sexta-feira, maio 22, 2026

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mobilizações completam 20 dias e produtores exigem securitização



As mobilizações de produtores rurais no Rio Grande do Sul completaram 20 dias. Agricultores seguem concentrados em diversas regiões do estado, pedindo atenção imediata do governo federal para a situação das dívidas acumuladas nas últimas quatro safras, impactadas por perdas climáticas.

Na última sexta-feira (30), os protestos se intensificaram, e seguem com bloqueios em pelo menos 45 pontos de importantes rodovias no estado. O tráfego é interrompido por alguns minutos como forma de chamar a atenção para o endividamento no setor. Há registros de manifestações em regiões produtivas como Cruz Alta, Tio Hugo, BR-116 entre Porto Alegre e Pelotas, e na BR-290, que liga o centro à fronteira.

Segundo o produtor rural Lucas Scheffer, a expectativa é de que uma solução para os problemas do setor ainda demore para ser concluída. Ele afirma que somente a pressão dos produtores pode acelerar o processo de decisão.

O principal pedido é a securitização das dívidas, o que permitiria o alongamento do pagamento e o acesso a novos créditos, viabilizando o plantio da próxima safra. Em Cacequi, na Fronteira Oeste, produtores montaram uma horta simbólica no acampamento para demonstrar que não pretendem encerrar a mobilização sem resposta.

Manuela Zanini, produtora rural, afirma que os manifestantes não vão deixar o local. Já o produtor Isidoro Marangoni lembra que o estado enfrentou três anos de seca, um de chuvas excessivas e, novamente, estiagem no último ciclo, o que agrava a necessidade de uma solução estrutural.

A expectativa é de que, no dia 16 de junho, as mobilizações avancem para Porto Alegre. Produtores planejam acampar com máquinas agrícolas em frente ao Palácio Piratini, sede do governo estadial. A medida é uma resposta à resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN), que frustrou parte do setor por não contemplar a maioria dos endividados nas regras de renegociação.

Carlos Malheiros, presidente do Sindicato Rural de Santiago (RS), reforçou que os produtores não querem inadimplência, mas precisam de prazo para pagar suas dívidas.

O movimento também recebe apoio de fora do estado. Clodoaldo Calegari, presidente da Aprosoja Goiás, manifestou solidariedade à mobilização no Rio Grande do Sul e defendeu a securitização como instrumento legal e necessário.



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Mudança na nota de crédito expõe incompetência política em meio à definição do Plano Safra


Em um momento decisivo para o futuro do agronegócio brasileiro — a definição do Plano Safra 2025/2026 —, a agência Moody’s emitiu um alerta que não pode ser ignorado: a piora na avaliação da nota de crédito de empresas brasileiras e do próprio país. Em outras palavras, estamos sendo considerados mais arriscados por quem empresta dinheiro ao Brasil. Isso significa uma coisa direta e simples: o capital vai custar mais caro.

A avaliação negativa não acontece em um vácuo. O Brasil vive hoje uma contradição cruel: enquanto o setor agropecuário acumula recordes de produtividade, exportações e competitividade global, o ambiente político e fiscal do país afunda em incertezas. A alta carga tributária, o descontrole dos gastos públicos, a falta de reformas estruturais e um Congresso em guerra consigo mesmo geram uma instabilidade institucional que mina a confiança de investidores — internos e externos.

É exatamente nesse cenário que se constrói o Plano Safra, que deveria ser o principal instrumento de fortalecimento da produção nacional de alimentos, fibras e energia limpa. O agro é altamente dependente de crédito — tanto para custeio quanto para investimento em tecnologia e infraestrutura. No entanto, com a piora na percepção de risco do Brasil, o dinheiro estrangeiro que financia boa parte do crédito rural ficará mais escasso e mais caro.

A consequência é previsível: os produtores, especialmente os médios e pequenos, terão mais dificuldade de acessar linhas de crédito em um cenário de juros ainda elevados, falta de seguro rural eficiente e gargalos logísticos crônicos. Enquanto isso, os países concorrentes investem pesado na modernização do campo, na sustentabilidade e na infraestrutura.

