quarta-feira, maio 20, 2026

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Recordes nos embarques de carne e nos abates de fêmeas ditarão os preços do boi gordo


O mercado físico do boi gordo apresentou cotações de estáveis a mais altas no Brasil durante a semana.

O analista de Safras & Mercado Fernando Iglesias ressaltou que a boa demanda voltada à exportação e a oferta limitada de animais jovens, especialmente para atender ao mercado chinês, contribuíram para sustentar as cotações.

Segundo ele, as escalas de abate seguem posicionadas entre cinco e sete dias úteis na média nacional e, em algumas praças, a arroba foi negociada acima da referência média.

O analista comenta que as exportações de carne bovina seguem como a grande variável, com o país caminhando a passos largos para atingir volumes recordes neste ano.

Recorde de participação de fêmeas

O coordenador da equipe de inteligência de mercado da Scot Consultoria, Felipe Fabbri, ressalta que a pesquisa do IBGE que divulgou os dados consolidados de abate de bovinos no primeiro trimestre do ano deve ser o destaque do mercado nos próximos meses.

“Esse levantamento mostrou a maior participação de fêmeas da história da pecuária brasileira em um trimestre, com 49% de fêmeas indo para gancho, com um volume de novilhas também em maior nível, ou seja, há muita oferta de fêmeas e isso deve influenciar o mercado quando esse número começar a ‘enxugar’”, conta.

Segundo ele, isso já começou a acontecer em maio, com uma participação menor de fêmeas, considerando os abates Sif, tendência que continua em junho. “Em nossa concepção, o excedente de fêmeas já foi liquidado no mercado para os próximos meses, então a expectativa é para um mercado mais acomodado, o que sustenta as cotações do boi gordo.”

Para Fabbri, pensando no escoamento de carne na segunda quinzena de junho, o cenário ainda é favorável, observando que no mercado acadista de carne com osso e sem osso os patamares continuam firmes, com ajustes pontuais ao longo da cadeia, mas sem derretimento, o que mostra que o consumo doméstico tem conseguido absorver a oferta.

“Nas próximas semanas, o cenário para as cotações é de muito mais estabilidade, com poucos ajustes pontuais, talvez para baixo por conta do impacto maior de oferta de boiadas pela frente fria e mais gado confinado chegando junto às unidades frigoríficas somado a um arrefecimento de demanda interna.”

Variação de preços da arroba do boi

Os preços da arroba do boi gordo na modalidade a prazo nas principais praças de comercialização do Brasil estavam assim no dia 12 de junho:
  • São Paulo (Capital): R$ 320, estável frente à semana passada
  • Goiás (Goiânia): R$ 305 a arroba, avanço de 3,39% perante os R$ 295 registrados na semana passada
  • Minas Gerais (Uberaba): R$ 300, aumento de 1,69% frente aos R$ 295 praticados no fechamento da semana anterior
  • Mato Grosso do Sul (Dourados): R$ 315, inalterado frente à última semana
  • Mato Grosso (Cuiabá): R$ 315, alta de 1,61% frente aos R$ 310 da semana passada
  • Rondônia (Vilhena): R$ 275, aumento de 1,85% frente aos R$ 270 praticados na semana anterior

Mercado atacadista

O mercado atacadista registrou preços em alta durante a semana, levando em conta a entrada dos salários na economia como motivador da reposição entre atacado e varejo.

Segundo Iglesias, ainda há uma certa preocupação com a queda de preços verificada para a carne de frango no atacado e que ainda pode respingar no varejo, limitando a demanda por carne bovina.

O quarto do traseiro do boi foi cotado a R$ 24,50 o quilo, alta de 6,52% frente aos R$ 23,00 da semana passada. Já o quarto do dianteiro do boi foi vendido por R$ 19,50 o quilo, aumento de 5,41% frente aos R$ 18,50 registrados na semana anterior.

