segunda-feira, maio 11, 2026

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Produção de tilápia brasileira se destaca no cenário internacional pela baixa emissão de carbono



A piscicultura brasileira vem ganhando destaque no cenário internacional pela sua qualidade produtiva, compromisso ambiental e impacto positivo na sociedade. Espécies como a tilápia e o tambaqui são cultivadas em sistemas eficientes e sustentáveis, em linha com as novas demandas do mercado.

Esse modelo produtivo coloca as duas espécies entre as proteínas animais que possuem menor pegada de carbono. Esse fator, aliado a outras características da atividade, consolidou o país como uma referência global em sustentabilidade na piscicultura, de acordo com a Peixe BR.

“A ração utilizada na criação de peixes no Brasil é majoritariamente composta por grãos, o que reduz a dependência de proteínas de origem animal marinha, normalmente oriundas da pesca. Isso contribui significativamente para a sustentabilidade”, enfatiza o presidente da Peixe BR, Francisco Medeiros.

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A tilápia, por ser originária da África, se adaptou às condições climáticas brasileiras em função da qualidade da água e da ração de origem vegetal – combinações que proporcionam um produto com qualidade superior. Já o tambaqui, nativo da Amazônia, é um exemplo de biodiversidade aliada à produção regionalizada e adaptada às condições naturais do Norte do país.

Além do impacto ambiental positivo, a piscicultura brasileira também avança em tecnologia e segurança alimentar. Conforme pontua Medeiros, a tilápia é hoje a espécie de peixe no Brasil que mais incorpora inovação tecnológica na cadeia de produção, com sistemas de controle sanitário, nutrição de precisão e rastreabilidade.

Respeito às legislações

Outro pilar importante da sustentabilidade do setor é a inspeção sanitária. O país conta com um dos serviços de fiscalização mais rigorosos do mundo, que garante a segurança do alimento do campo até o consumidor final. “É fundamental que todo peixe chegue ao mercado com inspeção adequada. Isso protege o consumidor, evita riscos sanitários e amplia a competitividade internacional do nosso produto”, reforça o presidente da Peixe BR.

Na avaliação de Medeiros, o Brasil conquistou a liderança mundial na produção de proteína exatamente por ter um serviço de inspeção sanitária moderno e competente. Atualmente, a produção de peixes cultivados no Brasil é regulada por uma das legislações ambientais mais exigentes do mundo, o que também contribui para uma reputação internacional de excelência e responsabilidade.

Junto ao compromisso ambiental, o setor possui um papel importante na esfera social, gerando milhares de empregos diretos e indiretos. “Sem dúvidas, a piscicultura é uma atividade essencial para o desenvolvimento econômico e social de pequenas comunidades, especialmente no interior do país. E lá fora esse trabalho na agenda sustentável está sendo fortemente reconhecido”, finaliza Medeiros.



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Calor extremo e frio intenso dividem o Brasil no início de agosto



Previsão também aponta para baixos índices de umidade




Foto: Canva

O primeiro fim de semana de agosto promete extremos de temperatura e tempo seco em diferentes regiões do país. Entre os dias 1º e 3 de agosto, o Brasil deverá enfrentar contrastes climáticos expressivos, com frio intenso previsto no Sul e calor escaldante em áreas do Norte, Centro-Oeste e interior do Nordeste. A previsão também aponta para baixos índices de umidade em grande parte do território nacional.

De acordo com informações divulgadas pelo Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), uma massa de ar frio vai avançar sobre a Região Sul, derrubando as temperaturas mínimas para abaixo de 8 °C. Estados como Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná deverão registrar manhãs geladas, especialmente nas áreas de serra. O frio também alcançará o estado de São Paulo e o sul de Minas Gerais, com mínimas previstas entre 3 °C e 6 °C em cidades como Monte Verde (MG) e Campos do Jordão (SP).

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Enquanto isso, o calor deverá predominar no Norte do país, com destaque para o Amazonas e o Pará. Em municípios como Manicoré (AM) e Redenção (PA), os termômetros podem ultrapassar os 40 °C no sábado. No Centro-Oeste, estados como Mato Grosso e Mato Grosso do Sul também deverão registrar temperaturas acima de 34 °C.

