quarta-feira, maio 20, 2026

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Fed, Copom e geopolítica agitam mercados hoje; ouça análise do Diário Econômico


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta a aversão ao risco nos mercados globais, após rumores de que Trump considera atacar instalações nucleares no Irã.

O petróleo disparou, bolsas caíram e o dólar fechou em R$ 5,49. O Ibovespa recuou 0,30%, com alta da Petrobras e queda da Vale.

A Super Quarta concentra decisões do Fed e do Copom, com expectativa de manutenção da Selic em 14,75% e foco nas sinalizações sobre os próximos passos.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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AgroNewsPolítica & Agro

produção da segunda safra pressiona mercado nacional



Produtores enfrentam dificuldades para negociar a preços mais atrativos




Foto: USDA

Os preços do milho seguem em queda no mercado brasileiro, refletindo a perspectiva de uma safra robusta em 2024/25. O cenário atual, marcado por condições climáticas favoráveis nas principais regiões produtoras, tem impulsionado as expectativas de uma colheita elevada, o que pressiona as cotações do cereal.

Segundo dados do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), o bom desenvolvimento das lavouras da segunda safra reforça o viés de baixa nos preços. Com a entrada gradativa da produção no mercado e a possibilidade de excedente, compradores tendem a adotar uma postura mais cautelosa, aguardando melhores oportunidades de negociação.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) elevou, na última semana, sua projeção de produção total de milho no Brasil para 128,25 milhões de toneladas. O volume é 1,37 milhão de toneladas maior que o estimado em maio, sinalizando um cenário de ampla oferta nos próximos meses.

A segunda safra, principal responsável pelo abastecimento interno e pelas exportações, deve alcançar 101 milhões de toneladas, número que supera em 12% o volume colhido no ciclo anterior. Trata-se, ainda, da segunda maior produção da série histórica da Conab, o que evidencia o desempenho positivo da atual temporada.

Com os estoques bem abastecidos e a demanda interna sem grandes avanços, produtores enfrentam dificuldades para negociar a preços mais atrativos. A pressão adicional vem do mercado externo, onde a competitividade do milho brasileiro também é impactada pela oscilação cambial e pelo comportamento dos preços internacionais.

Diante desse contexto, especialistas recomendam atenção às estratégias de comercialização. A recomendação é que o produtor avalie alternativas como o armazenamento e o uso de ferramentas de proteção de preço, buscando mitigar os efeitos da desvalorização do cereal no mercado físico.





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Frente fria no Sul deve causar temporais e atingir dois estados em cheio



A formação de uma frente fria intensifica as instabilidades no Rio Grande do Sul, levando temporais também para Santa Catarina.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

Municípios gaúchos estão em alerta máximo para a grande quantidade de chuva que deve cair nos próximos dias. Veja a previsão para todo o Brasil:

Sul

A intensificação dos ventos vindos da Região Norte e a formação de uma frente fria devem reforçar a formação de instabilidades no Rio Grande do Sul. A chuva cai forte ainda no período da madrugada – com risco para fortes pancadas e até mesmo temporais localizados, seguidos por raios, ventos e eventual queda de granizo. Ao longo da tarde e noite, as instabilidades avançam sobre o território catarinense, que entra na rota da chuva forte. No Paraná, o predomínio segue sendo de tempo aberto ao longo de todo o dia.

Sudeste

Circulação de umidade vinda do oceano aumenta a chuva no litoral do Espírito Santo. Nos demais estados, segue o predomínio de tempo firme. Em boa parte do interior paulista e mineiro, a umidade relativa do ar continua apresentando queda acentuada à tarde, aumentando os riscos para incêndios florestais.

Centro-Oeste

Tempo firme segue em toda o Centro-Oeste. Ao longo do dia, não chove, e o destaque continua sendo o calor e o ar seco – que ganha força principalmente na parte da tarde. A umidade relativa do ar fica em níveis de alerta entre Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal, potencializando problemas como queimadas e baixa qualidade do ar.

