sexta-feira, maio 22, 2026

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B3 e Chicago mantêm alta no milho


Segundo a TF Agroeconômica, o milho na B3 encerrou a quinta-feira com valorização pelo terceiro dia seguido, impulsionado pelas cotações em alta na Bolsa de Chicago (CBOT). Mesmo com a queda do dólar, que já acumula perdas de 2,32% desde o início da semana, os contratos futuros de milho avançaram, indicando a força do movimento internacional. 

O vencimento julho/25 fechou em R$ 64,37, com alta diária de R$ 0,37 e semanal de R$ 1,65. Já o contrato julho/26 encerrou a R$ 65,38, subindo R$ 0,10 no dia e R$ 1,66 na semana. O vencimento setembro/25 alcançou R$ 68,95, com ganho de R$ 0,37 no dia e de R$ 1,41 na semana.

Em Chicago, os preços também subiram, segundo as informações, refletindo a preocupação com o atraso no plantio da safra 2024 nos Estados Unidos. O contrato julho subiu 0,17%, fechando em US$ 4,3950 por bushel, enquanto o contrato setembro avançou 0,86%, para US$ 4,3150 por bushel. A lentidão no ritmo do plantio em regiões como Ohio pode levar produtores a optar pela cobertura de solo no lugar do milho, o que contribui para a valorização dos futuros, especialmente os de dezembro, que atingiram o maior patamar em mais de duas semanas.

Apesar do cenário altista, a valorização do real frente ao dólar vem reduzindo a competitividade do milho brasileiro no mercado externo. Esse movimento já começa a se refletir nos prêmios de exportação para setembro, justamente quando a safrinha estará totalmente disponível para embarque. O mercado segue atento ao câmbio e às condições climáticas nos EUA, fatores determinantes para a tendência dos preços nos próximos dias.

 





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Mercado de milho segue travado no Sul e Centro-Oeste


Segundo informações da TF Agroeconômica, o mercado de milho segue estagnado em várias regiões do país, com destaque para o Rio Grande do Sul, onde a liquidez continua baixa. Os produtores mantêm o cereal estocado, aguardando preços mais atrativos, enquanto a indústria de rações enfrenta dificuldades de abastecimento. Mesmo com pequenas liberações por parte de cooperativas, a oferta voltou a cair, e as indicações de compra permanecem estáveis entre R$ 66,00 e R$ 69,00 em municípios como Santa Rosa, Marau e Montenegro.

Em Santa Catarina, apesar de uma safra recorde, o mercado também está travado pela falta de consenso entre produtores e compradores. Os preços pedidos no Planalto Norte e Campos Novos chegam a R$ 85,00/saca, enquanto as ofertas não ultrapassam R$ 80,00. A colheita avança com produtividade histórica de 9.717 kg/ha e previsão de 2,4 milhões de toneladas, mas a distância entre os preços ainda impede retomada nos negócios.

No Paraná, a safrinha começa lentamente, com apenas 3% colhida. O milho disponível tem sido ofertado entre R$ 76,00 e R$ 80,00 nos Campos Gerais, mas a umidade elevada dificulta os trabalhos no campo. A estimativa de produção é de 16,15 milhões de toneladas, podendo alcançar novo recorde estadual. Apesar disso, o mercado continua em compasso de espera, com poucos negócios fechados.

Já no Mato Grosso do Sul, a comercialização segue travada, com a saca cotada entre R$ 53,00 e R$ 57,00. A oferta é limitada e compradores aguardam avanço da colheita, prevista para julho. Problemas pontuais como falhas no estande, pragas e estresse hídrico afetam parte das lavouras, especialmente no sul do estado. Ainda assim, a produção projetada é de 10,2 milhões de toneladas, um aumento de 20,6% em relação ao ciclo anterior.

 





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Uso de bioinsumos e rastreabilidade agropecuária foram destaques do GAFFFF 2025



Carne, muita música, tecnologia, inovação e três painéis simultâneos. Essa foi a tônica do Global Agribusiness Forum (GAFFFF 2025), em São Paulo, que aconteceu entre quinta e sexta-feira (5 e 6) e colocou a sustentabilidade no campo no centro dos debates.

Assim, lançamentos, como a chegada do primeiro bionematicida ao Brasil e a adoção de bioinsumos no país, que cresceu 13% na safra 2024/25, com destaque para o uso na cultura da soja, ganharam destaque.

Mato Grosso lidera a adoção destes produtos provenientes de matéria-prima natural, com 34% do mercado. De acordo com o diretor-presidente da Croplife Brasil, Eduardo Leão, tais insumos, além do apelo sustentável, têm mostrado ganhos expressivos de produtividade a cada ano.

