sexta-feira, maio 22, 2026

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Avanço do caruru preocupa



A praga tem rápida dispersão



A praga tem rápida dispersão
A praga tem rápida dispersão – Foto: Pixabay

O avanço do caruru-roxo (Amaranthus hybridus) e do caruru-palmeri (Amaranthus palmeri) em lavouras de soja tem gerado grande preocupação, especialmente em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Consideradas entre as plantas daninhas mais agressivas, essas espécies apresentam alta capacidade de disseminação e resistência múltipla a herbicidas. O A. hybridus pode reduzir em 6,4% a produtividade da soja mesmo com uma planta por metro quadrado, enquanto o A. palmeri pode causar perdas de até 79%.

Ambas produzem até 600 mil sementes por planta, com dispersão facilitada por máquinas, irrigação, esterco, animais e culturas infestadas. A resistência ao glifosato, um dos herbicidas mais utilizados, torna o controle ainda mais desafiador.  “Isso compromete o controle e torna indispensável a adoção de estratégias mais completas e integradas. Diante desse cenário, o herbicida YAMATO SC, da IHARA, é hoje uma das principais ferramentas disponíveis no manejo dessas espécies de  Amaranthus no Brasil”, afirma o engenheiro agrônomo e gerente de Marketing Regional da IHARA, Gustavo Corsini.

Ensaios demonstram que YAMATO SC tem mais de 90% de eficiência no controle do caruru em pré-emergência, com efeito residual prolongado e alta seletividade para soja. Sua formulação diferenciada garante melhor absorção e menor risco de perdas, sendo amplamente utilizada por produtores e consultores.

Especialistas reforçam a importância do manejo integrado, com rotação de culturas, uso de plantas de cobertura e herbicidas como o YAMATO SC, para reduzir o banco de sementes e dificultar novas infestações. A IHARA reforça seu compromisso em oferecer soluções eficazes para os desafios do campo.

“Sabemos que o caruru-roxo e o caruru-palmeri representam um novo patamar de ameaça às lavouras de soja. Por isso, nossa missão é entregar tecnologias que realmente funcionem no campo e permitam ao produtor manter sua produtividade e rentabilidade”, conclui o gerente de Marketing Regional.

 





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Inscrições para concurso internacional de queijos vão até domingo


Produtores de queijo do Brasil e do exterior terão até este domingo (8) para se inscrever na ExpoQueijo Brasil 2025Araxá International Cheese Awards, a maior premiação de queijos artesanais das Américas.

O evento será realizado entre os dias 26 e 29 de junho, nos salões do Grande Hotel e Termas de Araxá, em Minas Gerais.

O prazo vale para quem deseja participar do Concurso Internacional de Queijos, que integra a programação do evento. A quinta edição do concurso reunirá centenas de produtores, especialistas e entusiastas do queijo artesanal.

“Decidimos ampliar o prazo para garantir a participação de produtores que solicitaram mais tempo para concluir a documentação e os preparativos. Queremos valorizar a diversidade e ampliar a representatividade no concurso”, afirma a organizadora do evento, Maricell Hussein.

Na avaliação do Subsecretário de Política e Economia Agropecuária da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), Gilson Sales, o evento se consolidou como uma grande vitrine mundial para o queijo artesanal regularizado.  

“Neste ano, o concurso terá 45 categorias, contemplando queijos elaborados com leite de vaca, cabra, ovelha, búfala e misturas, que serão avaliados por um corpo de jurados nacionais e internacionais, com base em sete critérios sensoriais: aspecto global, cor, textura, odor, aroma, consistência e sabor”, detalha Sales.

Premiações ao melhor queijo

Queijo; ExpoQueijo Brasil 2025Queijo; ExpoQueijo Brasil 2025
Foto: divulgação ExpoQueijo Brasil 2025

Os premiados receberão medalhas de ouro, prata e bronze, além do cobiçado troféu Super Ouro, concedido ao queijo com maior pontuação geral. “Já temos várias inscrições de produtores da Europa e de muitos países da América Latina que querem participar desta edição especial”, destaca a organizadora Maricell.

