sábado, maio 23, 2026

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É melhor ter cautela nas vendas da soja


De acordo com análise da TF Agroeconômica, apesar do lucro atual ainda ser expressivo, girando em torno de 26,30%, a recomendação é de cautela nas vendas de soja. A consultoria, que normalmente orienta a não postergar negociações, mudou sua posição diante de fatores como os baixos estoques finais mundiais apontados no último relatório do USDA. A expectativa é de que haja espaço para valorização, tanto na safra atual, que já opera no topo do canal de tendência, quanto na próxima safra, impulsionada por fundamentos mais positivos que negativos.

Entre os principais fatores de alta estão o excesso de chuvas na Argentina, que pode impactar tanto a qualidade quanto o volume da produção, gerando especulações de perdas entre 1,5 e 2 milhões de toneladas. Soma-se a isso a firmeza do mercado de óleo de soja, influenciado pela extensão dos créditos fiscais para biocombustíveis nos EUA, e as exportações semanais americanas, que vieram acima das expectativas, especialmente com forte demanda do México.

Por outro lado, alguns fatores limitam a alta. O progresso do plantio nos Estados Unidos está acima da média, com 66% da área já semeada, o que traz alívio ao mercado. Além disso, as exportações brasileiras seguem fortes. Segundo a ANEC, a previsão para maio subiu de 14,27 para 14,52 milhões de toneladas, superando os números de abril e de maio do ano passado. Outro ponto de atenção é a escalada tarifária anunciada por Donald Trump contra a União Europeia, com ameaça de tarifas de até 50% a partir de 1º de junho.

Diante desse cenário, a TF Agroeconômica recomenda atenção redobrada. A orientação é aguardar, ao menos, até que se definam as tarifas dos EUA sobre a Europa e que se inicie o consumo mais significativo da soja no Brasil, algo esperado para o mês de julho. No entanto, ressalta que o mercado exige monitoramento constante, dada sua alta volatilidade.

 





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Suspeita de gripe aviária em granja de SC é descartada; há 12 investigações



A suspeita de gripe aviária em uma granja comercial em Ipumirim (SC), em investigação há uma semana, foi descartada com resultado negativo para a doença, conforme atualização mais recente da plataforma de Síndrome Respiratória e Nervosa das Aves, do Ministério da Agricultura, às 8h30 desta segunda-feira (26).

O resultado da investigação era aguardado pelo governo e pelo setor produtivo, apesar de haver indícios de que o resultado seria negativo, em virtude de Santa Catarina ser o segundo maior produtor de aves do país. A suspeita, agora descartada, era em uma granja de pintinhos de cinco dias no oeste catarinense.

Há 12 investigações de suspeita de gripe aviária em andamento no país, de acordo com os dados da plataforma. As investigações estão em andamento com coleta de amostra e sem resultado laboratorial conclusivo.

Apenas uma é em planta comercial: em um abatedouro de aves em Aguiarnópolis (TO). Outras cinco suspeitas são investigadas em aves de subsistência em Triunfo (RS), Aurelino Leal (BA), Salitre (CE), Quixadá (CE) e Eldorado do Carajás (PA).

Há ainda seis suspeitas envolvendo aves silvestres em Canoas (RS), Armação dos Búzios (RJ), Mateus Leme (MG), Belo Horizonte (MG), Ilhéus (BA) e Icapuí (CE). Essas investigações são corriqueiras no sistema de defesa agropecuária nacional, já que a notificação é obrigatória.

A influenza aviária de alta patogenicidade (vírus H5N1) é uma doença de notificação obrigatória imediata aos órgãos oficiais de defesa sanitária animal do País. Produtores rurais, técnicos, proprietários, prestadores de serviço, pesquisadores e demais envolvidos com a criação de animais devem notificar imediatamente os casos suspeitos da doença ao Serviço Veterinário Oficial (SVO).

O Brasil já realizou mais de 2.500 investigações de suspeitas de gripe aviária desde maio de 2023, quando houve a primeira ocorrência em ave silvestre, segundo o Ministério da Agricultura. Até o momento, há um caso confirmado de gripe aviária (influenza aviária de alta patogenicidade, H5N1) em granja comercial no país, em Montenegro, em um matrizeiro de aves na Região Metropolitana de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.

