quarta-feira, maio 20, 2026

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lançamento mais esperado do ano traz jogos com o agro em destaque


Lançado em 5 de junho de 2025, o console de videogame Nintendo Switch 2 chega ao mercado brasileiro com uma colheita de novidades que já dá o que falar. Em apenas quatro dias, foram vendidas mais de 3,5 milhões de unidades globalmente, tornando-se o lançamento de sucesso mais rápido da história da Nintendo. E a esperada novidade também tem tudo para agradar o público do campo.

Para quem teve a experiência de jogar o Nintendo Switch 1, a versão anterior do console, a expectativa é alta. Aquela possibilidade de jogar na TV ou desconectar e jogar como um “minigame” mudou o jogo e agora as concorrentes estão correndo para fazer igual.

Para nós do campo, o modelo é perfeito, é aquela partida na TV que continua quando vamos inspecionar a propriedade, receber fornecedores, olhar a colheita, além de uma possibilidade única de reunião em família, um dos pilares do nosso segmento.

Principais dados de lançamento

  • Tela maior e melhor: agora com 7,9″ em 1080 p (modo portátil) e saída em 4 K quando acoplado.
  • Processador mais potente: gráficos aprimorados e performance mais fluida .
  • Joy‑Con 2 magnéticos: com suporte a modo mouse e botão “C” dedicado ao GameChat.
  • GameChat: chat de voz e vídeo integrado, com modo inclusivo até março de 2026.

🚜 Agronegócio digital: jogos rurais ganham destaque

Se você pensa que videogame e agronegócio não combinam, prepare-se para se surpreender! No catálogo do Nintendo Switch 2, há uma clara aposta em jogos com temática rural:

  • Farming Simulator: Signature Edition chega neste inverno para Switch 2, com mapas inspirados na América, Europa e Ásia, e mais de 400 máquinas de grandes marcas como John Deere, Claas e Massey Ferguson.
  • Clássicos como Story of Seasons, Stardew Valley, Harvestella e Roots of Pacha seguem firmes entre os mais queridos pelos amantes de fazenda virtual.
  • Mais novidades prometidas conectadas ao agronegócio: Sun Haven, Paleo Pines e outros produtores independentes estilo cozy farming.

Esses títulos não são apenas entretenimento – podem inspirar jovens e profissionais do campo, mostrar ferramentas, safras, ciclos e destacar aspectos do agronegócio, como manejo sustentável e logística rural.


1. Simulação realista de maquinário

O Farming Simulator traz tratores reais e equipamentos que circulam no agronegócio hoje. Ferramentas como plantio, colheita, adubagem e rotação de culturas viram divertimento – mas também insight de operação em fazendas de verdade.

2. Conexão agro-digital

Com o GameChat e o recurso de multiplayer, famílias do campo podem compartilhar experiências de cultivo entre diferentes fazendas, trocando dicas sobre agritech enquanto jogam.

3. Aprendizado e lazer

Jogos como Roots of Pacha ensinam inovação agrícola e sobrevivência paleo, enquanto Sun Haven e Harvestella possibilitam misturar exploração e cultivo. Um jeito leve de aprender sobre ecossistemas, solos e produção de alimentos.


Por que nós do campo vamos nos interessar?

  1. Educação interativa – fazendas virtuais podem inspirar técnicas reais, desde plantio até gestão de hectares.
  2. Engajamento familiar – jogar em família fortalece vínculos, e um jogo de fazenda pode ser o gancho perfeito para conversas sobre colheita, mercado e sustentabilidade.
  3. Uso de tecnologia – a potência do Switch 2 equivale a ter uma visão digital do campo moderno, com gráficos em 4K e capacidade de rodar softwares de simulação mais complexos.
  4. Turismo rural e agritecnologia – jogos rurais fomentam interesse por produtos locais, e até por soluções tecnológicas como drones, IoT e sensores – temas cada vez mais presentes no agronegócio.

Nesse nosso mundo rural super tecnológico e ao mesmo tempo familiar, vale a dica: juntar a família e experimentar essa nova tecnologia. Mas se der saudades do nosso conteúdo, desconecta da TV, continua jogando e coloca no Canal Rural. Afinal, assim como o Nintendo Switch, nós estamos onde você quiser nos acessar.