Nordeste

As áreas inseridas rota dos temporais sobem um pouco na costa leste, e se concentram entre o litoral de Pernambuco e do Rio Grande do Norte, com alerta de chuva forte já no início do dia. As pancadas de chuva ainda caem com moderada a forte intensidade no litoral da Bahia. Pode chover ao longo do dia no litoral do Ceará e do Maranhão. Sertão e agreste nordestino ainda com predomínio de tempo seco.

Norte

Alerta para temporais em Roraima – incluindo a capital Boa Vista – e também no norte do Amazonas. Amapá com chuva expressiva concentrada sobre o litoral. Tocantins, Acre e Rondônia com tempo mais aberto e predomínio de sol. No Pará, chove apenas nas áreas do extremo norte.



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AgroNewsPolítica & Agro

Estamos limitando a “evolução” da agricultura?


No esforço de consolidar o uso de microrganismos na agricultura, o setor criou convenções que, em muitos casos, mais limitam do que impulsionam o avanço dessas tecnologias. Para Tiago Zucchi, fundador da MAVEZ ASSESSORIA, é hora de rever o que hoje é tido como “melhor prática” e abrir espaço para inovação baseada em inteligência ecológica.

“Será que estamos seguindo práticas que, na verdade, travam o uso dos microrganismos na agricultura? Nem toda melhor prática leva ao avanço”, comenta.

Zucchi destaca cinco mitos que merecem ser desafiados para que os microrganismos entreguem todo seu potencial no campo. O primeiro mito é acreditar que “quanto mais cepas, melhor”. Na prática, misturar muitas espécies pode causar competição e neutralizar efeitos, sendo mais eficaz formar consórcios com sinergia comprovada, em vez de misturas aleatórias.

Outro mito comum é confiar apenas em testes de laboratório ou estufa. O ambiente do solo é dinâmico e exige validação em condições reais, com agricultores parceiros desde o início. Focar apenas em grupos tradicionais, como PGPR e biofertilizantes à base de Azospirillum e Bacillus, também limita o avanço, pois funções importantes, como sinalização, tolerância a estresses e compostos voláteis, são pouco exploradas.

Além disso, registrar um produto não garante sua eficácia no campo. O processo regulatório precisa ser acompanhado de monitoramento constante e ajustes práticos conforme a realidade de cada área cultivada. Por fim, um mesmo bioinsumo não funciona em qualquer solo: ignorar a microbiota e as condições locais é receita para resultados inconsistentes. A solução está na ecologia microbiana de precisão, considerando dados específicos do solo e da microbiota local.

“Muita gente me pergunta: Mas se o microrganismo é bom, por que ele não funciona em todo lugar?A resposta pode incomodar:  porque o solo, a planta e o ambiente completam o quebra-cabeça para o sucesso ou não do bioinsumo utilizado”, conclui.

 





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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Gripe aviária no maior exportador de frango, Brasil, desencadeia proibições…


Logotipo Reuters

SÃO PAULO, 16 de maio (Reuters) – O Brasil, maior exportador de frango do mundo, confirmou seu primeiro surto de gripe aviária em uma granja avícola na sexta-feira, desencadeando uma proibição comercial em todo o país pela China e restrições estaduais para outros grandes consumidores.

O surto no sul do Brasil foi identificado em uma fazenda fornecedora da Vibra Foods, uma operação brasileira apoiada pela Tyson Foods (TSN.N), de acordo com duas pessoas familiarizadas com o assunto.

A Vibra e a Tyson não responderam imediatamente às perguntas. A Vibra possui 15 unidades de processamento no Brasil e exporta para mais de 60 países, segundo seu site.

O Brasil exportou US$ 10 bilhões em carne de frango em 2024, representando cerca de 35% do comércio global. Grande parte disso veio da processadora de carne BRF (BRFS3.SA). e JBS (JBSS3.SA), , que enviam para cerca de 150 países.

China, Japão, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos estão entre os principais destinos das exportações de frango do Brasil.

O ministro da Agricultura do Brasil, Carlos Fávaro, afirmou na sexta-feira que a China proibiu a importação de aves do país por 60 dias. Conforme acordos com Japão, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita, ele afirmou que a proibição comercial restringiria apenas os embarques do estado afetado e, eventualmente, apenas do município em questão.

