terça-feira, maio 19, 2026

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Frente fria e retorno da chuva afetam duas regiões; veja previsão de hoje



A chuva volta para os estados do Sul e chega com força ao Centro-Oeste por conta de uma frente fria. Confira a previsão do tempo para esta quinta:

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

Sul

A chuva retorna aos três estados do Sul nesta quinta-feira (26). Uma nova frente fria ingressa na região, favorecendo muita nebulosidade e precipitações ao longo do dia. As temperaturas seguem baixas devido à massa de ar frio.

Sudeste

O tempo segue firme na maior parte dos estados da Região. No sul de São Paulo, há previsão de pancadas à noite. Nas demais áreas, o clima permanece seco e sem chuva.

Centro-Oeste

Uma nova frente fria impulsiona chuva na faixa centro-sul de Mato Grosso do Sul, com alerta para temporais no sul do estado. No restante do estado, assim como em Mato Grosso, Goiás e no Distrito Federal, o tempo permanece firme, seco, com umidade abaixo de 30% à tarde, principalmente no nordeste sul-mato-grossense e norte goiano.

Nordeste

O interior segue seco, com umidade abaixo de 30% nos horários mais quentes no oeste da Bahia, sul do Piauí e sul do Maranhão. A circulação mar-continente mantém chuvas do litoral baiano ao litoral leste do Rio Grande do Norte. Na costa norte, destaque para pancadas no litoral do Maranhão.

Norte

O “verão amazônico” ganha força. Tempo firme em Rondônia, Acre, sul do Amazonas, sul do Pará e Tocantins. No restante, pancadas isoladas pela manhã e tarde, com destaque para o noroeste do Amazonas e norte de Roraima, onde há alerta para temporais.



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Mercado de carbono sofre com com falsas compensações


O mercado de compensação de carbono, considerado um dos pilares da transição climática global, ainda enfrenta desafios relacionados à credibilidade. O aumento na demanda por soluções para neutralizar as emissões de gases de efeito estufa tem exposto a existência de práticas que não garantem, na prática, a remoção de carbono da atmosfera.

Um dos problemas mais comuns, segundo especialistas, é a comercialização de créditos de carbono “fantasmas” ou inexistentes. Esses créditos não correspondem a reduções efetivas de emissões. Em muitos casos, os projetos que gerariam esses créditos não foram implementados, foram superdimensionados ou já não estão mais ativos. Entre os exemplos mais citados estão áreas de reflorestamento que nunca saíram do papel ou que acabaram desmatadas posteriormente, o que anula os benefícios ambientais alegados.

Outra preocupação é a dupla contagem de créditos. Essa prática ocorre quando a mesma tonelada de carbono reduzida é contabilizada por dois agentes, como um país e uma empresa. Essa distorção vai contra as regras do Acordo de Paris, que prevê um sistema transparente de contabilidade de emissões justamente para evitar a repetição de registros de impacto.

Há também situações em que os projetos são reais, mas o impacto climático é mínimo ou inexistente. Isso acontece, por exemplo, quando créditos são emitidos a partir de atividades que já estavam em funcionamento antes da criação dos mecanismos de compensação, como usinas hidrelétricas ou parques eólicos que continuam produzindo energia limpa, mas sem gerar reduções adicionais de emissões.

A falta de um sistema internacional padronizado e obrigatório de verificação e rastreabilidade agrava o cenário. Apesar da atuação de certificadoras reconhecidas, muitos créditos vendidos no mercado voluntário não passam por auditorias rigorosas. Essa lacuna tem aberto espaço para o chamado greenwashing, quando empresas compram créditos de baixo custo e qualidade apenas para declarar neutralidade de carbono, sem reduzir suas próprias emissões.

