sexta-feira, maio 8, 2026

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Crescimento da aveia favorecido por temperaturas amenas


De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (14), a aveia-branca registra desempenho satisfatório no Rio Grande do Sul, com a maior parte das lavouras em estágio vegetativo. “Predominantemente em estágio vegetativo (68%), as lavouras avançam de forma acelerada para a fase reprodutiva, com 22% em floração e 10% em enchimento de grãos”, informou a Emater/RS-Ascar.

O boletim destacou que o índice de área foliar segue elevado, com folhas basais ativas e coloração verde intensa, evidenciando adequado estado nutricional e ausência de estresses hídricos ou térmicos relevantes. Nas lavouras em floração, há grande número de flores por panícula e sincronia adequada de emissão, fatores que contribuem para o potencial de enchimento de grãos. “As condições meteorológicas — temperaturas amenas e disponibilidade hídrica — têm favorecido esta fase fenológica, considerada crítica para a definição do rendimento final”, afirmou a instituição.

A Emater/RS-Ascar também observou que, em áreas afetadas por geadas, houve danos pontuais, enquanto a incidência de doenças foliares permanece baixa, restrita a focos isolados. A projeção para a safra é de 401.273 hectares plantados, com produtividade estimada de 2.254 kg/ha.

Nas regiões administrativas, a situação varia. Em Bagé, o desenvolvimento da cultura está satisfatório, mas algumas áreas sofreram redução de potencial produtivo devido a precipitações entre maio e junho. Em Erechim, 25% da área está em vegetativo e 75% em floração, com geadas causando danos pontuais, mas ocorrendo rebrote das plantas afetadas. Em Frederico Westphalen, 30% dos cultivos estão vegetativos, 35% em florescimento e 35% em enchimento de grãos, e algumas áreas precoces sofreram perdas expressivas devido às geadas, exigindo dessecação e posterior plantio de milho. Nessas lavouras, a aplicação de fungicidas tem sido necessária devido à pressão de doenças foliares.

Em Ijuí, 67% da área permanece vegetativa, 23% em floração e 10% em enchimento de grãos, com baixa incidência de doenças. Em Soledade, os primeiros cultivos iniciaram o florescimento, enquanto a maior parte permanece em perfilhamento e elongação do colmo.

No mercado, para a indústria alimentícia, o preço médio da saca de 60 quilos foi de R$ 60,00 na região de Ijuí. Em Erechim e Frederico Westphalen, a cotação alcança R$ 76,00, dependendo da variação do peso hectolitro.





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IBC-Br cai 0,1% em junho ante maio, afirma Banco Central



O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) caiu 0,1% em junho, na comparação com maio na série com ajuste sazonal, informou a autarquia nesta segunda-feira, 18. O resultado ficou abaixo da mediana da pesquisa Projeções Broadcast, de alta de 0,05%, e próximo ao piso de -0,20%, com teto de 0,40%.

O IBC-Br ex-agropecuária, que exclui os efeitos do setor sobre a atividade, subiu 0,1% em junho, após queda de 0,31% em maio. O indicador da agropecuária cedeu 2,3%, após uma baixa de 4,25% no mês anterior, informou o BC.

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O índice de serviços aumentou 0,1%, depois de ter crescido 0,01% no mês anterior; o da indústria recuou 0,1%, após alta de 0,52% em maio ; e o de impostos – equivalente, em linhas gerais, à rubrica de impostos líquidos sobre produtos do Produto Interno Bruto (PIB) – subiu 0,1%, após uma queda de 1,20%.

Interanual

Na comparação com junho de 2024, o IBC-Br total cresceu 1,4% na série sem ajuste sazonal – acima da mediana da pesquisa Projeções Broadcast, de 1,25%. As estimativas do mercado iam de 0,70% a 2,80%.

O índice ex-agropecuária avançou 1,2% na comparação interanual, após alta de 2,86% no mês anterior . O da agropecuária teve alta de 5,0%, depois de ter crescido 8,43% em maio. O indicador de serviços cresceu 1,8%, após alta de 2,86%, e o da indústria avançou 0,6%, depois de ter subido 3,25%. O índice de impostos caiu 0,6%, após alta de 2,30%.



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Manejo integrado para preservar herbicidas



Entre as principais recomendações, está a rotação de herbicidas



Entre as principais recomendações, está a rotação de herbicidas
Entre as principais recomendações, está a rotação de herbicidas – Foto: USDA

O manejo de resistência a plantas daninhas é fundamental para preservar a eficácia dos herbicidas e assegurar uma produção agrícola sustentável. Segundo o engenheiro agrônomo Marcus Costa, a adoção de estratégias integradas é decisiva para evitar o avanço de populações resistentes e manter a produtividade no campo.

