sábado, maio 23, 2026

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Agro puxa crescimento e PIB responde com alta de 1,4% no 1º trimestre



Com o crescimento de 1,4% no Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre deste ano em relação ao trimestre anterior, a economia brasileira tem crescido a níveis recordes desde o quarto primeiro período de 2021.

Nos primeiros três meses deste ano, também atingiram os maiores patamares da história os setores da agropecuária e dos serviços. Sob a ótica da demanda, o consumo das famílias, do governo e as exportações representaram as maiores marcas já registradas para o início do ano.

Por outro lado, indústria e investimentos estão longe de seus patamares recordes, ambos atingidos em 2013. A formação bruta de capital fixo, ou seja, os investimentos, por exemplo, está 6,7% abaixo do nível do segundo trimestre de 2013, enquanto a indústria está 4,7% abaixo do nível do terceiro trimestre daquele ano.

“A indústria é a única das grandes três atividades econômicas que ainda está no patamar abaixo do pico”, ressalta a pesquisadora do IBGE, Rebeca Palis.

Agropecuária: motor da economia

O crescimento do PIB do quarto trimestre de 2024 para o primeiro trimestre deste ano foi puxado principalmente pelo desempenho da agropecuária, que teve crescimento de 12,2%.

“A agropecuária tem dois efeitos principais este ano: um é a questão climática que está favorável e a outra é que as colheitas que estão crescendo muito, como a soja, que é a nossa principal lavoura, está concentrada no primeiro semestre. A gente também tem o milho crescendo, o fumo, o arroz, várias colheitas que estão crescendo esse ano. Tem muita safra no primeiro semestre”, contextualiza Rebeca.

Os serviços, que correspondem a 70% do PIB, também tiveram desempenho positivo, crescendo 0,3% no trimestre em relação ao trimestre anterior, com destaque para as atividades de informação e comunicação (3%).

Já a indústria apresentou taxa negativa (-0,1%), devido a resultados da construção (com queda de 0,8%) e da indústria da transformação (-1%).

Segundo a pesquisadora, esses são setores que estão sentindo os efeitos da alta taxa básica de juros (Selic).

Sob a ótica da demanda, houve altas em todos os componentes no primeiro trimestre deste ano em relação ao trimestre anterior: consumo das famílias (1%), formação bruta de capital fixo (3,1%), exportações (2,9%) e consumo do governo (0,1%).

“Em relação ao consumo das famílias, a gente ainda tem fatores que prejudicam, como a inflação bem resiliente e a política monetária restritiva. Mas a gente continua tendo melhora no mercado de trabalho, continua tendo programas de transferência de renda do governo para as famílias e o crédito continua crescendo, apesar de estar mais caro, então são várias coisas contribuindo positivamente”, disse Rebecca. “Mas o consumo das famílias poderia ser mais alto se a gente não tivesse uma política monetária restritiva”.



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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Sinais de maior oferta de café pesam sobre os preços e NY fecha com baixas…


Entrada das novas safras da Indonésia e do Brasil contribuiu para o recuo dos futuros em Londres

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Os preços do café encerram a sessão desta sexta-feira (16) registrando baixas de mais de 2% nas bolsas internacionais. 

Segundo informações da Reuters, os negociantes disseram que o mercado foi prejudicado pela ampla oferta, já que as safras de robusta estão sendo colhidas na Indonésia e no Brasil. “Os estoques de robusta monitorados pela ICE testemunharam uma recuperação, pressionando os preços”, disse um trader do Vietnã. 

De acordo com o Barchart, os estoques de robusta monitorados pela ICE atingiram o maior nível em 7 meses e meio nesta sexta-feira, com 4.890 lotes, e os estoques de arábica atingiram o maior nível em 3 meses, com 851.169 sacas. 

Boletim do Escritório Carvalhaes aponta que mesmo com as projeções mais otimistas sobre a produção brasileira de café em 2025, seguimos com um cenário tão apertado como o atual no novo ano-safra, que começará em julho. “Nossos estoques de passagem serão historicamente baixos, e os maiores números de produção lançados no mercado apontam para uma safra 2025 com tamanho próximo ao da atual. O equilíbrio precário entre produção e consumo global vai continuar no ano-safra 2025/2026”, destaca ainda o documento.

