quinta-feira, maio 21, 2026

News

News

produtores apostam na criatividade para o Dia dos Namorados


As flores continuam sendo um dos presentes mais clássicos e carregados de significado para muitas datas comemorativas. Em Erechim, no Rio Grande do Sul, o amor floresce há anos entre as estufas do Sítio Tutti Fiori.

Flávia Malacarne, seu esposo Marcos Rossarola e o cunhado compartilham o mesmo sonho: cultivar beleza e emoção por meio das flores. Juntos, eles dedicam-se ao cultivo de 16 espécies, com destaque para as delicadas alstroemérias e vibrantes gérberas.

“Atendemos floriculturas, decoradores, funerárias e também o consumidor final”, conta Malacarne, que há anos transforma pétalas em gestos de carinho e afeto.

Para o Dia dos Namorados, Flávia preparou um arranjo especial, combinando um arranjo com flores mistas e materiais rústicos, perfeito para traduzir sentimentos. O conjunto está disponível na feira do produtor da cidade, onde mantém um box.

Mas o Sítio Tutti Fiori vai além da produção de flores: tornou-se um ponto de visitação para universitários e turistas.

“A prefeitura disponibiliza o ônibus e organiza o passeio. A gente recebe, mostra a estrutura e conta um pouquinho da nossa história. E as visitas técnicas, são direcionadas para os estudantes”, explica Malacarne, que já foi premiada pelo Sebrae no Prêmio Mulher de Negócios, na categoria ouro do Rio Grande do Sul.

Casada com Marcos há 23 anos, Flávia e o esposo compartilham a jornada da vida ao lado da filha de oito anos. No Dia dos Namorados, ela reflete sobre o verdadeiro segredo de um relacionamento duradouro, que vai muito além da colheita diária.

“Eu só colho uma flor bonita se eu plantar a mudinha, cuidar dela e mantê-la saudável até o momento da colheita, assim é o amor”, finaliza a produtora rural.

Queijo em forma de coração

‘Queijo Neve’ disponível em alguns pontos de venda em Gramado e na Banca do Holandês, em Porto Alegre. Foto: Arquivo Pessoal.

Se as flores encantam pela beleza, os sabores também são capazes de tocar o coração dos apaixonados. E foi com amor e dedicação que os produtores Matheus Padilha e Glaucia Dias decidiram inovar.

Com seis meses de produção e onze anos de relacionamento, o casal uniu a vida pessoal ao negócio e produziu o ‘Queijo Neve’ – tipo brie -, em formato de coração,

Este ano, impulsionados pelo desejo de levar o queijo para mais pessoas, Matheus e Glaucia inscreveram o ‘Queijo Neve’ no 3º Concurso de Queijos Artesanais e Doce de Leite do Rio Grande do Sul, organizado pela Associação Gaúcha de Laticinistas e Sebrae/RS.

E o resultado? “Ganhamos medalha de ouro com nosso Brie Noir – um queijo tipo brie com carvão vegetal na casca”, celebra Padilha, orgulhoso do reconhecimento de seu trabalho feito com alma e carinho.

Com a marca Alma Queijaria, o produto está disponível em alguns pontos de venda em Gramado e na Banca do Holandês, em Porto Alegre (RS).

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp.

Doce de leite e vela aromática

Quem também aproveitou a data para inovar, foi o casal Arthur Fernando Bordignon Filho e Cibele Rotta Bordignon, casados há 25 anos. Unidos pela vida e pelo trabalho, eles vêm se destacando na produção de doce de leite artesanal em Uruguaiana (RS) com a marca Pala do Sul.

“Fui produtor de leite por 30 anos e, há cinco, resolvi fazer o meu próprio doce de leite”, conta o produtor Bordignon.

Cada pote de doce de leite carrega mais do que sabor; é feito com dedicação e carinho, refletindo o compromisso em levar aos consumidores um produto que adoça momentos especiais.

O Kit está disponível na loja Tela, que fica no Shopping Praia de Belas, em Porto Alegre. Foto: Arquivo Pessoal

Há pouco mais de um mês, com incentivo do Sebrae/RS, a Pala do Sul firmou parceria com a Artha Home, produtora de velas aromáticas, para atender à demanda do dia mais romântico do ano, 12 de junho.

“Resolvemos unir sabores e aromas e produzimos kits para o Dia dos Namorados. Cada kit contém um pote de doce de leite com nibs de cacau e uma vela aromática. O produto está disponível na loja Tela, que fica no Shopping Praia de Belas, em Porto Alegre.”

