sexta-feira, maio 22, 2026

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Estado de São Paulo inicia ação de prevenção contra fungo devastador nas lavouras de soja



O estado de São Paulo deu início neste domingo, 1º de junho, ao período do vazio sanitário da soja na Região 1. A medida de prevenção segue até 31 de agosto e tem como objetivo controlar a ferrugem asiática, doença provocada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi. A iniciativa busca reduzir a incidência do fungo entre uma safra e outra, protegendo a produção e fortalecendo o manejo fitossanitário da cultura. Para acessar o calendário de todas as regiões do país, acesse o link.

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A ação segue as diretrizes da Portaria nº 1.271/2025, do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa)), que definiu os calendários nacionais do vazio sanitário e da semeadura da soja para a safra 2025/2026. Em São Paulo, o estado foi dividido em três regiões com datas diferentes para o início do vazio. As Regiões 2 e 3 entram no período de restrição nos dias 12 e 15 de junho, encerrando-se em 12 e 15 de setembro, respectivamente. Confira os municípios separados aqui.

Período de prevenção

Durante o vazio sanitário, é proibida a presença de plantas vivas de soja nas áreas de cultivo, incluindo as chamadas plantas voluntárias ou tigueras. A eliminação dessas plantas é de responsabilidade dos produtores, e exceções só são permitidas em casos específicos autorizados pela Defesa Agropecuária, como produção de sementes, pesquisas ou demonstrações técnicas.

O estado também exige que os agricultores realizem o cadastro das áreas produtoras de soja. Em São Paulo, esse registro deve ser feito no sistema de Gestão de Defesa Animal e Vegetal (GEDAVE), no prazo máximo de 15 dias após o fim do calendário regional de plantio. O controle cadastral é uma ferramenta essencial para o acompanhamento das lavouras e o reforço das ações de fiscalização sanitária.



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cenário em maio foi de pequenas variações



Ao longo de maio, os preços da soja oscilaram dentro de uma faixa estreita. É isso que apontam levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea)

Na última semana, as pesquisas do Cepea mostraram que as cotações seguiram levemente pressionadas, e a média mensal de maio acabou ficando abaixo da de abril. Enquanto isso, as exportações de soja em grão continuam aceleradas.

De acordo com o indicador da soja Cepea/Esalq, com base de preço em Paranaguá (PR), a saca de soja foi cotada em média a R$ 134,56 no último dia útil de maio (30), representando uma variação dentro do mês de 1,83%.

De acordo com o instituto, as pequenas variações vêm sendo influenciadas pelo contexto de oferta da América do Sul e pelo ritmo de cultivo da nova safra nos Estados Unidos. 

Outro ponto que também influenciaram as oscilações foram os impactos das tarifas norte-americanas sobre outros países. Por sua vez, as reações dos governos afetados por tais medidas também contribuíram. 

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Milho sofre recuo com a colheita da segunda safra e baixa procura



Os preços do milho seguem em queda no mercado doméstico, de acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea)

De acordo com o indicador do milho Esalq/B3, que tem Campinas (SP) como base de referência, a saca de 60 kg de milho no último dia útil de maio atingiu R$ 68,95, uma variação negativa dentro do mês de 13,95%.

Com o aumento da oferta do cereal, a expectativa é de que a disponibilidade continuará elevada nas próximas semanas, segundo os pesquisadores da entidade. Esse aumento na oferta é resultado do início da colheita da segunda safra. 

O cenário contribui para manter os vendedores mais flexíveis nos negócios e os consumidores mais afastados das aquisições. Isso se dá pois estes últimos compram apenas volumes para o curto prazo. 

No início da semana passada, notícias indicando a possibilidade de geadas em parte das praças produtoras de milho até deram certo suporte aos valores, à medida que deixou produtores cautelosos. 

De qualquer forma, a perspectiva de ampla oferta no Brasil se sobrepõe e mantém os valores em queda.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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União Europeia envia equipe comercial aos EUA para negociações



A União Europeia (UE) enviou uma equipe técnica a Washington para negociações comerciais com o governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse um porta-voz europeu nesta segunda-feira (2).

Segundo informações, o comissário para Comércio da UE, Maros Sefcovic, deve se reunir com o representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), em Paris, na quarta-feira.

No fim de semana, a UE alertou que o novo plano de Trump de dobrar as tarifas sobre o aço para 50% poderia comprometer as negociações entre as duas economias e desencadear tarifas retaliatórias sobre produtos americanos.

Hoje, o porta-voz reiterou o alerta, afirmando que os europeus estão prontos para tomar contramedidas se “nossas negociações não levassem a um resultado equilibrado”.



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Chicago segue petróleo e avança antes do intervalo



A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho chegou ao intervalo com alta nos preços nesta segunda-feira (2).

