sexta-feira, maio 22, 2026

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Safra ‘de outro mundo’? O que fez um estado brasileiro bater o recorde de produtividade de soja em 30 anos



Tecnologia, estratégia e clima favorável. Quando esses três fatores se alinham, o resultado nas lavouras de soja pode ser surpreendente: a maior produtividade dos últimos 30 anos. Em meio a perdas, custos altos e incertezas climáticas em várias regiões do país, a Bahia se destacou, resultado de planejamento certeiro e investimento direcionado.

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O estado da Bahia finalizou a safra de soja 2024/2025 com um desempenho expressivo. Segundo dados consolidados pelo Conselho Técnico da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), a produção atingiu 8,7 milhões de toneladas em uma área plantada de 2,1 milhões de hectares, com produtividade média de 68 sacas por hectare.

O desempenho da soja baiana

Mas o que realmente levou a esse resultado? O presidente da Aprosoja Bahia, Darci Américo, resume bem. “Realmente, esse ano a safra produzida por nós aqui foi ótima. Tivemos uma produtividade muito alta, e as perspectivas para o próximo ano são igualmente boas. Para a gente aqui, a neutralidade climática ou a La Niña impactam positivamente, porque mantêm boas chuvas na região.”

O presidente, que está há 24 anos na Bahia, diz que essa foi a segunda melhor safra de soja da vida dele por lá. E o motivo principal não é mistério: investimento pesado em tecnologia e manejo eficiente. ”Contamos com consultoria técnica, meu sobrinho e meu filho são agrônomos, e buscamos sempre o melhor. Utilizamos tecnologia avançada, nutrição micro e macro, além de foliares. Tivemos condições ideais para uma excelente distribuição de braquiária e milheto, o que deve garantir uma safrinha ótima neste ano.”

Américo também destaca a importância do preparo correto dos solos da região. ”Sem uma boa palhada e manejo adequado do solo, a produtividade cai. Aplicamos as práticas certas para superar esses desafios e, claro, agradeço a Deus pelas chuvas, porque por mais que se faça tudo certo, sem elas não há colheita. Mesmo em períodos mais secos, nosso manejo ajuda a manter a lavoura saudável por mais tempo, e isso faz toda a diferença.”



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governo do DF confirma caso no Zoológico de Brasília



O governo do Distrito Federal informou nesta terça-feira (3) que foi detectado um caso de gripe aviária de alta patogenicidade (IAAP) no Zoológico de Brasília. As amostras foram coletadas no dia 28 de maio, após a notificação de que duas aves haviam morrido no local.

Um pombo e um irerê foram encontrados mortos nas dependências do zoológico. De acordo com o governo do DF, essas aves eram de vida livre, ou seja, não faziam parte do plantel do zoo, mas circulavam pelo local em razão da oferta natural de abrigo, água e alimento. Com a confirmação do foco, o zoológico, que estava fechado temporariamente, permanecerá interditado pelo menos até o dia 12, caso não ocorram novos casos no local.

Após o fechamento do espaço, no último dia 28 de maio, a Secretaria de Agricultura do DF delimitou um raio de três quilômetros ao redor do zoológico e realizou visitas a todas as propriedades rurais com criação de animais.

Equipes técnicas verificaram a saúde das aves e orientaram os produtores sobre sinais clínicos compatíveis com doenças aviárias, reforçando a necessidade de notificação imediata diante de qualquer suspeita.

No mês passado, a gripe aviária foi identificada em uma granja comercial no Brasil. O caso foi registrado em Montenegro (RS) e levou diversos países a suspender a importação de carne de frango produzida no Brasil.



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cotações atingem maior patamar desde 2023



Em maio, o algodão em pluma (pagamento em 8 dias) registrou alta pelo quarto mês consecutivo. É o que mostram os dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea)

Assim, a pluma passou a operar na média de R$ 4,3950 por libra-peso (lp), a maior desde março de 2023 quando o valor foi de R$ 4,8618/lp. Em termos reais, a média é a mais elevada desde março do ano passado, onde o valor foi R$ 4,5881/lp (deflacionado pelo IGP-DI). 

Ainda considerando os dados ajustados pela inflação, a média mensal superou em 2,75% a de abril deste ano e em 6,31% a de maio do ano passado. Segundo o Cepea, as altas foram influenciadas pela posição firme de vendedores que ainda possuem lotes do algodão em pluma, especialmente de qualidade superior. 

Por outro lado, os compradores seguiram adquirindo a pluma de forma pontual, atentos ao desempenho das vendas do varejo. Parte das empresas indicou ter dificuldades na aprovação de lotes e no acordo quanto aos preços. Esse foi contexto que limitou as negociações, conforme análise dos pesquisadores do Cepea.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Café sofre retração nos preços com o avanço da colheita



Os preços do café caíram com certa força em maio, sobretudo na última semana do mês.

