segunda-feira, maio 11, 2026

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lentidão no mercado reduz o poder de compra do avicultor



O poder de compra do avicultor de postura paulista frente aos principais insumos consumidos na atividade (milho e farelo de soja) diminuiu em julho. É isso o que apontam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). 

Segundo o Centro de Pesquisas, esse cenário se deve à queda mais acentuada nos preços dos ovos em comparação aos do cereal e do derivado da oleaginosa. 

Pesquisadores explicam que a retração na demanda pela proteína observada ao longo do mês, típica do período de férias escolares, pressionou fortemente as cotações.

Em Bastos (SP), o preço médio dos ovos brancos tipo extra, a retirar (FOB) foi de R$ 149,48/caixa com 30 dúzias em julho (até o dia 30). A redução é de  9,1% no comparativo com o mês de junho. 

Para os ovos vermelhos, a média de R$ 165,76/cx na região paulista caiu expressivos 10,3%, ainda conforme levantamentos do Cepea.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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cotações caem, mas ainda superam o comparativo anual



Os preços médios da carne de frango caíram em julho pelo terceiro mês consecutivo. É isso o que apontam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados de Economia Aplicada (Cepea). 

Apesar disso, o movimento de baixa foi o menos intenso desde a desde as restrições impostas após a detecção do caso de Influenza Aviária  em maio.

Além disso, o centro de pesquisas aponta que as cotações da carne no último mês superaram as registradas em julho/24, em termos reais. Para o vivo, houve aumentos de preços tanto no comparativo mensal quanto anual. 

De acordo com colaboradores consultados pelo Cepea, essa valorização está atrelada à retomada gradual das exportações por parte de importantes parceiros comerciais do Brasil, como África do Sul, Emirados Árabes Unidos, Filipinas, Hong Kong e Vietnã.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Trump anuncia taxas de 35% para Canadá e de 39% para Suíça



Segundo esse documento, foi listada uma elevação nas tarifas de importação, variando de 10% a 41%, para 69 parceiros comerciais, com início em sete dias. Alguns países conseguiram negociar acordos para reduzir tarifas, mas outros não tiveram oportunidade de negociar com a administração Trump.

Produtos de todos os outros países que não constam na lista serão taxados com uma tarifa de importação de 10% pelos EUA, embora Trump já tenha sugerido anteriormente que essa alíquota poderia ser ainda maior. O governo americano também afirmou que mais acordos comerciais estão em negociação, numa tentativa de fechar déficits comerciais e fortalecer a indústria nacional.

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Segundo o texto da ordem executiva, alguns parceiros negociaram, mas apresentaram propostas insuficientes para corrigir os desequilíbrios na relação comercial ou para se alinharem aos interesses dos EUA em temas econômicos e de segurança nacional.

Outros detalhes ainda serão anunciados, como os critérios relacionados às “regras de origem” que determinarão quais produtos podem ser alvo de tarifas ainda mais elevadas.

O primeiro-ministro canadense, Mark Carney, manifestou desapontamento com a decisão de Trump e prometeu tomar medidas para proteger os empregos no Canadá e diversificar os mercados de exportação do país. Ele afirmou, em publicação na rede social X (antigo Twitter), que o governo canadense permanece disposto a negociar com os EUA, mas está focado em fortalecer o Canadá a partir do que está sob seu controle.

O México conseguiu uma prorrogação de seu acordo comercial vigente enquanto as negociações continuam, evitando, por ora, uma tarifa de 30% sobre a maioria dos produtos mexicanos não automotivos e não metálicos que estejam em conformidade com o Acordo Estados Unidos-México-Canadá (USMCA).

Já as mercadorias da Índia tendem a ser taxadas em 25%, pois as negociações travaram em razão do acesso dos EUA ao setor agrícola indiano, o que levou Trump a ameaçar taxar ainda mais, inclusive sugerindo uma penalidade não especificada relacionada às compras de petróleo russo pela Índia. Embora as conversas continuem, o governo indiano prometeu defender seu setor agrícola, intensivo em mão de obra.



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AgroNewsPolítica & Agro

Cevada tem bom desempenho após chuvas



Aplicação de fertilizantes segue em ritmo normal




Foto: Canva

As chuvas registradas nos dias 26 e 27 de julho favoreceram o avanço do ciclo da cevada no Rio Grande do Sul, segundo informou a Emater/RS-Ascar no Informativo Conjuntural divulgado na quinta-feira (31). De acordo com o boletim, as precipitações contribuíram para a transição entre as fases vegetativa e reprodutiva das lavouras e promoveram maior uniformidade no desenvolvimento das plantas.