“Não por acaso, hoje 26% de todas as terras com produção no Brasil já utilizam, de alguma forma, esses produtos que controlam pragas, doenças e promovem o crescimento [das culturas].”

Ao contrário de outros países, o Brasil tem utilizado bioinsumos em produção de larga escala. Com o aumento dessa demanda, foi lançado recentemente e debatido no GAFFFF o projeto Bioinsumos do Brasil, que busca posicionar o país como referência global, fortalecendo o mercado e ampliando oportunidades de exportação.

“Iniciamos esse convênio com a Apex [Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos] e estamos com uma perspectiva muito positiva de ampliação das nossas exportações, que já ocorrem, mas que esperamos que cresçam bastante nos próximos anos”, ressalta Leão.

A temática também deve ser destaque na Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP 30), que acontece em novembro no Brasil. Em um painel especial no GAFFFF, o governador do Pará, estado que vai sediar a cúpula do clima, Helder Barbalho, falou sobre a preparação para o evento.

Além disso, destacou a importância de conciliar a produção de alimentos com sustentabilidade e apresentou os avanços na rastreabilidade individual do rebanho bovino, medida já adotada no Pará.

“Nós precisamos conciliar produção de alimento com sustentabilidade e a pecuária do estado deve, a partir da integridade produtiva com rastreabilidade individual, garantir que possamos saber a origem da pecuária desde o nascimento até o abate, o que garante para quem consome saber o que está consumindo, sua origem, e quem produz, a indústria da carne, compreender que a sua cadeia produtiva está dentro da legalidade ambiental”, diz o governador.

Segundo ele, o foco central do estado é financiar e apoiar o pequeno produtor, aqueles que tenham até 100 hectares de propriedade, para o atendimento a essas metas.



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Preço da Cesta Básica cai em maio, mas tem alta no acumulado do ano


O preço da cesta básica de alimentos diminuiu em 15 capitais do país no mês de maio, em comparação a abril. As maiores quedas foram registradas no Recife (-2,56%), em Belo Horizonte (-2,50%) e Fortaleza (-2,42%). As duas altas foram registradas em Florianópolis (0,09%) e Belém (0,02%).

Os dados, divulgados nesta sexta-feira (6), são do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), que pesquisa mensalmente o preço da cesta de alimentos em 17 capitais.

São Paulo foi a capital em que o conjunto dos alimentos básicos apresentou o maior custo: R$ 896,15, seguida de Florianópolis (R$ 858,93), Rio de Janeiro (R$ 847,99) e Porto Alegre (R$ 819,05). Os menores valores foram registrados em Aracaju (R$ 579,54), Salvador (R$ 628,97), Recife (R$ 636,00) e João Pessoa (R$ 636,73).

Nas regiões Norte e Nordeste, a composição da cesta é diferente, geralmente com produtos mais baratos.

Comparando o preço da cesta básica de maio deste ano com a do mesmo mês de 2024, houve alta em 16 das 17 capitais pesquisadas, com variações que oscilaram entre 0,77%, em Natal, e 8,43%, em Vitória. Na capital sergipana, não houve variação.

Variação ao longo do ano

No acumulado dos cinco primeiros meses do ano (de janeiro a maio), o custo da cesta básica aumentou em todas as capitais pesquisadas, com taxas que oscilaram entre 2,48%, em Campo Grande, e 9,09%, em Belém.

São Paulo registrou a cesta mais cara em maio. Levando em consideração a determinação constitucional de que o salário mínimo deveria ser suficiente para suprir as despesas de uma família de quatro pessoas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o Dieese estimou que o valor do salário mínimo necessário, no quinto mês do ano, deveria ser de R$ 7.528,56 ou 4,96 vezes o mínimo reajustado em R$ 1.518.

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Foto: JBS Canada/divulgação

Em maio de 2025, o preço da carne de primeira subiu em 14 das 17 cidades pesquisadas, com destaque para Curitiba (alta de 3,91% em comparação a abril) e Florianópolis (2,68%).

Houve redução de preço em três cidades: São Paulo (-0,82%), Fortaleza (-0,65%) e Porto Alegre (-0,04%).

No acumulado de 12 meses, o preço da carne subiu em todas as 17 capitais pesquisadas. As elevações ficaram entre 7,43%, em Aracaju, e 28,86%, em Brasília.