Além do Concurso Internacional, a ExpoQueijo Brasil 2025 conta com uma Feira Internacional de Negócios, além de palestras, conferências, mesas de debate, vila gastronômica e cultural.

Em 2024, o concurso reuniu 1.110 queijos de 14 países. Para participar, é necessário que o produtor possua registro junto às autoridades sanitárias do país de origem e que se enquadre nas exigências técnicas do edital. As inscrições devem ser feitas neste link.

*Sob supervisão de Victor Faverin



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Comercialização da safra 24/25 de soja avança e supera 60%



A comercialização da safra 2024/25 de soja no Brasil segue em avanço, mesmo diante de um cenário global desafiador. Segundo levantamento da consultoria Safras & Mercado, com dados coletados até o dia 6 de junho, cerca de 64% da produção projetada já foi negociada. No relatório anterior, com base em informações de 9 de maio, esse percentual era de 57%, o que evidencia uma boa evolução nas últimas semanas.

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Abaixo do ano passado

Apesar do bom ritmo recente, os números continuam abaixo do patamar registrado no mesmo período do ano passado, quando 71,8% da safra já havia sido comercializada. A média dos últimos cinco anos para o período é de 76,9%. Com a safra atual estimada em 172,45 milhões de toneladas, o volume já comprometido soma 110,35 milhões de toneladas.

Safra 25/26 de soja começa a ganhar força

Em relação à safra 2025/26, que ainda será plantada, Safras & Mercado estima que 10,8% da produção futura já foi comercializada de forma antecipada. O volume representa aproximadamente 19,73 milhões de toneladas, considerando uma safra projetada de 182,57 milhões de toneladas.

Esse desempenho supera o dado de maio, quando a comercialização antecipada estava em 7,9%. No entanto, segue abaixo do registrado em igual período do ano passado (14,6%) e da média de cinco anos para o período (20,6%).



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8 marcas são desclassificadas; confira a lista


O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) divulgou, nesta sexta-feira (6), um alerta para o risco que a ingestão de oito marcas de azeite de oliva já desclassificadas por fraude representa para a saúde dos consumidores.

As autoridades sanitárias determinaram o recolhimento dos lotes considerados impróprios para o consumo humano depois que técnicos do Laboratório Federal de Defesa Agropecuária identificaram a presença de outros óleos vegetais misturados ao azeite.

“As análises confirmaram que os produtos não atendem aos requisitos da instrução normativa nº 01/2012, que estabelece os padrões de identidade e qualidade do azeite de oliva”, informou o ministério.

A pasta alerta que a comercialização dos lotes desclassificados configura uma infração grave e que os estabelecimentos que mantiverem os itens à venda podem ser responsabilizados.

Caso algum consumidor tenha adquirido um dos produtos desclassificados, a orientação ministerial é que não o utilize e procure o estabelecimento onde o adquiriu a fim de pedir sua substituição, conforme prevê o Código de Defesa do Consumidor.

Denúncias sobre a comercialização desses produtos podem ser feitas pelo canal oficial Fala.BR, informando o nome e o endereço do local de venda.

Confira a lista das marcas de azeite de oliva desclassificadas



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Festas juninas ao vivo: BRIN TV exibe shows direto de Caruaru e Aracaju


O canal BRIN TV anuncia uma cobertura especial das festas de São João, com transmissão ao vivo de dois dos maiores eventos juninos do país: o São João de Caruaru, em Pernambuco, e a Ajufest, em Aracaju, Sergipe.

A transmissão estará disponível em TVs conectadas das marcas Samsung, LG e TCL. A proposta é ampliar o acesso às tradições culturais nordestinas, levando as celebrações para o público em todo o Brasil por meio de uma programação ao vivo.

O São João de Caruaru será transmitido em duas etapas: de 6 a 15 de junho e de 23 a 28 de junho, sempre às 20h. Já a Ajufest será exibida entre os dias 17 e 22 de junho, também a partir das 20h.