Além do calor, a baixa umidade relativa do ar será uma preocupação. Regiões do interior do Nordeste, Centro-Oeste e partes do Sudeste poderão registrar índices inferiores a 30%, aumentando o risco de queimadas e afetando a saúde da população e o desenvolvimento das lavouras.

A chuva deve se concentrar na Região Sul. No Rio Grande do Sul, os acumulados poderão superar os 80 mm em áreas do sudoeste e sudeste do estado. Também são esperados volumes significativos de precipitação no centro-leste do Paraná e de Santa Catarina, o que pode favorecer o abastecimento dos mananciais, mas exige atenção para o risco de alagamentos pontuais.





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Nutrição de bovinos deve combinar suplementação injetável e oral, diz médico-veterinário



A nutrição nas fases de cria e recria é decisiva para o desempenho produtivo na bovinocultura de corte e leite ao longo de toda a vida do animal.

O médico-veterinário e gerente de serviços bovinos da Ceva Saúde Animal, Marcos Malacco, chama atenção para o papel do intestimo, que figura como órgão mais importante à imunidade por ser o responsável pelo primeiro contato do gado com partículas estranhas da ração, como bactérias.

“Na parede do intestino, que chamamos de epitélio, existe uma série de células diferenciadas exatamente para receber e processar esses agentes externos e, então, levá-los ao sistema imune para ter o desenvolvimento da imunidade geral. Isso seria o que a gente chama de imunidade adaptativa.”

Por conta dessa importância, Malacco reforça que tais células do aparelho digestivo precisam estar muito bem preparadas nutricionalmente para conferir uma resposta à agressão dos patógenos.

Nutrição oral e injetável

Segundo ele, o pecuarista precisa estar sempre atento à qualidade da matéria-prima que está sendo usada tanto na nutrição oral, ou seja, a do cocho, quanto pela parenteral, a injetável.

“Então a dieta ou esses suplementos nutricionais devem ter uma formulação bastante equilibrada, com o número de aminoácidos essenciais necessários, que são dez, e são produzidos no organismo. Além disso, temos outros dez que a gente chama de não essenciais que são produzidos no nosso organismo a partir de outros aminoácidos ou outras substâncias”, detalha.

Assim, o médico-veterinário considera que o equilíbrio na formulação e a qualidade dos princípios ativos que estão sendo usados na ração ou no suplemento injetável são essenciais. “Também é importante adquiri-los em locais idôneos, conhecidos e consagrados na produção desses nutrientes.”

Custo-benefício

A respeito do custo-benefício da nutrição animal, Malacco acredita que um bom indicador é a taxa de sobrevivência dos bezerros.

“Podemos começar, por exemplo, com a nutrição injetável, a que tenha a formulação mais completa possível, contendo o maior número de aminoácóidos, pelo menos todos os dez essenciais. Isso vai começar a dar aquele choque, digamos assim, no organismo do bezerro. Então, a partir daí, complementamos com a nutrição via cocho”, ensina.

Em complemento a isso, o especialista da Ceva Saúde Animal lembra que a vaca também precisa estar saudável em metabólicos e nutricionais para poder trnasmitir um leite de alta qualidade e em quantidade suficiente para os bezerros.

Por fim, Malacco reforça que alguns períodos da vida do animal são ideais para a suplementação injetável, como a da primeira vacinação, entre os 60 e 120 dias de vida.



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O futuro da agricultura passa pela integração entre químicos e biológicos


A agricultura está vivenciando uma transformação. Após décadas em que os defensivos químicos foram protagonistas no manejo agronômico, oferecendo resultados e controle certeiros aos produtores, o setor passa a incorporar uma abordagem mais integrada, que alia produtividade à saúde do solo, à biodiversidade e à sustentabilidade.

Essa integração representa uma mudança de paradigma: não se trata de substituir tecnologias, mas de potencializar resultados por meio da complementaridade. A união entre o rigor científico dos químicos e a inteligência natural dos biológicos fortalece a resiliência dos sistemas produtivos, amplia a eficácia do manejo e contribui para uma agricultura mais duradoura e alinhada às demandas ambientais e sociais do presente.

