terça-feira, maio 19, 2026

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Conab mira exportar excedente da agricultura familiar nacional à Argentina



A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) participou de missão institucional na Argentina para ampliar as possibilidades de inserção de produtos da agricultura familiar brasileira no mercado internacional.

A agenda ocorreu entre os dias 23 e 25 de junho, na cidade de La Plata, capital da província de Buenos Aires.

A iniciativa busca estabelecer parcerias com a Obrera, a segunda maior cooperativa de consumo da América Latina e com a Federação Argentina das Cooperativas de Consumo, que, juntas, reúnem cerca de 3,8 milhões de consumidores associados.

A ação envolveu ainda representantes da União das Cooperativas da Agricultura Familiar (Unicafes), da União Nacional das Cooperativas da Reforma Agrária Popular do Brasil (Unicrab), da empresa Raízes do Campo (SP) e da Cooperativa Copterra (ES). Juntas, essas entidades representam 880 cooperativas e aproximadamente 90 mil associados em todo o país.

“Foi um momento bastante importante para conhecermos o público consumidor da Argentina e as possibilidades da agricultura familiar brasileira fornecer alimentos de qualidade. Ficamos bastante esperançosos de fechar, nos próximos dias, uma relação comercial sólida e uma parceria promissora com a Argentina”, avaliou a diretora da Raízes do Campo, Carla Guindani.

Agricultura familiar brasileira

Durante a missão na Argentina, foram apresentados alimentos produzidos pela agricultura familiar brasileira, como arroz orgânico, pimenta-do-reino, chocolate, palmito, castanha de caju, sucos, geleias, canjiquinha, fubá de milho e frutas desidratadas.

De acordo com os integrantes brasileiros da missão, os produtos foram avaliados positivamente pelos representantes argentinos quanto à qualidade e apresentação.

O presidente da Conab, Edegar Pretto, conta que a iniciativa integra a estratégia institucional da Companhia de apoio à estruturação de mercados para a agricultura familiar, promovendo a geração de renda, a diversificação da produção e o desenvolvimento regional.

A expectativa é de que os entendimentos iniciados resultem, nas próximas semanas, na formalização de parcerias comerciais entre cooperativas brasileiras e entidades argentinas.

A missão dá continuidade às tratativas iniciadas em maio, durante reunião realizada na sede da Companhia, em Brasília, com representantes da Cooperativa Obrera e de organizações da agricultura familiar nacional. As negociações seguem em curso para definição dos termos operacionais da cooperação.

Ainda em solo argentino, o presidente da Conab reuniu-se com representantes do Ministério do Desenvolvimento Agrário da Província de Buenos Aires para tratar de possíveis iniciativas de cooperação técnica entre os dois governos.



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descubra a melhor opção para seu negócio rural



#PROGRAMA #13

No episódio #13 do Porteira Aberta Empreender, vamos conhecer histórias inspiradoras de quem avançou graças à formalização.

Você vai descobrir o que são e para que servem o CAF (Cadastro da Agricultura Familiar), o MEI (Microempreendedor Individual) e o CNPJ Rural — e como cada um pode ser o ideal para seu negócio.

Com a formalização, o produtor rural conquista crédito, apoio e mercado. Porque no campo, formalizar é abrir as porteiras do crescimento com estrutura, segurança jurídica e novas oportunidades. Quer saber mais?

Acesse aqui e assista ao Porteira Aberta Empreender #13

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Portfólio e apresentação estratégica: o segredo para fortalecer sua marca

#PROGRAMA #12

Neste episódio do Porteira Aberta Empreender, vamos falar sobre a importância de ter um portfólio, um cartão de visitas e uma apresentação estratégica.

Ao combinar esses três elementos, você constrói uma identidade profissional forte, transmite confiança e aumenta suas chances de conquistar novos clientes. Quer saber mais?

Assista agora ao Porteira Aberta Empreender!

#PROGRAMA #12

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Como Feiras e Eventos podem impulsionar o seu negócio

#PROGRAMA #11

Neste episódio do Porteira Aberta Empreender, vamos falar sobre a importância de participar de feiras e eventos, como a WTN e a Anuga, com exemplos de quem já esteve lá.

Vamos acompanhar dicas estratégicas de especialistas do Sebrae.

Entre os destaques estão:

  • Entenda como escolher o evento certo para o seu negócio
  • A importância de produtos bem apresentados (embalagens, rótulos, identidade visual)
  • Como construir uma apresentação que passe clareza e confiança
  • O papel das capacitações do Sebrae na preparação para esses momentos

Quer saber mais?

