sexta-feira, maio 22, 2026

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Câmara aprova aumento de penas para crimes ambientais



Os agricultores estão mais protegidos



Os agricultores estão mais protegidos
Os agricultores estão mais protegidos – Foto: Agencia Brasil

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta segunda-feira (2), o Projeto de Lei nº 3.339/2024, que altera a Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/1998). A proposta endurece a punição para crimes como incêndio em florestas e poluição, além de incluir novas circunstâncias agravantes, como atos que dificultem a prestação de serviços públicos ou praticados em concurso de pessoas.

O texto também prevê que condenados pelo uso irregular do fogo, em terras públicas ou privadas, fiquem proibidos, por cinco anos, de firmar contratos com o poder público ou receber recursos públicos. A medida busca coibir práticas criminosas que geram grandes prejuízos ambientais e econômicos.

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) acompanhou de perto a tramitação da proposta e defendeu alterações para garantir segurança jurídica ao setor. Segundo Lupion, após diversas rodadas de negociação, o relatório final acolheu os principais pontos defendidos pela bancada. 

“O texto inicial do relator era mais abrangente e gerava insegurança jurídica ao permitir a penalização de produtores que, muitas vezes, são vítimas dos incêndios e não seus causadores. Por isso, a FPA fechou questão em torno da necessidade de o projeto tratar exclusivamente de incêndios criminosos, com garantias legais claras. O produtor rural não é o causador dos incêndios, ele é vítima e, cada vez mais, parte essencial da solução. Punir os responsáveis é um passo importante para evitar que tragédias como as da última seca se repitam”, destacou Lupion. O projeto segue agora para análise do Senado Federal.

 





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Preço da cana chega a R$ 116,89 em Santa Rosa



A cana-de-açúcar também tem papel relevante na agricultura familiar local




Foto: Canva

A região administrativa da Emater/RS-Ascar de Santa Rosa projeta uma produtividade média de 52 toneladas por hectare na atual safra de cana-de-açúcar. Segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na última quinta-feira (29), a área cultivada na região soma 2.256 hectares.

De acordo com o levantamento, as temperaturas mais amenas registradas nas últimas semanas continuam favorecendo o acúmulo de matéria seca nas lavouras. Esse fator deve contribuir para o aumento da disponibilidade de forragem durante os períodos de vazio forrageiro, especialmente em propriedades de menor escala.

A cana-de-açúcar também tem papel relevante na agricultura familiar local, particularmente entre produtores que fabricam derivados como melado, rapadura e mel de cana. Com o acúmulo de biomassa favorecido pelo clima, a expectativa é de maior rendimento para esses produtos.

O preço pago ao produtor pelo produto in natura está em R$ 116,89 por tonelada, segundo os dados mais recentes da Emater/RS-Ascar.





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Expectativa por contenção de gastos do governo segue na mira de investidores


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta o alívio nos mercados com possível acordo fiscal no Brasil e avanço das bolsas globais, mesmo com tensões entre EUA e China.

O Ibovespa subiu 0,56%, enquanto o dólar caiu 0,70%, refletindo expectativa por medidas estruturais. Apesar disso, a produção industrial decepcionou e o cenário segue de desaceleração gradual. Hoje, destaque para o fluxo cambial, dados do IC-Br e PMIs globais.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Pancadas de chuva forte se espalham pelo país; confira a previsão de hoje



Região Norte com temporais e outras regiões com pancadas de chuva ocasionais, mas que podem ser fortes. Confira a previsão do tempo para esta quarta-feira (4):

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

Sul

O tempo segue instável, com pancadas irregulares de chuva no centro-norte do Rio Grande do Sul. Em Santa Catarina e no Paraná, pode chover forte de forma localizada. No sul e na Campanha Gaúcha, o tempo fica nublado, mas sem chuva. As temperaturas seguem amenas em grande parte da região, com elevação mais acentuada no norte do Paraná.

Sudeste

Pancadas isoladas, com possibilidade de trovoadas, ocorrem no centro-norte de São Paulo e no Vale do Paraíba. No sul de Minas Gerais e no Rio de Janeiro, o dia será mais nublado, com pancadas a partir da tarde. No Triângulo Mineiro, o sol aparece, mas há previsão de chuva com raios. No Espírito Santo e no centro-norte de Minas Gerais, o tempo permanece firme. As temperaturas voltam a subir em São Paulo e no Rio.