No Brasil, a RDG Eco Finance vem atuando junto a produtores rurais por meio da Lei de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA), incentivando a monetização de áreas de preservação dentro das propriedades agrícolas. O objetivo é gerar renda adicional e promover práticas sustentáveis. Para Ivan Pinheiro, criador do aplicativo Carbono Neutro, o modelo permite que produtores comercializem o carbono de suas terras, promovendo benefícios ambientais e econômicos. “Com a implementação da Lei do PSA, os fazendeiros agora têm a oportunidade de remunerar suas áreas preservadas, incentivando a conservação, evitando o desmatamento e gerando receita adicional ao negócio”, afirma.

Sobre os riscos das falsas compensações, Pinheiro alerta para a necessidade de atenção por parte dos consumidores. Ele recomenda verificar a origem dos créditos, a certificação do projeto, a localização e o tipo de compensação envolvida. Ele também destaca que é importante desconfiar de promessas genéricas e simplificadas, como selos de “neutro em carbono” obtidos com facilidade. Com a expansão desse mercado, especialistas têm defendido a adoção de mais mecanismos de regulação, maior transparência e o uso de tecnologias como blockchain para garantir que as compensações sejam reais, mensuráveis e permanentes.





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Boi gordo mantém estabilidade em São Paulo



Exportação de carne bovina sobe 25% em junho




Foto: Pixabay

De acordo com a análise “Tem Boi na Linha”, da Scot Consultoria, o mercado do boi gordo permaneceu estável em São Paulo na terça-feira (24). A redução no volume de negócios por parte da ponta compradora foi suficiente para equilibrar a oferta e a demanda, evitando a formação de excedentes.

A consultoria informou que a expectativa para os próximos dias é de manutenção dos preços, com possibilidade de melhora no escoamento da carne no início de julho. As escalas de abate nas indústrias frigoríficas atendiam, em média, a oito dias.

No Pará, as regiões de Marabá e Redenção registraram queda nas cotações. Segundo a Scot Consultoria, o recuo foi influenciado pelo aumento na oferta de boiadas e pela menor demanda por carne. Em Marabá, os preços do boi gordo e da novilha apresentaram baixa. Em Redenção, a cotação do boi gordo também recuou, enquanto os preços da vaca e da novilha permaneceram estáveis. A análise indica que o preço do “boi China” se manteve inalterado nas duas regiões.

Em Goiás, na região de Goiânia, o cenário foi semelhante. A maior oferta de animais pressionou os preços para baixo. Houve recuo nas ofertas para o boi gordo e a vaca gorda, enquanto a cotação da novilha permaneceu estável. Assim como no Pará, o valor do “boi China” não apresentou variação.

No mercado externo, as exportações brasileiras de carne bovina in natura atingiram 168,8 mil toneladas nas três primeiras semanas de junho. A média diária de embarques foi de 12,1 mil toneladas, o que representa um aumento de 25,3% em relação ao mesmo período de 2024. A cotação média da tonelada exportada foi de US$ 5,4 mil, alta de 21,6% na comparação anual.





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Congresso derruba decretos do governo que aumentariam IOF



A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira (25) proposta que suspende os efeitos de três decretos editados pelo governo federal sobre o aumento das alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

No total, foram 383 votos para a derrubada do texto presidencial e outros 98 a favor da manutenção. Veja como cada parlamentar votou. Agora, o texto segue para o Senado.

O último decreto do governo (Decreto 12.499/25) havia suavizado os outros dois editados anteriormente (decretos 12.466/25 e 12.467/25), mas não eliminou o aumento.

O texto aprovado em Plenário é um substitutivo do relator, deputado Coronel Chrisóstomo (PL-RO), ao Projeto de Decreto Legislativo 314/25, do deputado Zucco (PL-RS). O texto original sustava apenas o último dos decretos presidenciais sobre o imposto.

Efeitos na arrecadação

O líder do PT, deputado Lindbergh Farias (RJ), disse que a eventual queda do decreto vai gerar um contingenciamento de R$ 12 bilhões, com interrupção de programas sociais e cortes na saúde e na educação.

Já o autor da proposta, deputado Zucco, disse que não falta receita, mas sim gestão do governo. “Por que o governo não corta gastos, não traz uma reforma estruturante?”, questionou.