Esse movimento ganha ainda mais relevância diante do crescimento expressivo do mercado de biológicos. De acordo com dados da CropLife, no Brasil, a adoção de bioinsumos cresceu 13% na safra 2024/2025, alcançando cerca de 156 milhões de hectares tratados, com taxa de uso quatro vezes superior à média global. Dentre esses dados, outro que chama atenção é que a combinação de produtos químicos e biológicos para proteção de cultivos cresceu 7% na safra 2023/2024. Enquanto a adoção de bioinsumos, nas mesmas áreas, aumentou 35% no mesmo período.

Leonardo Antolini, Gerente Regional de Marketing Estratégico Plant Health da FMC para o Brasil

É neste cenário que a FMC, empresa global de ciências para agricultura, reafirma seu compromisso de longo prazo com a inovação ao investir na combinação entre soluções químicas e biológicas. A companhia conta com um portfólio consolidado de soluções biológicas, como Presence® Full, Provilar®, Ataplan®, Quartzo®, Crop Evo® e Seed+Como® e os recentes lançamentos: os bioinseticidas Evedar® e Perovar®, e o biofungicida de solo Cablar®. Esses produtos foram desenvolvidos para atuar de forma sinérgica com os químicos, oferecendo proteção eficiente e ampliada às lavouras, além de benefícios ao solo e à biodiversidade.

A FMC investe 6% do faturamento global em pesquisa e desenvolvimento para oferecer um portfólio completo e com uma nova geração de biológicos, integrados aos químicos, além de serviços que ajudam as tomadas de decisões do produtor brasileiro: “Acreditamos que o futuro do campo passa por uma agricultura capaz de integrar tecnologias, conhecimentos e perspectivas. Ao combinar o que há de mais moderno em defensivos químicos com o potencial dos biológicos, estamos ampliando as possibilidades de manejo e ajudando a construir um modelo produtivo mais inteligente, resiliente e alinhado às exigências do campo”, destaca Leonardo Antolini, Gerente Regional de Marketing Estratégico Plant Health da FMC para o Brasil.

Inovações FMC

Em 2025, a FMC lançou três novas biosoluções no mercado: os bioinseticidas Perovar e Evedar e o biofungicida de solo Cablar.

Com sinergia biológica para máxima proteção, o Evedar traz proteção biológica avançada para a lavoura, combinando os fungos Beauveria bassiana e Metarhizium anisopliae em uma formulação inovadora. Oferece um controle efetivo contra pragas como, bicudo da cana-de-açúcar (Sphenophorus levis), mosca-branca (Bemisia tabaci biótipo B), ácaro-rajado (Tetranychus urticae), broca-do-café (Hypothenemus hampei), cigarrinha-das-pastagens (Deois flavopicta), percevejo-marrom (Euchistos heros) e Tripes (Frankliniella occidentalis).

Já o Perovar® combate as pragas onde elas começam. Com o fungo Metarhizium anisopliae isolado, o bioinseticida é ideal para aplicação em sulco. Sua eficácia no controle de pragas como cigarrinha da cana-de-açúcar (Mahanarva fimbriolata) e percevejo-castanho (Scaptocoris castânea) entrega proteção efetiva e de amplo espectro, preservando a saúde do solo e favorecendo o equilíbrio biológico. Resistente a condições adversas e compatível com diversos manejos, Perovar é a solução resiliente que protege as plantas no momento mais crítico do desenvolvimento, entregando resultados superiores no campo.

No portfólio de biofungicidas, o Cablar® é a força biológica que protege e regenera o solo. A tecnologia é formulada com uma potente combinação de duas cepas de Trichoderma (Trichoderma harzianum URM 8119 e Trichoderma asperellum URM 8120) e Bacillus amyloliquefaciens CCT 7901, projetados para estabelecer a microbiota regenerativa e atuar contra doenças do solo e da planta.

“Essas soluções são altamente eficazes e sustentáveis, com um elevado shelf life sem necessidade de refrigeração, garantindo praticidade no armazenamento e no uso”, diz o gerente. Leonardo ainda ressalta que o portfólio da FMC contribui para a sustentabilidade ao compromisso da companhia com a agricultura de baixo impacto ambiental. “Essas novas soluções fortalecerão ainda mais a produtividade e a saúde das lavouras de nossos parceiros, proporcionando um futuro mais seguro e rentável”.