O mercado foi sustentado pelo significativo avanço do petróleo em Nova York e pela desvalorização do dólar frente a outras moedas, consolidando uma recuperação frente às perdas significativas registradas no mês de maio.

Os preços dos contratos futuros do petróleo disparam na manhã desta segunda, com os investidores analisando o potencial de risco do aumento das tensões entre Rússia e Ucrânia. A Ucrânia lançou ataques de drones contra quatro aeroportos militares na Rússia, destruindo mais de 40 aviões de guerra no final de semana. Choques geopolíticos tendem a desencadear picos de petróleo de curto prazo nos últimos anos, embora preocupações com a queda da demanda global tenham contido os preços.

Os contratos com vencimento em julho de 2025 operaram cotados a US$ 4,47 1/4 por bushel, alta de 3,25 centavos, ou 0,73% em relação ao fechamento anterior.

Os contratos com entrega em dezembro de 2025 operaram com alta de 1 centavo, ou 0,22% em relação ao fechamento do último pregão, cotados a US$ 4,39 1/2 por bushel.



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AgroNewsPolítica & Agro

Mercado do feijão segue estável


O mercado brasileiro de feijões vive um momento de estabilidade com nuances regionais, segundo informações divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Feijão e Pulses (IBRAFE) com base em dados do CEPEA. O cenário atual reflete um equilíbrio entre oferta e demanda, embora apresente movimentos distintos em algumas praças do país.

Na última quarta-feira, Itapeva (SP) se destacou com uma expressiva valorização de 5,03% no preço do Feijão 8/8,5, que fechou cotado a R$ 232,27 — a maior alta registrada no dia. Lucas do Rio Verde (MT) também apresentou desempenho positivo, com aumento de 1,63%, alcançando R$ 200,72 para o mesmo tipo de grão.

Por outro lado, algumas regiões sentiram pressões negativas. O Noroeste de Minas teve queda de 2,61%, com preço médio de R$ 213,13. A Metade Sul do Paraná também registrou leve retração nas cotações, variando entre -0,41% e -0,49%, refletindo um mercado mais cauteloso por parte dos compradores.

Outro ponto de atenção é a escassez de feijões nota 9, praticamente sem oferta no dia. No Noroeste de Minas, a referência se mantém na faixa de R$ 280, enquanto em Itapeva (SP) chega a R$ 290 — porém, essa última é considerada uma referência nominal, já que não há relatos concretos de negociações efetivas nessa faixa de preço.

“Esses movimentos refletem um mercado que, embora aparentemente estável nas referências de preços, apresenta um volume reduzido de negócios nas fontes. Ontem à noite, na Live, Marcelo Lüders destacou que o fluxo previsto de Feijão-carioca até o final do ano indica um volume final menor do que no ano passado. Ele salientou que, no mercado mundial, nada está definido, afinal as colheitas mais importantes ocorrerão de maio em diante na Argentina e no México, e nos Estados Unidos durante o segundo semestre”, conclui.





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Soja: clima benéfico nos EUA e dúvidas sobre demanda pressionam Chicago antes do intervalo


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Foto: Vinicius Ramos/Canal Rural BA

A sessão eletrônica da Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja chega ao intervalo desta segunda-feira (2) com preços mais baixos para grão e farelo, e cotações mais altas para óleo.

O mercado é pressionado pelo clima benéfico nos Estados Unidos e pelas dúvidas sobre a demanda por biodiesel no país. Porém, com o dólar caindo forte frente a outras moedas e com om petróleo disparando em Nova York com alta superior a 4% -, o grão se afastou das mínimas do dia.

  • Os contratos com vencimento em julho de 2025 tinham preço de US$ 10,39 1/2 por bushel, baixa de 2,25 centavos de dólar por bushel ou 0,21%.
  • A posição agosto de 2025 era cotada a US$ 10,33 por bushel, retração de 3,75 centavos de dólar por bushel ou 0,36%.
  • No farelo, julho de 2025 tinha preço de US$ 294,20 por tonelada, desvalorização de US$ 2,10 por tonelada ou 0,70%.
  • Já a posição julho de 2025 do óleo era cotada a 47,12 centavos de dólar por libra-peso, ganho de 0,23 centavo de dólar por libra-peso ou -0,49%.

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Selic no fim de 2025 continua em 14,75%, diz Focus; 2026 segue em 12,50%



A mediana do relatório Focus para a Selic no fim de 2025 continuou em 14,75% pela quarta semana consecutiva. Os juros estão nesse nível desde 7 de maio, quando o Comitê de Política Monetária (Copom) aumentou a taxa em 0,5 ponto percentual.

Considerando apenas as 40 projeções atualizadas nos últimos cinco dias úteis, mais sensíveis a novidades, a mediana para o fim de 2025 também se manteve em 14,75%.