Assista agora ao Porteira Aberta Empreender e dê o primeiro passo para transformar seu negócio

Saiba como transformar sua propriedade rural em um negócio lucrativo

#PROGRAMA #10

Neste episódio do Porteira Aberta Empreender, vamos explorar o tema gestão de negócios para os micro e pequenos produtores rurais.

Descubra estratégias para agregar valor à sua propriedade, otimizar suas finanças e aproveitar as melhores oportunidades do mercado com Victor Rodrigues Ferreira, analista de competitividade do Sebrae Nacional.

Entre os destaques estão:

  • Realizar compras coletivas;
  • Atentar-se a sazonalidade dos produtos;
  • Planejar gestão de custos e preços;
  • Investir em capacitação.

Quer saber mais?

Assista agora ao Porteira Aberta Empreender e dê o primeiro passo para transformar seu negócio!

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Descubra como os selos agregam valor à produção rural

#PROGRAMA #9

Você sabia que ter um selo pode aumentar a rentabilidade da sua produção rural?

Os selos agregam valor ao produto, abrem portas para novos mercados e fortalecem a confiança do consumidor.

Quer saber como conquistar o seu certificado?

Então aperte o play e assista ao programa Porteira Aberta Empreender. A hora é de potencializar os resultados do seu negócio.

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#PROGRAMA #8

Nesta edição do Porteira Aberta Empreender, você vai descobrir:

  • Como a tecnologia, a genética e a inseminação artificial podem abrir a porteira para o sucesso do seu negócio;
  • Como o pequeno produtor rural pode acessar inovações tecnológicas de ponta para aumentar a produção e otimizar processos;
  • Como ferramentas digitais como WhatsApp Business e o Instagram podem simplificar a comunicação e criar novas oportunidades no agronegócio.

Quer saber mais?

Então aperte o play e assista ao programa.

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#PROGRAMA #7

Gestão feminina oferece um novo olhar ao agro

Neste episódio do Porteira Aberta Empreender, você vai acompanhar histórias de produtoras rurais que conquistaram novos mercados, mostrando a força e a determinação feminina no agro.

Juliana Almeida, diretora de Administração e Finanças do Sebrae Alagoas, compartilha orientações essenciais sobre gestão de negócios rurais liderados por mulheres.

Além disso, oferece dicas valiosas que podem ajudar pequenas produtoras a prosperarem em seus empreendimentos.

Então, aperte o play e assista ao programa.

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Inovação e empreendedorismo feminino

#PROGRAMA #6

Nesta edição, você vai conhecer histórias de mulheres que com muita disciplina, planejamento e qualificação conseguiram inovar o negócio no campo e o Sebrae foi um alicerce para as conquistas. 

Um dos assuntos abordados no programa Porteira Aberta Empreender, foi sobre o Sebrae/Delas com a participação de Renata Malheiros, que é gestora nacional do Sebrae/Delas e especialista em empreendedorismo feminino. Você também vai conhecer a história de uma produtora de uva no Paraná, que conquistou o primeiro lugar no prêmio nacional do ‘Sebrae Mulheres de Negócios’

Então, aperte o play e descubra! ▶️✨

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Capacitação: o caminho para impulsionar seu negócio

#PROGRAMA #5

Que tal investir em conhecimento e expandir seu negócio no mercado? O nesta edição do Porteira Aberta Empreender, vamos falar sobre capacitação. A qualificação abre portas para novas oportunidades, melhora a gestão, ajuda no planejamento e, claro, na rentabilidade do seu empreendimento rural. No campo, isso se traduz em mais eficiência, inovação e produtividade. Então, aperte o play e descubra como dar o próximo passo rumo ao sucesso!

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#PROGRAMA #5 | Tema: Capacitação: o caminho para impulsionar seu negócio

Exportação para pequenos produtores

#PROGRAMA #4

Nesta edição do Porteira Aberta Empreender, você vai conhecer algumas formas de exportação para pequenos produtores rurais. A exemplo do Fairtrade (Comércio Justo, em português) e das Trading Companies (Empresas Comerciais Exportadoras, em português). Quer saber mais sobre como transformar o seu negócio? Então, aperte o play e descubra! ▶️✨

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#PROGRAMA #4 | Tema: Exportação para pequenos produtores

#PROGRAMA #3

Acesso ao Crédito: saiba as melhores formas de investimento

Nesta edição do Porteira Aberta Empreender, vamos mostrar como solicitar financiamento de forma simples e eficiente, de acordo com a sua necessidade.

