sexta-feira, maio 22, 2026

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Entregas de fertilizantes crescem 9%


As entregas de fertilizantes no Brasil somaram 9,44 milhões de toneladas no primeiro trimestre de 2025, representando um crescimento de 9,1% frente às 8,65 milhões de toneladas registradas no mesmo período de 2024. Os dados são da Associação Nacional para Difusão de Adubos (ANDA). Segundo a entidade, o desempenho reflete a expectativa de uma colheita recorde no país, além das boas condições logísticas e do esforço do setor em garantir o fornecimento no prazo aos produtores.

Somente em março, foram entregues 2,36 milhões de toneladas, alta de 13,6% na comparação com as 2,08 milhões do mesmo mês de 2024. O Mato Grosso segue como líder nas entregas, concentrando 24,9% do volume mensal, com 2,35 milhões de toneladas. Na sequência aparecem Paraná (1,34 milhão), Goiás (1,06 milhão), Minas Gerais (978 mil) e São Paulo (967 mil toneladas).

No quesito produção nacional, o volume de fertilizantes intermediários chegou a 535 mil toneladas em março, uma queda de 6,1% em relação às 570 mil toneladas do mesmo mês de 2024. Entretanto, no acumulado do trimestre, a produção nacional somou 1,68 milhão de toneladas, crescimento de 10,1% frente às 1,53 milhão do mesmo período do ano passado.

As importações também registraram forte avanço. Foram 2,49 milhões de toneladas de fertilizantes intermediários importados em março, alta de 24,3%. No acumulado dos três primeiros meses, o total chegou a 8,49 milhões de toneladas, um incremento de 13,9% sobre as 7,45 milhões de 2024. O Porto de Paranaguá manteve a liderança nas operações, movimentando 2,45 milhões de toneladas no trimestre, alta de 3,6% e participação de 28,9% no total nacional.

 





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Preço do caroço de algodão recua no Mato Grosso



A desvalorização reflete o comportamento dos cotonicultores




Foto: Unsplash

O preço do caroço de algodão disponível em Mato Grosso apresentou leve recuo na última semana, segundo análise do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgada nesta segunda-feira (2). A cotação média no estado foi de R$ 1.659,60 por tonelada, queda de 0,45% em relação à semana anterior.

De acordo com o Imea, a desvalorização reflete o comportamento dos cotonicultores, que têm buscado negociar os estoques remanescentes da safra 2023/24 antes do início da colheita da temporada 2024/25. “O movimento do mercado está sendo influenciado pela tentativa dos produtores de escoar o produto armazenado, o que gera uma pressão sobre os preços”, avaliou o instituto.

O levantamento também apontou diferenças regionais nas cotações. Em Sapezal, o preço médio ficou em R$ 1.680,00 por tonelada, com queda de 1,47% na comparação semanal. Já em Campo Verde, o coproduto foi comercializado a R$ 1.751,31 por tonelada. Nessa região, a oferta ainda restrita tem sustentado os preços em patamar mais elevado.

Com a proximidade da colheita da nova safra, a expectativa do setor é de maior pressão sobre os valores praticados no mercado. “A entrada da produção da safra 2024/25 deve aumentar a disponibilidade e impactar as cotações nas próximas semanas”, informou o Imea.





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Área de baixa pressão do Paraguai leva chuva forte a duas regiões do Brasil



Chuva forte em áreas do Sul e do Centro-Oeste do Brasil por conta de uma área de baixa pressão sobre o Paraguai é o destaque do dia. Confira a previsão para todo o país:

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Sul

A atuação de uma área de baixa pressão sobre o Paraguai favorece a ocorrência de chuva forte entre o centro-norte do Rio Grande do Sul e o Paraná. As precipitações chegam já pela manhã no interior e se espalham para as demais áreas no decorrer do dia. Não se descartam temporais entre o extremo norte gaúcho e a metade sul paranaense. No sul e na Campanha Gaúcha, o tempo segue estável e sem chuva.

Sudeste

O tempo segue firme no Rio de Janeiro, Espírito Santo e em Minas Gerais. Em São Paulo, o dia será mais nublado, com possibilidade de chuva no final da tarde na faixa leste. No oeste paulista, há risco de chuva mais intensa. As temperaturas da tarde sobem em relação aos dias anteriores.

