terça-feira, maio 12, 2026

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Milho recua na B3 e em Chicago



Na B3, os principais vencimentos registraram recuos



Na B3, os principais vencimentos registraram recuos
Na B3, os principais vencimentos registraram recuos – Foto: Divulgação

Segundo análise da TF Agroeconômica, os contratos futuros de milho encerraram esta segunda-feira (29) em baixa tanto na B3 quanto na Bolsa de Chicago (CBOT), pressionados por fatores internos e externos. A desvalorização acompanha a renovação das mínimas em Chicago, impulsionada por uma safra robusta nos EUA e o avanço da colheita no Brasil, o que torna o milho americano mais competitivo no mercado global.

Na B3, os principais vencimentos registraram recuos: o contrato para setembro/25 fechou em R\$ 65,05, queda de R\$ 0,59 no dia; novembro/25 caiu para R\$ 68,22, baixa de R\$ 0,36; e janeiro/26 recuou para R\$ 71,91, uma redução de R\$ 0,21. No físico, o indicador do milho ESALQ/BM\&FBovespa (Campinas-SP) mostra leve recuperação nos últimos dias, mas ainda acumula perdas em julho. O Cepea destaca que, enquanto regiões com colheita atrasada sustentam preços com menor oferta, áreas como o Centro-Oeste pressionam as cotações com maior disponibilidade do grão. O aumento no custo do frete também atua como fator de suporte pontual.

Já em Chicago, os contratos caíram mesmo diante de dados positivos de demanda. A referência de setembro fechou em US\$ 3,9375 por bushel, com queda de 1,44%, enquanto dezembro recuou 1,19%, para US\$ 4,14. Apesar das vendas extras no dia — somando 450 mil toneladas — e de exportações semanais 54% superiores à anterior, o mercado seguiu pressionado pelo cenário de ampla oferta e expectativa de menor demanda no médio prazo. Além disso, o Secex apontou que o Brasil exportou, até o momento, apenas 42,8% do volume embarcado em julho de 2023. Embora o ritmo esteja melhorando, as projeções indicam que os embarques só devem ganhar força efetiva em agosto.





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Preço do milho recua mais de 40% em Mato Grosso, mas demanda evita queda maior



Mercado do milho em Mato Grosso atravessa um período de forte pressão




Foto: Nadia Borges

O mercado do milho em Mato Grosso atravessa um período de forte pressão nos preços. Nos últimos três meses, o valor do grão disponível no estado acumulou uma retração de 41,03%, de acordo com o boletim informativo mais recente do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). A expectativa de uma produção mais robusta para a safra 2024/25 tem sido o principal fator para essa tendência de baixa nas cotações.

Segundo informações do boletim do Imea, apesar da forte queda, o preço do cereal tem se mantido acima dos R$ 40,00 por saca, sustentado pela demanda interna. O consumo dentro do estado tem servido como um importante colchão de amortecimento, evitando que os preços desabem ainda mais no curto prazo.

Em uma análise comparativa entre as semanas de 21 a 25 de julho de 2025 e o mesmo período do ano anterior, os preços do milho em Mato Grosso registraram alta de 3,43%. O incremento anual é atribuído à maior antecipação nas vendas da safra 2024/25 em relação ao ciclo anterior. Outro fator que impactou o mercado foi o atraso na colheita atual, que escalonou a entrada do grão nos armazéns e reduziu a pressão imediata sobre os preços.

Além dos fatores regionais, o cenário internacional também exerce influência direta sobre as cotações do milho no Brasil. As oscilações nas bolsas de Chicago e as variações cambiais do dólar seguem como importantes balizadores do mercado interno, interferindo diretamente no poder de barganha dos produtores e nas margens de comercialização.

Com o avanço da colheita e a confirmação das estimativas de produção, o mercado segue atento à evolução da oferta e demanda, tanto no cenário doméstico quanto no internacional. O comportamento da moeda americana e os rumos do consumo interno continuarão sendo fatores determinantes para a formação dos preços nos próximos meses.

