terça-feira, maio 19, 2026

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Cessar-fogo no Oriente Médio derruba ou aumenta os preços de soja no Brasil?



O mercado brasileiro de soja teve uma terça-feira (24) de pouca movimentação nos preços. Segundo o consultor da Safras & Mercado, Rafael Silveira, a comercialização seguiu em ritmo lento. As indicações dos compradores estão firmes, mas os produtores de soja ainda hesitam em negociar, diante do spread elevado. Mesmo com a queda da soja em Chicago e leve alta do dólar, as bases se mantiveram praticamente inalteradas nas principais regiões do país.

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Soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 130,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 131,00
  • Rio Grande (RS): manteve em R$ 135,00
  • Cascavel (PR): manteve em R$ 129,00
  • Paranaguá (PR): manteve em R$ 134,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 117,00
  • Dourados (MS): caiu de R$ 120,50 para R$ 119,00
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 118,00

Contratos futuros

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) encerraram o dia em baixa. Apesar do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, relatar violações na guerra no Oriente Médio, o mercado foi mais influenciado pelo cessar-fogo entre Israel e Irã. O acordo reduziu a tensão geopolítica, derrubando o petróleo em mais de 5% em Nova York, o que pressionou os preços do óleo de soja. Além disso, as previsões climáticas favoráveis para o desenvolvimento das lavouras americanas completaram o cenário de queda.

Segundo o USDA Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), até 22 de junho, 66% das lavouras estavam em boas ou excelentes condições, 27% regulares e 7% entre ruins e muito ruinss, exatamente os mesmos números da semana anterior.

Contratos futuros de soja

O contrato da soja em grão para julho caiu 12,00 centavos (1,13%), fechando a US$ 10,46 3/4 por bushel. A posição novembro terminou o dia em US$ 10,37, com baixa de 9,75 centavos (0,93%).

Nos subprodutos, o farelo para dezembro caiu US$ 1,4 (0,47%), a US$ 295,30 por tonelada. O óleo para dezembro recuou 1,14 centavo (2,12%), encerrando a 52,61 centavos de dólar por libra-peso.

Dólar

O dólar comercial fechou em alta de 0,26%, cotado a R$ 5,5189 na venda e R$ 5,5169 na compra. Ao longo do dia, a moeda variou entre R$ 5,4753 e R$ 5,5233



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Anúncio do Plano Safra 25/26 será em 30 de junho; valor recorde pode não acontecer



O anúncio do Plano Safra 2025/26 para a agricultura empresarial está previsto para o dia 30 de junho e para a agricultura familiar em 1 de julho, informam interlocutores do governo federal ouvidos pelo repórter Ricardo Araújo, do Canal Rural Brasília.

A nova temporada agrícola tem início em 1º de julho e deve se estender até 30 de junho de 2026. A definição a respeito do volume dos recursos ainda está em discussão pelos ministérios responsáveis, como o da Agricultura, da Economia e o de Desenvolvimento Agrário.

Plano Safra recorde?

A Confederação Nacional da Agricultura (CNA) e outras entidades correlatas já manifestaram a expectativa de que o valor subsidiado para a nova temporada seja obrigatoriamente maior do que os R$ 475,56 bilhões do último Plano Safra.

O pedido decorre, principalmente, por conta do atual cenário de crédito restrito e da taxa básica de juros fixada na última reunião do Banco Central em 15% ao ano. Contudo, o governo federal não descarta a possibilidade de manter o mesmo montante devido às restrições orçamentárias e ao cumprimento da meta fiscal de 2025.

Bloqueio do seguro rural

Nesta terça-feira (24), o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) confirmou o bloqueio de cerca de R$ 445 milhões previstos para o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR).

O contingenciamento ocorre para que o governo federal consiga cumprir suas metas fiscais. O ministério informa que “esse cenário deve ser temporário”.

“Vamos trabalhar para reverter esse bloqueio o mais rápido possível, para não prejudicar as contratações da safra de verão. Por se tratar de uma despesa discricionária, o orçamento do PSR está sempre sujeito a esse tipo de situação”, disse o secretário de Política Agrícola, Guilherme Campos, em nota publicada no site do Mapa.

Também nesta terça, o ministério publicou uma resolução do Comitê Gestor Interministerial do Seguro Rural aprovando a distribuição PSR até o mês de agosto.

A partir de junho, serão disponibilizados aos produtores mais R$ 280 milhões contratações de apólices para culturas de inverno; R$ 36 milhões para frutas; R$ 7,5 milhões para a modalidade de pecuário; R$ 1,5 milhão para florestas; e R$ 35,5 milhões para as demais culturas.

“Com esses recursos, estimamos que conseguiremos atender praticamente toda a demanda dos produtores para as culturas de inverno e sinalizamos mais valores para as demais atividades”, afirmou Campos.



