segunda-feira, maio 25, 2026

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inovação para transformar o futuro da agricultura com mais produtividade e rentabilidade



No coração da agricultura regenerativa no Brasil, nasce uma empresa com propósito, inovação e resultado. A Raíx BioSoluções é líder e pioneira no Brasil no mercado de mix de plantas de cobertura, oferecendo soluções sustentáveis para a construção de um solo mais saudável, produtivo e preparado para os desafios atuais que enfrentamos na agricultura.

Criada em 2009, a Raíx carrega em seu DNA o compromisso com a produtividade e a sustentabilidade. De lá para cá, cresceu com consistência e hoje se consolida como referência em pesquisa, tecnologia e impacto positivo nas lavouras no Brasil afora, com um portfólio robusto de produtos desenvolvidos para entregar ganhos reais ao produtor rural.

Entregamos mais do que um produto, levamos inovação e tecnologia para o campo.

Mais do que uma fornecedora de sementes, a Raíx atua de forma integrada na cadeia do agronegócio. São mais de 30 mil hectares distribuídos em oito estados brasileiros de áreas plantadas para a produção de sementes, em um modelo totalmente verticalizado, que assegura rastreabilidade e qualidade em cada lote entregue ao campo.

A empresa investe fortemente em pesquisa e inovação, com mais de 2 mil parcelas de pesquisa anuais e 53 espécies de plantas em estudo, o que garante soluções assertivas para os diferentes perfis de solo e desafios enfrentados no campo. Com base nesses estudos, já foram desenvolvidos 18 produtos, todos alinhados a estratégias sustentáveis, econômicas e de alto impacto produtivo para o consumidor final, o produtor rural.

Mas, afinal, o que são mix de plantas de cobertura?

Em um cenário onde produzir mais e melhor exige responsabilidade ambiental, os mix de plantas de cobertura se tornaram uma ferramenta indispensável para o futuro da agricultura.

Essas combinações estratégicas reúnem plantas que trabalham juntas, em total sinergia, capazes de transformar o solo durante as entressafras. Elas promovem a renovação natural de nutrientes, melhoram a estrutura física, aumentam a biodiversidade e favorecem a microbiologia do solo — tudo isso de forma sustentável e integrada.

Os principais benefícios dos mix de plantas cobertura incluem:

✅ Maior resiliência em períodos de estiagem

✅ Maior produtividade e rentabilidade

✅ Ciclagem eficiente de nutrientes

✅ Descompactação e melhor aeração do solo

✅ Incremento da matéria orgânica e da vida no solo

✅ Manejo integrado de plantas daninhas, pragas e doenças

✅ Aumento da infiltração e retenção de água

✅ Redução de perdas por erosão

✅ Alta produção de biomassa

Cada planta de cobertura cumpre um papel específico — seja na estruturação do solo, fixação de nitrogênio, produção de palhada ou estímulo biológico. Por isso, a escolha do mix ideal deve considerar fatores como o tipo de solo, cultura comercial, época do ano, clima, relação C/N e os objetivos agronômicos da área.

Ao adotar os mix da Raíx, o produtor investe em tecnologia e inovação, preservando os recursos naturais e construindo um solo mais fértil e produtivo, safra após safra. É uma escolha estratégica, sustentável e que constrói um legado produtivo para a lavoura, preparada para os desafios do presente e do futuro.



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AgroNewsPolítica & Agro

IA identifica ervas daninhas no canavial


O Brasil deve consolidar sua liderança global na produção de cana-de-açúcar e açúcar, com uma estimativa de 671 milhões de toneladas para a safra 2025/26, segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Para manter esse protagonismo, o setor busca em tecnologias baseadas em inteligência artificial (IA), como as oferecidas pela Taranis do Brasil, um reforço estratégico contra desafios recorrentes como a presença de mamona, corda-de-viola e mucuna-preta.

O gerente-geral da Taranis do Brasil, Fábio Franco, destaca que essas ferramentas de IA proporcionam “maior precisão na definição do manejo mais adequado para controlar espécies invasoras, contribuindo para a manutenção da produtividade e da competitividade das lavouras”.

