quarta-feira, maio 20, 2026

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Colheita de soja nos EUA ultrapassa 90%



O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) informou nesta segunda-feira (16) que o plantio de soja está em 93%, comparado a 92% um ano antes e 94% na média de cinco anos. O USDA informou que 84% da safra havia emergido, comparado a 80% no mesmo período do ano passado e 83% na média histórica. Segundo a agência, 66% da safra estava em condição boa ou excelente, uma queda de 2 pontos percentuais em relação à semana anterior. No mesmo período do ano passado, esse índice era de 70%.

Já para o milho, o plantio foi concluído na semana passada, conforme aponta o relatório semanal do USDA. Até domingo (15), 94% das lavouras haviam emergido, em linha com a média histórica e acima dos 92% registrados no ano passado. A qualidade da safra também melhorou: 72% das plantações estavam em condição boa ou excelente.

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Além disso, 52% da safra de trigo de inverno nos Estados Unidos apresentava condição boa ou excelente até o último domingo (15), o que representa uma piora de dois pontos percentuais em relação à semana anterior. Apesar da queda, o índice está acima dos 49% registrados no mesmo período do ano passado.

O USDA informou também que 93% das lavouras já haviam perfilhado, mantendo o mesmo nível do ano passado e ligeiramente acima da média de cinco anos, de 92%. Já a colheita do trigo de inverno avançou para 10% da área total, bem abaixo dos 25% registrados em 2024 e dos 16% observados na média histórica para o período.



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AgroNewsPolítica & Agro

Alta de 55% no clethodim acende alerta



Problemas na China afetam oferta global e disparam preço de herbicida




Foto: Canva

A expressiva valorização de ingredientes ativos usados no campo tem causado apreensão entre agricultores e consultores agronômicos. O clethodim, um dos principais herbicidas utilizados no controle de gramíneas em culturas como soja, milho e algodão, registrou aumento de 55% apenas nos primeiros meses de 2025. A alta repentina no valor do insumo, essencial no combate a plantas daninhas, já compromete o planejamento técnico e econômico de muitos produtores.

Segundo especialistas, esse encarecimento tem origem em uma conjunção de fatores logísticos e industriais. A China, maior fornecedora global da substância, enfrenta paralisações produtivas e dificuldades de exportação, o que reduziu drasticamente a oferta internacional. Ao mesmo tempo, a demanda sazonal por defensivos agrícolas aumentou, agravando ainda mais o desequilíbrio entre oferta e procura e, consequentemente, os preços.

Com os custos operacionais em alta, produtores se veem obrigados a renegociar contratos e, em alguns casos, até a reavaliar o cronograma de aplicações. A situação é ainda mais crítica em áreas que enfrentam resistência de espécies como o capim-pé-de-galinha (Eleusine indica), para as quais o clethodim já vinha mostrando eficácia limitada em algumas regiões.

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Para Roberto Rodrigues, engenheiro agrônomo e especialista em manejo da Ourofino Agrociência, a disparada no preço e a escassez de produtos como o clethodim evidenciam a necessidade de transição para práticas mais sustentáveis, como o Manejo Integrado de Plantas Daninhas (MIPD). “Não é mais viável depender de uma única molécula. A diversificação dos mecanismos de ação é fundamental para preservar a produtividade e a rentabilidade das lavouras”, destaca o agrônomo.

A expectativa do setor agora é por estabilidade na cadeia internacional de suprimentos e maior adesão dos produtores a práticas mais integradas e sustentáveis de manejo.





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queda na produção capixaba aumenta as cotações



As cotações do Mamão Havaí avançaram significativamente nas principais regiões produtoras ao longo da semana passada. É isso que apontam os dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

De acordo com pesquisadores do instituto, os mamocultores relataram que chuvas acima do esperado prejudicam a qualidade dos mamões. Isso tendo em vista que o clima desfavorável também aumenta a incidência de doenças fúngicas. 

Dessa forma, a oferta de frutas de boa qualidade está reduzida. As chuvas e as temperaturas mais baixas também limitaram o desenvolvimento dos frutos, resultando em menor oferta nas lavouras. 

Na semana passada, os preços de comercialização foram de R$ 3,17/kg para o havaí 12-18 do norte do Espírito Santo, sendo 258% superiores aos do período anterior. No atacado paulista, o mamão do tipo 15-18 foi negociado à média de R$ 62,00 a caixa de 8 kg, avanço de 35%. 

Assim, para as próximas semanas, a tendência é de menor demanda pela fruta, em decorrência do feriado de Corpus Christi, na quinta-feira (16), o que pode voltar a pressionar as cotações na roça, apesar das perspectivas de menor oferta.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Organização da Bahia Farm Show decide não divulgar volume de negócios


A organização da 19ª edição da Bahia Farm Show decidiu não divulgar os números consolidados de comercializações realizadas durante a feira, na última semana, em Luís Eduardo Magalhães, no Oeste da Bahia.