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Preços dos itens juninos apresentam alta no Nordeste e queda no Norte



A festa junina é uma das mais tradicionais e aguardadas celebrações do calendário brasileiro. Além de valorizar a cultura local, o período tem grande importância para a economia regional, principalmente para o Norte e Nordeste, regiões que concentram as maiores comemorações do país.

Segundo a plataforma de inteligência de dados Scanntech, a cesta de alimentos com itens típicos da ocasião registrou alta de 2,5% no Norte e uma retração de -0,1% no Nordeste no mês de maio em comparação com abril. Além disso, outra curiosidade é que a pipoca e o doce de leite figuraram entre os produtos mais vendidos da cesta em todo o país.

Aumento de itens juninos no Nordeste

  • Amendoim: +3,6%
  • Bolo pronto: +1%
  • Coco ralado: +1,4%
  • Doce de leite: +0,9%
  • Doce industrializado pronto: +2,3%
  • Leite de coco: +9,2%
  • Milho: +7,6%
  • Milho para pipoca: -1,4%
  • Mistura para bolo: +0,3%
  • Pão de hot dog: +0,3%
  • Pipoca: queda de -4,6%
  • Salsicha: +1,8%

Baixa de preços no Norte

  • Amendoim: -0,5%
  • Bolo pronto: +4%
  • Coco ralado: -3%
  • Doce de leite: -2,9%
  • Doce industrializado pronto: +5,3%
  • Leite de coco: -0,4%
  • Milho: +6,9%
  • Milho para pipoca: -2,3%
  • Mistura para bolo: +1%
  • Pão de hot dog: -1,6%
  • Pipoca: -0,8%
  • Salsicha: +3,9%

Em relação ao volume de vendas, o leite de coco registrou a maior queda na região Nordeste e Norte, com recuo de -53,5% e -10,1%, respectivamente.

Já no Nordeste, o milho foi o produto que mais cresceu em vendas, enquanto no Norte o destaque ficou para o doce de leite.

Preços pelo país

Em análise dos dados gerais do Brasil, a Scanntech observou que as variações de preço são menores:

  • Amendoim: +1,4%
  • Bolo: +1,3%
  • Coco ralado: +1,2%
  • Doce industrializado pronto: +2,8%
  • Leite de coco: -5,6%
  • Milho: +0,6%
  • Milho para pipoca: +1,7%
  • Mistura em pó para bolo: +0,7%
  • Pão de hot dog: +0,3%
  • Pipoca: -0,2%
  • Salsicha: +2,6%
  • Doce de leite: preço estável (sem variação)

Em relação às vendas no cenário nacional, o leite de coco foi o que mais apresentou queda, com recuo de – 33,7% seguido pelo coco ralado com -5%.

Assim como na variação das regiões, pipoca e doce de leite foram os produtos com o maior aumento nas vendas pelo país.



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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Santa Catarina intensifica medidas de defesa sanitária após confirmação de…


Diante da confirmação do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa)  de um foco de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) no município de Montenegro, no Rio Grande do Sul, a Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (SAR) de Santa Catarina e a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) emitiram a Nota Técnica n.º 001/2025 com medidas sanitárias visando garantir a proteção do estado e dar segurança aos países importadores.

Por meio da Portaria Mapa n.º 795, de 15 de maio de 2025, foi declarado estado de emergência zoossanitária no município de Montenegro, no Estado do Rio Grande do Sul, por 60 dias, em função da detecção da infecção pelo vírus da Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) em estabelecimento de aves comerciais.

Com isso, Santa Catarina emite Alerta Máximo para que a avicultura comercial reforce as medidas de biosseguridade. Além disso, o Estado intensifica as ações de defesa sanitária animal, entre elas estão a análise da movimentação e produtos de origem animal vindos da região do foco; o direcionamento da atividade de vigilância ativa em propriedades que receberam animais daquela região nos últimos 30 dias; e orientação aos Postos de Fiscalização Agropecuária (PFFs) da divisa sul para intensificar a inspeção documental e física de todas as cargas de aves e ovos férteis provenientes do Rio Grande do Sul.

Os médicos-veterinários da Cidasc também foram orientados a manter a avaliação criteriosa nos atendimentos de casos suspeitos de Síndrome Respiratória e Nervosa das Aves (SRN) e a Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) é enquadrada. Além de intensificar as orientações durante as vigilâncias e certificações de rotina, tanto em plantéis de aves comerciais, quanto em aves de subsistência, sobre a importância da biosseguridade na prevenção das doenças das aves.

