terça-feira, julho 28, 2026

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FPA critica decisão do governo de zerar alíquota de importação de sardinhas



A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) criticou, em nota, a decisão do governo federal de zerar a alíquota de importação de sardinhas, medida tomada pelo Planalto na semana passada, como forma de tentar frear a inflação dos alimentos.

No comunicado, a FPA disse que há risco de se desestruturar a cadeia produtiva e fechar fábricas, a exemplo de experiências anteriores, ocorridas entre 2010 e 2014. A principal ameaça, na visão da FPA, é a “entrada massiva” de sardinhas importadas, sobretudo da Ásia, o que criaria uma “concorrência desleal”.

Atualmente, a alíquota de importação da sardinha em conserva é de 32%, cita a FPA, o que “protege a produção nacional sem impacto nos preços: em 2024, a inflação do produto foi de apenas 1,12%, abaixo da média nacional de 4,83% (IBGE)”, comenta.

Na visão da FPA, zerar o imposto de importação “vai desestimular investimentos, forçar indústrias a importar produtos acabados de fora e comprometer a segurança alimentar”.

Diminuir o valor da sardinha

Na mesma nota, a frente parlamentar sugere três medidas para baratear o custo da sardinha no curto prazo:

  • manter a alíquota de 32% para sardinhas em conserva na Lista de Exceção da Tarifa Externa Comum (Letec);
  • incluir a sardinha em conserva na cesta básica da reforma tributária, reduzindo custos para a indústria e consumidores
  • manter a alíquota zero para sardinha congelada (matéria-prima), beneficiando produtores nacionais.

“A preservação das condições atuais é essencial para garantir empregos, desenvolvimento regional e concorrência justa no mercado brasileiro”, conclui.

Importação exportações

No ano passado, conforme dados do Agrostat, do Ministério da Agricultura, o Brasil importou 11,56 mil toneladas de sardinhas, entre congeladas, em conservas e outras preparações, desembolsando US$ 12,98 milhões. Este volume foi 57,95% menor em relação a 2023, quando as importações de sardinha alcançaram 27,49 mil toneladas, ao custo de US$ 29,04 milhões.

Já em exportações de sardinhas (tanto congeladas quanto processadas), o País exportou, em 2024, 932 toneladas, faturando US$ 2,88 milhões, volume 5% menor do que as 981 toneladas de 2023 e 1,4% maior do que os US$ 2,84 milhões faturados há dois anos.



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AgroNewsPolítica & Agro

Drones detectam pragas e otimizam produção da soja



O uso de Drones no agronegócio tem ganhado cada vez mais espaço


Foto: Arquivo Agrolink

O uso de Drones no agronegócio tem ganhado cada vez mais espaço, tornando-se uma ferramenta essencial no monitoramento das lavouras de soja. Com tecnologia avançada, esses equipamentos ajudam os produtores a identificar pragas, doenças e áreas com necessidade de irrigação, otimizando a produtividade e reduzindo custos.

Pesquisas demonstram que o uso de drones melhora a eficiência na detecção de problemas na plantação, permitindo intervenções mais rápidas e assertivas. Sensores térmicos e câmeras multiespectrais acopladas aos dispositivos possibilitam a avaliação detalhada da saúde das plantas, ajudando a evitar perdas e a otimizar o uso de insumos.

Empresas especializadas em tecnologia agrícola já oferecem soluções voltadas à agricultura de precisão, permitindo que produtores tenham um controle mais detalhado de suas lavouras.

Além de melhorar a produtividade, o uso dessa tecnologia contribui para um manejo mais sustentável, reduzindo o desperdício de água e o uso excessivo de defensivos agrícolas. Com os avanços constantes, os drones devem se consolidar como aliados indispensáveis para a sojicultura nos próximos anos.





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ouça os destaques do dia



Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca a inflação de fevereiro, que veio dentro das expectativas, mas ainda preocupa pela pressão nos preços de serviços.

Nos Estados Unidos, o CPI mostrou desaceleração, mas alguns componentes seguem pressionados, o que pode levar o Fed a manter juros altos por mais tempo. O Ibovespa avançou 0,23%, fechando nos 123 mil pontos, enquanto o dólar ficou estável em R$ 5,80. Hoje, o foco está nos dados de atividade no Brasil e na inflação ao produtor norte-americano.