No total, o país já registrou 164 casos da doença em animais silvestres no país (sendo 160 em aves silvestres e 4 em leões-marinhos), 3 focos em produção de subsistência, de criação doméstica, e 1 em produção comercial, somando 168 em todo o Brasil.



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Mercadante promete aprovar R$ 300 bi para a indústria até 2026



O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, prometeu nesta segunda-feira (26) aprovar R$ 300 bilhões em crédito para a indústria até 2026.

“Nós estamos assumindo aqui o seguinte: vamos fazer R$ 300 bilhões até 2026. Estamos enfrentando em R$ 41 bilhões o orçamento para a indústria nesse próximo ano e meio”, afirmou durante evento Nova Indústria Brasil, em comemoração ao Dia da Indústria, no BNDES, no Rio de Janeiro.

A conferência é promovida por Brasil 247, TV 247 e Agenda do Poder. “Quando foi lançado os R$ 300 bilhões, em Brasília, eu disse: ‘isso vai ser pouco, porque nós vamos cumprir’”, continuou.

Mercadante salientou que a ação será possível, apesar do aumento da taxa básica de juros, que está atualmente em 14,75% ao ano com a promessa do Banco Central de que seguirá ainda nesse patamar por algum tempo.

Para o presidente do BNDES, a taxa Selic está em um “ponto fora da curva, sobre qualquer perspectiva que a gente analise a economia brasileira”. “É uma coisa que nós temos que começar uma transição”, recomendou.

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Mercadante iniciou a participação na conferência parabenizando o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e a ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann. “Esse grande ministro da Fazenda, Fernando Haddad, tem uma responsabilidade imensa, uma visão estratégica e um compromisso com os valores republicanos, com o bem público, e não tem poupado esforços pessoais. Nós temos dado todo o apoio e vai continuar assim. Força e estamos juntos, Haddad”, disse.

Conforme Mercadante, o Parlamento, a sociedade e outras áreas precisam ajudar a construir soluções. “Algumas tarefas não são só suas, Haddad. Temos aí um desafio fiscal muito importante para o Brasil”, enfatizou.

Sobre Gleisi, o presidente do BNDES disse que a ministra tem feito um trabalho muito importante ao longo de toda a sua vida pública. “E agora está nessa função tão desafiadora”, ressaltou. “Muito bom te ver aqui, e é seguro que você vai contribuir para o nosso debate e para o país nessa nova função.”



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Vento, granizo e risco à vida: qual a diferença entre tempestade, temporal e tempo severo?



Caiu uma gota d’água na lavoura de soja: isso é tempestade, temporal ou tempo severo? Como saber e o que fazer para proteger meu trabalho e, principalmente, minha vida? Muitos acreditam que tempestade e temporal são a mesma coisa e, em parte, estão corretos, embora haja uma diferença. No entanto, poucas pessoas sabem o que realmente significa tempo severo.

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O Soja Brasil teve acesso às explicações do meteorologista do Canal Rural, Arthur Müller, que explicou as diferenças entre os três termos que costumam gerar dúvidas no campo. A orientação é importante para que os produtores fiquem atentos e saibam interpretar corretamente o que de fato acontece na lavoura. Segundo Müller, tempestade é o termo técnico e oficial utilizado pela meteorologia, enquanto temporal é apenas um termo popular. Ambos se referem a fenômenos que podem envolver chuvas, raios e rajadas de vento.

E qual a diferença técnica para tempo severo?

Para começar a explicação, é importante entender que nem toda tempestade se enquadra na categoria de tempo severo, termo que indica um risco direto e grave à vida humana. “Rajadas de vento superiores a 93 km/h, queda de granizo com pedras maiores que uma polegada de diâmetro, além de alagamentos, enchentes e possibilidade de formação de tornados ou microexplosões são características do tempo severo”, explica o especialista. Esses fenômenos podem causar danos significativos e representar sérios riscos à vida das pessoas.

Mesmo granizos menores podem causar prejuízos na lavoura, mas, tecnicamente, o fenômeno só é considerado tempo severo quando atende a esses critérios objetivos. Essa diferenciação é fundamental porque o tempo severo possui um potencial destrutivo elevado. No campo, pode devastar plantações inteiras em poucos minutos. Nas áreas urbanas, oferece riscos como quedas de árvores, destelhamentos, acidentes e até perdas humanas. Por isso, compreender esses termos e acompanhar os alertas meteorológicos emitidos por fontes confiáveis é essencial para evitar tragédias e minimizar prejuízos com a soja e outras culturas.



