quarta-feira, maio 20, 2026

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Soja adulterada com areia e mofo é barrada no Paraná



Fraude em exportação de soja




Foto: Mapa

Uma operação conjunta entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e a Polícia Federal resultou na apreensão de uma carga adulterada de farelo de soja no Porto de Paranaguá, no Paraná. A ação, realizada no último dia 10 de junho, interceptou 39.250 quilos do produto contaminado, que seria exportado para o mercado internacional. Historicamente, conforme a legislação do Ministério da Agricultura, produtos adulterados como o farelo interceptado são destinados a aterros sanitários, garantindo a segurança e rastreabilidade dos produtos que saem do Brasil rumo a outros países.

Segundo informações divulgadas pelo Mapa, auditores fiscais agropecuários identificaram irregularidades no processo de acesso e classificação da carga ainda no terminal de origem. A adulteração foi confirmada com a análise de amostras que revelaram a presença de areia, serragem e mofo misturados ao farelo de soja — um cenário que configura fraude grave e viola normas sanitárias e de qualidade exigidas para exportação.

A detecção da fraude reforça a importância da atuação preventiva e rigorosa dos órgãos de fiscalização. O Mapa destaca que esse tipo de prática compromete não apenas a saúde animal e vegetal, mas também a imagem do agronegócio brasileiro no cenário internacional, além de provocar perdas econômicas relevantes.

De acordo com Fernando Mendes, chefe do Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal do Paraná (SIPOV/PR), a ação reflete o êxito da cooperação entre as entidades públicas. A operação foi iniciada a partir de uma investigação conduzida pelo Ministério Público Federal, com foco no combate a fraudes em exportações de produtos a granel.

As autoridades seguem investigando a origem da carga e os responsáveis pela tentativa de fraude. O objetivo é identificar todos os envolvidos e compreender a extensão do esquema criminoso. A empresa responsável pelo envio da carga deverá, conforme as normas ambientais, apresentar um plano de descarte adequado para o material apreendido.

 

 

 





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Mercado de grãos reage a clima e colheita


Segundo informações da TF Agroeconômica, nesta segunda-feira (17/06), os mercados de trigo, soja e milho abrem o dia acompanhando fatores climáticos, geopolíticos e de oferta nos principais países produtores. O trigo sobe em Chicago com contratos para julho cotados a US\$ 540,25 (+3,75) e dezembro a US\$ 576,25 (+2,50), impulsionado pela lentidão da colheita de inverno nos EUA, que avançou para 10% da área plantada, abaixo dos 25% do mesmo período em 2024 e da média de 16% dos últimos cinco anos, e pela redução da qualidade das lavouras de 54% para 52% em boas/excelentes condições. No Brasil, a Conab informou avanço do plantio para 51,7% da área prevista, ritmo inferior à média histórica.

Na soja, os contratos de julho em Chicago recuam levemente para US\$ 1.069,25 (-0,50), refletindo realização parcial de lucros após alta forte do óleo de soja. A queda é contida pela piora nas condições das lavouras americanas: segundo o USDA, a soja em boas/excelentes condições caiu de 68% para 66%, abaixo dos 70% registrados no mesmo período em 2024. O plantio avançou para 93% da área planejada, em linha com anos anteriores, mas ainda aquém do esperado por traders (95%). No mercado interno, a soja no Paraná é negociada a R\$ 129,60/saca (+0,36% no dia).

Já o milho opera com leve oscilação em Chicago, com o contrato de julho a US\$ 434,50 (-0,25). O ajuste de posições pelos fundos ocorre em meio a um cenário de bom ritmo de exportações para a safra 24/25, mas pressionado pela entrada da safrinha no mercado e pelas boas condições das lavouras nos EUA, que subiram de 71% para 72% em boas/excelentes condições, superando as médias do setor. No Brasil, a colheita da segunda safra evoluiu para 3,9% da área, ainda atrás do ritmo do ano passado (13,1%) e da média de cinco anos (8,4%). Na B3, o milho julho recua 0,88% para R\$ 62,41/saca.





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Irga apresenta panorama do setor orizícola e parceria com à Invest RS



Trabalho visará fomentar as exportações do arroz produzido no Estado




Foto: José Luis da Silva Nunes

O presidente do Instituto Rio Grandense do arroz (Irga), Eduardo Bonotto, reuniu-se nesta segunda-feira com a equipe da Invest RS, em encontro realizado na sede da agência estadual. A reunião teve como objetivo apresentar um panorama do setor orizícola no Rio Grande do Sul e discutir estratégias para ampliar as exportações e o fomento ao consumo do arroz gaúcho.

