quinta-feira, maio 7, 2026

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Festa do Peão de Barretos terá transmissão ao vivo no BR IN TV, do grupo Canal Rural



A 70ª edição da Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos, maior evento de rodeio da América Latina, será transmitida com exclusividade pelo BR IN TV, do grupo Canal Rural, entre os dias 21 e 31 de agosto de 2025.

O público poderá acompanhar a programação pelas TVs conectadas Samsung (canal 2080), LG (canal 137) e TCL (canal 3380).

Experiência inédita nas telas conectadas

A cobertura promete ir além das competições. O BR IN TV levará ao público bastidores, entrevistas e momentos ao vivo diretamente da arena. A iniciativa marca o retorno dos canais do grupo Canal Rural aos grandes eventos equinos após três anos, reforçando o compromisso de aproximar a tradição do rodeio de diferentes públicos.

Segundo Jaqueline Silva, diretora de Programação do Canal Rural e do BR IN TV, a transmissão reforça o valor cultural do evento.

“A Festa do Peão de Barretos é um símbolo da cultura e da tradição brasileira. Poder levá-la com exclusividade às TVs conectadas é uma forma de mostrar cada detalhe da emoção na arena que move o evento”, disse.

Provas emocionantes e tradição preservada

Na grade de programação, os fãs poderão acompanhar provas como Ranch Sorting, Team Penning, Team Roping e Rodeio em Touros (PBR), entre outras atrações. Os apresentadores estarão em clima de festa, trazendo informações, curiosidades e análises sobre cada disputa.

Solidariedade em destaque

Além da transmissão inédita, a cobertura terá um forte viés social. Durante a programação, o público poderá contribuir com o Hospital de Amor de Barretos, referência nacional no tratamento oncológico. As doações poderão ser feitas de forma rápida e segura por meio de um QR Code exibido na tela.

70ª Festa do Peão de Barretos – cobertura ao vivo

  • Data: 21 a 31 de agosto de 2025
  • Onde assistir: BR IN TV nas TVs conectadas Samsung (canal 2080), LG (canal 137) e TCL (canal 3380)
  • Ação social: doações para o Hospital de Amor de Barretos via QR Code durante a programação
  • Mais informações: barretos.totalacesso.com



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Morte de cavalo por maus-tratos é investigada pela polícia de São Paulo



A morte de um cavalo ocorrida após maus-tratos está sendo investigada pela Polícia Civil de São Paulo. O episódio ocorreu no último sábado (16), na cidade de Bananal, no interior de São Paulo.

Segundo a SSP (Secretaria de Segurança Pública de São Paulo), o tutor do animal e uma testemunha prestaram depoimento à policia na segunda-feira (18). O caso está sendo investigado como prática de abuso a animal, com agravante pela morte.

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Imagens que mostram os maus-tratos estão circulando nas redes sociais e despertando comoção. A cantora Ana Castela e a ativista Luísa Mell chegaram a se pronunciar sobre o espisódio em suas redes, exigindo punição. Ainda de acordo com a SSP, as investigações continuam em andamento.



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AgroNewsPolítica & Agro

Fertilizantes mais caros elevam cautela de produtores


Os custos dos fertilizantes registram forte alta nos meses que antecedem a safra 2025/26 no Brasil. Segundo relatório semanal da StoneX, entre janeiro e meados de agosto, o preço da Ureia nos portos brasileiros subiu cerca de 33%, enquanto o MAP avançou 19% e o Cloreto de potássio teve alta de 20%.

De acordo com o relatório, a elevação dos preços pode impor desafios aos agricultores brasileiros. O analista de Inteligência de Mercado da empresa, Tomás Pernías, afirmou que “as relações de troca entre a soja e o MAP já estão nos piores níveis dos últimos anos, situação que tende a inibir o consumo desse fertilizante e colocar os agricultores em postura de cautela para planejar novas aquisições de insumos”.

Pernías destacou que a demanda da Índia tem sido um dos principais fatores de sustentação das cotações. “A demanda indiana tem sustentado as cotações desse nitrogenado, e isso, somado a uma queda no preço do milho, reduziu a atratividade das relações de troca no Brasil”, explicou.

