No Sul do país, chove em quase todas as áreas. Já no Sudeste, o predomínio é de sol. Contudo, a previsão guarda surpresas para as demais regiões. Veja a previsão para todo o país:
Você quer entender como usar o clima a seu favor?Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.
Sul
A chuva continua presente em boa parte da Região Sul. Destaque para o centro-norte do Rio Grande do Sul, todo o estado de Santa Catarina e o Paraná, onde haverá muita nebulosidade e chuva ao longo do dia. A faixa sul gaúcha será a única área com predomínio de sol ao longo do dia, porém, a sexta deve começar gelada, com geada pontual na Campanha.
Sudeste
O sol predomina na maior parte dao Sudeste. Destaque para Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo, que seguem sem previsão de chuva. No estado de São Paulo, o sol predomina, mas há pancadas de chuva na faixa sul e no litoral, causadas pela atuação de um cavado e pela forte circulação de ventos do mar para o continente.
Centro-Oeste
O tempo segue firme na maior parte da região. O sol predomina de forma efetiva em toda a faixa central e leste de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além de Goiás e Distrito Federal. Já no oeste de Mato Grosso e no oeste e sul do território sul-mato-grossense, podem ocorrer pancadas isoladas de chuva ao longo do dia.
Nordeste
A chuva persiste na faixa litorânea entre a Bahia e o Rio Grande do Norte, com pancadas de moderada a forte intensidade. Nas demais áreas, o tempo segue firme. Destaque para o oeste baiano, sul do Piauí e sul do Maranhão, onde a umidade relativa do ar fica baixa nos horários mais quentes do dia.
Norte
A chuva continua na forma de pancadas sobre o Acre, Amazonas, Roraima, centro-norte do Pará e Amapá. Alerta para temporais no norte do Amazonas, Roraima e Amapá. Nas demais áreas, o sol predomina sem previsão de chuva.
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Os produtos foram validados em ensaios conduzidos nas safras 2022/23 e 2023/24 – Foto: Divulgação
A Sipcam Nichino, multinacional referência em defensivos agrícolas, oficializou sua entrada no mercado brasileiro de tratamento de sementes com o lançamento da plataforma Seed Pro. O anúncio ocorreu em eventos realizados em Gramado, no Rio Grande do Sul, e em Goiânia, reunindo empresas sementeiras, cooperativas, revendas e produtores, além de especialistas do setor.
A plataforma Seed Pro é composta pelos fungicidas Tiofanil FS e Torino, pelo bioestimulante Abyss, além do polímero Blue 2005 e do pó secante Dry Shine. A proposta combina tecnologia em produtos e serviços especializados, com foco na proteção e no desenvolvimento inicial das sementes de culturas como soja, amendoim, feijão e trigo.
“Fazem parte desse conceito os fungicidas Tiofanil® FS e Torino®, o bioestimulante Abyss®, o polímero Blue 2005 e o pó secante Dry Shine”, explica Monção. Ele antecipa que a Plataforma Seed Pro embute a prestação de serviços ao produtor atrelada a uma estratégia vitoriosa para proteção de sementes de soja e cultivos como amendoim, feijão e trigo
Entre os destaques, Tiofanil FS se apresenta como o primeiro fungicida multissítio à base de clorotalonil desenvolvido exclusivamente para tratamento de sementes. Já Torino possui ação sistêmica e de contato, oferecendo amplo espectro de controle contra doenças que afetam o estabelecimento das lavouras, contribuindo para maior vigor e potencial produtivo.
Os produtos foram validados em ensaios conduzidos nas safras 2022/23 e 2023/24, sob liderança da Embrapa Soja, com 80 testes realizados em parceria com diversas consultorias. A plataforma também inclui o bioestimulante Abyss, que favorece a germinação, o desenvolvimento radicular e a formação de plantas mais uniformes.
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As chuvas, que se estenderam até abril, contrastam com o cenário seco do ano anterior – Foto: Pixabay
O avanço da colheita no Brasil, aliado ao clima favorável, vem pressionando para baixo os preços do café arábica e robusta no mercado interno e externo, segundo análise do Itaú BBA com dados do Cepea. Além disso, houve uma melhora nas estimativas da safra 2025/26, mesmo após os efeitos do veranico registrado em fevereiro.
