quinta-feira, maio 21, 2026

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FPA critica novo pacote de tributos do governo



O presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado federal Pedro Lupion (PP-PR), criticou a proposta do governo de instituir uma alíquota de 5% de imposto sobre as Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs). Atualmente, tanto as LCAs quanto as Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) são isentas de Imposto de Renda.

“Eles (governo) sabem que (o Congresso) não tem como aceitar isso, sabem que isso é prejudicial para o setor que carrega a nossa economia. Não vamos nos calar”, afirmou o parlamentar.

Entidades do mercado imobiliário também se manifestaram contra o fim da isenção das LCIs. O setor alerta que a mudança pode encarecer o crédito imobiliário, exigindo maior valor de entrada por parte dos consumidores na aquisição de imóveis.

O pacote tributário foi apresentado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, após reunião com parlamentares no domingo (8). Após quase seis horas de conversas, foi anunciado um acordo para reduzir o impacto do aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), com compensações via taxação de apostas eletrônicas (bets) e outras medidas sobre o sistema financeiro.

Essas mudanças devem ser encaminhadas ao Congresso por meio de uma medida provisória, um projeto de lei complementar e, eventualmente, uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), a depender do conteúdo.

No entanto, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou nesta segunda-feira (9) que não há compromisso do Congresso com a aprovação dessas medidas. “A medida provisória será enviada apenas para que, do ponto de vista contábil, não se tenha de aumentar o contingenciamento que já está sendo feito”, afirmou, durante evento promovido pelos jornais Valor Econômico e O Globo, e a rádio CBN.

Parlamentares da base do governo minimizaram a declaração, indicando que outras lideranças políticas ainda serão consultadas. Contudo, a resistência de grupos como a FPA e representantes do setor imobiliário aponta para uma tramitação com forte oposição.

Em nota, a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) afirmou que o pacote tem “caráter arrecadatório e de curto prazo”, e não resolve “o problema em si, que é estrutural e exige ações coordenadas de curto, médio e longo prazos”.

*Com informações do Estadão Conteúdo



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Casal paraibano lança rótulos de vinho fino em Sousa, sertão da Paraíba



Em meio ao sertão da Paraíba (PB), um sonho plantado por Herta Sônia e Jarismar Gonçalves começa a transformar a paisagem e a economia do município de Sousa.

O casal que é responsável pela criação da Vinícola Château HS, lançou com apoio do Sebrae/PB, os primeiros rótulos de vinho fino produzidos em Sousa (PB). A apresentação aconteceu durante o Sousa Wine e Festival.

Herta e Jarismar iniciaram o processo do cultivo das uvas há dois anos – apostando na força do sonho e no potencial do solo -, destaque para uva vitis vinífera – espécie de videiras para a produção de vinho -, em quatro variedades: Malbec, Syrah, Tannat e Touriga Nacional. 

A produção já alcançou uma tonelada, resultado de técnicas modernas como a fertirrigação, inspiradas na vitivinicultura do Vale do São Francisco.

A vitivinicultura é o conjunto de atividades que envolvem tanto o cultivo da uva (viticultura) quanto a produção de vinho (vinicultura).

Uvas abrem as porteiras em Sousa

A vinícola Château HS também celebra a história de vida do casal. Um dos rótulos, Nozze D’argento, marca os 25 anos de casamento de Herta e Jarismar.

Já o rótulo Abelisaurus homenageia as famosas pegadas de dinossauros da região, reforçando o vínculo com a cultura local.

“Trata-se do primeiro lançamento de rótulos de vinho produzido em solo de Sousa. E o Sebrae enquanto instituição de fomento ao desenvolvimento dos pequenos negócios, participa dessa ação cumprindo o seu dever”, afirma Camila Nóbrega, gerente da agência do Sebrae/PB em Sousa.

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp.

Com apoio do Sebrae/PB, a vinícola aposta também no enoturismo como novo vetor de desenvolvimento para Sousa.

“Não só para a vinícola em particular, mas para toda a região, que cresce junto com a história e o enoturismo, que é a atividade do turismo – pode agregar muito nesse ambiente dos negócios”, afirma Gonçalves.

Mais que vinhos, o casal colhe reconhecimento e abre caminho para que a produção de uvas finas floresça no sertão.