Exportações de carne bovina

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Foto: Ministério da Agricultura

As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 344,709 milhões em junho (5 dias úteis), com média diária de US$ 68,942 milhões, de acordo com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

A quantidade total exportada pelo país chegou a 64,225 mil toneladas, com média diária de 12,845 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 5.367,20.

Em relação a junho de 2024, houve alta de 60,4% no valor médio diário da exportação, ganho de 33,5% na quantidade média diária exportada e avanço de 20,2% no preço médio.

*Com informações da Safras News



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Mulher morre em queda de balão em área rural de São Paulo



Um balão carregando 35 pessoas caiu em uma área rural de Capela do Alto, município paulista a 112 km da capital, na manhã deste domingo (15). O acidente teve uma vítima fatal: uma que foi socorrida em estado grave, mas não resistiu.

Informações prévias diziam que se tratava de uma gestante de oito meses, mas a família não confirmou a gravidez. A queda ocorreu próxima à estrada municipal Vereador Geraldo Portela e o caso está sendo investigado como homicídio culposo, quando não há a intenção de matar.

A Secretaria de Segurança de São Paulo informou que “durante o voo, o piloto realizou tentativas malsucedidas de pouso em áreas inadequadas, o que resultou na queda dos ocupantes.”

De acordo com a Polícia Militar, 11 pessoas com ferimentos leves foram socorridas no local, dentre elas seis com escoriações que foram levadas ao hospital municipal da cidade.

Os outros ocupantes não foram encontrados e deixaram o local antes da chegada das autoridades. O balão levantou voo em Boituva, em São Paulo, cidade vizinha onde ocorre o 38º Campeonato Brasileiro de Balonismo, organizado pela Confederação Brasileira de Balonismo (CBB).

A confederação informou que o balão não fazia parte do campeonato e era de uso turístico e não esportivo. Além disso, afirmou que o equipamento não tinha autorização para voar e o balonista estava com o Certificado de Aeronavegabilidade vencido. O piloto foi preso em flagrante e levado à delegacia do município de Tatuí.

Ainda conforme a confederação, por motivos de segurança, os voos de balão no local foram proibidos neste domingo (15) devido às condições climáticas. O motivo da queda ainda não foi esclarecido e são investigados pelo Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa) e pela Polícia Civil.



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veja como as mudanças climáticas afetarão a economia



Diante da proximidade da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que acontecerá em novembro no Brasil, vale lembrar o quanto eventos climáticos extremos cada vez mais frequentes afetam fauna e flora, além de todos os segmentos da economia. Veja alguns exemplos:

Setor Impactos diretos e Indiretos
Agricultura e pecuária
Redução de produtividade por secas, enchentes e pragas; insegurança alimentar
Energia
Queda na geração hidrelétrica; aumento de custos com termelétricas e racionamento
Infraestrutura e construção
Danos causados por chuvas extremas e deslizamentos; aumento nos custos de obras e manutenção
Transporte e logística
Estradas e portos danificados; atrasos e aumento de custos logísticos
Turismo
Desvalorização de destinos turísticos afetados; queda de visitantes e receita
Saúde Aumento de doenças respiratórias, infecciosas e ligadas ao calor; sobrecarga do sistema de saúde
Finanças e seguros Riscos climáticos elevam prêmios de seguro; maior cautela em financiamentos e investimentos
Comércio exterior Mudanças em acordos comerciais; barreiras ambientais e exigências sustentáveis
Varejo Alterações nos padrões de consumo; perdas com estoques fora de época e interrupção de suprimentos
Farmácias e indústria farmacêutica Maior demanda por certos medicamentos e produtos; riscos de desabastecimento e logística especial

De acordo com o CEO da Ideia Sustentável, Ricardo Voltolini, cabe ao Brasil, como anfitrião, apresentar ações que possam reverter a urgência climática que ameaça todo o globo e a sobrevivência da humanidade.

“É preciso falar sobre financiamento climático, mudar o sistema de regulação e a temperatura do planeta, entre outras medidas. E mais: pensar em metas ousadas e como será o nosso posicionamento diante do mundo com soluções viáveis, tangíveis e que precisam de apoio para saírem do papel.”