Participaram do encontro o diretor de atração de investimentos e promoção comercial da Invest RS, Fabrício Forest; o gerente de negócios, Marcelo Adriano; a analista sênior de negócios, Luciana Proença; e a gerente de serviços ao investidor e exportador, Maria Paula Mertlotti.

Durante a apresentação, Bonotto destacou dados atualizados sobre produção, exportação e importação de arroz, além de abordar desafios que impactam a competitividade da cadeia produtiva. Ele também reforçou a importância do incentivo ao consumo do cereal a nível nacional visto seus valores nutritivos e a sustentabilidade da produção do produto realizada no Rio Grande do Sul.

“A intenção é fazer uma parceria com a Invest RS para através de suas ferramentas de fomentar o desenvolvimento econômico do Estado por meio da atração de investimentos e da promoção comercial, abrir e ampliar mercados, tanto internos quanto externos, para o nosso arroz”, destacou Bonotto. Segundo ele, embora haja urgência na execução, as ações devem ser bem planejadas para garantir resultados consistentes.

O diretor da Invest RS, Fabrício Forest, reforçou o alinhamento da agência com os objetivos do Irga. “A ideia é desenharmos um programa de fortalecimento e presença do arroz gaúcho, com foco especial na exportação”, afirmou.

Como próximos passos, está prevista uma reunião entre as equipes técnicas do Irga e da Invest RS para o detalhamento das estratégias conjuntas. Também serão promovidos diálogos com entidades representativas do setor orizícola, visando a construção de um plano de ação robusto que amplie a competitividade do arroz gaúcho no mercado nacional e internacional.





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Feicorte 2025 terá exposição de 500 animais de 9 raças



A Feira Internacional da Cadeia Produtiva da Carne (Feicorte) começou nesta terça-feira (17) e se estende até o próximo sábado (21), em Presidente Prudente, município com o maior rebanho bovino do estado, com cerca de 1,6 milhão animais.

Com o tema “O Boi Brasileiro: produtivo por natureza”, o evento tem a expectativa de receber cerca de oito mil visitantes. Na programação, palestras, debates e cases de sucesso têm o objetivo de mostrar como a pecuária nacional é sinônimo de eficiência, sustentabilidade e protagonismo no mercado global, além do potencial de evolução da atividade.

Durante a feira, o público poderá conferir julgamentos de raças, cinco leilões e a exposição de cerca de 500 animais das raças Brahman, Brangus, Canchim, Caracu, Nelore, Santa Gertrudis, Senepol, Sindi e Wagyu, além do desfile e leilão de cavalos Quarto de Milha e Paint Horse.

Além disso, durante toda a semana, a programação inclui mais de 70 empresas expositoras, degustação e harmonização de produtos artesanais paulistas, área de demonstração de Integração Lavoura Pecuária Floresta (ILPF) e opções gastronômicas.

A Feicorte é aberta a todo o público, mas é especialmente destinada a pecuaristas, profissionais da área técnica, veterinários, pesquisadores, indústrias e empresas ligadas à cadeia produtiva da carne.

A entrada no evento é gratuita, porém, o credenciamento é obrigatório.



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Chuvas fortes provocam mortes e danos em municípios gaúchos



O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta vermelho (grande perigo) de tempestade para diversos municípios do Rio Grande do Sul válido até quinta-feira (19).

De acordo com o órgão, pode chover até 100 milímetros por dia na região metropolitana de Porto Alegre, em cidades como Santa Maria, Cruz Alta e Cachoeira do Sul. Também há um alerta laranja, de perigo, para cidades como Bento Gonçalves, Canoas, Esteio e Lajeado.

A Defesa Civil do Rio Grande do Sul informou que o estado terá ainda três dias de chuva bastante intensos nesta semana, podendo somar entre 150 mm e 250 mm em algumas regiões. Até agora, os maiores acumulados foram observados nas cidades de Jaguari (196 mm), São Francisco de Assis (159,6) e São Pedro do Sul (158,6 mm).

Danos nos municípios gaúchos

Até o momento, as fortes chuvas no estado provocaram danos em pelo menos 23 municípios: Alegrete, Amaral Ferrador, Arvorezinha, Cachoeira do Sul, Candelária, Colinas, Encruzilhada do Sul, Espumoso, Gentil, Ibirapuitã, Jaguari, Lajeado, Mata, Nova Hartz, Novo Cabrais, Paraíso do Sul, Passa Sete, Santa Cruz do Sul, Santa Maria, Santana do Livramento, Segredo, Sobradinho e Vale do Sol.