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Mercado melhora expectativa sobre economia com elevação do PIB


O mercado financeiro melhorou as expectativas sobre o crescimento da economia brasileira. Há uma semana, projetava um crescimento de 2,02%, percentual que subiu para 2,14%, segundo o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira pelo Banco Central (BC).

Há quatro semanas, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB – a soma dos bens e serviços produzidos no país) estava em 2%.

Com relação ao dólar, o boletim projeta uma cotação de R$ 5,80, ante aos R$ 5,82 projetados na semana passada; e aos R$ 5,90 previstos há quatro semanas. As projeções relativas aos anos subsequentes se mantêm estáveis, em R$ 5,90 (2026); e R$ 5,80 (2027).

O Boletim Focus é uma pesquisa feita semanalmente pelo BC com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Inflação e Selic

Tanto as expectativas relacionadas tanto à inflação como à taxa básica de juros (Selic) se mantiveram estáveis, na comparação com a semana anterior, para o ano corrente, bem como para os dois próximos anos.

A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – para o ano de 2025 manteve-se em 5,5%. Para 2026, espera-se uma inflação de 4,5%; e, para 2027, o mercado financeiro projeta que o ano feche com uma inflação de 4%.

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 14,75% ao ano. Para os anos subsequentes, o mercado projeta Selic de 12,5% em 2026; e de 10,5% em 2027.



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Feijão-carioca tem queda de preço e cotação do feijão-preto se mantém



Os preços dos feijões apresentaram variações distintas na terceira semana de maio, refletindo o avanço das atividades de colheita da segunda safra e a dinâmica da demanda por diferentes padrões de qualidade. É o que aponta levantamento realizado em parceira entre o Centro de Estudos Avançaos em Economia Aplicada (Cepea) e a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

Pesquisadores do Cepea destacam, porém, que as variações negativas foram menos intensas, o que pode sinalizar que os preços teriam alcançado um patamar mínimo aceitável por vendedores.

No caso do feijão-carioca, dados do Cepea mostram que a fraca demanda resultou em queda nos valores, especialmente em Goiás, Bahia e Rio Grande do Sul. Na última sexta-feira (23), a saca do grão no centro/noroeste goiano estava cotada a R$ 256,25.

Já para o feijão-preto, a demanda mais aquecida acabou dando sustentação aos preços. Além disso, produtores estruturados optaram por armazenar os lotes, à espera de valorizações. Na sexta, a cotação da saca de feijão-preto em Itapeva (SP) era de R$ 159,88.

No campo, a colheita da primeira safra está sendo finalizada, somando 97% da área até o dia 17 de maio, segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

No caso da segunda safra, a colheita tem sido realizada sobretudo na região Sul, totalizando praticamente metade da área cultivada. Segundo pesquisadores do Cepea, chuvas na região, no entanto, interromperam temporariamente as atividades nos últimos dias.



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Milho 2ª safra começa a ser colhido e preços seguem em queda


Ainda que de forma localizada e pontual, a colheita da segunda safra de milho foi iniciada no Paraná e em partes de Mato Grosso. Ao mesmo tempo, as atividades envolvendo a safra verão também avançam e se aproximam da reta final. 

Pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) indicam que, diante disso, o volume de cereal disponível para negócios está maior no mercado spot, contexto que vem pressionando as cotações.

Já do lado da demanda, muitos agentes, atentos a esse cenário e a estimativas indicando safra abundante, mantêm-se afastados, à espera de novas desvalorizações. 

Na última sexta-feira (23), de acordo com o indicador Esalq/B3, o preço médio da saca de 60 kg de milho, com referência em Campinas (SP), era de R$ 71,13, uma queda de 11,23% dentro do mês.

Milho no mercado externo

No mercado externo, os preços do cereal avançam, influenciados por relatos de chuvas em excesso na Argentina, por tempestades em regiões produtoras dos Estados Unidos e também por previsões indicando possibilidade de geadas no Centro-Sul do Brasil na próxima semana.

Pesquisadores do Cepea ressaltam que nem mesmo essa reação no valor externo foi suficiente para conter as quedas de preços do milho no mercado brasileiro. 