Centro-Oeste

O sol predomina em grande parte dos estados. No entanto, a partir da tarde, podem ocorrer pancadas isoladas de chuva no centro-leste de Mato Grosso do Sul e no sul de Goiás. As temperaturas seguem elevadas em Mato Grosso, com calor predominando à tarde.

Nordeste

Chove com intensidade moderada a forte entre o litoral do Rio Grande do Norte e Pernambuco, além da região entre Ilhéus e Salvador (BA). Na costa norte, pancadas isoladas do Ceará até o Maranhão. No interior e no sertão, o tempo segue firme e com calor.

Norte

A Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) favorece chuva forte no Amapá e em Roraima, com temporais no norte e noroeste do Amazonas. No Pará, pancadas de intensidade moderada a forte ocorrem na metade norte. Em Tocantins, Rondônia e no sul e leste do Pará, o sol predomina. No Acre, o sol aparece com possibilidade de pancadas com trovoadas à tarde.



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Produção de soja deve cair 5,18% no Mato Grosso



Indústria amplia esmagamento de soja




Foto: USDA

A produção de soja em Mato Grosso para a safra 2025/26 foi estimada em 48,35 milhões de toneladas, segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). O número representa queda de 5,18% em relação à safra anterior. A redução está relacionada à expectativa de menor produção, influenciada por incertezas quanto ao nível de investimentos e às condições climáticas.

“Apesar do recuo, a projeção atual ainda corresponde ao segundo maior volume da série histórica, ficando atrás apenas da safra 2024/25”, informou o Imea.

A demanda estimada para o ciclo 2025/26 é de 47,44 milhões de toneladas, o que representa queda de 4,80% em comparação à temporada anterior. No mercado externo, as exportações devem totalizar 29,83 milhões de toneladas, volume 3,96% menor que o registrado na previsão da safra passada.

No consumo interno, as indústrias de Mato Grosso devem elevar o volume de grãos processados. A expectativa é de que 13,07 milhões de toneladas sejam destinadas ao esmagamento, o que representa aumento de 1,08% em relação ao ciclo anterior.

Com menor produção e exportações, o estoque final da safra 2025/26 foi estimado em 910 mil toneladas, retração de 21,76% frente ao encerramento do ciclo anterior.





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Alta nos preços do boi gordo marca início do mês em São Paulo



SP registra valorização no mercado do boi




Foto: Divulgação

A redução na oferta de gado e a melhora no escoamento da carne bovina resultaram em aumento nos preços do boi gordo em São Paulo. Segundo o informativo Tem Boi na Linha, da Scot Consultoria, o avanço foi de R$ 3,00 por arroba tanto para o animal comum quanto para o “boi China”. No caso das fêmeas, a valorização registrada foi de R$ 2,00 por arroba.

“A melhora na movimentação de mercado ocorre com o início do mês, o que estimulou novos negócios”, informou a Scot Consultoria. As escalas de abate em São Paulo permanecem, em média, em seis dias.

Em Mato Grosso, o mercado apresentou estabilidade na maioria das regiões. A oferta de gado bovino foi menor, mas suficiente para atender à demanda dos frigoríficos, especialmente nas regiões de Cuiabá, Sudoeste e Sudeste. Na região Norte do estado, no entanto, houve elevação de R$ 2,00 por arroba na cotação do boi gordo. Já os preços da vaca e da novilha seguiram sem alterações.

A consultoria indicou que nas demais regiões mato-grossenses não foram observadas mudanças nas cotações para nenhuma das categorias.





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Paraná deve alcançar safra recorde de milho em 2024/25



Deral prevê alta na produção de milho




Foto: Agrolink

O Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), divulgou na última quinta-feira (29) a atualização da área plantada e da estimativa de produção para a segunda safra de milho 2024/25.

De acordo com o boletim de conjuntura agropecuária, a área cultivada foi de 2,72 milhões de hectares, o que representa um aumento de 7,4% em relação ao ciclo anterior. A estimativa de produção foi revisada para 16,15 milhões de toneladas, ligeiramente abaixo da previsão inicial de 16,51 milhões de toneladas.

Segundo os analistas do Deral, mesmo com as adversidades climáticas durante o desenvolvimento da cultura, a colheita que se intensificará nas próximas semanas pode consolidar a safra atual como a maior da história no estado. “A perspectiva é de que, com o avanço da colheita, esta se consolide como a maior safra de milho da história do Paraná”, informa o boletim.

A produção da primeira safra, já colhida, somou cerca de 3 milhões de toneladas. Com isso, a produção total das duas safras pode superar os 18,1 milhões de toneladas registrados na safra de 2016/17, até então a maior do estado.