Centro-Oeste

O tempo fica instável com chuva a qualquer hora no sudoeste e sul de Mato Grosso do Sul devido à atuação de uma área de baixa pressão sobre o Paraguai. Nessas áreas, não se descartam chuva forte. No noroeste de Mato Grosso, pancadas com trovoadas podem ocorrer à tarde. Nas demais áreas de Mato Grosso, Goiás e no Distrito Federal, o sol predomina e as temperaturas permanecem elevadas.

Nordeste

O tempo segue instável, com chuva moderada a forte e trovoadas do Rio Grande do Norte até Pernambuco. A chuva será mais isolada no litoral da Bahia, Ceará e Maranhão. No interior, sol e temperaturas elevadas.

Norte

Os temporais continuam no Amapá, norte do Pará, Roraima, e metade norte e oeste do Amazonas. No oeste do Acre, há pancadas de intensidade moderada a forte. Em Tocantins, sul e leste do Pará e Rondônia, o sol predomina ao longo do dia.



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milho e soja superam ritmo de 2024



Iowa lidera com milho de boa qualidade




Foto: Canva

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) informou nesta terça-feira (3) que o plantio das safras de milho e soja segue em ritmo ligeiramente superior ao registrado no mesmo período do ano passado. Os dados constam no boletim semanal Weekly Weather and Crop Bulletin, com informações atualizadas até 1º de junho.

Segundo o USDA, 93% da área prevista para o milho já foi plantada, percentual três pontos acima do registrado no mesmo período de 2024, mas em linha com a média dos últimos cinco anos. Além disso, 78% das lavouras já haviam emergido, avanço de seis pontos percentuais em relação ao ano anterior.

Quanto à qualidade das lavouras, 69% do milho plantado foi classificado como em condições de boas a excelentes. Em Iowa, principal estado produtor da cultura, esse percentual chegou a 84%.

No caso da soja, 84% da área total estimada foi plantada até 1º de junho. O índice representa avanço de sete pontos percentuais frente ao ano passado e quatro pontos acima da média quinquenal. Em Minnesota, 97% da área destinada à cultura já estava semeada até o início do mês.

O boletim também destacou que 63% das lavouras de soja haviam emergido no país até a data de referência. A qualidade da safra foi considerada boa a excelente em 67% dos casos.





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Brasil consolida acesso ao mercado chileno


No dia 28 de maio, a Embaixada do Brasil em Santiago promoveu um evento estratégico voltado à promoção do abacate hass brasileiro no Chile, reunindo importadores, operadores logísticos e autoridades chilenas com o objetivo de ampliar o comércio bilateral e destacar o potencial do produto nacional.

Organizada em parceria com a Abrafrutas, por meio do projeto setorial “Frutas do Brasil”, e com apoio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), a ação contou com a presença de 72 convidados, entre representantes do setor agroexportador, do Ministério da Agricultura do Chile (SAG), imprensa e sociedade civil. A iniciativa também teve o apoio do Setor de Promoção Comercial e do adido agrícola brasileiro no país, Rodrigo Padovani.

Durante o encontro, o embaixador do Brasil, Paulo Roberto Soares Pacheco, destacou o grande potencial de expansão do comércio bilateral, lembrando que o Brasil é o 3º maior produtor mundial de frutas.

Embora as exportações brasileiras de frutas para o Chile tenham sido modestas, com pouco mais de US$ 12 milhões em 2024, o evento demonstrou o grande potencial de crescimento do setor, impulsionado pela crescente demanda por frutas tropicais. Esse aumento na demanda é, em parte, devido à presença de comunidades colombianas e venezuelanas no Chile.

O gerente da Abrafrutas, Jorge Souza, apresentou dados que mostram que, embora o Brasil seja um dos maiores produtores de frutas do mundo, exporta apenas 2,3% de sua produção. Em 2024, o Brasil conquistou quatro novos mercados para o abacate, incluindo o Chile, Costa Rica, Japão e Índia.

O produto brasileiro foi elogiado por sua qualidade, sabor e textura, além da vantagem de estar disponível justamente durante a entressafra chilena, de fevereiro a setembro. A logística eficiente e a rastreabilidade também reforçam a competitividade do abacate brasileiro, que já chega a mais de dez destinos internacionais.

