sábado, maio 23, 2026

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Vendas de sêmen bovino cresceram 11% no primeiro trimestre de 2025



O primeiro trimestre de 2025 começou promissor ao mercado brasileiro de genética bovina. A entrada de doses de sêmen no mercado, que inclui coleta nacional e importações, registrou alta de 4,34% em relação ao mesmo período de 2024, totalizando 5.827.056 doses.

Os dados são do Index Asbia, da Associação Brasileira de Inseminação Artificial, elaborado pelo Centro de Estudos em Economia Aplicada (Cepea/USP), que mostra que a saída, englobando as vendas a pecuaristas, exportações e prestação de serviços, cresceu 6,23%, alcançando 4.311.613 doses.

“O levantamento dos três primeiros meses do ano aponta aumento na coleta e importação de doses, bem como na comercialização e utilização do material genético. São excelentes
notícias, que comprovam mais uma vez o intenso trabalho voltado para a eficiência produtiva
tanto na pecuária de corte quanto de leite”, considera a diretora-executiva da Asbia, Lilian Matimoto.

Vendas diretas

Considerando apenas as vendas diretas, o crescimento foi ainda mais expressivo: 11% em relação ao primeiro trimestre de 2024.

“Esse avanço revela a consolidação do melhoramento genético como estratégia na pecuária brasileira. A pecuária de corte registrou alta de 11,3% nas vendas, enquanto a de leite cresceu 10,5%, alcançando o recorde histórico de 1.441.224 doses comercializadas nesse período”, informa Lilian.

Dados do Index Abia mostram que as importações também avançaram, com crescimento de 29% no trimestre, impulsionadas, principalmente, pela pecuária de corte. Foram importadas 468.817 doses dessa aptidão, com alta de 189,6% em relação ao mesmo período de 2024, marcando o maior volume para o primeiro trimestre desde 2022.
Já as exportações de material genético apresentaram queda de 42,4%. Para a diretora da entidade, esse recuo reflete a maior absorção do mercado interno. "Com o fortalecimento do consumo e uso das tecnologias no país, o produtor brasileiro foi o principal destino do material genético. O foco está na nossa produção, o que não deixa de ser uma ótima notícia."
O relatório também destaca o crescimento de 24% nas vendas de botijões, totalizando 987 unidades comercializadas. Já os serviços contratados por pecuaristas para coleta e industrialização de sêmen de seus próprios rebanhos, modalidade conhecida como Prestação de Serviço, somaram 302.847 no período.



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AgroNewsPolítica & Agro

Courmayeur lança degustação com vinhos, espumantes e chocolate para o inverno 2025


Com experiências que unem vinho, gastronomia e paisagens encantadoras, a Vinícola Courmayeur, localizada no Vale dos Vinhedos, em Garibaldi (RS), apresenta sua grande novidade para o inverno 2025: a Degustação Devaneio. A atração, exclusiva entre os dias 1º de junho e 31 de agosto, oferece uma harmonização de três espumantes e dois vinhos tintos com barras trufadas da chocolateria artesanal Devorata. A experiência é realizada na charmosa Cela da Cave e acontece às sextas-feiras, às 15h, e aos sábados, ao meio-dia e às 15h. O agendamento é obrigatório.

Com acesso totalmente asfaltado e a apenas 8 km dos centros de Garibaldi e Bento Gonçalves, a Courmayeur aposta em seis diferentes experiências enoturísticas para o inverno. Cada uma delas traz nomes como Liberdade, Ousadia, Audácia e Atrevimento, refletindo o espírito criativo da vinícola. Os roteiros incluem visita guiada à vinícola, degustações harmonizadas com queijos, charcutaria, castanhas e até mini porções especialmente pensadas para espumantes e frisantes.

Outro destaque é o tour Cela da Cave, com duração aproximada de uma hora. O percurso passa por quatro pontos estratégicos da vinícola e termina na antiga adega, onde são armazenadas garrafas históricas da marca. Ali, os visitantes degustam um dos rótulos descobertos durante o trajeto.

Com estrutura completa para receber pequenos grupos e famílias, o espaço oferece ainda jardim, loja, bicicletário, áreas de recreação e ambiente pet friendly. As degustações variam de R$50 a R$130 e podem ser reservadas pelo telefone (54) 3463-8517, WhatsApp ou na plataforma Wine Locals.

DEGUTAÇÕES

Degustação Liberdade – R$50,00

Degustação de quatro rótulos entre as linhas tradicionais – a escolha do cliente.