Leia mais:

Em Londres, o robusta fecha o dia registrando baixa de US$ 106 nos contratos de maio/25 e julho/25 negociado por US$ 4,816/tonelada e US$ 4,865/tonelada, um recuo de US$ 100 no valor de US$ 4,860/tonelada no de setembro/25, e uma queda de US$ 88 no valor de US$ 4,830/tonelada no de novembro/25.

O arábica encerra com baixa de 870 pontos no valor de 376,25 centa/lbp no vencimento de maio/25, uma perda de 935 pontos cotado por 365,65 cents/lbp no de julho/25, um recuo de 885 pontos no valor de 362,50 cents/lbp no de setembro/25, e uma queda de 805 pontos negociado por 357,50 cents/lbp no de dezembro/25.

Mercado Interno

Dados divulgados pela Safras & Mercado apontam que as vendas da safra 2024/25 alcançaram 97% da produção, ante 94% há um ano, conforme o fluxo dos negócios no mercado físico migra cada vez mais em direção à safra nova. As vendas de café da safra 2025/26 do Brasil seguem lentas, após um atraso na colheita, alcançando apenas 16% da produção prevista. 

Ainda de acordo de acordo com o acompanhamento semanal da Safras, até o último dia 13 de maio, a colheita da safra/25 no Brasil estava em 7%, o que representa um avanço de 5 pontos percentuais em relação à semana anterior, quando os trabalhos mal haviam começado. O ritmo está atrasado em comparação ao mesmo período do ano passado e também abaixo da média das últimas cinco safras, ambas com 10% da produção colhida até esta data.

“As chuvas têm prejudicado os trabalhos, especialmente nas áreas de conilon/robusta do Espírito Santo, Bahia e a Rondônia, assim como em parte da região de arábica das Matas de Minas. A decisão de alguns produtores de adiar o início da colheita, aguardando uma melhor maturação dos frutos ou a diminuição da umidade, também contribui para o andamento mais moroso das atividades”, destacou o consultor de Safras, Gil Barabach.

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Nas áreas monitoradas pelo Notícias Agrícolas as variações acompanharam as baixas da bolsa de NY, e o Café Arábica Tipo 6 registra recuo de 2,31% em Franca/SP no valor de R$ 2.540,00/saca, uma perda de 2,36% em Varginha/MG negociado por R$ 2.480,00/saca, e uma queda de 2,67% em Araguai/MG no valor de R$ 2.550,00/saca. Já o Cereja Descascado encerra com a desvalorização de 3,07% em Varginha/MG no valor de R$ 2.530,00/saca, e um recuo de 1,16% em Guaxupé/MG cotado por R$ 2.563,00/saca.

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AgroNewsPolítica & Agro

Damping-off exige controle desde o plantio do algodão



Manejo reduz risco de tombamento em lavouras de algodão


Foto: Canva

A doença conhecida como Damping-off, também chamada de mela ou tombamento, representa um desafio para a cotonicultura brasileira. Segundo a engenheira agrônoma Gressa Chinelato, em artigo publicado no Blog da Aegro, o problema afeta as plântulas do algodoeiro, provocando o tombamento das plantas ainda nas fases pré e pós-emergência. Esse processo leva à morte das mudas e compromete o estande final da lavoura.

A doença tem origem em diferentes patógenos, sendo os mais recorrentes Rhizoctonia solani e Colletotrichum gossypii, com ampla distribuição nas regiões produtoras do país. “Trata-se de um problema recorrente nas lavouras de algodão e que pode comprometer o desenvolvimento inicial das plantas”, explica Chinelato.

As condições ambientais desempenham papel decisivo no desenvolvimento do Damping-off. A combinação de alta umidade e temperaturas entre 18°C e 30°C favorece a proliferação dos fungos. “As sementes contaminadas funcionam como principal fonte de inóculo da doença, o que torna o manejo adequado essencial desde a semeadura”, destaca a agrônoma.

Para conter o avanço da doença, algumas práticas são recomendadas. Chinelato ressalta a importância de utilizar sementes sadias, quimicamente deslintadas e tratadas com fungicidas. Além disso, é fundamental garantir o espaçamento adequado entre as plantas e adotar a rotação de culturas como estratégia preventiva.