Após uma recuperação dos preços em abril, puxada pela postergação do tarifaço americano, o mercado voltou a registrar quedas em maio. Em Nova York, o contrato do arábica recuou de pouco mais de USD 4/lp no fim de abril para USD 3,7/lp em 21 de maio, queda de 10,5%. O robusta em Londres seguiu a mesma tendência, negociado próximo de USD 4,9 mil por tonelada. No Brasil, com o câmbio relativamente estável em torno de R$ 5,65 por dólar, os preços no mercado spot acompanharam o movimento internacional: o arábica está na faixa de R$ 2.500 por saca e o conilon em R$ 1.500.
O início da colheita, aliado às revisões para cima nas projeções de safra — inclusive pela Conab — e às boas condições climáticas, contribui para uma perda de sustentação dos preços. As chuvas, que se estenderam até abril, contrastam com o cenário seco do ano anterior, favorecendo as lavouras e abrindo perspectiva positiva para a safra 2026/27, caso o clima continue colaborando.
No campo das exportações, os números seguem robustos. Segundo o Cecafé, foram embarcadas 3,09 milhões de sacas em abril. No acumulado de dez meses, o Brasil já soma 40 milhões de sacas exportadas, indicando que o total do ano-safra pode superar as 44 milhões estimadas pelo USDA. Esse desempenho levanta a possibilidade de que a safra anterior tenha sido maior do que se projetava inicialmente.
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O leite e seus derivados estão entre os alimentos mais consumidos no mundo – Foto: Divulgação
No dia 1º de junho, quando se comemorou o Dia Mundial do leite, a empresa Campo Forte aproveitou a data para reforçar um alerta importante aos produtores e à cadeia leiteira: a qualidade do leite começa no solo.
O leite e seus derivados estão entre os alimentos mais consumidos no mundo, presentes diariamente na mesa de bilhões de pessoas. No entanto, poucos se dão conta de que, para garantir a qualidade do produto que chega à garrafa, é fundamental olhar para a base da produção: a pastagem.
De acordo com a Campo Forte, a saúde do rebanho leiteiro está diretamente ligada à qualidade do solo. Isso porque nutrientes como nitrogênio, fósforo e potássio são essenciais para o desenvolvimento das pastagens, que, por sua vez, impactam diretamente na nutrição dos animais e, consequentemente, na qualidade e na quantidade de leite produzido.
“Você sabia que o leite e seus derivados estão entre os alimentos mais consumidos no mundo? Mas, para garantir qualidade lá na garrafa, é preciso cuidar da base: a pastagem. Se o solo estiver pobre em nutrientes como nitrogênio, fósforo e potássio, a saúde do rebanho é afetada — e isso impacta direto na produção de leite e carne”, ressalta a empresa em publicação nas redes sociais.
A Campo Forte defende a premissa de que solo bem nutrido é sinônimo de leite de alta qualidade. Com foco em soluções para o fortalecimento da fertilidade dos solos, a empresa busca contribuir para uma pecuária mais produtiva, sustentável e eficiente.
No último dia Mundial do Leite, a mensagem da Campo Forte foi clara: cuidar do solo é garantir qualidade na produção, sustentabilidade no processo e alimentos mais saudáveis para toda a população.
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As novas variedades passaram por testes rigorosos em estufas sob alta pressão viral – Foto: Canva
A Bayer anunciou o lançamento de novas variedades de tomate que oferecem resistência reforçada contra o Tomato Brown Rugose Fruit Virus (ToBRFV), uma das maiores ameaças à produção mundial de tomates. As novas cultivares estarão disponíveis ainda este ano e são especialmente indicadas para o cultivo em estufas, prometendo uma proteção mais duradoura contra as mutações desse vírus que tem causado prejuízos significativos aos produtores.
O ToBRFV é um vírus de RNA altamente contagioso que provoca manchas marrons, deformações e perda de qualidade nos frutos, comprometendo a produção. Sua capacidade de mutação rápida permite que ele supere resistências genéticas existentes em muitas variedades, tornando a doença um desafio constante para a cadeia produtiva do tomate.