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combate à antracnose exige manejo e prevenção



Doença do feijão pode causar perdas totais na lavoura




Foto: Pixabay

A antracnose, causada pelo fungo Colletotrichum lindemuthianum, representa uma das principais ameaças à cultura do feijão, especialmente em áreas de clima úmido e temperaturas moderadas. A informação foi publicada pela engenheira agrônoma Gressa Chinelato no Blog da Aegro, em alerta sobre os impactos da doença.

Segundo Chinelato, em cultivares suscetíveis, os danos podem alcançar 100%, comprometendo severamente a produtividade e a qualidade dos grãos. “A necrose nas nervuras é um sintoma bastante característico da doença”, afirma. A especialista também destaca a ocorrência de lesões na parte inferior das folhas, com coloração que varia do vermelho ao marrom, além de manchas circulares e deprimidas nas vagens, com bordas escuras. Quando os grãos são atingidos, há risco de desvalorização comercial.

O fungo responsável pode permanecer viável em sementes, restos culturais e em plantas hospedeiras alternativas, favorecendo a recorrência da doença em ciclos seguintes. Diante disso, práticas de manejo são fundamentais para reduzir a incidência.

Entre as estratégias indicadas estão o uso de sementes certificadas, a rotação de culturas com espécies não hospedeiras, como gramíneas, e a eliminação de restos da lavoura anterior. A engenheira também destaca a importância do uso de variedades resistentes e do controle químico, realizado com fungicidas apropriados.





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Chuvas reduzem forragem e afetam bovinos


As variações de temperatura e o aumento das chuvas vêm impactando o estado corporal do rebanho bovino de corte mantido em campos nativos no Rio Grande do Sul. A informação consta no Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (29). De acordo com o boletim, o efeito climático reduziu a disponibilidade e a qualidade das forrageiras, embora áreas com pastagens cultivadas de aveia e azevém apresentem condições adequadas de uso.

Na região administrativa de Bagé, animais que estavam em áreas de restevas de arroz foram transferidos para pastagens devido aos alagamentos e à formação das primeiras geadas. Segundo o informativo, também há expectativa de frio mais intenso para os próximos dias.

Em Caxias do Sul, a sanidade dos bovinos está sob controle, com ênfase nas ações de manejo contra carrapatos, bernes e miíases. O início do frio também contribuiu para a redução da população de moscas nas propriedades da região.

Em Erechim, o estado nutricional dos rebanhos permanece satisfatório, apesar da menor oferta de pastagens e campos nativos. “Algumas propriedades estão realizando suplementação com silagem e ração para compensar a queda na qualidade e quantidade do pasto”, informa a Emater.

A regional de Frederico Westphalen reportou estabilidade no mercado, mas com expectativa de valorização dos animais de melhor qualidade nos próximos períodos. Em Passo Fundo, o controle de carrapatos, bernes, bicheiras e moscas-do-chifre está na fase final, enquanto o crescimento das pastagens nativas já apresenta desaceleração por causa da estação.

Na região de Pelotas, produtores iniciaram a aquisição de animais para ocupar áreas anteriormente utilizadas com lavouras. No sistema de cria, seguem as atividades de desmame e diagnóstico de gestação das matrizes.

Já em Porto Alegre, produtores relatam dificuldades no controle de carrapatos. Em Santa Maria, a suplementação alimentar com silagem de milho está sendo adotada por diversos pecuaristas. “Permanecem os relatos de incidência de carrapatos em algumas propriedades da região”, aponta o boletim.

Em Soledade, a infestação por carrapatos continua elevada, mesmo com o uso de técnicas como pastejo rotacionado e controle químico.





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Ibama receberá R$ 825 milhões para combate ao desmatamento ilegal



O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou, nesta terça-feira (3), o repasse de R$ 825,7 milhões do Fundo Amazônia para reforçar as ações de fiscalização ambiental para o controle do desmatamento ilegal na Amazônia executadas pelo Instituto Nacional de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Os recursos deverão ser usados no prazo de 60 meses para modernizar a resposta ao desmatamento ilegal e aumentar a presença do Estado na Amazônia Legal.

Entre as ações previstas estão a compra de helicópteros de grande porte com proteção balística e de drones de alta tecnologia e a construção de bases aéreas e helipontos estratégicos na floresta.