Franco explica que “as plantas daninhas, como mamona, corda-de-viola e mucuna-preta, competem com a cana-de-açúcar por recursos como luz, água e nutrientes, o que leva a uma diminuição no desenvolvimento da cultura principal, resultando em menores rendimentos”.

A mamona é apontada como uma das mais prejudiciais, com potencial para reduzir a produtividade da cana em até 80% e dificultar a colheita. “A presença dessa planta invasora na lavoura, em forma de sementes ou outros materiais, reduz a qualidade da matéria-prima e pode gerar problemas na indústria, impactando a produção de açúcar e álcool”, detalha o gerente, alertando para a dificuldade de controle devido à dispersão de sementes e os custos adicionais gerados.

A corda-de-viola, ao cobrir a cana, bloqueia a luz solar, essencial para a fotossíntese e produção de sacarose. Franco ressalta que essa invasora pode “se enrolar nas máquinas colhedoras, entupindo-as e dificultando o processo de colheita, o que reduz a eficiência e aumenta os custos”.

Já a mucuna-preta, além de também reduzir a fotossíntese e dificultar a colheita, serve como hospedeira para pragas e doenças, podendo reduzir a produtividade da cana em até 50%. “Além das já citadas, outras invasoras frequentemente encontradas em canaviais incluem merremia, capim-braquiária, capim-marmelada e capim-colonião”, complementa Franco, mencionando a importância de estratégias combinadas de manejo, incluindo IA para identificação precisa.

A Taranis do Brasil utiliza IA para um mapeamento “preciso e rápido” das áreas infestadas. O processo envolve monitoramento aéreo com tecnologia de ponta para capturar imagens de alta resolução, analisadas por um sistema de IA com um vasto banco de dados e dupla verificação por especialistas. O resultado é um relatório de diagnóstico sobre a distribuição e cobertura das plantas daninhas, acessível online e em formatos PDF ou Excel.





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AgroNewsPolítica & Agro

Clima favorece milho no Centro-Oeste e soja no Sul



MS reduz déficit hídrico com chuvas recentes




Foto: Bing

As condições climáticas registradas ao longo da última semana favoreceram o desenvolvimento da segunda safra de milho no Centro-Oeste e a colheita de soja no Sul do Brasil. As informações constam no boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado nesta terça-feira (29) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Segundo o órgão norte-americano, o tempo chuvoso persistiu em grande parte do Centro-Oeste, com destaque para o Mato Grosso do Sul, onde foram registrados os maiores volumes. A umidade beneficiou o milho nas fases iniciais de reprodução e sustentou o potencial produtivo acima da média.

“No Mato Grosso do Sul, a chuva foi especialmente importante, ajudando a reduzir o déficit de umidade acumulado no ano, que passou de 59% do normal no fim de março para 77% no final do atual período analisado”, apontou o USDA.

No Sul, as condições climáticas foram distintas. O tempo seco e mais frio que o normal predominou no Rio Grande do Sul, com temperaturas até 4°C abaixo da média. O cenário contribuiu para o avanço da colheita da soja, já 80% concluída, e criou ambiente favorável para o início do plantio do trigo nas próximas semanas.

O boletim também destacou a presença de bolsões de tempo seco em estados do Leste do país, com destaque para Minas Gerais e Bahia.





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Vendas de máquinas agrícolas caíram em março mas tem avanço no 1º trimestre



A indústria de máquinas agrícolas, tratores e colheitadeiras, vendeu 3.991 unidades em março. Isso representa uma queda de 11,5% frente às vendas de 4.509 tratores e colheitadeiras registradas em março do ano passado, de acordo com a Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).

No trimestre, de janeiro a março deste ano, foram vendidas 11.997 unidades, um crescimento de 13% sobre as 10.621 máquinas agrícolas vendidas em igual período do ano passado. No mercado interno, as vendas de máquinas agrícolas em março caíram 12,8% em relação a março do ano passado.

No acumulado dos primeiros três meses de 2025, a indústria de máquinas e colheitadeiras agrícolas colocou 10.949 unidades no mercado interno, um crescimento 17,5% sobre as 9.323 unidades vendidas no mesmo período de 2024.

As exportações somaram 403 unidades em março, mostrando um crescimento de 2,8% sobre as 392 unidades embarcadas no mesmo mês do ano passado.