Pagamos caro pelo descompromisso estratégico dos nossos governantes. O Brasil tem no agro um exemplo claro de competência técnica, gestão eficiente e visão de longo prazo. Mas o que conquistamos com suor e inteligência no campo, perdemos pela miopia política e pela ausência de um projeto de nação.

Se queremos que o Brasil seja uma potência de verdade — e não apenas uma fornecedora de matérias-primas —, precisamos de uma revolução no pensamento político. Patriotismo não é slogan; é planejamento, responsabilidade fiscal, segurança jurídica e infraestrutura. Sem isso, continuaremos sendo o país do futuro que nunca chega — e que paga caro pelo presente.

Miguel DaoudMiguel Daoud

Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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IOF: No máximo até 15h desta terça teremos definição sobre alternativas, diz Haddad



O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, apresentou ponto a ponto, com estimativas de impacto, um conjunto de medidas para sanear as contas públicas do ponto de vista estrutural aos presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), em reunião na noite desta segunda-feira (2).

Com a concordância dos líderes do Congresso, as medidas serão levadas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta terça-feira (3). A expectativa do ministro é de que haja alguma definição em torno delas até às 15h. Essas ações foram elaboradas na esteira da rejeição do Congresso ao decreto que aumentou o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e iniciou o debate para a adoção de medidas estruturantes.

“Nós conseguimos apresentar ponto por ponto daquilo que já tinha sido sugerido por alguns parlamentares, dentre os quais os próprios presidentes das duas casas, já com uma estimativa de impacto sobre as contas públicas, benéfico para as contas públicas e estrutural, ou seja, uma coisa para resolver 2025, uma coisa que tem impacto duradouro ao longo do tempo. E creio que hoje nós vamos ter uma reunião com o presidente da República bastante produtiva, porque nós chegamos a um entendimento, pequenos detalhes para a semana de entradas, de fato pequenos. Eu penso que o plano de voo está bem montado”, disse Haddad a jornalistas ao chegar à sede da Fazenda.

De acordo com o ministro, também estiveram na reunião a ministra Gleisi Hoffmann, da Secretaria de Relações Institucionais, o líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), o secretário-executivo da Fazenda, Dario Durigan, e Bruno Moretti, secretário especial de Análise Governamental da Casa Civil.

“Para garantir um ambiente político de qualidade, nós precisamos de reformas estruturais. O Congresso pediu, a Fazenda organizou, apresentou. Obviamente, isso vai depender agora de uma avaliação dos partidos políticos, mas só o fato de nós termos o aval dos presidentes das duas Casas já é uma coisa muito significativa”, disse. Haddad avaliou que as medidas são tecnicamente robustas e estão politicamente amparadas, e isso permitirá que o Congresso avance em temas que precisam ser discutidos, sem detalhar.

Haddad disse que é preciso aguardar o chamado de Lula para a reunião, o que deve ocorrer até o início da tarde, já que o presidente viaja nesta terça para a França e queria estar “tranquilo” com essa questão solucionada. “O plano de voo está bom, acredito que até superior ao que nós fizemos no ano passado, ou penso ainda menor do que no ano passado, do meu ponto de vista, dá uma estabilidade duradoura para as contas no próximo período”, reforçou.

Essas medidas incluem uma proposta de emenda à Constituição e um projeto de lei amplo, de acordo com o ministro. É possível que haja a edição de uma Medida Provisória para ajustes pontuais, mas isso ainda não está definido, o que ocorrerá após a reunião com Lula.

Questionado se as ações incluiriam mudanças nos pisos de saúde e educação e desvinculação do salário mínimo, Haddad disse que, por protocolo, ele não poderia adiantar nada sem conversar com Lula. “Eu tenho que informar quando a decisão estiver tomada. Eu vejo circular muitas notícias que não têm correspondência, às vezes, com o que está sendo discutido. Tem muita gente no mercado que fica especulando, e não é bom especular sobre temas sérios”, disse.

