segunda-feira, abril 27, 2026

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Chuvas favorecem plantio da soja 25/26 em várias regiões; saiba quais



O plantio da soja está dentro da média histórica e mais avançado que no ano passado. Segundo o relatório de progresso de safra da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a semeadura atingiu 3,5% da área até o dia 27 de setembro. No mesmo período de 2024, esse percentual estava em 2,1%. O meteorologista do Canal Rural, Arthur Müller, avalia que o avanço foi impulsionado por condições climáticas favoráveis.

“Em 2024, o país enfrentou um El Niño intenso, que elevou as temperaturas e provocou replantios em diversas regiões. Este ano, o cenário é de neutralidade climática, com chuvas regulares”, diz. Müller destaca o centro-norte de Mato Grosso, onde produtores já iniciaram os trabalhos em campo com boas condições de solo.

Por outro lado, em regiões como o centro-sul de MT, em Mato Grosso do Sul e em Goiás, a chuva ainda é irregular, o que limita o avanço do plantio. A partir da segunda da quinzena de outubro, a expectativa é que a precipitação aumente, permitindo progresso mais acelerado nas lavouras.

Panorama nos principais estados produtores

De acordo com os dados da Conab, Mato Grosso é o estado mais avançado até o momento. Em Mato Grosso do Sul e Goiás, a semeadura também está em andamento, mas ainda depende de chuvas mais volumosas. São Paulo começou o plantio na porção sul, enquanto o interior do estado sofre com altas temperaturas, acima de 38°C, e déficit hídrico.

No Paraná, o plantio avança nas regiões centro, sul e oeste, enquanto o norte do estado enfrenta calor intenso e solo seco. Em Santa Catarina, a chuva frequente atrasa o trabalho com máquinas, e no Rio Grande do Sul, o meteorologista destaca que as operações ainda não começaram.

Previsão para os próximos dias

Para a próxima semana, a expectativa é de chuvas entre 50 e 100 mm em até dez dias nas principais áreas produtoras, incluindo Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, São Paulo, centro-sul de Minas e norte do Paraná. “Essa precipitação, junto com temperaturas menores, favorece a germinação da soja e reduz riscos de perda de produtividade devido ao calor intenso no solo”, diz Müller.

No Matopiba e em parte do Nordeste, o plantio deve ganhar ritmo entre o final de outubro e início de novembro. A previsão para dezembro e janeiro do ano que vem indica boas condições para todo o país.

No Sudeste e Centro-Oeste, entretanto, são esperadas chuvas acima da média no fim da primavera e início do verão. Porém, o plantio da soja deve seguir sem problemas. “Com um possível La Niña no fim do ano, mesmo que mais fraco, esse cenário deve ter impacto limitado sobre as lavouras”, conclui.



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AgroNewsPolítica & Agro

Mercado de soja com certa disponibilidade


O mercado de soja no Rio Grande do Sul manteve preços estáveis na maior parte das praças, segundo informações da TF Agroeconômica. “Preços reportados para pagamento em 15/10 (entrega set/out) ficaram em R$ 135,00 porto. No interior os preços seguiram firmes, a depender da praça.R$ 129,00 (-0,77%) Cruz Alta – Pgto 30/10. R$ 129,00 (-0,77%) Passo Fundo – Pgto 30/10. R$ 129,00 (-0,77%) Santa Rosa / Sa~o Luiz – Pgto 30/10. Preços de pedra em Panambi ficaram em R$ 119,00 hoje”, comenta.

Enquanto isso, a soja apresenta forte oscilação pontual no mercado de soja. “O movimento é interpretado como ajuste pontual de estoque ou liquidação por parte de cooperativa local. Em contrapartida, Palma Sola seguiu em alta de +0,84%, atingindo R$ 120,00 por saca. No porto, por outro lado, vemos os preços ainda parados. No porto de São Francisco, a saca de soja é cotada a R$ 134,39”, completa.