Segundo levantamento do Centro de Estudos em Economia Aplicada (Cepea), a pressão esteve atrelada à colheita brasileira da safra 2025/26.

As atividades envolvendo o arábica começaram a ganhar ritmo em maio e as do robusta se intensificaram ao longo do mês. 

O indicador Cepea/Esalq para o café  arábica do tipo 6, bebida dura para melhor, posto na capital paulista, operou na média de R$ 2.484,29 por saca de 60 kg em maio. Assim o recuo foi de 1,6% frente ao mês de abril, sendo a menor média desde janeiro de 2025. 

A queda no acumulado do mês foi de 10,71%. Os valores do robusta recuaram em maior intensidade que os do arábica, frente ao avanço da colheita da primeira variedade, de acordo com os dados do Cepea. Além disso, a expectativa de uma safra maior de robusta reforça o movimento de desvalorização. 

Em maio, o indicador Cepea/Esalq do robusta tipo 6, peneira 13 acima, a retirar no Espírito Santo, operou na média de R$ 1.394,45 a saca de 60 kg, sendo 7,1% inferior ao mês de abril. No acumulado do mês, a retração foi de significativos 18%.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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AgroNewsPolítica & Agro

Novo inseticida contra greening chega ao mercado


A Albaugh, uma das dez maiores companhias globais do setor de defensivos agrícolas, será destaque na Expocitros 2025, de 3 a 6 de junho, em Cordeirópolis (SP). No principal evento da cadeia citrícola da América Latina, a empresa lança o inseticida Afiado, desenvolvido para o controle do psilídeo-dos-citros, vetor do greening, doença que mais preocupa os produtores atualmente.

Segundo Nelson Azevedo, diretor de marketing da Albaugh, o Afiado amplia o portfólio da empresa para citros, que já conta com soluções consolidadas como o acaricida Braver e o fungicida Recop. A recomendação é iniciar as aplicações do novo inseticida ao identificar os primeiros psilídeos, especialmente na vegetação nova dos pomares.

A formulação líquida do Afiado traz vantagens operacionais, como facilidade de dosagem e menor risco de incompatibilidades físico-químicas. A companhia também destaca o Braver como aliado no manejo dos pomares, oferecendo proteção prolongada e seletividade aos inimigos naturais das pragas.

“Afiado® leva conveniência ao citricultor com sua formulação líquida, mais moderna, mais fácil de dosar, manipular e aplicar, frente a produtos com a mesma composição. Evita também problemas de incompatibilidade físico-química e simplifica a logística de tratamento,” afirma Azevedo.

Com presença global e fábricas próprias em nove países, incluindo o Brasil, a Albaugh reforça sua atuação estratégica na citricultura. Na feira, a equipe técnica estará à disposição para apresentar, além do Afiado, outras soluções do portfólio, como Ariete, Ruler, Preciso xK, Azteca e Joya.

 





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Obras de reforma e ampliação do Aeroporto de Barreiras são autorizadas


Com a participação da sociedade civil e autoridades, as obras de reforma e ampliação do Aeroporto Regional de Barreiras, no Oeste da Bahia, foram autorizadas durante encontro realizado na sede do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) do município, nesta terça-feira (3).

Foram assinadas ordens de serviço para obras que totalizam um investimento de R$ 63,4 milhões. Aguardada há mais de 20 anos pela população, sobretudo pelos produtores rurais, o prazo para conclusão é de 330 dias.

Participaram do anúncio o governador da Bahia Jerônimo Rodrigues, a secretária nacional de Aviação Civil, Thairyne Oliveira, o superintendente de infraestrutura de transportes, Saulo Pontes, lideranças políticas e do movimento “Decola Oeste”, além de empresários e representantes da sociedade civil.

Obras de reforma e ampliação do Aeroporto de Barreiras são autorizadasObras de reforma e ampliação do Aeroporto de Barreiras são autorizadas
Foto: Joá Souza/GOVBA

A Secretaria de Infraestrutura (Seinfra), por meio do Ministério de Portos e Aeroportos (MPOR), foi autorizada a dar início às obras de reforma e ampliação da Pista de Pouso e Decolagem (PPD) do Aeroporto Dom Ricardo Weberberger, reforma e adequação da taxiway, construção do novo pátio de aeronaves e execução de serviços complementares, como drenagem e infraestrutura para balizamento noturno e auxílios à navegação. O investimento nesta etapa, de acordo com o governo, é de mais de R$ 44 milhões.