A programação inclui shows de artistas como Wesley Safadão (dia 7), Leo Santana (13) e Daniel (23), entre outras atrações.

A iniciativa é parte da proposta do BRIN TV de mostrar a diversidade cultural brasileira, com foco em turismo, gastronomia, história e artes. O canal é resultado de uma parceria com fabricantes de televisores e tem curadoria do Canal Rural.

A cobertura ao vivo será dividida em blocos e intervalos estratégicos, com o objetivo de proporcionar uma experiência completa e acessível, mantendo o público conectado com as festas juninas, independentemente da localização geográfica.




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O agro brasileiro está envelhecendo?



“Envelhecer com dignidade e propósito deve ser uma conquista coletiva”



“No agro, convivemos com uma geração de profissionais com mais de 50 anos"
“No agro, convivemos com uma geração de profissionais com mais de 50 anos” – Foto: Pixabay

Segundo Antonio Prado G. B. Neto, professor, colunista e CEO da Pirecal Calcário, o Censo Demográfico de 2022 do IBGE evidencia uma realidade inegável: o Brasil está envelhecendo. A idade mediana da população subiu de 29 para 35 anos, a expectativa de vida alcança 76,8 anos e mais de 22 milhões de brasileiros têm 65 anos ou mais. No agronegócio, esse cenário também é visível: convivemos com profissionais com mais de 50 anos, agrônomos, técnicos, gestores e consultores que acumulam mais de 30 safras de experiência e que foram fundamentais na transformação do setor nas últimas décadas.

“No agro, convivemos com uma geração de profissionais com mais de 50 anos — agrônomos, técnicos, gestores e consultores com mais de 30 safras de experiência. Eles foram protagonistas da transformação do setor e ainda têm muito a contribuir”, comenta.

Mesmo com essa bagagem, muitos desses profissionais enfrentam o etarismo — preconceito silencioso que limita oportunidades com base na idade. Antonio Prado alerta que, embora as pautas de diversidade no meio corporativo tenham avançado em aspectos como gênero, raça e inclusão de pessoas com deficiência, a inclusão etária ainda é um tabu pouco debatido. E isso acontece justamente em um setor que atrai cada vez mais jovens, interessados em inovação, tecnologia e sustentabilidade.

A complementaridade entre gerações, destaca Prado, é uma vantagem estratégica. A valorização dos profissionais 50+ não significa excluir os mais jovens, mas promover um ambiente onde o intercâmbio de saberes, técnicas e visões de mundo fortalece o agro brasileiro. Essa convivência entre experiência e inovação é chave para o crescimento sustentável, resiliente e mais humano do setor. “Envelhecer com dignidade e propósito deve ser uma conquista coletiva. O respeito que construirmos hoje será o que colheremos amanhã”, conclui.

 





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Estimativa de produção de trigo é reduzida em 2,7% por consultoria



A estimativa para a safra de trigo brasileira 2025/26 foi indicada pela StoneX em 7,69 milhões de toneladas, recuo de 2,7% em relação ao que a empresa esperava no último mês.

De acordo com o consultor em Gerenciamento de Riscos da companhia, Jonathan Pinheiro, o cenário recente indica menor propensão dos agricultores a investir no cereal como cultura de inverno nesta temporada, especialmente nos principais estados produtores, como Paraná e Rio Grande do Sul.

“Nesse sentido, a área destinada à cultura no Paraná é estimada agora em 905 mil hectares, enquanto no Rio Grande do Sul está em torno de 1,1 milhão de hectares. Devido ao corte na área semeada, a expectativa é de que a produção paranaense caia 2,2% e a gaúcha seja 4,3% menor, no comparativo mensal”, detalha Pinheiro.

Apesar desta nova revisão, há uma perspectiva de crescimento para a produção em comparação ao ciclo produtivo 2024/25.

Oferta e demanda de trigo

No recorte de oferta e demanda, a StoneX observa uma diminuição da disponibilidade de trigo no mercado interno, devido ao corte nas estimativas de produção, ainda sem uma contrapartida do lado das importações.