O mercado de soja no Paraná seguiu firme no dia de hoje, marcando variações amenas. “Em Paranaguá, o preço chegou R$ 136,19 (-0,44%). Em Cascavel, o preço foi 127,54 (-0,05%). Em Maringá, o preço foi de R$ 127,04 (+0,32%). Em Ponta Grossa o preço foi a R$ 129,31 (+0,19%) por saca FOB, Pato Branco o preço foi R$ 134,39. No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 120,00”, indica.

Enquanto isso, o Mato Grosso do Sul registra pouca volatilidade nas cotações da soja. “A redução dos custos de frete rodoviário, impulsionada pelo fim do escoamento da safrinha, favorece a competitividade local e contribui para melhores margens na formação do preço líquido. Em Dourados, o spot da soja ficou em R$ 122,19 (-0,08%), Campo Grande em R$  122,19 (-0,08%), Maracaju em R$ 122,19 (-0,08%), Chapadão do Sul a R$ 120,15 (+0,21%), Sidrolândia a em R$ 122,19 (-0,08%)”, informa.

O mercado físico de soja em Mato Grosso apresentou liquidez reduzida. “Campo Verde: R$ 120,89 (+0,25%). Lucas do Rio Verde: R$ 115,69 (+0,39%), Nova Mutum: R$ 115,69 (+0,39%). Primavera do Leste: R$ 120,98 (+0,32%). Rondonópolis: R$ 120,98 (+0,32%). Sorriso: R$ 115,69 (+0,39%)”, conclui.

 





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Comercialização de flores na CEAGESP cresce durante a primavera


Ao longo da primavera (setembro a dezembro), a comercialização florista no atacado da CEAGESP movimenta, em média, 4,5 mil toneladas de flores de vaso e de corte. No ano passado, foram 4.290,5 toneladas, contra 4.745,9 toneladas em 2023.

De acordo com a Seção de Economia e Desenvolvimento (SEDES), verifica-se uma movimentação maior de flores no período dessa estação do ano. Entretanto, é importante destacar que duas datas bastante relevantes para o setor acontecem durante esse período: o Dia de Finados, em novembro, e as festividades de final de ano, em dezembro. “Esses dois acontecimentos aumentam muito a procura por flores na CEAGESP”, ressalta Thiago de Oliveira.

O aumento da demanda de Finados e de fim de ano também impacta os preços médios de atacado desse tipo de produto. Durante a primavera de 2024, o preço médio do quilo de flores na CEAGESP atingiu R$ 30 por kg entre novembro e dezembro.

Campeãs da primavera

No ranking das cinco flores mais comercializadas no período da primavera (2023 e 2024) estão as suculentas em geral, com 5,2% de participação sobre o total acumulado; margarida (4,8%); orquídea (4,3%), crisântemo, 3,6% e azaléa, com 3%.

Ao longo do ano, são comercializadas no atacado e no varejo da CEAGESP mais de 15 mil toneladas de flores. As vendas aumentam cerca de 10% em datas comemorativas, como Dia das Mães, Dia dos Namorados, Finados, festas de final de ano e durante o mês de maio, o tradicional Mês das Noivas.

No Entreposto Terminal São Paulo, na Vila Leopoldina, zona oeste da capital, a CEAGESP realiza duas Feiras de Flores durante a semana. Uma de segunda para terça-feira, e a outra de quinta para sexta-feira, onde o público tem a oportunidade de comprar no atacado e no varejo.





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babosa ganha espaço como defensivo agrícola natural



A babosa é uma planta que muitos produtores consideram simples de manejar e que tem baixo custo de cultivo. Não necessitando de água em excesso, ela se adaptou bem ao clima quente do interior de São Paulo. Além disso a planta, também conhecida como aloe vera, é utilizada como matéria-prima por diversos setores da indústria.

Alguns dos usos mais recorrentes da babosa se dão na indústria de cosméticos, mas ela também pode ser usada na produção de adubos e defensivos agrícolas naturais. A colheita acontece quatro vezes por ano, e é feita de forma manual, podendo render até 200 toneladas por hectare em um ano.

