terça-feira, maio 19, 2026

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países retomam importação de frango brasileiro



Após a Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) reconhecer o encerramento do caso de gripe aviária de alta patogenicidade (H5N1) registrado em uma granja comercial no Brasil, países importadores retomam a compra do frango brasileiro. Entre os mercados, Coreia do Sul, Iraque, Marrocos e Bolívia comunicaram ao governo brasileiro o fim das restrições, segundo o secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Luis Rua.

“Aos poucos os mercados estão se reabrindo e o fluxo comercial, sendo retomado. Esse movimento ocorre desde a autodeclaração do Brasil de que novamente está livre da gripe aviária em plantel comercial, na última quarta-feira”, afirmou Rua.

Até então, Iraque, Coreia do Sul e Marrocos mantinham embargo sobre todo o produto brasileiro, enquanto a Bolívia restringia a importação de frango proveniente do Rio Grande do Sul.

“A Coreia do Sul, além de retirar o embargo, concordou com a regionalização do protocolo limitando embargos, em eventuais novos casos, apenas ao Estado onde eventualmente for notificada a doença”, observou Rua.

A lista de mercados para os quais ainda estão suspensas as exportações de carne de frango de todo o território brasileiro caiu de 20 destinos para 17, segundo o levantamento mais recente do Ministério da Agricultura.

Estão pausados temporariamente os embarques de produtos avícolas brasileiros para China, União Europeia, Chile, Filipinas, Peru, Albânia, Canadá, República Dominicana, Uruguai, Malásia, Mauritânia, Argentina, Timor Leste, Índia, Sri Lanka, Macedônia do Norte e Paquistão.

A lista inclui as nações que suspenderam as importações de produtos avícolas do Brasil e para os quais o Brasil interrompeu a certificação das exportações conforme prevê o acordo sanitário estabelecido com cada país.

As suspensões temporárias e cautelares de compras de frango brasileiro de todo o território brasileiro, do estado do Rio Grande do Sul, do município de Montenegro ou do raio de 10 km de onde o foco foi detectado estão previstas no protocolo sanitário acordado com o Brasil e os países importadores.

Há, ainda, 17 mercados para os quais estão impedidas as exportações de frango proveniente do Rio Grande do Sul. É o caso da Arábia Saudita, México, Kuwait, Reino Unido, Omã, África do Sul, União EuroAsiática (Rússia, Belarus, Armênia, Quirguistão), Angola, Turquia, Bahrein, Cuba, Montenegro, Namíbia, Casaquistão, Bósnia e Herzegovina, Tajiquistão e Ucrânia.

Japão, Emirados Árabes Unidos, Catar e Jordânia suspenderam as compras de carne de frango e derivados do município de Montenegro (RS), onde o foco da doença foi detectado, conforme prevê o protocolo acordado pelos países com o Brasil.

Outros 18 mercados limitaram a suspensão dos embarques para um raio de 10 quilômetros do foco de influenza aviária de alta patogenicidade (IAAP). A expectativa do governo é de que após o encerramento do foco da doença em plantel comercial, mais países importadores flexibilizem as restrições sobre o frango nacional.

O Ministério da Agricultura comunicou cada país importador sobre a retomada do status de livre de gripe aviária em plantel comercial, mas o reconhecimento e autorização da retomada dos embarques depende da autoridade sanitária de cada país.

O governo brasileiro já está negociando com países importadores de produtos avícolas a flexibilização das suspensões das compras de carne de frango e derivados do Brasil. As conversas já estão em andamento a fim de minimizar os impactos do primeiro foco de gripe aviária em plantel comercial no país sobre a balança comercial do agronegócio brasileiro.



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O que muda para a soja com a entrada dos EUA no conflito?



Apesar da sinalização de cessar-fogo entre Israel e Irã, a entrada dos Estados Unidos no conflito eleva a tensão no Oriente Médio e reacende o alerta global. O envolvimento direto da maior potência militar do mundo transforma um confronto regional em uma crise com potencial de desdobramentos internacionais. A soja brasileira está entre os setores mais expostos, com possíveis reflexos nos preços das commodities e no abastecimento de fertilizantes.

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Embora o Oriente Médio não seja um grande produtor agrícola, é altamente dependente da importação de alimentos. Países como Irã, Arábia Saudita, Egito e Emirados Árabes Unidos estão entre os principais destinos das exportações brasileiras de grãos, carnes e farelo de soja.