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Agricultora de Itu ensina a preparar suco de pitaia refrescante



A nossa dica do produtor deste domingo (3), vem de Itu, interior de São Paulo. É de lá que Elaine Monteiro e o marido, Renato Brando, transformam o cultivo de pitaia em um negócio rentável e, detalhe, eles já exportam a fruta. Mas o casal também aproveita a produção excedente na própria cozinha.

Na propriedade, a fruta é base para diversas delícias, desde geleias até bolos. Uma das receitas preferidas da produtora é o suco de pitaia com limão, uma bebida refrescante, fácil de preparar.

Para a receita, a produtora usa uma pitaia inteira (polpa branca ou vermelha, conforme a variedade disponível). Ela recomenda não picar demais: basta cortar a fruta ao meio e retirar a polpa com uma colher. Todo o conteúdo vai direto para o liquidificador.

O segredo, segundo Elaine, está na combinação com o suco de dois limões, que realça a cor e o sabor. “Essa acidez ajuda a dar um gosto mais intenso ao suco”, explica. Depois, é só completar com um litro de água — medida que pode ser ajustada conforme o gosto ou o tamanho da fruta.

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O açúcar, segundo ela, é opcional. “Tem gente que prefere mais doce, outros menos, então cada um pode adequar como quiser”, orienta. Depois de bater tudo no liquidificador, o suco fica pronto para servir.

E aí, já pensou em experimentar essa receita aí na sua casa? Que tal preparar o suco de pitaia e contar pra gente como ficou? Acesse aqui o nosso WhatsApp e aqui nossas redes sociais.





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AgroNewsPolítica & Agro

Defensivos agrícolas podem movimentar mais de R$ 950 milhões no Paraná



Entre 30% e 35% dos defensivos destinados à próxima safra de verão já foram vendidos




Foto: Pixabay

O centro-oeste do Paraná apresenta uma demanda expressiva não atendida para a comercialização de defensivos agrícolas voltados às safras de verão 2025/2026 e safrinha 2026/2026. De acordo com levantamento realizado pela EEmovel Agro, entre 30% e 35% dos defensivos agrícolas destinados à próxima safra de verão já foram vendidos. No entanto, o volume negociado para a safrinha ainda é reduzido, variando entre 5% e 10%. A empresa destaca que, historicamente, a média de vendas nesse período costuma superar 80%.

A região, que reúne 153.215 propriedades e 361.550 produtores, conta com uma área plantada temporária estimada em 3,1 milhões de hectares. Apenas na cultura da soja, o potencial financeiro para aquisição de defensivos agrícolas ultrapassa R$ 953 milhões. Mesmo diante desse cenário, cerca de 2 milhões de hectares ainda não realizaram a compra dos insumos necessários para a próxima safra.

O diretor de operações agro da EEmovel Agro, Luiz Almeida, aponta que os produtores têm adiado as aquisições por receio de instabilidades nos preços. “O potencial da região, considerando o centro ocidental, noroeste e oeste paranaense, ainda é grande. São cerca de 70% da região que ainda não adquiriu defensivos agrícolas para a safra que se inicia nos próximos dias”, afirma. Segundo Almeida, fatores como o aumento dos custos de produção, a valorização do dólar, a redução da oferta global de insumos e os impactos de conflitos internacionais têm contribuído para a hesitação no fechamento de negócios.

O Departamento de Economia Rural (Deral), vinculado à Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), informou no boletim semanal de Condições de Tempo e Cultivo que a comercialização da soja segue em ritmo lento. Mesmo com o fim da colheita há alguns meses, muitos produtores optam por manter os estoques, aguardando cotações mais atrativas. Paralelamente, o planejamento para a próxima safra avança, com produtores iniciando o preparo do solo e a aquisição de parte dos insumos.

 





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Frente fria faz chuva avançar, mas calor persiste em muitas áreas; veja previsão para hoje



Confira como ficam as condições do tempo em todo o Brasil neste domingo (3), de acordo com a previsão da Climatempo.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

Sul

Com a chegada de uma nova frente fria, as chuvas continuam em grande parte do Rio Grande do Sul, e avançam também para Santa Catarina e Paraná. A nebulosidade continua em território gaúcho e aumenta nos demais estados.

