de 80 gramas), o que a torna um item altamente lucrativo para exportadores e alvo constante de fiscalização ambiental.

Considerando o preço praticado no mercado internacional, a carga apreendida poderia alcançar no mercado final o valor estimado de 2,5 milhões de euros, o equivalente a R$ 15,7 milhões.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Boi gordo cai R$3/@ no mercado paulista



Exportações de carne crescem 23% na média diária



Foto: Pixabay

De acordo com uma análise divulgada nesta terça-feira (30) no informativo “Tem Boi na Linha”, da Scot Consultoria, o mercado do boi gordo em São Paulo registrou queda nas cotações. “Com as escalas tranquilas e o fraco escoamento de carne, alguns frigoríficos colocados fora dos negócios”, indicou o levantamento. Entre os que mantiveram as compras, a boa oferta permitiu negociações abaixo das referências do dia anterior, com exceção da vaca, cuja cotação se manteve estável.

O preço do boi gordo caiu R$ 3,00/@, enquanto a novilha registrou recuo de R$ 5,00/@. Já a arroba do chamado “boi China” caiu R$ 1,00. As escalas de abate atendiam, em média, 11 dias.

Em Minas Gerais, mesmo com alguns produtores proprietários boiadas à espera de melhores negócios, as escalas confortáveis ??mantiveram as cotações lucrativas.

No comércio exterior, o Brasil alcançou recorde de exportações de carne bovina in natura. Até a quarta semana de setembro, o volume embarcado chegou a 294,7 mil toneladas, o maior já registrado. A média diária foi de 14,7 mil toneladas, crescimento de 23% em relação ao mesmo período de 2024. A cotação média da tonelada ficou em US$ 5,6 mil, alta de 24,4% na comparação anual.





Source link

News

1º de outubro tem alta ou baixa nas cotações de soja? Confira os preços do início do mês



O mercado brasileiro de soja apresentou um cenário um pouco melhor em comparação ao restante da semana. De acordo com Rafael Silveira, analista da consultoria Safras & Mercado, de manhã, os preços estavam retraídos e sem ofertas. Já à tarde, com a CBOT ganhando fôlego, os preços subiram, mas deram alguma chance, e houve alguns negócios tanto no porto quanto na indústria.

  • Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱

Silveira destacou que o dia foi mais ofertado em função do suporte vindo da Bolsa de Chicago, embora sem grandes movimentos. “Foi um mercado mais ativo, mas longe de ser agressivo”, acrescentou.

Soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): manteve em 129,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em 130,00
  • Cascavel (PR): subiu de 129,00 para 131,00
  • Rondonópolis (MT): subiu de 124,00 para 125,00
  • Dourados (MS): manteve em 123,00
  • Rio Verde (GO): caiu de 120,50 para 120,00
  • Paranaguá (PR): manteve em 135,00
  • Rio Grande (RS): subiu de 134,50 para 135,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja subiram na sessão desta quarta-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). Após passar a maior parte do dia no território negativo e atingir níveis inferiores a US$ 10 por bushel, o mercado reagiu no final da sessão, mudando de direção após declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Trump afirmou nesta quarta-feira que a soja será um dos principais temas de discussão quando ele se encontrar com o presidente da China, Xi Jinping, dentro de quatro semanas. “Os produtores de soja do nosso país estão sendo prejudicados porque a China, apenas por motivos de negociação, não está comprando”, escreveu Trump no Truth Social.

Contratos futuros

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 11,25 centavos de dólar, ou 1,12%, a US$ 10,13 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 10,31 por bushel, com alta de 10,75 centavos ou 1,05%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 0,30 ou 0,10%, a US$ 273,60 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 50,429 centavos de dólar, com ganho de 0,93 centavo ou 1,87%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,09%, sendo negociado a R$ 5,3274 para venda e a R$ 5,3254 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,2946 e a máxima de R$ 5,3381.



Source link

News

veja como as cotações da arroba iniciaram outubro



O mercado físico do boi gordo teve mais um dia de movimento lateralizado, com manutenção do padrão das negociações em grande parte do país.

O analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias destaca que os frigoríficos, em especial os de maior porte, ainda dispõem de escalas de abate mais confortáveis, com boa incidência de animais de parceria na atual temporada.

“As exportações de carne bovina ainda são o principal ponto de suporte neste momento, com um resultado bastante satisfatório na atual temporada, com importante avanço do volume e principalmente da receita”, disse.

Preços médios da arroba do boi

  • São Paulo: R$ 304,10 — ontem: R$ 303,27
  • Goiás: R$ 289,64 — R$ 288,75
  • Minas Gerais: R$ 290 — R$ 288,53
  • Mato Grosso do Sul: R$ 318,18 — R$ 318,66
  • Mato Grosso: R$ 293,66 — R$ 294,61

Mercado atacadista

O mercado atacadista ainda se depara com preços estáveis durante esta quarta-feira (1). Segundo Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere por alguma alta dos preços durante a primeira quinzena do mês, considerando a entrada dos salários na economia como importante motivador de consumo.