A Defesa Civil do estado comunicado nesta tarde que foram encontradas duas pessoas mortas na Linha Curitiba, interior do município de Candelária.

Os corpos foram localizados pelo efetivo do Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Sul, que realizava buscas por um casal que, de acordo com informações preliminares, teria tentado atravessar uma área alagada a bordo de um automóvel.

Nos municípios afetados, os prejuízos vão desde áreas alagadas a queda de árvores e de energia, bloqueio de rodovias e casos de pessoas desalojadas ou desabrigadas por causa das chuvas.

Em Arvorezinha, duas pessoas precisaram ser desalojadas [remanejadas] por residirem em área de risco geológico. Já em Cachoeira do Sul, há 13 desabrigados e sete pessoas desalojadas.

Na cidade de Encruzilhada do Sul, 15 residências foram inundadas, deixando 30 pessoas desalojadas, além de 150 afetadas pelo transbordamento do córrego Lava Pés.

Já em Espumoso, escolas foram alagadas devido ao transbordamento de sanga. No município de Lajeado, uma casa desabou, mas não houve vítimas. Em Novo Cabrais, houve o bloqueio total da Rodovia RSC 287, próximo ao quilômetro 167, por causa de uma enxurrada, erosão do arroio e queda de árvore. A Rodovia RSC 287 também teve bloqueio total, em Paraíso do Sul.

Nas cidades de Passa Sete, Segredo e Sobradinho, as aulas precisaram ser suspensas por causa das fortes chuvas. Em Santa Maria, 34 casas foram danificadas. Por lá, as chuvas por lá deixaram nove desabrigados e afetaram mais 178 pessoas. Em Sobradinho, famílias precisaram ser retiradas das áreas de risco.

Alerta do governo

Em suas redes sociais, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, lembrou os alertas sobre as chuvas publicados desde o fim de semana e disse que essa antecipação “buscou preparar os municípios para enfrentar os efeitos da instabilidade”.

Segundo Eduardo Leite, até o início da manhã desta terça-feira, ao menos 11 municípios haviam reportado ocorrências à Defesa Civil, como alagamentos, bloqueios em rodovias e danos em residências.

“Infelizmente, a previsão indica mais instabilidade para os próximos dias”, escreveu o governador.

O governador informou que as equipes estaduais permanecem em prontidão para apoiar as prefeituras e responder com agilidade às demandas que surgirem. “A Defesa Civil monitora cada região e segue emitindo alertas em tempo real. Siga as orientações e evite áreas de risco”, alertou Leite.

Previsão dos próximos dias

Previsão da Defesa Civil para hoje mostra que ainda são esperadas chuvas fortes e intensas em grande parte do estado, com raios e temporais acompanhados de granizo.

Os volumes devem variar entre 40 mm/dia e 80 mm/dia nas regiões sul, na Costa Doce, nos Vales, na região metropolitana, no litoral médio e na Campanha, podendo atingir 90 mm/dia na região das Missões, em parte do oeste, no centro, no noroeste e no Vale do Rio Pardo.

Para amanhã (18), a previsão é que a chuva intensa e persistente continue, acompanhada por temporais e rajadas de vento. Os acumulados de chuva podem atingir até 120 mm nas regiões noroeste, no centro do estado, no Vale do Rio Pardo e nas Missões.

Na quinta-feira (19), a previsão é de tempo instável na maioria das regiões, com acumulados abaixo de 30 mm/dia. Na região Norte, a chuva forte e contínua, acompanhada de raios, favorecerá volumes de 60mm/dia a 90 mm/dia, podendo atingir isoladamente os 100 mm/dia.

A tendência é que, na sexta (20), as chuvas continuem, com volumes entre 30 mm/dia e 50 mm/dia nas regiões da Campanha, no sul, no norte e na serra.



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Japão suspende importações de produtos avícolas de Goiás e Mato Grosso



O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) divulgou nota na noite desta terça-feira (17) em que informa que o governo do Japão suspendeu temporariamente as importações de carne de aves provenientes dos municípios de Santo Antônio da Barra, em Goiás, e Campinápolis, em Mato Grosso.

Além disso, foram bloqueadas as compras de ovos férteis e pintos de um dia de todo o território dos dois estados.

De acordo com a pasta, a decisão segue o protocolo sanitário de regionalização estabelecido entre os dois países e ocorre após a confirmação de focos de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) em aves de subsistência nos dois municípios citados.