Mais do que flores, velas e alimentos, os produtos destes casais trazem um ingrediente essencial: o amor.

Essas iniciativas mostram que o Dia dos Namorados vai além dos tradicionais presentes: é uma oportunidade de contar histórias, valorizar os pequenos produtores e criar laços entre quem planta, produz e consome.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Exportação brasileira de soja bate recorde em 2025



Exportação de soja para China cresce 12,68%




Foto: Canva

O Brasil exportou 14,10 milhões de toneladas de soja em maio de 2025, um volume 4,93% superior ao registrado no mesmo período do ano anterior. No acumulado de 2025, as exportações do grão atingiram um recorde de 51,53 milhões de toneladas, representando um aumento de 2,67% em comparação com o acumulado de 2024. Este crescimento está relacionado à ampla disponibilidade de soja no país, resultado de uma grande safra. As informações foram divulgadas na análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) nesta segunda-feira (9).

A China desempenhou um papel crucial nesse cenário, importando 2,38 milhões de toneladas a mais no acumulado de 2025 em relação a 2024, impulsionando o volume total exportado pelo Brasil.

Em relação às exportações de soja de Mato Grosso, o estado embarcou 4,95 milhões de toneladas em maio de 2025, um aumento de 17,36% em relação a maio de 2024. Contudo, no acumulado do ano, Mato Grosso exportou 16,96 milhões de toneladas, um volume 0,69% inferior ao acumulado de 2024. Essa retração foi motivada pela redução das importações por países como Tailândia, Turquia e Bangladesh, que, juntos, somaram 0,88 milhão de toneladas a menos. Embora as compras chinesas tenham aumentado 12,68%, “esse crescimento não foi suficiente para compensar as perdas, resultando na retração das exportações do estado”.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Incertezas freiam negócios com algodão em Mato Grosso



Safra 2025/26 de algodão tem vendas limitadas




Foto: Canva

A comercialização da pluma de algodão em Mato Grosso avançou em maio, atingindo 62,75% da produção estimada para a safra 2024/25. Houve um aumento de 2,78 pontos percentuais em relação ao mês anterior e um desempenho 2,83 pontos percentuais superior ao registrado no mesmo período do ciclo passado. Contudo, as vendas ainda apresentam um atraso de 8,37 pontos percentuais em comparação com a média dos últimos cinco anos. As informações constam na análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgada nesta segunda-feira (9).

Este cenário, conforme o Imea, “é reflexo da conduta mais cautelosa dos cotonicultores ao travarem seus negócios, visto o atual contexto de incertezas quanto ao preço da fibra”. O preço negociado em maio de 2025 registrou um recuo de 0,88% ante abril, com a arroba cotada na média de R$ 138,08.

Em relação à safra 2025/26, as negociações avançaram 4,21 pontos percentuais no comparativo mensal, com a comercialização atingindo 20,20% da produção projetada. No entanto, “a indefinição da produção do ciclo futuro, aliada à queda na cotação da pluma, tem limitado novas vendas no estado”. O preço das vendas em maio de 2025 exibiu uma redução de 0,31% em relação a abril, ficando cotado na média a R$ 136,77 por arroba.





Source link

News

ouça os destaques do dia


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca a valorização do real, com o dólar recuando para R$ 5,53 — menor patamar desde outubro — e a alta do Ibovespa, impulsionados pelo alívio externo após o CPI dos EUA vir abaixo do esperado e reforçar apostas de corte de juros.

Apesar disso, tensões políticas entre o governo e o Congresso aumentaram a cautela fiscal. A curva de juros subiu nos vértices intermediários, enquanto o petróleo disparou mais de 4% com tensões no Oriente Médio.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



Source link

News

confira a previsão de hoje



Os três estados do Sul devem continuar com as temperaturas baixas, soprando ar gelado também para o Sudeste. No Nordeste, a frente fria se faz presente. Veja a previsão para todo o país:

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

Sul

O destaque desta quinta-feira segue para as baixas temperaturas nos três estados. O centro do sistema de alta pressão começa a se afastar do continente, mas mantém o tempo aberto e as temperaturas amenas durante o dia.

Sudeste

A umidade marítima seguirá alimentando a formação de nuvens de chuva sobre o litoral de São Paulo, no Rio de Janeira e no litoral sul do Espírito Santo. Nas áreas interioranas, predomínio de tempo firme, com sol entre algumas nuvens. A forte massa de ar polar posicionada sobre o Sul continua direcionando o ar frio para o Sudeste, mantendo as temperaturas baixas.

