sábado, maio 9, 2026

News

News

importações crescem mas cotações seguem pressionadas



As importações brasileiras de trigo seguiram em alta em julho, com o volume acumulado em 12 meses superando em quase 20% o do período anterior. É isso o que apontam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Enquanto isso, levantamento do Cepea mostra que as cotações internas do cereal continuam pressionadas, em linha com o observado também no cenário externo. 

Em julho, chegaram ao Brasil 616,91 mil toneladas de trigo, 26,7% a mais que em junho/25, mas 4,3% a menos que em julho/24, conforme dados Secex.

De agosto/24 a julho/25, foram importadas 6,83 milhões de toneladas, quantidade 19,9% maior que a adquirida entre agosto/23 e julho/24.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



Source link

News

preços iniciam agosto em estabilidade



Os preços médios do açúcar cristal negociados no mercado spot paulista iniciaram em agosto praticamente estáveis. É isso o que apontam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). 

O Indicador Cepea/Esalq (cor Icumsa de 130 a 180) variou entre R$ 119,00 e R$ 120,00 por saca de 50 kg na primeira semana do mês. Este comportamento é semelhante ao observado na última semana de julho. 

Segundo o instituto, as usinas mantêm-se firmes quanto aos valores pedidos nas negociações para pronta-entrega, especialmente para o cristal de melhor qualidade (Icumsa 150). 

Além disso, a postura dos vendedores tem sido mais restritiva quanto à oferta disponível. Este fato tem contribuído para sustentar os preços. 

Ainda conforme pesquisadores do Cepea, a firmeza observada por parte das unidades produtoras pode estar relacionada ao desempenho das exportações em julho. 

De acordo com dados da Secex, os embarques de açúcar branco (NCM 17019900) com origem em São Paulo, via porto de Santos, totalizaram 230 mil toneladas no mês passado, volume 35,17% superior ao exportado em junho, de 170 mil toneladas.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



Source link

News

apesar do mercado lento, indicadores mantêm estabilidade



Apenas pequenos volumes de etanol hidratado foram negociados no mercado spot paulista na primeira semana de agosto. É isso o que mostram os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo o instituto, esse cenário se deve à demanda enfraquecida por parte das distribuidoras do estado. 

Do lado vendedor, pesquisadores explicam que a postura foi de preços firmes. Esses agentes seguem atentos ao desempenho das produções de etanol e de açúcar na temporada atual.

Entre 4 e 8 de agosto, o Indicador Cepea/Esalq do etanol hidratado para o estado de São Paulo fechou em R$ 2,6296/litro (líquido de ICMS e PIS/Cofins). Valor que representa alta de 0,22% frente à do período anterior. 

Para o anidro, o Indicador Cepea/Esalq foi de R$ 3,0580/litro, valor líquido de impostos (sem PIS/Cofins). Elevação de 1,95% no mesmo comparativo.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

COP30 pode abrir caminhos para o agro brasileiro


A importância dos investimentos para a competitividade do agro, a formação de parcerias estratégicas e a maior articulação institucional foram os temas centrais dos debatedores do painel “Alimentos, Energia e Inovação”, durante o 24º Congresso Brasileiro do Agronegócio, uma realização da Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), em parceria com a B3 – a bolsa do Brasil, que acontece nesta segunda-feira (11/8), em São Paulo (SP).

De acordo com Marcio Santos, CEO da Bayer Brasil, o agro foi uma construção muito positiva, com investimentos contínuos em inovação, que permitiram, por exemplo, o país ter uma segunda safra produtiva e sustentável. “Se o cenário externo se resolvesse hoje, nós estaríamos preparados para atender o mercado global? Será que o construímos ao longo dessas décadas, ainda estamos mantendo? Essas perguntas são fundamentais porque temos que acreditar que podemos manter nossa trajetória de crescimento”, explicou.  

Para ele, a COP30 será uma oportunidade e um marco para reposicionar o país. “Esse evento pode abrir caminhos para dialogar com nossos e novos parceiros”, pontuou. Ele alertou para entraves internos à competitividade do Brasil: “Na minha opinião, falta ambiente institucional para sermos mais competitivos. Deixo aqui uma reflexão sobre o que já construímos nestes últimos 50 anos e como vamos pensar os próximos anos e esta trajetória do agro”.

Alfredo Miguel, diretor LATAM da John Deere, destacou o papel da diplomacia, que precisa estar presente sempre, mas focada na realidade e nos desafios para discutir as soluções. Por outro lado, o setor privado vai precisar se reorganizar em termos de custos, cadeia de fornecedores e exportação para se manter competitivo.

