terça-feira, maio 19, 2026

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RS encerra quarentena sanitária após período sem casos de gripe aviária



O governo do Rio Grande do Sul confirmou, em nota, o fim da quarentena sanitária em Montenegro, no Vale do Caí, após 28 dias sem novos registros de influenza aviária de alta patogenicidade (H5N1), a gripe aviária, no plantel comercial.

A medida foi tomada após a adoção de um conjunto de ações de contenção e monitoramento, conduzidas pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) em conjunto com o Ministério da Agricultura (Mapa) e outras instituições.

Desde a confirmação do foco, em 15 de maio, cerca de 2 mil visitas foram realizadas em propriedades rurais dentro das zonas de contenção, com fiscalizações em todas as 540 propriedades cadastradas na área de risco.

As medidas seguiram as diretrizes do Plano Nacional de Contingência da Influenza Aviária, com instalação de barreiras sanitárias que abordaram mais de quatro mil veículos, além de ciclos de visitas intensificadas nos perímetros de três e dez quilômetros ao redor do foco de gripe aviária.

A diretora do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal (DDA), Rosane Collares, destacou a atuação integrada e o uso de tecnologias como a Plataforma de Defesa Sanitária Animal (PDSA-RS). “Ela agiliza a organização das equipes e permite decisões em tempo real. O encerramento da quarentena sem novos focos demonstra a eficiência do sistema de defesa sanitária e o compromisso com a saúde animal e pública”, disse, na nota.

Desde 2022, o Serviço Veterinário Oficial do estado já conduziu 539 investigações de casos suspeitos de síndrome respiratória e nervosa em aves. No atual episódio, iniciado em maio, foram feitas 30 novas investigações e 17 coletas de amostras, com confirmação do vírus apenas em uma ave silvestre, um joão-de-barro encontrado nas imediações da granja afetada.



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Feijões comerciais encerram mais uma semana em queda



Por mais uma semana, os preços dos feijões de melhor qualidade seguiram firmes, enquanto os dos comerciais recuaram. É isso que mostram os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

De acordo com o instituto, a movimentação ocorreu com maior intensidade nas regiões em que o volume ofertado aumentou diante do avanço da colheita da segunda safra. Os pesquisadores do Cepea explicam que a disponibilidade de lotes de feijão com bom padrão segue limitada no mercado nacional. Ao mesmo tempo, os grãos comerciais registram acúmulo de oferta das safras anteriores e avanço da colheita atual. 

No campo, quase 90% da área do Paraná estava colhida até o dia 16 de junho, segundo o Deral/Seab. Em Santa Catarina, a Epagri/Cepa indicou que a colheita atingiu 94% da area. No Rio Grande do Sul, a Emater/RS-Ascar a estima que muitas regiões estejam finalizando a colheita, mas as atividades foram interrompidas e impactadas pelas chuvas constantes. 

A Conab apontou que produtores de Minas Gerais iniciaram a colheita da segunda safra e que as lavouras da Bahia apresentam bom desenvolvimento. Já a terceira safra também segue em desenvolvimento, com semeadura avançada em Minas Gerais e Bahia, e início da colheita nas áreas mais precoces de Goiás.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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perspectiva de oferta elevada pressiona as cotações



As cotações do milho seguem em queda no Brasil, refletindo sobretudo a pressão exercida por compradores. É isso o que apontam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Também justificam o movimento de baixa a perspectiva de oferta elevada nas próximas semanas. Somado a isso, as limitações na capacidade de armazenamento, e as desvalorizações externas do milho e do dólar também pressionam as cotações. 

Dessa forma, os pesquisadores do Cepea explicam que esses pontos contribuem para a redução da paridade de exportação.

Atualmente, a estimativa para a segunda safra de milho pela Conab em 101 milhões de toneladas, 12% superior à anterior e a segunda maior da série histórica da Companhia. 

Assim, o centro de pesquisas observou quedas mais expressivas nos preços em regiões produtoras onde os vendedores estão mais flexíveis neste início da colheita.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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cotações valorizam frente ao cenário geopolítico



Os valores externos do óleo de soja subiram expressivamente na última semana, em mais de 15%. Isso, conforme o contrato futuro de primeiro vencimento (Jul/25), negociado na Bolsa de Chicago (CME Group).

Nesta sexta-feira (20), o produto chegou a operar no maior patamar desde outubro/23, tomando como base os contratos de primeiro vencimento. Segundo pesquisadores do Cepea, o impulso veio de expectativas de maior demanda pelo derivado para a produção de biodiesel nos Estados Unidos.