Como alternativa, produtores brasileiros têm buscado outras fontes, como sulfato de amônio para nitrogenados e TSP ou SSP no caso de fosfatados. No entanto, a StoneX avalia que a própria demanda interna, com a proximidade da safra, deve reforçar a pressão sobre os preços, reduzindo as chances de recuo no curto prazo. “Esse contexto reforça a necessidade de o produtor adotar um bom gerenciamento de custos e de riscos”, acrescentou Pernías.

Além dos insumos mais caros, o setor enfrenta em 2025 um cenário de crédito mais restrito, o que amplia o desafio financeiro dos produtores rurais.

O relatório também apontou que a escalada de preços não é restrita ao mercado brasileiro. “A Índia, em plena safra Kharif, e até mesmo os Estados Unidos — fora de sua alta temporada de compras — também enfrentam preços elevados no complexo NPK”, disse Pernías.

Segundo o relatório, o movimento está ligado ao aperto entre oferta e demanda global. A China tem reduzido exportações para priorizar o abastecimento interno, enquanto a Índia, um dos maiores importadores mundiais, segue sustentando os preços internacionais.

No cenário geopolítico, incertezas podem agravar o quadro. “Em 2024, a Rússia foi a principal fornecedora de fertilizantes ao Brasil, e qualquer mudança nas dinâmicas comerciais globais pode impactar diretamente o abastecimento nacional”, concluiu Pernías, ao comentar a tarifa anunciada pelos Estados Unidos sobre produtos indianos, em meio a disputas comerciais relacionadas ao apoio russo.

 





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Rebanho menor e tarifaço pressionam carne bovina nos EUA



O preço da carne bovina vem pesando no bolso do consumidor norte-americano. A alta é resultado da menor oferta de animais nos Estados Unidos, reflexo de problemas climáticos, do ciclo da pecuária e também de restrições comerciais.

Segundo a analista da HN Agro, Isabella Camargo, o rebanho do país chegou, no início de 2025, a 86,7 milhões de cabeças. Esse é o menor volume desde 1951. “Em julho, houve uma recuperação para 94,2 milhões de animais, mas o número ainda é 1% menor do que em 2023”, explica.

Entre os fatores que reduziram o rebanho estão a seca severa enfrentada pelos pecuaristas e a baixa do ciclo pecuário, que aumentou o abate de fêmeas. “Essas vacas deixam de produzir bezerros e bois gordos que estariam disponíveis agora em 2025”.

Dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, em inglês) apontam que a menor disponibilidade de animais levou a uma queda de 2% na produção de carne bovina de janeiro a julho, em comparação ao mesmo período do ano passado. 

A consequência, de acordo com a analista, é clara: preços mais firmes em todos os segmentos, do atacado ao varejo.

Consumidores em alerta

O impacto já aparece no consumo. De acordo com Camargo, a carne moída, uma das mais populares nos lares norte-americanos, registrou alta de 3,3% em julho frente a junho e de 13,5% na comparação anual. Cortes usados em churrasco também ficaram mais caros, com aumento de 9,4% em relação a 2024.

Segundo a analista, outro ponto que dificulta a recomposição do rebanho é a suspensão das exportações de gado vivo do México para os Estados Unidos, devido a problemas sanitários. “Essa medida interrompeu um importante fluxo que ajudava a recompor o plantel norte-americano”, afirma.

Tarifaço já impacta carne bovina

As importações de carne vinham ajudando a equilibrar a oferta, com destaque para Austrália e Brasil. Entre janeiro e julho, o Brasil exportou 169,2 mil toneladas para os EUA, um crescimento de 106% frente a 2024. No entanto, com a recente taxação imposta ao produto brasileiro, a competitividade caiu.

“Essa carne será redirecionada a outros mercados, mas, na nossa visão, vai fazer falta para os Estados Unidos, principalmente neste momento de oferta limitada”, conclui a especialista.