“É importante que o governo tenha um plano de curto e médio prazo para seguirmos competitivos juntos. O agro precisa liderar o Brasil com ciência, tecnologia e inovação para continuarmos nessa crescente expansão do setor”, afirmou Miguel.

A diversificação é a base da resiliência, segundo Gilberto Tomazoni, CEO Global da JBS. “Reconhecemos que o ciclo das commodities existe, e que os problemas geopolíticos e econômicos vêm e vão. Manter-se diversificado usando a inovação é a saída para manter a empresa crescendo em momentos difíceis. Com base nesta estratégia conseguimos realocar investimentos”, explicou.

Tomazoni defendeu o papel de uma agência de comércio exterior (trade) como instrumento estratégico do país, que poderia ser a ponte para projetar o Brasil, não só o produto, mas o jeito e a forma de fazer e a tecnologia tropical de produção brasileira”.

Durante o painel moderado pelo jornalista William Waack, Larissa Wachholz, Senior Fellow do Centro Brasileiro de Relações Internacionais (CEBRI), alertou para o desconforto crescente da China com a dependência de exportações do Brasil e dos EUA. Segundo ela, os chineses já estão em busca ativa de diversificação de fornecedores.

Wachholz defendeu uma abordagem mais pragmática e aberta do Brasil nas parcerias internacionais, sem alinhamentos automáticos. “Precisamos pensar em nossas dependências como país — seja em fertilizantes ou outros insumos — e nos beneficiar da inovação e diversidade dos parceiros, sem privilegiar um ou outro. É preciso desenvolver novos mercados e não vender barato. Olhar para o mundo, entender suas necessidades e complementar um ao outro”, analisou.

 





Source link

News

Exportações do agro crescem 13% na 2ª semana de agosto



A balança comercial brasileira registrou superávit comercial de US$ 1,286 bilhão na segunda semana de agosto. De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), o valor foi alcançado com exportações de US$ 6,727 bilhões e importações de US$ 5,441 bilhões.

O superávit acumulado no mês de agosto é de US$ 2,217 bilhões. No ano, o superávit soma um total de US$ 39,199 bilhões.

Até a segunda semana de agosto, comparado a agosto de 2024, as exportações cresceram 13,0% e somaram US$ 8,86 bilhões. O resultado se deu devido a um crescimento de 13,1% em Agropecuária, que somou US$ 1,90 bilhão; crescimento de 17,0% em Indústria Extrativa, que chegou a US$ 2,08 bilhões e, por fim, crescimento de 11,3% em Indústria de Transformação, que alcançou US$ 4,83 bilhões.

Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

As importações também cresceram 0,5% e totalizaram US$ 6,64 bilhões na mesma comparação, com queda de 13,0% em Agropecuária, que somou US$ 104 milhões; crescimento de 14,6% em Indústria Extrativa, que chegou a US$ 434 milhões e, por fim, queda de 0,1% em Indústria de Transformação, que alcançou US$ 6,06 bilhões.



Source link

News

Em meio a tensões com Trump, Lula liga para o presidente da China



Lula telefonou na noite de segunda-feira (11) para o presidente da China, Xi Jinping.Na ligação, que durou cerca de uma hora, os dois líderes `falaram sobre a atual conjuntura internacional e o conflito entre Rússia e Ucrânia. Segundo informações da assessoria de imprensa da presidência da república, os dois líderes concordaram sobre a importância do papel do G20 e do Brics na defesa do multilateralismo.

A conversa entre Lula e Xi Jinping acontece no momento que ambos os países enfrentam tensões com os EUA por conta da política tarifária do governo de Donald Trump.

COP

O presidente do Brasil reiterou a importância que a China terá para o sucesso da COP 30 e no combate à mudança do clima. Já Xi Jinping indicou que a China estará representada em Belém e que vai trabalhar com o Brasil para o êxito da conferência.

Os chefes de Estado também conversaram sobre a parceria estratégica bilateral. Nesse contexto, saudaram os avanços já alcançados no âmbito das sinergias entre os programas nacionais de desenvolvimento dos dois países e comprometeram-se a ampliar o escopo da cooperação para setores como saúde, petróleo e gás, economia digital e satélites.

Relações comerciais

Na conversa, ambos os presidentes também destacaram sua disposição em continuar identificando novas oportunidades de negócios entre as duas economias. Após o tarifaço imposto pelos EUA, chineses tem dado sinais que querem ser aproximar mais do Brasil, ampliando o comércio entre os dois países, principalmente no agronegócio.



Source link

News

Exportações do agro crescem 13% na 2ª semana de agosto



A balança comercial brasileira registrou superávit comercial de US$ 1,286 bilhão na segunda semana de agosto. De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), o valor foi alcançado com exportações de US$ 6,727 bilhões e importações de US$ 5,441 bilhões.

