sábado, maio 23, 2026

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Chuvas favorecem pós-colheita do arroz



Colheita de arroz está praticamente encerrada no Rio Grande do Sul




Foto: USDA

A colheita de arroz está praticamente encerrada no Rio Grande do Sul, restando menos de 1% da área cultivada para ser colhida, conforme o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (22) pela Emater/RS-Ascar. O Estado cultivou 970.194 hectares na safra 2024/2025, com produtividade média estimada em 8.558 quilos por hectare.

Segundo a Emater, produtores que encerraram a colheita entre fevereiro e março já iniciaram o preparo das áreas para o próximo plantio. Entre as ações em andamento estão a manutenção do maquinário agrícola, o contato com agentes financeiros para atualização cadastral e a renegociação de limites de crédito.

Na Metade Sul do Estado, as chuvas de baixo volume permitiram o avanço das operações pós-colheita, especialmente em áreas sem integração com a pecuária. Os orizicultores realizam manejo do solo com incorporação da palha, nivelamento, construção de taipas e abertura de drenos para evitar acúmulo de água durante o inverno. As práticas buscam preservar a estrutura do solo e sua capacidade produtiva para o próximo ciclo.

Na região de Bagé, menos de mil hectares ainda não foram colhidos, concentrados nos municípios de Bagé, Dom Pedrito, Hulha Negra e Itaqui. Em Uruguaiana, os 76.500 hectares já foram colhidos, com produtividade média de 9.100 quilos por hectare. Apesar do bom desempenho técnico, produtores demonstram preocupação com os preços do grão, que voltaram a cair nesta semana e chegaram a R$ 70,00 por saca de 50 quilos.

Nas regiões de Pelotas e Soledade, a colheita já foi concluída, e na região de Santa Maria as atividades estão na fase final.





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Mercados reagem ao aumento do IOF; ouça análise do Diário Econômico


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o impacto do bloqueio de R$ 31,3 bilhões no Orçamento, que inicialmente animou os mercados, mas foi ofuscado pela incerteza sobre o IOF. O dólar subiu a R$ 5,66 e o Ibovespa caiu 0,44%, pressionado por bancos e commodities. Lá fora, pesou a preocupação com o déficit fiscal dos EUA e os efeitos da nova lei tributária. Hoje, atenção para o IPC-S, o PIB da Alemanha e falas de Galípolo.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Identificação e controle da mosca-branca no campo



Mosca-branca exige manejo eficiente no campo


Foto: Nadia Borges

A presença da mosca-branca (Aleyrodidae) nas lavouras tem causado preocupação crescente entre os produtores devido aos prejuízos diretos e indiretos provocados pelo inseto. De acordo com a engenheira agrônoma Maiara Franzoni, em publicação no Blog da Aegro, a praga afeta diversas culturas ao sugar a seiva das plantas, comprometendo o desenvolvimento das lavouras e reduzindo produtividade e qualidade.

Segundo Franzoni, “o ciclo de vida da mosca-branca varia de 38 a 74 dias, e uma única fêmea pode depositar de 100 a 300 ovos durante a vida, o que favorece infestações em larga escala”. A identificação do inseto é facilitada pelas características visuais: corpo amarelo pálido e asas brancas.

Entre as principais culturas atacadas estão feijão, soja e algodão, além da permanência da praga em plantas daninhas durante a entressafra, o que dificulta a quebra do seu ciclo biológico.

Os danos provocados podem ser diretos, como descoloração, manchas foliares, prateamento das folhas e queda precoce da folhagem. Também há prejuízos indiretos, quando a mosca-branca atua como vetor de viroses que afetam o desenvolvimento e a sanidade das culturas.

Para o controle da praga, Franzoni recomenda a adoção do Manejo Integrado de Pragas (MIP), que inclui estratégias como o uso de culturas não hospedeiras, armadilhas amarelas para monitoramento, aplicação de inseticidas à base de tetranortripenóides e o uso de fungos entomopatogênicos, como Beauveria bassiana e Isaria fumosorosea. O uso de cultivares resistentes também é uma alternativa recomendada.

Em casos de falhas no controle químico, a engenheira destaca a necessidade de identificação da raça ou biótipo presente na área, pois algumas linhagens da praga apresentam resistência a diferentes princípios ativos. Quando o controle não surte efeito, é fundamental investigar o biótipo da mosca-branca para ajustar a estratégia de manejo.