A entidade destacou que a reposição da umidade no solo beneficiou o perfilhamento e a emissão de colmos, mantendo o potencial produtivo da cultura. Além disso, a melhora nas condições hídricas viabilizou a continuidade das práticas de manejo, como a aplicação de fertilizantes nitrogenados e potássicos em cobertura.

Na região administrativa de Erechim, a cultura encontra-se em desenvolvimento vegetativo, com condições fitossanitárias consideradas apropriadas. A produtividade projetada é de 3.600 quilos por hectare.

Na região de Ijuí, a cultura avança para a fase de elongação do colmo. As lavouras apresentam bom desenvolvimento, com emissão de perfilhos e estande uniforme. A sanidade das plantas segue satisfatória.





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Tarifaço exclui 44,6% das exportações do Brasil para EUA



O tarifaço de 50% imposto pelo governo de Donald Trump exclui 44,6% das exportações brasileiras em valores para os Estados Unidos, divulgou nesta quarta-feira (31) o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic). A pasta calculou o impacto da lista com cerca de 700 exceções para produtos que ficaram fora da sobretaxação.

Esses 700 itens, entre os quais aviões, celulose, suco de laranja, petróleo e minério de ferro, continuarão a pagar a tarifa de até 10% definida em abril. Segundo a pasta, as medidas anunciadas na quarta-feira (30) incidirão apenas sobre 35,9% das exportações brasileiras para os Estados Unidos.

Há ainda 19,5% das vendas sujeitas a tarifas específicas, adotadas pelo governo de Donald Trump com base em argumentos de segurança nacional. Entre esses produtos, estão as autopeças e automóveis de todos os países, que pagam 25% para entrarem nos Estados Unidos desde maio.

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O aço, alumínio e cobre pagam alíquota de 50%, mas, segundo o levantamento do Mdic, estão dentro dos 19,5% porque as tarifas foram definidas com base nos argumentos de segurança nacional em fevereiro, com entrada em vigor em março.

De acordo com o Mdic, 64,1% das exportações brasileiras continuam concorrendo em condições semelhantes com produtos de outros países no mercado estadunidense. Esse percentual é a soma dos 44,6% de vendas excluídas do tarifaço e dos 19,5% de exportações com tarifas específicas.

Segundo a Secretaria de Comércio Exterior do Mdic, o levantamento é preliminar e foi elaborado com base nas exportações brasileiras para os Estados Unidos em 2024. O governo brasileiro espera alguns esclarecimentos sobre se algumas especificações de produtos estão fora da lista de exceções.

A pasta esclareceu que os produtos em trânsito para os Estados Unidos não serão afetados pelas tarifas adicionais. A decisão, emitida na quinta-feira (30), excluiu da elevação da tarifa mercadorias que tenham sido embarcadas no Brasil até sete dias após a data da ordem executiva, observadas as condições previstas.



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Esperança, alívio e dúvida: setores de suco de laranja, pescado, frutas e madeira reagem ao tarifaço



Após semanas de expectativa sobre a implementação da tarifa de 50% sobre exportações brasileiras pelos EUA, Donald Trump assinou na última quarta-feira (30), uma Ordem Executiva que determina que a taxação passe a vigorar no dia 6 agosto. No entanto, a medida veio com uma lista com quase 700 exceções.

Para alguns setores, que escaparam do chamado tarifaço, a sensação foi de alívio. É o caso o suco de laranja, por exemplo. Segundo o diretor-executivo da Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos (CitrusBR), Ibiapaba Netto, a medida impede um impacto bilionário sobre as exportações brasileiras, estimado em R$ 3,6 bilhões.

“É uma relação de interdependência. Essa concessão foi feita pelo governo americano para proteger as empresas locais, que dependem do nosso produto. Não foi um benefício ao Brasil, mas aceitamos essa carona com muito alívio”, afirmou Netto.

Já o setor do pescado vê a situação com preocupação, pois 90% das exportações de tilapia vão para os EUA.

