domingo, maio 10, 2026

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Preço da mandioca recua pelo sétimo mês seguido



Oferta de mandioca segue alta e preços acumulam queda pelo sétimo mês


Foto: Canva

As chuvas ocorridas em parte das regiões produtoras de mandioca na semana passada dificultaram o avanço da colheita, também limitada pela retração produtora, apontam levantamentos do Cepea. Ainda assim, segundo o Centro de Pesquisas, a oferta continuou superior à demanda industrial, mantendo a pressão sobre os valores; a média de julho caiu pelo sétimo mês consecutivo. 

Entre 28 de julho e 1º de agosto, o valor médio nominal a prazo da tonelada de mandioca posta fecularia foi de R$ 460,33 (R$ 0,8006/grama de amido), recuo de 2,3% em relação à semana anterior. O preço médio de julho também cedeu 2,3% sobre junho, ficando 1,6% inferior ao registrado no mesmo período do ano passado, em termos reais (deflacionamento pelo IGP-DI). 





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Programa distribui 11,7 mil toneladas de fertilizantes


A segunda etapa do Programa de Doação de Fertilizantes, executado pelo Governo de Minas por meio da Emater-MG, distribuiu mais de 11,7 mil toneladas do fertilizante/corretivo de solo agrosilício entre os meses de fevereiro e junho deste ano. O volume superou a meta estabelecida de 10 mil toneladas e atendeu 109 municípios mineiros.

De acordo com a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), o programa foi lançado em 2024 em parceria com a Emater-MG e a Harsco Environmental, responsável pela doação do insumo. A ação tem como finalidade melhorar a qualidade do solo, ampliar a produtividade agrícola e incentivar práticas sustentáveis no campo.

No município de Mathias Lobato, localizado no Vale do Rio Doce, dezesseis agricultores do assentamento Maria da Penha recebem o produto pela primeira vez. Segundo o extensionista da Emater-MG, Amarildo Mafalda, a expectativa é de que o uso do agrosilício “traga uma melhoria no solo, aumento na produtividade e na qualidade da produção das hortaliças, dos pomares e das lavouras de milho, feijão e mandioca“. A distribuição local de 26 toneladas foi viabilizada por meio de parceria com a prefeitura, informou a Seapa.

De acordo com a secretaria, na região Central do estado, nos arredores de Sete Lagoas, 90 agricultores foram beneficiados em 2025. Segundo o coordenador técnico regional da Emater-MG, Walfrido Machado Albernaz, esse número soma-se aos 150 agricultores atendidos em 2024.

A logística do programa prevê que os municípios contemplados estejam situados em um raio de até 300 quilômetros de Timóteo, local onde ocorre a retirada do insumo pelas prefeituras. Após a coleta, o produto é distribuído aos agricultores locais.

A Emater-MG atua no acompanhamento técnico de todas as etapas do programa, começando com a análise de solo. A instituição também participa do processo de entrega do insumo, prestando orientação aos produtores beneficiados. No ano passado, cerca de cinco mil toneladas do agrosilício foram entregues a 90 municípios, beneficiando mais de mil produtores. A expectativa, segundo a Emater-MG, é de que a meta seja novamente superada em 2026.





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Após pico de demanda, preço do morango volta a cair



Queda no preço está relacionada ao período de safra nas principais regiões produtoras




Foto: Pixabay

O preço do morango voltou a cair na CEASA/MS (Centrais de Abastecimento de Mato Grosso do Sul) após semanas de forte demanda impulsionada pela popularização do “morango do amor”. De acordo com a Dimer (Divisão de Mercado de Abastecimento), a caixa com quatro bandejas da fruta está sendo comercializada a cerca de R$ 45,00, valor menor do que o praticado anteriormente.

Segundo informações divulgadas pela CEASA/MS, a queda no preço está relacionada ao período de safra nas principais regiões produtoras, como São Paulo e Minas Gerais, que garantem uma oferta estável e ajudam a manter o equilíbrio do mercado.

Entre as hortaliças com redução de valor, o destaque vai para a cebola nacional, que teve queda de 14% e agora custa R$ 30,00 o saco de 20 kg.