Para enfrentar esse problema, a Bayer desenvolveu tomates com múltiplos genes de resistência, chamados de “multi-stacked”, que garantem uma defesa mais robusta e duradoura mesmo contra variantes do vírus que quebram resistências tradicionais. Segundo Javier Quintero, líder global de Pesquisa e Desenvolvimento em tomate da divisão Crop Science da Bayer, o ToBRFV que rompe resistências representa uma ameaça constante à rentabilidade dos produtores, que precisam de soluções duradouras sem comprometer a qualidade e o desempenho das plantas.
As novas variedades passaram por testes rigorosos em estufas sob alta pressão viral. Enquanto plantas sem resistência apresentaram sintomas graves do vírus em menos de três semanas, os tomates com múltiplos genes de resistência permaneceram saudáveis mesmo diante da cepa padrão e de variantes mais agressivas do ToBRFV. Entre os primeiros híbridos lançados estão os tomates do tipo red beef “Ferreira” e pink beef “Futumaru”, já disponíveis no mercado. A Bayer também anunciou que, ainda em 2025, lançará novas variedades resistentes para os segmentos Large Truss, Medium Truss, Cocktail, Cherry Plum Truss e Beef.
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Foto: Canva
O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) revisou para cima as estimativas da safra 2024/25 de algodão em Mato Grosso. De acordo com o relatório divulgado na segunda-feira (2), a produtividade projetada alcançou 297,04 arrobas por hectare, o que representa alta de 2,73% em relação à estimativa anterior e de 1,83% frente ao desempenho da safra 2023/24.
O Imea atribui o avanço ao “bom desenvolvimento das lavouras no estado”, destacando a influência positiva das chuvas tardias sobre os talhões semeados fora da janela ideal. “Essas precipitações auxiliaram no desempenho das lavouras mais atrasadas”, informou o instituto no boletim.
A área de cultivo permanece estimada em 1,51 milhão de hectares, o que corresponde a um aumento de 2,97% em relação à safra anterior. Combinando área maior e melhor produtividade, a produção de algodão em caroço foi ajustada para 6,71 milhões de toneladas, avanço de 2,73% sobre a projeção de maio e crescimento de 4,85% frente à safra passada.
A produção de algodão em pluma também foi revisada e agora está estimada em 2,76 milhões de toneladas. Se confirmada, será o maior volume registrado na série histórica de acompanhamento do instituto.
O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) invadiu uma propriedade rural em Umuarama, município da região noroeste do Paraná, informa o Sistema Faep.
A entidade repudia a ação e informa que, até o momento, 100 famílias já estão instaladas na área, com a expectativa que outras 250 cheguem ao acampamento nos próximos dias.
Em nota, o Sistema Faep informa que já procurou as autoridades responsáveis para solicitar que os invasores sejam retirados.
“Já fizemos contato com o comando da Polícia Militar pedindo reforço da segurança na região, principalmente para a garantia da integridade física dos nossos produtores rurais”, destaca o presidente interino da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), Ágide Eduardo Meneguette.
“Esse caso de invasão é mais um exemplo do descaso do governo federal, que participa de eventos do MST, corroborando para os atos de invasão no Paraná e em outros estados. Isso precisa acabar”, complementa.
Na esteira da invasão e de conflitos indígenas em propriedades rurais, o Sistema Faep reforça a necessidade de cumprimento do marco temporal para conferir segurança jurídica aos produtores rurais.
“O Sistema FAEP e o Sindicato Rural de Umuarama estão prestando atendimento ao proprietário da área rural e vão continuar acompanhando a situação na região”, disse a entidade, em nota.
Uma tropa com mais de 100 cavaleiros desfilou nas ruas da maior metrópole da América Latina. Foi com esse ato simbólico e que estreita de uma vez por todas a relação entre campo e cidade que a segunda edição do Global Agribusiness Festival (GAFFFF), em São Paulo, foi oificialmente aberta.
Os equinos, comandados por produtores e produtoras rurais, marcharam do Parque da Água Branca até o Allianz Parque, estádio de futebol do Palmeiras, onde o evento acontece até esta sexta-feira (6) e tem como objetivo levar a cultura agro à cidade.
