segunda-feira, maio 25, 2026

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mercado físico segue com tendência de baixa



Clima e demanda pressionam milho segunda safra




Foto: Divulgação

O mercado físico do milho segunda safra apresenta tendência de baixa diante do cenário climático positivo e da demanda interna estabilizada. A avaliação é da Grão Direto e foi divulgada nesta quarta-feira (30).

“O clima com temperaturas amenas e chuvas regulares no Centro-Oeste favorece a fase de enchimento de grãos, o que reforça o potencial produtivo e começa a pressionar os preços para baixo”, afirmou o especialista da Grão Direto.

Do lado da demanda, a movimentação das usinas de etanol de milho e das processadoras de alimentos e rações também contribui para o arrefecimento do mercado. “Esses agentes já realizaram posições importantes para formação de estoques e agora aguardam a colheita, que se mostra promissora em volume”, explicou o analista.

Com negociações pontuais e sem novas pressões de compra, o volume de comercialização permanece reduzido. A análise indica que, enquanto as expectativas de produtividade elevada se confirmam e a demanda se mantém acomodada, a tendência é de continuidade na pressão de baixa no mercado físico ao longo da semana.





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Com R$ 2,6 bi do BNDES, investimento em armazenagem é o maior desde 2013



Os financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a armazenagem nos mais diversos ramos agropecuários do país alcançaram R$ 2,6 bilhões no atual ano-safra (2024/2025) e são os maiores da série histórica iniciada em 2013.

No âmbito do Programa de Construção e Ampliação de Armazéns (PCA), o valor já aprovado entre julho de 2024 e março de 2025 supera em 32% os investimentos feitos na safra anterior (2023/2024) e em 287% os realizados no ano safra 2022/2023. Somadas os valores aprovados para as safras 2023/2024 e 2024/2025, o montante de R$ 4,59 bilhões supera a soma das cinco safras desde 2018 (R$ 4,56 bilhões).

“O setor agropecuário nacional é fundamental para a economia do país. Com a aprovação de mais projetos que visam a ampliação da capacidade de armazenamento, colocamos em prática a determinação do governo do presidente Lula de fortalecer ainda mais a produção agrícola brasileira, além de modernizar e reformar essas estruturas, melhorando a gestão de estoques para o enfrentamento de sazonalidades”, disse o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante. 

Plano Safra 

No Plano Safra 2024/2025, o banco já aprovou R$ 29,7 bilhões em crédito e atendeu a solicitações de mais de 125 mil operações por meio de operações indiretas, realizadas pela rede de agentes financeiros credenciados. Esse modelo de operação permite uma distribuição descentralizada de recursos por todo o país, chegando a 93% dos municípios brasileiros, facilitando o desenvolvimento e a execução da política pública de apoio ao setor.



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Banco do Brasil supera estimativa e bate recorde histórico na Agrishow



O Banco do Brasil atingiu na tarde desta quarta-feira (30) a marca de R$ 3,334 bilhões em propostas acolhidas durante a Agrishow 2025. O valor supera a estimativa inicial de R$ 3 bilhões para toda a edição e marca o melhor desempenho do BB nos três primeiros dias em 30 anos de presença na maior feira agro do país.

“Ultrapassar os R$ 3 bilhões em propostas de financiamento é mais uma demonstração da confiança e relação de parceira dos produtores e produtoras rurais com o Banco do Brasil. Isso reforça nossa atuação como principal parceiro do agro brasileiro, com soluções completas em crédito, seguros, consórcios, cartões, proteção financeira e atendimento especializado não apenas no estado de São Paulo, mas em todas as regiões do país. Estamos otimistas diante do cenário de safra recorde de grãos e do crescimento do PIB agropecuário”, afirma Luiz Gustavo Braz Lage, vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar do BB.

O Banco do Brasil é a única instituição financeira a participar das 30 edições da Agrishow e foi homenageado pela organização da feira no último domingo (27).



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Feiras e eventos oferecem oportunidades para pequenos produtores expandirem seus negócios


Sthefany Viana, bióloga e empreendedora, participa pela primeira vez da Agrishow, maior feira agrícola e tecnológica da América Latina, que acontece até o dia 02 de maio, em Ribeirão Preto, interior de São Paulo.

“A gente não conseguiria estar aqui sozinho. Participar da Agrishow com o apoio do Sebrae é essencial para abrir portas, fazer vendas e firmar parcerias que podem mudar o rumo do nosso negócio”, afirma a bióloga.  

Sthefany iniciou sua trajetória com cogumelos comestíveis. Hoje, oferece soluções sustentáveis com fungos entomopatogênicos – , que são aqueles que ajudam no combate a pragas nas plantações.