O superávit acumulado no mês de agosto é de US$ 2,217 bilhões. No ano, o superávit soma um total de US$ 39,199 bilhões.

Até a segunda semana de agosto, comparado a agosto de 2024, as exportações cresceram 13,0% e somaram US$ 8,86 bilhões. O resultado se deu devido a um crescimento de 13,1% em Agropecuária, que somou US$ 1,90 bilhão; crescimento de 17,0% em Indústria Extrativa, que chegou a US$ 2,08 bilhões e, por fim, crescimento de 11,3% em Indústria de Transformação, que alcançou US$ 4,83 bilhões.

Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

As importações também cresceram 0,5% e totalizaram US$ 6,64 bilhões na mesma comparação, com queda de 13,0% em Agropecuária, que somou US$ 104 milhões; crescimento de 14,6% em Indústria Extrativa, que chegou a US$ 434 milhões e, por fim, queda de 0,1% em Indústria de Transformação, que alcançou US$ 6,06 bilhões.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Brasil vai exportar mudas de cana-de-açúcar para Guatemala



Agronegócio alcança 399 aberturas de mercado desde o início de 2023




Foto: Pixabay

O governo brasileiro anunciou a conclusão da negociação fitossanitária com a Guatemala para exportação de mudas “in vitro” de cana-de-açúcar. Segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), o acordo representa “valor agregado baseado em pesquisa científica” e cria novas oportunidades para o setor privado, incluindo parcerias em biotecnologia, consultoria e assistência técnica.

Em 2024, o Brasil exportou aproximadamente US$ 249 milhões em produtos agropecuários para a Guatemala, com destaque para cereais, sementes de oleaginosas (exceto soja) e produtos florestais.

Com essa negociação, o agronegócio brasileiro atinge 399 aberturas de mercado desde o início de 2023. De acordo com o Mapa, o resultado é fruto de ação conjunta com o Ministério das Relações Exteriores (MRE).





Source link

News

Planos de Trump para soja podem reduzir exportações do Brasil para China


A recente declaração de Donald Trump, afirmando que os Estados Unidos vão vender quatro vezes mais soja para a China, acendeu o alerta no agronegócio mundial, especialmente no Brasil.

Hoje, cerca de 70% da soja importada pela China vem do Brasil, enquanto apenas 20% têm origem americana. Se o plano de Trump se concretizar, os EUA passariam a fornecer 80% da demanda chinesa, restando um modesto 10% para o Brasil.

Na prática, isso significaria um golpe direto na maior vantagem competitiva brasileira no comércio agrícola global.

Apesar da fala de Trump, o cenário atual indica que a China não tem interesse em voltar a depender fortemente dos EUA para o abastecimento de soja.

Essa decisão estratégica é fruto de um aprendizado caro: durante a guerra tarifária iniciada em 2018, Pequim investiu pesadamente na diversificação de fornecedores, movimento que abriu espaço para o Brasil conquistar a liderança no fornecimento.

Hoje, existe um entendimento tácito entre Washington e Pequim: reduzir dependências mútuas para evitar vulnerabilidades em futuras disputas comerciais. Para a China, depender menos dos EUA é tão estratégico quanto para os americanos depender menos da economia chinesa.

A fala de Trump, no entanto, pode ter outro alvo: enfraquecer o Brasil e afastá-lo gradualmente da China.

Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

Ao tentar recuperar fatias significativas do mercado chinês, os EUA poderiam reduzir a influência brasileira no principal destino de suas exportações agrícolas, afetando diretamente a balança comercial, a renda do campo e a capacidade de investimento do produtor.

Vale lembrar que, só em 2024, a soja brasileira exportada para a China movimentou bilhões de dólares e ajudou a sustentar superávits comerciais expressivos, mesmo em meio à volatilidade cambial e aos desafios logísticos internos.

Especialistas, como Larissa Wachholz, reforçam que a China não pretende voltar à antiga dependência americana.

Além de manter fornecedores diversificados, Brasil, Argentina, Paraguai e até emergentes africanos, Pequim vem investindo em tecnologias para reduzir o consumo de farelo de soja em rações. Entre as alternativas estudadas estão proteínas de insetos, milho de alto teor proteico e avanços na biotecnologia alimentar.

Ou seja, a demanda total por soja pode até crescer no curto prazo, mas o espaço para um aumento maciço das compras americanas é limitado.

  • A promessa de Trump pode ser encarada sob duas lentes:
  • Pressão política para obter concessões comerciais rápidas da China.
  • Estratégia geopolítica para enfraquecer o Brasil, reduzindo sua proximidade com Pequim e sua relevância no tabuleiro global.