O preço do quilo do café em pó aumentou em 16 capitais em maio, na comparação com o mês anterior. Destaque para as variações de Aracaju (10,70%), São Paulo (8,49%) e João Pessoa (7,98%).

Houve redução de valor em Goiânia (-1,71%). No acumulado de 12 meses, o preço do café apresentou alta em todas as 17 cidades pesquisadas. As elevações ficaram entre 75,5% (em São Paulo) e 127,89% (em Vitória).

O preço do arroz agulhinha caiu nas 17 capitais pesquisadas. As baixas variaram entre -12,91%, em Vitória, e -1,80%, em Belo Horizonte.

No acumulado de 12 meses, houve, também, diminuição do preço em todas as capitais pesquisadas, com variações entre -29,17%, em Vitória, e -3,57%, em São Paulo.

O preço do tomate também ficou menor nas 17 capitais da pesquisa. As quedas variaram entre -20,85%, em Belo Horizonte, e -1,64%, em Aracaju. No acumulado de 12 meses, apenas Vitória (11,41%) apresentou taxa positiva. Nas demais capitais, o valor caiu, com destaque para João Pessoa (-32,22%), Natal (-27,87%) e Recife (-25,33%).



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Como os preços da arroba do boi gordo encerraram a semana? Confira aqui



O mercado físico do boi gordo encerrou a semana com alta em seus preços. De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, a dificuldade na composição das escalas de abate explica o movimento.

“Isso acontece, em especial, quando se trata de animais jovens, com até 30 meses de idade. A oferta de fêmeas segue representativa, em especial de fêmeas com maior idade”, ressalta.

Segundo ele, exportações seguem em alto nível, com expectativa de mais um recorde de embarques para a atual temporada. “O Brasil continua como a melhor alternativa para o fornecimento global de carne bovina.”

Preços da arroba do boi

  • São Paulo: R$ 316,33 — ontem: R$ 315,08
  • Goiás: R$ 299,11 — anteriormente: R$ 294,11
  • Minas Gerais: R$ 300,29 — na quinta: R$ 297,35
  • Mato Grosso do Sul: R$ 313,52 — ontem: R$ 312,39
  • Mato Grosso: R$ 310,20 — anteriormente: R$ 306,76

Mercado atacadista

O mercado atacadista apresenta preços firmes para a carne bovina. “O ambiente de negócios ainda sugere por alguma alta dos preços no curto prazo, considerando a boa reposição entre atacado e varejo durante a primeira quinzena do mês, período pautado por maior apelo ao consumo”, destaca Iglesias.

Conforme o analista, o limitador para altas mais consistentes segue na situação das proteínas concorrentes, em especial da carne de frango, que possuem a preferência de grande parte da população.

O quarto traseiro segue no patamar de R$ 24,50 por quilo, o dianteiro ainda é cotado a R$ 19,50 e a ponta de agulha continua no patamar de R$ 18,50, por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,29%, sendo negociado a R$ 5,5690 para venda e a R$ 5,5670 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5598 e a máxima de R$ 5,6173. Na semana, a moeda teve desvalorização de 2,64%.



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Apostar no trigo pode ser boa ideia


Segundo a TF Agroeconômica, a perspectiva de redução na próxima safra de trigo no Rio Grande do Sul, causada por uma queda de 60% na venda de sementes e consequente retração de 40% na área plantada, pode gerar uma valorização do grão no ciclo seguinte. Com isso, os produtores que nadarem contra a corrente e decidirem plantar poderão ser recompensados com preços mais altos, diante de uma possível escassez no mercado.

No curto prazo, o mercado gaúcho segue com negócios pontuais, em ritmo lento. Os preços variam entre R\$ 1.300,00 e R\$ 1.400,00 a tonelada, dependendo da proximidade dos moinhos. Estima-se que ainda restem entre 350 mil e 390 mil toneladas para negociação no estado. Já há ofertas da nova safra a R\$ 1.250,00 FOB, mas sem aceitação dos compradores. O preço de exportação para dezembro foi estimado em R\$ 1.330,00, enquanto na pedra, em Panambi, manteve-se em R\$ 70,00/saca.

Em Santa Catarina, a queda do dólar reduziu em R\$ 44,00 por tonelada o preço do trigo importado. Os negócios com a safra velha permanecem pontuais, com valores próximos a R\$ 1.400,00/t FOB. O plantio da nova safra ainda não avançou, pois a janela ideal não chegou, e a venda de sementes já caiu cerca de 20% em relação ao ano passado. Os preços pagos aos produtores seguem estáveis há várias semanas, com destaque para Xanxerê e Rio do Sul, ambos com R\$ 80,00/saca.