Mesmo com formação técnica sólida, ela reconhece que a virada de chave veio com o Sebrae/SP.

“O Sebrae/SP nos deu a visão de negócio. Desenvolver o produto é só uma parte. Fazer ele chegar no mercado é outra, e essa ponte o Sebrae ajudou a construir”, conta Viana.

Assim como a bióloga, dezenas de microempreendedores participam da 30ª edição da Agrishow, com o apoio do Sebrae/SP. A feira deve atrair cerca de 195  mil visitantes e movimentar até R$ 15 bilhões em negócios.

Visibilidade de pequenos negócios

Ao todo, 50 micro e pequenas empresas terão espaço no estande do Sebrae/SP durante os cinco dias da feira.

Os expositores foram divididos em dois grupos: 25 nos dois primeiros dias e outros 25 nos dias seguintes.

Entre os segmentos representados estão biotecnologia, insumos agrícolas, serviços para o agro, além de alimentos como café, cítricos e bebidas artesanais.

De acordo com José Eduardo Carrilho, consultor de negócios do Sebrae/SP, a proposta é justamente gerar oportunidades de negócios reais.

“No ano passado, foram movimentados mais de R$ 7,6 milhões durante e após a feira. Para esta edição, a projeção é ainda mais otimista. O ambiente se consolida como um verdadeiro ponto de encontro para aprendizado, geração de vendas e ampliação de redes de contato”, afirma Carrilho.

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Exemplos de sucesso: da cachaça ao lúpulo nacional

Mulher mostrando produtosMulher mostrando produtos
Silvana Peixoto, empreendedora. Foto: Michelle Jardim

A Cachaça Alma de Gato, de Ourinhos, interior de São Paulo, também marca presença nesta edição com o apoio do Sebrae/SP.

A empresa, que já havia participado de outras edições da Agrishow, chega este ano com uma nova expectativa: exportar seus produtos.

“Estamos de olho no público internacional que visita a feira. Queremos fechar contatos e levar nossa cachaça para fora do país”, afirma empreendedora Silvana Peixoto.

Para além da bebida tradicional brasileira, o cultivo de lúpulo — essencial para a produção de cerveja-, também tem espaço garantido na Agrishow.

Mulher apresentando produtos Mulher apresentando produtos
Luciana Andreia Pereira, microempreendedora. Foto: Michelle Jardim

A marca Lúpulo Guarani é uma das que aposta em tecnologia para driblar os desafios climáticos e expandir a produção nacional da planta, hoje majoritariamente importada.

“A feira é uma oportunidade para mostrar que, sim, é possível produzir lúpulo de qualidade no Brasil, com tecnologia e apoio técnico”, explica Luciana Andreia Pereira, microempreendedora do setor.

Desde 2022, Luciana planta lúpulo em Araraquara, interior de São Paulo. Para ela, o Sebrae representa uma peça fundamental.

“ O Sebrae está em tudo que existe no meu negócio, porque eu sempre busco a instituição como  orientação”, diz Pereira.



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Conseagri realiza encontro na Agrishow após quase uma década



Depois de quase dez anos, o Conselho Nacional de Secretários de Estado da Agricultura (Conseagri) voltou a se reunir presencialmente durante a Agrishow. O encontro marca a retomada de um diálogo essencial entre os representantes estaduais e o governo federal, interrompido desde a última reunião realizada no evento, em 2016.

De acordo com o repórter Jackson Pinheiro, que acompanha a feira, a reunião representa um passo importante para fortalecer a comunicação, a troca de experiências e o alinhamento de políticas públicas voltadas ao agronegócio em nível nacional.

“Sentimos falta dessa conexão. É fundamental que os estados e o governo federal estejam alinhados nas políticas agrárias e sociais. Essa troca de experiências e o networking entre os secretários podem fazer muita diferença na gestão de cada estado”, destacou Guilherme Piai, secretário de Agricultura de São Paulo.

O Conseagri tem como missão principal fomentar o intercâmbio de informações, tecnologias e boas práticas entre os estados, promovendo uma gestão agrícola mais eficiente e integrada.

Um dos avanços destacados foi a implantação do certificado fitossanitário digital, importante para a exportação de frutas. Antes, a burocracia atrasava a chegada dos documentos em relação à própria carga, comprometendo o comércio de produtos perecíveis.

“Através de reuniões do conselho, conseguimos destravar esse processo com o governo federal, e hoje o Brasil já conta com o certificado digital, alinhado com outros países”, afirmou o secretário de Agricultura do Rio Grande do Norte, Guilherme Saldanha.

