quarta-feira, maio 20, 2026

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confira as cotações nesta véspera de feriado



O mercado físico do boi gordo registrou preços predominantemente acomodados ao longo desta quarta-feira (18).

Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado, os frigoríficos tentam cadenciar o movimento de alta, aguardando a entrada mais representativa de animais confinados no mercado (contratos a termo).

“O que se percebe é um mercado com um perfil mais lateralizado neste momento. Sob o prisma da demanda, o mercado ainda centra suas atenções nas exportações, com um desempenho bastante favorável, enquanto o mercado doméstico conta com suas fragilidades.”

  • São Paulo: R$ 321,75 — ontem: R$ 321
  • Goiás: R$ 305,36 — inalterado
  • Minas Gerais: R$ 302,35 — na terça: R$ 301,76
  • Mato Grosso do Sul: R$ 321,02 —  ontem: R$ 320,68
  • Mato Grosso: R$ 317,97 — anteriormente: R$ 316,55

Mercado atacadista

O mercado atacadista apresenta firmeza eu suas cotações durante a quarta-feira. De acordo com Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere por alguma retração dos preços no curto prazo, em linha com a reposição mais lenta entre atacado e varejo durante a segunda quinzena do mês.

“Além disso, precisa ser mencionada a predileção por proteínas mais acessíveis, a exemplo da carne de frango, dos ovos e dos embutidos em geral”, ressaltou.

O quarto traseiro segue no patamar de R$ 24,50 por quilo; o dianteiro ainda é cotado a R$
19,50 por quilo e a ponta de agulha continua no patamar de R$ 18,50 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,06%, sendo negociado a R$ 5,5000 para venda e a R$ 5,4980 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4744 e a máxima de R$ 5,5106.



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AgroNewsPolítica & Agro

Tecnologia regenerativa para solo aumenta disponibilização de boro no milho e aumenta potencial produtivo


O milho, uma das principais culturas do agronegócio brasileiro, exige equilíbrio nutricional para expressar seu máximo potencial produtivo. Entre os micronutrientes fundamentais, o Boro tem papel decisivo, especialmente no processo de fecundação, formação e preenchimento dos grãos na espiga. A deficiência desse elemento compromete diretamente a produtividade, resultando em espigas falhadas, grãos malformados e perdas econômicas significativas.

Recentemente, estudos conduzidos pelo renomado especialista Dr. Ubirajara Fontoura, PhD em solos e cofundador da Embrapa Centro-Oeste, onde também foi Diretor Geral, demonstraram que o uso da Tecnologia do Consórcio Probiótico (TCP), quando aplicada no solo, aumenta significativamente os teores de fósforo (14%), potássio (13%) e boro nas plantas de milho, sendo esse último acima de 10%.

A descoberta reforça que a TCP não é apenas uma solução biológica voltada para o solo, mas também um agente promotor de equilíbrio nutricional para a planta. “O que observamos foi um aumento consistente dos teores de boro, o que impacta diretamente na fecundação das flores, no enchimento dos grãos e, consequentemente, na produtividade das lavouras”, afirma Dr. Ubirajara.

O boro é essencial para a formação dos tubos polínicos durante a fecundação, além de participar da divisão celular e do transporte de açúcares. Sua deficiência impede o desenvolvimento pleno das espigas, reduzindo o número de grãos e afetando diretamente o rendimento final da lavoura.

Este é mais um dos inúmeros benefícios observados com o uso da Tecnologia do Consórcio Probiótico (TCP), que atua restaurando o equilíbrio biológico do solo e proporcionando uma série de interações naturais fundamentais, como:

– Fixação biológica de nitrogênio,

– Maior disponibilização de macro e micronutrientes (como fósforo, potássio, manganês, cálcio e, agora comprovadamente, boro),

– Descompactação biológica do solo,

– Maior tolerância das plantas ao estresse hídrico,

– Melhor desenvolvimento radicular e vegetativo,

– Plantas mais saudáveis, vigorosas e produtivas.

A TCP não entrega apenas uma correção pontual, mas promove uma verdadeira regeneração da vida no solo, permitindo que ele volte a exercer suas funções naturais, que muitas vezes foram perdidas devido ao manejo convencional e ao uso excessivo de insumos químicos.

