quarta-feira, maio 20, 2026

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incertezas com clima dos EUA sustentam leve alta de Chicago



Os contratos do milho operam com preços levemente mais altos nas negociações da sessão eletrônica da Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) desta quarta-feira (18).

O mercado é sustentado pela incerteza sobre as condições climáticas nas lavouras do Meio-Oeste dos Estados Unidos. Os investidores aguardam previsões mais consistentes.

Também ajuda na valorização do cereal a leve queda do dólar frente a outras moedas, o que aumenta a competitividade do produto norte-americano.

Os contratos com entrega em julho estão cotados a US$ 4,32 por bushel, alta de 0,50 centavo de dólar, ou 0,11%, em relação ao fechamento anterior.

Ontem (17), o milho fechou com alta nos preços. O mercado foi sustentado pela expectativa de que há uma demanda aquecida pelo produto dos Estados Unidos, além dos fortes ganhos do petróleo em Nova York.

Na sessão, os contratos com entrega em julho de 2025 fecharam com alta de 4,00 centavos, ou 0,95%, cotados a US$ 4,23 3/4 por bushel. Os contratos com entrega em dezembro de 2025 fecharam com avanço de 3,75 centavos, ou 0,86%, cotados a US$ 4,38 3/4 por bushel.



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NY recua mais de 1% com aumento de estoques certificados e colheita no Brasil



O café arábica opera com preços mais baixos na sessão eletrônica da Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE) neste momento.

O mercado recua mais de 1%, acompanhando o robusta na Bolsa de Londres e das bolsas de valores da Europa. O contínuo avanço dos estoques certificados pela ICE e a pressão natural da entrada da safra brasileira são fatores baixistas.

Os estoques certificados de café nos armazéns credenciados da Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE Futures) na posição de 17 de junho de 2025 estão em 859.389 sacas de 60 quilos, com aumento de 6.540 sacas em relação ao dia anterior.

Comerciantes disseram que os riscos geopolíticos ligados à guerra entre Israel e Irã parecem estar pesando sobre o café por enquanto, em vez de impulsioná-lo.

Os contratos com entrega em setembro/25 operam a 327,20 centavos de dólar por libra-peso, baixa de 5,25 centavos ou 1,57%.

Na terça-feira (17), o café arábica encerrou as operações com preços mais baixos. Em mais uma sessão volátil, NY chegou a esboçar ganhos em parte do pregão, mas não os manteve. O arábica em NY seguiu o robusta em Londres e caiu diante da pressão natural com a entrada da safra brasileira.

Apesar de alguns períodos de chuvas atrapalhando a colheita, os trabalhos vão andando relativamente bem e a chegada da safra do maior país produtor e exportador do mundo acaba pesando sobre os preços internacionais.

Os preços atingiram para setembro os patamares mais baixos desde 09 de abril. Os contratos com entrega em julho/2025 fecharam a 335,85 centavos de dólar por libra-peso, com desvalorização de 8,10 centavos, ou de 2,3%. A posição setembro/2025 fechou a 332,45 centavos, com perda de 7,80 centavos, ou de 2,3%.



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Chicago opera no vermelho, buscando realizar lucros



Os contratos da soja em grão registram preços levemente mais baixos nas negociações da sessão eletrônica na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) nesta quarta-feira (18).

Após três pregões consecutivos de alta, o mercado ensaia um movimento de realização de lucros. Porém, limitam a correção à recente valorização do óleo e às incertezas tarifárias dos Estados Unidos.

Investidores monitoram as negociações comerciais entre Washington e Pequim – maior compradora de soja norte-americana. A decisão da China de reduzir o uso de farelo de soja na ração animal pode diminuir as importações de soja em cerca de 10 milhões de toneladas até 2030, reduzindo a dependência externa do país.

Os contratos com vencimento em julho operam cotados a US$ 10,72 3/4 por bushel, baixa de 1,25 centavo de dólar, ou 0,11%, em relação ao fechamento anterior.

Ontem (17), a soja fechou em alta. O mercado foi sustentado pela forte alta do petróleo em Nova York, também seguindo os vizinhos milho e trigo, apesar do clima benéfico às lavouras nos Estados Unidos ter limitado os ganhos. O grão chegou a registrar baixa no início do dia, mas reverteu o cenário ao longo da sessão.

Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com alta de 4,25 centavos, ou 0,39%, a US$ 10,74 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 10,67 3/4 por bushel, ganho de 7,25 centavos ou 0,68%.



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‘Etno Expo 2025’ destaca etnoturismo e valorização indígena em MT



A terceira edição da ‘Etno Expo 2025’ será realizada nos dias 27 e 28 de junho, na Aldeia Wazare, em Campo Novo do Parecis, a 391 km de Cuiabá.

O evento tem como objetivo valorizar a cultura indígena e fortalecer o etnoturismo. A proposta é promover a geração de renda, preservar tradições e estimular o turismo sustentável.

A iniciativa é do Sebrae/MT em parceria entre as prefeituras de Campo Novo do Parecis e Sapezal. Durante os dois dias, o encontro reunirá lideranças indígenas, empreendedores, agentes de turismo, pesquisadores e autoridades.

As inscrições são gratuitas e a programação já está disponível. Clique aqui para participar.

Segundo Wlademir Alves da Silva, gerente regional do Sebrae/MT em Tangará da Serra, a instituição atua na roteirização de destinos turísticos. Além disso, promove capacitação dentro das aldeias para ampliar seu potencial.

“Precisamos desenvolver as comunidades por meio de cursos e capacitações para promover um turismo sustentável, consciente, além de preservar a cultura das pessoas em seus territórios. Dessa forma, fazemos com que as pessoas dessas comunidades se tornem protagonistas de suas próprias histórias e gere emprego e renda para a região”, explica Silva.

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp

Tradição e desenvolvimento lado a lado

Desde 2021, oito aldeias da etnia Haliti-Paresi recebem apoio para estruturação de roteiros turísticos. Para o cacique Rony Paresi, o trabalho do Sebrae/MT foi fundamental e, como resultado, houve aumento no número de visitantes e oportunidades de negócio.  

“Graças a esse casamento de conhecimento e turismo, podemos trazer muito mais pessoas para conhecer nossa aldeia, desmistificar a figura do índio e mostrar que nos adaptamos à contemporaneidade, mas sem perder a cultura e os costumes. Estamos conectados com o mundo global”, finaliza Paresi.”

Além disso, aldeias dos povos Rikbaktsa, Manoki e Myky também estão sendo preparadas para visitação. Isso amplia ainda mais o alcance do projeto em Mato Grosso.



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Chuvas bloqueiam rodovia entre Novo Cabrais e Candelária



Com pista alagada e ponte danificada, motoristas enfrentam desvios no Centro do RS




Foto: Reprodução/Redes Sociais

As intensas chuvas que atingem a região Central do Rio Grande do Sul provocaram o bloqueio total de dois trechos da RSC-287 entre os municípios de Novo Cabrais e Candelária, principal ligação entre o interior e a Região Metropolitana. 

Segundo informações do Batalhão Rodoviário da Brigada Militar, a sinalização de alerta foi instalada ainda nas primeiras horas do dia, e os motoristas precisam buscar rotas alternativas. A principal opção indicada é utilizar a BR-153 por Cachoeira do Sul, com acesso posterior à BR-290 em direção a Porto Alegre.

Além desse ponto crítico, outro trecho da RSC-287 também foi interditado no km 167, ainda em Novo Cabrais. Neste caso, o bloqueio ocorreu após o Arroio Barriga transbordar e cobrir o desvio provisório construído pela concessionária Rota de Santa Maria — estrutura que substitui temporariamente a pista original danificada em enchentes anteriores.

Nos dois locais, o tráfego está completamente interrompido nos dois sentidos, sem previsão para liberação. Equipes da Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR), com sede em Candelária, devem inspecionar os danos ainda na tarde deste domingo para definir as próximas ações de recuperação.

Com a RSC-287 comprometida em dois pontos estratégicos, a recomendação é que condutores programem seus deslocamentos com atenção redobrada e consultem as condições das estradas antes de sair. 





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Como produzir mais, com menos impacto?



Técnicas regenerativas aumentam a produção



O impacto ambiental também se destaca
O impacto ambiental também se destaca – Foto: Pixabay

Um estudo recente da Aliança Europeia para a Agricultura Regenerativa (EARA), divulgado este mês, aponta que práticas agrícolas regenerativas lideradas por agricultores estão superando modelos convencionais em produtividade, rentabilidade e sustentabilidade ecológica. Intitulado “Regenerating Europe from the Ground Up”, o relatório é fruto de três anos de pesquisa (2021–2023) em 14 países europeus, utilizando o índice Regenerating Full Productivity (RFP) para medir, de forma integrada, os impactos agronômicos, econômicos e ambientais das propriedades rurais.