Nada se perde da planta ao longo do processamento. Para a indústria de cosméticos, o que interessa é o gel que fica no interior das folhas. O restante que sobra se torna um biofertlizante, que revitaliza o solo e contribui para o combate de pragas.

A babosa no campo

Magno Alves, um dos maiores produtores de babosa do país, ressalta que a planta é resistente e produz mesmo em altas temperaturas. “Lá no Nordeste, ela [babosa] fica anos e anos nutrida, produzindo em altíssima temperatura”, afirmou.

Em sua fazenda em Santa Cruz do Rio Pardo, no interior paulista, além da lavoura, Magno construiu sua própria fábrica para o processamento do gel. Além disso, desenvolveu uma linha de cinco biofertilizantes que auxiliam no combate de pragas, bactérias, fungos e aumentam a resistência das plantas contra o estresse hídrico e raios ultra violetas.

Dessa forma, além do seu tradicional uso em produtos capilares, a babosa vem ganhando mais espaço no setor da agricultura. “Esse universo vem crescendo no mundo inteiro em torno de 1% ao ano. No Brasil, 15% ao ano. Tem relação com o universo sustentável, então é um programa de muito sucesso. A gente vê um potencial de crescimento sem precedentes para a maior potência agrícola que é o Brasil”, comentou Magno.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Milho ganha tração com dólar e alta em Chicago


O mercado de milho registrou movimentação mista nesta quinta-feira, impulsionado pela valorização do dólar e pela alta das cotações em Chicago. Segundo a TF Agroeconômica, essa combinação trouxe leve impulso aos preços, embora a revisão negativa da ANEC tenha limitado maiores ganhos. A associação reduziu a estimativa de exportações de milho para setembro de 7,61 para 7,27 milhões de toneladas, abaixo dos 7,34 milhões de agosto, mas acima dos 6,56 milhões registrados no mesmo mês de 2024.

Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), os contratos futuros apresentaram desempenho distinto: novembro/25 fechou a R$ 65,71, alta de R$ 0,20 no dia e baixa de R$ -0,81 na semana; janeiro/26 encerrou a R$ 68,28, alta de R$ 0,04 no dia e baixa de R$ -0,99 na semana; março/26 fechou a R$ 71,00, com baixa de R$ -0,08 no dia e R$ -0,70 na semana.

Na Bolsa de Chicago, a consultoria informou que o milho fechou em alta com compras de oportunidade. O contrato de dezembro avançou 1,26%, a $ 421,75 cents/bushel, e março subiu 1,21%, a $ 438,00 cents/bushel. A valorização reflete a demanda constante, que equilibra o preenchimento dos armazéns americanos, mesmo sem dados oficiais de vendas externas devido à paralisação do governo americano.

O anúncio de auxílio do governo aos agricultores abriu espaço para recomposição de posições pelos fundos de investimento, mantendo o mercado ativo e oferecendo suporte para novas negociações, mesmo diante da pressão da revisão negativa das exportações nacionais. As informações foram divulgadas na manhã desta quinta-feira.

 





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Pesquisa da Embrapa testa cultivo de plantas no espaço



O experimento da Embrapa com plantas de batata-doce e sementes de grão-de-bico na missão do voo suborbital a bordo do New Shepard-31, da Blue Origin, em abril, foi apresentada no 76º Congresso Internacional de Astronáutica (IAC 2025), em Sydney, Austrália. O IAC é o evento mundial mais importante da área. A pesquisa fez parte de ações da Rede Space Farming Brazil, que reúne diversas instituições nacionais e internacionais.

No documento, elaborado para o congresso, os pesquisadores da Embrapa contam como foi o preparo dos materiais para o voo, feito sob condições rigorosas, durante o trajeto e o pós-voo. Além disso, os cientistas apresentaram como serão as avaliações para conhecer as respostas aos efeitos causados pela radiação espacial e pela microgravidade. O protocolo de controle ocorre para que não haja nenhum tipo de contaminação ou perda de amostras em nenhuma etapa.