Pensando em todos esses desafios, a Ideia Sustentável desenvolveu o Top Trends COP 30, estudo que analisa as 22 tendências que serão debatidas durante o evento global, como:

  • Redução das emissões de GEE;
  • Adaptação às mudanças climáticas;
  • Financiamento climático;
  • Tecnologias de energia renovável e soluções de baixo carbono;
  • Preservação de florestas e biodiversidade;
  • Justiça climática.

Para ter acesso ao estudo completo, acesse abaixo:



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Preço do clorantraniliprole sobe 30%



A curva de preços reflete bem o abalo na oferta



A curva de preços reflete bem o abalo na oferta
A curva de preços reflete bem o abalo na oferta – Foto: Pixabay

Com base nas informações de Jeferson Souza, analista de inteligência de mercado da Agrinvest Commodities, a recente disparada nos preços do clorantraniliprole tem origem em um incidente de grandes proporções ocorrido no final de maio na fábrica da Youdao Chemical, na China. O episódio, que ocorreu há menos de 20 dias, gerou incertezas no mercado de defensivos, elevando os preços da substância em quase 30% nas últimas duas semanas. Embora inicialmente tenha havido especulação de impacto na produção de clorpirifós, isso não se confirmou, já que o foco real está no clorantraniliprole.

A curva de preços reflete bem o abalo na oferta: as cotações na China saltaram de cerca de US\$ 30/kg para US\$ 39,70/kg, segundo dados da Agrinvest. Paralelamente, o glifosato também apresentou leve valorização no mercado chinês, mostrando que o setor de defensivos agrícolas está atento a possíveis desdobramentos de oferta e demanda.

No Brasil, o cenário exige cautela. Até o dia 15 de maio, aproximadamente 38% das compras de defensivos para a safra 2025/26 já estavam concluídas, mas ainda restam entre 55% e 60% das aquisições de produtos para a soja em aberto. Essa lacuna, somada ao recente aumento de preços, torna o momento estratégico para o planejamento e negociação por parte dos produtores.

Segundo Jeferson Souza, que segue em rota pelo Mato Grosso para acompanhar o mercado de perto, é essencial que agricultores e parceiros revisem seus cronogramas de compra. A volatilidade atual é um alerta de que fatores inesperados podem influenciar significativamente os custos de produção nas próximas safras.

“No mercado brasileiro, ainda temos por volta de 55-60% das aquisições de defensivos para a soja 2025/26 em aberto. Sem dúvida, é um momento crucial para os planejamentos da próxima safra.  Estou a caminho do Mato Grosso para mais uma rodada pelo gigante do agro brasileiro”, comenta.

 





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Chuva atrasa colheita da super safrinha



“Resultado: a colheita demora mais para ganhar tração”



“Resultado: a colheita demora mais para ganhar tração"
“Resultado: a colheita demora mais para ganhar tração” – Foto: USDA

Segundo Marcos Rubin, CEO e Fundador da Veeries, os mapas climáticos mais recentes indicam boas perspectivas para o milho safrinha, especialmente em regiões como Paraná e Mato Grosso do Sul. As chuvas de junho têm sido benéficas para o enchimento de grãos nas lavouras mais tardias, fortalecendo ainda mais o potencial produtivo de uma safra que já vinha sendo projetada como robusta desde abril.

No entanto, Rubin destaca que o mesmo clima favorável à produtividade traz um desafio: o atraso na colheita. As chuvas continuam em algumas áreas e a previsão de uma frente fria atípica, prevista para esta semana em partes do Mato Grosso e Goiás, deve desacelerar a perda de umidade dos grãos que estão prontos ou quase prontos para a colheita.

Esse cenário faz com que a colheita demore mais para ganhar ritmo, postergando a chegada do milho ao mercado. O atraso na oferta pode gerar impacto na logística, nos preços e no planejamento das próximas etapas de comercialização, principalmente para os produtores que dependem de espaço e estrutura para escoar o produto.

