sábado, maio 23, 2026

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Tomate sofre queda nos preços com avanço da safra e baixa demanda



De acordo com os pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), os preços do tomate sofreram queda na última semana.

No período, o tomate salada 3A foi cotado à média de R$ 67 a caixa (cx) no atacado de São Paulo (SP), queda de 20% em relação ao período anterior; no Rio de Janeiro (RJ), a baixa foi ainda maior, de 26%, para R$ 85/cx. Em Campinas (SP), a média foi de R$ 100/cx (-17%) e em Belo Horizonte (MG), de R$ 87/cx (-11%). 

Segundo pesquisadores do Cepea, a pressão veio sobretudo do avanço na safra de inverno e da retração na demanda. Os altos patamares de preços e a chegada do final de mês, quando o poder de compra da população se reduz, também contribuíram negativamente. 

Assim, as perspectivas para a próxima semana, de acordo com o instituto, indicam continuidade da tendência de aumento na oferta. Mesmo assim, não há expectativa de quedas muito acentuadas nos valores.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Trigo segue com preços enfraquecidos



O mercado de trigo tem voltado suas atenções para o cultivo da nova temporada do cereal. Isso é o que apontam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados Em Economia Aplicada (Cepea).

Dessa forma, segundo a entidade, as negociações seguem ocorrendo de forma pontual e com preços enfraquecidos. Apesar disso, a recente reação nos valores externos do cereal pode voltar a dar suporte ao mercado interno, especialmente neste período de baixa oferta doméstica, aponta o Cepea.

Quanto às importações até a terceira semana de maio, as compras de trigo no Brasil somavam 359,36 mil toneladas. O volume é 45% abaixo em comparação com o mês de maio de 2024, conforme dados da Secex analisados pelo Cepea.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Etanol: negócios voltam a cair



Na última semana, a quantidade de etanol hidratado negociada caiu 46% em relação ao período anterior. A informação vem de levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo o órgão, a postura dos demandantes foi de cautela. Entre os compradores ativos, o avanço da moagem de cana e o consequente aumento da oferta levaram esses agentes a tentar fechar negócios a preços menores.  

Do lado da usina, pesquisadores do Cepea afirmam que algumas unidades cederam e ofertaram o etanol a valores mais baixos. Assim, na última semana, o Indicador Cepea/Esalq do hidratado fechou em R$ 2,6860/litro (líquido de ICMS e PIS/Cofins), recuo de 0,81% sobre o da semana anterior. 

Para o anidro, o indicador demonstra queda de 0,79% em igual comparativo, a R$ 3,1067/litro, valor líquido de impostos (sem PIS/Cofins).

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Açúcar segue em queda frente à baixa demanda



Levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) mostram que os preços médios do açúcar cristal seguiram em queda no spot paulista na última semana, refletindo o enfraquecimento na demanda.

Segundo o Cepea, compradores não mostram interesse por negócios envolvendo grandes volumes de cristal para entrega imediata. Até mesmo a movimentação nos contratos futuros tem sido limitada. 

Dessa forma, pesquisadores do Cepea explicam que as usinas vêm adotando uma postura mais flexível. Reduzindo, assim, os valores de suas ofertas – principalmente nas negociações envolvendo o açúcar cristal Icumsa 180. 

No balanço da última semana, o Indicador Cepea/Esalq para o produto cor Icumsa de 130 a 180 teve média de R$ 134,14 a saca de 50 kg, baixa de 3,39% sobre a do período anterior.

Por outro lado, levantamentos do Cepea mostram que as cotações do cristal tipo Icumsa 150 mantiveram-se firmes. Foram sustentadas pela menor disponibilidade doméstica resultante da exportação da maior fatia da produção.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Arroz: preço não acompanha inflação



Entre os principais problemas apontados está o consumo interno estagnado



Entre os principais problemas apontados estão o consumo interno estagnado
Entre os principais problemas apontados estão o consumo interno estagnado – Foto: Divulgação

De acordo com Sérgio Cardoso, diretor de operações da Itaobi Representações, o preço do arroz praticamente não evoluiu nos últimos quatro anos, mesmo com a inflação acumulada acima de 25% no período. Em 2021, na semana 28, as cotações na Fronteira Oeste estavam entre R$ 63 e R$ 64 para o arroz comercial, R$ 59 a R$ 60 para o parboilizado e R$ 64 a R$ 65 para o arroz nobre. Atualmente, o indicador CEPEA/IRGA-RS marca R$ 73,31, o que representa uma correção nominal tímida e perda de valor real para os produtores.