O surto ocorreu na cidade de Montenegro, no Rio Grande do Sul, no extremo sul do Brasil, informou o Ministério da Agricultura. O estado responde por 15% da produção e exportação de aves brasileiras, informou a Associação Brasileira de Abate de Suínos e Aves (ABPA) em julho de 2024.

A BRF possui cinco unidades de processamento em operação no estado. A JBS também investiu em unidades locais de processamento de frango sob sua marca Seara.

Autoridades estaduais disseram que o surto de gripe aviária H5N1 já é responsável pela morte de 17.000 galinhas de criação, seja diretamente pela doença ou devido ao abate preventivo.

Autoridades veterinárias estão isolando a área do surto em Montenegro e procurando por mais casos em um raio inicial de 10 km (6 milhas), disse a secretaria estadual de agricultura.

Fávaro, o ministro da Fazenda, disse que o Brasil estava trabalhando para conter o surto e negociar um afrouxamento das restrições comerciais mais rápido do que os dois meses acordados nos protocolos.

“Se conseguirmos eliminar o surto, achamos que é possível restabelecer um fluxo comercial normal antes dos 60 dias, inclusive com a China”, disse Favaro em entrevista à CNN Brasil.

Os produtos de frango enviados até quinta-feira não serão afetados pelas restrições comerciais, ele acrescentou.

O ministério disse em um comunicado que estava notificando oficialmente a Organização Mundial de Saúde Animal.

REBANHO DOS EUA DEVASTADO

A gripe aviária se alastrou pela indústria avícola dos EUA desde 2022, matando cerca de 170 milhões de galinhas, perus e outras aves, afetando gravemente a produção de carne e ovos.

A gripe aviária também infectou quase 70 pessoas nos EUA, com uma morte, desde 2024. A maioria dessas infecções ocorreu entre trabalhadores rurais expostos a aves ou vacas infectadas.

A disseminação da doença aumenta o risco de a gripe aviária se tornar mais transmissível aos humanos.

Em contraste, a Argentina conseguiu isolar um surto em fevereiro de 2023 e começar a retomar as

“Todas as medidas necessárias para controlar a situação foram adotadas rapidamente, e a situação está sob controle e sendo monitorada por órgãos governamentais”, disse a ABPA, associação da indústria avícola do Brasil, em um comunicado.

A JBS encaminhou questões sobre o surto à ABPA.

O CEO da BRF, Miguel Gularte, disse a analistas em uma teleconferência de resultados que estava confiante de que os protocolos de saúde brasileiros eram robustos e que a situação seria superada rapidamente.

O Brasil, que exportou mais de 5 milhões de toneladas métricas de produtos de frango no ano passado, confirmou os primeiros surtos da gripe aviária altamente patogênica entre aves selvagens em maio de 2023 em pelo menos sete estados.

A doença não é transmitida pelo consumo de carne de aves ou ovos, disse o Ministério da Agricultura em um comunicado.

“A população brasileira e mundial pode ficar tranquila quanto à segurança dos produtos inspecionados, e não há restrições ao seu consumo”, afirmou o ministério.

Reportagem de Isabel Teles, Ana Mano e Roberto Samora; Reportagem adicional de Ella Cao, Nigel Hunt e Tom Polansek; Edição de Brad Haynes, Mark Potter, Barbara Lewis e Aurora Ellis





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AgroNewsPolítica & Agro

Soja adulterada com areia e mofo é barrada no Paraná



Fraude em exportação de soja




Foto: Mapa

Uma operação conjunta entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e a Polícia Federal resultou na apreensão de uma carga adulterada de farelo de soja no Porto de Paranaguá, no Paraná. A ação, realizada no último dia 10 de junho, interceptou 39.250 quilos do produto contaminado, que seria exportado para o mercado internacional. Historicamente, conforme a legislação do Ministério da Agricultura, produtos adulterados como o farelo interceptado são destinados a aterros sanitários, garantindo a segurança e rastreabilidade dos produtos que saem do Brasil rumo a outros países.