O ministro ainda esclareceu que essas medidas não incluem o pacote de ações aventado pelo Ministério de Minas e Energia, que somaria R$ 35 bilhões. Segundo Haddad, já há uma lei em tramitação no Congresso que abarca esse tema – o leilão da PPSA – e pelo menos metade do valor anunciado já está contabilizado no orçamento deste ano.



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Jordânia e Kuwait reduzem restrições ao frango brasileiro



A Jordânia e o Kuwait reduziram as restrições aplicadas à carne de frango do Brasil, após reuniões técnicas e diplomáticas conduzidas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). O embargo nos dois países, que antes abrangia todo o Brasil, agora limita-se à proteína proveniente do Rio Grande do Sul.

Na Jordânia, o secretário-adjunto de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, Marcel Moreira, propôs ainda a regionalização da medida para um raio de 10 km ao redor do foco, seguindo padrões internacionais, e sugeriu a atualização do Certificado Sanitário Internacional (CSI) entre os dois países com esse novo parâmetro. A proposta será analisada pelas autoridades sanitárias jordanianas.

“Os avanços obtidos na Jordânia e no Kuwait reforçam o trabalho transparente e efetivo que o Mapa vem conduzindo no enfrentamento da gripe aviária. As ações rápidas de controle, somadas ao diálogo fluido com nossos parceiros, estão permitindo reverter restrições impostas às exportações brasileiras de carne de frango, com base em critérios científicos e confiança mútua”, disse Moreira.



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Como se inscrever no Prêmio Sebrae Mulher de Negócios 2025



Empreendedoras de todo o Brasil já podem garantir sua participação no Prêmio Sebrae Mulher de Negócios (PSMN) 2025, cuja inscrição está aberta até 15 de junho.

O prêmio contempla cinco categorias: Pequenos Negócios, MEI, Produtora Rural, Ciência e Tecnologia e Negócios Internacionais. Assim, diferentes perfis de empreendedoras podem ser contemplados de forma justa e representativa.

Para participar, é necessário ter mais de 18 anos e ser proprietária de um negócio formalizado até janeiro de 2024. A iniciativa valoriza e reconhece trajetórias inspiradoras de mulheres que lideram negócios com coragem, criatividade e visão de futuro.

As candidatas passam por três etapas: estadual, regional e nacional. A seleção final será divulgada no fim de outubro. Por isso, caso surjam dúvidas sobre como preencher o formulário de inscrição, recomendamos seguir o passo a passo detalhado que está disponível aqui.

Premiação

Na etapa nacional, os três primeiros lugares de cada categoria serão premiados. Os valores variam entre R$ 10 mil e R$ 30 mil, além de benefícios como capacitação Empretec e mentoria on-line exclusiva para as primeiras colocadas.

Vale destacar que os valores serão repassados após a retenção dos impostos e contribuições obrigatórias, conforme determina a legislação vigente.



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AgroNewsPolítica & Agro

Alta umidade dificulta colheita do feijão



Chuvas limitam colheita do feijão 2ª safra no RS




Foto: Canva

O avanço da colheita do feijão segunda safra no Rio Grande do Sul foi impactado pelas condições climáticas nas últimas semanas. Segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (29), 65% da área cultivada já foi colhida, embora o processo esteja sendo dificultado pelo tempo chuvoso e pela alta umidade no campo.

“Apesar da boa qualidade física e sanitária dos grãos colhidos, o teor de umidade está elevado, exigindo secagem imediata para evitar perdas na armazenagem e comercialização”, destacou o boletim técnico.

De acordo com a Emater, cerca de 30% das lavouras estão em fase de maturação, enquanto 5% ainda se encontram no enchimento de grãos. A área total cultivada com feijão segunda safra é estimada em 15.597 hectares, com produtividade média de 1.316 kg por hectare.

A instabilidade climática afetou de forma diferente as regiões do estado. Em Frederico Westphalen, 95% das lavouras já foram colhidas, e apenas 5% estão em maturação. Já na região de Ijuí, as chuvas permitiram colheita apenas nos dias 22 e 23 de maio, o que limitou os trabalhos a 42% da área plantada. As áreas remanescentes estão em fase de maturação, com produtividade considerada satisfatória.