Para a pesquisadora Alessandra Fávero, coordenadora da Rede Space Farming Brazil e uma das autoras do artigo, as pesquisas sobre o cultivo no espaço são fundamentais para a sustentabilidade da agricultura espacial. Ambientes espaciais impõem estressores às plantas, incluindo microgravidade e exposição elevada à radiação.

A microgravidade impacta a fisiologia e a biologia molecular das plantas, assim, são necessários estudos para mitigar esses efeitos. A exposição à radiação em voos espaciais é um fator de risco conhecido para a instabilidade genética e à viabilidade reduzida das culturas. Este estudo visa caracterizar as modificações transcricionais e genéticas induzidas por radiação. Ao fornecer dados empíricos sobre a seleção de culturas e estratégias de resiliência genética, a pesquisa contribui para a missão da Nasa de desenvolver habitats biológicos fora da Terra.

Além de contribuir com o compromisso de alavancar parcerias comerciais de voo espacial, como demonstrado pela colaboração entre a Agência Espacial Brasileira, a Embrapa, instituições de pesquisa dos EUA e parceiros comerciais, que lideraram a missão geral e a integração de voos espaciais, coordenação científica e operações de voo suborbital a bordo do New Shepard NS-31 da Blue Origin.

O experimento

O cultivo das plântulas de batata-doce ocorreu sob condições padronizadas para garantir uniformidade no estágio de desenvolvimento, exposição à luz, temperatura, umidade e disponibilidade de nutrientes.

As plântulas foram fornecidas pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos e preparadas para o voo espacial em condições assépticas. As amostras foram enviadas para a WSSU para montagem pré-voo e transportadas para o local de lançamento três dias antes. 

Nos pontos de coleta designados, as plântulas expostas à microgravidade e as amostras de controle terrestre foram fixadas quimicamente para preservação de RNA, proteínas e metabólitos para análises pós-voo. Dosímetros foram colocados com os FPAs no espaço e no solo para quantificar a exposição à radiação em ambos os ambientes.

No pós-voo, as amostras foram refrigeradas no Laboratório de Astrobotânica da WSSU para análises moleculares e histológicas. Algumas também foram enviadas para o Brasil como parte da parceria da Rede Space Farming Brazil. Após a extração, essas amostras foram congeladas para transporte adequado.

Trezentas sementes de grão-de-bico foram levadas no voo junto com as plantas de batata-doce para investigar os efeitos da radiação espacial na viabilidade das sementes e integridade genética. Dosímetros foram posicionados dentro do recipiente de sementes de grão-de-bico, perto dos FPAs e em um membro da tripulação. Essas medições permitiram a análise espacialmente resolvida da exposição à radiação.

Após o retorno, as sementes serão enviadas para a Embrapa no Brasil para cultivo sob condições controladas. Vários parâmetros de crescimento, incluindo taxa de germinação, alongamento radicular, altura do broto e acúmulo de biomassa, serão registrados. As plantas serão então monitoradas quanto a anormalidades morfológicas e crescimento.

A pesquisa, de uma forma geral, avançará a respeito do conhecimento sobre a adaptação das plantas a ambientes extraterrestres, ao mesmo tempo em que contribui para o desenvolvimento da agricultura sustentável fora da Terra.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Liquidez do milho não muda


O mercado gaúcho de milho continua com baixa liquidez e negociações restritas, segundo informações da TF Agroeconômica. “As indústrias ainda dependem de grãos de outros estados e também do Paraguai. As indicações de compra variam de R$ 67,00/saca em Santa Rosa e Ijuí, R$ 68,00 em Não-Me-Toque e Seberi, R$ 69,00 em Marau e Gaurama e R$ 70,00 em Arroio do Meio, Lajeado e Montenegro. Para setembro, os pedidos oscilam entre R$ 68,00 e R$ 70,00/saca, enquanto a referência futura no porto está em R$ 69,00/saca para fevereiro/26”, comenta.