As temperaturas caem em relação ao dia anterior, exceto na porção centro-norte do Paraná, onde ainda permanecem mais elevadas. A umidade relativa do ar continua abaixo de 30% no norte paranaense.

Sudeste

O tempo segue firme na maior parte da região, mas ainda podem ocorrer pancadas isoladas no Espírito Santo. As temperaturas continuam elevadas, com máximas podendo alcançar valores acima de 30 °C no interior paulista.

A nebulosidade continua no Espírito Santo e aumenta na faixa leste de Minas Gerais. A umidade do ar continua baixa, com destaque para o interior paulista e no centro-leste mineiro.

Centro-Oeste

Pancadas de chuva avançam pela faixa oeste de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. As temperaturas continuam altas, com máximas que podem alcançar 34 °C em Sinop, e 36 °C em Cuiabá.

A nebulosidade aumenta, enquanto Goiás e o leste de Mato Grosso devem ter tempo mais firme. A umidade do ar continua baixa em grande parte da região, exceto na faixa oeste de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Nordeste

Áreas de instabilidade continuam avançando sobre a faixa litorânea e cidades próximas ao litoral de Alagoas, Pernambuco e Paraíba. Há também previsão de chuvas isoladas e fracas no litoral do Maanhão.

As temperaturas seguem elevadas, com destaque para Teresina (PI) e Imperatriz (MA), com máximas podendo alcançar 35 °C. Os índices de umidade permanecem baixos, principalmente na faixa centro-oeste da região.

Norte

As condições para o domingo se mantêm, com pancadas de chuva no oeste da região. As temperaturas continuam elevadas em quase todos os estados e a umidade do ar segue baixa em grande parte da região.



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Aplicativo centraliza dados de propriedades rurais



O usuário pode visualizar dados e baixar documentos de três sistemas do governo



O usuário pode visualizar dados e baixar documentos de três sistemas do governo
O usuário pode visualizar dados e baixar documentos de três sistemas do governo – Foto: Pixabay

O governo federal lançou o aplicativo Meu Imóvel Rural, que reúne em um só lugar as principais informações sobre imóveis rurais. Segundo o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), responsável pelo desenvolvimento da ferramenta em parceria com o Dataprev, o app traz uma interface simples e pode ser acessado via computador ou celular, mediante login com conta GOV.BR.

Com o novo aplicativo, o usuário pode visualizar dados e baixar documentos de três sistemas do governo: o Sistema Nacional de Cadastro Rural (SNCR), o Sistema de Gestão Fundiária (SIGEF) e o Cadastro Ambiental Rural (SICAR). A proposta é facilitar o acesso à informação, aumentar a transparência e permitir a identificação de eventuais pendências ambientais, fundiárias e fiscais.

A ministra Esther Dweck afirmou que a iniciativa integra a agenda digital do governo e contribui para políticas públicas mais eficazes. “Com o aplicativo, o proprietário rural não precisa mais acessar três sistemas diferentes para obter dados e identificar pendências ambientais, fundiárias e fiscais do seu imóvel”, explicou a ministra.

Por enquanto, o app está disponível para pessoas físicas com imóveis rurais. A partir de novembro de 2025, também atenderá pessoas jurídicas. Nessa data, novas funções serão incluídas, como notificações oficiais, vinculação automática de cadastros e consulta por CNPJ.

A possibilidade de verificar inconsistências entre os diferentes cadastros ajuda a evitar problemas futuros, principalmente em casos de regularização fundiária ou ambiental. Com isso, o aplicativo se torna uma ferramenta estratégica para quem busca manter seus registros em dia e aproveitar com mais facilidade os benefícios de programas e políticas públicas voltadas ao campo.





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Embrapa Gado de Leite tem novo chefe-geral



Bellini assume chefia com foco em inovação




Foto: Divulgação

José Luiz Bellini é o novo chefe-geral da Embrapa Gado de Leite. Bellini substitui Denis Teixeira Rocha que ocupou o cargo no último ano. Analista da Embrapa há 35 anos, Bellini é engenheiro civil com mestrado em administração pública pela Fundação Getúlio Vargas e doutorado em economia aplicada pela Oklahoma State University. A transmissão de cargo ocorreu em cerimônia interna nesta sexta-feira (01/08) na sede da instituição, em Juiz de Fora/MG.