Cardoso destaca que, de lá para cá, houve uma transformação na forma de comunicar o mercado. O informativo impresso deu lugar às plataformas digitais, como LinkedIn e YouTube, que hoje cumprem o papel de levar informações e análises ao setor. No entanto, apesar da modernização no formato, os desafios estruturais do mercado de arroz permanecem praticamente inalterados.

Entre os principais problemas apontados estão o consumo interno estagnado, estoques de passagem elevados, exportações abaixo do necessário e os custos de produção em constante alta. Esse cenário pressiona a rentabilidade dos produtores e de toda a cadeia produtiva do arroz no país.

Diante disso, a reflexão que Sérgio Cardoso traz é a mesma que há anos percorre o setor: quem vai garantir uma remuneração justa para uma cadeia produtiva que alimenta o Brasil? Mesmo com a evolução na comunicação, os entraves econômicos continuam desafiando o setor arrozeiro. “De lá pra cá, evoluímos na forma de comunicar, mas ainda seguimos debatendo a mesma pergunta: quem vai remunerar de forma justa essa cadeia que alimenta o Brasil?”, indaga.

 





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Comissão Europeia recebe denúncia da CNA contra boicote francês à carne brasileira


A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) protocolou, na terça-feira (27), uma petição junto à Comissão Europeia solicitando a abertura de investigação formal contra quatro redes varejistas francesas. Segundo a CNA, Carrefour, Les Mousquetaires, E. Leclerc e Coopérative U promoveram campanha de boicote à carne brasileira e dos demais países do Mercosul, em novembro do ano passado.

A ação foi apresentada em Bruxelas pelo vice-presidente de Relações Internacionais da CNA, Gedeão Pereira; pela senadora Tereza Cristina, vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA); pela diretora de RI da entidade, Sueme Mori; e pelo presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul), Marcelo Bertoni.

Foto: CNA/divulgação

A CNA alega que os varejistas franceses lançaram declarações coordenadas com críticas infundadas à sanidade da carne importada do Brasil, mesmo que o produto cumpra os padrões exigidos pela União Europeia. As redes representam 75% do mercado varejista da França.

No documento, a confederação pede:

  • Investigação formal das práticas adotadas;
  • Fim imediato dos boicotes aos produtos do Mercosul;
  • Retratação pública pelas declarações feitas;
  • Aplicação de multa proporcional às infrações.

A CNA também argumenta que as ações das empresas violam regras de concorrência da União Europeia e contrariam os termos do Acordo Mercosul-UE, concluído em dezembro de 2023. Além disso, sustenta que a campanha dos varejistas compromete a imagem da agropecuária brasileira e desestimula importadores e consumidores europeus.

A iniciativa da CNA surgiu após publicação do presidente do Carrefour, Alexandre Bompard, nas redes sociais, questionando a conformidade das carnes do Mercosul com as normas francesas. Outras redes aderiram à posição, intensificando a polêmica em meio às negociações comerciais entre os blocos.

O presidente da CNA, João Martins, coordenou a resposta institucional à ofensiva francesa e contratou escritório jurídico em Bruxelas para conduzir a ação.



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Câmara aprova urgência para votar PL que regulariza imóveis rurais em faixa de fronteira



A Câmara dos Deputados aprovou, nesta segunda-feira (26), a urgência para votação do projeto de lei nº 4497/2024, que regulariza registros de imóveis rurais localizados em faixas de fronteira vendidos ou concedidos por estados mesmo sem autorização federal, desde que tenham sido feitos até 23 de outubro de 2015.

De autoria do deputado federal Tião Medeiros (PP-PR), a proposta foi aprovada com 294 votos favoráveis e 107 contrários. 

O texto estende, até 2030, o prazo final para a regularização de imóveis rurais localizados em áreas de faixa de fronteira, dando aos produtores rurais mais cinco anos para cumprirem com as exigências legais.

“Foi uma vitória importante, mas a bancada do agro segue unida e vigilante, pois o mérito do projeto ainda precisa ser votado e aprovado com máxima urgência”, destacou Tião Medeiros.

Atualmente, pela lei nº 13.178/2015, o prazo para regularizar os imóveis rurais situados na faixa de fronteira termina em 22 de outubro de 2025. Além da prorrogação do prazo até 2030, o PL 4497 pretende modernizar e desburocratizar o processo.

O texto estabelece que a ratificação de propriedades com área superior a 2.500 hectares dependerá de autorização legislativa expressa do Congresso Nacional. 