Além do clima, o setor brasileiro também está atento aos desdobramentos diante da confirmação de caso de gripe aviária em granja comercial no Brasil, que pode impactar a demanda pelo milho no médio prazo. 



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Soja encerra semana em baixa em Chicago


Segundo a TF Agroeconômica, a soja negociada na Bolsa de Chicago (CBOT) encerrou a sexta-feira (23) em baixa, pressionada pela ameaça do ex-presidente Donald Trump de elevar para 50% as tarifas sobre produtos da União Europeia. Essa possibilidade impacta diretamente o mercado, já que os EUA são o principal fornecedor de soja para o bloco europeu. Até abril, as vendas americanas para a safra 2024/25 somavam 5,28 milhões de toneladas, representando 52,43% do total adquirido pela UE no período.

Nos fechamentos do dia, o contrato de soja para julho, referência para a safra brasileira, recuou 0,68%, equivalente a US\$ 7,25 cents/bushel, cotado a US\$ 1.060,25. O contrato de agosto caiu 0,61%, ou US\$ 6,50 cents/bushel, encerrando em US\$ 1.056,00. No mercado de derivados, o farelo de soja para julho teve baixa de 0,77%, cotado a US\$ 296,2 por tonelada curta, enquanto o óleo de soja subiu 0,49%, fechando a US\$ 49,35 por libra-peso.

O movimento de baixa nesta sexta foi interpretado pelo mercado como realização de lucros, após uma sequência de altas, especialmente em função do feriado prolongado nos Estados Unidos. A preocupação maior ficou por conta de uma possível ruptura na trégua tarifária entre EUA e União Europeia, o que poderia comprometer os embarques norte-americanos.

Apesar da queda no dia, os contratos acumularam desempenho positivo na semana. A soja fechou com alta semanal de 0,98% (US\$ 10,25 cents/bushel), o farelo avançou 1,47% (US\$ 4,3 por tonelada curta) e o óleo de soja subiu 0,86% (US\$ 0,42 por libra-peso), indicando que, apesar das incertezas comerciais, o mercado segue sustentado por fundamentos favoráveis.

 





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Soja mostra reação após perdas em semanas anteriores



Pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) indicam que o mercado brasileiro de soja parece buscar um melhor direcionamento, diante das recentes notícias sobre as safras na América do Sul, do ritmo de cultivo nos Estados Unidos e da guerra comercial entre o país norte-americano e a China. 

Diante disso, os valores da soja oscilaram na semana passada dentro de uma pequena faixa. Mas, no geral, mostraram reação após as perdas registradas em semanas anteriores. 

Segundo pesquisadores do Cepea, no mercado spot nacional, enquanto o comprador segue tentando adquirir novos lotes a preços menores, produtores estão afastados, à espera de novas reações. 

No mercado externo, os preços da soja estão em alta, impulsionados por condições climáticas adversas nos Estados Unidos e na Argentina.

Na última sexta-feira (23), o indicador Cepea/Esalq, com base no grão a granel tipo exportação, mostrava a saca a R$ 128,69 no Paraná, uma variação de 0,7% dentro do mês.



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Semana do MEI 2025 tem ações em todo o estado de São Paulo


O Sebrae-SP realiza a Semana do MEI entre 26 de maio e 1º de junho. A programação reúne atividades online e presenciais em todo o estado de São Paulo.

Os temas incluem marketing, vendas, finanças e gestão de pessoas, entre outros.

Acesse aqui e confira a agenda completa do Sebrae.

Durante o evento, o Sebrae Móvel estará em 34 cidades com 51 ações presenciais.

A iniciativa garante atendimento até mesmo em 14 cidades que ainda não têm unidades fixas. Assim, o Sebrae-SP cobre 100% do estado.

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp

Na capital, equipes estarão em estações do metrô como Sé, Luz, Tatuapé, Itaquera, Barra Funda e Jabaquara.

Em cada ponto, o atendimento será gratuito e em local de fácil acesso. Os horários e locais estão na programação.

Fique atento!

O MEI é a forma mais simples de se formalizar e obter um CNPJ, com acesso a benefícios como nota fiscal, crédito e previdência.

Para o MEI Rural, o limite de faturamento é de R$ 81 mil por ano (ou R$ 6.750 por mês de atividade). Por isso, é essencial manter o controle financeiro em dia.

Formalizar-se é um passo importante e o Sebrae está pronto para ajudar nessa jornada.



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