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veja a previsão de hoje para todo o país



O clima volta a se estabilizar na Região Sul do país, mas as chuvas se espalham mais pelo Sudeste. No Centro-Oeste, as precipitações chegam com força. Veja a previsão para todo o país:

Sul

O tempo volta a ficar firme com predomínio de sol em grande parte do Rio Grande do Sul, interior de Santa Catarina e do Paraná. Pode chover em áreas do centro-norte e leste paranaense, centro-leste catarinense e na faixa litorânea gaúcha. As temperaturas ficam mais agradáveis pelo estado gaúcho.

Sudeste

A chuva se espalha por São Paulo, centro-sul de Minas Gerais e no Rio de Janeiro com condição para pancadas fortes e com raios. No Espírito Santo e norte de Minas Gerais o predomínio é de tempo firme. O calor diminui especialmente no território paulista.

Centro-Oeste

O dia começa com chuva em pontos isolados de Mato Grosso e do noroeste de Goiás. A partir da tarde a chuva se espalha por todos os estados da Região e pode cair forte. Somente no leste goiano, as pancadas são mais isoladas e de menor intensidade.

Nordeste

Dia de sol e calor pelo interior da Bahia, centro-sul do Piauí e do Ceará e no sertão. Chove isolado de Salvador até Natal, e na costa norte as instabilidades atuam de forma mais frequente, provocando chuva forte no Maranhão e norte do Piauí.

Norte

A Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) mantém a condição de mais nuvens e chuva moderada a forte entre o Pará e o Amapá. No Acre, em Rondônia, Amazonas e Roraima, pancadas alternadas com períodos de melhoria, mas não se descartam temporais. Enquanto isso, no Tocantins a chuva é mais isolada e ocorre no período da tarde.



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AgroNewsPolítica & Agro

Mercado de bioinsumos cresce 15% no Brasil



Novo bioinsumo combate cigarrinha e outras pragas




Foto: Canva

Segundo pesquisa divulgada pela CropLife Brasil, o mercado de bioinsumos no Brasil segue em forte expansão, registrando um crescimento de 15% na safra 2023/2024 em relação ao ciclo anterior. Nos últimos três anos, o setor evoluiu a uma taxa média anual de 21%, ritmo quatro vezes superior à média global, evidenciando a crescente adoção de soluções biológicas pelos agricultores.

O avanço reflete a busca do setor agrícola por alternativas que combinem tecnologias químicas e biológicas, promovendo ganhos em produtividade e sustentabilidade. Dentro desse cenário, a Syngenta anunciou o lançamento do NETURE™, um inseticida biológico voltado ao controle de pragas que impactam culturas como soja e milho. “Eficiente desde a primeira aplicação, atende às necessidades dos agricultores, que têm sentido cada vez mais a evolução da eficiência do manejo advinda da combinação de soluções químicas e biológicas, que potencializam a sustentabilidade e rentabilidade das lavouras. A rapidez de ação e a compatibilidade do produto com defensivos químicos representam avanços significativos para o manejo de pragas de difícil controle”, afirmou Rafael P. Oliveira, Gerente de Marketing de Biológicos e Seedcare da Syngenta.

O produto se destaca pela eficiência e efeito residual prolongado contra cigarrinha-do-milho, percevejos, mosca-branca e cigarrinha-da-cana-de-açúcar. Desenvolvido com as bactérias Pseudomonas chlororaphis e Pseudomonas fluorescens, o bioinsumo atua de diversas formas, afetando o sistema digestivo e nervoso dos insetos, promovendo repelência e fortalecendo as plantas contra estresses ambientais.

Outro diferencial do produto é a compatibilidade com defensivos químicos, permitindo sua aplicação ao longo de todo o ciclo da cultura sem necessidade de armazenamento refrigerado. A novidade reforça o avanço do controle biológico no Brasil, consolidando o país como um dos líderes mundiais no uso de bioinsumos para a agricultura.