Uma das prioridades do novo chefe-geral é direcionar esforços para a pesquisa aplicada. A estratégia de sua gestão é mobilizar as instituições do Sistema Nacional de Pesquisa Agropecuária (SNPA), incluindo as Unidades da Embrapa, Institutos de Ciência e Tecnologias e demais parceiros, para estabelecer uma carteira prioritária de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) para os próximos dez anos.

Segundo Bellini, para conduzir essa atividade, será instituído o Fórum Nacional do Leite cujo objetivo é definir os desafios mais prementes do setor. A proposta do gestor prevê a criação da Rede Leite, um consórcio de instituições com interesse em corresponsabilidade no desenvolvimento de soluções apropriáveis e prioritárias estabelecidas no Fórum do Leite, e o Funleite, para captar recursos destinados à inovação na cadeia produtiva do leite.

Na gestão de Transferência de Tecnologias (TT), Bellini pretende ampliar as parcerias com o Sistema Ater, indústrias laticinistas e cooperativas. “Por meio dessas parcerias iremos capacitar técnicos e produtores, atendendo as principais bacias produtoras do país, além de identificar questões relevantes de PD&I”, diz. A TT contemplará um programa de capacitação técnica em sistemas de produção de precisão gerando mão-de-obra qualificada para atividade. Também consta de sua proposta de gestão a negociação e implementação de programa de desenvolvimento territorial, com o apoio do Sistema S, para territórios vocacionados para o leite. “Mobilizar os agentes públicos e privados, da academia e do setor produtivo, é questão fundamental para uma proposta robusta de desenvolvimento da cadeia produtiva do leite”, afirma Bellini.





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Soja brasileira ganha espaço com ausência dos Estados Unidos no mercado chinês


Os preços da soja no Brasil continuam sustentados por prêmios firmes no mercado internacional, segundo análise da Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema), referente ao período de 25 a 31 de julho. A entidade destacou que a atual valorização se deve à redução da presença dos Estados Unidos no mercado chinês, o que abre espaço para o produto brasileiro e sustenta os valores pagos ao produtor no país.

“O câmbio voltou a se aproximar de R$ 5,60 por dólar, dentro do contexto das tensões comerciais com os EUA, o que ajuda a segurar os preços da oleaginosa”, afirma o boletim da Ceema. No Rio Grande do Sul, os preços giraram em torno de R$ 121,00 por saca nas principais praças, com média local de R$ 124,64. No restante do país, os valores oscilaram entre R$ 111,00 e R$ 122,00 por saca. A Ceema observa que, em um cenário de normalidade comercial, o preço médio no estado estaria por volta de R$ 110,00, ou seja, R$ 14,64 abaixo do valor atual.

Em outro destaque do relatório, a Ceema apontou uma movimentação atípica no mercado internacional. A Índia adquiriu 150 mil toneladas de óleo de soja da China, um volume considerado raro, dada a tradicional preferência indiana por óleo de palma e outras fontes. A decisão se deu pelo excesso de oferta do produto no mercado chinês, que passou a ser vendido com desconto entre US$ 15,00 e US$ 20,00 por tonelada em relação aos preços do Brasil e da Argentina. Segundo o boletim, “as moageiras chinesas compraram muita soja enquanto a demanda interna freou”, o que resultou também em excedente de farelo.

A Ceema acrescenta que, para a Índia, a compra do produto chinês reduz custos logísticos. Enquanto os embarques da América do Sul demoram mais de seis semanas para chegar ao país asiático, os da China levam entre duas e três semanas.

Apesar da sustentação dos preços no mercado doméstico, o relatório indica que os valores atuais ainda estão, em boa parte do Brasil, abaixo dos praticados no mesmo período de 2024. Naquele ano, a média gaúcha no fim de julho era de R$ 122,78 por saca, e nas principais praças, o valor chegava a R$ 124,00. No restante do país, os preços oscilavam entre R$ 118,00 e R$ 128,00 por saca.





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