sexta-feira, maio 22, 2026

News

News

Juros simples e taxa de 6% atraem produtores ao crédito internacional



O mês de junho começou e o agronegócio brasileiro volta os olhos às condições a serem anunciadas pelo Plano Safra 2025/26.

Enquanto as taxas subsidiadas podem ultrapassar 12%, produtores rurais avaliam o crédito internacional que, na opinião de economistas, pode ser vantajoso e se tornar uma peça-chave na estratégia de expansão do setor. Mas todos os produtores podem acessar? Pequenos e médios também são elegíveis? Quais as condições?

De acordo com o especialista em crédito internacional Luciano Bravo, cada empresário que se internacionaliza pode dispor de diversas ferramentas de financiamento, tais como bancos multimercados, fundos soberanos e investidores financeiros estratégicos para obter taxas mais competitivas das praticadas no mercado doméstico.

“Hoje, no cenário internacional, as taxas oscilam em torno de 6% até 8% na maioria dos casos, sendo um juro simples. Aí que vem a competitividade com os juros brasileiros, porque aqui se tem juros compostos e ferramentas de crédito que não possibilitam ter um prazo muito grande [para o pagamento].”

Segundo ele, quando se capta em moeda forte, tal como dólar e euro, além de o produtor ter uma composição de juros menor, ainda é enquadrado no formato simples, com prazo significativamente maior.

Crédito internacional e cultura brasileira

Bravo acredita que em termos legislativos, não há dificuldades para empresas do agronegócio brasileiro optarem pelo crédito internacional, ainda mais após o estabelecimento da Lei 14286, que dispõe as regras do capital nacional em mercado estrangeiro.

“Não vejo dificuldade no crédito internacional, a não ser a própria cultura do empresário brasileiro de aprender a captar em moeda forte, como faz a Amaggi, JBS, Cutrale e várias outras empresas do agro.”

Para o especialista, não existem dificuldades burocráticas no processo. “Muito pelo contrário, é muito mais simples [do que se imagina]. O que tem que se haver, que é o que a gente vem promovendo através de palestras, é a informação do empresário sobre como usar essa lei e esse dispositivo do crédito internacional para beneficiar a nossa cadeia produtiva”, afirma.

Para Bravo, o modelo de acesso ao crédito internacional é uma realidade que se enquadra a partir do médio produtor, que tenha um faturamento anual a partir de R$ 15 milhões e esteja em processo de expansão de atividades e investimentos.

“Nessa condição, ele já pode se estabelecer no crédito internacional com uma linha mínima de 3 milhões de dólares, numa comparação com o nosso câmbio.”



Source link

News

Colheita da 2ª safra de milho no Centro-Sul atinge 1,3%, diz AgRural



A colheita da segunda safra, ou safrinha, de milho 2025 atingiu 1,3% da área cultivada no Centro-Sul do Brasil, na quinta-feira passada (29), em comparação com 0,9% na semana anterior e 4,7% um ano atrás, de acordo com levantamento da AgRural.

“Os trabalhos poderiam ter avançado em ritmo mais forte, mas foram limitados pela chuva e pelas temperaturas mais baixas da semana passada, que tornaram mais lenta a perda de umidade dos grãos”, disse a AgRural.

Na madrugada de sexta-feira (30) chegou a gear em algumas áreas do sul de Mato Grosso do Sul e do oeste e norte do Paraná. Os danos, porém, aparentemente foram limitados a talhões isolados e serão avaliados na próxima revisão de safra, em meados de junho, disse a AgRural.

Produção de milho

A AgRural concluiu na semana passada uma nova revisão de sua estimativa de produção de milho na safra 2024/25. A produção total do Brasil (primeira, segunda e terceira safras somadas) está projetada agora em 128,5 milhões de toneladas, ante 124,8 milhões da estimativa de abril.

O aumento foi puxado por produtividades mais altas na safrinha da maioria dos Estados, com destaque para Mato Grosso.

Produção de soja

Para a soja 2024/25, já colhida, a AgRural elevou sua estimativa de produção em 1,3 milhão de toneladas, para 169 milhões. A exemplo do que já ocorreu em abril, o incremento deveu-se a ajustes finos que elevaram a produtividade em diversos estados, compensando parcialmente a quebra de safra do Rio Grande do Sul.



Source link

News

Período de seca coloca lavouras em risco e acende alerta sobre incêndios fora de controle



Com a estiagem ‘em cena’ no estado de Mato Grosso, passaram a valer as regras do período proibitivo de queimadas. Determinada pelo Decreto nº 1.403/2025, a proibição vai de 1º de junho a 31 de dezembro no Pantanal, e de 1º de julho a 30 de novembro nas regiões da Amazônia e do Cerrado. A medida tem como objetivo reduzir os riscos de incêndios florestais e nas lavouras, que se intensificam e se tornam mais perigosos durante os meses mais secos do ano.

  • Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link!

Em áreas rurais, a seca severa e a vegetação ressecada aumentam o potencial de combustão, exigindo uma série de cuidados por parte dos produtores. Entre as práticas recomendadas estão a construção de aceiros, a limpeza de áreas com material inflamável e a revisão de maquinários agrícolas. A orientação das autoridades é clara: prevenir é sempre mais eficaz e seguro do que tentar combater o fogo já em propagação.

Segundo a Aprosoja Mato Grosso, produtores do estado têm se antecipado ao período crítico com medidas organizadas internamente em suas propriedades. Em municípios como Brasnorte e Diamantino, por exemplo, fazendeiros vêm promovendo reuniões com funcionários para alinhar procedimentos, revisar equipamentos e reforçar ações de vigilância.

A associação está entre as entidades que vêm atuando nesse contexto, com campanhas de conscientização, distribuição de materiais educativos e participação no Comitê Estadual de Gestão do Fogo (CEGF), junto a órgãos públicos. Embora represente interesses do setor produtivo, a entidade também integra articulações voltadas à prevenção e ao apoio técnico em áreas rurais.

“A seca exige atenção redobrada. A construção de aceiros e o preparo das equipes são pontos essenciais para evitar danos maiores”, comentou Luiz Pedro Bier, vice-presidente da Aprosoja MT.

Além da ação organizada, o papel do vizinho bem preparado e consciente também é destacado pelos próprios produtores como fator decisivo para evitar a propagação das chamas. A detecção precoce e a resposta rápida ainda são consideradas as formas mais eficientes de conter o fogo.

Outra recomendação importante, segundo especialistas e órgãos ambientais, é a notificação imediata às autoridades em caso de foco de incêndio, acompanhada de registros como fotos e vídeos que documentem os esforços de contenção. Essa documentação pode ser essencial em investigações e também em eventuais processos legais ou administrativos.



Source link

News

Petrobras reduz preço da gasolina para distribuidoras


Os preços de venda de gasolina A da Petrobras para as distribuidoras terão uma redução de 5,6%, a partir desta terça-feira (3). Segundo a empresa, o preço médio desse tipo de venda passará a ser de R$ 2,85 por litro, o que representa um recuo de R$ 0,17 por litro.

“Considerando a mistura obrigatória de 27% de etanol anidro e 73% de gasolina A para composição da gasolina C vendida nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor passará a ser de R$ 2,08 /litro, uma redução de R$ 0,12 a cada litro de gasolina C”, informou a Petrobras em nota divulgada nesta segunda-feira (2), no Rio de Janeiro.

Incluindo a redução de amanhã, desde dezembro de 2022 a Petrobras recuou os preços da gasolina para as distribuidoras em R$ 0,22/litro, ou seja, uma queda de 7,3%. “Considerando a inflação do período, esta redução é de R$ 0,60/litro ou 17,5%”, informou.



Source link

News

Cotações do milho devem seguir em baixa no curto prazo? Existem fatores de sustentação



O mercado brasileiro de milho segue pressionado por uma combinação de oferta crescente e demanda mais contida.

O desenvolvimento positivo da safrinha junto ao início da colheita da primeira safra eleva a disponibilidade do grão amarelo, o que deve continuar pressionando os preços em praticamente todo o Brasil.

Nesse intervalo, a demanda interna se manteve estável, com compradores mais cautelosos aguardando oportunidades melhores de compra.

Os setores de etanol e ração seguem ativos nas aquisições e ajudaram a limitar uma queda ainda maior nas cotações. Contudo, esse apetite não foi suficiente para reverter a tendência de baixa.

No mercado internacional, os preços em Chicago também recuaram. A principal pressão veio do bom avanço do plantio nos Estados Unidos e do volume mais fraco nas vendas externas. Com isso, o contrato de julho encerrou a semana anterior a US$ 4,44/bushel, patamar que reflete o cenário de baixa.

O que esperar do mercado do milho?

A plataforma Grão Direto traça análises sobre o que esperar do mercado de milho em cada semana. Veja o que está no radar:

  • Oferta e preços: a oferta elevada de milho tende a continuar impactando negativamente os preços, especialmente enquanto os compradores mantiverem uma postura mais retraída. Apesar disso, setores como o de etanol e ração devem seguir contribuindo para dar sustentação ao mercado, principalmente em momentos pontuais de queda mais acentuada. “A demanda, ainda que estável, pode exercer um papel relevante na contenção de movimentos mais agressivos de baixa.”
  • Relatório USDA: no cenário externo, o mercado está atento ao relatório de oferta e demanda produzido pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a ser divulgado em 12 de junho. Tais números podem trazer nova volatilidade aos contratos futuros. O clima nas regiões produtoras norte-americanas seguirá no radar, sendo um dos principais indicadores dos preços internacionais nas próximas semanas.
  • Dólar e macroeconomia: a moeda norte-americana segue em trajetória de enfraquecimento global, refletindo tanto dados econômicos internos dos Estados Unidos quanto o tom mais diplomático entre as principais economias globais. A melhora na relação comercial entre norte-americanos e chineses reduziu o nível de aversão ao risco no mercado internacional, favorecendo moedas emergentes como o real.