De acordo com os dados, agricultores que adotam práticas regenerativas atingiram, em média, uma produtividade plena 33% superior à dos sistemas convencionais, com ganhos variando de 13% a 52%. Além disso, obtiveram aumento de 25% nos níveis de fotossíntese, 24% na cobertura do solo e 16% na diversidade de plantas. Mesmo apresentando apenas 2% menos rendimento em calorias e proteínas, esses produtores reduziram o uso de fertilizantes nitrogenados sintéticos em 61% e de pesticidas em 75%, conquistando uma margem bruta 20% maior por hectare cultivado.

O impacto ambiental também se destaca: caso metade das propriedades da União Europeia adotasse essas práticas, seria possível compensar mais de três vezes as atuais emissões agrícolas, o que equivale a mitigar cerca de 513 milhões de toneladas de CO2 por ano. Além disso, fazendas regenerativas reduziram a dependência de ração importada, produzindo alimentos para animais 100% dentro da Europa, o que fortalece a segurança alimentar e a soberania econômica regional.

Para viabilizar a transição em escala, a EARA defende que o índice RFP seja incorporado como indicador-chave em políticas como a Política Agrícola Comum (PAC), com incentivos baseados em desempenho ecológico e produtivo. Entre as propostas estão seguros de transição, subsídios vinculados a resultados e parcerias público-privadas que não enfraqueçam as normas ambientais. “O tempo de agir é agora. Os instrumentos existem, os agricultores estão prontos e os resultados já são visíveis”, destaca o relatório, reforçando o chamado para uma mudança de paradigma na agricultura europeia.


 





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Fed, Copom e geopolítica agitam mercados hoje; ouça análise do Diário Econômico


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta a aversão ao risco nos mercados globais, após rumores de que Trump considera atacar instalações nucleares no Irã.

O petróleo disparou, bolsas caíram e o dólar fechou em R$ 5,49. O Ibovespa recuou 0,30%, com alta da Petrobras e queda da Vale.

A Super Quarta concentra decisões do Fed e do Copom, com expectativa de manutenção da Selic em 14,75% e foco nas sinalizações sobre os próximos passos.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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produção da segunda safra pressiona mercado nacional



Produtores enfrentam dificuldades para negociar a preços mais atrativos




Foto: USDA

Os preços do milho seguem em queda no mercado brasileiro, refletindo a perspectiva de uma safra robusta em 2024/25. O cenário atual, marcado por condições climáticas favoráveis nas principais regiões produtoras, tem impulsionado as expectativas de uma colheita elevada, o que pressiona as cotações do cereal.

Segundo dados do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), o bom desenvolvimento das lavouras da segunda safra reforça o viés de baixa nos preços. Com a entrada gradativa da produção no mercado e a possibilidade de excedente, compradores tendem a adotar uma postura mais cautelosa, aguardando melhores oportunidades de negociação.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) elevou, na última semana, sua projeção de produção total de milho no Brasil para 128,25 milhões de toneladas. O volume é 1,37 milhão de toneladas maior que o estimado em maio, sinalizando um cenário de ampla oferta nos próximos meses.

A segunda safra, principal responsável pelo abastecimento interno e pelas exportações, deve alcançar 101 milhões de toneladas, número que supera em 12% o volume colhido no ciclo anterior. Trata-se, ainda, da segunda maior produção da série histórica da Conab, o que evidencia o desempenho positivo da atual temporada.

Com os estoques bem abastecidos e a demanda interna sem grandes avanços, produtores enfrentam dificuldades para negociar a preços mais atrativos. A pressão adicional vem do mercado externo, onde a competitividade do milho brasileiro também é impactada pela oscilação cambial e pelo comportamento dos preços internacionais.

Diante desse contexto, especialistas recomendam atenção às estratégias de comercialização. A recomendação é que o produtor avalie alternativas como o armazenamento e o uso de ferramentas de proteção de preço, buscando mitigar os efeitos da desvalorização do cereal no mercado físico.