 

 

 





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Milho inicia semana assim como terminou


Oferta restrita e dependência de milho externo se mantêm no Rio Grande do Sul, segundo informações da TF Agroeconômica. “O milho remanescente é destinado principalmente a granjas de ovos e ao consumo doméstico. As indicações de compra estão em R$ 65,00/saca em Santa Rosa e Ijuí, R$ 66,00 em Não Me Toque, R$ 67,00 em Marau, Gaurama e Seberi e R$ 68,00 em Arroio do Meio, Lajeado e Montenegro. As pedidas dos vendedores para agosto variam de R$ 66,00 a R$ 70,00/saca”, comenta.

Colheita satisfatória, mas sem muitas oportunidades para vender a um bom preço. “Em Campos Novos, os pedidos variam de R$ 83,00 a R$ 85,00/saca, enquanto as ofertas das indústrias não passam de R$ 75,00. No Planalto Norte, as pedidas giram em torno de R$ 80,00, mas o comprador ainda se limita aos R$ 75,00. A escassez de negócios e a margem apertada levam o produtor a recuar nos investimentos para a próxima safra”, comenta.

A boa produtividade ainda não impulsionou o mercado do Paraná. “O mercado de milho no Paraná permanece com baixa liquidez e forte impasse entre compradores e vendedores. Os produtores pedem, em média, R$ 76,00/saca FOB, com casos de até R$ 80,00, enquanto o setor de rações oferece R$ 73,00 CIF, travando as negociações e impedindo uma retomada mais firme nas vendas”, indica.

Mercado lento e baixa liquidez ainda marcam o cenário no Mato Grosso do Sul. “O mercado de milho no Mato Grosso do Sul segue praticamente parado, com liquidez muito baixa, mesmo após pequenas valorizações em algumas praças. Em Dourados, por exemplo, houve ajuste positivo nos últimos dias, mas a movimentação comercial ainda é tímida. A retração de vendedores e compradores continua impedindo avanços nas negociações”, conclui.

 





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Preços do trigo no Sul mantêm-se estáveis


O mercado de trigo no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná apresenta um cenário de estabilidade, com chuvas adequadas no estado gaúcho e negociações concentradas em volumes específicos, segundo análise da TF Agroeconômica. No Rio Grande do Sul, as chuvas retornaram com acumulados entre 30 mm e 130 mm, sem relatos de danos às lavouras, o que mantém as expectativas para a safra local. O mercado segue lento, com compras pontuais principalmente para embarques em agosto e setembro, e preços indicativos variando conforme a qualidade e localização, chegando a R$ 1.380,00 para trigos competitivos no interior e cerca de R$ 1.300,00 para negócios pontuais com entregas próximas.

No âmbito da exportação, foram negociadas cerca de 8.000 toneladas para dezembro a preços em torno de R$ 1.300,00 por tonelada, com a opção do vendedor de entregar trigo de qualidade inferior, destinado à ração, com deságio de 20%. Os moinhos locais continuam operando com baixa moagem e margens reduzidas, mantendo a demanda contida até a chegada da nova safra. Já em Santa Catarina, o mercado permanece estável, com os moinhos consumindo estoques e comprando apenas para reposição. A oferta de trigo gaúcho ainda pressiona os preços, que se mantêm entre R$ 1.330,00 e R$ 1.360,00 FOB, mais frete e ICMS.

A safra nova ainda não apresenta indicativos claros, mas há relatos de queda significativa na venda de sementes, estimada em 20% a menos em relação ao ano anterior, reflexo da redução prevista pela CONAB de 6,3% na produção estadual, apesar do aumento de área plantada. Em Santa Catarina, os preços pagos aos agricultores permanecem estáveis, girando em torno de R$ 70,00 a R$ 79,00 por saca, dependendo da região.