De acordo com nota enviada pela Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), a decisão segue a tendência adotada por outras grandes feiras do agronegócio. A nota cita, como exemplo, a Expodireto Cotrijal, evento que também optou por não divulgar os números consolidados de comercialização, ao contrário de outras feiras realizadas no país.

Segundo a organização da Agrishow 2025, realizada entre os dias 28 de abril e 2 de maio, em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, o evento movimentou R$ 14,6 bilhões em intenções de negócios e recebeu um público de mais de 197 mil pessoas.

Outro importante evento do setor, a Tecnoshow COMIGO — realizada em Rio Verde (GO), entre os dias 7 e 11 de abril — movimentou mais de R$ 10 bilhões.

Já a Feira de Tecnologia Agropecuária do Tocantins (Agrotins 2025), realizada entre os dias 13 e 17 de maio, em Palmas, capital do Tocantins, movimentou R$ 5,07 bilhões em negócios.

A Bahia Farm Show recebeu 434 expositores e 162.370 visitantes, ultrapassando a marca registrada na edição anterior. Além disso, mais de 100 caravanas foram mobilizadas para o evento, com a participação de pequenos produtores, estudantes, idosos e pessoas com deficiência.

No balanço qualitativo da feira, houve destaque positivo para os segmentos de plantadeiras, pulverizadores, colheitadeiras, pivôs de irrigação, além de veículos, drones e aviões voltados para pulverização e monitoramento de lavouras. Instituições financeiras também relataram bom volume de contratações e prospecções de crédito para investimentos no campo, informou a organização.

Bahia Farm Show 2025, imagem aérea do segundo dia em Luís Eduardo MagalhãesBahia Farm Show 2025, imagem aérea do segundo dia em Luís Eduardo Magalhães
Fim de tarde na Bahia Farm Show nesta terça-feira (10) | Imagem: Guilherme Soares/Canal Rural Bahia

Justificativa

Como justificativa, a Aiba reforçou que a decisão de não divulgar os valores consolidados de negócios acompanha um movimento percebido em outras grandes feiras do agro nacional.

“Embora as cifras cheguem à casa dos bilhões, elas não traduzem, de forma fiel, o real impacto e a missão de um evento como a Bahia Farm Show. A prioridade, segundo a organização, é seguir fortalecendo a conexão entre produtores, empresas de tecnologia agrícola, instituições financeiras, universidades, consultorias de pesquisa e os diversos níveis do poder público”, diz a nota divulgada à imprensa.

“Quem esteve na Bahia Farm Show viveu um clima de alegria, entusiasmo e otimismo, comemorando o resultado da safra e percorrendo as ruas da feira com olhar atento às novas tecnologias, já pensando nas próximas safras. Também tivemos, neste ano, um diferencial com o incentivo à vinda de caravanas de toda a Bahia e do Matopiba. Queremos agradecer a todos — patrocinadores, expositores e produtores — que continuam acreditando na Bahia Farm Show e proporcionaram mais uma edição de sucesso”, reforça Moisés Schmidt.

A edição comemorativa de 20 anos da Bahia Farm Show já tem data marcada: de 8 a 13 de junho de 2026.


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avanço na colheita aumenta estoque e enfraquece a demanda



Os preços do trigo seguem enfraquecidos no mercado doméstico. É isso que mostram os dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Pesquisadores do instituto indicam que a pressão vem das desvalorizações externa e cambial, do avanço da semeadura no Brasil e da fraca demanda doméstica. Muitos agentes de moageiras demonstram estar abastecidos, enquanto outros trabalham com o trigo importado. 

Por sua vez, os triticultores estão focados nas atividades de campo. Diante disso, pesquisadores do Cepea relatam que a liquidez é baixa no mercado interno. No campo, a Conab aponta que, até dia 7 de junho, 42% da área destinada ao trigo semeada no Brasil. 

Em relatório divulgado neste mês, a Conab estima a área de trigo em 2,67 milhões de hectares, 1% abaixo do indicado em maio e 12,6% inferior à da safra de 2024. A produção está prevista em 8,192 milhões de toneladas, queda de 0,8% frente ao relatório anterior, mas alta de 3,8% sobre o volume da safra passada. 

Assim, a produtividade está estimada em 3,06 toneladas por hectare, aumento de 0,3% frente ao relatório anterior e 18,9% acima da temporada anterior.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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preços seguem em queda pelo quinto período consecutivo



O preço do etanol hidratado seguiu em queda no mercado spot do estado de São Paulo na semana passada. Isso de acordo com os dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

A queda já representa o quinto período consecutivo de baixa. Pesquisadores do Cepea ressaltam, contudo, que o movimento de recuo no valor do biocombustível perdeu força. Isso porque muitos vendedores estiveram mais firmes nos preços pedidos. 