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Setores unidos enfrentam custos e falta de oferta



Outro ponto destacado pelo estudo é que a terceirização de etapas



Outro ponto destacado pelo estudo é que a terceirização de etapas
Outro ponto destacado pelo estudo é que a terceirização de etapas – Foto: Pixabay

Segundo estudo do Rabobank, conduzido por Eva Gocsik e Maria Castroviejo, analistas setoriais de proteína animal, o fortalecimento da colaboração entre o setor de proteína animal e o setor de serviços alimentícios é essencial para enfrentar desafios como o declínio do número de animais, os altos custos de insumos, as mudanças demográficas, a pressão por sustentabilidade e a evolução das preferências de consumo. Os serviços de alimentação são responsáveis por aproximadamente um quarto do volume de vendas de proteína animal e continuarão a ser um canal vital para as empresas do setor.

Embora o mercado europeu de food service esteja maduro, a previsão é de um crescimento modesto e contínuo, impulsionado por mudanças no estilo de vida, famílias menores, maior demanda por conveniência e maior destinação de renda para refeições fora de casa. Nesse contexto, garantir o fornecimento de proteína animal de forma estável e a preços competitivos torna-se mais importante do que nunca, já que o produto representa uma parte significativa dos custos operacionais.

Para as empresas de proteína animal, estabelecer acordos de longo prazo e manter relações diretas com operadores de serviços alimentícios cria um ambiente de negócios mais seguro, incentiva investimentos na cadeia de suprimentos e fortalece a resiliência do fornecimento. Já para os operadores de food service, tais acordos ajudam a garantir o abastecimento, especialmente em situações de oferta limitada de carne bovina, além de abrir caminho para práticas mais sustentáveis.

Outro ponto destacado pelo estudo é que a terceirização de etapas de processamento e preparo para empresas de proteína animal pode ajudar os operadores a mitigar os desafios relacionados à mão de obra. Assim, uma cadeia de suprimentos mais inteligente, eficiente e ágil, aliada ao aumento da agregação de valor, será fundamental para sustentar os negócios frente aos custos crescentes e às demandas por sustentabilidade e conveniência.

 





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Morre a Dra. Scylla Prata, criadora do Hospital de Amor de Barretos


A Dra. Scylla Duarte Prata, fundadora do Hospital de Amor (HA), em Barretos, morreu neste sábado (14), aos 101 anos.

Médica ginecologista e profissional admirada e respeitada por sua dedicação à medicina, ela criou uma das maiores obras de amor ao próximo da América Latina, referência em tratamento oncológico gratuito de excelência, com o maior serviço de prevenção de câncer do país e uma estrutura completa focada em ensino e pesquisa.

Dra. Scylla - Hospital de Amor
Foto: Redes Sociais

Além disso, foi pioneira: uma das nove mulheres formadas no curso de medicina da Universidade de São Paulo (USP), em 1949, época em que graduação superior era reservada apenas aos homens.

Enfrentou preconceito à época, mas, com o tempo, se tornou uma das primeiras a se dedicar na prevenção do câncer ginecológico. Vinte anos depois, fundou com o marido o HA, inicialmente chamado Hospital São Judas Tadeu, o primeiro centro de referência ao câncer no interior do Brasil.

“Dra. Scylla deixa um legado de competência, ética e humanidade; uma trajetória marcada por compromisso com a ciência e cuidado com o próximo; e muita, muita saudade!”, diz nota do Hospital de Amor.

O velório está sendo realizado neste domingo, na Capela Sagrado Coração de Jesus, próxima ao HA, e o enterro será às 15h, no próprio hospital, junto ao seu esposo, Dr. Paulo Prata (in memoriam). A causa da morte não foi divulgada.