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Frente fria no Sul deve causar temporais e atingir dois estados em cheio



A formação de uma frente fria intensifica as instabilidades no Rio Grande do Sul, levando temporais também para Santa Catarina.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

Municípios gaúchos estão em alerta máximo para a grande quantidade de chuva que deve cair nos próximos dias. Veja a previsão para todo o Brasil:

Sul

A intensificação dos ventos vindos da Região Norte e a formação de uma frente fria devem reforçar a formação de instabilidades no Rio Grande do Sul. A chuva cai forte ainda no período da madrugada – com risco para fortes pancadas e até mesmo temporais localizados, seguidos por raios, ventos e eventual queda de granizo. Ao longo da tarde e noite, as instabilidades avançam sobre o território catarinense, que entra na rota da chuva forte. No Paraná, o predomínio segue sendo de tempo aberto ao longo de todo o dia.

Sudeste

Circulação de umidade vinda do oceano aumenta a chuva no litoral do Espírito Santo. Nos demais estados, segue o predomínio de tempo firme. Em boa parte do interior paulista e mineiro, a umidade relativa do ar continua apresentando queda acentuada à tarde, aumentando os riscos para incêndios florestais.

Centro-Oeste

Tempo firme segue em toda o Centro-Oeste. Ao longo do dia, não chove, e o destaque continua sendo o calor e o ar seco – que ganha força principalmente na parte da tarde. A umidade relativa do ar fica em níveis de alerta entre Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal, potencializando problemas como queimadas e baixa qualidade do ar.

Nordeste

As áreas inseridas rota dos temporais sobem um pouco na costa leste, e se concentram entre o litoral de Pernambuco e do Rio Grande do Norte, com alerta de chuva forte já no início do dia. As pancadas de chuva ainda caem com moderada a forte intensidade no litoral da Bahia. Pode chover ao longo do dia no litoral do Ceará e do Maranhão. Sertão e agreste nordestino ainda com predomínio de tempo seco.

Norte

Alerta para temporais em Roraima – incluindo a capital Boa Vista – e também no norte do Amazonas. Amapá com chuva expressiva concentrada sobre o litoral. Tocantins, Acre e Rondônia com tempo mais aberto e predomínio de sol. No Pará, chove apenas nas áreas do extremo norte.



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Estamos limitando a “evolução” da agricultura?


No esforço de consolidar o uso de microrganismos na agricultura, o setor criou convenções que, em muitos casos, mais limitam do que impulsionam o avanço dessas tecnologias. Para Tiago Zucchi, fundador da MAVEZ ASSESSORIA, é hora de rever o que hoje é tido como “melhor prática” e abrir espaço para inovação baseada em inteligência ecológica.

“Será que estamos seguindo práticas que, na verdade, travam o uso dos microrganismos na agricultura? Nem toda melhor prática leva ao avanço”, comenta.

Zucchi destaca cinco mitos que merecem ser desafiados para que os microrganismos entreguem todo seu potencial no campo. O primeiro mito é acreditar que “quanto mais cepas, melhor”. Na prática, misturar muitas espécies pode causar competição e neutralizar efeitos, sendo mais eficaz formar consórcios com sinergia comprovada, em vez de misturas aleatórias.

Outro mito comum é confiar apenas em testes de laboratório ou estufa. O ambiente do solo é dinâmico e exige validação em condições reais, com agricultores parceiros desde o início. Focar apenas em grupos tradicionais, como PGPR e biofertilizantes à base de Azospirillum e Bacillus, também limita o avanço, pois funções importantes, como sinalização, tolerância a estresses e compostos voláteis, são pouco exploradas.

Além disso, registrar um produto não garante sua eficácia no campo. O processo regulatório precisa ser acompanhado de monitoramento constante e ajustes práticos conforme a realidade de cada área cultivada. Por fim, um mesmo bioinsumo não funciona em qualquer solo: ignorar a microbiota e as condições locais é receita para resultados inconsistentes. A solução está na ecologia microbiana de precisão, considerando dados específicos do solo e da microbiota local.

“Muita gente me pergunta: Mas se o microrganismo é bom, por que ele não funciona em todo lugar?A resposta pode incomodar:  porque o solo, a planta e o ambiente completam o quebra-cabeça para o sucesso ou não do bioinsumo utilizado”, conclui.

 





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