Uma recente proposta da Agência Nacional de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA) prevê aumento na mistura do biodiesel ao óleo diesel nos próximos dois anos (2026 e 2027), e o óleo de soja é a principal matéria-prima do biocombustível. Além disso, o conflito no Oriente Médio tende a impactar na oferta e no preço do petróleo, reforçando o movimento de alta nas cotações do óleo de soja, de acordo com o Cepea.

A forte valorização externa pressionou os prêmios de exportação do óleo de soja no Brasil, conforme levantamentos do Cepea. Pesa ainda o fato de a demanda brasileira por óleo estar baixa, devido à menor procura pelo setor de biocombustível no País.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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AgroNewsPolítica & Agro

frente fria deve atingir até o Sudeste e Centro-Oeste


Uma forte massa de ar polar vai provocar queda acentuada de temperatura em várias regiões do Brasil a partir da próxima segunda-feira, 23 de junho. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), uma frente fria avança pelo Sul do país e deve provocar chuvas e declínio térmico significativo em grande parte do território nacional, com potencial para neve e geada intensa em diversas áreas.

Segundo informações divulgadas pelo Inmet, o sistema frontal atuará sobre áreas entre o norte do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, sul do Mato Grosso do Sul e faixa sul de São Paulo. Nestes locais, além da queda de temperatura, não se descarta a ocorrência de chuvas localmente fortes, especialmente entre o norte gaúcho e o norte paranaense.

A friagem — quarta registrada em 2025 — será sentida já nas primeiras horas do dia 23, com os termômetros despencando no Sul e no Mato Grosso do Sul. Ao longo da segunda-feira, o frio se estende também para São Paulo, sul do Rio de Janeiro, sudoeste do Mato Grosso e áreas do sul de Rondônia e Acre.

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Durante a noite do próprio dia 23, há expectativa de neve pontual nas serras do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, impulsionada pela combinação entre o ar frio e a umidade persistente. Na terça-feira (24), o cenário se intensifica ainda mais com previsão de geada ampla nos três estados do Sul, com intensidade moderada a forte na serra gaúcha, em áreas de Santa Catarina e no sul do Paraná.

O frio também se espalha pelo sul do Mato Grosso do Sul, atingindo o sudoeste e o sul paulista, onde também deve gear. Na quarta-feira (25), a geada continua nestas áreas, enquanto a massa de ar polar avança em direção ao Sudeste e parte do Centro-Oeste. Os efeitos serão sentidos na faixa sul de Goiás, no Triângulo Mineiro, Zona da Mata, sul de Minas Gerais e em todo o estado do Rio de Janeiro, além do sul do Espírito Santo.

Mesmo com o declínio térmico acentuado, o Inmet informa que a massa de ar frio começa a perder força gradativamente a partir do dia 25. No entanto, o frio ainda deve persistir, com geadas fracas a moderadas, principalmente na Região Sul.





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OMSA confirma encerramento de caso em granja comercial no Brasil



A Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) declarou oficialmente, na sexta-feira (20), o encerramento do caso de gripe aviária de alta patogenicidade (H5N1) registrado em uma granja comercial em Montenegro (RS).

A confirmação veio por meio da atualização do status do caso da doença no site oficial da organização, agora classificado como “encerrado”. O Brasil já havia enviado uma autodeclaração à OMSA comunicando que o foco de gripe aviária estava encerrado.

“Em 18 de junho, 28 dias após a aplicação da política de abate sanitário (incluindo desinfecção) no único estabelecimento afetado e considerando a vigilância realizada de acordo com o capítulo 10.4 do Código Terrestre da OMSA, o evento é considerado encerrado. Junto com este relatório final, o Brasil enviou à OMSA uma autodeclaração de liberdade da doença”, afirmou a OMSA.

O surto, primeiro e único caso em granja comercial no país, foi detectado em 12 de maio em uma criação de matrizes no Rio Grande do Sul. Diante disso, foi determinando o abate sanitário de todas as aves do local, além da imposição de barreiras sanitárias na região.

Com a decisão da OMSA, o Brasil recupera seu status sanitário internacional, essencial para o comércio global de produtos avícolas. O país é o maior exportador mundial de carne de frango e espera a retomada da comercialização para os mercados para os quais os embarques estavam suspensos. A retomada, contudo, depende do aval da autoridade sanitária de cada país importador.

O novo status sanitário ainda precisará ser validado pelos países importadores para a retomada da comercialização para os mercados com a suspensão das emissões de certificados de exportação. Por isso, não é possível estimar um prazo para retomada do fluxo comercial, já que a autorização parte do país importador e não do exportador.