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“Os pescados e, em especial, a tilápia, não foram incluídos na lista dos produtos que ficaram excluídos da taxa de 50%. A entrada em vigor da nova taxação será dia 6 de agosto e até lá nós continuaremos a embarcar filé fresco de tilápia via aérea. Nós continuamos conversando com os parceiros americanos para inclusão da tilápia, mas acreditamos ser fundamental o início das negociações do presidente Lula com o presidente Trump. Os Estados Unidos são o maior importador de filé de tilápia do mundo e, neste momento, não tem outro país para suprir a demanda de filé fresco. O maior fornecedor de filé congelado para os Estados Unidos é a China, assim, a negociação do governo americano com a China será crucial para o nosso negócio”, diz em nota a Associação Brasileira de Pisicultura (Peixe Br).

Esperança e cautela marcam o posicionamento da Associação Brasileira de Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas) que tem no país comandado por Trump um dos seu maiores compradores de frutas, como a manga. Em nota, a entidade diz que acompanha as negociações entre Brasil e EUA e espera uma solução para o impasse.

“A Associação Brasileira de Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas) seguirá acompanhado as negociações entre os governos dos dois países com a expectativa de um acordo que mantenha o mercado americano atrativo para as frutas brasileiras. A associação também continua apoiando os seus associados na interlocução com os importadores americanos e com o governo brasileiro na busca de medidas que possam mitigar prejuízos.”

Dúvida

O extenso documento que determina o tarifaço e a lista de exceções deixou margem para dúvidas em alguns setores. Para a Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente (Abimci), que viu algumas empresas do setor decretar férias coletivas e até promover demissões, entende que tarifa extra incidirá sobre os produtos, no entanto fala em “análise criteriosa” sobre a situação.

“A Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente (Abimci) informa que, conforme análise preliminar, a maioria dos produtos do setor, em especial os provenientes de florestas plantadas, não foram incluídos na lista de exceções divulgada no Anexo I da medida. Dessa forma, entendemos que a tarifa adicional de 40% incidirá sobre as alíquotas recíprocas já vigentes de 10%”

Em outro trecho da nota, a Abimci diz que aguarda mais esclarecimentos das autoriadades americanas sobre as isenções relacionadas ao setor da madeira.

“As interpretações aqui apresentadas são preliminares, uma vez que ainda aguardamos a publicação do guia de implementação pela Customs and Border Protection (CBP), órgão responsável pela aplicação das regras aduaneiras nos EUA, que deverá trazer esclarecimentos definitivos sobre os procedimentos tributários.”



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AgroNewsPolítica & Agro

Região do Mar Negro tem clima desfavorável


De acordo com o Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado nesta terça-feira (29) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), as condições climáticas variaram significativamente entre o norte e o sul da região ocidental da antiga União Soviética (FSU).

O relatório indica que “chuvas generalizadas nas áreas de cultivo do norte contrastaram com o tempo quente e seco das regiões adjacentes ao Mar Negro”. Uma frente estacionária dividiu as temperaturas próximas à média ao norte do calor persistente registrado no sul, onde as temperaturas atingiram entre 2°C e 4°C acima do normal.

Segundo o USDA, “ao longo e ao norte da frente, as chuvas moderadas a fortes, com volumes entre 10 e 75 milímetros, aumentaram os suprimentos de umidade para o enchimento de grãos de primavera e para as culturas reprodutivas de verão da Bielorrússia, norte da Ucrânia e centro-oeste da Rússia”. No entanto, no sul da Moldávia, no sul da Ucrânia e no Distrito Sul da Rússia, o clima choveu seco, com máximas semanais acima dos 30°C. A combinação entre altas temperaturas e seca de curto prazo eleva os níveis de estresse sobre os cultivos de milho, girassol e soja.

O boletim destacou ainda que, “de fato, o Índice de Saúde da Vegetação (VHI), obtido por satélite, manteve a tendência de queda acentuada no Krai de Krasnodar e em Rostov”, atingindo o sexto menor valor já registrado para os dados em ambos os locais desde 1986.

Na porção leste da FSU, uma baixa pressão atmosférica de deslocamento lenta manteve temperaturas abaixo da média no norte do Cazaquistão e em regiões adjacentes da Rússia central. Conforme a publicação, “as temperaturas chuva a ficar até 5°C abaixo do normal no Distrito da Sibéria”, o que favoreceu o trigo e a cevada em fase reprodutiva. As chuvas, apesar de distribuídas de forma irregular, beneficiaram principalmente os Distritos dos Urais, o centro-norte do Cazaquistão e o leste do Distrito da Sibéria.