Marcos Rubin ressalta que, em safras expressivas como a atual, o timing da oferta pode ser tão determinante quanto o volume colhido, reforçando a importância de monitorar as condições climáticas e ajustar estratégias de colheita e venda para minimizar riscos e aproveitar oportunidades de mercado.

“Resultado: a colheita demora mais para ganhar tração – e o milho, para chegar ao mercado. Um lembrete importante de que, em safras grandes como esta, o timing da oferta pode ser tão relevante quanto o volume”, conclui ele.

 





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Rio São Francisco terá nova hidrovia para transporte de cargas



O Rio São Francisco terá uma nova hidrovia para transporte de cargas do Sudeste, a partir de Pirapora, em Minas Gerais, para o Nordeste, a Juazeiro (BA) e Petrolina (PE).

O projeto, apresentado pelo governo federal na última sexta-feira (13), busca utilizar os 1.371 km de extensão navegáveis com uma projeção de movimentar cinco milhões de toneladas.

Entre as cargas previstas, estão insumos agrícolas, gesso, gipsita, calcário, grãos, bebidas, minério e sal.

O ministro de Portos e Aeroportos, Sílvio Costa Filho, afirmou que a hidrovia será muito estratégica para o desenvolvimento da região. Neste mês de junho, ele disse que assinaria a delegação das obra à Companhia das Docas do Estado da Bahia e, na sequência, estão previstos os estudos técnicos.

No percurso, o Velho Chico passa pelo Distrito Federal, por Goiás, pela Bahia, por Sergipe, Alagoas e Pernambuco. São 505 municípios e mais de 11,4 milhões de pessoas que, de alguma forma, se relacionam com um dos principais rios brasileiros.

Projeto em três etapas

O projeto foi dividido em três etapas. Na primeira, as ações vão se concentrar em um trecho de 604 quilômetros navegáveis, de Juazeiro a Petrolina, passando por Sobradinho (BA) e chegando em Ibotirama (BA).

As cargas poderão ser escoadas por rodovias até o Porto de Aratu-Candeias, na Baía de Todos os Santos (BA).

A segunda etapa abrangerá o trecho entre Ibotirama e Bom Jesus da Lapa e Cariacá – municípios baianos – com 172 quilômetros navegáveis. Nesse trecho, haverá conexão, via malha ferroviária, até os Portos de Ilhéus (BA) e Aratu-Candeias.

Já a terceira etapa aumentará a hidrovia em 670 quilômetros e ligará Bom Jesus da Lapa e Cariacá a Pirapora.

Navegabilidade das hidrovias

Em janeiro deste ano, o governo já havia anunciado que trabalharia em ações para expandir a navegabilidade nas hidrovias brasileiras.

Outras obras no horizonte ainda neste ano são a realização de dragagens nas hidrovias do Tapajós e São Francisco e a manutenção do Madeira, Parnaíba e Paraguai (tramo Sul).

No Rio Grande do Norte, por exemplo, será realizada a proteção de dolfins (estrutura utilizada para auxiliar na amarração e atracação de navios) da Ponte Newton Navarro, para ampliar a segurança das embarcações e das pessoas que circulam no local.

O Ministério de Portos e Aeroportos considera que hoje o país tem 12 mil km de hidrovia navegáveis, com o potencial de alcançar 42 mil km.



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confira a previsão do tempo para a semana



Temporais, granizo, chuva acumulada de até 200 mm e tempo seco com risco de incêndios marcam a semana. Confira a previsão entre esta segunda (16) e a sexta (20) para todo o Brasil:

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Sul

Novas instabilidades mantém o tempo carregado sobre o centro-norte, noroeste e a Serra do Rio Grande do Sul com risco alto para temporais e ventos fortes. Pode chover a qualquer momento no oeste e sudoeste de Santa Catarina e do Paraná, enquanto permanece firme no leste e norte paranaense. Risco de tempo severo persiste ao menos até quarta-feira (18) no território gaúcho e oeste de catarinense com chuva forte, queda de granizo e rajadas de vento acima de 100km/h, com risco de desabastecimento de energia elétrica.