Por outro lado, a cenoura e o quiabo apresentaram as maiores altas da semana. A cenoura subiu 20% e está sendo vendida a R$ 60,00 o saco de 60 kg. Já o quiabo chegou a R$ 120,00 a caixa de 15 kg, também com aumento de 20% em relação à semana anterior.

O levantamento, realizado entre os dias 4 e 9 de agosto, faz parte do boletim semanal divulgado pela CEASA/MS, que monitora a variação de preços dos principais produtos hortifrutigranjeiros comercializados no estado.





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Paraná tem boa produtividade na colheita de café



Clima favorece colheita no Paraná




Foto: Pixabay

A colheita do café atingiu mais de 80% da área cultivada no Paraná. O valor totaliza 25,4 mil hectares, segundo dados divulgados na quinta-feira (31) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), vinculado à Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento.

De acordo com o agrônomo Carlos Hugo Godinho, as condições climáticas favoreceram os trabalhos no campo. “Os dias secos ajudaram tanto a colher mais rápido quanto a secar o café nos terreiros. A produtividade está muito próxima do limite superior que imaginávamos”, afirmou. 

A produção média no estado está estimada em 1.752 quilos por hectare.

Veja também: Exportações de café batem recorde no ano-cafeeiro de 2024

A cafeicultura paranaense tem papel importante na produção de café solúvel. Godinho expressou preocupação quanto à ausência do produto nas exceções das tarifas adicionais impostas pelos Estados Unidos. “Mas o mercado deve trabalhar isso porque os Estados Unidos têm poucas alternativas em relação ao café brasileiro”, completa.

Quanto ao cenário nacional, segundo os dados do Sumário Executivo do Café, o Brasil alcançou um recorde no ano-cafeeiro de 2024, totalizando 46,1 milhões de sacas de 60 quilos. O número representa um crescimento de 30,6% em relação ao total exportado em 2023, quando foram vendidas 35,3 milhões de sacas ao mercado externo.





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Preço de soja sobe e apresenta estabilidade no Brasil



O mercado brasileiro de soja manteve ritmo lento de negócios nesta terça-feira (5), em meio a movimentos mistos nas cotações. Segundo Rafael Silveira, analista da consultoria Safras & Mercado, os prêmios nos portos continuam em patamares elevados, o que tem compensado as quedas na Bolsa de Chicago e gerado algumas oportunidades pontuais de comercialização.

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No interior, o basis segue firme, com cotações acima da paridade em diversas praças. No entanto, os compradores domésticos permanecem cautelosos, com volumes menores de forma estratégica devido às margens apertadas. “O mercado apresenta preços mistos e ritmo lento de negócios, mas ainda assim, com oportunidades pontuais”, observa Silveira.

Soja no mercado brasileiro

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 132,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 133,00
  • Rio Grande (RS): manteve em R$ 141,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 131,00 para R$ 133,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 139,00 para R$ 140,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 122,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 122,00 para R$ 123,00
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 123,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) encerraram o dia com baixa para o grão e o óleo, enquanto o farelo registrou leve estabilidade. O mercado iniciou a sessão em alta, com apoio das inspeções de exportação dos Estados Unidos acima do esperado, mas perdeu força diante da ausência da China nas compras e da atuação mais cautelosa dos fundos.

Apesar da leve piora nas condições das lavouras norte-americanas, a expectativa geral ainda é de uma safra cheia. Segundo o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), até 3 de agosto, 69% das lavouras estavam em boas ou excelentes condições, contra 70% na semana anterior.

Contratos futuros

O contrato setembro/25 do grão fechou a US$ 9,71 1/2 por bushel, queda de 3,75 centavos (0,38%). A posição novembro/25 encerrou a US$ 9,90 3/4, baixa de 3,75 centavos (0,37%).

Nos subprodutos, o farelo dezembro/25 recuou 0,03%, a US$ 284,90 por tonelada. O óleo dezembro/25 caiu 1,11%, para 53,42 centavos de dólar por libra-peso.

Câmbio

O dólar comercial terminou o dia praticamente estável, cotado a R$ 5,5060 na venda e R$ 5,5040 na compra. A moeda norte-americana oscilou entre R$ 5,4986 e R$ 5,5361 ao longo da sessão.