Ainda segundo o boletim, “as condições gerais favoráveis de boas a excelentes para os grãos de primavera”, com o índice de saúde do cenário confirmando esse cenário. Por outro lado, nas regiões mais ao sul da Comunidade dos Estados Independentes, o tempo ensolarado e as temperaturas entre 3°C e 5°C acima do normal aceleraram o avanço do algodão até o estágio de cápsula aberta, em alguns casos entre 7 e 10 dias antes da média. As temperaturas médias semanais ultrapassam os 30°C, limites considerados de estresse térmico para a cultura do algodão.





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Confira estratégias para manter seu rebanho saudável na seca



A seca na pecuária é um desafio recorrente para os produtores rurais. Com a queda da qualidade e quantidade da pastagem, o risco de perda de peso do gado aumenta significativamente. Por isso, o planejamento antecipado é a chave para manter a produtividade e o bem-estar do rebanho.

Segundo a especialista Ana Virginia, esse planejamento deve começar com até um ano de antecedência, especialmente se a estratégia envolver produção de silagem ou preparo de lavouras.

Conhecer a fazenda e o rebanho é o primeiro passo

Antes de qualquer ação, o produtor precisa conhecer sua propriedade e seus animais. Isso inclui:

  • Avaliar a qualidade das forragens disponíveis
  • Mapear áreas com potencial para diferimento de pastagem
  • Identificar as exigências nutricionais por faixa etária do gado
  • Pesar os animais periodicamente para obter dados concretos

Sem essas informações, não há como tomar decisões precisas e adaptar o manejo de forma eficiente.

Estratégias de alimentação na seca

Quando o pasto seca e perde valor nutricional, é essencial pensar em alternativas. As principais estratégias incluem:

Diferimento de pastagem

Técnica simples e eficaz que consiste em reservar uma área de pasto no final das águas para ser usada exclusivamente durante a seca.

Silagem e volumosos

Produzir ou adquirir silagem de milho ou outras forragens ensiladas garante alimento de qualidade. Para isso, é necessário investir em lavoura, sementes, insumos e estrutura adequada o que exige planejamento de longo prazo.

Capineiras e cana-de-açúcar

Outra opção viável são as capineiras, como a cana, que devem ser cortadas diariamente. Contudo, é preciso avaliar se a fazenda possui mão de obra e equipamentos suficientes para o manejo diário.

Suplementação nutricional

Se o volumoso for insuficiente, entram em cena os suplementos:

  1. Suplementação proteica
  2. Proteica + energética, se necessário
  3. Rações completas, em último caso

Caso nenhuma das opções seja viável, reduzir a taxa de lotação pode ser a única saída o que reforça a importância de se planejar com antecedência.

Alternativas ao milho e à soja

Por serem insumos nobres, milho e soja costumam ter preços elevados. É possível substituir por alimentos mais acessíveis, de acordo com a região. Um exemplo citado é o feno de feijão, usado em algumas propriedades no Tocantins. A dica é: explore alternativas regionais para reduzir custos sem comprometer a qualidade nutricional.

Monitoramento e observação contínuos

A nutrição deve ser ajustada conforme o comportamento e o desempenho dos animais. A observação atenta do rebanho permite detectar:

  • Perda de peso ou apetite
  • Sinais na pelagem e na movimentação
  • Aumento na busca por alimento

Além disso, a pesagem regular é essencial para avaliar o sucesso das estratégias adotadas.

Equilíbrio nutricional por categoria animal

Cada fase da vida do gado tem exigências distintas. Por exemplo:

  • Vacas paridas exigem mais energia
  • Bezerros precisam de mais proteína
  • Animais em engorda demandam mais energia e menos proteína

Fornecer alimento de forma equilibrada evita desperdício e melhora o desempenho do rebanho. Os bovinos são seletivos e se autorregulam quando a dieta é bem planejada.

Quer saber mais? Acompanhe a entrevista completa com a especialista Ana Virgínia no programa A Protagonista, com apresentação de Jaque Silva, e veja dicas práticas para enfrentar a seca na pecuária com planejamento e eficiência.