Na ata da reunião de maio, o Copom afirmou que a taxa básica de juros está em nível “significativamente contracionista” e “já tem contribuído e seguirá contribuindo para a moderação de crescimento”. “Dadas as defasagens inerentes aos mecanismos de política monetária, espera-se que tais efeitos se aprofundem nos próximos trimestres”, afirmou o Comitê.

Uma semana antes, no comunicado da sua decisão, o colegiado já havia tornado o seu balanço de riscos para a inflação simétrico e abandonado o forward guidance, deixando as possibilidades em aberto para a sua próxima reunião, nos dias 17 e 18 de junho.

“Para a próxima reunião, o cenário de elevada incerteza, aliado ao estágio avançado do ciclo de ajuste e seus impactos acumulados ainda por serem observados, demanda cautela adicional na atuação da política monetária e flexibilidade para incorporar os dados que impactem a dinâmica de inflação”, afirmou.

A mediana para a Selic no fim de 2026 ficou estável em 12,50% pela 18ª semana consecutiva. Levando em conta apenas as 40 projeções atualizadas nos últimos cinco dias úteis, a estimativa intermediária também se manteve em 12,50%.

A projeção para o fim de 2027 continuou em 10,50% pela 16ª semana seguida. A mediana para a Selic no fim de 2028 se manteve em 10,0% pela 23ª semana consecutiva.



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Etanol é mais competitivo em relação à gasolina em 6 estados, afirma ANP



O etanol mostrou-se mais competitivo em relação à gasolina em seis estados na semana de 25 a 31 de maio.

Na média dos postos pesquisados no país, o etanol tinha paridade de 68,10% ante a gasolina no período, portanto favorável em comparação com o derivado do petróleo, conforme levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) compilado pelo AE-Taxas.

Executivos do setor observam que o etanol pode ser competitivo mesmo com paridade maior do que 70%, a depender do veículo em que o biocombustível é utilizado.

O etanol é mais competitivo em relação à gasolina nos seguintes estados:

  • Acre (69,56%);
  • Mato Grosso (63,25%);
  • Mato Grosso do Sul (65,29%);
  • Minas Gerais (69,67%);
  • Paraná (68,09%) e
  • São Paulo (66,29%).

Preços do etanol

Segundo a ANP, em dados compilados pelo AE-Taxas, os preços médios do etanol hidratado caíram em 18 estados, subiram em 6 e ficaram estáveis em 2 estados e no Distrito Federal na semana de 25 a 31 de maio.

Nos postos pesquisados pela agência em todo o país, o preço médio do etanol cedeu 0,23% na comparação com a semana anterior, para R$ 4,27 o litro.

Em São Paulo, principal estado produtor, consumidor e com mais postos avaliados, a cotação média caiu 0,25%, de R$ 4,08 para R$ 4,07 o litro.

A maior queda percentual na semana, de 1,31%, foi registrada no Ceará, onde o litro passou de R$ 5,35 para R$ 5,28. A maior alta no período, na Bahia, foi de 1,04%, para R$ 4,87 o litro.

O preço mínimo registrado na semana para o etanol em um posto foi de R$ 3,38 o litro, em São Paulo. O maior preço, de R$ 6,49, foi observado em Pernambuco. Já o menor preço médio estadual, de R$ 3,89, foi registrado em Mato Grosso, enquanto o maior preço médio foi verificado no Amazonas, de R$ 5,49 o litro. 



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Chicago busca recuperação, apoiada pelo impulso do petróleo



Os contratos do milho operam nesta segunda-feira (2) com preços mais altos nas negociações da sessão eletrônica da Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT).

Após acumular perdas superiores a 3% na semana e 6% no mês, o mercado tenta iniciar um movimento de recuperação técnica. A desvalorização de quase 0,5% do dólar frente a outras moedas correntes, aliada ao forte avanço de mais de 4% do petróleo em Nova York, oferece suporte para a correção dos preços.

Os contratos com entrega em julho estão cotados a US$ 4,46 3/4 por bushel, alta de 2,75 centavos de dólar, ou 0,61%, em relação ao fechamento anterior.

Na sexta-feira (30), o milho fechou com baixa nos preços. O mercado foi pressionado pelos sinais de uma fraca demanda pelo cereal dos Estados Unidos, além do crescimento da tensão comercial entre a China e o país norte-americano.

Além disso, a valorização do dólar frente a outras moedas, as perdas do petróleo em Nova York e a perspectiva de uma boa produção nas safras da América do Sul e dos Estados Unidos complementaram o quadro negativo da sessão.

Na semana, a posição julho/25 registrou queda acumulada de 3,37%. Em maio, a mesma posição apresentou recuo acumulado de 6,62%.

Na sessão, os contratos com entrega em julho de 2025 fecharam com baixa de 3,00 centavos, ou 0,67%, cotados a US$ 4,44 por bushel. Os contratos com entrega em dezembro de 2025 fecharam com recuo de 2,75 centavos, ou 0,62%, cotados a US$ 4,38 1/2 por bushel.



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