sábado, maio 16, 2026

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Geada antecipa fim da colheita da batata-doce em Feliz



Produtores já preparam nova safra em Feliz no Rio Grande do Sul




Foto: Pixabay

A colheita da batata-doce está em fase final na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Lajeado, especificamente no município de Feliz. De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (10), as geadas registradas nos últimos dias praticamente encerraram a safra 2024.

Segundo a Emater/RS-Ascar, “os produtores já estão encomendando mudas para a próxima safra”. Apesar das baixas temperaturas que marcaram o fim do ciclo, não foram registrados problemas fitossanitários nas lavouras.

A comercialização da batata-doce tem variado entre R$ 1,50 e R$ 2,00 o quilo, conforme apuração da entidade.





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Soja registra preço baixo na Bolsa de Chicago



Os contratos da soja em grão registram preços levemente mais baixos nas negociações da sessão eletrônica na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado opera em compasso de espera pelo relatório mensal do Departamento de Agricultura dos
Estados Unidos (USDA), previsto para esta sexta-feira (11), com novas estimativas de oferta e
demanda global de grãos.

Além disso, a oleaginosa vem pressionada ao longo da semana pelo clima praticamente ideal no Meio-Oeste dos EUA, que elevou as expectativas de uma safra robusta no país. Os investidores esperam que o documento confirme essas perspectivas. Até o momento, a posição novembro/25 acumula baixa semanal de 3,2%.
O USDA deverá indicar um pequeno corte na produção de soja norte-americana em 2025/26. Os estoques, no entanto, devem ser revisados para cima. Analistas consultados pelas agências internacionais indicam que o número para a safra americana em 2025/26 deverá ficar em 4,331 bilhões de bushels, contra 4,340 bilhões previstos em junho.

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Para os estoques de passagem, a previsão é de um número de 304 milhões de bushels para 2025/26, contra 295 milhões projetados em jujnho. Para 2024/25, a aposta é de um aumento, passando dos 350 milhões indicados em junho para 358 milhões de bushels.
Em relação ao quadro de oferta e demanda mundial da soja, o mercado aposta em estoques finais 2024/25 de 124,3 milhões de toneladas. Em junho, o número ficou em 124,2 milhões. Segundo o mercado, a indicação do USDA para 2025/26 deverá ser de 125,5 milhões de toneladas, contra 125,3 milhões projetados em junho.
O USDA deverá elevar a estimativa para a safra do Brasil em 2024/25 de 169 milhões para 169,4 milhões de toneladas. Já a estimativa para a Argentina deverá ser aumentada de 49 milhões para 49,2 milhões de toneladas.
Os contratos com vencimento em novembro operam cotados a US$ 10,13 1/2 por bushel, baixa de 0,25 centavo de dólar, ou 0,02%, em relação ao fechamento anterior. Ontem (10), a soja fechou com preços em alta. Na véspera do relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos e após encostar no menor patamar em três meses, as cotações foram beneficiadas por um movimento de recuperação técnica e posicionamento de carteiras.
A reação foi limitada pelas projeções climáticas, que seguem favoráveis ao desenvolvimento das lavouras americanas. A política tarifária de Donald Trump segue no radar. A imposição de uma tarifa de 50% ao Brasil não atinge diretamente aos grãos, mas a desvalorização do dólar pode determinar um aumento nas vendas brasileiras.
Os contratos da soja em grão com entrega em agosto fecharam com alta de 3,50 centavos de dólar ou 0,34% a US$ 10,12 1/2 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 10,13 3/4 por bushel, ganho de 6,50 centavos ou 0,64%.



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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Tarifa de 10% dos EUA e valorização do euro terá impacto sobre exportações…


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SINTRA, Portugal (Reuters) – Uma tarifa de 10% dos Estados Unidos sobre produtos europeus, combinada com uma valorização semelhante ou maior do euro em relação ao dólar, teria um impacto significativo sobre as exportações da zona do euro, disse o membro do Banco Central Europeu, Martins Kazaks.

Como as negociações comerciais entre os EUA e a UE permanecem incertas, economistas estão especulando sobre as condições que podem levar o BCE a intervir com novos cortes nas taxas de juros para apoiar a economia da zona do euro.

Kazaks disse que as importações da zona do euro já seriam afetadas por uma tarifa de 10% dos EUA – a linha de base com a qual as autoridades da UE se conformaram – e por um aumento de 10% ou mais na taxa de câmbio do euro em relação ao dólar, o que seria apenas 1% a mais do que o ganho desde o Dia da Libertação.