Na região de Soledade, a maior parte das lavouras encontra-se em maturação fisiológica (50%), enquanto 30% ainda estão no enchimento de grãos e 20% já foram colhidas. A produtividade, no entanto, ficou abaixo do esperado inicialmente, devido a um período prolongado de estiagem de aproximadamente 30 dias, que comprometeu o desenvolvimento das plantas e reduziu o potencial produtivo.

A Emater alerta que, caso as chuvas persistam nas próximas semanas, o desempenho das lavouras em final de ciclo poderá ser prejudicado.





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Indústria deve surpreender com crescimento robusto; confira análise no Diário Econômico


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta que a semana começou com dólar em queda global e alta das commodities, em meio ao aumento das tensões comerciais entre Estados Unidos e China.

No Brasil, o dólar recuou 0,77%, para R$ 5,67, mas o ambiente doméstico seguiu pressionado pelas incertezas fiscais, após a Moody’s retirar a perspectiva positiva do rating soberano e em meio ao impasse sobre o IOF. O Ibovespa encerrou o dia em leve queda de 0,18%, com apoio das commodities.

O destaque de hoje é a divulgação da produção industrial de abril pelo IBGE.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Técnica aumenta produtividade de citros em 1/3 e reduz podridão floral em 30%


A fertirrigação consiste na aplicação de fertilizantes com água de irrigação. Pesquisa em desenvolvimento há quatro anos no Instituto Agronômico de Campinas (IAC) em parceria com a Yara Brasil tem alcançado resultados promissores na citricultura.

Segundo os dados preliminares do estudo, que tem o objetivo de avaliar os benefícios da aplicação de nitrato de cálcio isolado ou combinado com nitrato de amônio em pomares fertirrigados, a técnica gera aumento de produtividade, redução do uso de fungicidas e contribui, ainda, para diminuir a podridão floral na cultura.

O gerente sênior de agronomia da empresa, Leandro Soares, afirma que a técnica pode ser feita até mesmo diariamente, nutrindo a planta durante todo o processo produtivo.

“Com o nitrato de cálcio em citros, tivemos nesse estudo o aumento da produtividade em um terço. Lembrando que o cultivo fertirrigado já é de alto patamar produtivo, então conseguir aumentar nessa proporção é ainda mais significativo. Tivemos, na mesma ordem de grandeza, a redução de doenças.”

O estudo revela que o uso adequado de nitrato de cálcio na fertirrigação de citros contribui para o aumento da estrutura reprodutiva das plantas, além de reduzir a necessidade de fungicidas e diminuir a incidência de podridão floral em, aproximadamente, 30%.

O que é a podridão floral?

podridão floral citricultura
Foto: Divulgação Fundecitrus

Popularmente conhecida como estrelinha, a podridão floral provoca a queda prematura de frutos cítricos e gera perdas de até 80% na produtividade.

Conforme pesquisas da Embrapa, a doença é causada por fungos que sobrevivem entre as floradas. Com as chuvas, a água transporta os extratos das flores para as folhas, estimulando o fungo a produzir esporos que são carregados das folhas para as flores, dando início às infecções.

O pesquisador Dirceu Mattos Junior, do Centro de Citricultura do IAC, revela que os estudos com o uso de cálcio para controle da doença começaram no fim da década de 1990.

“Parte dos tratamentos que eram testados e que nós estudávamos, aqueles que tinham recebido um tanto mais de cálcio via fonte nitrato de cálcio, nós tínhamos menos doença e isso nos chamou a atenção e nos deu a oportunidade de continuar esses estudos em diferentes etapas até chegar nesse último que durou quatro anos. Então nós temos vários anos de trabalho estabelecidos no campo.”

De acordo com ele, ainda que não seja uma vitória definitiva sobre a podridão floral, o estudo é um avanço na cultura dos citros ao mostrar a eficiência do cálcio para a resistência e o nitrogênio para o crescimento das plantas.