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Banana: preços da fruta atingem o maior patamar no norte de SC



Na última semana, os preços da banana nanica atingiram o maior patamar do ano no norte catarinense. A variedade de primeira qualidade foi comercializada a R$ 1,80/kg, apresentando alta de 12% sobre o intervalo anterior. 

Segundo colaboradores do Hortifrúti/Cepea, o impulso vem dos baixos volumes colhidos e da maior procura pela variedade. 

Apesar dos aumentos, os valores nesta região estão mais atrativos em comparação com outras praças produtoras que também apresentam oferta reduzida, como São Paulo. 

Frente ao mesmo período do ano anterior, as cotações em SC estão menores, ainda conforme levantamentos do Hortifrúti/Cepea.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Impulsionada pelo agro, balança comercial tem superávit de US$ 1 bilhão



A balança comercial brasileira registrou superávit comercial de US$ 1,090 bilhão na terceira semana de agosto. De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) divulgados nesta segunda-feira (18) o valor foi alcançado com exportações de US$ 6,632 bilhões e importações de US$ 5,542 bilhões. O superávit acumulado no mês de agosto é de US$ 3,048 bilhões. No ano, o superávit soma um total de US$ 40,030 bilhões.

Exportações e importações

Até a terceira semana de agosto, comparado ao mesmo período de agosto de 2024, as exportações cresceram 7,2% e somaram US$ 15,40 bilhões. O resultado se deu devido a um crescimento de 14,9% em Agropecuária, que somou US$ 3,536 bilhões; crescimento de 12,0% em Indústria Extrativa, que chegou a US$ 3,655 bilhões e, por fim, crescimento de 1,8% em Indústria de Transformação, que alcançou US$ 8,096 bilhões.

As importações também cresceram 2,0% nas primeiras três semanas de agosto e totalizaram US$ 12,35 bilhões na mesma comparação, com queda de 1,9% em Agropecuária, que somou US$ 215 milhões; crescimento de 23,5% em Indústria Extrativa, que chegou a US$ 858 milhões e, por fim, crescimento de 0,8% em Indústria de Transformação, que alcançou US$ 11,206 bilhões.



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cenário externo pressiona as cotações no Brasil



Os preços internos do trigo caíram na última semana, em linha com o mercado externo e a paridade de importação. É isso o que mostram os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo o Centro de Pesquisas, as estimativas de oferta e demanda de trigo no Brasil seguem apontando produção ligeiramente menor em 2025. No entanto, os maiores estoques de passagem (julho/25), influenciados pelas importações aquecidas, devem manter elevada a disponibilidade interna. 

Esse cenário, atrelado às desvalorizações externa e do dólar, que favorecem as importações, pressionou as cotações domésticas do cereal. Conforme dados divulgados neste mês pela Conab e analisados pelo Cepea, a área de trigo no Brasil é estimada em 2,55 milhões de hectares, queda de 16,7% sobre a temporada passada. 

Porém, a produtividade pode crescer 19%, para 3,07 t/ha, o que resultaria em produção de 7,81 milhões de toneladas em 2025, apenas 1% abaixo da de 2024.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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‘Suspensão da Moratória da Soja é vitória histórica para os produtores’, afirma presidente da Aprosoja MT



Um novo passo foi dado para os produtores de Mato Grosso rumo à liberdade econômica e ao reconhecimento daqueles que seguem dentro da legalidade. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aceitou, nesta segunda-feira (18), uma medida cautelar que suspende o acordo da Moratória da Soja.

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A Aprosoja-MT, que há anos lidera o movimento contra a Moratória da Soja, comemora a decisão e classifica o resultado como um marco histórico em defesa da livre concorrência e da produção legal no campo. “A decisão do Cade é uma vitória histórica de todos os produtores de Mato Grosso e do bioma amazônico, principalmente os mais afetados pela Moratória da Soja”, afirma o presidente da associação, Lucas Costa Beber.

Segundo o presidente, o acordo impõe restrições de mercado, compromete a liberdade dos produtores e apresenta indícios de cartel de compras, já que as empresas envolvidas respondem por mais de 90% do mercado da soja.