A presença do Damping-off nas lavouras pode resultar em prejuízos econômicos diretos, com a necessidade de replantio e redução no potencial produtivo. Por isso, medidas preventivas devem fazer parte do planejamento das áreas de algodão.





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BNDES aprova R$ 77 mi do Fundo Clima para projeto de silvicultura com espécies nativas



O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou R$ 77,6 milhões, por meio da linha Fundo Clima – modalidade Florestas Nativas e Recursos Hídricos, para a implantação de um projeto de silvicultura de espécies nativas em região de Mata Atlântica, no sul da Bahia.

A silvicultura de espécies nativas é uma atividade de longo prazo, onde as árvores de diferentes espécies têm tempos de crescimento entre 12 e 36 anos em média, até chegar no tamanho para o corte e extração da madeira. Objetivo é o de ampliar oferta de madeira tropical de origem sustentável, livre de desmatamento.

O projeto, primeiro financiado pelo banco no setor, será conduzido pela Symbiosis Florestal S.A., empresa voltada à produção de madeira tropical de alto valor. Prevê o plantio de 1.500 hectares de florestas produtivas com espécies nativas da Mata Atlântica, bioma historicamente ameaçado e hoje reduzido a 12,5% de sua cobertura original na região. A área total da operação será de 3 mil hectares, com o plantio intercalado de espécies nativas e exóticas, sendo exclusivamente o componente nativo financiado pelo BNDES.

O modelo adotado pelo projeto financiado pelo BNDES combina o uso de espécies mistas com manejo florestal contínuo, garantindo não apenas a produção de madeira de alta qualidade – inclusive de espécies ameaçadas de extinção – como também a preservação da biodiversidade, com geração de créditos de carbono, promoção da biodiversidade e mitigação de riscos climáticos.

O financiamento de longo prazo do BNDES, através do Fundo Clima, se adequa ao perfil desse tipo de investimento, que apresenta um tempo de maturação muito mais longo que outros projetos de investimento.

Além do impacto ambiental positivo, o projeto deverá gerar 220 empregos diretos e indiretos ao longo da implantação e operação, contribuindo para o fortalecimento da economia verde no sul da Bahia.

“Esse projeto é um marco para a silvicultura de espécies nativas no Brasil e mostra como é possível aliar produção florestal, preservação da biodiversidade e geração de créditos de carbono. Ao financiar o cultivo de espécies nativas na Mata Atlântica, o Governo Federal por meio do BNDES fortalece a economia verde, estimula a restauração de um bioma crítico e cria empregos de qualidade no sul da Bahia, em linha com as diretrizes de desenvolvimento formuladas pelo Presidente Lula”, afirmou o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.

“Com o apoio do BNDES, conseguiremos ampliar a escala e o impacto do nosso projeto, que é pioneiro em viabilizar economicamente a silvicultura de espécies nativas com inclusão social de comunidades locais. A produção de madeira é a forma mais eficiente de viabilizar o reflorestamento em larga escala que o mundo precisa para enfrentar as atuais crises climática e de biodiversidade”, afirmou Bruno Mariani, CEO da Symbiosis.

Fundo Clima

O Fundo Nacional sobre Mudança do Clima, um dos instrumentos da Política Nacional sobre Mudança do Clima, é vinculado ao Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e tem como finalidade de garantir recursos para apoio a projetos ou estudos e financiamento de empreendimentos que tenham como objetivo a mitigação das mudanças climáticas.

O BNDES já aprovou R$ 262 milhões para projetos florestais com a linha de crédito modalidade Florestas Nativas e Recursos Hídricos do Novo Fundo Clima.



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Workshop ABRASS debate sobre gestão financeira, longevidade e qualidade das sementes de soja



A Associação Brasileira dos Produtores de Sementes de Soja (ABRASS) realizou, nesta quinta-feira (29), o Workshop ABRASS, no Brasília Palace Hotel, reunindo associados, especialistas e autoridades para discutir os rumos da multiplicação de sementes de soja no Brasil.