Tarifas mais altas no exterior e uma moeda mais forte tornam as exportações de uma região mais caras.

“Se houver uma tarifa de 10% mais uma valorização da taxa de câmbio do euro de mais 10%, isso é grande o suficiente para afetar a dinâmica das exportações”, disse ele à Reuters no fórum anual do BCE sobre bancos centrais em Sintra, Portugal.

O euro estava sendo negociado a US$1,178 nesta terça-feira, com alta de 13,8% desde o início do ano e de 8,9% desde o início de abril.

Kazaks descreveu a economia da zona do euro como “fraca”, embora ainda apresente “algum crescimento”, acrescentando que a inflação está “mais ou menos” na meta de 2% do banco central, o que implica pouca necessidade de grandes mudanças.

A última projeção do BCE apontou a inflação na meta de 2,0% este ano, antes de cair para 1,6% no ano seguinte e retornar a 2,0% em 2027.

“A maior parte do ajuste de juros já foi feita”, disse Kazaks, repetindo sua posição anterior. “Se houver mais cortes, eles serão pequenos e terão valor de sinalização, desde que permaneçamos no cenário base.”

Ele também alertou que a China “está começando a despejar produtos na Europa”, o que tanto reduzirá a inflação quanto prejudicará a competitividade europeia.

(Reportagem de Francesco Canepa)





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Sebraetec ajuda produtores na implementação do turismo rural


Você já pensou em abrir as porteiras da sua propriedade para turistas que buscam tranquilidade, natureza e experiências autênticas no campo? Com apoio do Sebrae, esse sonho pode se tornar realidade e até em uma nova fonte de renda.

O turismo rural é uma atividade em expansão no Brasil. Ele oferece ao visitante mais do que belas paisagens — proporciona vivências únicas, como colher frutas direto do pé, preparar receitas com ingredientes da horta, brincar com animais, fazer trilhas e aprender com os saberes da roça.

Mas para que a experiência seja prazerosa para o turista e lucrativa para o produtor, é preciso planejar. E é aí que entra o Sebraetec, programa do Sebrae que oferece apoio técnico e especializado, desde o diagnóstico até o apoio na implantação do negócio.

Ana Clévia Guerreiro, coordenadora de comércio, serviços e economias de futuro do Sebrae Nacional, explica que o primeiro passo para empreender no turismo rural é olhar com atenção para o que a propriedade tem a oferecer.

“Seja um rio, cachoeiras e [até a] potencialidade para o desenvolvimento de atividades de ecoturismo, turismo de aventura e outras atividades.”

A partir desse mapeamento, o produtor deve se preparar para ser um bom anfitrião, atender às exigências legais e técnicas, ter consciência ambiental e conhecer as necessidades dos turistas.

“O turismo é uma atividade econômica que tem legislação, normas e aspectos da hospitalidade que são próprios da atividade. Por exemplo, quem atua com ecoturismo e turismo de aventura tem que implantar o Sistema de Gestão de Segurança (SGS) conforme estabelece a Lei Geral do Turismo”, afirma Guerreiro.

Ana Clévia Guerreiro, coordenadora de comércio, serviços e economias de futuro do Sebrae nacional
Ana Clévia Guerreiro, coordenadora de comércio, serviços e economias de futuro do Sebrae Nacional. Foto: Arquivo pessoal
  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp

Turismo rural é negócio sério — e lucrativo

A transição para o turismo rural pode começar com um restaurante rural, uma minifazendinha para crianças, passeios em meio à natureza, experiências como a colheita de frutas e verduras ou o acompanhamento da produção de produtos variados como queijo, mel e embutidos.

Também é possível oferecer o chamado day-use — um modelo de visita rápida com vivências rurais. Com o tempo, é possível evoluir para hospedagens completas e ampliar a oferta com novas atividades. E não é preciso fazer tudo sozinho. Uma das estratégias mais eficazes é a cooperação com vizinhos.

“Se na sua propriedade não há a possibilidade de realizar atividades de trilhas e há uma propriedade vizinha que pode oferecer este tipo de atividade, o empreendedor pode realizar uma parceria. Também pode comercializar produtos de pequenos agricultores e artesanatos”, orienta Guerreiro.

A divulgação inteligente também é parte essencial do processo. Com a ajuda do Sebrae, os produtores aprendem, inclusive, a usar o marketing digital.