Já no acumulado dos primeiros três meses deste ano, as exportações despencaram 20%, para 1.038. No mesmo período do ano passado foram embarcadas 1.298 unidades.



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Tesouro publica regras do leilão para recuperar terras degradadas



A Secretaria do Tesouro Nacional divulgou nesta quarta-feira (30) portaria que torna público o Leilão EcoInvest Brasil lançado na última segunda-feira (28) para recuperação de terras degradadas. O anúncio foi feito pelos ministros da Fazenda, Fernando Haddad, da Agricultura, Carlos Fávaro, e do Meio Ambiente, Marina Silva, em entrevista coletiva de imprensa em São Paulo.

O leilão terá objetivo de alavancar recursos internacionais para recuperar 1 milhão de hectares no âmbito do Programa Caminho Verde Brasil, dentro dos biomas Mata Atlântica, Cerrado, Caatinga, Pampa e Pantanal. A expectativa, segundo o governo federal, é de alavancar até R$ 10 bilhões em investimentos totais para a recuperação de terras.

Dentre outros pontos, a portaria lista os critérios adicionais de elegibilidade dos projetos, das salvaguardas e de priorização. Também detalha os critérios e condições para participação e habilitação no leilão.

Os interessados em participar deverão enviar as propostas à Secretaria do Tesouro Nacional em até 45 dias, contados desta quarta-feira, data de publicação da portaria, até as 18 horas no horário de Brasília.

As propostas deverão ser enviadas ao endereço eletrônico [email protected].

Na lista de exigências para habilitação ao leilão, serão consideradas apenas as instituições financeiras autorizadas a operar pelo Banco Central do Brasil e aquelas que declarem, entre outros requisitos, ter experiência e capacidade técnica para realizar operações de captação de recursos no exterior destinadas ao financiamento de projetos sustentáveis no Brasil, ter condições operacionais para o cumprimento das salvaguardas socioambientais, compromisso de execução de operações de hedge cambial e compromisso de desmatamento legal zero nas propriedades financiadas.

Além da portaria do leilão, o Ministério da Fazenda ainda publicou no Diário Oficial da União outro ato com regras gerais sobre o Programa EcoInvest Brasil. A norma altera uma portaria anterior, de junho de 2024, sobre o assunto, e trata também da alocação dos recursos, dos processos de habilitação de agentes financeiros e de prestação de contas, da estrutura de governança da Linha de Mobilização de Capital Privado Externo e Proteção Cambial, a Linha EcoInvest Brasil, além de estabelecer a composição e as competências do Comitê Executivo do programa.

Nessa outra portaria, fica estabelecido que, para a linha de financiamento parcial (blended finance), o agente financeiro deverá comprovar a captação de recursos privados, no mercado externo ou interno, pela empresa, pelo investidor ou pela instituição financeira, correspondentes à parcela restante do montante de capitais de terceiros necessária à execução do projeto de investimento.



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AgroNewsPolítica & Agro

Expectativa por acordo EUA-China movimenta soja



Cotações da soja oscilam com clima e câmbio




Foto: Canva

As movimentações do mercado de soja nesta semana refletem uma combinação de fatores climáticos, cambiais e políticos. De acordo com a análise publicada nesta quarta-feira (30) pela Grão Direto, as previsões do NOAA indicam temperaturas mais baixas e tempo seco em estados como Indiana, Iowa e Illinois, enquanto as Dakotas e parte do Meio-Oeste dos Estados Unidos devem registrar clima mais quente e chuvoso.

“A previsão favorece o avanço do plantio nas regiões de maior peso produtivo do cinturão agrícola norte-americano”, avaliou o especialista da Grão Direto. Segundo ele, o ritmo de semeadura pode influenciar diretamente o comportamento do mercado internacional.

No câmbio, a desvalorização do dólar frente ao real tem pressionado os preços da soja no mercado disponível brasileiro. “Apesar da leve alta registrada em Chicago, o dólar mais fraco contribuiu para um recuo nos preços internos”, destacou a análise. A expectativa é de que a moeda norte-americana mantenha viés de baixa nos próximos dias, refletindo um cenário global mais estável.