Com resultados científicos, dados de campo e o respaldo de especialistas como Dr. Ubirajara Fontoura, a Tecnologia do Consórcio Probiótico vem se consolidando como uma das mais promissoras ferramentas da agricultura regenerativa no Brasil.

 





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Véspera de feriado: preços de soja caíram ou aumentaram?



O mercado brasileiro de soja registrou uma quarta-feira marcada pela lentidão, reflexo da véspera de feriado e da falta de estímulos vindos da Bolsa de Chicago e da cotação do dólar, ambos operando de forma lateralizada. Segundo o consultor da Safras & Mercado, Rafael Silveira, apenas a região de Formosa, em Goiás, apresentou movimentação relevante, com alguns bons negócios. Nas demais praças, o ritmo foi moroso e as cotações pouco mudaram.

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Soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 131,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 132,00
  • Rio Grande (RS): manteve em R$ 136,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 129,00 para R$ 130,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 135,50 para R$ 136,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 118,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 119,00
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 119,00

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) encerraram a sessão com leves oscilações. O grão fechou próximo da estabilidade, enquanto o farelo recuou e o óleo teve valorização. A realização de lucros, após três sessões consecutivas de alta, gerou certa pressão, mas preocupações com o clima nos EUA atuaram como fator de sustentação.

Contratos futuros da soja

O contrato de soja em grão para julho/25 subiu 0,75 centavos de dólar por bushel (0,06%), encerrando a US$ 10,74 3/4 por bushel. A posição novembro/25 avançou 0,50 centavos (0,04%), cotada a US$ 10,68 1/4.

Nos subprodutos, o farelo para julho/24 caiu US$ 0,20 (0,07%), a US$ 284,90 por tonelada. O óleo para julho/25 subiu 0,02 centavos (0,03%), chegando a 54,77 centavos de dólar por libra-peso.

Dólar

O dólar comercial encerrou em leve alta de 0,06%, cotado a R$ 5,5000 para venda e R$ 5,4980 para compra. Ao longo do dia, a moeda variou entre R$ 5,4744 na mínima e R$ 5,5106 na máxima.



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El Niño e La Niña: fenômenos chegam às lavouras de soja?



Com o inverno se aproximando, a lavouras de soja do Brasil devem enfrentar um cenário marcado pela neutralidade climática no Pacífico Equatorial, fica o questionamento se o El Niño ou La Niña aparecerão nos próximos meses. A previsão especial é do meteorologista do Canal Rural, Arthur Müller, que destaca: o inverno será seco e quente, mas a chuva volta no momento certo para quem vai plantar soja.

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Julho e agosto: período seco e muito quente para a soja

Segundo Müller, os meses de julho e agosto terão pouquíssima chuva no Centro-Oeste e no Sudeste. A expectativa é de um período seco, sem volumes significativos. A boa notícia vem a partir de setembro, com o retorno das chuvas acima da média nas principais regiões produtoras de soja, especialmente no Centro-Oeste.

O problema é a anomalia de temperatura. Julho, agosto e setembro devem registrar temperaturas acima da média, com ondas de calor, focos de incêndio e até temperaturas do solo superiores a 50 °C em regiões do Centro-Oeste. O produtor precisa ficar atento à semeadura e aguardar as ondas de calor passarem e as chuvas se concretizarem para começar o plantio. Isso evita replantio e protege o desenvolvimento inicial da lavoura, já que solo acima de 41 °C já é ruim, e a 50 °C, pior ainda.

Neutralidade climática e retorno das chuvas

De acordo com a NOAA, agência climática dos Estados Unidos, as chances de formação de El Niño ou La Niña nos próximos meses são muito baixas. A condição de neutralidade deve permanecer ao longo do segundo semestre, favorecendo o retorno das chuvas na época ideal.

A umidade volta a atingir o Centro-Oeste em setembro. No início de outubro, já alcança o interior do Matopiba. O Sudeste também começa a registrar precipitações regulares a partir de setembro.