Seja qual for o caso, o produtor brasileiro precisa compreender que a disputa pela soja não é apenas comercial, é também geopolítica. O que está em jogo é a influência e a capacidade do Brasil de manter-se como fornecedor estratégico para a segunda maior economia do mundo.

Conclusão

Mesmo que a meta de Trump pareça improvável de se concretizar, o simples anúncio já provoca impacto nos preços e nas expectativas do mercado.

O Brasil, que conquistou a liderança global da soja graças à sua competitividade, não pode se acomodar. É hora de investir em diplomacia comercial, diversificação de mercados e valorização da marca “soja brasileira” no cenário internacional. No xadrez da geopolítica agrícola, quem não se mexe, vira peça capturada.

Miguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



Source link

News

Frio se intensifica e baixas temperaturas podem bater recorde; veja a previsão do tempo para hoje



A massa de ar polar associada ao sistema de alta pressão deve continuar atuando nesta terça-feira (12) sobre os três estados da região Sul. Ainda pela manhã, os termômetros devem registrar mínimas significativamente baixas e haverá condições para formação de geada na campanha, norte, noroeste e serra gaúcha, em boa parte do interior catarinense e paranaense. No decorrer do dia, o sol aparece entre algumas faixas de nebulosidade e não há previsão de chuva. Destaque para o ar seco, que começa a ganhar força conforme a chegada do período da tarde e o predomínio de sol, estimulando o alerta de baixa umidade para municípios do norte e noroeste paranaense – com índices que devem variar entre 21% e 30%.

No Sudeste, o tempo firme também deve predominar em boa parte dos estados. Excepcionalmente, em algumas áreas entre a região dos vales de Minas Gerais e o norte do Espírito Santo, ainda haverá circulação de umidade sobre a atmosfera local, que deve favorecer a ocorrência de pancadas de chuva com fraca a moderada intensidade. Nas demais regiões, o tempo segue estável e com predomínio de sol entre algumas nuvens no céu.

Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

A massa de ar polar ainda mantém as temperaturas mais baixas entre São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, e o amanhecer pode contar com formação de geada no sul mineiro, na região da Serra da Mantiqueira e na região serrana do Rio de Janeiro. À tarde, o ar seco começa a ganhar força e favorece a queda acentuada dos índices de umidade relativa do ar – que entram em níveis críticos em boa parte do interior paulista e mineiro. Destaque para o norte e noroeste paulista, além do oeste mineiro, onde os valores podem ficar abaixo de 20%. No triângulo mineiro, a situação é mais grave, com índices que podem ficar abaixo de 12% – indicando um cenário de emergência.

Enquanto no Centro-Oeste, o ar seco também deve seguir sendo destaque ao longo do dia, que promete ser ensolarado e com a presença de poucas nuvens em todos os estados da região. Ainda pela manhã, o ar frio segue influenciando nas baixas temperaturas – sobretudo entre Mato Grosso do Sul e sul de Goiás. No decorrer do dia, o sol aparece entre algumas nuvens e conduz novamente ao aumento dos termômetros. À tarde, o calor marca presença, na medida em que os índices de umidade do ar despencam. Em praticamente todos os estados, os valores de umidade relativa do ar devem ficar em níveis críticos durante as horas mais quentes, mas algumas áreas entram com maior destaque. Entre o leste de Mato Grosso e o sul de Goiás, haverá risco para que os valores fiquem abaixo de 12%, evidenciando um cenário emergencial.

Já no Nordeste, a circulação de ventos associados à presença da frente fria no oceano deve continuar estimulando a entrada de umidade sobre o litoral da Bahia, onde há risco de chuva forte e até mesmo temporais localizados. Salvador/BA deve apresentar condições para pancadas de chuva com fraca a moderada. Nas demais áreas da costa leste – entre as capitais Aracaju e Natal– ainda haverá condições para chuva moderada. Entre o Ceará, Piauí e Maranhão, a presença de uma área de baixa pressão e de umidade sobre a atmosfera local devem favorecer também a formação de instabilidades. Destaque entre o Piauí e o Maranhão, onde há risco de chuva forte localizada ao longo do dia.

E no Norte, a atuação desta área de baixa pressão em superfície e a presença de umidade devem reforçar a formação de instabilidades entre o Amazonas, Pará e Roraima – onde há risco de chuva forte em alguns intervalos. Entre o extremo noroeste do Amazonas e o norte de Roraima, há possibilidade para a ocorrência de temporais isolados. Por outro lado, Tocantins, Acre e Rondônia seguem com predomínio de tempo aberto e bastante calor durante o dia. Em Rondônia, haverá potencial para que a umidade relativa do ar fique em níveis críticos – abaixo de 30% – durante as horas mais quentes.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.



Source link