Disponibilidade: todos os dias, sem a necessidade de agendamento.

Degustação Ousadia – R$70,00

Degustação de quatro rótulos Premium – a escolha do cliente.

Disponibilidade: todos os dias, sem a necessidade de agendamento.

Degustação Audácia – R$95,00

Degustação de cinco vinhos das linhas Essencial, harmonizados com queijos, charcutaria e castanhas.

Disponibilidade: todos os dias, consulte horários. Essa experiência exige agendamento prévio.

Degustação Atrevimento – R$100,00

Degustação de quatro espumantes e um frisante, harmonizados com cinco mini porções .

Disponibilidade: Todos os dias, consulte horários. Essa experiência exige agendamento prévio.

Cela da Cave – R$95,00

Tour pela vinícola com degustação de quatro produtos. Inclui taça de vidro personalizada.

Disponibilidade: Sábados e domingos, às 11h e às 14h. Essa experiência exige agendamento prévio e é realizada na Cave.

Degustação Devaneio – R$130,00

Degustação de três espumantes e dois vinhos tintos, harmonizados com barras trufadas de chocolate Devorata, na Cela da Cave.

Disponibilidade: Sextas, às 15h e sábados às 12h e às 15h. Essa experiência, que acontece na Cave, exige agendamento prévio. Exclusiva para o período de 01/06/2025 a 31/08/2025

Reservas devem ser efetuadas pelo site





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maior evento de cultura agro do mundo no coração de São Paulo 



Nos dias 5 e 6 de junho, São Paulo volta a ser palco do maior evento de cultura agro do mundo. O Allianz Parque será transformado na arena do Global Agribusiness Festiva (GAFFFF), uma celebração da força e da diversidade do agro brasileiro e sua conexão com a cidade, com mais de 30 mil pessoas esperadas. O festival é organizado pela Datagro, com apresentação da XP e da Corteva Agriscience, e leva para o centro da maior metrópole da América Latina os temas, sabores, sons e ideias que movem o campo, e que estão cada vez mais presentes no cotidiano urbano. 

O GAFFFF nasceu em 2024 como uma extensão do Global Agribusiness Forum (GAF), um dos encontros mais prestigiados do agronegócio mundial, e retorna em 2025 ainda mais inclusivo, diverso e imersivo. 

A estrutura do evento gira em torno de quatro pilares, os “Fs” que definem sua identidade: Forum (conteúdo e debates estratégicos), Fair (feira de negócios), Food (gastronomia) e Fun (música). 

Uma das grandes novidades desta edição é a abertura total do GAF ao público presente no festival. Criado em 2012, o fórum sempre foi restrito a convidados e lideranças do setor. Agora, o conhecimento se torna protagonista acessível para todos.

“A expansão do acesso ao GAF em 2025 é um passo natural para reforçar o caráter inclusivo e formativo do festival”, destaca Luiz Felipe Nastari, diretor de comunicação, educação e eventos da Datagro.

Nesta edição, o fórum contará com mais de 90 horas de conteúdo distribuídas em três palcos simultâneos. Entre os nomes já confirmados estão Gro Brundtland, ex-primeira-ministra da Noruega e referência mundial em sustentabilidade; Shona Sabnis, vice-presidente de assunto públicos da Corteva Agriscience; Luiza Helena Trajano, presidente do Conselho de Administração da Magazine Luiza; Roberto Rodrigues, embaixador especial da FAO para o cooperativismo; e Giuliana Morrone, jornalista e especialista em temas ESG.

A programação do Forum refletirá a urgência dos debates climáticos e geopolíticos que pautam o agro em 2025, ano em que o Brasil sedia a COP30.    
 
Haverá também uma feira de negócios, que ocupará 7 mil m² com mais de 180 empresas expositoras, incluindo agtechs, pavilhão de finanças, universidades e gigantes da tecnologia voltadas ao campo. Também estarão presentes agricultores familiares de diferentes regiões do país, com estandes abertos ao público. 

“Será um espaço onde tradição e tecnologia caminham lado a lado, conectando diferentes
agentes da cadeia produtiva e gerando oportunidades concretas de relacionamento, inovação e negócios”, reforça o executivo da Datagro. 

Outras atrações

Na área de shows, entre as atrações confirmadas estão os artistas Fernando e Sorocaba, Leonardo, Fiduma e Jeca, Fiorella e Thiago Carvalho. A programação musical será distribuída ao longo dos dois dias, com apresentações espalhadas pelo estádio. 
 