De acordo com João Alfredo Nyegray, professor de Negócios Internacionais e Geopolítica da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), o cenário atual aumenta a aversão ao risco nos mercados, afetando contratos, preços e operações logísticas. “Há um impacto direto na previsibilidade dos embarques e na segurança das rotas comerciais. Com a guerra se internacionalizando, o mercado reage de forma defensiva, e isso respinga nas exportações brasileiras”, afirma.

A pressão logística também se intensifica diante do risco de bloqueio no Estreito de Ormuz, por onde 20% do petróleo é transportado por via marítima no mundo. Com a presença militar norte-americana na região, o estreito se torna um possível alvo de retaliações. O aumento no preço do petróleo eleva os custos do frete marítimo e afeta o valor dos insumos agrícolas derivados de petróleo, como fertilizantes nitrogenados, defensivos e combustíveis utilizados nas lavouras.

“O Brasil é altamente dependente de fertilizantes importados, e muitos deles vêm do Golfo Pérsico. Se essa logística for interrompida, o impacto será direto no custo de produção da próxima safra”, explica Nyegray.

Além disso, o Irã é um ator relevante tanto como comprador quanto como fornecedor no setor agrícola. O país importa milho, soja e carnes do Brasil, mas também participa da cadeia global de insumos por meio da exportação de ureia e outros fertilizantes. Parte desses produtos chega ao Brasil por meio de reexportações feitas pelos Emirados Árabes Unidos. “Uma guerra prolongada, com bloqueios marítimos ou ataques a navios, compromete a estabilidade das rotas e encarece o transporte. Isso pode atrasar ou até inviabilizar entregas de insumos essenciais à agricultura brasileira”, aponta o professor.

O canal de Suez e o Mar Vermelho também entram na zona de risco, sobretudo se houver intensificação dos ataques dos Houthis, grupo iemenita aliado ao Irã. Uma eventual escalada nessa região pode desorganizar os fluxos logísticos entre o Brasil, Europa e Ásia, afetando não apenas o escoamento da produção, mas também a importação de fertilizantes.

Na frente diplomática, o envolvimento dos Estados Unidos amplia a possibilidade de pressões políticas sobre o Brasil. Como potência agrícola emergente e membro ativo dos BRICS, o país pode ser cobrado a adotar um posicionamento mais claro em fóruns internacionais como ONU e G20. Uma aproximação com os Estados Unidos ou com Israel pode gerar reações negativas entre os países árabes e muçulmanos, que estão entre os principais compradores da carne de frango, soja e derivados produzidos no Brasil.

“O Brasil precisa manter sua tradição de neutralidade ativa. Qualquer gesto mal interpretado pode comprometer contratos bilaterais importantes, principalmente com o mundo islâmico”, alerta Nyegray.

A guerra também lança incertezas sobre a safra 2025/26. A alta nos preços do petróleo e dos fertilizantes, somada à volatilidade cambial, tende a elevar significativamente os custos de produção. Embora os preços da soja possam subir no curto prazo em função da instabilidade global, o aumento nos gastos com insumos pode anular os ganhos. “A insegurança afeta não só a rentabilidade, mas também o planejamento dos produtores. Se houver atraso na chegada de fertilizantes ou encarecimento dos fretes, isso compromete o ciclo produtivo inteiro”, afirma o especialista.

Para Nyegray, o momento exige atenção redobrada por parte dos produtores, cooperativas e empresas do setor. “É preciso reforçar estratégias de hedge, buscar diversificação de mercados e manter interlocução constante com o governo. A diplomacia e a gestão de risco serão decisivas para evitar que o conflito se transforme em uma crise para o agronegócio brasileiro.”



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Guerra afeta o custo do feijão do Brasil


O feijão enfrenta impactos indiretos significativos decorrentes do conflito Israel-Irã, que se intensificou dramaticamente com a entrada dos Estados Unidos na guerra e os ataques israelenses a instalações iranianas no 11º dia do conflito.

Os efeitos se manifestam principalmente através do encarecimento dos custos de produção e logística, embora não seja mencionado especificamente como uma das commodities mais afetadas diretamente pelo conflito.