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O evento destacou análises políticas, cenários de mercado e os principais desafios do setor, como a necessidade de atualização da Lei de Proteção de Cultivares, o combate à pirataria de sementes e os impactos da Reforma Tributária. A programação incluiu ainda debates sobre gestão financeira, longevidade e qualidade das sementes, além de projeções para a safra 2025/26, que pode ultrapassar 50 milhões de sacas certificadas, segundo o CEO da Céleres, Anderson Galvão.

Entre os destaques, o painel político contou com participação do deputado Pedro Lupion (FPA) e representantes do IPA e Aprosoja, além de uma análise aprofundada do consultor João Henrique Hummel sobre o atual cenário político nacional e seus reflexos no agronegócio.

A programação abordou temas estratégicos como a atualização da Lei de Proteção de Cultivares, os impactos da Reforma Tributária, gestão financeira dos negócios de sementes e projeções para a safra 2025/26, que pode ultrapassar 50 milhões de sacas certificadas.

Outro ponto de destaque foi o combate à pirataria de sementes, que ainda representa 11% do mercado nacional, com índices elevados em estados como Rio Grande do Sul e Minas Gerais. O debate também enfatizou a importância de preservar a longevidade e a qualidade das sementes, com base em práticas de manejo e controle de danos, além da necessidade de um posicionamento estratégico de marcas e gestão de riscos na cadeia produtiva.

O evento contou ainda com uma análise aprofundada do cenário político nacional e seu reflexo direto sobre o agronegócio, destacando pautas como crédito rural, Plano Safra e regulamentações ambientais. A ABRASS reforça seu compromisso com o desenvolvimento do setor e coloca o material completo do workshop à disposição para divulgação.



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confira a previsão para junho


A previsão do tempo para o mês de junho indica chuva acima da média nas porções norte e leste da Região Nordeste, no Rio Grande do Sul e norte da Região Norte (tom em azul no mapa da Figura 1a, abaixo).

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

O balanço é no Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), que volumes de precipitação entre a média e abaixo para as regiões Centro-Oeste e Sudeste, além do interior do Nordeste, sul da Amazônia, do Paraná e de Santa Catarina. Confira os detalhes:

Sul

A previsão é de chuvas próximas e abaixo da climatologia nos estados do Paraná e de Santa Catarina (tons em cinza e amarelo no mapa da Figura 1a), com volumes inferiores a 180 mm.

Já no Rio Grande do Sul, são previstos acumulados de chuva próximos e acima da média histórica (tons em cinza e azul no mapa da Figura 1a), podendo ultrapassar os 140 mm ao longo do mês.

Sudeste e Centro-Oeste

Previsão de chuva e temperaturas para junho - INMETPrevisão de chuva e temperaturas para junho - INMET
Foto: Divulgação Inmet

A previsão indica chuvas próximas à média histórica (tons em cinza no mapa da Figura 1a), com volumes inferiores a 100 mm no mês. É possível que em algumas localidades ocorram dias consecutivos sem chuva. Nos estados de Mato Grosso do Sul e São Paulo, as precipitações variam entre 30 mm e 80 mm no mês. A tendência é de chuvas ligeiramente abaixo desta faixa (tons em amarelo no mapa da Figura 1a).

Nordeste

São previstas chuvas acima da média no norte do Maranhão, no Piauí e Ceará, assim como na faixa leste da Paraíba até Sergipe (tom em azul no mapa da esquerda), com volumes que podem ultrapassar os 80 mm.

No interior da região, normalmente tem-se redução das chuvas. No mês, a previsão indica volumes abaixo de 60 mm, principalmente no oeste da Bahia, sul do Maranhão e do Piauí, onde podem haver dias consecutivos sem chuva (tom em amarelo no mapa).

Temperaturas mínimas e máximas

Quanto às temperaturas, a previsão indica que devem ficar acima da média em grande parte do país (tom em laranja no mapa da Figura 1b). Por outro lado, em áreas das regiões Norte e Nordeste, as temperaturas médias devem se manter próximas à climatologia, variando entre 25°C e 28°C.

Apesar da tendência de temperaturas acima da média no centro-sul do Brasil, os valores devem permanecer abaixo dos 20°C em áreas do centro-sul de Minas Gerais, leste de São Paulo e sul de Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Além disso, em localidades de maior altitude das regiões Sul e Sudeste, a incursão de massas de ar frio poderá provocar quedas acentuadas nas temperaturas, com valores que podem ficar abaixo dos 15°C.