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principais dúvidas sobre a gripe aviaria



Governo do RS combate desinformação sobre gripe aviária




Foto: Pixabay

Diante do aumento de conteúdos enganosos sobre a gripe aviária em redes sociais e aplicativos de mensagens, o governo do Rio Grande do Sul iniciou uma ação para esclarecer os principais pontos relacionados à doença. A mobilização é coordenada pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) e pelo Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal (DDA), com base em informações oficiais e científicas. A iniciativa busca conter os impactos da desinformação, que, segundo as autoridades, pode gerar pânico injustificado, afetar a economia e prejudicar a vida de produtores e consumidores. 

Carne de frango e ovos transmitem gripe aviária?

  • Mentira. Não há risco de transmissão pelo consumo desses produtos. O vírus da gripe aviária não sobrevive ao cozimento. Portanto, alimentos de origem avícola, como carne de frango e ovos, são seguros para o consumo, desde que bem cozidos.

A gripe aviária pode passar para humanos?

  • Verdade. Apesar de raro, o vírus pode infectar seres humanos, mas geralmente isso acontece apenas com quem tem contato direto, prolongado e sem proteção adequada com aves infectadas. Não há ocorrências de casos de transmissão entre pessoas.

A doença se transmite entre aves?

  • Verdade. A gripe aviária é contagiosa entre aves, principalmente entre as silvestres, migratórias e domésticas, mas também pode acometer mamíferos. Por isso, medidas de vigilância e controle são essenciais, principalmente em áreas próximas a rotas migratórias.

Animais silvestres podem levar o vírus para granjas?

  • Verdade. Aves silvestres, especialmente as migratórias de vida livre, podem transportar o vírus e contaminar granjas. Por isso, a biosseguridade, conjunto de medidas para evitar a entrada de agentes infecciosos, é fundamental nas propriedades avícolas.

A Secretaria da Agricultura está passando e eliminando todas as aves?

  • Mentira. Não existe nenhuma política de eliminação indiscriminada de aves. As equipes estão visitando as propriedades no raio de dez quilômetros do foco de Montenegro para conversar com os produtores, observar os animais e levar informações sobre a doença. As ações de controle são pontuais e baseadas em evidências, sempre seguindo protocolos sanitários nacionais e internacionais. O objetivo é proteger a saúde animal e humana, sem prejuízos desnecessários ao meio ambiente ou à produção.


Focos podem ser resolvidos rapidamente?

  • Verdade. O governo do Estado adota medidas imediatas e eficazes assim que um foco é identificado. Em Montenegro, por exemplo, os fiscais sanitários visitaram 100% das 540 propriedades rurais no raio de dez quilômetros do foco de influenza aviária em apenas quatro dias. Da mesma forma, o trabalho sanitário está sendo realizado no Zoológico de Sapucaia do Sul, outro foco da doença, por profissionais das secretarias estadual e federal.

O Brasil está preparado para controlar a doença?

  • Verdade. O Brasil possui um dos sistemas de vigilância sanitária mais eficientes do mundo na área avícola. O país conta com profissionais capacitados, laboratórios especializados e protocolos rigorosos para detecção e controle de focos da doença.

A gripe aviária é uma doença viral que afeta principalmente aves, mas também pode atingir mamíferos e seres humanos. A transmissão ocorre por contato direto com animais infectados ou com água e materiais contaminados. Suspeitas devem ser notificadas imediatamente à Seapi pelos canais oficiais.





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Showtec 2025 reúne 25 mil visitantes e fortalece agenda técnica do agro


Com participação expressiva de produtores rurais, técnicos, pesquisadores, estudantes e lideranças do setor, o Showtec 2025 encerrou mais uma edição em Maracaju (MS), consolidando-se como um dos principais encontros de tecnologia agropecuária do país. Realizado ao longo de três dias, o evento atraiu cerca de 25 mil visitantes ao parque de exposições, interessados em inovações, qualificação técnica e oportunidades de negócios.

A feira contou com mais de 150 expositores que apresentaram soluções voltadas à produtividade, gestão e sustentabilidade no campo. Equipamentos tecnológicos, insumos biológicos, sistemas integrados de produção e ferramentas digitais estiveram entre os destaques das vitrines tecnológicas, que atraíram atenção de produtores de diferentes regiões.

A programação técnica foi outro ponto alto da edição, com palestras e painéis voltados a temas como manejo e irrigação, gestão de riscos, rastreabilidade, certificações, sucessão familiar e a presença feminina no agro. A média de público por palestra superou 300 participantes, refletindo o alto nível de engajamento do público. As discussões sobre inovação e práticas sustentáveis também mobilizaram representantes de empresas, cooperativas, instituições de pesquisa e entidades de classe.