Atenção para o alto volume de chuva nos próximos dias no Rio Grande do Sul, com acumulados entre 150 mm e 200 mm, trazendo riscos de alagamentos e deslizamentos de terra. Em Santa Catarina, a chuva da semana fica entre 50 mm e 100 mm. Já no Paraná, precipitações apenas na porção sul do estado, com volumes entre 30 mm e 40 mm.

Sudeste

Pouca chuva apenas no litoral do Espírito Santo. Nas demais áreas do Sudeste, o tempo volta a ficar firme, apesar das baixas temperaturas ao amanhecer. Contudo, as tardes já voltam a ter temperaturas máximas mais elevadas, com sensação de calor em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Atenção para elevação da temperatura máxima no interior paulista e no triângulo mineiro, áreas onde os termômetros podem atingir até 35ºC. Chuva fraca somente entre terça (17) e quarta (18) no Espírito Santo, com acumulados entre 5 mm e 10 mm.

Centro-Oeste

Pancadas mais isoladas no extremo oeste, sudoeste e sul de Mato Grosso do Sul e no oeste e noroeste de Mato Grosso devido à entrada de um pouco mais de umidade. As capitais Cuiabá e Campo Grande começam a semana sem previsão de chuva e com temperaturas mais elevadas. O ar seco continua na região do Distrito Federal e em todo o estado de Goiás, com uma segunda-feira (16) de muito sol e calor.

Semana de tempo firme em praticamente todas as áreas produtoras. Atenção para elevação da temperatura máxima nos três estados da Região: nos próximos dias, os termômetros podem chegar aos 37ºC, potencializando o risco para focos de incêndio. A umidade relativa do ar ao longo da semana deve ficar abaixo dos 30%.

Nordeste

Os temporais ainda são destaques no litoral do Sergipe e de Alagoas. A chuva começa a aumentar no Recife. Na segunda-feira (16), a capital pernambucana terá tempo carregado e instável, com potencial de temporais. Risco de pancadas fortes a qualquer momento também em Salvador, Bahia. O ar deve continuar mais seco entre o sul do Maranhão, no Piauí e no oeste baiano.

A umidade da semana fica concentrada no leste da Bahia, em Sergipe, Alagoas e litoral de Pernambuco, com volumes de chuva entre 40 mm e 80 mm. As precipitações também avançam para o Ceará, Rio Grande do Norte, interior de Pernambuco e no Pará, mas com acumulados que não devem ultrapassar os 10 mm.

No Maranhão, chuva significativa somente no noroeste, com até 40 mm, enquanto no centro-sul do estado e no Piauí, atenção para o calor com a temperatura máxima chegando a 35ºC e umidade relativa do ar abaixo de 30%. Elevado risco para a propagação de focos de incêndio.

Norte

Temporais entre Acre, Amazonas e Roraima. Nesses estados, a semana começa com dia abafado e predomínio de muitas nuvens, além de pancadas de chuva que podem ocorrer a qualquer momento, com alto risco para transtornos. O tempo continua firme e extremamente seco entre o sul do Pará e o estado do Tocantins.

Chove com forte intensidade no norte de Rondônia e no Amapá. Semana de tempo quente e seco em Rondônia, sul do Pará e Tocantins, com a temperatura máxima voltando para o patamar dos 37ºC, o que potencializa o risco para focos de incêndio. A umidade relativa do ar ao longo da semana deve ficar abaixo dos 30% durante o dia. No Acre, os próximos dias serão de chuva que deve girar em torno de 20 mm. Já no centro-norte do Amazonas, em Roraima, no norte do Pará e no Amapá, o volume esperado fica em torno dos 50 mm a 70 mm.