Impactos nos fertilizantes para o feijão

O feijão, assim como outras leguminosas, depende de fertilizantes nitrogenados para seu desenvolvimento, especialmente durante as fases iniciais de crescimento. Com o Irã sendo o terceiro maior exportador de ureia do mundo, responsável por 10% da oferta global com 4,8 milhões de toneladas anuais, e fornecendo 17% da ureia importada pelo Brasil, o encarecimento desse insumo afeta diretamente os custos de produção do feijão.

A ureia é fundamental para o desenvolvimento vegetativo da cultura, e sua escassez ou encarecimento pode comprometer tanto a produtividade quanto a viabilidade econômica da lavoura.

O impacto nos preços foi imediato: o fertilizante subiu de US$ 399 por tonelada para US$ 500 por tonelada em menos de uma semana. Além disso, as tensões no Oriente Médio levaram à interrupção da produção de ureia no Egito, já que Israel reduziu a produção de gás em polos estratégicos, impactando diretamente o Egito, que utiliza esse insumo na fabricação de fertilizantes.

Isso mexe na oferta do mercado global, criando pressão adicional nos custos de produção para os produtores de feijão que ainda não adquiriram os insumos para a safra 2025/26.

Efeitos do aumento do petróleo

O preço do petróleo Brent subiu 19% desde o início dos primeiros ataques israelenses, atingindo US$ 77,1 por barril (R$ 419) nesta segunda-feira (23), refletindo a entrada dos EUA no conflito e a decisão do parlamento iraniano de considerar o fechamento do Estreito de Ormuz.

Esse aumento gera efeitos cascata que impactam a cultura do feijão:

  • Custos de transporte: o feijão brasileiro depende fortemente do transporte rodoviário para chegar aos centros de consumo. Com o aumento do preço do diesel – combustível essencial para abastecer caminhões responsáveis por transportar mais da metade das cargas no Brasil – os custos de frete tendem a subir, pressionando as margens dos produtores.
  • Custos operacionais: as operações de plantio, tratos culturais e colheita do feijão dependem de maquinário que consome diesel, elevando os custos diretos de produção.

Impactos logísticos e risco do Estreito de Ormuz

O conflito já provoca alta dos fretes marítimos, afetando não apenas a importação de fertilizantes, mas também o custo de importação de outros insumos utilizados na cultura do feijão, como defensivos agrícolas e equipamentos.

A decisão do parlamento iraniano de considerar o fechamento do Estreito de Ormuz representa uma ameaça crítica, já que por esse pequeno trecho marítimo de 33 quilômetros passam 20% da produção mundial de petróleo, equivalente a 19 milhões de barris por dia.

Israel atacou seis aeroportos do Irã nas regiões oeste, centro e leste, destruindo pistas, hangares e aeronaves, incluindo aviões militares F-14, F-5 e AH-1. Também mirou instalações de produção energética, incluindo o complexo South Pars, que abriga um dos maiores campos de gás natural do mundo, e refinarias de petróleo no sul do país.

Cenário de incertezas ampliado

O momento exige que os produtores de feijão apertem o cinto de segurança e revisem o planejamento praticamente toda semana. A escalada militar, com Israel utilizando mais de 15 aviões de combate para atacar instalações iranianas e o Irã respondendo com ataques que deixaram 11 pessoas feridas em Israel, cria um ambiente de extrema volatilidade.

A volatilidade dos preços de insumos e combustíveis cria um ambiente de incerteza que dificulta o planejamento de safra, especialmente considerando que o feijão tem ciclos mais curtos que outras culturas, permitindo múltiplas safras anuais.

A questão cambial também afeta indiretamente o feijão, uma vez que a desvalorização do real encarece a importação de fertilizantes e outros insumos, pressionando ainda mais os custos de produção dessa cultura essencial para a segurança alimentar brasileira.

O conflito representa um risco real para as cadeias globais de suprimentos, especialmente no que diz respeito à segurança alimentar e à logística internacional, com expectativas de que os preços do petróleo possam alcançar os níveis observados no início da invasão russa da Ucrânia, gerando impacto inflacionário em diversas cadeias produtivas.

*Marcelo Lüders é presidente do Instituto Brasileiro do Feijão e Pulses (Ibrafe), e atua na promoção do feijão brasileiro no mercado interno e internacional


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Prêmio Planeta Campo 2025 está com inscrições abertas



Você faz parte do agro que produz com responsabilidade ambiental e impacto positivo na sociedade? Então chegou a hora de mostrar o valor do seu trabalho.