No decorrer do verão, a chance de La Niña continua baixa, e a tendência é que a neutralidade climática se mantenha até pelo menos a metade de 2025. A previsão é de chuvas dentro da média, o que é positivo para a safra.

Produtor de soja com irrigação pode ‘sair na frente’

Mesmo com o retorno das chuvas, o período será quente. A combinação entre calor e precipitação pode resultar em chuvas irregulares, o que exige atenção no manejo. Produtores que contam com sistemas de irrigação tendem a sair na frente, já que conseguem manter o ritmo da lavoura mesmo diante de irregularidades no volume ou na frequência das chuvas.

No geral, a próxima safra de soja tende a ser muito boa, com chuvas dentro da média. No entanto, a temperatura deve permanecer elevada durante todo o ciclo, exigindo estratégia e cuidado no momento da semeadura.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.



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Transição energética e sustentabilidade na COP 30


Foz do Iguaçu, PR – Reconhecida globalmente por sua produção de energia limpa, a Itaipu Binacional se prepara para apresentar sua vasta experiência em preservação ambiental e uso responsável dos recursos hídricos na COP 30. O evento, que busca fortalecer o papel do Brasil no combate às mudanças climáticas, será palco para a usina detalhar projetos estratégicos voltados à transição energética.

O Brasil se destaca no cenário energético mundial com uma das maiores matrizes elétricas, onde cerca de 85% da geração provém de fontes renováveis, como hidrelétrica, solar, eólica e bioenergia. O diretor-geral brasileiro da Itaipu Binacional, Enio Verri, ressalta a importância desse protagonismo: “O Brasil tem muito a mostrar dentro da crise climática o que ele pode oferecer na transição energética, afinal de contas nós somos os maiores produtores do mundo em energia limpa e barata.”

Desde sua fundação, a Itaipu gera mais de 3 bilhões de megawatts por hora de energia limpa. Na COP 30, o objetivo principal da usina é impulsionar uma transição energética justa, que respeite as diversidades regionais, amplie o acesso à energia e reforce o papel das fontes renováveis na redução das emissões de gases de efeito estufa. Esses fatores não só preservam o meio ambiente, mas também potencializam a competitividade do agronegócio brasileiro.

Investimento em armazenagem e reciclagem fortalece agronegócio

Além da pauta energética, a Itaipu Binacional também está investindo em iniciativas que impactam diretamente a economia local e o setor agrícola. Enio Verri destaca a organização de cooperativas de recicladores: “Nós estamos organizando cooperativas de recicladores e recicladoras, aliás, são pelo menos três grandes cooperativas que já estão organizadas e vão trabalhar durante a COP com todo o processo de reciclável e após a COP essas cooperativas irão continuar. “Esses investimentos em gestão, equipamentos e veículos visam proporcionar mais qualidade no trabalho e maior rendimento para os cooperados.”

Outra importante iniciativa da Itaipu é o investimento de R$ 55 milhões na reforma e modernização de quatro armazéns da Conab nos estados do Paraná e Mato Grosso do Sul. Essa medida, que atende indiretamente 434 municípios dos dois estados, busca ampliar a capacidade de estocagem e melhorar a eficiência operacional.

Usina de Itaipu. Imagens Canal Rural

Verri enfatiza o impacto positivo no setor: “Nós entendemos que esses valores ali aplicados irão reverter naturalmente em uma melhor competitividade do nosso agro, em mais investimentos no agro e gerar, com isso, mais recursos para o nosso estado, para o nosso país.” Ele acrescenta que, com esses armazéns modernizados, a região terá um papel de destaque, “dando um salto muito grande de armazenamento, não só na capacidade, mas também na agilidade de chegar ao porto e contribuir para a exportação desses produtos”.



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Agroformosa 2025 já aquece comércio e negócios locais


Com menos de um mês para o início, foi lançada oficialmente, na noite desta terça-feira (17), no município de Formosa do Rio Preto, no Oeste da Bahia, a terceira edição da Agroformosa 2025 — uma feira que já faz parte do calendário dos grandes eventos do agronegócio regional e reforça o compromisso da cidade com o desenvolvimento do campo e do comércio local.