A alta do IOF foi inicialmente anunciada em 22 de maio, com previsão do governo de gerar arrecadação de R$ 61 bilhões em dois anos, sendo R$ 20 bilhões em 2025 e R$ 41 bilhões em 2026.

No entanto, diante da forte reação de parlamentares e do setor empresarial, o governo recuou parcialmente no mesmo dia. A pressão levou os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), a concederem prazo para que o Executivo revisasse a medida.

MP publicada manteve aumentos do IOF

Em 11 de junho, o governo publicou a Medida Provisória 1303/25, tratando da tributação de investimentos, e novo decreto que reduziu parcialmente as alíquotas inicialmente propostas, mas ainda manteve aumentos. Por esse decreto, que está em vigor, a estimativa de arrecadação é em torno de R$ 30 bilhões.

Segundo Coronel Chrisóstomo, porém, a intenção das alterações promovidas pelo governo federal é de interesse essencialmente arrecadatório.

“Não se tratou de correção regulatória ou busca de equilíbrio em situações específicas, mas majoração tributária nas quatro bases de incidência do imposto: seguros, câmbio, operações de crédito e com títulos e valores mobiliários. E, como agravante, a vigência das alterações foi imediata”, afirmou.

Já o líder do governo, deputado José Guimarães (PT-CE), afirmou que derrubar o decreto é um desserviço para o Brasil. “Não queremos tirar dinheiro dos programas que garantem a inclusão social dos mais pobres. O IOF não é para taxar ninguém, é para cobrar dos sonegadores, do sistema financeiro, das apostas ilegais”, disse.



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Produção favorece alta nas exportações de frutas



Mangas e uvas do Vale do São Francisco devem liderar esse movimento



Mangas e uvas do Vale do São Francisco devem liderar esse movimento
Mangas e uvas do Vale do São Francisco devem liderar esse movimento – Foto: Agrolink

A balança comercial de frutas do Brasil apresentou superávit na parcial de 2025, com destaque para o desempenho expressivo das exportações. Entre janeiro e maio deste ano, a receita com vendas externas atingiu um recorde para o período, superando as importações, que seguem aquecidas, porém em volumes menores do que em 2024, ano em que a oferta nacional foi prejudicada por condições climáticas adversas, favorecendo a entrada de frutas estrangeiras.

De acordo com o Itaú BBA, que analisou dados da Secex, o país exportou o equivalente a USD 409,7 milhões nos primeiros cinco meses de 2025, valor 5,4% maior em comparação ao mesmo intervalo do ano passado. Em termos de volume, foram 442,3 mil toneladas embarcadas, um aumento expressivo de 24% na comparação anual. Holanda (44%), Reino Unido (19%) e Espanha (15%) seguem como principais destinos das frutas brasileiras. Apesar do recorde parcial, maio registrou recuo de 25% no volume exportado frente a abril, totalizando 71 mil toneladas, comportamento dentro da expectativa de sazonalidade, com preços ainda superiores aos do mesmo mês de 2024, embora 29% menores que os de abril.

Para o segundo semestre, a perspectiva é de intensificação das exportações, impulsionadas pela melhoria na produção nacional, favorecida pela sazonalidade climática. Mangas e uvas do Vale do São Francisco devem liderar esse movimento: a safra de uvas mostra bom desempenho e tende a ter escoamento consistente entre outubro e novembro. Já a manga, que teve oferta limitada no início do ano, deve recuperar ritmo até agosto. Além disso, o melão do Rio Grande do Norte deve retomar força entre agosto e setembro, após o período de menor volume entre maio e agosto.

Com isso, o setor de frutas encerra o primeiro semestre com indicadores positivos e boas expectativas para o restante de 2025, reforçando a competitividade do Brasil no mercado internacional de frutas frescas.

 





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Sem agro, não tem pizza! Seis pizzaiolos brasileiros estão entre os melhores do mundo


O trigo da massa, o tomate do molho, o queijo do recheio e o manjericão que dá o toque final. Independente do sabor, sem a produção agrícola é impossível fazer uma pizza.