“Mais uma vez, é válido mencionar que a carne de frango segue mais competitiva em relação às proteínas concorrentes, em especial se comparado com a carne bovina”, aponta o analista.

O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 23,00 por quilo; o dianteiro segue cotado a R$ 17,00 por quilo; e a ponta de agulha ainda é apontada em R$ 16,50.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,09%, sendo negociado a R$ 5,3274 para venda e a R$ 5,3254 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,2946 e a máxima de R$ 5,3381.



Source link

News

Embrapa indica manejo conjunto para controle



O avanço da atividade sucroalcooleira e a expansão das áreas de produção estão elevando a incidência da mosca-dos-estábulos (Stomoxys calcitrans) em regiões como Mato Grosso do Sul.

O aumento nos surtos desse inseto, que impacta diretamente a produtividade da pecuária, levou a Embrapa a intensificar pesquisas focadas em uma solução que exige a ação coordenada entre usinas, produtores rurais e ciência.

Um levantamento da Embrapa Gado de Corte constatou a gravidade da situação: na década de 2010, os surtos do inseto aumentaram mais de nove vezes em comparação com as quatro décadas anteriores. Embora a ciência ainda não tenha um método de erradicação definitiva, os estudos da Embrapa apontam que o controle eficaz depende fundamentalmente do manejo integrado e da interação constante entre os setores.

O cerne do problema está na reprodução da mosca, que ocorre em matéria orgânica úmida. Com a chegada das chuvas e a entrada da entressafra da cana-de-açúcar, a atenção a essas medidas preventivas se torna ainda mais crucial, pois o aumento da umidade cria o ambiente ideal para a proliferação do inseto.

Ações essenciais para usinas e pecuaristas

O controle da mosca-dos-estábulos só é efetivo quando há disciplina nas práticas de manejo em ambos os lados da cerca.

Para as Usinas

A primeira ação essencial é o monitoramento populacional do inseto na área. A pesquisa da Embrapa é clara ao recomendar:

  • Manejo de resíduos: Fazer o manejo adequado da palhada e do solo para reduzir o excesso de umidade, evitando que se tornem grandes criadouros.
  • Vinhaça: Garantir o devido armazenamento, distribuição e, principalmente, a aplicação controlada da vinhaça.

Para o Produtor Rural (Pecuarista)

O pecuarista deve seguir à risca um protocolo de ações preventivas para eliminar possíveis focos dentro de sua propriedade:

  • Limpeza de Cochos: Reduzir e eliminar o acúmulo de resíduos em cochos de alimentação e água.
  • Armazenamento: Realizar a limpeza minuciosa de áreas de armazenamento de suplementos alimentares.
  • Eliminação de Matéria Orgânica: Eliminar qualquer fonte de matéria orgânica acumulada e úmida que possa servir de criadouro para a mosca.

O controle da mosca-dos-estábulos é, portanto, uma questão de responsabilidade mútua. O produtor deve entender que a proteção do seu rebanho passa também pela interação constante com as usinas da região, buscando estratégias de manejo conjunto.

O impacto da mosca-dos-estábulos na produtividade

O impacto do inseto na lucratividade da fazenda é significativo. Embora não haja uma solução definitiva, a disciplina no manejo é o caminho para mitigar os danos.

A mosca-dos-estábulos causa grande estresse e desconforto aos bovinos através de suas picadas dolorosas. Esse estresse leva à redução do tempo de pastejo, o que tem um efeito direto e negativo no ganho de peso do gado. O animal, incomodado, passa a buscar refúgio em vez de se alimentar, prejudicando seu desenvolvimento.

Neste cenário, a limpeza e a eliminação de resíduos orgânicos são as ferramentas mais poderosas do pecuarista para quebrar o ciclo de vida do inseto e proteger a produção.

Ao seguir as recomendações da Embrapa, o produtor não apenas protege sua propriedade, mas contribui para uma solução regional do problema. A união entre ciência, indústria sucroalcooleira e pecuária é fundamental para garantir a saúde animal e a sustentabilidade da produção brasileira.



Source link

News

Diesel não baixa em apenas uma região do país em setembro



De forma geral, o diesel ficou mais barato no país em setembro em comparação a agosto, mostra análise do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), divulgada nesta quarta-feira (1).

Enquanto o tipo comum do combustível diminuiu 0,32% no período, atingindo preço médio de R$ 6,17, o diesel S-10 teve média de R$ 6,21, um recuo de 0,16 % em relação a agosto.