Do papel à prática

O Sebraetec é o caminho para transformar suas ideias em negócio. O programa conecta produtores a especialistas do mercado – auxiliando em todas as etapas como na análise do potencial turístico e no cálculo de investimentos. Para participar do programa, é fácil. Basta que o produtor rural tenha um dos registros abaixo:

  • Inscrição Estadual de Produtor;
  • Número do Imóvel Rural na Receita Federal (NIRF);
  • Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF);
  • Ou Registro de Pescador.

Depois, é só acessar aqui, escolher uma região e preencher o formulário. Uma equipe do Sebrae entrará em contato para explicar e tirar todas as dúvidas.

“O Sebrae está presente em [todo país] e dispõe de soluções que podem apoiar na implantação da nova atividade. As ações disponibilizadas pelo Sebrae vão desde orientações básicas, passando por consultorias, até o apoio na implementação”, explica Guerreiro.

Se você é produtor rural e quer diversificar sua renda, valorizar sua cultura regional e oferecer experiências que encantem visitantes, o turismo rural pode ser o seu próximo passo. E com o Sebraetec, esse passo pode ser mais seguro, bem planejado e sustentável.

Porteira Aberta Empreender

Quer saber mais? Assista ao programa Porteira Aberta Empreender, uma parceria entre o Sebrae e o Canal Rural, que mostra histórias reais de micro e pequenos produtores de todo o país. Envie sua dúvida, sugestão ou relato pelo WhatsApp ou acesse aqui, e confira os canais disponíveis para assistir aos episódios.

Arte com os horários do programa Porteira Aberta Empreender
Às quintas-feiras, às 17h45, no Canal Rural. Foto: Arte Divulgação | Canal Rural



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EUA fecha primeiro semestre com superávit comercial em relação ao Brasil de US$ 1,7 bilhão



O superávit comercial dos Estados Unidos em relação ao Brasil alcançou US$ 1,7 bilhão no primeiros semestre de 2025, de acordo o do Monitor do Comércio Brasil-EUA, da Amcham Brasil. Esse número representa um aumento de aproximadamente 500% em comparação com o mesmo período de 2024.

Apesar de a corrente de comércio bilateral ter crescido 7,7% no período, totalizando US$ 41,7 bilhões, segundo maior valor da série histórica, o levantamento aponta efeitos cada vez mais visíveis das tarifas sobre setores estratégicos das exportações brasileiras.

A divulgação do relatório ocorre em meio à preocupação com a decisão do governo norte-americano de elevar para 50% as tarifas sobre as exportações brasileiras, com vigência prevista para 1º de agosto.

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“Os resultados do primeiro semestre evidenciam a relevância do comércio bilateral para ambas as economias e reforçam a necessidade de buscar uma solução equilibrada e pragmática diante da escalada tarifária prevista para o curto prazo”, afirma Abrão Neto, presidente da Amcham Brasil.

EUA ganham mais espaço nas importações brasileiras

As exportações brasileiras aumentaram 4,4%, totalizando US$ 20 bilhões, com destaque para carne bovina (+142%), sucos de frutas (+74%), café não torrado (+39%) e aeronaves (+12,1%). Por sua vez, as importações brasileiras de produtos norte-americanos cresceram em ritmo mais acelerado, com alta de 11,5%, somando US$ 21,7 bilhões. Como consequência, os Estados Unidos registraram um superávit de US$ 1,7 bilhão no período.

Efeito tarifaço

Apesar do desempenho geral positivo das exportações brasileiras no primeiro semestre, setores estratégicos já começam a apresentar retração nas vendas aos Estados Unidos como consequência direta das tarifas atualmente em vigor. Dentre os 10 principais produtos que tiveram queda nas exportações, oito deles estão sujeitos a aumentos tarifários, como celulose (-14,9%), motores (-7,6%), máquinas e equipamentos (-23,6%), manufaturas de madeira (-14,0%) e autopeças (-5,6%).



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Congresso Brasileiro do Agronegócio 2025 mostrará importância das agroalianças



A Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), em parceria com a B3, a bolsa do Brasil, promove o 24º Congresso Brasileiro do Agronegócio, no dia 11 de agosto, em formato híbrido. O objetivo é debater como as agroalianças são fundamentais para o crescimento sustentável do setor e para a manutenção da competitividade, frente aos desafios globais e nacionais.