Além disso, transfere para os cartórios de registro de imóveis a responsabilidade pela tramitação dos pedidos de regularização — uma atribuição que, atualmente, é do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

“Esse projeto é uma questão de justiça com o setor agropecuário. Queremos garantir que quem trabalha, produz e preserva tenha o direito de manter sua propriedade regularizada, com segurança jurídica e tranquilidade para seguir contribuindo com o desenvolvimento do Brasil”, afirmou Tião Medeiros.

Com a urgência aprovada, o projeto seguirá diretamente para votação no plenário da Câmara dos Deputados. A data da votação do mérito do PL ainda será definida pelo presidente da Casa, deputado Hugo Motta.



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Bahia Farm Show 2025 entra em contagem regressiva e espera mais de 100 mil visitantes


Com expectativa de atrair mais de 100 mil visitantes, a montagem dos estandes da Bahia Farm Show 2025 está em andamento no complexo do evento que será realizado entre os dias 9 e 14 de junho, em Luís Eduardo Magalhães, no Oeste da Bahia.

Com isso, a 19ª edição da feira de tecnologia agrícola entra em contagem regressiva. A movimentação no complexo, que conta com uma área de 246 mil metros quadrados, já é intensa.

Equipes de montagem trabalham para erguer as estruturas que abrigarão 434 expositores que representarão mais de mil marcas, incluindo fabricantes de máquinas e implementos agrícolas, soluções em irrigação, sementes, fertilizantes, aviação agrícola e tecnologias voltadas à conectividade e gestão no campo.

O diretor da Bahia Farm Show, Alan Malinski, reforça que a infraestrutura logística é reconhecida pelos expositores e visitantes como um dos grandes diferenciais dentre as demais feiras agrícolas.

“O espaço foi planejado para garantir fluidez no acesso com a grande circulação de veículos e pessoas, com amplas áreas de estacionamento, ruas internas asfaltadas e sinalizadas, sendo parte delas sombreadas, e paisagismo que proporciona mais conforto aos visitantes”, afirma.

Programação

Além da exposição de tecnologias de ponta, que estarão distribuídas na área externa e em três galpões cobertos, a Bahia Farm Show 2025 também proporcionará uma programação técnica e comercial preparada para atrair agricultores, profissionais e estudantes da área agrícola.

Estão previstas palestras, fóruns e painéis com especialistas renomados, abordando temas como agricultura sustentável, inovação no campo, uso racional da água e tendências de mercado.

“A Bahia Farm Show não é apenas uma vitrine de tecnologias, mas um ponto de encontro estratégico para o fechamento de negócios, troca de conhecimento e o estabelecimento de parcerias que valorizam o desenvolvimento do agronegócio nacional”, destaca o presidente da feira e da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), Moisés Schmidt.

Foto: Divulgação/Aiba

Com o tema “Agro Inteligente, Futuro Sustentável”, a próxima edição da feira se consolidará como palco de inovações e oportunidades no setor agrícola, contribuindo para o desenvolvimento econômico e tecnológico da região. A feira agrícola também trará como destaque uma área voltada para a agricultura familiar, com comercialização de produtos regionais, além de leilões de gado de corte, demonstrações de campo e treinamentos técnicos, dentre outros.

A Bahia Farm Show 2025 é uma realização da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), com o apoio da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), da Fundação de Apoio à Pesquisa e Desenvolvimento do Oeste Baiano (Fundação Bahia) e da Associação dos Revendedores e Representantes de Máquinas, Equipamentos e Implementos Agrícolas do Oeste da Bahia (Assomiba). 


Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Siga o Canal Rural Bahia no Instagram e nos envie uma mensagem.





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Exportação de carne bovina e suína segue aquecida; frango recua levemente



As exportações brasileiras de carne bovina e suína seguem aquecidas até a quarta semana de maio, enquanto as de carne de aves sofreram um leve recuo na média diária de embarques.

Os números parciais de exportação de proteína animal pelo Brasil foram divulgados nesta segunda-feira (26), pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex), e consideram, até o momento, 16 dias úteis.

As exportações de carne bovina do Brasil somam, até a quarta semana de maio, 173,80 mil toneladas, com média diária exportada de 10.862 toneladas em 16 dias úteis. Em comparação com a média diária exportada de maio de 2024, de 10.093 toneladas, houve avanço de 7,62%. Durante o mês de maio inteiro do ano passado, a exportação totalizou 211.956 toneladas.