Além de promover o abacate, o evento despertou interesse chileno por outras frutas brasileiras, como manga, goiaba, abacaxi e mamão papaia, ampliando as possibilidades de diversificação da pauta exportadora.

A expectativa, após o encontro, é de que ações fitossanitárias e comerciais sejam coordenadas para aproveitar ao máximo as oportunidades comerciais identificadas. O Brasil está cada vez mais preparado para consolidar sua posição como fornecedor confiável e competitivo de frutas tropicais de alta qualidade, não só no Chile, mas em outros mercados internacionais.





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USDA indica melhora na qualidade do trigo de inverno nos EUA



Kansas tem 51% do trigo em bom estado




Foto: Canva

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou nesta terça-feira (3) o Weekly Weather and Crop Bulletin com dados atualizados sobre o trigo de inverno no país. Até 1º de junho, 83% da safra estava semeada, número um ponto percentual superior ao do mesmo período de 2024 e quatro pontos acima da média dos últimos cinco anos.

A colheita alcançou 3% da área plantada, o que representa um atraso de dois pontos percentuais em relação ao ano passado, embora esteja em linha com a média quinquenal. Segundo o USDA, “52% da safra de trigo de inverno de 2025 foi relatada em condições boas a excelentes”, resultado dois pontos acima da semana anterior e três pontos acima do mesmo período do ano passado.

No Kansas, maior produtor de trigo de inverno dos Estados Unidos, 51% das lavouras foram classificadas em boas a excelentes condições, conforme o levantamento divulgado nesta semana.





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Custo da alimentação pressiona confinadores em Mato Grosso



Farelo de soja cai, mas DDG e caroço disparam




Foto: Sheila Flores

Com a aproximação do período seco em Mato Grosso, produtores de bovinos em regime de confinamento iniciam o planejamento da aquisição de insumos, diante da pressão nos custos de alimentação. Segundo análise semanal divulgada pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) na segunda-feira (2), o DDG (Dried Distillers Grains ou Grãos Secos de Destilaria com 32% de proteína bruta) foi cotado, em média, a R$ 1.127,08 por tonelada na parcial de maio, alta de 43,12% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

“O DDG se destaca como alternativa competitiva frente a outras fontes proteicas”, informou o instituto. No entanto, o relatório aponta que, mesmo com essa vantagem relativa, o custo da diária no confinamento deve aumentar, refletindo os reajustes nos insumos.

O farelo de soja (46% de proteína bruta) registrou queda de 8,86% no comparativo anual, sendo cotado a R$ 1.674,17 por tonelada. Já o caroço de algodão (26% de proteína bruta) apresentou valorização de 140,14%, alcançando R$ 1.603,68 por tonelada na parcial do mês.

O Imea ressalta que o cenário reforça a necessidade de planejamento estratégico por parte dos confinadores para mitigar os efeitos da alta nos custos alimentares.





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Produtor do PRONAMP pode prorrogar dívidas



A resolução permite a prorrogação de até 100% do saldo devedor



A resolução permite a prorrogação de até 100% do saldo devedor
A resolução permite a prorrogação de até 100% do saldo devedor – Foto: Divulgação

Uma nova medida do Conselho Monetário Nacional (CMN) traz alívio aos médios produtores rurais brasileiros. A Resolução nº 5.220, publicada em 29 de maio de 2025, permite a prorrogação de operações de crédito rural de custeio do PRONAMP. Segundo o advogado Fábio Lamonica Pereira, especialista em direito bancário e do agronegócio, a regra atende produtores que enfrentam dificuldades temporárias, especialmente por eventos climáticos como secas, enchentes e geadas.

A resolução permite a prorrogação de até 100% do saldo devedor, com prazo de até 36 meses, mantendo as mesmas taxas de juros e garantias contratadas. Para acessar o benefício, é necessário que a operação não esteja vencida e que o produtor comprove perda temporária da capacidade de pagamento, além de demonstrar viabilidade econômica para quitar o débito futuramente. Um laudo técnico, além de decretos de emergência — como o vigente no Paraná (Decreto nº 10.047/2025, por estiagem) — podem ser utilizados para embasar o pedido.