Outro fator monitorado pelos agentes de mercado é a sinalização do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, quanto à retomada das negociações comerciais com a China. “O mercado, que vinha operando sob incertezas tarifárias, agora espera por um possível acordo até junho”, aponta a análise. Segundo o especialista, qualquer progresso nas conversas já tende a provocar impacto imediato sobre as cotações da soja em Chicago.

Dessa forma, o mercado interno pode seguir pressionado pela valorização do real. Ainda assim, o avanço da semeadura nos Estados Unidos e a expectativa por um entendimento comercial entre as duas maiores economias do mundo tendem a limitar as perdas no mercado físico brasileiro.





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o Brasil que acorda cedo e alimenta o mundo


Neste 1º de maio, Dia do Trabalho, é preciso voltar os olhos com respeito e orgulho para uma classe que, muitas vezes distante dos centros urbanos, cumpre silenciosamente uma missão essencial: alimentar o Brasil e o mundo. São os trabalhadores da agropecuária e da indústria agroalimentar, protagonistas de uma das maiores transformações econômicas da história nacional.

Há 70 anos, o Brasil era dependente da importação de alimentos básicos. Hoje, é um dos maiores exportadores do planeta. Essa virada histórica não aconteceu por acaso. Foi construída com suor, resiliência e uma disciplina quase poética: o campo acorda cedo — muito antes do sol nascer — para garantir que a mesa do brasileiro esteja farta e o mundo abastecido.

Atrás de cada safra de soja, de cada litro de leite, de cada corte de carne, há milhares de mãos calejadas que moldaram não apenas os frutos da terra, mas a própria imagem de um Brasil moderno e competitivo. É o esforço diário desses homens e mulheres do agro que sustenta cidades, movimenta portos, alimenta mercados e impulsiona o PIB nacional.

O trabalhador rural não conhece feriado quando a lavoura exige cuidado. A indústria que processa esses alimentos opera em ritmo intenso para garantir qualidade, abastecimento e inovação. Trata-se de um ecossistema que envolve o pequeno agricultor, o técnico agrícola, o operário da agroindústria, o caminhoneiro e tantos outros elos dessa cadeia vital.

Neste 1º de maio, temos, sim, o que comemorar. Celebrar o trabalhador da agropecuária é celebrar a superação de um país que saiu da insegurança alimentar para se tornar potência global do agronegócio. É reconhecer que os calos nas mãos de quem produz nosso alimento são marcas de uma contribuição inestimável para a saúde da humanidade.

Que este dia sirva não apenas para homenagens, mas também para renovar o compromisso com políticas públicas, infraestrutura e respeito a quem, do campo à indústria, faz do Brasil um celeiro para o mundo.

Miguel DaoudMiguel Daoud

Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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Véspera de feriado: preços de soja caíram ou aumentaram no Brasil?



O mercado brasileiro de soja teve uma quarta-feira (30), de preços fracos, com cotações estáveis a mais baixas na véspera do feriado. De acordo com Rafael Silveira, consultor da Safras & Mercado, o mercado apresentou pouquíssima movimentação, sem registro de negócios relevantes.

A queda nos contratos futuros na Bolsa de Chicago exerceu pressão, enquanto a alta do dólar limitou os impactos negativos. Os produtores continuam retraídos, enquanto compradores tentam impor preços menores, mas ainda superiores à paridade de exportação.

Soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): caiu de R$ 128,00 para R$ 127,00
  • Santa Rosa (RS): caiu de R$ 129,00 para R$ 128,00
  • Porto de Rio Grande (RS): caiu de R$ 134,00 para R$ 133,50
  • Cascavel (PR): caiu de R$ 129,00 para R$ 127,00
  • Porto de Paranaguá (PR): caiu de R$ 134,00 para R$ 132,00
  • Rondonópolis (MT): caiu de R$ 116,00 para R$ 115,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 118,50
  • Rio Verde (GO): caiu de R$ 115,00 para R$ 114,00

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) encerraram a quarta-feira em queda, reduzindo parte dos ganhos acumulados no mês de abril (1,58% na posição julho). O avanço do plantio nos Estados Unidos e a previsão de clima favorável para a colheita na Argentina influenciaram negativamente as cotações.

As incertezas em torno da guerra tarifária entre China e Estados Unidos seguem no radar, aumentando a percepção de possível desaquecimento da demanda por parte do maior comprador global de soja.