Para homenagear a arte de transformar um disco redondo em uma das maravilhas gastronômicas mundiais, o prêmio The Best Pizza Awards 2025 elegeu, nesta quarta-feira (25), em Milão, na Itália, os 100 melhores pizzaiolos do mundo.

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Foto: Reprodução

E o Brasil, que figura entre os países que mais consomem e amam o prato, não poderia ficar de fora. Quatro pizzaiolos paulistas e dois cariocas foram reconhecidos entre os maiores mestres da receita do mundo. Veja quem são:

  • Matheus Ramos (QT Pizza Bar, em São Paulo): 46º lugar;
  • Fellipe Zanuto (Pizza da Mooca, em São Paulo): 56º lugar;
  • André Guidon (Leggera Pizza Napoletana, em São Paulo): 63º lugar
  • Dani Branca (Soffio Pizzaria, em São Paulo): 66º lugar;
  • Pedro Siqueira (Sìsì Pizzaria, no Rio de Janeiro): 72º lugar; e
  • Sei Shiroma (Ferro & Farinha, no Rio de Janeiro): 87º lugar

Desde que o prêmio foi criado, em 2017, este é o melhor desempenho de profissionais brasileiros no ranking.

Já o primeiro lugar entre os melhores pizzaiolos do mundo de 2025 ficou com um italiano, como já se poderia imaginar. O vencedor foi Francesco Martucci, da I Masanielli, de Caserta, na região da Campânia.

O tema desta edição do The Best Pizza Awards foi “Além da Cultura e da Origem”, dando destaque à evolução da pizza como expressão cultural e inovação gastronômica.



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Tributar LCAs dificultará financiamento e elevará preço dos alimentos, diz advogado



A expectativa de liberação de crédito e financiamento aumenta no setor rural com o lançamento do Plano Safra 2025/26, previsto para ser divulgado em 30 de junho e 1 de julho.

No entanto, para o advogado tributarista especializado em agronegócio Fernando Melo de Carvalho, a proposta do governo federal de tributar as Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs) ameaça o acesso ao financiamento das atividades no campo e pode elevar o preço dos alimentos no país.

“A gente vai ter uma redução imediata dos valores disponibilizados pelos bancos. Para os produtores rurais, a conta vai para a produção, que ficará mais cara. Sem crédito, quanto menos dinheiro estiver disponível, quem precisar recorrer ao banco terá de pagar mais. E isso, por consequência, encarece os alimentos.”

Atualmente isentas de Imposto de Renda para pessoas físicas, os rendimentos das LCAs passarão a ser taxados em 5% a partir de 2026. A mudança integra o pacote fiscal que visa compensar perdas com a redução do IOF, mas, segundo Carvalho, pode sobrecarregar o Plano Safra, uma das principais fontes de financiamento do agronegócio brasileiro.

“O Plano Safra não é capaz de atender a todas as demandas de crédito do setor, e as LCAs têm sido um forte instrumento de financiamento para a atividade rural”, considera.

Aumento de juros cobrados aos produtores

O advogado acredita que, na prática, o fim da isenção das LCAs pode desestimular investidores, reduzir os recursos disponíveis para financiamentos, aumentar os juros cobrados aos produtores e encarecer os custos de produção na agricultura e na pecuária.

De acordo com ele, a conta deve recair principalmente sobre pequenos e médios agricultores, que já trabalham no vermelho e enfrentam dificuldades para acessar crédito com taxas competitivas e acessíveis.

“Consequentemente, os consumidores finais também pagarão a conta, com a alta no preço dos alimentos, ou seja, quem vai sentir, ao final, são as pessoas da cidade. Com essa redução imediata dos valores disponíveis e aumento do custo do crédito, os pequenos e médios produtores, que já operam no limite, terão ainda menos recursos para custear insumos e manter a produção.”.