No Paraná, o trigo importado sofre aumento de preço de R$ 10,00 por tonelada devido à valorização do dólar, com preços no moinho chegando a R$ 1.450,00 CIF para lotes de excelente qualidade. Apesar disso, o mercado local não apresenta grande movimentação, com oferta maior do que se esperava após algumas perdas previstas. Um novo navio de trigo importado está a caminho do porto de Paranaguá, mantendo a pressão sobre os preços locais, que têm ofertas em torno de R$ 272,00 por saca. Os preços pagos aos produtores na região recuaram ligeiramente 0,16%, para R$ 77,07 por saca, enquanto o custo de produção caiu, elevando a margem média de lucro para cerca de 5,7%.

 





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Lula deve vetar trechos do PL do Licenciamento Ambiental, diz Marina



A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, disse, nesta terça-feira (29), que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve vetar alguns trechos do Projeto de Lei (PL) 2.159/21, que trata das regras do licenciamento ambiental.

Segundo a ministra, a decisão do governo é “preservar o licenciamento ambiental”.

“Já existe uma decisão, a de que é preciso preservar o licenciamento ambiental brasileiro, de que é necessário não demolir uma das principais ferramentas de proteção ambiental no Brasil, de não se criar uma situação de insegurança jurídica generalizada, de que é necessário que se respeitem as leis existentes. Muitas delas nem podem ser alteradas da forma que foi proposto”, afirmou Marina.

Para ela, a eventual sanção do projeto representará uma “demolição” da legislação ambiental brasileira.

Medida para substituir

Durante evento de comemoração de um ano da Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo, em Brasília, a ministra afirmou que o governo estuda uma medida para substituir as mudanças na legislação, mas não esclareceu se a proposta será encaminhada por uma medida provisória ou um projeto de lei.

“Não basta vetar. É preciso vetar e ter algo para colocar no lugar. Não está sendo vista apenas a questão do veto, mas como reparar adequadamente aquilo que porventura venha a ser mudado”, disse a ministra.

Enviado para sanção presidencial, o projeto de lei prevê a simplificação dos trâmites processuais, com a criação de novos tipos de licenças ambientais, e a redução dos prazos de análise. O presidente Lula tem até o próximo dia 8 para sancionar ou vetar o texto final que a Câmara dos Deputados aprovou no último dia 17.

Marina informou que equipes da do MMA, da Casa Civil e do Ministério de Relações Institucionais estão analisando as mudanças no texto, que deve ser encaminhado em breve para o presidente. O olhar recai sobre a proposta como um todo, não apenas as alterações aprovadas pelos deputados.

“O presidente vai ter as informações na sua mesa para que possamos decidir”, resumiu. “A estratégia do governo é: tendo claro que não basta vetar, é preciso colocar algo no lugar, e isso tem a ver com as alternativas facultadas ao Poder Executivo, ou você faz essa reparação por projeto de lei ou MP”, concluiu.

Política Nacional

A Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo foi instituída pela Lei nº 14.944, sancionada pelo presidente Lula em 31 de julho de 2024. A proposta estabelece princípios, objetivos e instrumentos para o uso do fogo de forma segura e sustentável, considerando os conhecimentos tradicionais e científicos.

Além disso, a lei cria uma nova forma de governança do fogo, compatível com o desafio imposto pela mudança do clima. Cabe ao governo federal coordenar ações entre os governos estaduais e municipais, sociedade civil, comunidades tradicionais e setor privado na gestão do fogo, definindo diretrizes para a atuação da cada um desses atores de maneira dialogada e integrada.



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Haddad diz que pode haver conversa entre Lula e Trump sobre tarifas



O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou, nesta terça-feira (29), em Brasília, que pode haver uma conversa entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump para tratar das tarifas impostas pelos Estados Unidos aos produtos brasileiros exportados para aquele país.