Na prática, os países importadores precisarão reconhecer que o Brasil está livre da gripe aviária. Posteriormente à validação de cada autoridade sanitária dos países importadores, o Brasil pode retomar a certificação das exportações em cumprimento dos requisitos sanitários acordados e, assim, reabrir o comércio.

Ao todo, as exportações de carne de frango de todo o território brasileiro estão suspensas para 21 destinos, segundo levantamento mais recente do Ministério da Agricultura. Estão pausados temporariamente os embarques de produtos avícolas brasileiros para China, União Europeia, Iraque, Coreia do Sul, Chile, Filipinas, África do Sul, Peru, Albânia, Canadá, República Dominicana, Uruguai, Malásia, Mauritânia, Argentina, Timor Leste, Marrocos, Índia, Sri Lanka, Macedônia do Norte e Paquistão, conforme o levantamento da pasta. A lista inclui as nações que suspenderam as importações de produtos avícolas do Brasil e para os quais o Brasil interrompeu a certificação das exportações conforme prevê o acordo sanitário estabelecido com cada país.

Há, ainda, 16 mercados para os quais estão impedidas as exportações de frango proveniente do Rio Grande do Sul. Outros quatro países suspenderam as compras de carne de frango e derivados do município de Montenegro (RS), onde o foco da doença foi detectado, conforme prevê o protocolo acordado pelos países com o Brasil.

Outros 18 mercados limitaram a suspensão dos embarques para um raio de 10 quilômetros do foco de influenza aviária de alta patogenicidade (IAAP). As suspensões temporárias e cautelares estão previstas no protocolo sanitário acordado entre o Brasil e os países importadores.



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consulta ao 2º lote de restituição liberada hoje; saiba horário


A Receita Federal libera nesta segunda-feira (23), às 10h, a consulta ao segundo dos cinco lotes de restituição de 2025. Cerca de 6,5 milhões de contribuintes que entregaram a Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física deste ano deverão ser contemplados. 

Este é o maior lote da história em número de contribuintes e em valor. O lote também contempla restituições residuais de anos anteriores.

Ao todo, 6.545.322 contribuintes receberão R$ 11 bilhões. Segundo o Fisco, todo o valor  irá para contribuintes com prioridade no reembolso.

As restituições estão distribuídas da seguinte forma:

  • 4.764.634 contribuintes que usaram a declaração pré-preenchida e/ou optaram simultaneamente por receber a restituição via Pix;
  • 1.044.585 contribuintes de 60 a 79 anos;
  • 496.650 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério;
  • 148.090 contribuintes acima de 80 anos;
  • 91.363 contribuintes com deficiência física ou mental ou doença grave.

Embora não tenham prioridade por lei, os contribuintes que usaram dois procedimentos em conjunto, a declaração pré-preenchida e o Pix como forma de recebimento da restituição, passaram a ter prioridade no recebimento da restituição neste ano. Neste lote, não haverá pagamento a contribuintes sem prioridade.

A consulta poderá ser feita na página da Receita Federal na internetBasta o contribuinte clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, no botão “Consultar a Restituição”. Também é possível fazer a consulta no aplicativo da Receita Federal para tablets smartphones.

Restituição do Imposto de Renda

O pagamento será feito em 30 de junho, na conta ou na chave Pix do tipo CPF informada na declaração do Imposto de Renda. Caso o contribuinte não esteja na lista, deverá entrar no Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) e tirar o extrato da declaração. Se verificar uma pendência, pode enviar uma declaração retificadora e esperar os próximos lotes da malha fina.

Se, por algum motivo, a restituição não for depositada na conta informada na declaração, como no caso de conta desativada, os valores ficarão disponíveis para resgate por até um ano no Banco do Brasil. Nesse caso, o cidadão poderá agendar o crédito em qualquer conta bancária em seu nome, por meio do Portal BB ou ligando para a Central de Relacionamento do banco, nos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos).

Caso o contribuinte não resgate o valor de sua restituição depois de um ano, deverá requerer o valor no Portal e-CAC. Ao entrar na página, o cidadão deve acessando o menu “Declarações e Demonstrativos”, clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, no campo “Solicitar restituição não resgatada na rede bancária”.



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Especialista conta tudo o que mexe com a economia e os mercados na semana


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o aumento da aversão ao risco global com as tensões entre EUA e Irã.

O petróleo disparou e o Fed manteve os juros, mas sinalizou cortes graduais em 2025.