“A comercialização de produtos avícolas com os demais estados brasileiros por parte do Japão segue normalmente. O Mapa reforça que o consumo e a exportação de carne de aves e demais produtos avícolas brasileiros permanecem seguros”, diz a nota do Ministério.

Vale lembrar que nesta quarta-feira (18), o Brasil completa 28 dias sem nenhum novo caso de influenza aviária de alta patogenicidade (IAAP) em criação comercial e pode, no mesmo dia, se declarar livre da doença à Organização Mundial da Saúde Animal (Omsa).

A contagem do vazio sanitário se iniciou após a desinfecção da granja de Montenegro, no Rio Grande do Sul, onde o primeiro foco da doença foi identificado.



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SP entrega títulos, máquinas e estradas em pacote de R$ 16 milhões ao agro



Como parte da Caravana Governo 3D (Desenvolvimento, Diálogo e Dignidade), realizada pelo governo de São Paulo em Presidente Prudente, nesta terça-feira (17), a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do estado promoveu entregas e investimentos que totalizam mais de R$ 16 milhões para o fortalecimento da agricultura e do desenvolvimento rural nos municípios do oeste paulista.

Durante o evento, foram realizadas assinaturas de convênios, entrega de equipamentos e títulos de regularização fundiária.

Entre os destaques está a entrega de 487 títulos rurais a famílias assentadas, beneficiando mais de 450 famílias. Também foram entregues títulos para médios e grandes produtores, imóveis urbanos e áreas públicas municipais e estaduais, além de 240 títulos urbanos.

Durante o evento, também foi autorizada a expedição de Ordens de Serviço para a realização de trabalhos técnicos de regularização fundiária urbana em 10 municípios paulistas, por meio de parceria entre a Fundação Instituto de Terras do Estado de São Paulo (Itesp) e as prefeituras locais.

A iniciativa tem como objetivo viabilizar a titulação de 3.300 imóveis urbanos. Nos últimos dois anos, foram entregues mais de 4 mil títulos rurais, abrangendo 200 mil hectares.

Também foram firmados contratos de parceria agrícola e produtiva, incluindo ações em conjunto com empresas privadas para recuperação ambiental e instalação de energia solar em assentamentos rurais, por meio da Fundação Itesp.

Estradas rurais

A infraestrutura rural também foi contemplada com a execução de mais de 10 km de estradas rurais nos municípios de Irapuru e Panorama, dentro do programa Melhor Caminho. Foram celebrados ainda 11 convênios no âmbito do programa Município Agro, com repasses que somam R$ 730 mil.

Com mais de R$ 11 milhões investidos para a área de mecanização e apoio à produção, a Secretaria entregou 18 composteiras, 9 trituradores, 21 roçadeiras e 12 caminhões-pipa, atendendo dezenas de municípios.

As entregas fazem parte de programas como Patrulha Agrícola e Agro SP+Seguro, que buscam promover sustentabilidade, ampliar a capacidade produtiva e garantir melhores condições de trabalho ao produtor rural.

As ações reforçam o compromisso da Secretaria de Agricultura e Abastecimento com o fortalecimento da produção rural, o desenvolvimento regional e a valorização dos trabalhadores do campo em todas as frentes: da infraestrutura à titulação, da sustentabilidade à inovação.



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Produtores de Mato Grosso reduzem custos com adubos e defensivos para nova safra de soja



Fertilizantes e corretivos tiveram queda de 0,29% nos custos




Foto: Leonardo Gottems

O custo de produção da soja em Mato Grosso para a safra 2025/26 apresentou leve queda em maio. Segundo informações do boletim informativo do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), o custeio por hectare ficou estimado em R$ 4.136,97, uma retração de 0,19% em relação ao mês anterior. A principal explicação para essa redução está nos menores gastos com fertilizantes, corretivos e defensivos agrícolas.

De acordo com o Imea, os fertilizantes e corretivos tiveram queda de 0,29% nos custos, enquanto os defensivos recuaram 0,17%. Esses dois grupos de insumos têm o maior peso na composição total dos custos e influenciam diretamente o planejamento do produtor rural para a próxima temporada. A retração nos preços desses itens favorece a estratégia de contenção de despesas, especialmente em um momento de margens apertadas no agronegócio.

Além da queda nos custos nominais, a relação de troca dos insumos via barter também apresentou variações significativas. Para a aquisição de uma tonelada de Super Simples (SSP), o produtor precisa entregar 24,01 sacas de soja, o que representa uma queda de 15,32% na comparação com abril. Por outro lado, a troca para o MAP subiu 10,30%, exigindo 42,51 sacas por tonelada. O movimento indica uma maior atratividade na compra de SSP no cenário atual.