Estão abertas as inscrições para o Prêmio Planeta Campo 2025, uma iniciativa do Canal Rural que reconhece produtores rurais e agroindústrias que aliam produtividade, inovação e sustentabilidade no campo.

A premiação é um dos destaques do projeto Planeta Campo, o primeiro programa diário da TV brasileira dedicado exclusivamente à sustentabilidade no agronegócio.

Todas as informações e o edital completo estão disponíveis no site oficial, dentro do próprio formulário de inscrição.

Premiação

As categorias do prêmio Planeta Campo incluem agricultura, pecuária e agroindústria, com reconhecimento para produtores de pequeno, médio e grande porte, além de agricultores familiares.

Os vencedores terão uma reportagem sobre a fazenda sendo exibida na tela do Canal Rural e também vão ganhar uma bolsa de estudos para estudar na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP), uma das mais reconhecidas do país.

Garanta sua chance: inscreva-se agora – clique aqui! As inscrições serão aceitas até o dia 11 de julho.



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AgroNewsPolítica & Agro

Milho recua na B3 e em Chicago


O mercado futuro de milho apresentou resultados mistos na B3 ao longo da semana, refletindo a volatilidade entre os vencimentos mais próximos e os de prazo maior. Na sexta-feira, o contrato de julho/25 encerrou cotado a R$ 63,16, com leve alta de R$ 0,09 no dia, mas acumulando baixa de R$ 0,13 na semana. Já o contrato julho/25 registrou queda de R$ 0,19 no dia e de R$ 0,52 na semana, fechando em R$ 63,52. O vencimento setembro/25, por sua vez, finalizou em R$ 67,24, com baixa de R$ 0,44 no dia e de R$ 0,71 na semana.

De acordo com a TF Agroeconômica, o milho na B3 segue lateralizado nas últimas semanas, contrastando com as exportações brasileiras, que ainda não alcançaram o ritmo dos anos anteriores. No cenário internacional, o milho negociado na bolsa de Chicago (CBOT) também apresentou quedas no acumulado da semana, influenciado pelo clima favorável nos Estados Unidos e por vendas técnicas de traders. Apesar das chuvas recentes impulsionarem a produtividade, as previsões de calor e seca na região central do país mantêm o mercado em alerta.

Na CBOT, o contrato de julho, referência para a safra de verão brasileira, recuou -1,10% no dia, fechando a $ 428,75/bushel, enquanto o contrato de setembro, referência para a safrinha, caiu -0,82%, cotado a $ 425,50/bushel. No acumulado da semana, a queda foi de -3,54% para o contrato de julho/25, equivalente a $ -15,75 cents/bushel, e de -0,70% para o contrato de setembro/25, com recuo de $ 3,00 cents/bushel.

No cenário externo, destaca-se a previsão da consultoria ucraniana Barva Invest, que estima a produção de milho da Ucrânia em 26 milhões de toneladas. Na França, o FranceAgriMer classificou 83% da safra de milho 2025 como boa ou excelente até 16 de junho, dois pontos abaixo da semana anterior, evidenciando que o clima continua sendo um fator decisivo para o mercado global de milho.


 





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Após ataque do Irã, petróleo despenca mais de 12% com anúncio de paz de Trump


Nesta segunda-feira (23), os preços do petróleo despencaram mais de 12% nos mercados internacionais, em resposta a dois fatores-chave: a resposta calculada do Irã aos bombardeios norte-americanos e o anúncio do presidente Donald Trump de que “os Estados Unidos não têm interesse em uma guerra prolongada no Oriente Médio e estão abertos a um cessar-fogo imediato”.

O movimento de queda foi impulsionado pela percepção de que o risco geopolítico extremo, que vinha pressionando o mercado nas últimas semanas, começou a ceder. Embora o Irã tenha retaliado com mísseis contra bases militares americanas no Catar e no Iraque, não houve danos a infraestruturas críticas nem ao tráfego no Estreito de Ormuz — por onde transitam cerca de 20% do petróleo global.

A declaração de Trump reforçou a leitura de que os ataques iranianos foram simbólicos, com alvos militares escolhidos para evitar perdas humanas em grande escala e, principalmente, preservar os canais de exportação de petróleo.

“Este é um momento para a diplomacia. Mostramos força, mas não queremos uma nova guerra”, declarou o presidente norte-americano em pronunciamento no fim da tarde.