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Apenas 4% das exportações serão afetadas por tarifaço e mais de 2% terão outro destino, diz Haddad



O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta terça-feira (5) que 4% dos produtos brasileiros exportados para os Estados Unidos serão afetados pelo tarifaço imposto pelo presidente norte-americano, Donald Trump. Deste porcentual, mais de 2% terão um destino alternativo.

A afirmação foi dada durante a 5ª Reunião Plenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS), mais conhecido como “Conselhão”.

“Graças à política que o presidente Lula inaugurou ainda em 2003, de abrir os mercados para os produtos brasileiros, elas representam 12%. Desses 12%, 4% são afetados pelo tarifaço, e dos 4%, mais de 2% terá, naturalmente, outra destinação, porque são commodities com preço internacional que vão encontrar o seu destino no curto ou médio prazo”, afirmou Haddad.

Ele disse ainda que, apesar do porcentual baixo, o governo não irá “baixar guarda” porque setores vulneráveis devem ser prejudicados pela tarifa de 50% para produtos brasileiros.

O ministro da Fazenda também destacou a importância do Conselhão para a Fazenda que, segundo ele, possui uma visão voltada para o crédito desde 2023. Haddad disse que, atualmente, existem cinco projetos de lei que tratam sobre o tema e estão sendo discutidas pelo CDESS.

Haddad também fez um balanço positivo da situação econômica do país e disse que a expectativa do Executivo é que a inflação feche, neste ano, abaixo de 5%. Declarou ainda que o país está evoluindo nas contas públicas depois de anos de “déficit primário crônico”.

“Nós estamos, sim, evoluindo nas contas públicas depois de muitos anos de déficit primário crônico, na casa de 2% do PIB. Mas lembrando algo que é caro para a primeira-dama Janja e ao presidente Lula, que nós não estamos fazendo ajuste fiscal no lombo dos mais pobres e no lombo do trabalhador.”



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Apesar de queda, rodovia que cruza 12 estados ainda tem os combustíveis mais caros



O mais recente Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL) mostra que a rodovia BR-101 seguiu apresentando os maiores preços médios para gasolina, etanol e ambos os tipos de diesel durante o mês de julho.

O levantamento é feito em comparação com a Régis Bittencourt, Presidente Dutra e Fernão Dias, que estão entre as principais rodovias brasileiras.

Na BR-101, que cruza do Rio Grande do Sul ao Rio Grande do Norte, passando, assim, por 12 estados, o diesel comum se manteve estável na comparação com junho e foi encontrado em média por R$ 6,08, e o S-10, por R$ 6,19, o que representa recuo de 0,32%.

De acordo com o Índice, os preços médios da gasolina e do etanol também diminuíram na rodovia. A gasolina foi comercializada a R$ 6,42, após queda de 0,77%, e o etanol a R$ 4,91, após recuo de 0,61%.

“A BR-101 se consolidou em julho, mais uma vez, como a rodovia com os maiores custos de abastecimento entre as analisadas. Diferentemente do mês anterior, onde vimos altas para a gasolina e o etanol, julho trouxe um cenário de maior alívio para os motoristas, com estabilidade ou leve queda nos preços de todos os combustíveis”, analisa o diretor de Rede de Abastecimento da Edenred Mobilidade, Renato Mascarenhas.

Segundo ele, apesar dessa melhora, os valores na BR-101 ainda são os mais altos devido a fatores estruturais já conhecidos, como sua grande extensão, que encarece a logística, e uma menor densidade de postos em vários trechos.

“Para o motorista que busca economia, nossa análise mostra que a escolha da rota faz toda a diferença: a Régis Bittencourt se destacou com os menores preços para o diesel e o etanol, enquanto a Presidente Dutra foi a opção mais vantajosa para quem abastece com gasolina”, complementa.

Entre as médias mais baixas, a Régis Bittencourt registrou os menores preços para o diesel comum, para o S-10 e para o etanol, com preços médios de R$ 5,86 (-0,34%), R$ 5,95 (-0,34%), e R$ 4,29 (-0,92%), respectivamente.

Sobre a gasolina, os motoristas que passaram pela Presidente Dutra durante julho encontraram o combustível com a média mais baixa, na comparação com as demais rodovias, com valor médio de R$ 6,14, após registrar estabilidade.

O IPTL é um índice de preços de combustíveis que leva em conta a base dos abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Edenred Ticket Log.



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