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Goiás projeta safra recorde de girassol em 2024/25


A cultura do girassol vem ampliando sua presença nas lavouras goianas e se consolida como alternativa estratégica para a segunda safra no estado. Segundo o boletim Agro em Dados de junho, divulgado pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Goiás, a expectativa para a temporada 2024/25 é de uma colheita recorde de 71 mil toneladas em uma área plantada estimada de 47,3 mil hectares.

Com esses números, Goiás deve responder por 71,6% da produção nacional de girassol. Em comparação com a safra anterior, a projeção é de crescimento de 58,8% no volume colhido, 20,7% na área cultivada e 31,6% na produtividade das lavouras.

A Secretaria aponta que o desempenho é reflexo de boas condições climáticas, ausência de doenças fúngicas e manejo agronômico eficiente. “O girassol tem ganhado cada vez mais espaço nas propriedades rurais de Goiás, assumindo posição de destaque como uma das culturas mais promissoras para a segunda safra no estado”, destaca o boletim.

Cultivado logo após a soja, o girassol se beneficia do período da segunda safra, com maior resistência à escassez hídrica e menor incidência de pragas e doenças. Além disso, favorece a fertilidade do solo e amplia a biodiversidade, especialmente quando associado à apicultura.

Com ampla aplicação industrial, as sementes do girassol são utilizadas para produção de óleo com alto valor nutricional, com destino aos setores alimentício, farmacêutico, cosmético, de nutrição animal e biocombustíveis. O estado de Goiás apresenta vantagens estruturais e climáticas para o cultivo da oleaginosa.

Desde 1997, quando a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) iniciou o monitoramento da cultura, Goiás já se destacava como maior produtor nacional. A retomada da liderança ocorreu na safra 2020/21, com crescimento contínuo desde então. Os municípios de Silvânia, Ipameri, Rio Verde e Catalão figuram entre os principais polos produtores do estado.





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Como as negociações entre China e EUA e os números do IPCA impactam o Brasil


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o alívio nos mercados com sinalizações positivas nas negociações entre Estados Unidos e China. No Brasil, rumores sobre contenção de gastos ajudaram a derrubar os juros futuros e o dólar, que fechou a R$ 5,56.

O Ibovespa recuou 0,30%, pressionado por setores sensíveis a novas tributações. Hoje, o foco é o IPCA de maio, que deve mostrar desaceleração na inflação livre e alta nos preços administrados.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Grande chance de geada e muito frio em três regiões: confira a previsão de hoje



Sul

A previsão é de geada em partes dos três estados da Região: no Rio Grande do Sul, o centro-sul, a campanha gaúcha, áreas do sudoeste e da serra gaúcha, além de regiões próximas à fronteira com o Uruguai podem ser afetadas; em Santa Catarina, pode gear no planalto sul, em parte do meio-oeste catarinense e nas faixas do planalto norte; já no Paraná, apenas o sul do estado, na divisa com o território catarinense, deve sentir os efeitos da geada. Nos três estados, o frio se intesifica de manhã e à noite.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

Sudeste

A frente fria que avançou sobre a costa sul do país nos últimos dias segue na altura do Espírito Santo e ainda estimula instabilidades no estado, além de no Rio de Janeiro e no leste de Minas Gerais. Em São Paulo ainda haverá condições para pancadas no litoral, mas o destaque é para as baixas temperaturas que afetam todo o território.

Centro-Oeste

Tempo firme em toda a região, com sol entre algumas nuvens. A massa de ar polar mantém as temperaturas mais baixas em Mato Grosso do Sul e amenas na metade sul de Mato Grosso. Entre o norte de Goiás e o Distrito Federal, as tardes ainda serão quentes, com umidade relativa do ar em níveis críticos.

Nordeste

A umidade vinda do oceano continuará estimulando nuvens de chuva sobre parte da costa leste. As pancadas são irregulares, mas episódios localizados de temporais não estão descartados, sobretudo entre o litoral de Alagoas e o Rio Grande do Norte. Também pode chover no litoral do Maranhão e do Ceará. No interior, predomínio de tempo firme, temperaturas elevadas e umidade crítica nas horas mais quentes.