Além disso, o GAFFFF contará com a volta da Arena de Fogo, espaço de experiências gastronômicas com chefs e assadores renomados, que trarão ao público aulas ao vivo e experiências sensoriais. 
 
“Os shows musicais e a Arena de Fogo representam, cada um à sua maneira, essa conexão viva entre o campo e a cidade. São expressões culturais que traduzem o agro de forma sensível, seja pela emoção da música ou pelo sabor da gastronomia. No GAFFFF, esses dois pilares ajudam a contar a história do agro não só como setor econômico, mas como parte essencial da identidade brasileira”, complementa Nastari. 
 
Em 2024, a primeira edição do GAFFFF reuniu mais de 20 mil participantes, vindos de 23 países e de quase todos os estados brasileiros.

Realizadores 

O GAFFFF, assim como o Global Agribusiness Forum, é realizado em conjunto por: Datagro, Sociedade Rural Brasileira (SRB), Associação Brasileira de Produtores de Milho (Abramilho), Aliança Internacional do Milho (Maizall), Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas), Bioenergia Brasil, União Nacional do Etanol de Milho (Unem), Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), CropLife Brasil, XP e Corteva Agriscience. 

Os ingressos para a edição de 2025 do Global Agribusiness Festival já estão à venda e podem ser comprados diretamente pelo site do evento: https://gaffff.com/ingressos.



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Do império mongol ao delivery, conheça a história do lanche mais famoso do mundo



É praticamente impossível encontrar alguém que não goste de hambúrguer. O disco de carne foi apresentado oficialmente ao mundo no dia 28 de maio de 1904, na cidade de Saint Louis, no estado norte-americano de Missouri. 

Apesar disso, a forma de consumir a proteína bovina é muito mais antiga e data da época das batalhas de Genghis Khan (1162 – 1227). Os soldados do exército mongol armazenavam a carne entre a sela e o lombo do cavalo, transformando-a em uma pasta que, moldada em formato de disco, facilitava o consumo.

Nas incursões do exército pela Europa, mais precisamente na região de Hamburgo, na Alemanha, a tradição foi passada para frente. Dessa forma, surgiu um nome para a invenção: hambúrguer.

Do outro lado do mundo

Passando agora para os Estados Unidos, o hambúrguer chegou por meio de imigrantes. Por lá a carne ganharia espaço entre duas fatias de pão, se tornando um dos maiores símbolos do país.

Ao longo dos anos, o lanche deu origem a diversas franquias e ganhou notoriedade no mundo inteiro. A novidade chegou ao Brasil no ano de 1952, com a abertura da primeira loja da franquia Bob’s, em Copacabana. 

Contudo, o hambúrguer não para de evoluir, ganhando variedades para atender diferentes gostos. Com o aumento de pessoas que não comem carne, surge, por exemplo, o disco feito à base de plantas e fungos comestíveis.

Descoberto quase que por acaso, a facilidade de fazer um hambúrguer originou também uma busca por opções mais requintadas, levando ao advento das hamburguerias artesanais, espalhadas praticamente em cada esquina das grandes metrópoles brasileiras.

Isso sem falar no smash burger, que consiste em um disco mais fino, feito de forma rápida, mas que não perde em sabor e suculência. 

Vale destacar, porém, que o hambúrguer vai muito além do fast food. É um dos principais alimentos a nível mundial e está presente em diversos momentos do dia a dia, tanto nos restaurantes quanto em casa por meio do delivery. Bateu a fome?

*Sob supervisão de Victor Faverin



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Impacto milionário e sojicultores limitados pela Moratória da Soja; assista ao vídeo


A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) intensificou o embate jurídico contra as tradings signatárias da Moratória da Soja com uma nova ação. Por meio de uma ação judicial protocolada na Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá, a entidade exige R$ 1,1 bilhão em indenizações por danos morais coletivos. Para o presidente da Aprosoja-MT, Lucas Beber, a Moratória da Soja representa uma interferência indevida na atividade econômica e na liberdade de escolha dos sojicultores.

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Beber argumenta que, ao longo de quase duas décadas, empresas impuseram restrições à atuação dos agricultores, o que limita o direito de cultivo, mesmo em propriedades legalmente estabelecidas ou em processo de regularização fundiária. Segundo ele, a política de bloqueio, que visa impedir a comercialização de soja de áreas desmatadas após 2008, tem gerado sérios impactos na economia e competitividade do estado de Mato Grosso.