No Paraná, o mercado permanece travado, com vendedores pedindo R\$ 1.550,00/t FOB ou mais, e compradores ofertando até R\$ 1.500,00, com retirada em junho e pagamento em julho. Há ainda compradores interessados na nova safra a R\$ 1.400,00 para outubro e R\$ 1.350,00 para novembro, mas não há vendedores dispostos. Um estudo feito por cooperativa local indicou que é possível incentivar o plantio investindo menos: ao invés de tirar R\$ 3 milhões do caixa, a aplicação de apenas R\$ 800 mil no mercado futuro geraria o mesmo impacto. A média semanal do preço da pedra recuou 0,13% para R\$ 79,41/saca, com o lucro médio do triticultor estimado em 8,0%, segundo o Deral.

 





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Saiba as cotações de soja na primeira sexta-feira de junho



O mercado brasileiro de soja teve uma sexta-feira de preços mistos, com movimentações pontuais no físico e leve presença de negócios, tanto no interior quanto nos portos. De acordo com o consultor da Safras & Mercado, Rafael Silveira, os preços oscilaram ao longo do dia, com algumas praças registrando leve avanço, enquanto outras ajustaram para baixo no ritmo do comprador.

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A Bolsa de Chicago teve sessão volátil, mas encerrou com ganhos, apoiada por preocupações com o clima seco nos Estados Unidos e sinais positivos nas relações comerciais entre China e EUA. Por outro lado, o dólar caiu frente ao real, o que limitou a competitividade da soja brasileira. Apesar disso, os prêmios de exportação seguem firmes.

Os preços de soja pelo país

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 130,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 131,00
  • Porto de Rio Grande (RS): manteve em R$ 134,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 126,00 para R$ 129,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 132,00 para R$ 134,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 117,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 120,00 para R$ 120,50
  • Rio Verde (GO): caiu de R$ 121,00 para R$ 119,50

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam em alta nesta sexta-feira, ampliando os ganhos semanais. A combinação entre clima seco em áreas do cinturão produtor e sinais de retomada nas negociações comerciais entre China e Estados Unidos sustentou os preços.

O conselheiro econômico da Casa Branca, Peter Navarro, declarou que a conversa entre os presidentes Donald Trump e Xi Jinping foi produtiva e pode abrir caminho para uma nova reunião nos próximos dias, elevando o otimismo dos mercados.

Embora as chuvas recentes tenham melhorado a umidade em algumas regiões das Planícies do Sul e do Meio-Oeste dos EUA, a seca ainda persiste em áreas críticas como o centro-norte do Kansas, sudeste de Nebraska, Iowa, sul de Minnesota, norte de Illinois, norte de Indiana e oeste de Ohio. Essas condições podem prejudicar o desenvolvimento inicial das lavouras de soja e milho.

Contratos futuros

Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com alta de 5,50 centavos de dólar (0,52%), a US$ 10,57 1/4 por bushel. A posição novembro subiu 3,75 centavos (0,36%) e encerrou a US$ 10,37 por bushel.

Nos subprodutos, o farelo julho recuou US$ 1,40, a US$ 295,70 por tonelada. Já o óleo com vencimento em julho teve ganho de 0,85% (1,82%), a 47,50 centavos de dólar por libra-peso.

Dólar

O dólar comercial encerrou o dia em queda de 0,29%, cotado a R$ 5,5690 para venda. Ao longo da sessão, a moeda variou entre R$ 5,5598 e R$ 5,6173. Na semana, acumulou desvalorização de 2,64%.



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Fábrica da Coca-Cola volta a funcionar após liberação do Mapa



O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) autorizou na tarde desta sexta-feira (6) a Solar, segunda maior produtora da Coca-Cola no Brasil, a retomar suas operações.

Na última terça-feira (3), a fábrica de Maracanaú, na Região Metropolitana de Fortaleza, no Ceará, havia voluntariamente interrompido a produção e o envase das bebidas após ter sido identificado possível contaminação de etanol alimentício do sistema de resfriamento nos produtos.

Por conta da suspeita, aproximadamente 9 milhões de litros de bebidas produzidas pela companhia foram para análise laboratorial. “A medida visa garantir que todos os itens estejam plenamente adequados para o consumo antes de serem comercializados”, disse o Mapa, na ocasião.

“Após apresentação dos resultados de rigorosos testes que confirmaram absoluta segurança dos processos produtivos da Solar, a empresa foi autorizada a retomar a sua produção”, disse a companhia, em nota.