Aqui, o Copom surpreendeu ao elevar a Selic para 15%, reforçando o tom contracionista diante da inflação e do cenário externo. O real se valorizou e os juros futuros abriram na ponta curta.

Semana terá ata do Copom, IPCA-15 e PCE dos EUA, além do monitoramento da crise no Golfo.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Queijaria do Rio Grande do Norte ganha certificação por produção sustentável e artesanal



“Dona Branca Artesanais é como casa de vó.” A frase que estampa os rótulos dos produtos da marca já antecipa o que o consumidor pode encontrar: sabor de uma comida caseira, feita com cuidado e tradição.

A empresa, localizada em Currais Novos, bem no coração do Seridó (RN), conquistou o selo ‘Feito Potiguar’, iniciativa criada para valorizar produtos do Rio Grande do Norte (RN). 

Instalada na Fazenda Aba da Serra, em meio ao Geoparque Seridó, a queijaria fabrica queijo de coalho, muçarela artesanal, manteiga do sertão, doce de leite e ricota, com leite do próprio rebanho — sem adição de produtos químicos, com rebanho certificado como livre de tuberculose e brucelose —, preservando assim, a identidade e o sabor da produção familiar..

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp

Sustentabilidade e tradição no campo

A marca Dona Branca Artesanais mantém uma produção sustentável e integrada: desde o cultivo do capim e da palma utilizados na alimentação do rebanho até a fabricação dos queijos, doces e iogurtes, a marca aposta na sustentabilidade e na preservação ambiental como compromissos para as próximas gerações.

O nome da empresa homenageia a avó do produtor, Vitor Rezende, que se inspira nela para criar cada receita com afeto e tradição. “Ainda está caindo a ficha, principalmente ao ver a magnitude do projeto”, diz Rezende.

Para ele, o reconhecimento dará ainda mais visibilidade à marca, não apenas no Rio Grande do Norte, mas em todo o Brasil.

O programa incentiva o empreendedorismo, a rastreabilidade e a competitividade dos negócios potiguares. Nesta primeira fase, 30 empresas conquistaram o selo. A expectativa é aumentar esse número nos próximos meses.

O selo ‘Feito Potiguar’ é uma iniciativa integra um movimento de valorização da produção potiguar, realizado pelo Sebrae-RN, Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (Fiern), a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN (Fecomércio-RN) e a Federação da Agricultura e Pecuária do RN (Faern).

Para receber a certificação, as empresas devem produzir no estado e, preferencialmente, usar matéria-prima local. Quando não for viável, os produtos precisam mostrar conexão com a cultura ou a identidade potiguar na rotulagem ou apresentação. Também é exigida maturidade gerencial e comercial.



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AgroNewsPolítica & Agro

O agro brasileiro já estava pressionado antes da guerra



O fechamento do Estreito de Ormuz não deve ser interpretado como um efeito pontual



O  fechamento do Estreito de Ormuz não deve ser interpretado como um efeito pontual
O fechamento do Estreito de Ormuz não deve ser interpretado como um efeito pontual – Foto: Foto: Portos RS

O gargalo logístico mundial já estava previsto mesmo antes do ataque dos EUA no sábado, 21 de junho, de acordo com José Carlos de Lima Júnior, sócio-diretor da Markestrat e cofundador da Harven Agribusiness School. A operação de fertilizantes e combustíveis no Estreito de Ormuz é uma das maiores do mundo, mas para o agronegócio o sinal de alerta foi ligado bem antes desse episódio, envolvendo fatores estruturais e sazonais que pressionam a cadeia de suprimentos.

A Índia já havia se consolidado como importante fornecedora de princípios ativos para agroquímicos, reduzindo parcialmente a dependência da China. Antecipando riscos, o Brasil adiantou grande parte das importações necessárias no período pré-safra de 2025, o que garante certa proteção no curto prazo. Ainda assim, os custos de fretes marítimos registraram alta em junho, refletindo tensões já existentes nas rotas globais.

No segundo semestre, ocorre o chamado Peak Season, fase tradicional de saturação logística puxada por exportações de açúcar, algodão e outros produtos de safra. Portanto, mesmo sem qualquer conflito, o setor enfrentaria gargalos significativos. O ataque do dia 21 apenas adiciona uma camada extra de incerteza e pressão sobre um sistema que já vinha operando perto do limite, observa José Carlos de Lima Júnior.

Para ele, o eventual fechamento do Estreito de Ormuz não deve ser interpretado como um efeito pontual, mas como um fator cumulativo, agravando desequilíbrios logísticos que podem impactar custos e prazos de entrega no agronegócio global. As informações foram divulgadas na rede social LinkedIn.

 





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