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Produção de etanol dos EUA sobe 2% em 2025



As exportações de etanol norte-americano cresceram 6%



As exportações de etanol norte-americano cresceram 6%
As exportações de etanol norte-americano cresceram 6% – Foto: Divulgação

A produção de etanol nos Estados Unidos segue em trajetória de crescimento, segundo o Relatório de Transporte de Grãos (GTR) de 12 de junho do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA). Até agora, em 2025, a produção de pouco mais de 4 bilhões de galões é 2% maior do que no mesmo período do ano passado e 7% acima da média dos últimos cinco anos. Esse avanço refletiu diretamente na logística: o transporte ferroviário de etanol Classe 1 subiu 5% em relação a 2024 e 12% comparado à média quinquenal, com 71% da produção partindo do Centro-Oeste dos EUA por via férrea.

Os principais destinos ferroviários foram a Costa Leste, que absorveu 41% dos volumes, seguida pela Costa do Golfo (29%), Costa Oeste (19%), distrito das Montanhas Rochosas (2%), Canadá (4%) e outros destinos (5%). Destaca-se o aumento das remessas para a Costa do Golfo (+12%) e para a Costa Oeste (+17%), acompanhando a expansão das exportações.

As exportações de etanol norte-americano cresceram 6% em relação ao mesmo período de 2024 e estão 29% acima da média de cinco anos, de acordo com o Serviço Agrícola Estrangeiro (FAS). Em 2024, as exportações representaram um recorde de 12% da demanda total anual e, nos primeiros três meses de 2025, já atingiram 14%. Canadá, União Europeia, Índia, Reino Unido e Colômbia responderam por 73% das vendas externas do biocombustível.

Para o ano fiscal de 2025, o USDA projeta exportações recordes de etanol no valor de US\$ 4,3 bilhões, o que significa um incremento de 3% em relação a 2024. Segundo o GTR, o aumento nas vendas para Canadá, UE, Reino Unido e Colômbia decorre principalmente de políticas de mistura obrigatória de etanol à gasolina. Já a alta na demanda indiana é puxada por usos não combustíveis, visto que o etanol doméstico está sendo redirecionado para abastecer o mercado de combustíveis.

 





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Sistema silvipastoril permite lotação de rebanho 256% maior que a média nacional


Estudo realizado pela Embrapa Pecuária Sudeste, em São Carlos, São Paulo, investigou a capacidade de um sistema silvipastoril (SSP) de neutralizar as emissões de metano entérico de bovinos de corte pela fixação de carbono pelas árvores e, ao mesmo tempo, aumentar a produtividade do rebanho. 

Os resultados, publicados na revista internacional Agricultural Systems, revelam que o sistema compensou a emissão de metano de mais de dois bovinos adultos. A pesquisa considerou apenas o carbono armazenado na parte do tronco das árvores destinada a produtos de maior valor agregado e mobiliário.

A média nacional é de apenas um animal adulto por hectare no Brasil. Porém, a integração da pecuária com o componente arbóreo permite mais do que o dobro da lotação padrão brasileira, tornando, assim, o modelo mais sustentável e produtivo por unidade de área.

O estudo comparou uma área composta por pastagem de capim-piatã sombreada por eucaliptos com um sistema a pleno sol de manejo intensivo.

Dessa forma, os pesquisadores avaliaram a emissão de metano utilizando a metodologia do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) e a fixação de carbono pelas árvores por meio de medições de altura e diâmetro dos eucaliptos.

Papel das árvores na pecuária

O metano, liberado durante a digestão dos bovinos, é um dos principais gases de efeito estufa (GEE), contribuindo com 65% das emissões agropecuárias em equivalente de CO2. Apesar de ter uma vida útil menor na atmosfera em comparação ao CO2, esse gás possui um potencial de aquecimento global 27 vezes maior.

Nesse contexto, a integração de pecuária com eucaliptos surge como uma solução climática inteligente. As árvores presentes no sistema realizam a fotossíntese, absorvendo o dióxido de carbono (CO2) da atmosfera e armazenando-o em sua biomassa.

Os cientistas consideraram a parcela do carbono acumulada no tronco, que possui maior estabilidade a longo prazo, como a madeira utilizada na indústria moveleira, seguindo as diretrizes do protocolo Neutral Carbon Brazilian Beef (NCBB).