O presidente da Fundação MS, Daniel Franco, avaliou positivamente os resultados do evento. “Tivemos uma feira ordeira, com intensa participação dos produtores rurais do Mato Grosso do Sul e também de outros estados. Foi um espaço de diálogo técnico, de fechamento de negócios e, principalmente, de acesso à informação de qualidade que poderá ser aplicada já no curto prazo nas propriedades”, declarou.

A estrutura logística e a organização também foram destacadas pelos participantes, evidenciando a capacidade de Maracaju em sediar eventos setoriais de grande porte. A articulação entre instituições públicas e privadas foi apontada como essencial para o êxito da edição.

Ao final da programação, a Fundação MS confirmou a próxima edição do Showtec. O evento de 2026 está agendado para os dias 19 a 21 de maio e deve manter o foco em ciência, tecnologia e inovação voltada ao agronegócio.





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Cantor Zé Neto marca presença no segundo dia de AgroBrasília


O cantor Zé Neto, da dupla sertaneja Zé Neto & Cristiano, prestigiou o segundo dia da programação da AgroBrasília 2025, caminhando pelas avenidas da feira, cumprimentando os visitantes e reunindo-se com o diretor-presidente da Cooperativa Agropecuária da Região do Distrito Federal (Coopa-DF), organizadora do evento, José Guilherme Brenner.

Durante a visita, o cantor também esteve no estande da Renovagro, empresa parceira da Biotil Biofertilizantes, que oferece biofertilizantes líquidos 100% orgânicos à base de tilápia hidrolisada. Trata-se de uma alternativa sustentável para a agricultura, já que o produto promete aumentar a produtividade das culturas e melhorar a qualidade do solo, além de reduzir o impacto ambiental e o uso de defensivos agrícolas.

O fertilizante é desenvolvido a partir de resíduos de tilápia, como cabeças e ossos, que anteriormente eram utilizados na produção de ração. Após anos de pesquisa, a empresa criou um fertilizante líquido rico em nutrientes essenciais para as plantas, como Nitrogênio, Fósforo e Potássio, além de conter microrganismos benéficos, que auxiliam na absorção de nutrientes e na proteção contra doenças.

A Biotil é uma iniciativa conjunta com o Grupo Âmbar Amaral e se destaca por sua proposta de produzir fertilizantes orgânicos a partir de resíduos de pescado. A solução representa uma inovação no campo da biofertilização sustentável, agregando valor a subprodutos antes descartados e promovendo práticas regenerativas no campo.

Estreia na AgroBrasília

O estande marca a estreia da Renovagro na feira, e o gestor nacional de Vendas da empresa, Clessius Mendes, reforça a importância de estar inserido em um ambiente voltado à inovação, troca de experiências e oportunidades de negócio.

Clessius também destaca a missão da Renovagro, com foco na regeneração e saúde do solo. “As plantas de cobertura prestam diversos serviços. Uma cicla nutrientes, outra regula a temperatura do solo, outra combate nematoides e algumas ainda atuam contra doenças do solo. Com isso, conseguimos melhorar significativamente a saúde do solo”, explica.





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preços tendem a cair mais no curto prazo



O mercado físico do boi gordo teve preços acomodados na maioria das regiões nesta quinta-feira (22).

Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere por patamares mais baixos de preço no curto prazo, em linha com o confortável posicionamento das escalas de abate, que hoje atendem entre 8 e 9 dias úteis na média nacional.

“A sazonalidade explica muito bem esse ambiente, considerando o desgaste das pastagens que resulta em uma menor capacidade de retenção e maior disponibilidade de boiadas para o abate. A oferta de fêmeas permanece relevante no Centro-Norte brasileiro, o que terá consequências no curto, médio e longo prazo.

Preços médios do boi gordo

  • São Paulo: R$ 301,83
  • Goiás: R$ 286,43
  • Minas Gerais: R$ 290,47
  • Mato Grosso do Sul: R$ 301,14
  • Mato Grosso: R$ 297,91

Mercado atacadista

O mercado atacadista se depara com recuo das cotações dos cortes congelados durante a quinta-feira.

De acordo com Iglesias, a expectativa ainda é por continuidade deste movimento no curto prazo, considerando a reposição mais lenta entre atacado e varejo durante a segunda quinzena do mês, período pautado por menor apelo ao consumo.

“Vale mencionar que boa parte da população ainda prioriza o consumo de proteínas de menor valor agregado, caso da carne de frango, embutidos e ovos em geral.”