“Santa Catarina é o segundo maior exportador de carne de frango do Brasil, e isso se deve à implementação das normas de biosseguridade na avicultura e pelo trabalho da defesa sanitária, por meio da Cidasc. Seguindo as orientações do governador Jorginho Mello, estamos vigilantes e reforçando todas as medidas para impedir a entrada dessa doença em Santa Catarina. Precisamos que cada um faça sua parte”, afirma o secretário de Estado da Agricultura e Pecuária, Carlos Chiodini.

Secretaria e Cidasc alertam que o momento requer atenção máxima e, diante da importância econômica e social da avicultura para o Estado de Santa Catarina, a adoção dessas medidas é de extrema relevância. A depender da evolução do cenário epidemiológico, novas medidas poderão ser adotadas pela Cidasc para proteger a avicultura catarinense.

Os produtores devem reforçar as medidas de biosseguridade e proibir visitas de pessoas alheias ao sistema de produção. “Cabe à Cidasc, a todo o setor produtivo e à sociedade vigiar. Importante também avisar a Cidasc em caso de suspeita de doença nas aves ou de alta mortalidade, além de cuidar muito da biosseguridade de sua produção. Cuidados com a água, com a ração, com telas, calçados e roupas, não ter visitas para entrar no aviário. Fechar as aves de subsistência em um local telado, pois sabemos que o vírus está circulando e temos que manter as aves silvestres afastadas desses ambientes. Importante saber que a carne de aves e ovos não transmitem a doença ao ser humano, podem e devem ser consumidos normalmente”, pontua a presidente da Cidasc, Celles Regina de Matos.

Aves mortas ou com sinais clínicos da doença não devem ser manipuladas. É de extrema importância a comunicação imediata à Cidasc em caso de aves de qualquer espécie apresentando sinais clínicos de Influenza Aviária (sinais respiratórios, neurológicos, tais como dificuldade respiratória, secreção ocular, andar cambaleante, torcicolo ou girando em seu próprio eixo, ou mortalidade alta e súbita). Essa comunicação pode ser realizada utilizando o sistema e-Sisbravet no link: bit.ly/notificarcidasc ou bit.ly/SISBRAVET, ou ainda, diretamente em um escritório local da Cidasc, contatos disponíveis no site cidasc.sc.gov.br/estrutura-organizacional.

Conforme o Mapa, esse é o primeiro foco de IAAP detectado em sistema de avicultura comercial no Brasil. Desde 2006, ocorre a circulação do vírus, principalmente na Ásia, África e no norte da Europa. A Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP), é uma doença das aves causada por vírus. O risco de infecções em humanos pelo vírus da gripe aviária é baixo e, em sua maioria, ocorre entre tratadores ou profissionais com contato intenso com aves infectadas (vivas ou mortas).

Informamos que o consumo da carne de aves e ovos é seguro e não representa qualquer risco ao consumidor final.





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Marco regulatório dos defensivos agrícolas e nova taxa de registro são aprovados



O Congresso Nacional fez a apreciação de nove vetos do governo federal ao Projeto de Lei nº 1.459/2022, conhecido como “PL dos Agrotóxicos”.

A proposta, sancionada em dezembro de 2023 como Lei nº 14.785, atualiza o marco regulatório dos defensivos agrícolas no Brasil, que está em vigor desde 1989.

Para a CropLife Brasil, associação que representa a indústria de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) de defensivos agrícolas, ao garantir maior modernização e segurança jurídica, a iniciativa representa um importante passo para atualização e modernização do setor agrícola.

Para o diretor-presidente da entidade, Eduardo Leão, a nova legislação equipara o Brasil aos grandes produtores agrícolas mundiais. Segundo ele, a regulamentação do marco legal fornecerá o ambiente jurídico necessário para que as empresas ofereçam inovação, ao mesmo tempo em que garantirá elevados padrões de proteção.

“A nova lei cria processos mais avançados e transparentes, sem renunciar aos rígidos critérios técnico-científicos de aprovação de novas moléculas. A lei beneficiará produtores e consumidores, que passarão a ter acesso a produtos mais sustentáveis, tecnológicos e eficazes. É mais tecnologia que se traduz em alimentos mais acessíveis e seguros à mesa das pessoas, sem a necessidade de expandir terras de cultivo e com menor utilização de recursos naturais,” considera Leão.

Taxa de avaliação e registro de defensivos

Entre os vetos derrubados pelo Congresso Nacional estão os relacionados à criação da Taxa de Avaliação e de Registro de pesticidas, aditivos e outros produtos relacionados a defensivos agrícolas (VET 47/2023 – itens 10 a 15).

A partir de agora, o governo poderá recolher a contribuição de produtos técnicos e equivalentes, produtos novos, produtos formulados, produtos genéricos, agrotóxicos, produtos de controle ambiental, registro especial temporário (RET), produto atípico ou idêntico e produto para agricultura orgânica. O valor arrecadado com a taxa será recolhido ao Fundo Federal Agropecuário (FFAP).