Por outro lado, conforme o plantio avança, não tem sido observado um progresso na comercialização de sementes no mesmo ritmo.

“Acredita-se que, em grande parte, a demanda de sementes esteja sendo suprida por estoques salvos previamente para esta finalidade. No entanto, não é descartada a possibilidade de desistência do plantio por uma parte dos produtores, o que justificaria os números inferiores para a área e produção de trigo nesta safra”, salienta.

Diante desse cenário, espera-se uma retração significativa nos estoques finais do trigo no país e, consequentemente, na relação estoque/uso.

Em números, os estoques finais são agora estimados em 255 mil toneladas, uma redução de 44,3% em relação ao que se esperava na última edição deste relatório, e de 38,1% em relação à safra 2024/25.



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Preço da soja é contido por câmbio em queda


O mercado internacional da soja segue estável, com cotações praticamente inalteradas nas últimas semanas em Chicago. Segundo análise da Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema), divulgada nesta quinta-feira (5), o contrato com vencimento mais próximo encerrou o pregão cotado a US$ 10,51 por bushel, repetindo o valor da semana anterior. A média de maio também foi de US$ 10,51, o que representa alta de 2,2% em relação à média de abril.

De acordo com o Ceema, “as atenções do mercado estão voltadas ao clima nos EUA, em função da proximidade do encerramento do plantio da oleaginosa por lá, e do conflito comercial entre China e EUA”. Enquanto isso, no Brasil, a valorização do real, que fez o câmbio recuar para R$ 5,59 por dólar no dia 5 de junho, limitou a evolução dos preços da oleaginosa no mercado interno. As cotações oscilaram entre R$ 106,00 e R$ 123,00 por saca nas principais regiões produtoras. No Rio Grande do Sul, a média semanal foi de R$ 121,12, mas em diversas praças locais os preços recuaram para R$ 119,00.

Nos Estados Unidos, o Departamento de Agricultura (USDA) informou que, até 1º de junho, 84% da área prevista para o cultivo da soja já havia sido plantada. Em 2023, esse percentual era de 77%, enquanto a média histórica é de 80%. Também foi registrada uma taxa de germinação de 63%, ante 57% da média histórica. Além disso, 67% das lavouras apresentavam boas ou excelentes condições.

No que se refere às exportações norte-americanas, os embarques da semana encerrada em 29 de maio somaram 268.343 toneladas, volume que ficou dentro das expectativas do mercado. Com esse desempenho, os EUA já acumularam 44,6 milhões de toneladas exportadas no atual ano comercial, 11% acima do registrado no mesmo período do ano anterior.

O Ceema também destaca a expectativa do mercado em relação ao próximo relatório de oferta e demanda do USDA, previsto para o dia 12 de junho. Outra variável que influencia o comportamento das cotações é a crescente competitividade da soja norte-americana em destinos alternativos à China. “Parte dessa competitividade maior da soja estadunidense passa pelos prêmios mais altos no Brasil, já que os produtores têm segurado o produto esperando preços melhores e não haveria mais soja disponível da safra velha”, aponta a entidade. Com isso, há expectativa de recuperação dos preços nos próximos meses no mercado brasileiro.

No cenário interno, a Aprosoja do Mato Grosso do Sul informou que a área de cultivo da soja para a safra 2024/2025 atingiu 4,5 milhões de hectares, com produtividade média estimada em 51,8 sacas por hectare e produção total de 14,06 milhões de toneladas.

Já no estado do Mato Grosso, inicia-se no próximo sábado, 8 de junho, o período do vazio sanitário da soja. A medida proíbe o cultivo e a presença de plantas vivas da oleaginosa até 6 de setembro, com o objetivo de prevenir a incidência do fungo causador da ferrugem asiática.





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Consultor orienta sobre a safra 25/26 de soja; clima, armazenagem e atenção à alta nos preços estão no radar



Junho e julho marcam o mercado climático nos Estados Unidos, período em que as condições do tempo influenciam diretamente as cotações das commodities agrícolas na Bolsa de Chicago. A instabilidade climática já provocou perdas em lavouras de trigo na China e na Rússia, e agora ameaça a safra norte-americana de milho e soja. Esse cenário global reforça a importância de atenção redobrada dos produtores brasileiros no planejamento da safra 2025/26.