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Agosto começa com menos frio e chuva forte; veja a previsão do tempo



Volta a ter chuva nesta sexta-feira (1) no Rio Grande do Sul, principalmente na faixa oeste, Campanha e sul do estado, na forma de pancadas de moderada a forte intensidade. A instabilidade é causada pela atuação de um cavado e pelo forte transporte de umidade vindo do Norte do Brasil. Já no norte gaúcho, em Santa Catarina e no Paraná, o tempo segue firme, sem previsão de chuva e com predomínio de sol. Outro destaque importante é para os ventos na faixa centro-oeste do Rio Grande do Sul, onde as rajadas podem soprar entre 51 e 70 km/h. No norte do Paraná, a atenção é para a umidade relativa do ar, que deve ficar abaixo dos 30% nos horários mais quentes do dia.

No Sudeste, o tempo permanece firme nos quatro estados. O destaque vai para o tempo seco durante os períodos mais quentes do dia, principalmente no interior de São Paulo e de Minas Gerais, onde a umidade relativa do ar pode cair abaixo de 30%. Na faixa noroeste paulista e no Triângulo Mineiro, os índices podem ser ainda mais críticos, chegando a menos de 20%. As temperaturas sobem gradualmente em comparação ao início da semana, reflexo da mudança na direção dos ventos e do afastamento do ar frio.

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Enquanto no Centro-Oeste, a sexta-feira também será marcada por tempo firme e ausência de chuva. A atenção fica para o ar seco, com umidade relativa do ar abaixo de 30% em praticamente toda a região. Em áreas do centro-norte do Mato Grosso do Sul, leste de Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal, os índices podem chegar a níveis críticos, abaixo de 20%. Há também previsão de ventos mais intensos no sudoeste do Mato Grosso do Sul, com rajadas entre 51 e 70 km/h.

Já no Nordeste, a instabilidade se concentra no litoral. A presença de uma frente fria na altura da Bahia estimula chuvas mais frequentes na faixa leste. O destaque é para o litoral norte da Bahia, incluindo a capital Salvador, e para o litoral de Sergipe, abrangendo Aracaju. Até o litoral do Rio Grande do Norte, as pancadas de chuva ocorrem de moderada a forte intensidade. Nas demais áreas litorâneas, a chuva é provocada pela circulação dos ventos do mar para o continente. No interior nordestino, o cenário segue de tempo seco, com umidade relativa do ar abaixo de 30% nos horários mais quentes do dia.

E na Região Norte, a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) mantém chuvas na forma de pancadas moderadas a fortes no centro-norte do Amazonas, em Roraima, no centro-norte do Pará e no Amapá. No restante da região, o tempo firme predomina. No sul do Pará e em Tocantins, a baixa umidade também chama atenção, com índices abaixo de 30% durante a tarde.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.



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Com apoio do ALI Rural, produtora de Barretos amplia a horta



A produtora Elaine Dias, da cidade de Barretos (SP), já acumula 12 anos de experiência no cultivo de hortaliças. No entanto, foi nos últimos seis meses que ela viu mudanças significativas acontecerem em sua horta. O motivo? Sua participação no projeto ALI Rural, do Sebrae.

“Muita coisa mudou por aqui, em questão de tanto do plantio, planejamento do plantio, como também planejamento financeiro”, afirma Elaine.

Além da gestão, o impacto também chegou nas vendas. Com orientação técnica e acompanhamento direto de um Agente Local de Inovação, ela conseguiu ampliar a produção e conquistar mais clientes. “O projeto ALI Rural veio para mudar mesmo, inclusive nós até ampliamos a nossa produção, também e melhoramos muito, graças ao projeto ALI Rural.”, destaca.

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp

O ALI Rural é uma iniciativa do Sebrae que leva inovação e ferramentas de gestão diretamente para o campo. A proposta é simples: apoiar pequenos produtores com soluções práticas e personalizadas, promovendo mais eficiência e resultados reais.

“Eu sou muito grata ao Sebrae pelo que eles fizeram por mim, pela atenção que deram, foi muito bom mesmo”, completa Elaine.

A trajetória da Horta Vitória mostra como o acesso ao conhecimento e à inovação pode transformar a agricultura familiar. Com apoio certo e orientação técnica, é possível crescer com sustentabilidade e segurança.

Veja como participar do ALI Rural

O programa do Sebrae-SP oferece 12 meses de acompanhamento técnico gratuito para impulsionar a inovação no campo, reduzir custos, melhorar a gestão e ampliar o acesso ao mercado.

Saiba mais e inscreva-se: https://contato.sebraesp.com.br/alirural



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