Além disso, chuvas em regiões produtoras dificultaram as atividades agrícolas e, consequentemente, a moagem nas indústrias, contexto que reduziu o volume disponível no spot. 

A recente valorização do petróleo no mercado internacional e o aquecimento da demanda, diante da proximidade do feriado desta semana, também deram certa sustentação aos preços do etanol no spot paulista. 

De 9 a 13 de junho, o Indicador Cepea/Esalq do etanol hidratado fechou em R$ 2,5404/litro (líquido de ICMS e PIS/Cofins). Valor este que representa uma ligeira queda de 0,35% frente ao do período anterior. 

Já o Indicador Cepea/Esalq para o etanol anidro fechou a última semana em R$ 2,9021/litro, valor líquido de impostos (sem PIS/Cofins). Representando, assim, uma redução de 1,45% no mesmo comparativo.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Guerra entre Irã e Iraque: é hora de comprar fertilizantes?



A recente tensão no Golfo Pérsico traz incertezas para o mercado da soja, principalmente por seu impacto na oferta e no custo dos fertilizantes essenciais para a produção. O confronto entre Israel e Irã elevou o risco de um conflito direto na região, com possível envolvimento de aliados como Hezbollah, milícias no Iraque e até a participação indireta dos Estados Unidos e de países ocidentais.

Segundo o consultor em agronegócio Carlos Cogo, o Estreito de Ormuz, por onde circulam 20% das exportações globais de petróleo e volumes expressivos de gás natural e fertilizantes nitrogenados, torna-se um ponto estratégico e gargalo logístico global para a commodity. Com sanções econômicas vigentes, o Irã pode reagir bloqueando rotas marítimas ou interrompendo o envio de insumos estratégicos, pressionando ainda mais os custos de produção.

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Impacto nos fertilizantes para a soja

“O ataque pode ter impacto direto na oferta de fertilizantes. O Irã é o terceiro maior exportador de ureia do mundo, responsável por 10% da oferta global, com 4,8 milhões de toneladas por ano, e o sétimo maior exportador de amônia anidra”, comenta Cogo.

Segundo o consultor, outros grandes produtores de nitrogênio também estão na região e alguns transportam seus fertilizantes pelo Estreito de Ormuz. A guerra deverá elevar os preços da ureia nos mercados internacionais e acende o sinal de alerta para quem ainda não garantiu os insumos.

“O Brasil importa 80% dos fertilizantes utilizados nas produções agropecuárias e boa parte desse volume vem de países direta ou indiretamente afetados pela tensão no Golfo Pérsico. O país importa principalmente da Rússia, China, Canadá, Marrocos e países do Oriente Médio”, completa. Os nitrogenados representam 48% da demanda total brasileira, com alta dependência de insumos baseados em gás natural, cujo preço está altamente correlacionado ao petróleo.

Além disso, o Irã desponta como importante fornecedor de ureia e de derivados petroquímicos fundamentais para a indústria. Se houver uma retaliação iraniana, como o bloqueio do Estreito de Ormuz, que conecta o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã, ou novas sanções internacionais, o fornecimento desses insumos pode ser comprometido. Com a redução da oferta e o encarecimento do frete, o preço tende a subir, pressionando os custos de produção no Brasil.

No Egito, a interrupção do fornecimento de gás por Israel já paralisou a fabricação de ureia. Como reflexo imediato, diversas ofertas foram retiradas do mercado e os preços subiram nos Estados Unidos, no Oriente Médio e também no Brasil.

Além dos fertilizantes: os fretes

A alta do petróleo, intensificada pelas tensões no Oriente Médio, deverá elevar os custos de frete marítimo e seguros internacionais, fatores que pesam diretamente sobre o custo de importação para o Brasil, país fortemente dependente de insumos externos. O risco de ataques a petroleiros e navios comerciais no Golfo eleva os prêmios de seguros marítimos e o custo do frete internacional, especialmente em áreas consideradas zonas de guerra.

O Baltic Dry Index e o Freightos Baltic Index tendem a subir em cenários de conflito, impactando os custos de importação de insumos. O aumento do preço do petróleo afeta diretamente o custo do diesel no Brasil, encarecendo o transporte interno de grãos e alimentos.

A dependência do modal rodoviário agrava o problema. Em cenários de escalada do conflito, o barril de Brent pode superar os 90 ou 100 dólares, impulsionando o preço do diesel no mercado interno. No Brasil, o transporte rodoviário responde por mais de 60% da logística agrícola, e o aumento do diesel impacta diretamente no custo da produção e da distribuição.