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AgroNewsPolítica & Agro

Bahia finaliza safra com recorde



Levantamento destaca o uso de biotecnologia



O levantamento da Aiba, baseado em 140 amostras coletadas nas principais microrregiões produtoras, reforça o uso de biotecnologia
O levantamento da Aiba, baseado em 140 amostras coletadas nas principais microrregiões produtoras, reforça o uso de biotecnologia – Foto: United Soybean Board

A Bahia finalizou a safra de soja 2024/2025 com um desempenho histórico, consolidando sua importância no agronegócio nacional. De acordo com o Conselho Técnico da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), a produção atingiu 8,7 milhões de toneladas em uma área de 2,1 milhões de hectares, com produtividade média de 68 sacas por hectare, o melhor resultado dos últimos 30 anos. Os dados foram validados pela Conab e refletem o avanço técnico e o compromisso dos produtores com a sustentabilidade.

Para o presidente da Aiba, Moisés Schmidt, os números são resultado do esforço do agricultor, do uso de tecnologias avançadas e do manejo adequado das lavouras. Ele destaca o papel do Programa Fitossanitário, que monitora continuamente a sanidade das plantas, combatendo pragas como a Ferrugem Asiática. 

“Trata-se de um levantamento criterioso, com base em metodologia consolidada, e os números refletem uma safra robusta e tecnicamente validada. O agricultor baiano está colhendo os frutos de um trabalho contínuo, baseado em conhecimento técnico, responsabilidade e adaptação às condições do campo”, declarou Mandelli.

O levantamento da Aiba, baseado em 140 amostras coletadas nas principais microrregiões produtoras, reforça o uso de biotecnologia, agricultura de precisão e práticas sustentáveis, como o Sistema Plantio Direto na Palha (SPD), que melhora o solo e reduz emissões de gases. A irrigação sustentável também cresceu 40% em dois anos, alcançando 334 mil hectares. Além da soja, a colheita do milho avança rapidamente, com produtividade estimada em 187 sacas por hectare e produção total de 1,17 milhão de toneladas. A colheita deve ser concluída nas próximas semanas, conforme dados da Conab.

 





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Temporais em 3 regiões e pancadas de chuva espalhadas; confira a previsão



Grandes áreas de instabilidade se firmam em partes do Sul do país, formando temporais. O mesmo ocorre em áreas do Sudeste e do Norte. Confira a previsão desta terça-feira (3) para todo o país:

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Sul

Nesta terça-feira, áreas de instabilidade avançam a partir do interior do continente e provocam pancadas de chuva entre o norte do Rio Grande do Sul e o Paraná. Há risco de chuva forte e até temporais localizados, principalmente entre Santa Catarina e o território paranaense. Já na metade sul gaúcha, o tempo segue firme. O amanhecer ainda será frio em boa parte da Região, especialmente na Campanha Gaúcha, mas sem risco de geada.

Sudeste

São esperadas pancadas de chuva em São Paulo e no sul e Triângulo Mineiro, com possibilidade de temporais por conta da circulação de ventos em médios níveis da atmosfera. No Rio de Janeiro e Espírito Santo, a chuva deve ser mais isolada, enquanto no norte de Minas Gerais o predomínio será de sol e tempo seco.

Centro-Oeste

Pancadas de chuva isoladas ocorrem no centro e sudeste de Mato Grosso, além do sul e leste de Goiás. No sul e nordeste de Mato Grosso do Sul, a chuva pode vir com moderada a forte intensidade. Por outro lado, o tempo firme predomina no norte de Goiás, centro-norte de Mato Grosso e oeste sul-mato-grossense.

Nordeste

A infiltração marítima mantém a condição para chuva isolada na faixa leste. Há chance de chuva moderada na região de Salvador e sul da Bahia, além do litoral entre Pernambuco e Paraíba. No norte do Maranhão, ocorrem pancadas moderadas, enquanto o interior nordestino segue com sol forte e calor.

Norte

O calor e a alta umidade favorecem a formação de nuvens carregadas sobre o Amazonas, com chance de temporais no oeste e noroeste do estado. Em Roraima, a chuva também será forte e há risco de temporal. Pancadas moderadas a fortes ocorrem no leste do Amapá e norte do Pará. No entanto, o tempo firme predomina em Rondônia, Acre e Tocantins.



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