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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Volume médio exportado de café não torrado ficou em 100,7 milhões de…


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Dados divulgados pela Secretária de Comércio Exterior (Secex) nesta segunda-feira (17) apontam que a média diária exportada do café não torrado durante os dez primeiros dias úteis de fevereiro/25 foi de 10,072 toneladas, registrando uma baixa de 11,6% se comparado com o embarcado no mês inteiro de fevereiro/24 que teve uma média de 11,395 toneladas. O  volume total exportado nos dez primeiros dias úteis de fevereiro/25 ficou em 100,723 milhões de toneladas, e no mês inteiro de fevereiro do ano passado foi de 216,518 milhões de toneladas. 

O faturamento total das exportações do produto nos dez primeiros dias úteis de fevereiro de 2025 foi de US$ 595,701 milhões, comparados a US$ 750,778 milhões registrados nos 19 dias de fevereiro de 2024. Já o faturamento diário ficou em US$ 59,570 milhões nos dez dias úteis de fevereiro/25, registrando um aumento de 50,8% comparado ao mês inteiro de fevereiro de 2024, onde a média foi de US$ 39.514 milhões. 

Já sobre o valor negociado para o grão nos dez dias úteis de fevereiro/25 houve um avanço de 70,6% comparado ao mês inteiro de fevereiro/24. A média ficou em US$ 5.914 (dez dias úteis de fevereiro/25), comparado a US$ 3.467,50 (fevereiro/24).  

Café torrado, extratos, essências e concentrados

O faturamento com as exportações para o café torrado, extratos, essências e concentrados nos dez primeiros dias úteis de fevereiro de 2025 foi de US$ 46,461 milhões, sendo que no mês inteiro de fevereiro de 2024 a receita total ficou em US$ 61,361 milhões. A média diária do faturamento foi de US$ 4,646 milhões nos dez primeiros dias de fevereiro/25, e registrou um avanço de 43,9% frente a média diária do mês inteiro de fevereiro/24 que ficou em US$ 3,229 milhões.

O volume embarcado do grão nos dez dias úteis de fevereiro/25 atingiu 3,802 toneladas, comparado a 7,136 toneladas dos 19 dias do mês de fevereiro/24. A média diária foi de 380 toneladas (dez dias úteis de fevereiro/25), registrando um aumento de 1,2% comparado ao mês inteiro de fevereiro/24 que foi de 375 toneladas. 

Com relação ao preço médio, nos dez primeiros dias úteis de fevereiro de 2025 o produto foi negociado a US$ 12.219,20 e teve uma valorização de 42,1% frente ao preço médio negociado durante todo o mês de fevereiro de 2024, que foi de US$ 8.598,10. 
 





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Plantadeiras de alta precisão otimizam plantio do trigo



O uso de plantadeiras de alta precisão permite a distribuição ideal das semente


Foto: Canva

As plantadeiras de taxa variável vêm ganhando espaço no agronegócio por oferecerem maior eficiência no uso de sementes e insumos, garantindo uniformidade no plantio e redução de desperdícios. A tecnologia, que já é amplamente utilizada em culturas como soja e milho, agora ganha destaque no cultivo do trigo, proporcionando melhoria no rendimento das lavouras e redução de custos para os produtores.

O uso de plantadeiras de alta precisão permite a distribuição ideal das sementes, ajustando automaticamente a quantidade depositada no solo conforme a variabilidade do terreno. Esse processo resulta em melhor aproveitamento do potencial produtivo da área, evitando falhas no plantio e competições indesejadas entre as plantas.

Além disso, a tecnologia contribui para uma emergência uniforme das plântulas, fator essencial para o desenvolvimento equilibrado da lavoura e maior produtividade. Com menor desperdício e ajustes precisos, os produtores conseguem um uso mais eficiente dos insumos, reduzindo custos e aumentando a sustentabilidade da produção.





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Chuvas favorecem pastagens e mercado de gado segue aquecido


O boletim conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado na última quinta-feira (6), aponta que as chuvas recentes contribuíram para a recuperação das pastagens no Rio Grande do Sul, garantindo bom escore corporal para o rebanho bovino de corte. Com o período de entoure próximo do fim, os pecuaristas realizam diagnósticos de gestação para descarte de vacas vazias e preparação das que seguirão na reprodução.

Em Bagé, os preços do gado gordo seguem estáveis, enquanto o gado magro apresenta variações. A demanda por terneiros desmamados está alta, o que mantém os preços elevados. Já em Caxias do Sul, os pecuaristas focaram na revisão do rebanho, suplementação mineral e controle sanitário.