O contou com a presença de autoridades, produtores, empresários e representantes da sociedade, trouxe à tona a força do agro de Formosa e o orgulho de todos por fazer parte dessa construção coletiva.

Durante a cerimônia, o presidente da Agroformosa, Sabino Gomes Filho, compartilhou o entusiasmo de toda a equipe organizadora e destacou o sucesso das vendas de espaços da feira.

“Já alcançamos 70% de comercialização dos estandes, e isso mostra o quanto a Agroformosa é aguardada e valorizada por expositores e parceiros. Este ano, teremos dois dias de leilões que prometem movimentar ainda mais os negócios, fortalecer as parcerias e gerar oportunidades para os criadores da nossa região”, afirmou Sabino, reforçando o espírito de união e inovação que marca cada edição da feira.

O secretário de Agricultura do município, Nivaldo Santana, presente no lançamento, reforçou a importância da Agroformosa como vitrine do trabalho dos produtores locais e espaço de divulgação das boas práticas no campo.

“Então, a gente está falando de um evento que tem total parceria da iniciativa pública, nosso prefeito Manoel Afonso, a Secretaria de Agricultura, de Infraestrutura e demais setores do município, no sentido de que esse evento seja fortalecido e, ano após ano, supere as nossas expectativas e proporcione um ambiente agradável entre produtores e pessoas que envolvem o agro”, declarou.

Quem também destacou o impacto positivo da feira foi o presidente da CDL de Formosa do Rio Preto, Abelardo Fernandes, que falou sobre o movimento no comércio local durante os dias do evento.

Organização Agroformosa 2025, evento, oeste da BahiaOrganização Agroformosa 2025, evento, oeste da Bahia
Comitiva de representantes da Agroformosa durante visita ao estúdio do Canal Rural Bahia na Bahia Farm Show | Imagem: Guilherme Soares

“Quando chegam essas épocas em que existem esses grandes eventos, principalmente um evento como a Agroformosa, que é uma referência na nossa região, isso faz com que o comércio se movimente. Então, especificamente nessas áreas de restaurante, de alimentação e hotelaria, o aumento chega a até 50%”, destacou.

Representando o setor empresarial local, o empresário Jailton Nogueira de Souza fez questão de ressaltar como a Agroformosa vai além do campo e se reflete em melhorias para toda a comunidade.

“Então, é de grande importância. Eu creio que esta terceira edição, com o apoio de toda a sociedade de Formosa do Rio Preto, também vai trazer só avanços. Acredito que foi uma semente plantada, que está germinando, e vai dar muitos frutos, muito mais do que já está dando”, afirmou.

Por fim, o lançamento reforçou o convite a todos: a Agroformosa 2025 acontece de 3 a 6 de julho e promete ser uma edição histórica, reunindo o que há de melhor no agronegócio, na inovação e no comércio.

A expectativa é de dias de intensa troca de experiências, bons negócios e orgulho para Formosa do Rio Preto e toda a região. O campo, o comércio e a cidade já estão prontos para receber este grande evento.


Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Siga o Canal Rural Bahia no Instagram e nos envie uma mensagem.





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AgroNewsPolítica & Agro

O MAPA está encarecendo o agro?



Entre os principais problemas destacados estão a pressa na publicação



Entre os principais problemas destacados estão a pressa na publicação
Entre os principais problemas destacados estão a pressa na publicação – Foto: inpEV

A recente publicação da Portaria 805/2025 pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) instaurou, de forma unilateral, um programa de rastreabilidade de defensivos agrícolas baseado exclusivamente em etiquetas de Radio Frequency Identification (RFID). Segundo Victor Ayres, Assessor Parlamentar no Senado Federal, essa decisão foi tomada sem consulta pública ou Avaliação de Impacto Regulatório (AIR), descumprindo o Decreto nº 10.411/2020 e atropelando as discussões do Grupo de Trabalho instituído em 2024 para tratar do tema.

Entre os principais problemas destacados estão a pressa na publicação da norma, a restrição tecnológica que favorece poucas empresas fornecedoras e o aumento de custos que recairá sobre toda a cadeia produtiva. “A estimativa de custo adicional de R$ 0,30 por embalagem de defensivo agrícola, somada a novos encargos logísticos, representa um fardo desproporcional à cadeia do agronegócio, sem comprovação de que o sistema imposto resultará em ganhos reais de segurança ou controle”, comenta.