Também foi autorizada pelo governador a construção do novo Terminal de Passageiros (TPS) do Aeroporto Regional de Barreiras. A obra, que será executada com recursos do Governo do Estado, tem investimento estimado em R$ 19,4 milhões. As intervenções visam modernizar a estrutura aeroportuária da região, promovendo mais conforto, segurança e eficiência para os usuários.

“Uma obra do governo federal em parceria com o Governo do Estado, uma obra do Programa de Aceleração e Crescimento (PAC), e aí uma parceria entre os entes federativos, entre o governo federal e o governo estadual. É uma obra que a região já clamava há muito tempo. Esse projeto começou a ser gestado em 2016, então a gente está falando de nove anos aí para desenvolver projetos etc. Mas, hoje foi um dia fundamental aqui, com a parceria com o governador Jerônimo, com o prefeito, e conseguimos assinar a ordem de serviço que dá início à implantação desse novo aeroporto”, explicou Thairyne Oliveira.

“O investimento não só irá desenvolver o turismo de negócios para uma região tão promissora como a região do Oeste, como também facilitar que os moradores daqui possam entrar na escala e na conexão dos voos nacionais, com a ampliação da pista”, pontuou o superintendente de infraestrutura de transportes, Saulo Pontes.

autorização de obras do aeroporto regional de barreiras, no oeste da bahiaautorização de obras do aeroporto regional de barreiras, no oeste da bahia
Foto: Joá Souza/GOVBA

“O Oeste baiano tem um papel estratégico no desenvolvimento do nosso estado, e Barreiras é uma cidade-polo que precisa estar cada vez mais conectada com o Brasil e o mundo. Essas obras no aeroporto são fundamentais para impulsionar a economia local, atrair novos investimentos e melhorar a vida de quem vive aqui. Estamos fazendo entregas concretas, com planejamento e diálogo com a população”, afirmou o governador Jerônimo Rodrigues.

De acordo com o governo do estado, o município de Barreiras já recebeu entre 2023 e 2025 investimentos da ordem de R$ 500 milhões entre obras das áreas da educação, saúde, saneamento básico, segurança, infraestrutura, entre outras.

Ainda em Barreiras, a Seinfra foi autorizada a celebrar com o Consórcio Público Intermunicipal de Municípios do Oeste da Bahia (CONSID) convênio para elaboração de projeto e acordo consorcial para pavimentação na BA-827, no acesso ao povoado de Cantinho, uma extensão de 4,10 km.

Texto com informações do repórter Joci Santana.


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São Paulo amplia combate ao greening com contratação de 28 técnicos



O governo de São Paulo anunciou nesta terça-feira (3), durante a abertura da 50ª Expocitros em Cordeirópolis, a abertura de edital público para a contratação de 28 profissionais que irão atuar no combate ao greening ou huanglongbing (HLB), uma das principais ameaças à citricultura mundial.

Os contratados irão integrar equipes técnicas da Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA) e atuarão em ações de monitoramento, fiscalização e orientação sanitária nos pomares paulistas. A iniciativa será viabilizada por meio de um termo de cooperação com uma Organização da Sociedade Civil (OSC), com vigência de um ano e possibilidade de prorrogação.

“Essa é uma medida fundamental para a preservação da cadeia da citricultura em nosso estado. Mais monitoramento é sinônimo de maior produtividade e segurança para os pomares paulistas”, afirmou o secretário de Agricultura e Abastecimento, Guilherme Piai. Segundo ele, São Paulo concentra cerca de 80% da produção nacional de citros e gerou quase 50 mil empregos em 2024.

As equipes serão formadas por quatro técnicos agropecuários, dois engenheiros agrônomos e dois profissionais da área administrativa, divididos em seis grupos. As regiões de atuação ainda serão definidas, mas devem abranger pontos estratégicos do estado com foco na regionalização das ações e no controle do psílideo, inseto transmissor da doença.

“Teremos profissionais focados em inspeções de greening, o que nos permitirá adaptar as ações conforme a incidência da doença em cada região”, destacou Alexandre Paloschi, diretor do Departamento de Defesa Sanitária e Inspeção Vegetal (DDSIV).

A CDA também atua com fiscalizações, educação sanitária e canal direto para denúncias sobre pomares abandonados ou com manejo inadequado. Em 2024, foram realizadas 1.743 fiscalizações de HLB, com a eliminação de mais de 4,5 milhões de mudas cítricas irregulares e 37 palestras educativas.

Duas novas resoluções publicadas em maio reforçam o combate à doença. A resolução nº 23/2025 proíbe o plantio de plantas hospedeiras da bactéria em áreas da Secretaria de Agricultura. Já a Resolução nº 24/2025 veta a produção, plantio e uso de mudas de murta em paisagismo urbano, com exceção para fins científicos cadastrados na CDA.