Norte

Instabilidades se espalham por Amazonas, Roraima e Amapá, com chuva forte e temporais. No Acre, a chuva fica restrita ao oeste, e no Pará ocorre no norte e no litoral. Tocantins e Rondônia têm tempo firme.



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Missa solene recepciona visitantes no primeiro dia da Bahia Farm Show 2025



Bahia Farm Show 2025 teve início nesta segunda-feira (9)


Foto: Divulgação

O primeiro dia da Bahia Farm Show 2025 teve início nesta segunda-feira (9) com a missa solene celebrada na Capela Nossa Senhora de Lourdes, localizada na Praça Central do complexo da feira, em Luís Eduardo Magalhães. A celebração, conduzida pelo bispo diocesano Dom Moacy Arantes, contou com a participação dos padres Mário Correia da Silva, Rárison Milhomens Guedes e Daniel Luiz Pereira dos Santos, reunindo expositores, visitantes e representantes das principais entidades do agronegócio da região.

A cerimônia marcou o início das atividades da maior feira de tecnologia agrícola do Norte e Nordeste do Brasil, que espera receber mais de 100 mil visitantes com o fechamento de bons negócios. Participaram da missa solene o presidente da Bahia Farm Show e da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), Moisés Schmidt, a presidente da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), Alessandra Zanotto, além de membros da diretoria da Aiba e de outras instituições do setor.

Moisés Schmidt destacou o papel da fé, da união e da inovação no fortalecimento do agronegócio regional. “Expresso minha sincera gratidão a Dom Moacir Arantes por conduzir este momento de reflexão e benção que inicia mais uma edição da nossa feira. Que esta celebração inspire para mais um ano de sucesso da Bahia Farm Show”, afirma. Com o tema “Agro Inteligente, Futuro Sustentável”, a programação da feira agrícola segue até sábado (14) com palestras e demonstrações de tecnologias agrícolas voltadas para o homem do campo.





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Brachiaria ganha força como alternativa sustentável


O uso da Brachiaria tem se intensificado no Brasil como estratégia de manejo agrícola e pecuário. A gramínea tropical, amplamente empregada em pastagens, também vem sendo incorporada a sistemas de produção que integram lavoura e pecuária. A informação é da engenheira agrônoma Alasse Oliveira, em artigo publicado no Blog da Aegro.

Segundo Oliveira, a Brachiaria contribui significativamente para a melhoria do solo. “Essas gramíneas ainda ajudam na fixação de carbono e no aumento da matéria orgânica no solo, o que contribui para a melhoria da sua fertilidade”, afirma. Além disso, a forrageira tem papel relevante na recuperação de áreas degradadas e no controle da erosão, promovendo maior cobertura vegetal e produtividade das pastagens.

A gramínea pode ser plantada após a cultura da soja, aproveitando o período da segunda safra. Essa estratégia, segundo a agrônoma, alia eficiência produtiva com benefícios ao solo e à biodiversidade. “O girassol tem ganhado cada vez mais espaço nas propriedades rurais de Goiás, assumindo posição de destaque como uma das culturas mais promissoras para a segunda safra no estado”, afirma Oliveira.

No sistema de integração lavoura-pecuária, a técnica conhecida como “safrinha de boi” tem atraído produtores. O modelo permite que, após a safra de verão com soja e a safrinha com milho ou sorgo consorciado à Brachiaria, o gado pasteje a área antes do novo ciclo agrícola. “Essa técnica possibilita até uma terceira safra na mesma área, com redução nos custos e diversificação da renda”, explica.

Outra alternativa é a sobressemeadura da Brachiaria na lavoura de soja, feita entre os estágios R5 e R7 da planta. A prática assegura cobertura vegetal após a colheita e contribui para o controle de plantas daninhas, conservação da umidade e estruturação do solo.

Cada espécie e cultivar da Brachiaria tem características específicas que determinam seu uso ideal. A Brachiaria brizantha, por exemplo, é perene, com crescimento ereto ou semi-ereto, e apresenta bom desempenho em solos bem drenados. A cultivar Marandu, introduzida no Brasil em 1967, destacou-se pela resistência à cigarrinha-das-pastagens e boa digestibilidade. Já as cultivares Xaraés e Piatã, lançadas em 2003 e 2007, respectivamente, ampliaram as possibilidades de escolha para o produtor.