Considerado um dos mais importantes eventos da cadeia do agronegócio no país, o evento reunirá autoridades, líderes setoriais, empresários, especialistas e profissionais no Sheraton WTC São Paulo Hotel (SP). Eles irão participar das discussões sobre as pautas mais relevantes para o agro, em uma oportunidade para fortalecer o relacionamento com diferentes atores do mercado e de ampliar o conhecimento a partir de avaliações sobre os acontecimentos atuais no segmento.

O congresso contará com a palestra inaugural “Agroalianças e o Futuro”, conduzida pelo embaixador Roberto Azevêdo, consultor da Abag e ex-diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC). A programação inclui mais dois painéis: “Alimentos, Energias e Inovação” e “Agrobrasil com Crescimento Sustentável: Financiamento e Mercado de Capitais”, além de uma mesa redonda, que tratará os principais aspectos da “Transição Energética”.

Nessa edição, a Abag prestará homenagens ao embaixador Alexandre Parola, que receberá o Prêmio Ney Bittencourt de Araújo – Personalidade do Agronegócio, e à ex-ministra do Meio Ambiente Izabella Teixeira, que será contemplada com o Prêmio Norman Borlaug – Sustentabilidade.

Em 2024, o Congresso Brasileiro do Agronegócio reuniu mais de 800 participantes presencialmente. Já a transmissão online do evento foi assistida por cerca de 4 mil pessoas, do Brasil e do exterior.

24º Congresso Brasileiro do Agronegócio – presencial e online

Tema: Agroalianças

Data: 11 de agosto de 2025

Horário: das 9h às 18h

Local: Sheraton WTC São Paulo Hotel – Av. das Nações Unidas, 12.559

Informações e inscrições: https://congressoabag.com.br/



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Tarifa americana pressiona câmbio brasileiro; ouça análise do Diário Econômico


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta a reação dos mercados após Trump anunciar tarifas de 50% sobre produtos brasileiros. O Ibovespa caiu 0,54%, aos 136 mil pontos, com destaque para queda da Embraer. O dólar subiu 0,78%, a R$ 5,54, e os juros futuros avançaram levemente.

No exterior, bolsas em alta com apoio da Nvidia e falas do Fed.

Hoje, foco em dados de serviços, indústria regional e ICEI.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Calor de 40°C em pleno inverno e alerta de temporais: veja previsão de hoje



A semana deve terminar com tempo seco em quase todo o país. Episódios de temporais só estão previstos para três estados da Região Norte. Confira a previsão do tempo para todo o Brasil:

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

Sul

A semana termina com padrão ainda de tempo firme em toda a Região, com temperaturas mais baixas de manhã, principalmente na Serra do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, e tardes ainda agradáveis. O tempo segue firme e mais seco no interior do Paraná, onde já tem atenção para a umidade abaixo dos 30%, especialmente em Londrina, Maringá e Paranavaí. As três capitais, Porto Alegre, Florianópolis e Curitiba, terminam a semana sem chuva e com o sol aparecendo forte durante a tarde.

Sudeste

O vento úmido que sopra do mar contra o continente favorece pouca chuva para o litoral do Rio e Janeiro. Previsão de chuva mais fraca ou moderada no litoral do Espírito Santo e na região do Vale do Rio Doce, em Minas Gerais. A sexta-feira vai ser marcada por temperatura baixa de manhã e destaque para as máximas subindo à tarde em São Paulo e em todo o território mineiro. A umidade relativa do ar ainda continua abaixo dos 30% em todo o Triângulo de Minas e nas cidades do centro-norte paulista. Na cidade de São Paulo, a qualidade do ar deve ficar ainda mais comprometida.

Centro-Oeste

Risco elevado para queimadas na Região, com temperaturas se aproximando dos 40°C em Mato Grosso. A semana vai terminar com padrão de tempo firme, muito seco e com dia ensolarado em Cuiabá, Brasília, Goiânia e Campo Grande, sem previsão de chuva. A umidade do ar ainda continua mais baixa, com valores que podem ficar inferiores a 20%.

Nordeste

Interior do Nordeste com tempo mais seco, umidade baixa entre o sul do Piauí, Maranhão e o oeste da Bahia, com a chuva bem concentrada sobre o litoral da Bahia. Salvador, Ilhéus e Porto Seguro devem terminar a semana com tempo mais encoberto, com chuva durante todo o dia. Região de Aracaju e até mesmo Maceió ficam em atenção para as pancadas mais fortes, com a precipitação aumentando novamente no Recife e em Natal. São Luís pode ter algumas pancadas mais localizadas e não chove em Fortaleza e Teresina.