Em Frederico Westphalen, o tempo quente impactou o conforto animal, mas as chuvas ajudaram a amenizar a situação, ainda que de forma desigual na região. Já em Passo Fundo, há expectativa de alta nos preços, exigindo atenção ao controle de parasitas como carrapatos, bernes e moscas-dos-chifres.

Na região de Pelotas, a oferta de bovinos para abate segue reduzida, mantendo os preços firmes e o mercado aquecido. O segmento de reposição registra maior procura por terneiros, com valorização em diversos municípios. Em Cerrito, a demanda por terneiros leves está alta, e em Canguçu, as feiras mantêm preços estáveis e movimentação intensa.

Na região de Porto Alegre, a temporada reprodutiva está se encerrando, com foco no controle do carrapato para garantir a saúde do rebanho. Em Santa Maria, os preços do boi gordo e da vaca gorda tiveram leve alta, refletindo o aquecimento do mercado. Em Santa Rosa, a redução dos efeitos da estiagem favoreceu a oferta de forragem nos campos nativos, proporcionando boas condições para os rebanhos e retomada das exportações.

O levantamento semanal da Emater/RS-Ascar registrou alta de 0,28% no preço médio do boi, que passou de R$ 10,85 para R$ 10,88/kg vivo. Já a vaca para abate teve valorização de 0,31%, com o preço subindo de R$ 9,67 para R$ 9,70/kg vivo.





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Cantor sertanejo de 29 anos arremata novilha de R$ 2 milhões



O cantor sertanejo goiano Murilo Huff, de 29 anos, tem investido na criação de uma raça bovina que segue em grande ascensão: o nelore pintado. Recentemente, arrematou a novilha Vitória por R$ 2 milhões em um leilão da raça realizado em Uberaba, Minas Gerais.

O artista cria 10 animais de elite, como o campeão nacional da Expozebu 2024, e ainda conta com 250 prenhes confirmadas em receptoras próprias e 150 prestes a passar por inseminação.

“A Vitória é um excelente investimento, filha da segunda vaca mais cara do mundo, e a número 1 da raça: a Surreal. Esse arremate é uma parceria minha, pela Nelore Huff, com a Syagri Agropecuária, com quem eu tenho o Neru, este em parceria também com a Nelore Ibiza”, comenta Huff.

O goiano se diz apaixonado pelo agro e, por conta disso, tem planos de colocar em pista animais com assinatura genética própria. “Tenho intenção de me envolver cada vez mais com a Nelore Huff para o melhoramento genético e na qualidade dos nossos animais, para chegar entre as maiores genéticas da raça”, revelou.



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Arroba do boi gordo despencou em Minas Gerais; veja o preço pelo país



O mercado físico do boi gordo se deparou com preços acomodados em grande parte do país nesta quarta-feira (12), com alguns estados ainda operando com preços em queda.

Segundo o consultor de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, as escalas de abate permanecem encurtadas, o que deve limitar quedas mais agressivas de preço no curto prazo.

“As exportações permanecem em alto nível e são um outro importante limitador para quedas mais contundentes de cotações. Há potencial para que o país estabeleça um novo recorde de embarques no decorrer de 2025”, comenta.

  • São Paulo: R$ 309,08, contra R$ 310,75 na terça
  • Goiás: R$ 290,18, estável
  • Minas Gerais: R$ 294,71, contra R$ 307,53 anteriormente
  • Mato Grosso do Sul: R$ 293,30, contra R$ 294,20 do dia anterior
  • Mato Grosso: R$ 298,50, no comparativo com R$ 298,72

Mercado atacadista

O atacado ainda apresenta preços firmes. Iglesias indica que o viés segue sendo de alta dos preços no curto prazo, em linha com o bom escoamento da carne durante a primeira quinzena do mês.

“Segue importante avaliar que a preferência da população ainda recai sobre proteínas mais acessíveis, a exemplo da carne de frango, ovos e embutidos”, sinaliza.

O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 24,50, por quilo. O dianteiro segue cotado a R$ 18,00, por quilo. Já a ponta de agulha ainda é precificada a R$ 17,00, por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em baixa de 0,03%, sendo negociado a R$ 5,8083 para venda e a R$ 5,8063 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7858 e a máxima de R$ 5,8468.



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