“Ao longo desses anos, empresas privadas impuseram restrições à atuação dos sojicultores e agricultores, com limite direito de cultivo, mesmo em propriedades legalmente estabelecidas ou em processo de regularização”, comenta o presidente. Ele reforça que a ação judicial visa reparar os prejuízos econômicos e os danos morais e sociais causados às famílias que dependem da produção agrícola.

O valor de R$ 1,1 bilhão solicitado refere-se aos danos morais e é baseado em uma estimativa das perdas econômicas acumuladas ao longo de quase duas décadas, período em que o acordo tem impactado na comercialização da soja em Mato Grosso. Além disso, outras ações estão sendo preparadas para reivindicar as perdas materiais sofridas pelos produtores ao longo dos anos. A ação destaca que a moratória afeta diretamente 2,7 milhões de hectares e 85 municípios no estado e bloqueia a comercialização da soja em áreas legalizadas.

Lucas Beber acrescenta que a entidade também protocolou duas denúncias no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e que, caso o parecer seja favorável, a Moratória da Soja poderá ser encerrada, com a aplicação de multas aos responsáveis. ”É a ação que busca efetivamente a reparação das perdas acumuladas pelos produtores ao longo dos anos”, conclui.



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Antes e pós-porteira das fazendas crescem no primeiro trimestre do ano


Março deste ano marcou crescimento do antes das porteiras, o setor de insumos crescendo 39,6%, segundo a FGV-Agro. É o aumento pelas compras de adubo. Também tivemos aumento significativo nos preços dos fertilizantes. As máquinas iniciaram recuperação das vendas, assim como os bioinsumos.

No pós-porteira das fazendas, a indústria de alimentos e bebidas, mais a agroindústria não alimentícia, apresentaram crescimento em março de 3,6%, conforme mostra o índice de produção agroindustrial feito pelo Centro de Estudos do Agronegócio da FGV-Agro. Então foram três meses de crescimento da agroindústria.

O setor da proteína animal teve a melhor performance: carne bovina, suína, frangos, o peixe e os lácteos. E na parte vegetal o desempenho foi positivo para conservas, óleos e gorduras, sucos e café. As bebidas alcoólicas não acompanharam o crescimento e estão em baixa deste o último trimestre de 2024.

O Brasil já notificou a Organização Mundial de Saúde Animal sobre a erradicação da gripe aviária no país, e há uma expectativa da reabertura dos mercados para exportação, onde podemos deixar de vender mais de US$ 1 bilhão por mês, se não ocorrer a abertura principalmente do mercado chinês, o maior cliente brasileiro.

Particularmente, eu creio na reabertura dos mercados, pois como conversei com o ex-ministro Francisco Turra e como vimos na entrevista de Ricardo Santin, presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) nesta segunda-feira (26) no Roda Viva da TV Cultura, por termos tomado todas os procedimentos dos protocolos exigidos nessas circunstâncias.

A estratégia dos alimentos no mundo obrigatoriamente irá passar por diminuir dependências tanto de poucos fornecedores, como por outro lado de poucos destinos, clientes. Alimentos significa segurança da vida, das populações. Razão maior para diversificarmos ao máximo nossos produtos com agregação de valor e cobertura mais homogênea dos cerca de 200 países clientes do Brasil.

Oportunidades ótimas também para os “terroirs nacionais” com denominação de origem e indicação geográfica, onde já temos exemplos nos vinhos, queijos, cafés, doces e gastronomia local e familiar.

Iremos vender cada vez mais para o mundo as especialidades dos nossos terroirs brasileiros tropicais.

Portanto primeiro trimestre agroindústria cresceu e agora nos preparamos para a entrada na nova safra brasileira 2025/26, com perspectivas de crescimento sobre a safra anterior.

*José Luiz Tejon é jornalista e publicitário, doutor em Educação pela Universidad de La Empresa/Uruguai e mestre em Educação Arte e História da Cultura pela Universidade Mackenzie.



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AgroNewsPolítica & Agro

Santa Catarina descarta suspeitas de Influenza Aviária



SC mantém status sanitário em defesa animal




Foto: Pixabay

Análises laboratoriais realizadas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) descartaram a presença de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) nos casos investigados nos municípios de Tigrinhos e Concórdia, em Santa Catarina. Os episódios envolviam aves de subsistência mantidas em fundos de quintal.

De acordo com a Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (SAR) e a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), também foi divulgado o laudo final referente à granja comercial localizada em Ipumirim. Segundo o documento, não foram identificadas doenças associadas à Síndrome Respiratória e Nervosa das Aves. O resultado confirma os exames anteriores, que já haviam descartado a presença de IAAP. “Os laudos mostraram que a mortalidade observada não teve relação com nenhuma síndrome respiratória ou nervosa, tampouco com a influenza aviária”, afirmou a SAR em nota.