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lançamento mais esperado do ano traz jogos com o agro em destaque


Lançado em 5 de junho de 2025, o console de videogame Nintendo Switch 2 chega ao mercado brasileiro com uma colheita de novidades que já dá o que falar. Em apenas quatro dias, foram vendidas mais de 3,5 milhões de unidades globalmente, tornando-se o lançamento de sucesso mais rápido da história da Nintendo. E a esperada novidade também tem tudo para agradar o público do campo.

Para quem teve a experiência de jogar o Nintendo Switch 1, a versão anterior do console, a expectativa é alta. Aquela possibilidade de jogar na TV ou desconectar e jogar como um “minigame” mudou o jogo e agora as concorrentes estão correndo para fazer igual.

Para nós do campo, o modelo é perfeito, é aquela partida na TV que continua quando vamos inspecionar a propriedade, receber fornecedores, olhar a colheita, além de uma possibilidade única de reunião em família, um dos pilares do nosso segmento.

Principais dados de lançamento

  • Tela maior e melhor: agora com 7,9″ em 1080 p (modo portátil) e saída em 4 K quando acoplado.
  • Processador mais potente: gráficos aprimorados e performance mais fluida .
  • Joy‑Con 2 magnéticos: com suporte a modo mouse e botão “C” dedicado ao GameChat.
  • GameChat: chat de voz e vídeo integrado, com modo inclusivo até março de 2026.

🚜 Agronegócio digital: jogos rurais ganham destaque

Se você pensa que videogame e agronegócio não combinam, prepare-se para se surpreender! No catálogo do Nintendo Switch 2, há uma clara aposta em jogos com temática rural:

  • Farming Simulator: Signature Edition chega neste inverno para Switch 2, com mapas inspirados na América, Europa e Ásia, e mais de 400 máquinas de grandes marcas como John Deere, Claas e Massey Ferguson.
  • Clássicos como Story of Seasons, Stardew Valley, Harvestella e Roots of Pacha seguem firmes entre os mais queridos pelos amantes de fazenda virtual.
  • Mais novidades prometidas conectadas ao agronegócio: Sun Haven, Paleo Pines e outros produtores independentes estilo cozy farming.

Esses títulos não são apenas entretenimento – podem inspirar jovens e profissionais do campo, mostrar ferramentas, safras, ciclos e destacar aspectos do agronegócio, como manejo sustentável e logística rural.


1. Simulação realista de maquinário

O Farming Simulator traz tratores reais e equipamentos que circulam no agronegócio hoje. Ferramentas como plantio, colheita, adubagem e rotação de culturas viram divertimento – mas também insight de operação em fazendas de verdade.

2. Conexão agro-digital

Com o GameChat e o recurso de multiplayer, famílias do campo podem compartilhar experiências de cultivo entre diferentes fazendas, trocando dicas sobre agritech enquanto jogam.

3. Aprendizado e lazer

Jogos como Roots of Pacha ensinam inovação agrícola e sobrevivência paleo, enquanto Sun Haven e Harvestella possibilitam misturar exploração e cultivo. Um jeito leve de aprender sobre ecossistemas, solos e produção de alimentos.


Por que nós do campo vamos nos interessar?

  1. Educação interativa – fazendas virtuais podem inspirar técnicas reais, desde plantio até gestão de hectares.
  2. Engajamento familiar – jogar em família fortalece vínculos, e um jogo de fazenda pode ser o gancho perfeito para conversas sobre colheita, mercado e sustentabilidade.
  3. Uso de tecnologia – a potência do Switch 2 equivale a ter uma visão digital do campo moderno, com gráficos em 4K e capacidade de rodar softwares de simulação mais complexos.
  4. Turismo rural e agritecnologia – jogos rurais fomentam interesse por produtos locais, e até por soluções tecnológicas como drones, IoT e sensores – temas cada vez mais presentes no agronegócio.