A ocasião é representada por quatro “Fs”, que simbolizam conteúdo, feira de negócios, gastronomia e entretenimento (forum, fair, food, fun, em inglês). para iniciar palcos de palestras com temas centrais ao setor, além de muita comida da fazenda e cultura agro.
“O sentimento da cavalgada é único. Quando vimos aquela centena de homens e mulheres do campo aqui na capital de São Paulo, na selva de concreto, mostrando o que é o agronegócio, orgulho dos produtores rurais, orgulho de quem planta, de quem colhe, de quem trabalha na roça e tem a mão calejada, a pele marcada pelo sol, foi um sentimento único”, ressaltou o secretario de Agricultura do Estado de São Paulo, Guilherme Piai.
Para ele, a iniciativa deve crescer em 2026. “Queremos que tenha, no mínimo, 300 cavalos no ano que vem para a gente que tudo o que a cidade tem, come e veste vem do produtor rural.”
Um dos pontos mais visitados pelo público foi a Arena de Fogo, que conta com chefes e assadores profissionais. O espaço promove aulas para que o visitante leve para casa os ensinamentos dos mestres churrasqueiros, além de fornecer ao público opções de comida.
A programação completa conta com mais de 90 horas de conteúdo e mais de 200 palestrantes. A diretora-executiva do Canal Rural, Jaqueline Silva, comandou uma das atrações do primeiro dia do evento.
“Foi um prazer poder mediar esse painel, mostrando um pouco do que o agro tem para o público final, porque estar dentro do Allianz é exatamente isso: fazer essa conexão do campo com a cidade e trazer o tema pastagens degradadas, que é tão distante do nosso público final, é muito importante. Então, foi uma honra poder representar o Canal Rural e falar desse agro sustentável que já acontece para que a Faria Lima [centro financeiro de São Paulo], conheça mais o nosso setor”, ressaltou.
Você já ouviu falar dos remineralizadores? Esses insumos agrícolas, também chamados de pós de rocha, vêm ganhando espaço nas lavouras brasileiras por promoverem melhorias no solo e reduzirem a necessidade de fertilizantes solúveis. No contexto da agricultura regenerativa, seu uso é estratégico — com crescimento potencial.
Segundo o pesquisador, Éder de Souza Martins, especialista da Embrapa Cerrados, entre 2019 e 2024, o Brasil aplicou 10 milhões de toneladas de remineralizadores nas lavouras.
A agricultura brasileira sempre enfrentou desafios, principalmente em solos degradados. Mas novas práticas estão mudando essa realidade.
O produtor e agrônomo Rogério Vian, que atua em Caiapônia, no interior de Goiás, começou a usar remineralizadores em sua propriedade em 2020, numa área de pastagem degradada, um dos desafios da agricultura brasileira:
“Começamos com 5 toneladas por hectare, após corrigir a área com calcário. Desde então, os resultados têm sido positivos”, explica.
Os benefícios vão além da nutrição do solo. Thadeu Carlos, consultor técnico da Agrobizão, destaca o impacto direto sobre o controle de pragas, principalmente nas que ocorrem pós colheita, no armazenamento.
“No sorgo que não recebeu aplicação do pó de rocha, observamos muito mais danos causados pelo gorgulho dos cereais. Já na área com cinco toneladas por hectare de remineralizador, o ataque de pragas foi quase inexistente.”, explica.
Aplicacação de remineralizador | Imagem: Divulgação/Vulcano
O que são os remineralizadores?
De acordo com Éder de Souza Martins, especialista da Embrapa Cerrados, os remineralizadores são fontes minerais reguladas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), derivadas de rochas silicáticas ricas em cálcio, magnésio e potássio. Eles atuam melhorando as características físicas, químicas e biológicas do solo.
Segundo Martins, o Brasil foi o primeiro país do mundo a regulamentar oficialmente o uso desses insumos, que integram uma política pública que busca reduzir a dependência nacional de insumos importados, como prevê o Plano Nacional de Fertilizantes 2050.
“Ele está dentro de uma política pública que é exatamente a de diminuição da nossa dependência de insumos importados. E isso está dentro do Plano Nacional de Fertilizantes 2050, que a finalidade é diminuir pela metade a nossa dependência desses insumos importados.“, explica.