Segundo ele, não há obstrução dos canais de diálogo entre os negociadores das duas nações, entretanto, esse contato direto entre os chefes de Estado exige uma preparação protocolar mínima.

“É papel nosso, dos ministros, justamente azeitar os canais para que a conversa, quando ocorrer, seja a mais dignificante e edificante possível”, disse Haddad sobre o trabalho que vem sendo feito por ele; pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, que está nos Estados Unidos; e pelo vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, que também vem dialogando com o setor produtivo.

“Tem que haver uma preparação antes para que seja uma coisa respeitosa, para que os dois povos se sintam valorizados à mesa de negociação, não haja um sentimento de viralatismo, de subordinação”, acrescentou, ao criticar as pressões da oposição para que haja pressa nas decisões.

“[Temos que] virar um pouquinho a página da subserviência e, com muita humildade, nos colocar à mesa, mas respeitando os valores do nosso país”, disse o ministro em conversa com jornalistas no Ministério da Fazenda.

Um grupo de oito senadores brasileiros também está em Washington, capital do país norte-americano, para tentar abrir um canal de diálogo com congressistas estadunidenses e discutir soluções para o tarifaço.

No último dia 9 de julho, o presidente dos Estados Unidos enviou uma carta a Lula anunciando a imposição da tarifa de 50% sobre todos os produtos brasileiros a partir do dia 1º de agosto.

“Há sinais de interesse”

Para Haddad já há “algum sinal de interesse” e “sensibilidade” de autoridades dos Estados Unidos para conversar.

“Alguns empresários estão fazendo chegar ao nosso conhecimento que estão encontrando maior abertura lá, não sei se vai dar tempo até dia 1º”, avaliou o ministro, afirmando que não está fixado na data e que as negociações vão continuar mesmo com a entrada em vigor das tarifas.

“Estão ficando mais claros, agora, os pontos de vista do Brasil em relação a alguns temas que não eram de fácil compreensão por parte deles. A relação sempre foi amistosa entre os países, então não há razão nenhuma para que isso mude, deixar que temas alheios ao governo brasileiro sejam motivo para o recrudescimento, assim, de tensões”, afirmou o ministro da Fazenda.

O ministro contou, ainda, que o vice-presidente Geraldo Alckmin tem feito “um esforço monumental” em suas conversas com o secretário de Comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick. “Ontem mesmo houve uma conversa mais longa, terceira e mais longa conversa que tiveram”, observou.

O foco do governo brasileiro, segundo Haddad, é que eles se manifestem oficialmente para que possa ser mapeado o que, de fato, está em jogo e para que os negociadores encontrem uma solução, considerando o que é importante para os dois países.

Plano de contingenciamento

Enquanto isso, já está na mesa do presidente Lula o plano de contingenciamento para ajudar empresas afetadas pelo tarifaço. O documento foi formulado pelos ministérios da Fazenda; do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços; das Relações Exteriores; e pela Casa Civil.

Vários cenários foram apresentados e, segundo o ministro Haddad, Lula tomará a decisão sobre “a escala, o montante, a oportunidade, a conveniência e a data” do pode ser colocado em vigor. Um dos cenários inclui um programa de manutenção do emprego com o mesmo propósito do que vigorou durante a pandemia de covid-19.

“Eu não sei qual é o cenário que o presidente vai optar”, afirmou o ministro da Fazenda, sem adiantar as medidas.

“O Brasil vai estar preparado para cuidar das suas empresas, dos seus trabalhadores e, ao mesmo tempo, se manter permanentemente numa mesa de negociação, buscando racionalidade, buscando respeito mútuo e estreitamento das relações”, completou o ministro.



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Preços do boi gordo no Brasil hoje: acompanhe as cotações



O mercado físico do boi gordo apresenta predominante acomodação em seus preços. Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Iglesias, o ambiente de negócios aponta para um perfil mais lateralizado, em que as indústrias não têm tanta capacidade para exercer pressão sobre os pecuaristas.