Com a presença de representantes de diversos estados, o encontro sinaliza uma nova fase de cooperação entre as esferas estadual e federal no setor agropecuário, com foco na inovação, eficiência e competitividade internacional.



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AgroNewsPolítica & Agro

Mosca-das-galhas ameaça lavouras de mandioca no Tocantins


Segundo os informações divulgada pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), depois do surto de vassoura-de-bruxa causar estado de emergência fitossanitária no Pará e no Amapá, uma nova praga preocupa os produtores de mandioca no Tocantins. A mosca-das-galhas da mandioca (Jatrophobia brasiliensis), até então considerada secundária, passou a ocorrer com intensidade nas lavouras do estado, provocando perdas de até 100% em áreas recém-plantadas.

A Embrapa Pesca e Aquicultura, com sede em Palmas (TO), atua junto aos técnicos do Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins) e produtores para tentar conter o avanço da praga. Segundo a instituição, o controle deve seguir os princípios do Manejo Integrado de Pragas (MIP), priorizando métodos culturais, biológicos e, quando necessário, químicos.

Cristiano Barros, produtor no Polo de Fruticultura Irrigada São João, relata ter sido surpreendido pela infestação. “No final do ano passado, quando fizemos o plantio, ela apareceu, mas achamos que era como todos os anos, algo pontual aqui e ali, sem causar prejuízos. Entraram as festas de fim de ano e não demos muita atenção. Quando fomos ver, ela se instalou de uma maneira que precisamos gradear (passar a máquina, destruindo a plantação) e plantar tudo de novo”, contou.

Segundo o entomologista Daniel Fragoso, da Embrapa, os danos são causados pelas larvas, que se alimentam dos tecidos internos das folhas. “Trata-se de pequenas moscas de coloração amarela que depositam ovos nas folhas, onde as larvas eclodem e começam a se alimentar do tecido foliar. A planta reage e forma as galhas ou verrugas”, explicou.

A formação dessas estruturas reduz a capacidade fotossintética, compromete o desenvolvimento e pode levar à morte de plantas jovens. Entre as hipóteses para o avanço da praga está o uso intensivo de inseticidas contra a mosca-branca na safra anterior, o que teria reduzido a população de parasitoides naturais da mosca-das-galhas.

Pesquisadores e agricultores conduzem estudos e testes com produtos químicos e biológicos. A falta de conhecimento sobre o inseto exige maior esforço em pesquisa. “A identificação precoce e o monitoramento são essenciais para o manejo”, reforçou Fragoso.

No âmbito do MIP, a orientação é optar por práticas que favoreçam o controle biológico natural, como o uso de cultivares resistentes, destruição de folhas com alta infestação, rotação de culturas e plantio em período seco com irrigação. “Em casos de alta infestação, o controle químico é necessário, com critério técnico e rotatividade de ingredientes ativos, para evitar o desenvolvimento de resistência aos produtos usados”, alertou Fragoso.





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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Março fecha com alta de 44,44% no faturamento com exportações de carne suína


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De acordo com informações da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Governo Federal, divulgadas nesta sexta-feira  (4), as exportações de carne suína fresca, refrigerada ou congelada, até a última semana de março (19 dias úteis), superou em grande monta o que foi registrado em março de 2025.

A receita obtida até o final em março, US$ 258.644,061 representa 44,44% a mais do que o total arrecadado em todo o mês de março de 2024, que foi de US$ 179.059,606. No caso do volume embarcado, as 102.699,199 toneladas representam 30,36% a mais do que o total registrado em março do ano passado, quantidade de 78.775,868 toneladas.

No comparativo com o resultado das exportações de carne suína no mês de fevereiro de 2025, a receita obtida com as exportações de carne suína até o final de março, US$ 258.644,061, representam 2,05% a mais que o total arrecadado em todo o mês de fevereiro de 2025, que foi de US$ 253.424,443. No caso do volume embarcado, as 102.699,199 toneladas embarcadas até o fim de março representam 1,56% de aumento sobre o total registrado em fevereiro, quantidade de 101.118,365 toneladas.

O faturamento por média diária até o final de março foi de US$ 13.612,845, quantia 44,4% a mais do que março de 2024. No comparativo com a semana anterior, houve queda de 2,82% observando os US$ 14.008,073, vistos na semana passada.

No caso das toneladas por média diária, foram 5.405,221, houve elevação de 30,4% no comparativo com o mesmo mês de 2024. Quando comparado ao resultado no quesito da semana anterior, observa-se recuo de 3,20%, comparado às 5.584,451 toneladas da semana passada.