Segundo informações divulgadas pelo Mapa, auditores fiscais agropecuários identificaram irregularidades no processo de acesso e classificação da carga ainda no terminal de origem. A adulteração foi confirmada com a análise de amostras que revelaram a presença de areia, serragem e mofo misturados ao farelo de soja — um cenário que configura fraude grave e viola normas sanitárias e de qualidade exigidas para exportação.

A detecção da fraude reforça a importância da atuação preventiva e rigorosa dos órgãos de fiscalização. O Mapa destaca que esse tipo de prática compromete não apenas a saúde animal e vegetal, mas também a imagem do agronegócio brasileiro no cenário internacional, além de provocar perdas econômicas relevantes.

De acordo com Fernando Mendes, chefe do Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal do Paraná (SIPOV/PR), a ação reflete o êxito da cooperação entre as entidades públicas. A operação foi iniciada a partir de uma investigação conduzida pelo Ministério Público Federal, com foco no combate a fraudes em exportações de produtos a granel.

As autoridades seguem investigando a origem da carga e os responsáveis pela tentativa de fraude. O objetivo é identificar todos os envolvidos e compreender a extensão do esquema criminoso. A empresa responsável pelo envio da carga deverá, conforme as normas ambientais, apresentar um plano de descarte adequado para o material apreendido.

 

 

 





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AgroNewsPolítica & Agro

Mercado de grãos reage a clima e colheita


Segundo informações da TF Agroeconômica, nesta segunda-feira (17/06), os mercados de trigo, soja e milho abrem o dia acompanhando fatores climáticos, geopolíticos e de oferta nos principais países produtores. O trigo sobe em Chicago com contratos para julho cotados a US\$ 540,25 (+3,75) e dezembro a US\$ 576,25 (+2,50), impulsionado pela lentidão da colheita de inverno nos EUA, que avançou para 10% da área plantada, abaixo dos 25% do mesmo período em 2024 e da média de 16% dos últimos cinco anos, e pela redução da qualidade das lavouras de 54% para 52% em boas/excelentes condições. No Brasil, a Conab informou avanço do plantio para 51,7% da área prevista, ritmo inferior à média histórica.

Na soja, os contratos de julho em Chicago recuam levemente para US\$ 1.069,25 (-0,50), refletindo realização parcial de lucros após alta forte do óleo de soja. A queda é contida pela piora nas condições das lavouras americanas: segundo o USDA, a soja em boas/excelentes condições caiu de 68% para 66%, abaixo dos 70% registrados no mesmo período em 2024. O plantio avançou para 93% da área planejada, em linha com anos anteriores, mas ainda aquém do esperado por traders (95%). No mercado interno, a soja no Paraná é negociada a R\$ 129,60/saca (+0,36% no dia).

Já o milho opera com leve oscilação em Chicago, com o contrato de julho a US\$ 434,50 (-0,25). O ajuste de posições pelos fundos ocorre em meio a um cenário de bom ritmo de exportações para a safra 24/25, mas pressionado pela entrada da safrinha no mercado e pelas boas condições das lavouras nos EUA, que subiram de 71% para 72% em boas/excelentes condições, superando as médias do setor. No Brasil, a colheita da segunda safra evoluiu para 3,9% da área, ainda atrás do ritmo do ano passado (13,1%) e da média de cinco anos (8,4%). Na B3, o milho julho recua 0,88% para R\$ 62,41/saca.





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AgroNewsPolítica & Agro

Irga apresenta panorama do setor orizícola e parceria com à Invest RS



Trabalho visará fomentar as exportações do arroz produzido no Estado




Foto: José Luis da Silva Nunes

O presidente do Instituto Rio Grandense do arroz (Irga), Eduardo Bonotto, reuniu-se nesta segunda-feira com a equipe da Invest RS, em encontro realizado na sede da agência estadual. A reunião teve como objetivo apresentar um panorama do setor orizícola no Rio Grande do Sul e discutir estratégias para ampliar as exportações e o fomento ao consumo do arroz gaúcho.