A Brachiaria decumbens cv. Basilisk, por sua vez, apresenta crescimento prostrado e alta emissão de estolões, sendo indicada para solos ácidos e de baixa fertilidade. Sua resistência a curtos períodos de seca e boa capacidade de cobertura do solo tornam essa cultivar uma das mais difundidas.

Para áreas com drenagem deficiente, a recomendação é o uso de cultivares da Brachiaria humidicola, que apresentam crescimento estolonífero e adaptação a solos de baixa fertilidade. No entanto, apenas a cultivar comum é tolerante às cigarrinhas-das-pastagens.

No plantio direto, a espécie mais adotada é a Brachiaria ruziziensis, devido ao rápido estabelecimento e facilidade de dessecação. Contudo, a baixa tolerância a solos pobres e a suscetibilidade a pragas limitam seu uso em algumas regiões.

A identificação das espécies no campo requer atenção a aspectos como hábito de crescimento, tipo de folha, inflorescência e formato das sementes. Esses fatores influenciam tanto o desempenho agronômico quanto o manejo ideal para cada situação.

Diante de sua versatilidade e importância crescente, a Brachiaria tem se consolidado como uma ferramenta estratégica na agricultura tropical, aliando produtividade e conservação ambiental.





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Manejo integrado reduz custos e protege lavouras de arroz


A adoção do Manejo Integrado de Pragas (MIP) tem se consolidado como uma estratégia fundamental para aumentar a lucratividade e a sustentabilidade na produção agrícola, especialmente no cultivo de arroz. Segundo o engenheiro agrônomo Mathias Bergamin, em artigo publicado no Blog da Aegro, “o MIP é o alicerce para a lucratividade em qualquer cultivo”.

O sistema integra diferentes métodos de controle – cultural, biológico e químico – com o objetivo de minimizar os danos causados por pragas e doenças, promovendo maior proteção à lavoura e racionalizando os custos de produção. Para Bergamin, o monitoramento contínuo das lavouras é essencial para que as ações sejam planejadas e executadas com precisão. “Tenha o controle dos dados obtidos durante o ciclo da cultura, planeje suas ações antes de colocar em prática”, recomenda o especialista.

No caso do arroz, uma das principais preocupações do produtor é o controle de plantas daninhas, como o capim-arroz, o arroz-vermelho e espécies aquáticas, entre elas a grama boiadeira e os aguapés. Essas invasoras competem com a cultura principal por nutrientes, água e luz, afetando diretamente a produtividade.

Para reduzir esses impactos, Bergamin destaca que o sucesso da lavoura começa com a escolha correta das sementes. “Escolha sementes de procedência e qualidade, livre de mistura varietal e contaminação”, orienta. O manejo na entressafra também é considerado estratégico. Nesse período, o produtor deve realizar roçadas e dessecação com herbicidas para eliminar possíveis focos de infestação.

Outro ponto importante é a preparação do solo. Revolver a terra pode expor sementes de plantas daninhas, favorecendo sua germinação e facilitando o controle subsequente. A rotação com culturas como soja e milho também contribui para quebrar o ciclo das invasoras e fortalecer o sistema produtivo.

No sistema pré-germinado, Bergamin recomenda a inundação das áreas entre 20 a 30 dias antes da semeadura e a manutenção da lâmina d’água ao longo do ciclo, especialmente em regiões com incidência de arroz-vermelho. A qualidade da água usada na irrigação também é um fator determinante. “Água limpa reduz a incidência de plantas aquáticas invasoras”, afirma o agrônomo.

Por fim, o uso de herbicidas deve ser planejado de forma estratégica durante todo o ciclo da cultura, para garantir eficiência no controle e evitar desperdícios. O MIP, aliado a práticas de manejo adequadas, se apresenta como uma ferramenta indispensável para produtores que buscam estabilidade produtiva e redução de riscos.





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Boi China e novilha têm alta de preço em São Paulo


O informativo Tem Boi na Linha, divulgado nesta segunda-feira (9) pela Scot Consultoria, a semana começou com valorização no mercado do boi gordo em São Paulo, com destaque para o chamado “boi China” e a novilha. Segundo levantamento do setor, a cotação da novilha subiu R$3,00 por arroba, enquanto o “boi China” registrou aumento de R$2,00/@. Os preços do boi gordo comum e da vaca, no entanto, permaneceram estáveis.