Cerrado baiano: tecnologia transforma a paisagem
O uso de tecnologias como agora, os remineralizadores, tornou possível o aproveitamento de solos anteriormente pouco produtivos. A região de Oeste da Bahia, por exemplo, atualmente é é uma das mais produtivas do país, mas nem sempre foi assim.
Mescmo com todo potencial agrícola, a produção de alimentos no Cerrado possui demanda para esse tipo e recente insumo agrícola.
Stéfano Lima, gestor comercial da Vulcano, mineradora de Salvador (BA), que fornece o insumo aos produtores do Oeste da Bahia, explica como a empresa passou a investir no segmento.
“Estudamos nossa jazida por mais de oito anos, fizemos todos os testes necessários e conseguimos o registro do produto junto ao Ministério da Agricultura em 2020. No ano seguinte, obtivemos certificação para uso na agricultura orgânica.”
Para o engenheiro agrícola agrícola, André Dias, os remineralizadores têm papel-chave na agricultura regenerativa:
“Eles funcionam em sinergia com produtos biológicos, servindo como substrato para a atividade microbiana no solo.”, conta.
Desafios logísticos ainda existem
Apesar dos benefícios, a logística ainda é um desafio. De acordo com Éder Martins, a viabilidade econômica está geralmente limitada a um raio de 300 km da fonte. No entanto, soluções como frete de retorno ou transporte ferroviário ampliam o potencial logístico.
De acordo com a Associação Brasileira dos Produtores de Remineralizadores de Solo e Fertilizantes Naturais (Abrefen), o Brasil conta atualmente com os seguintes produtos registrados no Mapa:
58 remineralizadores registrados;
8 fertilizantes minerais simples de composição silicática (FSi);
2 produtos secundários com autorização de comercialização.
Os principais estados produtores são Minas Gerais, Goiás e São Paulo, responsáveis por 77% do volume produzido nacionalmente.
Lavoura de sorgo do produtor rural Rogério Vian, em Caiapônia, no interior de Goiás | Foto: Arquivo pessoal
Para o produtor Rogério Vian, os resultados em campo são visíveis com o uso dos remineralizadores:
“Nós estamos aqui com uma cultura que está totalmente verde, foi usado muito pouco de adubação química, feito mais cobertura com produto foliar e biológicos. E olha a sanidade que está, usando do remanescente de remineralizadores que tinha aqui na área.”, conclui.
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Produtos foram lançados em feira importante – Foto: Canva
O combate ao psilídeo-dos-citros (Diaphorina citri), vetor do greening, ganha reforços com as soluções da Sipcam Nichino. A empresa destaca o inseticida Fiera, que atua de forma inovadora na fase de ninfa, e o acaricida Fujimite, que apresenta eficácia de até 100% no controle do inseto, segundo testes realizados na Estação Experimental Sylvio Moreira, do IAC. O Fujimite também foi reconhecido pelo Fundecitrus no programa “Avalia Psilídeo”, que orienta os citricultores no manejo químico da doença.
Além disso, o fungicida Vitene se destaca no controle de doenças como pinta-preta, verrugose e podridão floral, problemas recorrentes na citricultura. A empresa também aposta na bioestimulação com os produtos Abyss, Blackjak, Nutex Premium e Stilo Verde, que favorecem o desenvolvimento vegetativo, melhoram a fotossíntese, a fixação de flores e frutos, além de contribuir para pomares mais produtivos e saudáveis.
Essas tecnologias são apontadas como fatores que ajudam a explicar a projeção otimista para a safra de laranja 2025/26, que deve atingir 314,6 milhões de caixas, o melhor resultado em dez anos, segundo o Fundecitrus. Todas essas soluções estão sendo apresentadas pela Sipcam Nichino na Expocitros 2025, que ocorre de 3 a 6 de junho, em Cordeirópolis (SP), maior feira citrícola da América Latina.
“A chegada de novas tecnologias está ajudando o produtor no manejo do inseto e resultando em maiores períodos de controle do ‘psilídeo’”, atesta o engenheiro agrônomo Marcelo Palazim, da área de desenvolvimento de mercado. “Com a integração dos produtos, obtiveram-se índices de 80% a 100% no controle da praga, nas avaliações a campo”, resume Palazim.