“Para o agronegócio, a valorização do real reduz a competitividade das exportações brasileiras, tornando os produtos menos atrativos no exterior. Por outro lado, o câmbio mais favorável pode ajudar a melhorar as condições de compra de insumos e implementos agrícolas, o que é positivo para o planejamento da próxima safra”, conclui a plataforma, em nota.



Source link

News

BNDES pretende lançar títulos para preservação dos oceanos


O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, afirmou nesta segunda-feira (2) que a instituição pretende lançar “Blue Bonds”, ou “títulos azuis”, para estimular a preservação dos oceanos. Esses títulos seriam equivalentes aos “Green Bonds” (“títulos verdes”), que o banco emitiu em 2017.

Os recursos desses títulos verdes, emitidos no mercado internacional, com prazo de sete anos e valor de US$ 1 bilhão, destinavam-se a financiar investimentos relacionados a projetos de energia eólica e solar.

O governo federal também lançou seus títulos verdes, em 2023 e 2024, que renderam, juntos, US$ 4 bilhões.

“Estamos conversando com várias autoridades internacionais para ver se, na COP 30, a gente consegue também lançar o Blue Bonds. Tem o Green Bonds, o Bônus Verde. Por que não Bônus Azul? Por que, com toda essa economia do mar, a gente não consegue lançar títulos para preservar, para financiar e o mercado financeiro ajudar a viabilizar?”, disse Mercadante, em evento sobre financiamento de projetos de preservação da biodiversidade no oceano, no Rio de Janeiro.

Segundo a diretora Socioambiental do BNDES, Tereza Campello, para cuidar dos oceanos, são necessários bilhões de reais. “Estamos aportando recursos que nunca ninguém aportou antes, de R$ 350 milhões, no programa BNDES Azul [voltado para a preservação dos oceanos]. Mas nós precisamos de bilhões para cuidar do oceano. Estamos dando um primeiro passo estratégico com recursos próprios do banco, mas eles são absolutamente insuficientes para dar conta de toda a transição que nós precisamos fazer [por exemplo] para a descarbonização da nossa frota [de navios]”.



Source link

News

RS substitui barreiras fixas por barreiras móveis em Montenegro



O governo do Rio Grande do Sul decidiu mudar a estratégia de vigilância sanitária na região de Montenegro com a estabilização do surto de gripe aviária e a ausência de novos casos. Assim, as quatro barreiras sanitárias fixas em operação foram substituídas por barreiras volantes, que funcionarão de forma móvel e aleatória.

A medida entrou em vigor na sexta-feira (30). Segundo a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), a nova abordagem permite otimizar recursos e manter o monitoramento sem comprometer a eficácia das ações de controle.

“Esta mudança na estratégia é considerada mais adequada para o atual contexto sanitário e demográfico da região, marcada pela ausência de produções comerciais e pela predominância de pequenas criações familiares”, afirmou, em nota, a diretora do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal (DDA) da Seapi, Rosane Collares.

Além da troca das barreiras, houve também alteração nas rotinas de inspeção em propriedades rurais. Antes realizadas a cada três ou sete dias, as vistorias agora ocorrerão em quatro datas fixas, até 17 de junho, abrangendo toda a zona sob vigilância.

“As operações serão realizadas de forma aleatória, com variação de horários e locais, focadas na fiscalização de cargas alvo. A mudança visa maximizar o fator surpresa e melhorar a mobilização das equipes de fiscalização”, destacou Collares.

As medidas estão alinhadas ao encerramento do vazio sanitário, previsto para 18 de junho, e visam mitigar riscos e garantir a sanidade dos plantéis avícolas na região, segundo a Seapi.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Variedade de algodão se destaca pela alta produtividade



A tecnologia GLTP presente no 911 garante proteção contra lepidópteros



A tecnologia GLTP presente no 911 garante proteção contra lepidópteros
A tecnologia GLTP presente no 911 garante proteção contra lepidópteros – Foto: Embrapa

De acordo com Tauan Teixeira, Técnico Agrícola na Bom Futuro, a variedade FM 911 GLTP Vale do Araguaia tem se consolidado como uma das principais escolhas entre os cotonicultores pela sua combinação de tecnologia, produtividade e qualidade de fibra do algodão. O material foi desenvolvido com foco na resistência a insetos e na tolerância a herbicidas, características que trazem mais segurança e eficiência ao manejo.