“Rumores em torno das negociações com os Estados Unidos ainda permeiam o mercado, com discussões sobre isenção de tarifas para determinados produtos. Outra informação é que os importadores se mostram dispostos a honrar os contratos já firmados, arcando com o ônus do adicional tarifário. Esse ambiente sugere por volume de exportação para os Estados Unidos até meados de setembro”, disse.

  • São Paulo: R$ 295,37 — R$ 294,78
  • Goiás: R$ 275,89 — R$ 276,43
  • Minas Gerais: R$ 285,88 — R$ 285,29
  • Mato Grosso do Sul: R$ 295,57 — R$ 294,66
  • Mato Grosso: R$ 290,20 — R$ 290,14

Mercado atacadista

O atacado se depara com preços acomodados para a carne bovina. Segundo Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere por alguma recuperação dos preços no decorrer da primeira quinzena de agosto, período pautado por maior apelo ao consumo.

“Vale destacar que esse movimento será limitado pela maior competitividade das proteínas concorrentes, em especial da carne de frango”, pontuou Iglesias.

O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 21,40 por quilo, o dianteiro a R$ 17,50 e a ponta de agulha é cotada a R$ 17 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,39%, sendo negociado a R$ 5,5700 para venda e a R$ 5,5680 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5588 e a máxima de R$ 5,6043.



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Eliminação de soqueira é estratégia eficaz contra pragas



O método químico envolve a aplicação de herbicidas



O método químico envolve a aplicação de herbicidas
O método químico envolve a aplicação de herbicidas – Foto: Pixabay

A remoção das soqueiras de cana-de-açúcar, restos das plantas após a colheita, é uma prática essencial para a renovação do canavial e o controle de pragas, como o Sphenophorus levis, conhecido como bicudo-da-cana. Segundo Bruno Ferreira, consultor técnico de vendas, a eliminação pode ser feita por métodos químicos, mecânicos ou pela combinação de ambos, dependendo das condições da lavoura e dos objetivos do produtor.

O método químico envolve a aplicação de herbicidas para enfraquecer ou eliminar os tocos remanescentes. No entanto, essa abordagem, quando usada isoladamente, costuma ter eficácia limitada. Por isso, é comum associá-la à eliminação mecânica, que promove a remoção física das soqueiras por meio de implementos agrícolas. Entre os equipamentos disponíveis, destacam-se os eliminadores com acionamento por cardan e os modelos hidráulicos, que oferecem menor desgaste, maior eficiência e reduzem a necessidade de manutenção.

O período ideal para a realização dessa prática também deve ser considerado. Ferreira destaca que a época seca é mais favorável ao uso dos eliminadores mecânicos, pois as condições do solo melhoram o desempenho dos equipamentos. Já durante a reforma dos canaviais, é possível integrar os métodos conforme a estratégia de manejo adotada.

Mais do que uma etapa operacional, a eliminação da soqueira é um investimento em produtividade. Ao reduzir a infestação de pragas e preparar o solo para novas plantações, a prática contribui para a longevidade dos canaviais, otimiza os recursos da propriedade e garante melhores resultados ao longo dos ciclos produtivos.

 





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Pecuária lucrativa: as 15 fazendas top rentáveis da safra 2024/2025


Pecuaristas, a busca por alta performance na pecuária brasileira tem um novo patamar de excelência! O programa Fazenda Nota 10, maior projeto de gestão e comparação de resultados da pecuária no Brasil, acaba de revelar o ranking das 15 fazendas mais rentáveis da safra 2024/2025. Assista ao vídeo abaixo e confira quais são as propriedades.

Essa lista destaca propriedades que demonstraram excelência em gestão e resultados, provando que a disciplina e o foco em números transformam a lucratividade no campo.