Norte

Risco ainda alto para temporais, entre Amazonas e Roraima. Chuva forte no Amapá e alerta para as capitais Manaus (AM), Boa Vista (RR) e Macapá (AP). A semana vai terminar abafada, com sol entre nuvens e previsão de pancada de chuva em Belém (PA). O ar fica mais seco em toda a faixa sul da Região. Assim, não chove desde o Acre até o Tocantins e a umidade do ar ainda fica baixa em Palmas, com valores inferiores até 20%. A temperatura dispara à tarde, podendo ultrapassar os 35 graus.



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AgroNewsPolítica & Agro

Frio intenso impacta floricultura paulista e destaca uso de estufas



Estufas ajudam floricultores a enfrentar o frio




Foto: Divulgação

As baixas temperaturas registradas em regiões agrícolas do estado de São Paulo têm provocado impactos significativos na cadeia produtiva da floricultura. De acordo com a Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA), o frio intenso compromete o desenvolvimento das plantas, retardando o crescimento e a floração, o que influencia diretamente na qualidade e no período de produção das flores.

A floricultura paulista responde por cerca de 37% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional do setor e movimenta, anualmente, mais de R$ 8,4 bilhões, segundo dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). A atividade também é responsável por gerar aproximadamente 130 mil empregos diretos.

Para mitigar os efeitos adversos do clima, o uso de estufas tem se mostrado essencial. As estruturas permitem o controle de temperatura, umidade e luz, possibilitando a continuidade da produção mesmo em períodos desfavoráveis. O estado de São Paulo é referência nacional na utilização de ambientes controlados na produção de flores e plantas ornamentais.

A Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, por meio do Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista (FEAP), oferece uma linha de crédito voltada à Agricultura Sustentável. O financiamento permite a implementação de estufas com limite de até R$ 250 mil, juros de 3% ao ano, prazo de pagamento de até 84 meses e carência de até 48 meses, respeitando o ciclo produtivo das culturas.





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AgroNewsPolítica & Agro

Paraná pode colher 423 mil toneladas de cevada em 2025


O plantio da cevada no Paraná alcançou 90% da área prevista para a safra de 2025, segundo dados do Boletim de Conjuntura Agropecuária divulgados nesta quinta-feira (10) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), vinculado à Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab). O avanço de 13 pontos percentuais na primeira semana de julho foi favorecido pela boa disponibilidade de água no solo e pela previsão de tempo firme, o que deve garantir a conclusão da semeadura ainda neste mês.

As lavouras vêm sendo implantadas em condições consideradas favoráveis. “A expectativa é de que o ritmo de plantio continue nas próximas semanas, com condições propícias à cultura”, informou o boletim. No entanto, os técnicos alertam para possíveis impactos pontuais das geadas registradas até o momento. Também há preocupação com o excesso de umidade e a baixa incidência de radiação solar em determinados dias, fatores que podem aumentar a incidência de doenças. Segundo o Deral, as aplicações de fungicidas já foram retomadas para conter esse risco.

A previsão meteorológica indica baixa probabilidade de geadas fortes e generalizadas ao longo de julho, o que reforça a projeção positiva para o ciclo atual. Até o momento, 90% das lavouras estão em boas condições, enquanto 10% apresentam situação considerada mediana. Apenas uma parcela mínima encontra-se em condição ruim.

Para 2025, a produção paranaense de cevada está estimada em 423 mil toneladas, volume 43% superior ao registrado em 2024, quando foram colhidas 296 mil toneladas. Esse crescimento é impulsionado pelo aumento de 20% na área cultivada, que deve atingir 96,9 mil hectares ao final da semeadura, ante os 80,5 mil hectares do ciclo anterior.

Segundo o Deral, o resultado dependerá da produtividade ao longo da safra. Em 2024, a média foi de 3,7 toneladas por hectare, impactada pela seca nos Campos Gerais. A expectativa para 2025 é de 4,4 toneladas por hectare, desde que não ocorram eventos climáticos adversos como seca prolongada, geadas tardias ou excesso de chuvas durante a colheita.

Embora alguns produtores iniciem a colheita em agosto, a intensificação dos trabalhos está prevista apenas a partir de outubro.





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