Para conter os impactos imediatos, o senador Marcos Rogério (PL-RO) apresentou o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 336/2025, que visa sustar a Portaria 805/2025. O objetivo é restabelecer a segurança jurídica no setor, reabrir o diálogo com todos os atores envolvidos e permitir que a política de rastreabilidade seja construída de forma técnica, transparente e economicamente viável.

“O que o MAPA precisa responder? Por que restringir ao uso de apenas uma tecnologia específica (RFID), ignorando alternativas viáveis, acessíveis e já utilizadas globalmente como QR Codes, blockchain ou plataformas em nuvem?  Mais grave ainda: por que o Ministério da Agricultura não realizou consulta pública, não elaborou AIR e desconsiderou o próprio Grupo de Trabalho criado para esse fim?”, indaga.

 





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Produtores de soja ‘celebram’ novo passo após vetos contra lei



Os vetos presidenciais à Lei do Autocontrole (Lei 14.515/2022) foram derrubados em 17 de junho durante sessão do Congresso Nacional, com apoio da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). A lei é um novo passo para os produtores de soja, pois moderniza a fiscalização agropecuária, transferindo parte da responsabilidade sanitária e de rastreabilidade para os produtores rurais, enquanto o Estado atua mais como auditor e fiscalizador. Além disso, também permite que bioinsumos produzidos na fazenda sejam usados sem registro, desde que não sejam comercializados.

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Com a derrubada dos vetos, restabeleceu-se a isenção da obrigatoriedade de registro para bioinsumos ‘on farm’ e a previsão de que a Superintendência Federal de Agricultura (MAPA) julgue processos de autos de infração em primeira instância.

A Aprosoja MT sempre defendeu essa prerrogativa para fortalecer a autonomia do produtor de soja e outras culturas, ampliar o acesso a tecnologias sustentáveis e reduzir custos. Segundo o presidente Lucas Costa Beber, a decisão é um avanço para o Brasil, pois permite a multiplicação on farm, reduz o uso de pesticidas químicos e promove sustentabilidade, atendendo também às demandas da sociedade. Países como Estados Unidos, México, Costa Rica e Reino Unido já adotam essa prática.

O diretor administrativo Diego Bertuol ressaltou que a derrubada do veto traz segurança jurídica, garantindo que insumos produzidos para uso exclusivo na fazenda fiquem dispensados de registro, evitando ameaças à produção de quem investiu em biofábricas on farm.

Além disso, a Aprosoja MT comemorou a derrubada do veto que revogava a isenção tributária dos Fundos de Investimentos nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagros), instrumentos que facilitam o acesso a financiamentos modernos e eficientes.

Para a entidade, isso amplia a base de capital para o agronegócio, reduz a dependência do crédito bancário tradicional e estimula o crescimento da cadeia produtiva. Os Fiagros são essenciais para viabilizar investimentos em tecnologia, infraestrutura e expansão, fortalecendo a competitividade e sustentabilidade do setor agro no país.



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Quais práticas de sustentabilidade você já implementou em sua propriedade?


Na interatividade da semana, perguntamos: Quais dessas práticas (uso de bioinsumos, manejo de solo ou energia solar) você já adotou na sua propriedade? 

A enquete mostrou que 47% dos participantes já fez ou faz uso do manejo de solo com rotação de culturas. Cuidar do solo, com rotação de culturas, plantio direto, adubação verde, significa garantir a fertilidade, reduzir pragas naturalmente e até economizar em insumos no médio prazo.

A pesquisa também apontou que 33% usam energia solar ou outras fontes renováveis, enquanto 20% uso de bioinsumos (como microorganismos e compostos naturais).

A analista do Sebrae nacional, Carolina Moraes, nos conta um pouco sobre sua análise diante dos resultados.

Toda quinta-feira tem uma nova enquete no Porteira Aberta Empreender!

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A resposta da pergunta da semana vai ao ar todo sábado no canal do YouTube do Canal Rural.

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