Entre as principais recomendações, está a rotação de herbicidas com diferentes modos de ação, que ajuda a reduzir a seleção de plantas tolerantes. O manejo integrado de plantas daninhas (MIPD), que combina métodos mecânicos, culturais e químicos, é outra ferramenta essencial, incluindo práticas como rotação de culturas, plantio direto e capinas. O monitoramento frequente das lavouras possibilita detectar precocemente sinais de resistência e ajustar as práticas. O uso de culturas mais competitivas e o controle mecânico, como capina, aração e desbaste, também contribuem para diminuir a pressão das invasoras. Capacitar produtores e técnicos, por meio de educação e treinamento, completa o conjunto de ações recomendadas.

No âmbito do controle químico, a Bayer trabalha para ampliar as opções disponíveis no mercado. Até 2026, deve lançar o herbicida Convintro Duo, formulado com diflufenicam (HRAC 12) e metribuzim (HRAC 5), destinado à fase de pré-emergência da soja. Outro produto previsto é o icafolin-methyl, uma molécula inédita com ação sobre plantas mono e dicotiledôneas, incluindo espécies como capim-amargoso e capim-pé-de-galinha. A integração dessas práticas com novas tecnologias é vista como o caminho mais eficaz para garantir o controle de plantas daninhas e retardar o desenvolvimento de resistência.

 





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Fórum leva a “Visão além dos números” à 18ª ExpoGenética


Com o tema “Transformando genética em lucro”, a 18ª ExpoGenética, em Uberaba (MG), reforça a missão de mostrar como a seleção de animais de ponta pode resultar em maior produtividade e rentabilidade na pecuária. Entre os destaques da programação está o 2º Fórum Genético Melhora+, que acontece no dia 22 de agosto, no Espaço ABCZ Mulher.

Fórum Melhora+: “Visão além dos números”

Roberta Gestal Expogenética 2025 Fórum Melhora+
Roberta Gestal no pavilhão da Melhora+, Expogenética 2025 | Foto: Larissa Bezerra

Este ano, o Fórum Melhora+ traz como tema “Visão além dos números”, discutindo o papel dos índices genéticos e a necessidade de olhar para além das métricas. A proposta é promover uma troca entre produtores, técnicos e o meio científico para alinhar expectativas e estratégias dentro do melhoramento bovino.

Em entrevista exclusiva ao Lance Rural, a zootecnista e diretora técnica da Melhora+, Roberta Gestal, destacou que o fórum chega em 2025 com um debate ainda mais necessário:

“O Fórum é um momento de reflexão. No ano passado, tivemos a primeira edição, mas este ano o tema é muito atual e tem trazido inquietação entre técnicos, criadores e o meio científico: para onde os índices genéticos estão levando o melhoramento?”, afirma.

Roberta explica que as avaliações genéticas devem ser vistas como ferramentas de apoio, e não como ponto final:

“A avaliação genética é uma ferramenta. Ela não é o fim, mas o meio para que possamos fazer a seleção, a escolha dos animais e provocar a melhoria genética dentro do rebanho.”

Índices como guia, não como destino

Segundo a especialista, os programas de melhoramento no Brasil oferecem excelentes recursos, mas os índices precisam ser utilizados com critério:

“O índice é um facilitador. O criador que produz genética vai usar várias ferramentas para modelar seu rebanho, mas o usuário final muitas vezes olha apenas o índice, e ele nem sempre atende às necessidades específicas de cada fazenda. É isso que queremos discutir: qual o caminho que estamos dando ao melhoramento genético?”

Além dos números: a essência do melhoramento

Para Roberta, o grande desafio é ir além da leitura dos dados e compreender o impacto real no rebanho:

“Nós não estamos simplesmente atribuindo números aos animais. Estamos mexendo na estrutura genética de um rebanho. Estamos arquitetando essa genética. Por isso o tema é a visão além dos números: o que está por trás deles e o que realmente buscamos como essência do melhoramento.”

Ela ainda reforçou que, diferentemente do passado, hoje o pecuarista dispõe de ferramentas capazes de predizer resultados:

Roberta Gestal Expogenética 2025 Fórum Melhora+Roberta Gestal Expogenética 2025 Fórum Melhora+
Roberta Gestal, na 18ª Expogenética | Foto: Larissa Bezerra

“Antes, escolhíamos um touro ou uma vaca acreditando que eram os melhores e esperávamos para ver o produto nascer. Hoje, podemos predizer o valor genético das futuras gerações. Essa é a riqueza que temos com as ferramentas disponíveis nos programas de melhoramento.”