Centro-Oeste

As instabilidades ficam restritas ao Distrito Federal, com pancadas de chuva à tarde e possível chuva forte localizada. Em Mato Grosso e Goiás, predomínio de tempo aberto, com sol e algumas nuvens, mas ainda abafado. Já Mato Grosso do Sul fica sob influência de ar frio, com temperaturas baixas que começam a subir gradualmente.

Nordeste

A frente fria segue na altura da Bahia, intensificando a chuva no litoral baiano, especialmente no Recôncavo. Nas demais áreas da costa leste, os ventos úmidos perdem força e as instabilidades diminuem. No Maranhão, a chuva avança para o interior com fortes pancadas. No sertão, tempo firme e altas temperaturas à tarde.

Norte

A chuva começa a se espalhar mais no Amazonas e Pará, mas em pancadas irregulares. Em Roraima e no Amapá, chove desde cedo e as instabilidades aumentam. Em Palmas, Tocantins, tempo firme e calor, com alerta de baixa umidade. Acre e Rondônia seguem com tempo aberto e sem chuva.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Óleo de milho de Goiás supera todo ano de 2024


A colheita do milho de 1ª safra no Brasil atingiu 86,9% da área total até 24 de maio de 2025. Em Goiás, algumas lavouras de milho de 2ª safra no sul do estado já entraram na fase de maturação, enquanto a maior parte ainda se encontra na etapa de enchimento de grãos. Apesar da redução no volume de chuvas, o desenvolvimento das lavouras tem sido considerado satisfatório, uma vez que houve uma boa distribuição de precipitações ao longo de abril, o que favoreceu o período reprodutivo. As informações foram divulgadas no boletim Agro em Dados de junho, da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Goiás.

No mercado interno, os preços do milho em maio apresentaram tendência de queda, com um recuo de 12,4% em comparação ao mês anterior. Essa retração é influenciada pelo cenário internacional de baixa e pela proximidade da colheita da segunda safra, que tende a ampliar a oferta do cereal. No entanto, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) destaca que “os estoques ajustados aliado a uma demanda firme devem contribuir para a sustentação dos preços nos próximos meses”.

No panorama internacional, o Brasil embarcou 177,2 milhões de toneladas de milho em abril, um aumento de 176,5% em comparação com o mesmo mês de 2024. Goiás destacou-se nesse período, ampliando o número de países compradores do cereal, incluindo Vietnã, Estados Unidos, Egito e Taiwan, além de Portugal (que era o único destino em abril de 2024). Essa diversificação contribuiu para o desempenho positivo das exportações brasileiras.

Dentre os derivados do milho, o óleo obteve destaque nas exportações brasileiras, alcançando 54,2 mil toneladas embarcadas, no valor de US$ 55,2 milhões. Este é o maior valor já registrado para o mês de abril na série histórica. Para o estado de Goiás, o cenário é promissor, pois em abril foram enviadas 2,3 mil toneladas de óleo de milho para o exterior, superando o volume total exportado em todo o ano de 2024, que foi de 968,4 toneladas.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

plantio quase finalizado nos EUA



Iowa tem 85% do milho em boas condições




Foto: Canva

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou nesta terça-feira (10) que o plantio da safra de milho no país alcançou 97% da área total até 8 de junho. O índice está 3 pontos percentuais à frente do registrado no ano passado e em linha com a média dos últimos cinco anos. A emergência da safra de milho chegou a 87% em nível nacional, superando em 4 pontos percentuais o ano anterior e igualando a média histórica.

As condições das lavouras de milho também apresentaram melhora. Em 8 de junho, 71% da safra do país foi classificada em “boas a excelentes condições”, um aumento de 2 pontos percentuais em relação à semana anterior. Em Iowa, principal estado produtor de milho, 85% da safra foi avaliada nessas categorias.

O plantio de soja nos Estados Unidos também está avançado. Até 8 de junho, 90% da área prevista para a oleaginosa havia sido plantada, o que representa 4 pontos percentuais à frente do ano passado e 2 pontos percentuais acima da média dos últimos cinco anos.