Com isso, investidores passaram a ajustar rapidamente suas posições, devolvendo os prêmios de risco que haviam inflado os preços da commodity nas últimas semanas.

Impacto no mercado

  • Brent: queda de mais de 9%, fechando abaixo de US$ 69 o barril.
  • WTI: recuo semelhante, com contratos futuros operando no menor patamar desde abril.
  • Mercados acionários: leve alta nas bolsas globais, puxada pelos setores industriais e de transporte.

Allívio para o agro brasileiro, o recado é claro

A queda nos preços do petróleo pode ter reflexos positivos de curto prazo para o setor agropecuário brasileiro, principalmente na redução de custos com frete e combustíveis. No entanto, especialistas alertam que a instabilidade geopolítica permanece como um risco estrutural.

O Brasil, altamente dependente de fertilizantes e combustíveis importados, deve permanecer atento a qualquer nova mudança na rota diplomática entre Washington e Teerã.

Miguel DaoudMiguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


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ministério confirma bloqueio de R$ 445 milhões



O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) confirmou nesta terça-feira (24) o bloqueio de cerca de R$ 445 milhões previstos para o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR).

O contingenciamento ocorre para que o governo federal consiga cumprir suas metas fiscais. O ministério informa que “esse cenário deve ser temporário”.

“Vamos trabalhar para reverter esse bloqueio o mais rápido possível, para não prejudicar as contratações da safra de verão. Por se tratar de uma despesa discricionária, o orçamento do PSR está sempre sujeito a esse tipo de situação”, disse o secretário de Política Agrícola, Guilherme Campos, em nota publicada no site do Mapa.

Também nesta terça, o ministério publicou uma resolução do Comitê Gestor Interministerial do Seguro Rural aprovando a distribuição PSR até o mês de agosto.

A partir de junho, serão disponibilizados aos produtores mais R$ 280 milhões contratações de apólices para culturas de inverno; R$ 36 milhões para frutas; R$ 7,5 milhões para a modalidade de pecuário; R$ 1,5 milhão para florestas; e R$ 35,5 milhões para as demais culturas.

“Com esses recursos, estimamos que conseguiremos atender praticamente toda a demanda dos produtores para as culturas de inverno e sinalizamos mais valores para as demais atividades”, afirmou Campos.



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maior oferta pressiona as cotações



Os preços da melancia graúda, superior à 12 quilos, recuaram novamente na semana passada. É isso que mostram os levantamentos do  Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo agentes consultados pelo Hortifrúti/Cepea, as sucessivas quedas têm sido registradas desde o início do mês. De acordo com o instituto elas  se devem ao aumento de oferta tanto em Uruana (GO) quanto no Tocantins. 

Além disso, termômetros mais amenos no Sul e no Sudeste têm enfraquecido a demanda, reforçando as baixas nos valores. Levantamento do Hortifrúti/Cepea mostra que os preços das melancias de calibres médio e miúdo em Uruana (GO) foram de R$ 0,33/kg e de R$ 0,26/kg, respectivamente. Segundo produtores, estes patamares são insuficientes para cobrir os principais custos de produção. 

Para a melancia de maior calibre (>12kg), os preços recuaram 26%, com a média semanal a R$ 0,44/kg. Pesquisadores do Hortifrúti/Cepea indicam que a disponibilidade da fruta deve seguir crescendo, devido ao avanço da colheita em Goiás. 

Assim, caso a demanda não volte a se aquecer, as cotações devem seguir enfraquecidas, pressionando ainda mais os resultados financeiros dos produtores em junho.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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cotações do grão estabilizam e do farelo sobem



Os preços do trigo estão estáveis no mercado spot nestes últimos dias, como mostram os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

As médias vem operando na casa dos R$ 1.500 a tonelada no Paraná e na dos R$ 1.300/t no Rio Grande do Sul. Segundo pesquisadores do Cepea, esse cenário pode estar atrelado à redução da área da atual temporada e às condições climáticas extremas no Sul do País.

Quanto aos derivados, os preços do farelo estão avançando, impulsionados pelo aumento na demanda para consumo de ração animal. 

No mercado externo os valores do estiveram elevados na semana passada. este fato se deu por conta das fortes chuvas na região das Grandes Planícies dos Estados Unidos. Somado a isso , houve também a piora nas condições das lavouras norte-americanas de trigo de inverno e o atraso na colheita daquele país.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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