Nesta terça-feira (29), o programa Giro do Boi, do Canal Rural, trouxe Antônio Chaker, diretor do Instituto Inttegra, e Rodrigo Gennari, líder de projetos do Fazenda Nota 10, para o lançamento oficial da safra 2025/2026 e a apresentação dos resultados que inspiram todo o setor.

Revelações da safra anterior e o poder da gestão

Antes de mergulhar no ranking, o programa celebrou a Fazenda Recanto, de Antônio Zini, localizada em Paranaíta, no estado de Mato Grosso.

A propriedade foi reconhecida como a “Fazenda Revelação” da safra. Mesmo ingressando recentemente no programa, a Fazenda Recanto cumpriu todos os quesitos de disciplina, lançamentos de dados, módulos de saúde e bem-estar animal, e o protocolo GHG (Gases de Efeito Estufa), mostrando que o engajamento desde o início pode levar uma fazenda ao topo dos resultados.

Antônio Chaker enfatiza que “quem se compara, evolui”. Ver outras fazendas atingindo retornos de 9% sobre o valor da terra, resultados antes considerados impensáveis, gera uma nova perspectiva e direciona o caminho para o sucesso.

A fazenda que começa a fazer gestão profissional não volta atrás; “é foguete que não dá ré, só sobe”, destacou Chaker, ilustrando o impacto transformador da gestão.

As 15 fazendas mais rentáveis da safra 2024/2025

Confira as propriedades que se destacaram no ranking das top 15 na última safra do Fazenda Nota 10:

A Fazenda Olhos D’Água, de Aquidauana, no estado de Mato Grosso do Sul, conquistou o primeiro lugar geral, consolidando-se como o grande destaque da safra.

O ranking demonstra a forte presença de propriedades dos estados de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso na vanguarda da produtividade, com a inclusão notável de uma fazenda do estado de Minas Gerais, e exemplos do Tocantins e do Rio de Janeiro, mostrando a abrangência do sucesso da gestão.

Reconhecimento e incentivo à gestão

As fazendas que se classificaram entre as Top 10 do ranking serão beneficiadas com a isenção da mensalidade na próxima safra, um grande incentivo para que mantenham o alto nível de gestão e produtividade.

Antônio Chaker e Rodrigo Gennari reforçam que essa conquista é fruto de muito trabalho e serviço bem feito, e que os troféus estão a caminho das propriedades, para celebrar esse reconhecimento.

O programa Fazenda Nota 10 continua de portas abertas para novos pecuaristas, oferecendo condições especiais para quem quer transformar sua gestão, como a primeira mensalidade grátis, aplicativo gratuito para acompanhamento de dados e um livro autografado de Antônio Chaker.

Essa iniciativa reafirma que a gestão profissional é um caminho sem volta para o sucesso e a lucratividade na pecuária brasileira. Essa iniciativa reafirma que a gestão é um caminho sem volta para o sucesso na pecuária. Quer fazer parte do Fazenda Nota 10? Clique e entre em contato!



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Batata/Cepea: Menor demanda pressiona cotações em SP; geada pode impactar oferta


 Levantamentos da equipe Hortifrúti/Cepea mostram que o preço médio da batata tipo ágata especial no atacado de São Paulo foi de R$ 63/sc na última semana, queda de 16,3% em relação à anterior; nos atacados de Belo Horizonte e do Rio de Janeiro, as médias permaneceram estáveis no período, em R$ 57/sc e R$ 63/sc, nesta ordem. Segundo pesquisadores do Hortifrúti/Cepea, chuvas principalmente nas regiões Sul e Sudeste reduziram o ritmo de colheita, resultando em menor oferta. A demanda por batatas também diminuiu, devido ao final do mês, quando normalmente o poder aquisitivo da população é menor, pressionando as cotações e/ou limitando as altas de preços do tubérculo. Ainda conforme o Centro de Pesquisas, devido às geadas ocorridas na última semana, pode haver uma desaceleração da oferta, a depender da intensidade dos danos nas lavouras. 

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