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Segundo o consultor de agronegócio Vlamir Brandalizze, o momento exige preparo e agilidade. ”O produtor tem que se preparar, porque as chuvas vão entrar na hora certa, entre setembro e outubro. O clima será melhor, especialmente para o produtor gaúcho”, avalia. Com perspectivas climáticas mais favoráveis no Brasil e menor oferta global de grãos, a demanda por farelo de soja e milho deve crescer, aquecendo o mercado.

Comercialização e planejamento

Brandalizze destaca que o produtor deve ‘manter o radar ligado’ nas oportunidades de comercialização durante este período, aproveitando os momentos de alta nos preços. “O mercado está lento, e muita gente fez a safrinha de milho de 2026 já visando a compra antecipada de insumos para a soja. Esse tipo de planejamento é essencial”, aponta.

A projeção para a nova safra é de cerca de 50 milhões de hectares plantados com soja, com potencial de colheita acima de 180 milhões de toneladas. Se confirmada, será a maior safra da história do Brasil. No entanto, tamanha produção exigirá atenção especial à infraestrutura e logística. ”Vamos ter problemas de armazenagem em 2026 se não houver preparo. E isso inclui também o frete, que pode ter disparada de preços. O ideal é ir fechando contratos aos poucos, sem deixar tudo para a última hora.”

Produtividade de soja precisa acompanhar o ritmo

Com margens de lucro por saca cada vez mais apertadas, o aumento da produtividade é indispensável para manter a rentabilidade. ”Os tempos de 40 a 50 sacas por hectare ficaram para trás. Hoje, precisamos mirar entre 80 e 100 sacas, ou até mais, por hectare. Isso só vem com investimento, tecnologia e gestão”, ressalta o consultor.

A dependência de insumos importados, como fertilizantes e defensivos agrícolas, também segue como um ponto de atenção. “Vamos ter recorde de área plantada, o que aumenta a demanda por insumos e pode gerar gargalos logísticos. Quem deixar para comprar na última hora pode enfrentar problemas de entrega e de preço.”

O produtor não pode parar

Em um cenário desafiador e promissor ao mesmo tempo, o recado de Brandalizze é direto: o produtor precisa estar um passo à frente. ”O produtor é aquele que não pode parar. A produtividade é a chave, mas ela depende de preparo, investimento e decisão no tempo certo. Não dá mais para esperar o último momento. A safra começa muito antes do plantio.”



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Produtores do RS fazem novo tratoraço pedindo securitização das dívidas



Produtores do Rio Grande do Sul realizaram um novo tratoraço no norte do estado nesta sexta-feira (6). Os organizadores estimam que mais de 400 máquinas participaram da marcha pela rodovia ERS-153, entre os municípios de Tio Hugo e Passo Fundo, onde devem ficar concentradas ao longo do dia.

O movimento cobra a securitização das dívidas rurais dos agricultores gaúchos, acumuladas em função de sucessivos prejuízos provocados por eventos climáticos.

Os organizadores do movimento afirmam que atualmente há 85 pontos de mobilização em todo o Rio Grande do Sul. Levantamento da Polícia Rodoviária, atualizado na manhã desta sexta, indica 15 bloqueios em rodovias federais no estado, em função de protestos de produtores.

No fim de maio, em uma tentativa do governo federal de auxiliar os agricultores gaúchos, o Conselho Monetário Nacional (CMN) publicou uma resolução prorrogando por três anos as dívidas de custeio. Para as parcelas de investimento com vencimento neste ano, o prazo foi estendido por um ano.

A medida não agradou os produtores do estado, que pedem uma solução a longo prazo, como a securitização de R$ 60 bilhões para pagamento em 20 anos. Há um projeto do senador Luís Carlos Heinze (PP-RS) nesse sentido, já aprovado pela Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado, que aguarda apreciação em outras comissões.



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