As atividades de vigilância sanitária seguem em andamento em todo o estado como parte das ações rotineiras do Serviço Veterinário Oficial. A Cidasc é a responsável pela execução dessas atividades em território catarinense.

O governo estadual enfatizou que, diante do atual alerta máximo para prevenção de doenças aviárias, é esperado um aumento no número de notificações, o que, segundo a SAR, “reflete a atenção da população e o comprometimento com a preservação do status sanitário de Santa Catarina”.

Atualmente, não há registros de casos suspeitos de IAAP em Santa Catarina. A orientação é que qualquer suspeita seja comunicada por meio do sistema e-Sisbravet ou diretamente a um dos escritórios da Cidasc. Os canais oficiais de notificação permanecem abertos para garantir resposta rápida das equipes de defesa sanitária animal.





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Algodão: entressafra sustenta valores mas liquidez segue em baixa



Os preços do algodão em pluma seguem operando dentro de um estreito intervalo verificado desde meados de abril.

Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a oferta atual é restrita devido à entressafra no país, e sustenta os valores. Já a liquidez segue baixa, em decorrência da disparidade entre os preços pedidos e ofertados por agentes para lotes remanescentes da temporada 2023/24. 

Dessa forma, o indicador Cepea/Esalq, com pagamento em 8 dias, vem operando entre R$ 4,30/libra-peso e R$ 4,40/lp. 

De acordo com o instituto, do lado vendedor, boa parte dos produtores continuam firmes em suas ofertas, fundamentados na reação dos valores internacionais e estoques limitados. Comerciantes, por sua vez, buscam por novos negócios “casados” e/ou por aquisições de pluma para atender a programações realizadas anteriormente.

Diariamente, agentes realizam contratos envolvendo a pluma das próximas safras (2024/25 e 2025/26).

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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colheita ganha ritmo e preços entram em queda



De acordo com os dados do Centro de Estudos em Economia Aplicada (Cepea), os preços do café estão em queda no mercado doméstico, sobretudo para o robusta.

Enquanto a colheita de arábica da safra 2025/26 começa a ganhar ritmo em algumas regiões produtoras, as atividades envolvendo o robusta estão mais avançadas. No Espírito Santo, a estimativa é de que a colheita já tenha atingido aproximadamente 20% da área.

Assim, o indicador Cepea/Esalq do arábica tipo 6, bebida dura para melhor, considerando a capital paulista, acumula expressivo recuo de 7,3% na parcial de maio. Para o robusta, o indicador Cepea/Esalq do tipo 6, peneira 13 acima, a retirar no Espírito Santo, registra forte baixa de 13%.

Um relatório divulgado neste mês pelo USDA aponta a safra brasileira 2025/26 de arábica em 40,9 milhões de sacas de 60 kg. O que representa queda de 6,4% em relação às 43,7 milhões de sacas da temporada anterior. A diminuição se deve ao clima até 2024, que prejudicou a florada. Já para o robusta, o USDA estima produção brasileira de 2025/26 em 24,1 milhões de sacas. Um aumento significativo de 15% em relação às 21 milhões de sacas colhidas em 2024/25.

Em síntese, esse crescimento se dá frente às condições climáticas favoráveis, que resultaram em uma floração eficaz e abundante formação de cerejas, especialmente no Espírito Santo e na Bahia.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Safra de arroz pode ser afetada pela baixa rentabilidade



Sem encontrar um parâmetro de sustentação, como esperado há algumas semanas, os preços do arroz em casca seguem em queda. É isso que apontam levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea)

De acordo com o instituto, em meio à “queda de braço” entre vendedores e compradores, prevalece a ampla oferta. Outros fatores também são os baixos embarques e o recuo da taxa de câmbio, que pressiona as paridades de exportação e importação.

Dessa forma, os pesquisadores do Cepea explicam que as margens de produtores seguem limitadas, o que deve complicar a rentabilidade da atual temporada, assim como impactar a atratividade da cultura para a próxima temporada. 

O anúncio da Conab sobre uma possível aquisição de novos lotes do cereal contribuiu para a baixa liquidez no mercado de arroz nos últimos dias. A movimentação, que tem como intuito repor os estoques públicos, gera expectativa de preços mais atrativos por meio de contratos futuros, conforme indica o Cepea.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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