Já o preço pago por tonelada, US$ 2.518,462, é 10,8% superior ao praticado em março passado. O resultado, frente ao valor atingido na semana anterior, representa tímida alta de 0,40% em relação aos US$ 2.508,406 anteriores.

 





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expectativa de negócios é alta nesta edição



A 30ª edição da Agrishow chega ao seu terceiro dia com muitas negociações em andamento. O otimismo se deve às vendas deste primeiro trimestre de máquinas e equipamentos agrícolas. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), houve crescimento de 25% nas vendas deste ano em relação aos primeiros três meses do ano passado.

Para a diretora de competitividade, economia e estatística da Abimaq, Maria Cristina Zanela, outro fator que ajuda nesse desempenho é o clima que tem colaborado com o recorde da safra de grãos para essa temporada.

Zanela disse ao jornalista João Nogueira que, dependendo dos resultados obtidos durante a feira, a projeção da Abimaq de 8% no crescimento das vendas de máquinas e implementos agrícolas neste ano de 2025 poderá ser revista.

A expectativa também é grande por parte das empresas. A Jacto está presente na edição da Agrishow e o CEO da companhia, Carlos Daniel Haushahn, afirmou que as perspectivas de vendas são muito boas. “Nós temos vários segmentos, nichos de mercado que estão indo bastante bem”, disse.

Haushahn explicou que a Jacto atua com um portfólio de maquinário agrícola variado, atendendo diversas culturas. “Cito, por exemplo, café que tem que tem sido alardeado muito com um preço muito bom. Então, temos soluções para café, temos soluções para laranja, que também está num momento bastante bom, além do amendoim, que a gente está trazendo lançamentos na área de plantio também”, afirmou.

O CEO destaca que a empresa sempre focou na invocação. “Temos também soluções para conectividade agrícola, da porteira para dentro, como se fala. São soluções na parte de telemetria e agricultura digital, que cada vez mais tem sido muito bem aceita pelo produtor rural”, finalizou.



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Soja é destaque na Agrishow 2025; saiba mais



A soja é destaque na Agrishow 2025, evento realizado em Ribeirão Preto (SP), de 28 de abril a 2 de maio. Os parceiros do projeto Soja Brasil marcam presença e mostram, na prática, como a tecnologia, a conectividade e a inovação estão transformando o agronegócio.

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Tecnologia da Mitsubishi: do campo à cidade

A Mitsubishi Motors lança na feira a Triton Agro Link, picape customizada para uso rural, fabricada em Catalão (GO). Equipada com sistema de comunicação via antena, torre de tomadas, estação meteorológica, baterias e gerador, a picape oferece conexão para máquinas e sensores em áreas com até 20 km de alcance, mesmo fora da cobertura de operadoras.

Voltado para uso corporativo, o modelo reforça a tradição da marca em veículos especiais. A empresa também promove um café da manhã com o grupo Mulheres do Agro, liderado por Sonia Bonato, para discutir o protagonismo feminino no setor.

Ihara comemora aniversário na Agrishow 2025

Comemorando 60 anos, a Ihara apresenta um estande voltado à inovação e à produtividade sustentável. Seu portfólio de defensivos agrícolas para culturas como soja, milho e feijão destaca soluções que aliam eficiência e responsabilidade ambiental.

Bayer

A Bayer aposta em soluções digitais para manejo inteligente de pragas e doenças, com foco em soja e milho. Suas ferramentas baseadas em dados em tempo real demonstram como a inteligência agronômica pode elevar a produtividade com mais eficiência e sustentabilidade.

Embrapa Soja

Celebrando 50 anos, a Embrapa Soja apresenta tecnologias voltadas à sustentabilidade e adaptação climática. Entre os destaques estão o app Plantio Certo, o sistema Agritempo, análise de solo com IA, e o Guandu BRS Guatã para recuperação de pastagens. A feira também marca o pré-lançamento da campanha Jornada pelo Clima e do hub AgNest, que conecta startups ao futuro do agro.



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Algodão brasileiro ocupa a maior fatia das exportações mundiais



Além de ser o maior volume, as exportações brasileiras também estão, desde de 2024, acima da média dos Estados Unidos, que mantinham o primeiro lugar no ranking. 

De acordo com os pesquisadores do Centro de Estudos, o avanço brasileiro para a primeira posição se dá devido à oferta nacional recorde de algodão em pluma. A produção brasileira já representa 14% da produção mundial da safra 2024/25.

Nos primeiros nove meses da temporada (de agosto/24 a abril/25), O volume exportado foi de 2,35 milhões de toneladas. O que é apenas 12% a menos que o total escoado em toda a safra anterior.



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