O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 23,90 por quilo, o dianteiro segue no patamar de R$ 19,00 por quilo e a ponta de agulha ainda é cotada a R$ 17,80, por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,35%, sendo negociado a R$ 5,6605 para venda e a R$ 5,6585 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5954 e a máxima de R$ 5,6804.



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produzir milho fica mais caro em abril



Sementes e defensivos elevam custo do milho




Foto: USDA

No Mato Grosso, o custo de produção do milho para a safra 2025/26 apresentou alta de 1,95% em abril, totalizando R$ 3.225,52 por hectare, conforme análise semanal divulgada pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) na segunda-feira (19). Os dados integram o levantamento do projeto Custos de Produção Agropecuária (CPA-MT).

Segundo o relatório, o aumento foi impulsionado principalmente pelos reajustes nos preços das sementes, que subiram 11,26%, e dos defensivos agrícolas, com alta de 2,09%. Em contrapartida, os macronutrientes — parte dos fertilizantes — registraram queda de 2,47% no comparativo com o mês anterior.

Com a elevação no custeio, o Custo Operacional Efetivo (COE) também subiu, chegando a R$ 4.715,11 por hectare, o que representa avanço de 1,60% em relação à apuração anterior. Para cobrir esse valor com base no preço ponderado do milho em abril, estimado em R$ 44,72 por saca, o produtor precisará obter uma produtividade média de 105,43 sacas por hectare.

Esse rendimento necessário é 7,95% inferior à produtividade esperada para o ciclo 2024/25. Contudo, o Imea ainda não divulgou uma estimativa oficial para a safra 2025/26, e os números finais da temporada atual seguem em apuração.

Apesar do aumento nos custos, a análise aponta que o ponto de equilíbrio do COE para a safra 2025/26 está 0,93% mais favorável em relação à temporada anterior, o que sugere uma margem de rentabilidade levemente superior — dependendo da produtividade final.





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Grande onda de frio já tem data marcada e deve gerar temperaturas negativas


A virada de maio para junho de 2025 reserva a entrada de uma potente e grande massa de ar frio de origem polar sobre América do Sul, com potencial para avançar com muita força sobre o território brasileiro.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

De acordo com a Climatempo, a condição vem sendo confirmada nos últimos dias em simulações atmosféricas feitas em super computadores.

“Ao que tudo indica, será a primeira onda de frio de 2025 e que poderá causar uma queda de temperatura bastante acentuada não só na Região Sul, mas em grande parte do Sudeste, do Centro-Oeste e também em Rondônia, no Acre e no sul do Amazonas”, diz a empresa, em nota.

Massa de ar frio continental

O grande diferencial desta massa de ar frio é que ela deve ter características continentais, conforme a Climatempo.

“Isso quer dizer que o ar de origem polar vai se deslocar pelo interior da América do Sul e não sobre o oceano. A maioria das massas de ar frio que chegam ao Brasil passam mais tempo sobre o oceano e isso enfraquece o poder de resfriamento”, esclarece.

Segundo os meteorologistas da empresa, uma massa de ar frio continental normalmente tem pouca umidade, fazendo com que seu potencial de resfriamento seja muito maior. Porém, as que são continentais conseguem levar o ar gelado para o Brasil, causando temperaturas realmente baixas no interior do Sudeste, no Centro-Oeste e também o fenômeno da friagem em parte da região Norte.

Dois pulsos de ar polar

Análises mais recentes mostraram que este intenso resfriamento sobre o Brasil poderá acontecer em duas partes, com o ar polar avançando no país em dois pulsos.

A primeira dose deste ar frio intenso deve vir junto com uma frente fria que provavelmente começará a causar chuva sobre o Sul do Brasil e sobre o Paraguai no dia 27 de maio. Já no dia 28, enquanto o ar polar avança sobre o Sul e o Mato Grosso do Sul, a instabilidade da frente fria deve se espalhar sobre parte de São Paulo e de Mato Grosso.

Segundo a Climatempo, nos dias 29 e 30 de maio, o ar polar já deve causar uma queda da temperatura muito acentuada em áreas do Sul do Brasil, de Mato Grosso do Sul e também do oeste e sul de Mato Grosso.

“É possível que o vento gelado já alcance até parte de Rondônia e do Acre. Em São Paulo, a queda da temperatura ainda não seria muito brusca por causa do excesso de nebulosidade e chuva. Estes dois dias ainda devem ser marcados por temperaturas altas e calor na maioria das áreas do Sudeste e do Centro-Oeste.”