A consequência é a elevação do risco de queda na oferta agrícola e aumento no preço dos alimentos. “Em última instância, pode forçar muitos a interromperem suas atividades”, alerta.

A medida provisória que prevê o fim da isenção tributária das LCAs ainda precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional em até 120 dias.



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Corrente de comércio chega a US$ 285,2 bilhões até a 3° semana de junho


A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,1 bilhão na terceira semana de junho de 2025, com uma corrente de comércio de US$ 9,9 bilhões, resultado de exportações de US$ 5,52 bilhões e importações de US$ 4,4 bilhões. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (23) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

No acumulado do mês, as exportações somam US$ 20 bilhões e as importações, US$ 15,8 bilhões. O saldo positivo no período atinge US$ 4,2 bilhões, com corrente de comércio total de US$ 35,8 bilhões. Entre janeiro e a terceira semana de junho, as exportações acumulam US$ 156,9 bilhões, enquanto as importações somam US$ 128,32 bilhões. O superávit no ano é de US$ 28,6 bilhões, com corrente de comércio de US$ 285,2 bilhões.

Na comparação das médias diárias até a terceira semana de junho de 2025 (US$ 1,428 bilhão) com o mesmo mês de 2024 (US$ 1,436 bilhão), houve queda de 0,6% nas exportações. Já nas importações, a média diária foi de US$ 1,130 bilhão, alta de 0,9% sobre igual período do ano anterior. A corrente de comércio diária atingiu US$ 2,559 bilhões, com crescimento de 0,1% frente a junho de 2024.

No desempenho setorial das exportações até a terceira semana de junho, a Indústria de Transformação apresentou crescimento de 7,5%, com aumento médio diário de US$ 53,81 milhões. Por outro lado, a Agropecuária teve queda de 12,2%, com recuo de US$ 46,84 milhões, e a Indústria Extrativa caiu 5,2%, com redução de US$ 17,44 milhões.

Entre os produtos agropecuários, destacaram-se as quedas nas vendas de milho não moído (-44,0%), soja (-16,4%) e algodão em bruto (-24,6%). Na Indústria Extrativa, as retrações foram lideradas por outros minerais em bruto (-31,5%) e minério de Ferro (-7,9%). Já na Indústria de Transformação, houve recuo nas exportações de aeronaves e partes (-72,9%), açúcares e melaços (-16,7%) e farelos de soja (-26,5%).

Apesar do recuo geral nas exportações, alguns itens apresentaram crescimento, como frutas e nozes frescas ou secas (55,4%), café não torrado (25,8%) e especiarias (46,9%). Na Indústria Extrativa, os destaques positivos foram os minérios de níquel e de alumínio. Na Indústria de Transformação, carne bovina, veículos de passageiros e ouro não monetário lideraram os aumentos.

Nas importações até a terceira semana de junho, a Indústria de Transformação cresceu 1,5%, somando US$ 14,63 bilhões. A Agropecuária recuou 7,8%, com US$ 0,30 bilhão, e a Indústria Extrativa teve queda de 5,2%, com US$ 0,79 bilhão.

Entre os produtos importados com alta estão cevada (49,9%), cereais como centeio e aveia (633,5%) e gomas naturais (91,7%). A Indústria Extrativa teve aumento nas compras de óleos brutos (8,5%) e areia e cascalho (32,4%). Na Indústria de Transformação, cresceram as importações de compostos químicos (36,6%), motores e máquinas (37,2%) e aeronaves (46,7%).

Por outro lado, houve retração nas importações de soja (-28,3%), frutas frescas (-23,0%) e trigo não moído (-21,6%) no setor agropecuário. Entre os extrativos, caíram as compras de gás natural (-26,8%) e fertilizantes brutos (-72,7%). Na Transformação, destacaram-se as quedas nas importações de veículos de passageiros (-42,5%) e plataformas flutuantes (-87,0%).