O preço médio pago por tonelada também avançou na média de maio/2025, ficando, até agora, em US$ 5.177,70, 14,9% a mais ante a média de maio de 2024, de US$ 4.503,20. Em relação ao faturamento, o acumulado, até a quarta semana de maio, é de US$ 899,9 milhões, ante US$ 954,47 milhões do mês de maio inteiro do ano passado.

Quanto às exportações de carne de aves, o volume exportado até a quarta semana de maio somou 318.529 toneladas. No mês de maio de 2024, foram exportadas 424.417 toneladas. A média diária de embarques até agora é de 19.908 toneladas, 1,49% abaixo das 20.210 toneladas de maio/2024.

Em faturamento, o atual mês de maio somou até agora US$ 575,95 milhões. Já maio de 2024 fechou com US$ 751,89 milhões. O faturamento médio diário com as exportações de carne de aves equivale, até o momento, a US$ 1.808,20 por tonelada, 2,07% mais ante os US$ 1.771,60 por tonelada de maio/2024.

Em relação à carne suína, o Brasil exportou, até a quarta semana de maio, 82.226 toneladas. Em maio de 2024, o total exportado acumulou 91.629 toneladas. A exportação média diária está em 5.139 toneladas nesses 16 dias úteis de maio, 17,79% mais do que as 4.363 toneladas de maio/2024.

O valor faturado antes mesmo de fechar o mês de maio, de US$ 211,51 milhões, já ultrapassou em 0,68% o valor total de maio de 2024, de US$ 210,08 milhões. Isso se deve ao preço médio maior pago por tonelada em maio de 2025 ante igual mês de 2024. Neste mês, os importadores pagaram US$ 2.572,40 por tonelada, 12,19% mais ante os US$ 2.292,80 por tonelada de maio de 2024.



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Colheita de soja 2024/25 está praticamente concluída no Brasil, segundo a Conab



A colheita de soja da safra 2024/25 no Brasil já está praticamente no fim, perfazendo 99,5% da área semeada, conforme o boletim de Progresso de Safra da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Os trabalhos de campo avançaram 0,6 ponto percentual em relação à semana anterior. Na média dos últimos cinco anos, que é de 99,1%, a colheita está 0,4 ponto percentual adiantada.

Entre os 12 estados produtores, ainda falta encerrar a colheita no Rio Grande do Sul e no Piauí, que contam, ambos, com 99% da área colhida, além de Santa Catarina (97,5%) e Maranhão (90%).

Colheita de milho

A colheita do milho de inverno 2024/25, ou “safrinha” já começou no país. Até domingo (25), 0,3% da área havia sido colhida, avanço de 0,3 ponto percentual em relação à semana passada.

Na comparação com igual momento da safra 2023/24, quando 1,1% havia sido colhido, há atraso de 0,8 ponto percentual. Em comparação com as últimas cinco safras, cuja média de colheita é de 0,6%, há atraso de 0,3 ponto percentual.

Já a colheita do milho verão 2024/25 perfazia, até domingo, no país, 86,9% da área semeada, avanço de 4,6 pontos percentuais em relação à semana anterior. Em relação a igual período da safra passada, há adianto de 5,3 pontos percentuais.

Na média dos últimos cinco anos, que é de 83,2%, a colheita também está adiantada em 3,7 pontos percentuais.

Arroz

A colheita de arroz no país atingia, até domingo, 97,4% da área, avanço de 2,4 pontos percentuais em relação à semana anterior. Em comparação com igual período do ciclo 2023/24, quando 94% do cereal havia sido colhido, há avanço de 3,4 pontos porcentuais. Na média dos últimos cinco anos, que é de 97,2%, há leve avanço de 0,2 ponto porcentual.

Algodão

A colheita de algodão 2024/25 também já começou no país e atinge, agora, 0,4% da área plantada, avanço de 0,2 ponto percentual em relação à semana passada. Na comparação com a safra passada, há leve atraso de 0,3 ponto percentual. Na média dos últimos cinco anos, de 0,5%, há leve atraso de 0,1 ponto porcentual.

Trigo

Por fim, a semeadura do trigo 2025 cobria até domingo 30,6% da área, informou a Conab. Em relação à semana passada, os trabalhos avançaram 5,1 pontos porcentuais.

Na comparação com igual momento da safra passada, quando 29,6% estavam semeados, há adianto de 1 ponto percentual. Em relação à média dos últimos cinco anos, de 30,1%, há adianto de 0,5 ponto percentual.



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