O mercado catarinense de milho permanece quase parado diante da distância entre o que pedem os produtores e o que oferecem aos compradores. “Em Campos Novos, agricultores mantêm pedidas próximas de R$ 80,00/saca, mas as ofertas não ultrapassam R$ 70,00. No Planalto Norte, pedidos de R$ 75,00 enfrentam ofertas em R$ 71,00, bloqueando as negociações e levando parte dos produtores a rever estratégias para a próxima temporada”, completa.

O mercado paranaense segue sem ritmo, marcado pelo impasse entre pedidas e ofertas. “Produtores mantêm valores médios próximos de R$ 73,00/saca FOB, chegando a R$ 75,00 em algumas regiões, enquanto a indústria não passa de R$ 70,00 CIF. Os vendedores continuam liberando apenas pequenos volumes a preços mais altos, mantendo o mercado spot praticamente parado, mesmo com ampla disponibilidade estadual”, indica.

O milho sul-mato-grossense segue com negociações travadas e baixa liquidez. “Os preços variam entre R$ 48,00 e R$ 53,00/saca, com Dourados no topo. Apesar de pequenos ajustes, o mercado permanece estável. Produtores seguem firmes em pedidos mais altos, restringindo lotes, o que reduz o interesse da indústria e mantém o spot praticamente parado”, conclui.

 





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Trigo no Sul: Ofertas abundantes


O mercado de trigo no Sul do Brasil segue pressionado pela oferta elevada e pela cautela dos compradores. Segundo a TF Agroeconômica, no Rio Grande do Sul há ofertas a R$ 1.050/t, mas sem tomadores, refletindo a grande disponibilidade e o baixo volume exportado, que soma apenas 74 mil toneladas, bem abaixo da média histórica. 

Em dólar, os preços do trigo gaúcho estão a US$ 215 sobre rodas e US$ 225 dentro do navio, superiores aos US$ 220 FOB da Argentina. Para dezembro, indicações em reais recuaram para R$ 1.180, com possibilidade de deságio de 20% para trigo de ração. Os preços pagos aos produtores também caíram, chegando a R$ 68,00/saca em Panambi, marcando queda frente ao Paraná.

Em Santa Catarina, a safra ainda não colhida mantém o mercado local parado, e os moinhos buscam abastecimento no RS ou de outros estados. Valores CIF chegam a R$ 1.400, enquanto o preço da pedra recua para R$ 69,33/saca em Canoinhas, R$ 63,00 em Chapecó e R$ 73,00 em Xanxerê. A oferta limitada e os preços considerados baixos dificultam negociações internas.

No Paraná, a colheita avançada aumenta o volume negociado, com negócios CIF entre R$ 1.200 e R$ 1.280, dependendo do frete. O trigo importado mantém preços estáveis, com argentino e paraguaio travando negociações em algumas regiões.

Com a média de preços pagos aos agricultores recuando 3,56% na semana, o custo de produção atualizado pelo Deral em maio atinge R$ 74,63/saca, ampliando o prejuízo teórico para -8,8%. No entanto, o mercado futuro já registrou oportunidades de lucro de cerca de 32%, mostrando que o resultado depende do momento de venda.

 





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confira a previsão de hoje



O primeiro sábado de outubro deve ser marcado por pancadas de chuva no Sul, Sudeste e no Norte do país, além de altas temperaturas no Centro-Oeste. Acompanhe:

Sul

No Paraná, as chuvas começam a perder intensidade, mas ainda há previsão de pancadas irregulares no sul e leste do estado. Em Santa Catarina e no centro-norte do Rio Grande do Sul, as precipitações continuam, mas tendem a diminuir até a noite. As temperaturas se elevam em grande parte da região Sul, enquanto no litoral norte gaúcho, na faixa litorânea entre os territórios catarinense e paranaense os termômetros tendem a ficar mais amenos.