Para o diretor de Defensivos Químicos na CropLife, Arthur Gomes, a criação da tarifa é positiva. “O recurso deverá apoiar o Ministério da Agricultura e Pecuária no trabalho de fiscalização, além do fomento ao desenvolvimento de atividades fitossanitárias e promoção da inovação tecnológica do setor agrícola em sanidade vegetal.”

Já os vetos relacionados aos itens 9, 16 e 17 foram mantidos pelos deputados e senadores. Outros oito itens do veto (1 a 8) já haviam sido rejeitados na sessão de 9 de maio de 2024. O novo texto agora segue para promulgação do presidente Lula.



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AgroNewsPolítica & Agro

Soja encerra pregão em baixa


A soja negociada na Bolsa de Chicago (CBOT) encerrou o pregão em baixa nesta sexta-feira, reflexo da realização de lucros nos Estados Unidos, informa a TF Agroeconômica. O contrato de soja para julho, referência para a safra brasileira, recuou -0,63%, ou \$ -6,75 cents/bushel, fechando em \$ 1068,00. Já a cotação de agosto caiu -0,49%, ou \$ -5,25 cents/bushel, para \$ 1071,50. No mercado de derivados, o farelo de soja para julho encerrou em queda de -0,28% (\$ -0,8/ton curta) a \$ 284,1, enquanto o óleo de soja para o mesmo mês recuou -0,55% (\$ -0,30/libra-peso) a \$ 54,47.

A pressão de baixa se estendeu a todo o complexo de grãos negociado em Chicago. O retorno do feriado nos EUA motivou os investidores a realizarem parte dos lucros acumulados nas últimas sessões. Além disso, o clima favorável para o desenvolvimento das lavouras norte-americanas, com o início oficial do verão neste final de semana, reforçou o movimento vendedor entre os operadores. 

Apesar de uma leve recuperação das vendas para exportação na semana, o mercado permanece atento à ausência de novas compras da China, principal cliente da soja dos EUA. O aumento das importações chinesas de soja do Brasil, que subiram 37,5% em maio na comparação anual, atingindo 12,1 milhões de toneladas, limita a competitividade do produto norte-americano. As compras chinesas de soja dos EUA também cresceram 28,3% em relação ao ano anterior, chegando a 1,63 milhão de toneladas, mas representaram apenas 11,7% do total adquirido pelo país asiático no mês. 

No acumulado da semana, a soja em Chicago fechou praticamente estável, com leve queda de -0,16% (\$ -1,75 cents/bushel). Já o farelo de soja apresentou perda mais expressiva de -2,67% (\$ -7,8/ton curta). O óleo de soja, por outro lado, contrariou a tendência e registrou alta de 7,63% (3,86/libra-peso), sustentado por fatores específicos de demanda e oferta no mercado de óleos vegetais.

   





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Geada negra ameaça lavouras no Sul em meio a frio intenso



O frio intenso que atinge o Sul do Brasil deve se intensificar nesta quarta-feira (25), com previsão de geada ampla nos três estados da região. Há, ainda, alerta para a ocorrência de geada negra, fenômeno extremamente prejudicial às lavouras, pois congela a seiva das plantas de dentro para fora, provocando danos severos e, muitas vezes, irreversíveis.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

Diferentemente da geada comum, ou branca, na geada negra não há formação de gelo sobre as plantas e o solo. Em vez disso, como informa a Climatempo, a vegetação fica escurecida, com aspecto queimado.

O evento de geada negra mais “famoso” do Brasil ocorreu em 1975, no norte do Paraná. Os cafezais da região foram dizimados pela ação do fenômeno, levando a enormes perdas econômicas.

O pico da atual onda de frio está previsto para quarta, com temperaturas mínimas próximas de 0 °C nas Serras Gaúcha e Catarinense, e marcas de apenas 1 °C no centro do Rio Grande do Sul. No norte do Paraná, há risco de geada em áreas produtoras de café, exigindo atenção redobrada dos agricultores.

O cenário é provocado pela atuação de uma massa de ar polar seca, que reduz a nebulosidade e favorece a queda acentuada nas temperaturas. Segundo os meteorologistas, o frio começa a perder força a partir de quinta-feira (26), mas o fim de semana reserva novos desafios climáticos para o Sul.

A previsão indica a chegada de um novo sistema que trará chuvas significativas para o Rio Grande do Sul, com volumes que podem ultrapassar os 100 milímetros em áreas já impactadas por temporais recentes (veja o vídeo acima).

Diante desse cenário, produtores rurais devem ficar atentos aos alertas climáticos e tomar medidas para proteger as plantações, principalmente nas áreas mais vulneráveis à geada e às chuvas intensas.



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