Impactos nas lavouras

O prognóstico climático do Inmet para junho também considera os possíveis impactos nas principais culturas agrpicolas. Assim, a previsão de chuvas acima da média na parte leste do Nordeste poderá beneficiar os cultivos de feijão e milho terceiras safras na região do Sealba (que abrange os estados de Sergipe, Alagoas e Bahia).

Entretanto, no Matopiba (áreas dos estadosd o Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), há uma tendência de redução das chuvas, o que pode provocar restrição hídrica em parte das lavouras de milho segunda safra, especialmente durante a fase de floração, período em que a cultura demanda maior disponibilidade hídrica.

Para as regiões Centro-Oeste e Sudeste, a previsão do Inmet para junho indica volumes de chuva próximos e inferiores à média. Neste cenário, os acumulados previstos devem ser suficientes para favorecer a maturação e a colheita da canade-açúcar e do café.

“Em Mato Grosso do Sul e em Mato Grosso, as condições climáticas previstas não devem impactar negativamente as culturas de trigo e milho segunda safra”, diz o órgão.

Na Região Sul, o Instituto acrescenta que as condições de chuvas próximas e abaixo da média no Paraná e Santa Catarina serão favoráveis para finalização da colheita dos cultivos de primeira safra, bem como do feijão segunda safra.



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AgroNewsPolítica & Agro

Chuva segura colheita inicial do milho em Mato Grosso



Colheita do milho começa com atraso em Mato Grosso




Foto: Canva

A colheita do milho foi oficialmente iniciada em Mato Grosso no dia 16 de maio, segundo informou o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), em boletim divulgado na segunda-feira (27). Até o dia 23, o avanço das máquinas no campo atingiu 0,31% da área estimada para a safra atual.

Esse percentual representa um atraso de 1,63 ponto percentual em comparação com o mesmo período do ano passado e de 0,66 ponto em relação à média dos últimos cinco anos. Apesar do início mais lento, o Imea considera que esse volume ainda não compromete o potencial da colheita do estado.

“O percentual colhido ainda é pequeno e não interfere nas projeções de produção. A expectativa permanece positiva”, afirmou o instituto. De acordo com os analistas, o desenvolvimento das lavouras segue dentro do previsto, favorecido pela manutenção dos volumes de chuva em boa parte das regiões produtoras até meados de maio.

O Imea também observa que, nas próximas semanas, os modelos meteorológicos já apontam para uma redução nas chuvas, comportamento considerado típico para o período em Mato Grosso. A tendência de tempo mais seco deve acelerar o ritmo da colheita à medida que as lavouras avancem para a maturação e a umidade do solo diminua.

Ainda segundo o instituto, as atenções do setor se voltam agora para o desempenho das lavouras. “A expectativa é de que a produção supere a registrada no ciclo anterior”, informou o Imea, ao destacar que os rendimentos serão monitorados de perto nas próximas semanas.





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Tem episódio novo do Soja Brasil no ar; gripe aviária, prêmios e irrigação estão entre os destaques



O novo episódio do Soja Brasil já está no ar com os principais destaques que impactam a cadeia produtiva da commodity. Um dos temas do programa é a gripe aviária, que segue sendo investigada em diversas regiões do país e acendeu um sinal de alerta no mercado de soja. Como o farelo de soja é base da alimentação de aves, um eventual recuo na produção de frango pode gerar excedente e pressionar os preços para baixo.

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A análise do especialista Carlos Cogo reforça esse ponto, apontando que o impacto tende a ser pontual, caso o embargo às exportações brasileiras de carne de frango seja curto. Com o Brasil respondendo por 40% do mercado mundial e sem alternativa de fornecimento no curto prazo, o cenário ainda é de atenção. Ao mesmo tempo, o programa aborda o cenário internacional, incluindo a possibilidade de um novo acordo entre Estados Unidos e China, que pode afetar diretamente os prêmios da soja brasileira no próximo ano.