Sudeste

Previsão de fortes pancadas de chuva no sul, litoral e leste de São Paulo, no leste de Minas Gerais, Espírito Santo e no litoral norte do Rio de Janeiro, com maior concentração de nebulosidade nessas áreas. As temperaturas permanecem elevadas em toda a região, com exceção de trechos do litoral paulista, fluminense e capixaba. A umidade relativa do ar continua baixa em grande parte de São Paulo e no centro-oeste mineiro.

Centro-Oeste

As áreas de instabilidade permanecem no norte e oeste de Mato Grosso e em áreas do sul de Mato Grosso do Sul. Nas demais localidades, o tempo firme predomina. O calor continua intenso na região, com máximas podendo alcançar os 40°C em Cuiabá (MT). A umidade relativa do ar segue baixa em Goiás, no centro-leste mato-grossense e no território sul-mato-grossense.

Nordeste

A previsão de chuva continua ao longo do litoral da Bahia e entre Sergipe e Rio Grande do Norte, podendo avançar também para áreas do agreste baiano. No interior da região, o sol e o calor predominam, com temperaturas elevadas. Em Teresina, no Piauí, e em Imperatriz, no Maranhão, as máximas podem alcançar até 37°C, e a qualidade do ar permanece baixa em grande parte do interior.

Norte

As pancadas diminuem no Acre, mas ainda podem ocorrer de forma isolada. No Amazonas, Pará, Roraima, Rondônia e Amapá, as chuvas continuam com risco de temporais. As temperaturas permanecem elevadas em toda a região, com máximas que tendem a alcançar os 36°C em Palmas, capital do Tocantins.



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Trigo, soja e milho apresentam movimentos cautelosos


O mercado agrícola inicia o dia com oscilações moderadas, sem sinais claros de tendência para trigo, soja e milho. Segundo a TF Agroeconômica, o trigo nos Estados Unidos registra leves altas, com o contrato Dez/25 cotado a US$ 515,00 e o Dez/26 em US$ 588,25. No Brasil, os preços seguem pressionados: CEPEA Paraná a R$ 1.240,89 e Rio Grande do Sul a R$ 1.214,43, refletindo a abundância de oferta global e o ritmo lento das exportações da União Europeia e de países do Mar Negro.

A soja em Chicago ajusta-se após máximas recentes, com o contrato Nov/25 em US$ 1.022,75 e Mai/26 em US$ 1.068,50. No mercado interno, CEPEA Paraná registra R$ 130,27 no interior e R$ 135,12 em Paranaguá, com altas diárias de 1,17% e 0,51%, respectivamente. A paralisação parcial do governo dos EUA suspendeu temporariamente as atividades do USDA, deixando os traders cautelosos e negociando “às cegas”, enquanto circulam rumores sobre um possível auxílio de US$ 105 por acre para produtores de soja norte-americanos.

O milho apresenta oscilações discretas em Chicago, com Dez/25 cotado a US$ 421,75 e Jul/26 a US$ 455,00. No mercado brasileiro, o contrato B3 Nov/25 encerra a R$ 65,71 e Jul/26 a R$ 69,70, enquanto CEPEA aponta R$ 64,57, alta de 0,40% no dia. Entre os fatores que pressionam o mercado estão o rápido progresso da colheita nos EUA, favorecido pelo clima seco no Centro-Oeste, e o bom ritmo das exportações, cujos números estão temporariamente menos transparentes devido à paralisação do governo americano.

Nos mercados internacionais da América do Sul, o trigo argentino e paraguaio apresenta cotações variadas, com FOB para novembro e dezembro entre US$ 210 e US$ 215, enquanto o milho paraguaio registra valores entre US$ 176 e US$ 205 para outubro e novembro. Esses movimentos destacam a sensibilidade do mercado a fatores climáticos, logísticos e políticos, mantendo produtores e traders em posição de cautela diante da abundância de oferta e incertezas nos relatórios governamentais.

 





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