Nesse nosso mundo rural super tecnológico e ao mesmo tempo familiar, vale a dica: juntar a família e experimentar essa nova tecnologia. Mas se der saudades do nosso conteúdo, desconecta da TV, continua jogando e coloca no Canal Rural. Afinal, assim como o Nintendo Switch, nós estamos onde você quiser nos acessar.




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Setores unidos enfrentam custos e falta de oferta



Outro ponto destacado pelo estudo é que a terceirização de etapas



Outro ponto destacado pelo estudo é que a terceirização de etapas
Outro ponto destacado pelo estudo é que a terceirização de etapas – Foto: Pixabay

Segundo estudo do Rabobank, conduzido por Eva Gocsik e Maria Castroviejo, analistas setoriais de proteína animal, o fortalecimento da colaboração entre o setor de proteína animal e o setor de serviços alimentícios é essencial para enfrentar desafios como o declínio do número de animais, os altos custos de insumos, as mudanças demográficas, a pressão por sustentabilidade e a evolução das preferências de consumo. Os serviços de alimentação são responsáveis por aproximadamente um quarto do volume de vendas de proteína animal e continuarão a ser um canal vital para as empresas do setor.

Embora o mercado europeu de food service esteja maduro, a previsão é de um crescimento modesto e contínuo, impulsionado por mudanças no estilo de vida, famílias menores, maior demanda por conveniência e maior destinação de renda para refeições fora de casa. Nesse contexto, garantir o fornecimento de proteína animal de forma estável e a preços competitivos torna-se mais importante do que nunca, já que o produto representa uma parte significativa dos custos operacionais.

Para as empresas de proteína animal, estabelecer acordos de longo prazo e manter relações diretas com operadores de serviços alimentícios cria um ambiente de negócios mais seguro, incentiva investimentos na cadeia de suprimentos e fortalece a resiliência do fornecimento. Já para os operadores de food service, tais acordos ajudam a garantir o abastecimento, especialmente em situações de oferta limitada de carne bovina, além de abrir caminho para práticas mais sustentáveis.

Outro ponto destacado pelo estudo é que a terceirização de etapas de processamento e preparo para empresas de proteína animal pode ajudar os operadores a mitigar os desafios relacionados à mão de obra. Assim, uma cadeia de suprimentos mais inteligente, eficiente e ágil, aliada ao aumento da agregação de valor, será fundamental para sustentar os negócios frente aos custos crescentes e às demandas por sustentabilidade e conveniência.

 





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Morre a Dra. Scylla Prata, criadora do Hospital de Amor de Barretos


A Dra. Scylla Duarte Prata, fundadora do Hospital de Amor (HA), em Barretos, morreu neste sábado (14), aos 101 anos.

Médica ginecologista e profissional admirada e respeitada por sua dedicação à medicina, ela criou uma das maiores obras de amor ao próximo da América Latina, referência em tratamento oncológico gratuito de excelência, com o maior serviço de prevenção de câncer do país e uma estrutura completa focada em ensino e pesquisa.

Dra. Scylla - Hospital de Amor
Foto: Redes Sociais

Além disso, foi pioneira: uma das nove mulheres formadas no curso de medicina da Universidade de São Paulo (USP), em 1949, época em que graduação superior era reservada apenas aos homens.

Enfrentou preconceito à época, mas, com o tempo, se tornou uma das primeiras a se dedicar na prevenção do câncer ginecológico. Vinte anos depois, fundou com o marido o HA, inicialmente chamado Hospital São Judas Tadeu, o primeiro centro de referência ao câncer no interior do Brasil.

“Dra. Scylla deixa um legado de competência, ética e humanidade; uma trajetória marcada por compromisso com a ciência e cuidado com o próximo; e muita, muita saudade!”, diz nota do Hospital de Amor.

O velório está sendo realizado neste domingo, na Capela Sagrado Coração de Jesus, próxima ao HA, e o enterro será às 15h, no próprio hospital, junto ao seu esposo, Dr. Paulo Prata (in memoriam). A causa da morte não foi divulgada.



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