A tecnologia GLTP presente no 911 garante proteção contra lepidópteros, pragas que costumam gerar grandes prejuízos na cultura do algodão. Essa resistência biotecnológica permite uma significativa redução no uso de inseticidas, além de proteger a lavoura contra perdas, resultando em menor custo operacional e maior sustentabilidade no processo produtivo.

Outro destaque do FM 911 GLTP é a sua excelente qualidade de fibra, que atende aos padrões exigidos pelo mercado interno e externo. Isso garante ao produtor não só uma produtividade elevada, mas também uma melhor remuneração pela entrega de um produto valorizado.

Com essas características, o FM 911 GLTP se tornou uma alternativa altamente competitiva, contribuindo para o fortalecimento da cotonicultura no Vale do Araguaia e em outras regiões produtoras do país, unindo rentabilidade, qualidade e sustentabilidade no campo.

“O algodão FM 911 GLTP é uma variedade de algodão geneticamente modificada para ser resistente a insetos e tolerante a herbicidas. É conhecido por sua alta produtividade e qualidade de fibra, tornando-se uma opção popular entre os produtores de algodão. Além disso, sua tecnologia GLTP (resistência a lepidópteros) ajuda a reduzir as perdas causadas por pragas, aumentando a eficiência e a rentabilidade da produção”, escreveu no LinkedIn.

 





Source link

News

Mercado financeiro reduz previsão da inflação para 5,46%


A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 5,5% para 5,46% este ano. 

A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (2), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de munir instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Para 2026, a projeção da inflação permaneceu em 4,5%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 4% e 3,85%, respectivamente.

A estimativa para 2025 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.

Em abril, a inflação oficial fechou em 0,43%, pressionada principalmente pelos preços dos alimentos e de produtos farmacêuticos. Assim, o resultado mostra desaceleração pelo segundo mês seguido, após o IPCA ter marcado 1,31% em fevereiro e 0,56% em março.

No acumulado em 12 meses, o índice divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) soma 5,53%.

Juros básicos

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 14,75% ao ano.

A alta do preço dos alimentos, da energia e as incertezas em torno da economia global fizeram o BC aumentar mais uma vez os juros em 0,5 ponto percentual na última reunião, em amio. Trata-se do sexto aumento seguido da Selic em um ciclo de contração na política monetária.

Em comunicado, o Copom não deu pistas sobre o que deve ocorrer na próxima reunião, na metade de junho. Afirmou apenas que o clima de incerteza permanece alto e exigirá prudência da autoridade monetária, tanto em eventuais aumentos futuros como no período em que a Selic deve ficar em 14,75% ao ano.

A estimativa do mercado financeiro é que a taxa básica encerre 2025 neste patamar. Para o fim de 2026, a estimativa é de que a taxa básica caia para 12,5% ao ano. Para 2027 e 2028, a previsão é que ela seja reduzida novamente, para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros a finalidade é conter a demanda aquecida. Isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

No entanto, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.

Quando a taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo. Dessa forma, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio

A projeção das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano variou de 2,14% para 2,13%. Para 2026, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB – a soma dos bens e serviços produzidos no país) passou de 1,7% para 1,8%. Para 2027 e 2028, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2%, para os dois anos.

Puxada pela agropecuária, no primeiro trimestre de 2025, a economia brasileira cresceu 1,4%, de acordo com o IBGE.

Assim, em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021 quando o PIB alcançou 4,8%.

Desse modo, a previsão da cotação do dólar está em R$ 5,80 para o fim deste ano. No fim de 2026, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,90.

*Sob supervisão de Luis Toledo



Source link

News

Feijão-carioca e feijão-preto sofrem queda de preço em maio



Os preços do feijão-carioca seguiram pressionados na última semana de maio, enquanto os do feijão-preto se sustentaram no período. De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a movimentação se dá diante da presença mais ativa de compradores. 

Entretanto, a desvalorização foi geral em maio, tanto para o carioca quanto para o preto. Pesquisadores do Cepea ressaltam que, no caso da variedade do grão preto, o movimento de baixa foi verificado pelo oitavo mês consecutivo. Assim a pressão baixista vem sendo sentida desde outubro/24, quando o centro de pesquisas iniciou a divulgação de preços do feijão. 

Pesquisadores do instituto indicam que até houve uma maior demanda para produtos de melhor qualidade. Mesmo assim, as cotações cederam em todas as regiões pesquisadas, pressionadas pela perda de qualidade. 

No campo, o Paraná, maior produtor brasileiro de feijão-preto, espera uma colheita menor na segunda safra de 2024/25. Segundo o Deral/Seab, a previsão é de que produção some 534 mil toneladas no estado, queda de 22% em relação a 2023/24. 

Vale lembrar, contudo, que a primeira safra do estado atingiu 340,26 mil toneladas, volume 103% superior ao do mesmo período do ano anterior.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



Source link