Serviço:

  • Evento: 2º Fórum Genético Melhora+
  • Data: 22 de agosto
  • Horário: 13h
  • Local: Espaço ABCZ Mulher – Uberaba (MG)
  • Tema do fórum: “Visão além dos números”

Leia também: Leilões da Expogenética movimentam mais de R$56 milhões



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Clima passa a ditar ritmo do mercado de soja no Brasil; USDA reduz números da oleaginosa



O mercado internacional de soja registrou forte valorização na última semana, em meio a oscilações intensas na Bolsa de Chicago. As cotações acumularam ganhos expressivos, com exceção da última quinta-feira (14), quando investidores realizaram lucros após as altas iniciais.

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Segundo dados da plataforma Grão Direto, o relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) reduziu em 1,16 milhão de toneladas a estimativa de produção de soja no país. A notícia, somada ao aceno diplomático vindo do cenário político norte-americano, impulsionou os preços no mercado futuro.

Câmbio

No Brasil, o câmbio atuou como fator limitador. O dólar encerrou a semana anterior em queda de 0,74%, cotado a R$5,40, muito abaixo da média do último ano, reflexo de pressões internas e externas.

Em Chicago, o contrato de setembro de 2025 fechou a US$ 10,23 por bushel, alta semanal de 5,79%. Já o contrato para março de 2026 terminou a US$ 10,76 por bushel, valorização de 5,28%. No mercado físico, predominou movimento de alta nas cotações.

Estoques apertados e esmagamento recorde

O mercado segue atento à oferta de derivados nos Estados Unidos. Os estoques de óleo de soja caíram ao menor nível em 21 anos, puxados pelo aumento da demanda para biocombustíveis, especialmente biodiesel e diesel renovável. Em julho, o volume de soja esmagada atingiu recorde, o que reforça o quadro de escassez.

Esse cenário deu sustentação ao movimento altista em Chicago e deve manter influência nas negociações desta semana.

Início do plantio de soja no Brasil

No Brasil, o vazio sanitário chega ao fim em setembro, o que permitirá o início do plantio no Centro-Oeste. No entanto, a largada depende de chuvas consistentes. As previsões meteorológicas indicam precipitações no horizonte, mas ainda em volumes insuficientes.

Qualquer atraso pode trazer nova rodada de volatilidade às cotações, considerando o peso da safra brasileira no abastecimento global.

Câmbio ainda no radar

O real continua valorizado frente ao dólar, sustentado pelas taxas de juros elevadas no país. Contudo, os ganhos recentes podem estar perdendo força. No curto prazo, há espaço para nova desvalorização da moeda norte-americana frente ao real, mas a continuidade desse movimento dependerá de fatores políticos domésticos e externos.

O que vem por aí no mercado de soja?

O quadro atual aponta para fundamentos positivos nos Estados Unidos, com estoques reduzidos e demanda aquecida. Porém, no Brasil, o clima será determinante nos próximos dias: atrasos no início do plantio podem ampliar a volatilidade no mercado global de soja.



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Leilões da ExpoGenética movimentam mais de R$ 56 milhões



Com sete leilões oficializados já realizados, a 18ª ExpoGenética atingiu R$ 56,7 milhões até a noite deste domingo (17). O Leilão Matinha ExpoGenética alcançou R$ 5 milhões em negócios, com média de R$ 46,8 mil pela venda de 100 animais da raça Nelore e sete embriões de genética apurada. Já o Leilão Fazenda Araras e Convidados Especiais registrou a comercialização de 32 animais, movimentando R$ 771 mil, com média de R$ 24 mil.

Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

Para esta segunda-feira (18), dois eventos oficiais seguem a programação: o Leilão Só Elas – Tulipa Agropecuária e Amigos – Edição ExpoGenética, às 13h, e o Leilão Touros Premium Katispera, às 20h30, ambos no Tatersal Rubico Carvalho, no Parque Fernando Costa, em Uberaba (MG) e com transmissão pelo Canal Rural.

Confira a agenda completa de leilões e shoppings da 18ª ExpoGenética: expogenetica.com.br/agenda-de-leiloes



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Mandioca: oferta avança com lentidão



A oferta de mandioca continua avançando lentamente nas principais regiões produtoras, restringindo-se basicamente a raízes de 1º ciclo (com até 12 meses). É isso o que apontam levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). 

Com menor necessidade de se capitalizar e/ou liberar áreas, parte dos produtores têm diminuído as quantidades comercializadas. Reduzindo, assim, o ritmo de crescimento da oferta, conforme explicam pesquisadores. 