Conforto animal

Integração-Lavoura-Pecuária-Floresta (iLPF)Integração-Lavoura-Pecuária-Floresta (iLPF)
Foto: Fabiano Marques Dourado Bastos/Embrapa

Mesmo em um sistema intensivo, com uma taxa de lotação 256% maior que a média brasileira, o componente florestal apresentou potencial significativo de neutralização das emissões de metano.

De acordo com o pesquisador da Embrapa José Ricardo Pezzopane, ao considerar todo o carbono fixado no tronco das árvores, o balanço líquido foi negativo em -14,28 Mg CO2 eq. por hectare ao ano.

“Ou seja, se considerarmos todo o carbono fixado no tronco das árvores, além de neutralizar a emissão de metano pelos animais, o sistema silvipastoril ainda sequestra grande quantidade de carbono”, diz.

Além da significativa redução do metano e do CO2, a pesquisa constatou que o SSP proporcionou maior conforto térmico aos animais em comparação com o sistema a pleno sol. A presença das árvores oferece sombra, reduzindo o calor no ambiente, o que pode impactar positivamente o bem-estar animal e, potencialmente, a produtividade.

“Os sistemas silvipastoris têm dupla função no combate às mudanças climáticas. Por um lado, é uma estratégia de mitigação por sequestrar carbono da atmosfera. Por outro, é uma estratégia de adaptação, pois aumenta o conforto térmico em um cenário cada vez maior de aumento de temperaturas”, destaca o pesquisador.

Implicações para a agropecuária brasileira

Os resultados demonstram o grande potencial do modelo silvipastoril como uma estratégia eficaz para mitigar as emissões de gases de efeito estufa na pecuária brasileira e, ao mesmo tempo, conferir bem-estar animal.

A adoção pode contribuir significativamente para as metas de redução de emissões do Brasil e para o desenvolvimento de uma produção de carne bovina mais sustentável e alinhada com as demandas de consumidores cada vez mais preocupados com as questões ambientais.

Segundo Pezzopane, o SSP pode apresentar uma menor massa de forragem em algumas estações devido ao sombreamento promovido pelas árvores. Ainda assim, a suplementação permitiu manter um desempenho animal semelhante ao do sistema a pleno sol.

Experimento

O sistema estudado foi estabelecido com eucalipto em 2011, inicialmente com um espaçamento de 15 por 2 metros, com uma densidade populacional de 333 árvores/ha. Em julho de 2016, as árvores foram desbastadas para um espaçamento de 15 m x 4 m. Assim a densidade foi de 167 árvores por hectare.

Com essa configuração, concluiu-se que o modelo compensou 77% da emissão de metano, considerando-se o carbono estocado nos troncos destinados a produtos de maior valor agregado e mobiliário.

Essa compensação correspondeu à emissão de 2,3 bovinos adultos por hectare. Ainda assim, a taxa de lotação real no experimento foi de 3,01 bovinos adultos por hectare.

*Sob supervisão de Victor Faverin



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Produtora capixaba transforma negócio familiar em polo de especiarias



Ana Paula Martin, produtora rural de São Mateus, litoral do estado do Espírito Santo (ES), conquistou projeção nacional ao se tornar fornecedora de pimenta-rosa para a Natura — que utiliza o ingrediente em perfumes e óleos corporais.

No entanto, Martin não parou por aí, ela construiu sua identidade no setor e está colhendo cada vez mais os frutos no empreendedorismo rural. Desde 2016, quando assumiu a Fazenda Lagoa Seca, ela deu um novo rumo à propriedade da família. Formada em administração e ex-funcionária da indústria do petróleo, Martin trocou a rotina corporativa pelo desafio do agronegócio.

Mesmo sem formação agrícola e enfrentando preconceito por ser mulher, buscou capacitação e apoio técnico. Com coragem e dedicação, transformou a fazenda em referência na produção e exportação de especiarias e macadâmia.

Na propriedade, Martin cultiva e processa uma variedade de especiarias, entre elas pimenta-do-reino, pimenta-rosa e pimenta da Jamaica. Além disso, também trabalha com culturas como macadâmia, café e mamão.

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Paralelamente, ela investe em produtos inovadores, como o doce de macadâmia com pimenta da Jamaica, biscoitos com os mesmos ingredientes, gelato de macadâmia, pimenta-rosa em pó e óleo essencial de pimenta da Jamaica.