Nacionalmente, 75% da safra de soja havia emergido até a mesma data, um avanço de 7 pontos percentuais em relação ao ano passado e 3 pontos percentuais acima da média. As condições das lavouras de soja também são consideradas favoráveis, com 68% classificadas como “boa a excelente” em 8 de junho, um aumento de 1 ponto percentual em comparação com a semana anterior.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Chuva alivia seca e melhora safras na Europa



Calor acelera colheita no Sul da Europa




Foto: Pixabay

A Europa registrou um contraste climático na última semana, com chuvas moderadas a fortes sobre o centro e norte do continente, enquanto a Bacia do Mediterrâneo enfrentou condições secas e muito quentes. Uma série de sistemas climáticos se deslocou para o leste, provocando uma ampla faixa de precipitações e tempestades, com volumes de 10 a 100 mm, e localmente mais, desde a Inglaterra, França e norte da Espanha, estendendo-se até a Polônia e os Países Bálticos. As informações foram divulgadas nesta terça-feira (10) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) em seu boletim Weekly Weather and Crop Bulletin.

As chuvas proporcionaram “alívio adicional da seca na Inglaterra, norte da França, bem como em grande parte da Alemanha”, embora o USDA ressalte que “mais chuva é necessária para erradicar completamente os déficits significativos que se acumularam desde o início da primavera”. Como resultado, as perspectivas de produtividade para o abastecimento das safras de inverno melhoraram significativamente desde o retorno das chuvas na última semana de maio. O tempo nublado e instável também manteve as temperaturas próximas do normal nas regiões norte e noroeste da Europa.

Por outro lado, o centro e sul da Espanha enfrentaram condições ensolaradas e quentes, com temperaturas de 3°C a 6°C acima do normal e máximas variando de 35°C a 42°C. Esse cenário acelerou a secagem e a colheita dos grãos de inverno. Nos Bálcãs, céus ensolarados e temperaturas acima do normal, entre 32°C e 34°C, promoveram a maturação, secagem e colheita antecipada das culturas de inverno. Contudo, essas condições não tiveram impactos adversos no milho, girassol e soja, que ainda estavam nos estágios iniciais de desenvolvimento vegetativo.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Mato Grosso abate 611 mil bovinos em maio



Abate de fêmeas volta a subir no anual




Foto: Sheila Flores

Mato Grosso enviou 611,94 mil bovinos para abate em maio de 2025, um acréscimo de 5,24% em relação a abril. Desse total, o abate de fêmeas somou 332,85 mil cabeças, representando 54,39% do volume total, o que marca o segundo maior valor na série histórica. Com isso, a variação anual do abate de fêmeas, que acumulava três meses consecutivos de queda, voltou a crescer em maio de 2025, com um aumento de 3,02% no comparativo anual. As informações foram divulgadas na análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) nesta segunda-feira (9).

Apesar do avanço observado no último mês, a média móvel dos três últimos meses para o abate de fêmeas permaneceu negativa, em -2,14%. Segundo o Imea, a expectativa é que “a presença de fêmeas nos abates recue no longo prazo, dada a transição do ciclo pecuário”. Essa projeção baseia-se na melhora da margem da cria, que “estimula o movimento de retenção de matrizes”.

Além disso, o instituto indica que “a tendência é que a oferta de machos seja maior, uma vez que a margem de confinamento tende a melhorar com a recuperação nos preços do boi gordo”.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Cinturão do milho mexicano recebe chuvas



Chuvas sazonais chegam ao planalto sul mexicano




Foto: Agrolink

A maioria das áreas do cinturão de milho do planalto sul do México finalmente recebeu chuvas durante a primeira semana de junho, com totais variando geralmente de 10 a 50 mm, e quantidades localmente maiores. O milho e outras culturas de verão recém-plantadas se beneficiaram do retorno das chuvas sazonais, que foram mais intensas nas regiões de produção do leste do planalto sul e mais leves no oeste. As informações foram divulgadas nesta terça-feira (10) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) em seu boletim Weekly Weather and Crop Bulletin.

A atividade de chuvas também se estendeu ao sudeste do México, enquanto precipitações isoladas se desenvolveram em áreas afetadas pela seca no centro-norte e noroeste do país.

Apesar das chuvas, as temperaturas permaneceram em média de 1°C a 3°C acima do normal em quase todo o México. O clima mais quente, com leituras atingindo 40°C ou mais, afetou o centro-norte do país. O USDA ressalta que, “dada a natureza prolongada da seca no norte do México, qualquer recuperação será lenta devido aos níveis extremamente baixos dos reservatórios e às reservas de umidade do solo esgotadas”.





Source link