Restrições da Moratória da Soja

Lucas Beber lembra que a Moratória foi criada em 2006 sob o argumento de conter o desmatamento ilegal, mas que, na prática, nunca cumpriu esse papel. “As entidades do setor produtivo, como a Aprosoja-MT, nunca participaram da elaboração desse acordo. As empresas continuaram impondo restrições, colocando na ilegalidade produtores que cumprem rigorosamente a legislação. Isso gerou disparidade no mercado e prejudicou milhares de famílias”, destaca.

Aprosoja-MT na linha de frente

Desde 2018, a Aprosoja-MT levanta com firmeza essa bandeira, intensificando a luta política e jurídica ao longo dos anos. “A Aprosoja foi a primeira entidade a se posicionar contra a Moratória. O Cade unifica as ações apresentadas pela CNA e pela Aprosoja-MT, mas a tese aceita é justamente aquela defendida por nós, garantindo justiça a todos os produtores de Mato Grosso. O Cade constata indícios de cartel e suspende os efeitos da Moratória. Agora, as empresas precisam se defender e, para que a suspensão seja definitiva, será necessário o julgamento do mérito pelo órgão”, diz Beber.

O presidente reforça que a Aprosoja-MT continua firme na defesa dos produtores. “Nunca vamos parar de lutar pela soberania e pela liberdade. Não podemos aceitar que acordos comerciais restrinjam a atividade agrícola e impeçam o desenvolvimento dos produtores, dos estados e dos municípios brasileiros”, conclui.



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Açúcar: volume negociado tem aumento expressivo de 57%



A liquidez no mercado spot de açúcar cristal do estado de São Paulo entre 11 e 15 de agosto, aumentou expressivos 57% em relação ao volume registrado na primeira semana do mês. Isso é o que mostram os dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo o instituto, o aumento se deve frente a negociações pontuais envolvendo maiores quantidades. Dessa forma, a média do Indicador Cepea/Esalq foi de R$ 119,98/saca de 50 kg, de 11 a 15 de agosto, praticamente inalterada frente à registrada no intervalo anterior.

Pesquisadores do Cepea explicam que a constatação de baixo rendimento da cana-de-açúcar moída nesta temporada 2025/26 tem levado usinas a manterem firmes os preços ofertados do cristal para pronta-entrega. 

Segundo a Unica, no acumulado da safra, de abril/25 até julho/25, em São Paulo, o nível de açúcares totais recuperáveis (ATR) é de 128,07 kg por tonelada de cana. Assim, o valor representa queda de 3,79% sobre o mesmo período da temporada passada, 2024/25 (133,12 kg de ATR/tonelada de cana). 

A produção de açúcar no estado paulista totalizou 12,322 milhões de toneladas na parcial da atual safra, baixa de 11,41% em igual comparativo.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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cotações seguem firmes em São Paulo



Os preços dos etanóis no mercado paulista seguiram firmes na última semana. É isso o que apontam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). 

De 11 a 15 de agosto, o Indicador Cepea/Esalq do etanol hidratado para o estado de São Paulo teve média de R$ 2,6551/litro (líquido de ICMS e PIS/Cofins). O valor representa alta de 0,97% em relação à do período anterior. 

Para o anidro, a elevação foi de 0,99%, com o Indicador Cepea/Esalq a R$ 3,0884/litro, valor líquido de impostos (sem PIS/Cofins). 

Segundo o centro de pesquisas, os vendedores se mantêm firmes nos preços pedidos em novos fechamentos, atentos ao desempenho da safra 2025/26. Os volumes ofertados no spot seguem menores. 

O Cepea identificou que o aumento das cotações no segmento produtor nas últimas semanas e os consequentes repasses na ponta varejista restringiram um pouco novas aquisições de etanol hidratado pelas distribuidoras. 

Em alguns estados produtores com elevada quantidade consumida, a paridade de preços entre o etanol hidratado e a gasolina C está chegando perto dos 70%.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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