Em parceria com o Sebrae/ES, Martin prepara o lançamento de um produto inédito no Brasil. “Ainda é segredo, mas vai causar um ‘boom’ no mercado”, antecipa.

Como resultado desse trabalho diversificado e criativo, sua trajetória se tornou uma fonte de inspiração para outras mulheres do campo. Martin, inclusive, compartilha sua experiência em eventos como o EmpoderaDonas, promovido pelo Sebrae/ES.

“Nunca deixei de acreditar. Hoje, ver outras produtoras se emocionarem com minha história mostra que valeu a pena”, finaliza a produtora rural capixaba.



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AgroNewsPolítica & Agro

Investir em dólar vira estratégia popular



“O acesso ao mercado americano nunca esteve tão descomplicado”



“O acesso ao mercado americano nunca esteve tão descomplicado"
“O acesso ao mercado americano nunca esteve tão descomplicado” – Foto: Pixabay

Dados da Receita Federal mostram que, em 2024, mais de 800 mil brasileiros somaram R\$ 1,1 trilhão em bens no exterior, um indicativo de que investir fora do país se tornou mais acessível graças às plataformas digitais. Com valores iniciais baixos, muitos buscam proteger seu patrimônio da instabilidade do mercado interno e da desvalorização do real, optando por dolarizar parte dos investimentos.

Manter recursos em uma moeda mais estável funciona como proteção cambial, ajudando a reduzir os impactos das oscilações econômicas locais. Assim, o investidor garante maior segurança para o capital acumulado e preserva seu poder de compra a longo prazo, mesmo em cenários de crise.

“O acesso ao mercado americano nunca esteve tão descomplicado. Com o equivalente a R$100 ou R$200 já é possível aplicar em ativos como BDRs — recibos de ações de empresas estrangeiras negociados na B3 —, ETFs ou abrir contas internacionais que permitem operar diretamente em dólar. A moeda funciona como uma proteção contra a volatilidade do real e oferece oportunidades que não existem no mercado nacional”, afirma Adriano Murta, especialista em investimentos internacionais com mais de 20 anos de experiência.

Além da proteção, investir em dólar abre portas para setores e empresas que não existem no Brasil, como as grandes companhias de tecnologia, fundos imobiliários globais e títulos do Tesouro norte-americano. Essa diversidade permite compor carteiras mais robustas, combinando ativos tradicionais e inovadores de acordo com o perfil de cada investidor.

Mesmo com essa facilidade, é importante considerar os custos de envio, taxas de câmbio e as regras de tributação. O movimento de democratização dos investimentos internacionais avança rápido, transformando a dolarização em uma opção cada vez mais comum para quem deseja expandir horizontes financeiros sem depender apenas do cenário econômico local.

 





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Clima prejudica folhosas em junho



Oferta de hortaliças alta apesar do clima




Foto: Seane Lennon

A produção de folhosas no Rio Grande do Sul tem sido impactada pelas condições climáticas de junho, com alta umidade, nebulosidade e poucas horas de sol prejudicando o desenvolvimento das olerícolas e aumentando a pressão de doenças fúngicas. As informações são do Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (12).

Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Lajeado, em Feliz, poucos produtores estão cultivando rúcula em estufa. A cultura mantém o mercado consolidado, com ciclos de cultivo sucessivos que podem chegar a dez por ano. O preço da dúzia da folhosa em redes de supermercado e Ceasas é de R$ 10,00.

Em Santa Maria, especificamente em Cachoeira do Sul, o plantio de alface de inverno foi iniciado. No entanto, o cenário de “alta umidade, a nebulosidade e as poucas horas de sol” está desacelerando o crescimento das folhosas em toda a região. Em São Vicente do Sul, por exemplo, foi necessário o replantio de mudas. Apesar dessas condições adversas, o período é caracterizado por uma “grande oferta de hortaliças no comércio local”.