Se a dívida já estiver vencida, ainda é possível buscar renegociação, mas por meio de recursos livres da instituição financeira. Nesse caso, é fundamental observar que os encargos não podem ultrapassar 12% ao ano, conforme entendimento consolidado do judiciário. Atenção também para exigências de novas garantias, como hipoteca extrajudicial ou alienação fiduciária de imóveis.

Embora a resolução trate a prorrogação como uma faculdade dos bancos, a Justiça brasileira entende que, quando cumpridos os requisitos legais, ela se torna um direito do produtor rural. Portanto, a orientação é que o produtor formalize o pedido junto ao credor, com toda a documentação exigida, antes do vencimento da operação. Caso haja recusa, é possível buscar a via judicial, que historicamente tem se posicionado em favor do produtor.

 





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Gripe aviária: 21 países mantém restrições à carne de aves do Brasil


Galinha poedeira
Foto: Canal Rural

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) atualizou para 21 o número de países que adotaram restrições à importação de carne de aves do Brasil.

A suspensão decorre da detecção de um foco de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) no município de Montenegro, no Rio Grande do Sul.

  • Suspensão total das exportações de carne de aves do Brasil: China, União Europeia, México, Iraque, Coreia do Sul, Chile, Filipinas, África do Sul, Peru, Albânia, Canadá, República Dominicana, Uruguai, Malásia, Argentina, Timor-Leste, Marrocos, Índia, Sri Lanka, Macedônia do Norte e Paquistão.
  • Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!
  • Suspensão restrita ao estado do Rio Grande do Sul (1 bloco + 13 países): União Econômica Euroasiática (UEE – Rússia, Bielorrússia, Armênia, Quirguistão) Arábia Saudita, Kuwait, Reino Unido, Angola, Turquia, Bahrein, Cuba, Montenegro, Namíbia, Cazaquistão, Bósnia e Herzegovina, Tajiquistão e Ucrânia.
  • Suspensão limitada ao município de Montenegro (RS) (4 países): Emirados Árabes Unidos, Japão, Catar e Jordânia.

Aos consumidores, o Mapa reitera o esclarecimento de que o consumo de carne de aves e de ovos não apresenta risco para a saúde.

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Alta do dólar e de Chicago impulsiona os preços de soja no mercado; saiba as cotações no Brasil



O mercado brasileiro de soja manteve preços firmes nesta quarta-feira (4), com cotações que oscilaram de estáveis a levemente mais altas. De acordo com o consultor da Safras & Mercado, Rafael Silveira, a valorização dos contratos futuros na Bolsa de Chicago (CBOT) e a leve alta do dólar ajudaram a sustentar o mercado doméstico. Os prêmios nos portos não apresentaram variações relevantes, e algumas negociações foram registradas ao longo do dia.

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Preços da soja no país

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 130,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 131,00
  • Rio Grande (RS): manteve em R$ 134,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 125,00 para R$ 126,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 133,00 para R$ 134,00
  • Rondonópolis (MT): subiu de R$ 115,50 para R$ 116,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 119,00 para R$ 119,50
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 118,00 para R$ 118,50

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) encerraram o dia com leve alta. O movimento deu sequência à recuperação técnica iniciada na sessão anterior. A queda do dólar frente a outras moedas fortaleceu a competitividade dos produtos agrícolas dos Estados Unidos, enquanto expectativas de avanços nas negociações comerciais com China e Vietnã também influenciaram positivamente o mercado.

Apesar disso, fundamentos ainda pressionam. O plantio de soja nos EUA segue adiantado em relação à média histórica, e há ampla oferta do grão brasileiro. A demanda pela soja norte-americana permanece limitada.

Contratos futuro de soja

O contrato julho da soja em grão fechou com alta de 4,25 centavos (0,4%), cotado a US$ 10,45 por bushel. A posição novembro avançou 4,50 centavos (0,43%), encerrando a US$ 10,38 ¾ por bushel. No farelo, julho caiu US$ 2,60 (0,88%), para US$ 297,10 por tonelada. No óleo, o vencimento julho ficou estável em 46,81 centavos de dólar por libra-peso.

Dólar

O dólar comercial fechou a sessão em leve alta de 0,12%, cotado a R$ 5,6440 na venda e R$ 5,6420 na compra. Ao longo do dia, a moeda americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6105 e a máxima de R$ 5,6525.



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