Por outro lado, a demanda enfraquecida mantém os preços em queda. Levantamentos do Cepea mostram que a média nominal a prazo da tonelada de mandioca posta fecularia foi de R$ 451,72 (R$ 0,7856/grama de amido) na última semana. O valor representa um recuo de 1,4% sobre a semana anterior. 

No comparativo com o mesmo período de 2024, a desvalorização é de 13,2%, em termos reais (deflacionamento pelo IGP-DI).

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Feijão: cotações caem com o avanço da colheita do feijão-carioca



A colheita do feijão-carioca está avançando nas principais regiões produtoras, abastecendo a demanda do mercado com grãos de colorações mais claras. Diante disso, os preços do grão estão em queda na maioria das praças acompanhadas pelo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo o instituto, o armazenamento em câmaras frias ainda possibilita que estes lotes sejam negociados conforme necessidade financeira dos produtores. Esses agentes estão atentos ao balanço entre os custos de produção e os preços do spot nacional. 

No campo, a estimativa de produção da terceira safra 2024/25 de feijão cores pela Conab chega a 604,2 mil toneladas. Volume que representa uma diminuição de 18,1% frente ao ciclo anterior (2023/24). Esse cenário se deve sobretudo ao recuo de 19,2% na área. 

A Companhia indica também que a produção total da temporada 2024/25 deve ser de 3,09 milhões de toneladas, queda de 3,5% em relação à safra anterior.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Milho: produção recorde limita cotações internas



Os preços do milho seguiram em queda na última semana. É o que apontam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). 

Segundo o instituto, além da pressão externa, refletindo estimativas de produção global recorde, com destaques para os Estados Unidos e Brasil, a postura retraída de compradores também influenciou as baixas domésticas. 

Esses demandantes apostam em desvalorizações mais expressivas. Os fundamentos para tal perspectiva são o avanço da colheita, as dificuldades de armazenamento da safra recorde e a necessidade de venda para o pagamento das dívidas de agosto e setembro. 

O USDA estima a safra norte-americana de milho 2025/26 em volume recorde, de 425,25 milhões de toneladas. Para o Brasil, estão previstas 131 milhões de toneladas.

No agregado, a produção mundial será de 1,28 bilhão de toneladas, acima das 1,22 bilhão de toneladas da temporada 2024/25. Especificamente para o Brasil, a Conab apontou nessa quinta-feira, 14, que, em 2024/25, serão produzidas 137 milhões de toneladas, 18% superior à temporada 2023/24 e também um recorde.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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AgroNewsPolítica & Agro

O feijão precisa imitar o futebol



Mesmo produtores sem marca própria podem participar dessa transformação



Mesmo produtores sem marca própria podem participar dessa transformação
Mesmo produtores sem marca própria podem participar dessa transformação – Foto: Canva

Ontem, o mercado de feijão-carioca apresentou-se mais calmo, mas firme: em Minas Gerais, os preços seguiram entre R$ 200 e R$ 215 por saca, mostrando que, mesmo com negócios mais lentos, o produtor mantém sua posição. Segundo o Instituto Brasileiro de feijão e Pulses (IBRAFE), a dinâmica do setor pode se inspirar no exemplo de outro campo, o do futebol, para explorar melhor as oportunidades no mundo digital. Em julho, o Santos liderou o crescimento de seguidores no Brasil, somando 822 mil novos fãs, quase metade no TikTok.

O paralelo é claro: se clubes de futebol transformam presença online em valor e parcerias, o Feijão e outros alimentos básicos também podem avançar nesse sentido. A conexão direta com o consumidor, a construção de imagem e a contação de histórias são recursos pouco explorados no agronegócio, mas que podem gerar diferenciação e novos mercados. Hoje, porém, o setor ainda não utiliza o digital em seu potencial máximo, e quem se antecipar nesse jogo tende a conquistar espaço antes dos concorrentes.

Mesmo produtores sem marca própria podem participar dessa transformação. Marketplaces como o E-Barn permitem anunciar lotes diretamente, com um simples cadastro. Não é preciso ter embalagens personalizadas — basta cuidar da qualidade, descrever bem o produto, incluir fotos e oferecer rastreabilidade. Nesse ambiente, preço competitivo e confiança na negociação valem muito. Cooperativas e grupos digitais também funcionam como atalhos, oferecendo estrutura pronta para acelerar negócios.

A digitalização democratiza o acesso ao mercado e dá protagonismo aos pequenos. Ao investir em relacionamento direto com compradores, responder rápido, mostrar diferenciais e buscar parcerias, o produtor rural transforma o que antes era barreira em oportunidade. Assim como no futebol, o segredo está em jogar bem, conquistar torcida e aproveitar cada chance de marcar gol no mercado.

 





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