De acordo com a Solar, em nenhum momento a segurança dos produtos foi afetada. “Como sempre, a empresa seguirá trabalhando em colaboração e parceria com as autoridades”, completa o texto.



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Aplicação do crédito rural da safra 2024/25 somou R$ 330,9 bilhões



Há apenas um mês do término do Plano Safra 2024/25, foram desembolsados, considerando todos os produtores rurais, R$ 330,93 bilhões no período de julho de 2024 a maio de 2025, de acordo com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

O montante representa um avanço de 11% em relação ao balanço divulgado no mês anterior. De acordo com a pasta, em relação aos beneficiários do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) e demais produtores rurais, foram consumidos R$ 273,84 bilhões em maio, ou seja, incremento de R$ 27 bilhões se comparados com o mês de abril.

De acordo com o ministério, esse desempenho compreende os seguintes financiamentos:

  • Custeio: R$ 155,07 bilhões;
  • Investimento: R$ 56,97 bilhões; e
  • Comercialização e industrialização: R$ 70,90 bilhões

Volume de crédito menor

O volume de crédito desembolsado pelo Pronamp e pelos demais produtores rurais corresponde a cerca de 68% da programação estabelecida para a safra em vigor e a 82% dos recursos consumidos no mesmo período da safra 2023/2024, que foi de R$ 332,50 bilhões.

De acordo com o Mapa, essa diferença ocorre apenas em decorrência da performance relacionada aos demais produtores rurais, que, em contrapartida, estão se financiando por meio de cédulas de produto rural (CPRs).

Até o mês de abril, as CPRs registravam emissões, no período de julho/2024 a abril/2025, de R$ 331,4 bilhões, considerando aquelas emitidas em favor de instituições financeiras (R$ 150,5 bilhões) e as emitidas em favor do mercado de capitais (R$ 180,9 bilhões), resultando em R$ 116,2 bilhões a mais de financiamentos, por meio desse título, comparativamente ao mesmo período do ano agrícola anterior.

Desempenho do Pronamp

O Mapa sinaliza como destaque o Pronamp, que está com desempenho positivo em todas as finalidades de crédito, tanto em número de contratos como em valores desembolsados.

Foram R$ 53,48 bilhões em 202.137 contratos. Em operações de custeio e de investimento, foram R$ 47 bilhões e R$ 6,48 bilhões, em 174.243 e 27.894 contratos, respectivamente.

Dentre as fontes de recursos com performances superiores às da safra passada, destacam-se:

  • Poupança Rural Controlada: 24% de variação;
  • Recursos equalizados do BNDES: 13%; e
  • Recursos Livres Equalizáveis: 181%

Nas fontes com taxas de juros não controladas, a Poupança Rural Livre teve variação de 113%.

No conjunto dos programas de investimento agropecuário, que possuem equalização de taxas de juros, há um saldo a ser comprometido de 29%, enquanto os recursos equalizáveis para custeio e comercialização apresentam um saldo de 14%.

De acordo com o Mapa, os valores apresentados representam a parcela dos financiamentos contratados efetivamente liberados ou concedidos, sendo, portanto, provisórios.



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Frio invade lavouras e 2ª onda de frio derruba temperaturas em vários estados; saiba onde



Os próximos dias devem trazer chuvas fortes para as lavouras do Norte do país. Em Roraima, no entanto, a notícia não é das melhores para o campo. A precipitação prevista vem acompanhada de rajadas de vento, o que pode causar estragos pontuais e dificultar o andamento das atividades.

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Já no Centro-Oeste e nas regiões do Matopiba, o cenário é mais favorável. O tempo firme deve predominar, garantindo boas condições para a colheita da segunda safra.

No Paraná, no sul de Minas Gerais e no litoral de São Paulo, a previsão é de pancadas de chuva mais intensas. Nessas áreas, os produtores devem se preparar para pausas nos trabalhos, já que o tempo instável pode atrapalhar o ritmo no campo.

Frio chega às lavouras

A partir da próxima semana, uma nova massa de ar frio avança sobre às lavouras do Centro-Sul, trazendo a segunda onda de frio do ano. Estados como Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, São Paulo e até mesmo o Rio de Janeiro devem registrar manhãs geladas, com temperaturas que seguem baixas ao longo do dia.

A chuva prevista para o país nos próximos dias deve variar entre 15 e 30 milímetros um volume baixo, que favorece a colheita, mas não resolve a necessidade de umidade para quem ainda depende de água para o desenvolvimento da segunda safra. Pelo menos nos próximos dez dias, não há previsão de melhora nesse cenário.

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