Além disso, a queda no PIB americano trouxe forte aversão ao risco nos mercados financeiros, pressionando também as commodities agrícolas. O petróleo teve forte recuo, e o dólar, mesmo em patamar ainda baixo, avançou frente a outras moedas.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com baixa de 6,25 centavos de dólar, ou 0,60%, a US$ 10,34 3/4 por bushel. A posição julho caiu 8,25 centavos, ou 0,76%, para US$ 10,44 1/2 por bushel.

Nos subprodutos, o farelo para julho recuou US$ 0,20 ou 0,06%, para US$ 298,00 por tonelada. O óleo com vencimento em julho fechou a 48,97 centavos de dólar por libra-peso, queda de 0,36 centavo ou 0,72%.

Câmbio

O dólar comercial fechou em alta de 0,78%, cotado a R$ 5,6750 na venda e R$ 5,6730 na compra. Ao longo do dia, a moeda oscilou entre a mínima de R$ 5,6053 e a máxima de R$ 5,6878. No acumulado de abril, o dólar registrou queda de 0,57%.



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Preços de boi gordo seguem em baixa; confira as cotações no país



O mercado físico de boi gordo mantém a tendência de queda, o que reflete o aumento da oferta de animais e as escalas de abate mais folgadas nos frigoríficos. Esse movimento está dentro da sazonalidade esperada para o segundo trimestre, quando a deterioração das pastagens dificulta a retenção dos animais no campo, ampliando a oferta.

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Os contratos futuros já indicam esse comportamento, projetando a continuidade do viés baixista. Ainda assim, a primeira quinzena de maio pode trazer algum alívio à pressão sobre os preços de boi gordo, sustentado por uma expectativa positiva de consumo interno, impulsionada pelo pagamento dos salários e pelo Dia das Mães, além de exportações em níveis elevados, segundo análise de Fernando Henrique Iglesias, da consultoria Safras & Mercado.

Preços do boi gordo no Brasil

  • São Paulo: R$ 321,33
  • Goiás: R$ 300,18
  • Minas Gerais: R$ 316,18
  • Mato Grosso do Sul: R$ 322,39
  • Mato Grosso: R$ 323,89

Atacado

No mercado atacadista, os preços seguem acomodados, mas a expectativa ainda é de alta ao longo da primeira quinzena de maio. A combinação do pagamento dos salários e do tradicional aumento de consumo relacionado ao Dia das Mães pode estimular as vendas de carne bovina neste início de mês.

O quarto traseiro segue cotado a R$ 25,00 por quilo. O quarto dianteiro permanece em R$ 20,50. Já a ponta de agulha está precificada em R$ 18,50 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial fechou a terça-feira em alta de 0,78%, cotado a R$ 5,6750 para venda e R$ 5,6730 para compra. No decorrer do dia do mercado de boi gordo, a moeda variou entre a mínima de R$ 5,6053 e a máxima de R$ 5,6878. No acumulado de abril, o dólar recuou 0,57%.



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AgroNewsPolítica & Agro

mercado físico segue com tendência de baixa



Clima e demanda pressionam milho segunda safra




Foto: Divulgação

O mercado físico do milho segunda safra apresenta tendência de baixa diante do cenário climático positivo e da demanda interna estabilizada. A avaliação é da Grão Direto e foi divulgada nesta quarta-feira (30).

“O clima com temperaturas amenas e chuvas regulares no Centro-Oeste favorece a fase de enchimento de grãos, o que reforça o potencial produtivo e começa a pressionar os preços para baixo”, afirmou o especialista da Grão Direto.

Do lado da demanda, a movimentação das usinas de etanol de milho e das processadoras de alimentos e rações também contribui para o arrefecimento do mercado. “Esses agentes já realizaram posições importantes para formação de estoques e agora aguardam a colheita, que se mostra promissora em volume”, explicou o analista.

Com negociações pontuais e sem novas pressões de compra, o volume de comercialização permanece reduzido. A análise indica que, enquanto as expectativas de produtividade elevada se confirmam e a demanda se mantém acomodada, a tendência é de continuidade na pressão de baixa no mercado físico ao longo da semana.





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