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Casca de pequi gera renda no Cerrado piauiense



No Cerrado piauiense, a startup Caryonutri transforma a casca do pequi em farinha nutritiva, promovendo sustentabilidade e geração de renda para comunidades extrativistas.

O que antes era descartado como resíduo agora pode se tornar um produto valioso, fortalecendo a economia local e incentivando práticas ambientais responsáveis.

Deyse Mascarenhas, médica veterinária, professora da Universidade Federal do Piauí (UFPI) e CEO da empresa, apresentou o produto no evento promovido pelo Sebrae/AP, Inova Amazônia Summit 2025, realizado em Macapá (AP), em maio.

Ela explicou que o processo envolve a coleta, higienização, desidratação e transformação da casca do pequi em farinha. Além de agregar valor ao pequi, a iniciativa conscientiza produtores sobre o potencial econômico desse recurso.

“Nós compramos a casca por R$0,20 a unidade. Porém, como muitas comunidades extrativistas ainda não têm consciência do valor nutritivo, elas acabam doando as cascas”, conta Mascarenhas.

A startup busca ampliar essa percepção, mostrando que a comercialização da casca pode ser uma alternativa viável para aumentar a renda dos produtores.

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O impacto da Caryonutri vai além da economia. A startup também promove ações educativas, incentivando práticas sustentáveis e o reaproveitamento dos recursos naturais.

“Nosso papel é mostrar que esse trabalho gera renda e preserva o Cerrado”, destaca Mascarenhas, ressaltando que o produto é fruto de pesquisas realizadas no Colégio Técnico de Teresina, instituição vinculada à UFPI, no curso técnico em agropecuária.

A farinha de pequi desenvolvida pela Caryonutri tem alto valor nutricional, sendo rica em fibras e vitaminas, contribuindo para uma alimentação mais equilibrada e saudável.

Com o mercado cada vez mais voltado para produtos sustentáveis, a expectativa é envolver mais comunidades e fortalecer a cadeia produtiva do pequi.



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AgroNewsPolítica & Agro

Câmara aprova aumento de penas para crimes ambientais



Os agricultores estão mais protegidos



Os agricultores estão mais protegidos
Os agricultores estão mais protegidos – Foto: Agencia Brasil

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta segunda-feira (2), o Projeto de Lei nº 3.339/2024, que altera a Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/1998). A proposta endurece a punição para crimes como incêndio em florestas e poluição, além de incluir novas circunstâncias agravantes, como atos que dificultem a prestação de serviços públicos ou praticados em concurso de pessoas.

O texto também prevê que condenados pelo uso irregular do fogo, em terras públicas ou privadas, fiquem proibidos, por cinco anos, de firmar contratos com o poder público ou receber recursos públicos. A medida busca coibir práticas criminosas que geram grandes prejuízos ambientais e econômicos.

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) acompanhou de perto a tramitação da proposta e defendeu alterações para garantir segurança jurídica ao setor. Segundo Lupion, após diversas rodadas de negociação, o relatório final acolheu os principais pontos defendidos pela bancada. 

“O texto inicial do relator era mais abrangente e gerava insegurança jurídica ao permitir a penalização de produtores que, muitas vezes, são vítimas dos incêndios e não seus causadores. Por isso, a FPA fechou questão em torno da necessidade de o projeto tratar exclusivamente de incêndios criminosos, com garantias legais claras. O produtor rural não é o causador dos incêndios, ele é vítima e, cada vez mais, parte essencial da solução. Punir os responsáveis é um passo importante para evitar que tragédias como as da última seca se repitam”, destacou Lupion. O projeto segue agora para análise do Senado Federal.

 





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Preço da cana chega a R$ 116,89 em Santa Rosa



A cana-de-açúcar também tem papel relevante na agricultura familiar local




Foto: Canva

A região administrativa da Emater/RS-Ascar de Santa Rosa projeta uma produtividade média de 52 toneladas por hectare na atual safra de cana-de-açúcar. Segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na última quinta-feira (29), a área cultivada na região soma 2.256 hectares.

De acordo com o levantamento, as temperaturas mais amenas registradas nas últimas semanas continuam favorecendo o acúmulo de matéria seca nas lavouras. Esse fator deve contribuir para o aumento da disponibilidade de forragem durante os períodos de vazio forrageiro, especialmente em propriedades de menor escala.

A cana-de-açúcar também tem papel relevante na agricultura familiar local, particularmente entre produtores que fabricam derivados como melado, rapadura e mel de cana. Com o acúmulo de biomassa favorecido pelo clima, a expectativa é de maior rendimento para esses produtos.

O preço pago ao produtor pelo produto in natura está em R$ 116,89 por tonelada, segundo os dados mais recentes da Emater/RS-Ascar.





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