O segundo pulso de ar polar, e que vai reforçar o primeiro, deve avançar sobre o Brasil entre os dias 31 de maio e 1 de junho, fazendo com que o ar frio seja empurrado de vez sobre as regiões Sudeste e Centro-oeste do Brasil.

“Essas projeções são iniciais e ainda vão sofrer vários ajustes de rota na próxima semana, considerando as condições reais do tempo que estarão sendo observadas sobre o Brasil e sobre a América do Sul. Essas variações são muito comuns e poderemos ter atraso ou um adiantamento da entrada do ar frio”, diz a Climatempo.

Temperatura negativas

Fim de semana dos namorados será com muito frio, sol e chuva pelo Brasil
Foto: James Tavares/Secom

A empresa destaca que, tecnicamente, ainda é cedo para precisar valores de temperatura e definir as áreas que ficarão mais geladas, bem como o tempo de duração da atuação da onda de frio. Mas alguns impactos já podem ser adiantados:

Os três estados da região Sul do Brasil vão registrar temperaturas negativas: termômetros poderão marcar menos de 0°C até em locais fora das regiões serranas.

“Numa primeira análise, temperaturas um pouco abaixo de 0°C poderiam ocorrer em áreas de Mato Grosso do Sul e também em São Paulo.”

De acordo com a Climatempo, é possível que um novo recorde de baixa nos termômetros em 2025 seja registrado no Brasil. Até o dia 22 de maio, a menor temperatura oficial foi de -3,2°C na região do Caminhos da Neve, em São Joaquim, na serra de Santa Catarina.



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Produtor de soja libera armazéns e se prepara para a chegada do milho; saibas as cotações do dia



O mercado de soja registrou preços mistos nesta quinta-feira (22), com movimentações mais intensas e presença maior de vendedores. A combinação entre a oscilação do dólar e o desempenho da Bolsa de Chicago influenciou diretamente nas negociações, que voltaram a ganhar ritmo ao longo do dia.

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Segundo o consultor da Safras & Mercado, Rafael Silveira, o produtor tem se mostrado mais ativo, aproveitando os momentos de valorização para liberar espaço nos armazéns e se preparar para a chegada do milho. “As negociações envolveram tanto os portos quanto a indústria, que segue com apetite comprador”, destacou.

Silveira ainda observa que, em diversas regiões, os preços internos estão acima da paridade de exportação, o que reforça o movimento de maior agressividade por parte dos compradores. A movimentação do dólar também ajudou a manter os preços firmes em alguns pontos do país.

Soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 130,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 131,00
  • Porto de Rio Grande (RS): manteve em R$ 135,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 129,00 para R$ 130,00
  • Porto de Paranaguá (PR): caiu de R$ 135,00 para R$ 134,50
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 115,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 118,50
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 117,00

Soja em Chicago

Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos futuros da soja encerraram o dia em alta para o grão e o farelo, enquanto o óleo teve forte queda. O mercado foi marcado por volatilidade acentuada, impulsionada por fatores técnicos e pela movimentação típica de véspera de feriado prolongado nos Estados Unidos, o Memorial Day, que fecha os mercados na próxima segunda-feira.

A valorização do dólar frente a outras moedas, a retração do petróleo e as exportações norte-americanas abaixo do esperado limitaram os ganhos. Além disso, a emenda em tramitação no Congresso americano que impacta os créditos fiscais do biodiesel pressionou negativamente as cotações do óleo de soja.

As exportações líquidas dos EUA para a safra 2024/25 totalizaram 307.900 toneladas na semana encerrada em 15 de maio, com o México liderando as compras. Para a nova temporada, foram registradas 15.000 toneladas. Os números ficaram dentro da expectativa de analistas, que projetavam embarques entre 250 mil e 700 mil toneladas.

Contratos futuros

O contrato da soja em grão para julho de 2025 subiu 4,75 centavos (0,44%) e fechou em US$ 10,67 1/2 por bushel. A posição agosto de 2025 terminou o dia a US$ 10,62 1/2 por bushel, alta de 3,50 centavos (0,33%).

Entre os derivados, o farelo com vencimento em julho avançou US$ 4,40 (1,49%), encerrando a US$ 298,50 por tonelada. Já o óleo de soja para julho caiu 0,72 centavo (1,44%), fechando a 49,11 centavos de dólar por libra-peso.

Câmbio

O dólar comercial encerrou o dia em alta de 0,35%, cotado a R$ 5,6605 para venda e R$ 5,6585 para compra. A moeda americana oscilou entre R$ 5,5954 na mínima e R$ 5,6804 na máxima do dia.



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