Participaram do encontro o diretor de atração de investimentos e promoção comercial da Invest RS, Fabrício Forest; o gerente de negócios, Marcelo Adriano; a analista sênior de negócios, Luciana Proença; e a gerente de serviços ao investidor e exportador, Maria Paula Mertlotti.

Durante a apresentação, Bonotto destacou dados atualizados sobre produção, exportação e importação de arroz, além de abordar desafios que impactam a competitividade da cadeia produtiva. Ele também reforçou a importância do incentivo ao consumo do cereal a nível nacional visto seus valores nutritivos e a sustentabilidade da produção do produto realizada no Rio Grande do Sul.

“A intenção é fazer uma parceria com a Invest RS para através de suas ferramentas de fomentar o desenvolvimento econômico do Estado por meio da atração de investimentos e da promoção comercial, abrir e ampliar mercados, tanto internos quanto externos, para o nosso arroz”, destacou Bonotto. Segundo ele, embora haja urgência na execução, as ações devem ser bem planejadas para garantir resultados consistentes.

O diretor da Invest RS, Fabrício Forest, reforçou o alinhamento da agência com os objetivos do Irga. “A ideia é desenharmos um programa de fortalecimento e presença do arroz gaúcho, com foco especial na exportação”, afirmou.

Como próximos passos, está prevista uma reunião entre as equipes técnicas do Irga e da Invest RS para o detalhamento das estratégias conjuntas. Também serão promovidos diálogos com entidades representativas do setor orizícola, visando a construção de um plano de ação robusto que amplie a competitividade do arroz gaúcho no mercado nacional e internacional.





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Feicorte 2025 terá exposição de 500 animais de 9 raças



A Feira Internacional da Cadeia Produtiva da Carne (Feicorte) começou nesta terça-feira (17) e se estende até o próximo sábado (21), em Presidente Prudente, município com o maior rebanho bovino do estado, com cerca de 1,6 milhão animais.

Com o tema “O Boi Brasileiro: produtivo por natureza”, o evento tem a expectativa de receber cerca de oito mil visitantes. Na programação, palestras, debates e cases de sucesso têm o objetivo de mostrar como a pecuária nacional é sinônimo de eficiência, sustentabilidade e protagonismo no mercado global, além do potencial de evolução da atividade.

Durante a feira, o público poderá conferir julgamentos de raças, cinco leilões e a exposição de cerca de 500 animais das raças Brahman, Brangus, Canchim, Caracu, Nelore, Santa Gertrudis, Senepol, Sindi e Wagyu, além do desfile e leilão de cavalos Quarto de Milha e Paint Horse.

Além disso, durante toda a semana, a programação inclui mais de 70 empresas expositoras, degustação e harmonização de produtos artesanais paulistas, área de demonstração de Integração Lavoura Pecuária Floresta (ILPF) e opções gastronômicas.

A Feicorte é aberta a todo o público, mas é especialmente destinada a pecuaristas, profissionais da área técnica, veterinários, pesquisadores, indústrias e empresas ligadas à cadeia produtiva da carne.

A entrada no evento é gratuita, porém, o credenciamento é obrigatório.



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Chuvas fortes provocam mortes e danos em municípios gaúchos



O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta vermelho (grande perigo) de tempestade para diversos municípios do Rio Grande do Sul válido até quinta-feira (19).

De acordo com o órgão, pode chover até 100 milímetros por dia na região metropolitana de Porto Alegre, em cidades como Santa Maria, Cruz Alta e Cachoeira do Sul. Também há um alerta laranja, de perigo, para cidades como Bento Gonçalves, Canoas, Esteio e Lajeado.

A Defesa Civil do Rio Grande do Sul informou que o estado terá ainda três dias de chuva bastante intensos nesta semana, podendo somar entre 150 mm e 250 mm em algumas regiões. Até agora, os maiores acumulados foram observados nas cidades de Jaguari (196 mm), São Francisco de Assis (159,6) e São Pedro do Sul (158,6 mm).