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Irã em conflito ameaça fertilizantes do Brasil


Com base em informações de Jeferson Souza, analista de inteligência de mercado da Agrinvest Commodities, o Irã é peça-chave para o mercado de Ureia, produzindo cerca de 9 milhões de toneladas em 2024 e exportando, em média, entre 4,5 e 5,5 milhões de toneladas ao ano, sendo que aproximadamente 25% desse volume tem como destino o Brasil, que depende em 17% da Ureia iraniana.

“Presumo que não seja novidade para ninguém que acompanha o mercado de fertilizantes a importância do Oriente Médio no fornecimento global de fertilizantes (sobretudo N). Quando olho especificamente para o Irã, com base nos dados que compilamos do ano passado, podemos assegurar que cerca de 17% do que importamos veio de lá”, comenta.

Essa relevância ganha ainda mais destaque em meio aos atuais conflitos envolvendo o país, o que acende um sinal de alerta para o setor de nitrogenados. O Oriente Médio, de forma geral, é fundamental no fornecimento global de fertilizantes nitrogenados, especialmente a ureia, e qualquer tensão geopolítica pode impactar diretamente os custos de produção agrícola no Brasil.

Vale lembrar que o Brasil não é autossuficiente na produção de ureia — importa 100% do que consome. Assim, qualquer instabilidade em grandes exportadores como o Irã tende a refletir nos preços pagos pelos produtores rurais, que já lidam com margens apertadas e forte dependência do insumo para manter a produtividade.

Diante desse cenário de incertezas, que coincide com um importante leilão de compra de ureia pela Índia, o conselho é acompanhar de perto os desdobramentos para planejar bem o abastecimento, principalmente visando a próxima safra de verão e o safrinha de 2026. O gráfico ilustra a participação iraniana e a relevância de outros fornecedores para o Brasil.

“Enfim, antes de tirar qualquer conclusão precipitada, vejo como imperativo que, neste momento, o produtor acompanhe o que está acontecendo para ter um entendimento mais claro do futuro — especialmente em relação à safra de verão, para a qual ainda temos volume, e ao safrinha 2026”, conclui.

 





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Mercado global de aviões deve gerar US$ 680 bi


A Embraer divulgou, em 12 de junho de 2025, suas novas Perspectivas do Mercado Global de Aeronaves Comerciais (Market Outlook 2025), estimando uma demanda de 10.500 jatos e turboélices de até 150 assentos nos próximos 20 anos, com pedidos avaliados em US\$ 680 bilhões (Fonte: Embraer). O relatório foi lançado na véspera do Paris Air Show, trazendo análises detalhadas por região e uma abordagem inédita sobre o mercado chinês, que ganha destaque como motor de crescimento do setor.

Segundo o estudo, o tráfego global de passageiros, medido por receitas por passageiros por quilômetro (RPK), deverá crescer 3,9% ao ano até 2044, com a China liderando esse avanço, seguida por América Latina, África e Oriente Médio. Juntas, Ásia-Pacífico, Europa e América do Norte concentrarão 76% da RPK global ao final do período. O documento reforça a tendência de frotas mistas, combinando aeronaves de diferentes capacidades para atender à demanda regional e estratégias de autonomia dos países.

Em termos de entregas, a América do Norte será responsável por 30,7% dos 8.720 jatos previstos, seguida por Europa/CIS (22,8%) e China (17,2%). Para os 1.780 turboélices, o destaque fica com a Ásia-Pacífico, que responderá por 36% das entregas, além de participações relevantes de América do Norte, Europa e África.

“Muitas das mudanças estruturais desencadeadas pela pandemia provaram ser bastante duradouras cinco anos após o seu início. Em nosso primeiro Market Outlook pós-pandemia, destacamos a transição da globalização para uma perspectiva geopolítica mais polarizada. Hoje, à medida que países e regiões buscam maior autonomia estratégica, a demanda por acesso regional continuará a crescer. Acreditamos que frotas mistas que combinem aeronaves narrowbody de menor e maior porte são essenciais para esse crescimento de longo prazo. Frotas mistas fornecem a versatilidade necessária para que a capacidade se adeque melhor à demanda, para a expansão de malhas aéreas e para o apoio dos objetivos de desenvolvimento nacional e regional,” afirma Arjan Meijer, presidente e CEO da Embraer.

 





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