“A análise do IPTL mostra que a queda se refletiu nos dois tipos de diesel, com o comum registrando a maior redução no período. Esse movimento ajuda a equilibrar um pouco os gastos do setor de transporte, que sente de forma direta qualquer oscilação no preço do combustível”, analisa o diretor de Rede de Abastecimento da Edenred Mobilidade, Renato Mascarenhas.

Análise de diesel por região

Na análise individual de cada região do país em setembro, o Nordeste se destacou como a única região a registrar aumento para o diesel comum, de 0,16% (R$ 6,17).

Já a maior queda para o tipo comum do diesel foi encontrada no Norte, de 0,74% (R$ 6,71). Para o tipo S-10, a maior queda foi identificada no Sul, de 0,33% (R$ 6,04).

Ao mesmo tempo, os menores preços do país entre as regiões foram registrados no Sul: R$ 5,99 para o tipo comum, após queda de 0,17%, e R$ 6,04 para o S-10 (-0,33%).

Segundo o IPTL, os preços de diesel comum e S-10 mais altos em setembro foram registrados no Norte, onde custaram, em média, R$ 6,71 (-0,74%), e R$ 6,59 (-0,15%), respectivamente.

Diferenças entre os estados

No levantamento por estados, o levantamento constatou que a maior média para o diesel comum em setembro foi a do Acre, de R$ 7,59 (estável). Já a Paraíba, o Paraná e o Rio Grande do Sul aparecem como os estados onde os motoristas encontraram o diesel comum mais em conta em setembro: a R$ 5,98, em média.

A Bahia, por sua vez, apresentou a alta mais significativa do país para o diesel comum, de 1,96%, comercializando o combustível por R$ 6,25, em média. O combustível teve sua maior queda no mês registrada no Amazonas, de 2,54%, sendo comercializado, em média, por R$ 6,51.

Em relação ao diesel S-10, o maior preço médio registrado em setembro também foi o do Acre: R$ 7,48, após uma queda de 0,93% ante agosto, o maior recuo entre estados no mês. Em Pernambuco, foi identificado o menor preço médio do mês: R$ 5,92, após recuo de 0,67% no valor do combustível no estado. Em Rondônia foi registrada a maior alta para o diesel S-10, de 0,46%.

O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantado com base nos abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Edenred Ticket Log.



Source link

News

Fazenda brasileira recebe certificação internacional em agricultura regenerativa



O Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora) conduziu o processo que resultou na primeira certificação brasileira em uma fazenda de café com a norma de agricultura regenerativa da Rainforest Alliance, organização sem fins lucrativos que atua em 62 países promovendo práticas agrícolas sustentáveis.

A Fazenda Nova Cintra, localizada em Espírito Santo do Pinhal, São Paulo, foi a primeira do país a receber o reconhecimento. Segundo o coordenador de certificação agrícola do Imaflora, Ben-Hur Rosa, a norma vai além da preservação ambiental.

“A certificação demonstra que a fazenda não está apenas cuidando da natureza, mas também ajudando a regenerar o solo, a biodiversidade e a recuperar ecossistemas”, destaca.

A proprietária da fazenda, Ana Lúcia Barbosa, explica que a transição foi natural, já que a propriedade adota práticas sustentáveis há anos. A fazenda já era certificada pela Rainforest Alliance desde 2011.

“Nosso foco sempre foi a preservação ambiental, a saúde do solo e o uso reduzido de defensivos químicos. Hoje, com mais biodiversidade, vimos até o aumento da população de abelhas e passamos a produzir mel junto ao café”, conta.

Entre as práticas adotadas, estão a proteção de nascentes, preservação de matas e incentivo à fauna nativa. Essas ações, além de fortalecerem o ecossistema, também geraram novos ganhos econômicos para a fazenda.

“Muito antes de essa preocupação com a preservação das nascentes se tornar pública no mundo, nós já vínhamos protegendo todas as nossas nascentes. Com isso, aumentamos a biodiversidade e também a fauna nativa”, conta.

“No nosso caso, cresceu muito a população de abelhas na fazenda. Tanto que nos tornamos também produtores de mel. Nossa fazenda é de café, mas agora produzimos mel justamente por causa dessa proteção ambiental, que favoreceu o aumento das abelhas”, completa.

Obtenção da certificação

Para os produtores interessados em obter a certificação, Ben-Hur Rosa orienta que o primeiro passo é cuidar do solo.

“Um solo saudável garante plantas mais saudáveis e alimentos de maior qualidade. Com cobertura vegetal, há redução da erosão, retenção de nutrientes e aumento da microbiota, trazendo benefícios rápidos”, explica.

Ele ressalta ainda que a certificação exige evidências documentais. É preciso registrar e monitorar as práticas adotadas para comprovar os resultados durante a auditoria.



Source link