O anúncio foi feito durante cerimônia no Palácio do Planalto, destacando ações do governo na área e em celebração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, a ser comemorado na quinta-feira (5).

Também participaram da cerimônia a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, e os presidentes do Ibama, Rodrigo Agostinho, e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante. O BNDES é o responsável pela gestão dos recursos do fundo.

Na ocasião, Marina destacou que o repasse mostra a seriedade e o comprometimento do governo na luta contra o desmatamento ilegal.

“O Fundo Amazônia é fruto do Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal. É resultado de doações realizadas a partir da redução do desmatamento que obtivemos no bioma. Neste governo, já evitamos lançar na atmosfera 450 milhões de toneladas de CO2 [dióxido de carbono]. Isso dobrou os recursos do Fundo Amazônia. Esse dinheiro volta agora volta ao Ibama para a compra de mais helicópteros, meios tecnológicos e serviços públicos com o objetivo de prevenir e combater incêndios e desmatamento”, disse Marina.

Unidades de conservação

Na ocasião, o presidente Lula assinou decretos criando mais três unidades de conservação (UCs) federais: duas no Paraná e uma no Espírito Santo. Esta última é a Área de Proteção Ambiental (APA) da Foz do Rio Doce, que visa proteger o ecossistema da região costeira e marinha da região, afetada pelo rompimento da barragem do Fundão, em novembro de 2015, em Mariana (MG).

Com 45.417 hectares nos municípios capixabas de Linhares e Aracruz, a APA Foz do Rio Doce integra áreas terrestres e marinhas no bioma da Mata Atlântica. A unidade foi criada como parte do acordo judicial para reparar os danos causados à população pelo rompimento da barragem de Fundão.

A região da foz do Rio Doce, que abriga 255 espécies de aves, 47 de anfíbios, 54 de mamíferos e 54 de répteis, é a única área continental de desova da tartaruga-de-couro no Brasil, espécie ameaçada de extinção, assim como ocorre com outras espécies marinhas na região, como o mero, a toninha e a tartaruga-cabeçuda.

Ao ler o decreto, a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, disse que houve um trabalho cuidadoso da equipe na criação da APA e na recuperação da bacia do Rio Doce.

“Isso é para comemorar mesmo. Em Mariana, nós tivemos aquele aquele terrível acontecimento, contaminando toda a foz do Rio Doce. Além do acordo que fizemos, no seu governo [do presidente Lula], para a recuperação da bacia [do Rio Doce], reposicionando o que seria uma grande injustiça,” afirmou Marina.

Em razão da sua relevância para o meio ambiente, a nova unidade está inserida em cinco planos de ação nacionais voltados para a conservação de espécies ameaçadas: PAN Tartarugas Marinhas, PAN Corais, PAN Cetáceos Marinhos, PAN Aves Marinhas e PAN Toninha.

Preservação animal

Segundo o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, a nova APA permitirá que pescadores, comunidades tradicionais, indígenas e quilombolas desenvolvam atividades sustentáveis enquanto protegem o ambiente marinho e o terrestre na região, palco de agregações reprodutivas de muitas espécies de peixes de elevada importância comercial.

“Como exemplo temos as garoupas e os badejos, além do robalo, encontrados ao longo dos recifes do banco dos Abrolhos e na região do Rio Doce. A área também abriga um dos maiores bancos camaroneiros do país, e a futura APA protegerá justamente o berçário desse importante recurso pesqueiro”, informou a pasta.

Já no Paraná, as duas reservas de proteção ambiental foram criadas no município de Pinhão: a Reserva de Desenvolvimento Sustentável Faxinal São Roquinho (com 1.231,50 hectares) e a Reserva de Desenvolvimento Sustentável Faxinal Bom Retiro (com 1.576,54 hectares). O objetivo é preservar os remanescentes de florestas de araucárias na região, que também é rica em erva-mate e pinhão.

As reservas também permitirão assegurar as condições e os meios necessários para a reprodução e a melhoria dos modos e da qualidade de vida dos povos faxinalenses, comunidades tradicionais que criam animais soltos em terras coletivas, principalmente porcos, que constituem importante fonte de renda e alimentação.

Também foi assinado o decreto que trata da Estratégia e do Plano de Ação Nacionais de Biodiversidade, o decreto que institui a estratégia nacional para a conservação e o uso sustentável dos recifes de coral, decreto que dispõe sobre o programa de áreas protegidas da Amazônia e o que estabelece os limites do Parque Nacional Saint-Hilaire/Lange, localizado na Serra do Mar, no Paraná.



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