Danos nos municípios gaúchos

Até o momento, as fortes chuvas no estado provocaram danos em pelo menos 23 municípios: Alegrete, Amaral Ferrador, Arvorezinha, Cachoeira do Sul, Candelária, Colinas, Encruzilhada do Sul, Espumoso, Gentil, Ibirapuitã, Jaguari, Lajeado, Mata, Nova Hartz, Novo Cabrais, Paraíso do Sul, Passa Sete, Santa Cruz do Sul, Santa Maria, Santana do Livramento, Segredo, Sobradinho e Vale do Sol.

A Defesa Civil do estado comunicado nesta tarde que foram encontradas duas pessoas mortas na Linha Curitiba, interior do município de Candelária.

Os corpos foram localizados pelo efetivo do Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Sul, que realizava buscas por um casal que, de acordo com informações preliminares, teria tentado atravessar uma área alagada a bordo de um automóvel.

Nos municípios afetados, os prejuízos vão desde áreas alagadas a queda de árvores e de energia, bloqueio de rodovias e casos de pessoas desalojadas ou desabrigadas por causa das chuvas.

Em Arvorezinha, duas pessoas precisaram ser desalojadas [remanejadas] por residirem em área de risco geológico. Já em Cachoeira do Sul, há 13 desabrigados e sete pessoas desalojadas.

Na cidade de Encruzilhada do Sul, 15 residências foram inundadas, deixando 30 pessoas desalojadas, além de 150 afetadas pelo transbordamento do córrego Lava Pés.

Já em Espumoso, escolas foram alagadas devido ao transbordamento de sanga. No município de Lajeado, uma casa desabou, mas não houve vítimas. Em Novo Cabrais, houve o bloqueio total da Rodovia RSC 287, próximo ao quilômetro 167, por causa de uma enxurrada, erosão do arroio e queda de árvore. A Rodovia RSC 287 também teve bloqueio total, em Paraíso do Sul.

Nas cidades de Passa Sete, Segredo e Sobradinho, as aulas precisaram ser suspensas por causa das fortes chuvas. Em Santa Maria, 34 casas foram danificadas. Por lá, as chuvas por lá deixaram nove desabrigados e afetaram mais 178 pessoas. Em Sobradinho, famílias precisaram ser retiradas das áreas de risco.

Alerta do governo

Em suas redes sociais, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, lembrou os alertas sobre as chuvas publicados desde o fim de semana e disse que essa antecipação “buscou preparar os municípios para enfrentar os efeitos da instabilidade”.

Segundo Eduardo Leite, até o início da manhã desta terça-feira, ao menos 11 municípios haviam reportado ocorrências à Defesa Civil, como alagamentos, bloqueios em rodovias e danos em residências.

“Infelizmente, a previsão indica mais instabilidade para os próximos dias”, escreveu o governador.

O governador informou que as equipes estaduais permanecem em prontidão para apoiar as prefeituras e responder com agilidade às demandas que surgirem. “A Defesa Civil monitora cada região e segue emitindo alertas em tempo real. Siga as orientações e evite áreas de risco”, alertou Leite.

Previsão dos próximos dias

Previsão da Defesa Civil para hoje mostra que ainda são esperadas chuvas fortes e intensas em grande parte do estado, com raios e temporais acompanhados de granizo.

Os volumes devem variar entre 40 mm/dia e 80 mm/dia nas regiões sul, na Costa Doce, nos Vales, na região metropolitana, no litoral médio e na Campanha, podendo atingir 90 mm/dia na região das Missões, em parte do oeste, no centro, no noroeste e no Vale do Rio Pardo.

Para amanhã (18), a previsão é que a chuva intensa e persistente continue, acompanhada por temporais e rajadas de vento. Os acumulados de chuva podem atingir até 120 mm nas regiões noroeste, no centro do estado, no Vale do Rio Pardo e nas Missões.

Na quinta-feira (19), a previsão é de tempo instável na maioria das regiões, com acumulados abaixo de 30 mm/dia. Na região Norte, a chuva forte e contínua, acompanhada de raios, favorecerá volumes de 60mm/dia a 90 mm/dia, podendo atingir isoladamente os 100 mm/dia.

A tendência é que, na sexta (20), as chuvas continuem, com volumes entre 30 mm/dia e 50 mm/dia nas regiões da Campanha, no sul, no norte e na serra.



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