Ainda conforme o boletim do Imea, a desvalorização de 13,80% no preço do SSP foi um dos principais fatores para a melhora na relação de troca. Já o MAP teve valorização de 12,28% no mesmo período, pressionando o custo para o agricultor. A análise sugere que o momento é mais vantajoso para a aquisição de fosfato simples em detrimento do fosfato mais concentrado.

Com foco em reduzir as despesas e melhorar a rentabilidade, os produtores de Mato Grosso seguem atentos às oscilações nos preços dos insumos. A estratégia de compra antecipada e o uso de instrumentos como o barter continuam sendo ferramentas importantes na gestão de custos da nova safra.





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Devagar! Preços de soja não ‘andam’ e estagnam no Brasil



O mercado brasileiro de soja teve uma terça-feira (17) marcada por lentidão nos negócios e estabilidade nos preços. Segundo o consultor da Safras & Mercado, Rafael Silveira, as movimentações foram limitadas a lotes pontuais. “O produtor não cede no preço, o spread fica alto, acima de porto menos frete, com o produtor podendo barganhar. Então o produtor segura a oferta e a indústria fica muito apertada nas margens”, explica.

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Soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 131,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 132,00
  • Porto de Rio Grande (RS): manteve em R$ 136,00
  • Cascavel (PR): manteve em R$ 129,00
  • Porto de Paranaguá (PR): manteve em R$ 135,50
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 118,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 119,00
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 119,00

Soja em Chicago

Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos futuros da soja fecharam com valorização. O impulso veio da disparada do petróleo em Nova York, além do acompanhamento da alta nos mercados de milho e trigo. Ainda assim, o clima favorável às lavouras norte-americanas impediu ganhos mais expressivos.

O Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) atualizou as condições das lavouras: até 15 de junho, 66% estavam em boas ou excelentes condições, contra 68% na semana anterior. Outros 27% estão em condição regular, e 7% entre ruins e muito ruins, piorando frente aos 5% da semana passada.

Contratos futuros de soja

O contrato julho da soja subiu 4,25 centavos (0,39%), encerrando a US$ 10,74 por bushel. A posição novembro avançou 7,25 centavos (0,68%), cotada a US$ 10,67 3/4 por bushel.

No mercado de derivados, o farelo para dezembro fechou com alta de US$ 2,30 (0,77%), a US$ 298,60 por tonelada. Já o óleo recuou 0,09 centavo (0,16%), com o contrato dezembro cotado a 55,36 centavos de dólar por libra-peso.

Dólar

O dólar comercial encerrou o dia em leve alta de 0,16%, vendido a R$ 5,4962. No dia, a moeda variou entre R$ 5,4654 e R$ 5,5067. Para compra, fechou a R$ 5,4942.



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cotações mais baixas sinalizam avanços na escala de abate



O mercado físico do boi gordo registrou preços mais baixos ao longo desta terça-feira (17). Em algumas regiões do país, os frigoríficos sinalizam para avanços em suas escalas de abate após a recente elevação dos preços da arroba, caso de São Paulo e Minas Gerais.

“Já em estados como Mato Grosso do Sul, Rondônia, Tocantins e Goiás persiste o movimento de alta, ainda com escalas de abate encurtadas”, diz o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias.

Segundo ele, quando se observa o perfil da demanda, é relevante mencionar que as exportações ainda são bastante representativas em 2025, com expectativa de mais um recorde, tanto em volume quanto em arrecadação.

  • São Paulo: R$ 321 — ontem: R$ 322,25
  • Goiás: R$ 305,36 — na segunda: R$ 304,29
  • Minas Gerais: R$ 301,76 — anteriormente: R$ 311,76
  • Mato Grosso do Sul: R$ 320,68 — ontem: R$ 318,64
  • Mato Grosso: R$ 316,55 — na segunda: R$ 316,96

Mercado atacadista

O mercado atacadista ainda se depara com acomodação em seus preços. Conforme Iglesias, o ambiente de negócios sugere por menor espaço para reajustes durante a segunda quinzena do mês, período pautado por menor apelo ao consumo.

“Além disso, o mercado segue atento às condições das proteínas concorrentes“, ressalta.

O quarto traseiro segue no patamar de R$ 24,50 por quilo, o dianteiro ainda é cotado a R$ 19,50 por quilo e a ponta de agulha é precificada a R$ 18,50 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,16%, sendo negociado a R$ 5,4962 para venda e a R$ 5,4942 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4654 e a máxima de R$ 5,5067.



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