Outro destaque do programa é a Expedição Soja Brasil em São Paulo, onde a irrigação tem se mostrado essencial para alcançar altas produtividades, mesmo em áreas com menor extensão plantada. Em municípios como Capão Bonito, os rendimentos chegam a até 100 sacas por hectare, resultado do uso eficiente da água e da adoção de tecnologias sustentáveis. A reportagem também destaca a importância de programas que oferecem linhas de crédito com juros reduzidos para incentivar a irrigação no estado.

Além disso, o episódio traz também informações sobre o mercado de biodiesel, com impactos positivos esperados para a demanda de óleo de soja com a chegada do B15 no Brasil.



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‘Connection Terroirs do Brasil’ valoriza saberes, sabores e negócios regionais



Aroma do café, o sabor único dos queijos e a tradição dos vinhos e cachaças fazem parte da 8ª edição do Connection Terroirs do Brasil, que acontece até sábado (31), em Gramado, na Serra Gaúcha.

A equipe do programa Porteira Aberta Empreender acompanha de perto cada detalhe do evento.

Para micro e pequenos empreendedores, essa é uma oportunidade de firmar parcerias e conhecer produtos diferenciados, onde o terroir brasileiro é celebrado e valorizado.

E por falar em valorização, o Sebrae, correalizador do evento, convidou produtores que já receberam a Indicação Geográfica (IG) — selo que certifica produtos únicos, representativos de suas regiões, com sabores impossíveis de serem reproduzidos em qualquer outro lugar.

Eles participam do evento para mostrar a força e a identidade de seus produtos.

“A gente tem 16 Indicações Geográficas, são 16 territórios diferentes, e conseguimos apresentar essa potência para uma cidade turística como Gramado”, afirma Maíra Santana, gestora de IG do Sebrae Nacional.

Para quem gosta de explorar novos sabores, a Alameda Terroir, montada na Rua Coberta, no centro de Gramado, é parada obrigatória.

O público pode experimentar e comprar cafés, queijos, vinhos, mel, cachaças e outros produtos únicos, conhecendo de perto a história e o cuidado por trás de cada item.

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp

IGs: tradição que impulsiona o agro

As Indicações Geográficas são reconhecidas pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) e garantem que produtos típicos de certas regiões tenham sua origem protegida. Além de manter vivas as tradições, elas ajudam os produtores a ganhar competitividade, agregar valor ao que produzem e fortalecer a economia local.

Serviço

  • Connection Terroirs do Brasil
  • Dias 28 a 31 de maio
  • Gramado (RS)
  • Saiba mais



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Evento em Gramado destaca IGs e impulsiona produtores



Aroma do café, o sabor único dos queijos e a tradição dos vinhos e cachaças fazem parte da 8ª edição do Connection Terroirs do Brasil, que acontece até sábado (31), em Gramado, na Serra Gaúcha.

A equipe do programa Porteira Aberta Empreender acompanha de perto cada detalhe do evento.

Para micro e pequenos empreendedores, essa é uma oportunidade de firmar parcerias e conhecer produtos diferenciados, onde o terroir brasileiro é celebrado e valorizado.

E por falar em valorização, o Sebrae, correalizador do evento, convidou produtores que já receberam a Indicação Geográfica (IG) — selo que certifica produtos únicos, representativos de suas regiões, com sabores impossíveis de serem reproduzidos em qualquer outro lugar.

Eles participam do evento para mostrar a força e a identidade de seus produtos.

“A gente tem 16 Indicações Geográficas, são 16 territórios diferentes, e conseguimos apresentar essa potência para uma cidade turística como Gramado”, afirma Maíra Santana, gestora de IG do Sebrae Nacional.

Para quem gosta de explorar novos sabores, a Alameda Terroir, montada na Rua Coberta, no centro de Gramado, é parada obrigatória.

O público pode experimentar e comprar cafés, queijos, vinhos, mel, cachaças e outros produtos únicos, conhecendo de perto a história e o cuidado por trás de cada item.

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IGs: tradição que impulsiona o agro

As Indicações Geográficas são reconhecidas pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) e garantem que produtos típicos de certas regiões tenham sua origem protegida. Além de manter vivas as tradições, elas ajudam os produtores a ganhar competitividade, agregar valor ao que produzem e fortalecer a economia local.

Serviço

  • Connection Terroirs do Brasil
  • Dias 28 a 31 de maio
  • Gramado (RS)
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