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Produtor de soja segura a oferta e uma região registra aumento nos preços



O mercado brasileiro de soja teve uma quarta-feira (25) de pouca movimentação. Segundo o consultor da Safras & Mercado, Rafael Silveira, o cenário foi marcado por quedas no porto, enquanto o interior registrou certa firmeza, com o produtor segurando a oferta e negociando apenas em condições mais favoráveis.

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“Apesar da alta dos prêmios e do dólar, a queda em Chicago impediu que os preços reagissem nos portos”, afirmou Silveira. Já nas praças do interior, o mercado descolou da paridade de exportação, com a indústria elevando as ofertas diante da retenção por parte dos produtores.

Soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): caiu de R$ 130,00 para R$ 129,00
  • Santa Rosa (RS): caiu de R$ 131,00 para R$ 130,00
  • Porto de Rio Grande (RS): manteve em R$ 135,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 129,00 para R$ 130,00
  • Porto de Paranaguá (PR): manteve em R$ 134,00
  • Rondonópolis (MT): caiu de R$ 117,00 para R$ 115,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 119,00
  • Rio Verde (GO): caiu de R$ 118,00 para R$ 116,00

Soja em Chicago

Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos futuros da soja fecharam em baixa. O movimento refletiu a trégua entre Israel e Irã, que reduziu temores de interrupção no fornecimento de petróleo, esfriando as expectativas em torno da demanda por biocombustíveis. A previsão de chuvas favoráveis às lavouras dos Estados Unidos também pressionou as cotações.

Contratos futuros

O contrato para agosto caiu 20,75 centavos (1,97%) e fechou a US$ 10,29 1/2 por bushel. Já o contrato de novembro recuou 18,50 centavos (1,78%), encerrando a US$ 10,37 por bushel.

Entre os subprodutos, o farelo para dezembro caiu US$ 4,6 (1,55%), a US$ 290,70 por tonelada. O óleo para dezembro teve baixa de 0,29 centavo (0,55%), a 52,32 centavos de dólar por libra-peso.

Dólar

O dólar comercial fechou em alta de 0,69%, cotado a R$ 5,5574 na venda e R$ 5,5554 na compra. Ao longo do dia, a moeda norte-americana oscilou entre R$ 5,5105 e R$ 5,5745.



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Arroba do boi gordo em baixa por conta da frente fria; veja as cotações


O mercado físico do boi gordo apresentou preços em queda em algumas regiões do país nesta quarta-feira (25).

Segundo o analista de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, em Mato Grosso do Sul e em São Paulo, a frente fria resultou em aumento da disponibilidade de animais, o que contribuiu para a evolução das escalas de abate nesses estados.

“Em Rondônia também se observa evolução das escalas, com registro de negócios em patamares mais baixos. Por outro lado, as exportações ainda são uma variável importante, com números espetaculares no decorrer de 2025 reforçando a expectativa de recorde em termos de volume e principalmente em termos de receita.”

  • São Paulo: R$ 320,58 — ontem: R$ 322,08
  • Goiás: R$ 302,50 — R$ 304,11
  • Minas Gerais: R$ 310,29 — R$ 307,94
  • Mato Grosso do Sul: R$ 316,93 —  R$ 321,14
  • Mato Grosso: R$ 322,50 — R$ 323,85

Mercado atacadista

carne
Foto: arquivo Canal Rural

O mercado atacadista teve mais um dia de manutenção do padrão dos negócios, com expectativa de alguma queda das cotações no curto prazo, considerando a reposição mais lenta entre atacado e varejo durante a segunda quinzena do mês, período pautado por menor apelo ao consumo.

Iglesias lembra que a preferência da população ainda recai sobre proteínas mais acessíveis, a exemplo da carne de frango, dos ovos e embutidos.

O quarto traseiro segue no patamar de R$ 23 por quilo; o dianteiro ainda é cotado a R$
20 por quilo; e a ponta de agulha se mantém no patamar de R$ 19 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou em alta de 0,69%, sendo negociado a R$ 5,5574 para venda e a R$ 5,5554 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5105 e a máxima de R$ 5,5745.



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