As escalas de abate seguem ajustadas, com média de sete dias nos frigoríficos paulistas. A combinação entre redução na oferta de animais e melhora no escoamento da carne foi apontada como fator de sustentação dos preços.

Na Bahia, a situação variou conforme a região. No Sul do estado, as escalas estavam mais folgadas, com média de 13 dias, e as cotações permaneceram inalteradas. Já no Oeste baiano, houve alta de R$3,00/@ na novilha, enquanto as demais categorias não apresentaram variação. As escalas de abate na região estavam, em média, para oito dias.

No mercado atacadista de carne com osso, o início do mês impulsionou as vendas, refletindo o efeito da entrada dos salários e a menor oferta de carne no mercado. Esse cenário resultou em elevações nos preços das carcaças bovinas.

A carcaça casada de boi capão teve alta de 1,2%, equivalente a R$0,25 por quilo. Já a do boi inteiro subiu 2,0%, ou R$0,40/kg. No caso das fêmeas, a carcaça da vaca registrou aumento de 1,3% (R$0,25/kg) e a da novilha teve valorização de 1,5% (R$0,30/kg).

No segmento de carnes alternativas, o frango médio teve queda de 1,0%, o que representa R$0,07 por quilo a menos. Apesar disso, a retração foi mais moderada em comparação com as semanas anteriores. Por outro lado, a carcaça de suíno especial apresentou valorização de 1,7%, o que equivale a um acréscimo de R$0,20 por quilo.





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Estado do Sudeste tem previsão de temperatura mínima de 2ºC para esta semana



A Defesa Civil do estado de São Paulo emitiu um alerta para baixas temperaturas no território paulista entre os dias 11 e 14 de junho. As mínimas previstas são de 2°C na Serra da Mantiqueira, com possibilidade de geadas.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

Nas regiões do Vale do Ribeira, Vale do Paraíba, Itapeva, Campinas e Sorocaba, os termômetros devem marcar mínimas de 8°C no período.

Já na Região Metropolitana da capital paulista, em Bauru, Araraquara, Barretos, Franca e Ribeirão Preto, são esperadas mínimas de 9°C.

Já as regiões de Presidente Prudente, Marília, Araçatuba, São José do Rio Preto e o Litoral Norte devem registrar 11°C. Na Baixada Santista, os termômetros devem cair até 13°C.

“Diante desse cenário, a Defesa Civil reforça a recomendação de cuidados com idosos, crianças e pessoas em situação de rua, além de orientar a população a não acender fogueiras ou improvisar sistemas de aquecimento principalmente em ambientes fechados, devido ao risco de intoxicação. Sempre que possível, acolha animais abandonados”, destacou a Defesa Civil, em nota.

Abrigo solidário contra baixa temperatura

Pela segunda vez, na capital paulista, será ativado, a partir desta terça-feira (10), o Abrigo Solidário na Estação Pedro II. O espaço funcionará durante quatro dias, das 19h às 8h, até a manhã de sábado (14), oferecendo acolhimento emergencial às pessoas em situação de rua.

A Prefeitura de São Paulo vai reativar também a Operação Baixas Temperaturas, a partir das 18h desta terça-feira (10), e instalar dez tendas de acolhimento à população mais vulnerável nas cinco regiões da cidade. As tendas funcionam das 18h à 0h. No local serão distribuídos alimentos como sopa, pão, chocolate quente, chá e água.

As tendas serão instaladas nos seguintes locais:

  • Região Central: Praça da República e Praça Marechal Deodoro;
  • Região Sul: Santo Amaro (Praça Floriano Peixoto x Rua Paulo Eiró) e Capela do Socorro (Praça José Boemer Roschel);
  • Região Norte: Santana (Praça Heróis da FEB s/n°) e Vila Maria (Praça Novo Mundo);
  • Região Leste: Guaianases (Rua Capitão Pucci, 38), Itaquera (Avenida Musgo de Flor com Avenida Imperador, embaixo do viaduto Jacu Pêssego) e Mooca (Praça Cid José da Silva Campanella);
  • Região Oeste: Lapa (Rua do Curtume, s/nº – esquina com Guaicurus).



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