Commodities

O petróleo mais caro também pressiona a valorização de outras commodities agrícolas, como óleo de soja, algodão e açúcar. O encarecimento do petróleo amplia o espaço para valorização do óleo de soja, que hoje é uma das principais matérias-primas para biodiesel globalmente. Isso também influencia os óleos vegetais concorrentes, como o de palma, e se estende a outras cadeias, como a do algodão, que compete com fibras sintéticas derivadas do petróleo.

No caso da soja, o óleo é insumo fundamental na produção de biodiesel. Se o petróleo sobe, o biodiesel torna-se mais competitivo. O Brasil é o segundo maior produtor de biodiesel do mundo, com o óleo de soja como principal matéria-prima, responsável por cerca de 70% da produção. A demanda por óleo vegetal cresce globalmente, puxando os preços também da soja in natura.

O açúcar compete com o etanol. Com o petróleo mais caro, o etanol se valoriza, o que pode levar as usinas a direcionarem mais cana para a produção de etanol, reduzindo a oferta global de açúcar e elevando os preços. O Brasil é o maior exportador de açúcar do mundo e essa decisão impacta diretamente o equilíbrio do mercado internacional.

O algodão compete com fibras sintéticas como o poliéster, derivadas do petróleo. A alta do petróleo eleva o custo do poliéster, com possível valorização do algodão natural no mercado têxtil.

Exportações agrícolas brasileiras

No outro extremo da cadeia, o escoamento de produtos brasileiros para países islâmicos também está em xeque. O Oriente Médio é um mercado importante para grãos e proteínas animais do Brasil. O Irã é o maior importador de milho brasileiro e o quinto maior importador de soja. Cerca de 30% da carne de frango exportada pelo Brasil tem como destino países do Oriente Médio.

”Vale destacar que será necessário acompanhar os desdobramentos do conflito para se ter conhecimento mais concreto dos efeitos nos mercados de insumos e de commodities agrícolas. Recomenda-se antecipar compras de insumos e reavaliar cenários logísticos e comerciais”, finaliza.



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preços seguem em queda frente à desvalorização externa



Os preços médios do açúcar cristal negociados no mercado spot do estado de São Paulo seguem em queda. Isso de acordo com os dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo pesquisadores do instituto, ao longo da semana passada, a pressão veio sobretudo da desvalorização externa. 

No geral, no spot doméstico, a oferta do açúcar cristal de melhor qualidade, o tipo Icumsa 150, segue restrita. Além disso, as chuvas no início de junho, também contribuíram para dificultar a produção. 

Porém, nem mesmo esse cenário tem dado sustentação aos preços internos do adoçante. O Indicador Cepea/Esalq, para o cor Icumsa de 130 a 180, voltou a operar na casa dos R$ 120/saca de 50 kg, patamar que não era verificado desde outubro de 2022.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Mapa investiga oito casos suspeitos de gripe aviária no Brasil



Até às 8h30 de hoje, o painel de dados disponibilizado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) apontava que há oito casos suspeitos de gripe aviária em investigação no Brasil.

Eles envolvem galinhas domésticas em Alto Alegre (RR), Parauapebas (PA), Cedro (CE), Novo Cruzeiro (MG), Sacramento (MG), São Joaquim de Bicas (MG), e Terenos (MS).

Há ainda um caso suspeito da doença em aves silvestres, um pombo, em São Valentim (RS).

Na última sexta-feira (13), a Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) confirmou a detecção do primeiro foco de influenza aviária de alta patogenicidade (gripe asiática) em Goiás. O caso foi registrado em aves de subsistência no município de Santo Antônio da Barra, região sudoeste do estado.

O resultado foi divulgado após análises realizadas pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA) do Mapa.

A notificação da suspeita foi feita à agência há cerca de uma semana, com relatos de morte de cerca de 100 galinhas que apresentaram sinais como asas caídas, secreção nasal, dificuldade respiratória, apatia, diarreia e edema de face.

Também na sexta-feira, São Paulo confirmou o primeiro caso positivo de gripe aviária no estado neste ano. O foco ocorreu em uma marreca-caneleira (Dendrocygna bicolor), ave silvestre que foi localizada na região central de Diadema, município da Grande São Paulo.



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Receita Federal apreende mais de R$ 300 milhões em cocaína em carga de café


carga de café contendo cocaína
Foto: Receita Federal

A Receita Federal apreendeu, na última sexta-feira (13), uma quantidade de 1,126 tonelada de cocaína em uma carga de café no Porto do Rio de Janeiro.

O entorpecente seguiria para a Alemanha e está avaliado em R$ 312 milhões.

A carga foi inspecionada pelos cães de faro Abby e Electra, sendo utilizado também aparelho de raio-x portátil na verificação.

Das 320 sacas de café encontradas no contêiner, 54 continham a droga.

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