Você também vai conhecer o Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (FAMP), uma solução que pode destravar o crédito para quem aposta na agroindústria e quer expandir seus negócios.

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#PROGRAMA #3 | Tema: Acesso ao Crédito

O programa Porteira Aberta Empreender é uma produção do Canal Rural em parceria com o Sebrae, e é o lugar certo para você descobrir produtos, serviços e inovações que vão fortalecer seu o empreendedorismo no campo.

#3

Indicação Geográfica: “protege ativos do território como história e saberes”

Neste programa do Porteira Aberta Empreender, descubra como as Indicações Geográficas (IGs) podem contribuir para a valorização dos produtos e serviços rurais, destacar qualidades e fortalecer as tradições regionais.

Hulda Giesbrecht, coordenadora de Tecnologias Portadoras do Futuro do Sebrae, explica: “A IG protege os ativos de um território, como sua história, saberes e fatores naturais.”

Acompanhe histórias inspiradoras, exemplos de sucesso e dicas práticas para compreender o impacto desse reconhecimento no mercado. Acesse, AQUI

PROGRAMA #2 | Tema: Indicação Geográfica

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp.

O programa Porteira Aberta Empreender é uma produção do Canal Rural em parceria com o Sebrae, e é o lugar certo para você descobrir produtos, serviços e inovações que vão fortalecer seu o empreendedorismo no campo.

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Crédito consciente: a chave para crescer no campo!

No primeiro episódio do Porteira Aberta Empreender, descubra como acessar crédito de forma responsável e estratégica para transformar o seu negócio rural. Confira:

PROGRAMA #1 | Tema: Crédito Consciente



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veja como o mercado fechou hoje



O mercado físico do boi gordo volta a se deparar com queda nos preços da arroba. A frente fria trouxe ao mercado uma oferta adicional de animais terminados a pasto.

De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, também precisa ser considerado o avanço da oferta de animais terminados em regime intensivo de produção.

“Para o ano de 2025 será considerável a incidência de animais de parceria (contratos a termo), o que sugere um confortável posicionamento das escalas de abate. Vale destacar que o movimento de queda não acontece de maneira contundente, até porque a demanda segue aquecida, em especial quando se trata das exportações de carne bovina“, disse.

  • São Paulo: R$ 319,83 — ontem: R$ 320,58
  • Goiás: R$ 299,82 — R$ 302,50
  • Minas Gerais: R$ 307,06 — R$ 310,29 
  • Mato Grosso do Sul: R$ 316,02 — R$ 316,93 
  • Mato Grosso: R$ 322,97 — R$ 322,50 

Mercado atacadista

Os preços da carne bovina caíram no atacado. Segundo Iglesias, o ambiente de negócios aponta para um lento escoamento da carne, o que resulta na perspectiva de continuidade do movimento de queda.

“Enquanto isso, a população ainda prioriza o consumo de proteínas de menor valor agregado, em especial da carne de frango, dos ovos e embutidos.”

O quarto traseiro permanece precificado a R$ 23 por quilo. Já o dianteiro foi cotado a R$ 19 por quilo, queda de R$ 1,00. A ponta de agulha, por sua vez, foi precificada a R$ 18,50 por quilo, queda de R$ 0,50.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 1,07%, sendo negociado a R$ 5,4976 para venda e a R$ 5,4956 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4911 e a máxima de R$ 5,5621.



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AgroNewsPolítica & Agro

Evento destaca papel feminino no algodão


No próximo dia 30 de junho, São Paulo sediará o IV Encontro Women in Cotton Brazil, evento que discutirá o papel da comunicação na solução de desafios da cadeia do algodão. A programação contará com nomes de destaque da moda brasileira, como Paulo Borges (SPFW), Camila Toledo (Style W.) e Cyntia Kasai (C&A Brasil). Com o tema “A comunicação resolve problemas complexos. Como aplicar na cadeia do algodão”, o encontro será realizado na Bisutti Casa Itaim, das 10h às 13h, com previsão de reunir cerca de 220 participantes.

Organizado pelo comitê brasileiro do Women in Cotton — braço da International Cotton Association (ICA) —, o evento tem como missão ampliar a presença feminina em posições de decisão na cadeia da fibra natural. Esta será a primeira edição com programação independente no país.

Segundo a presidente do comitê, Marcella Albanez, a proposta é criar espaços de debate estratégico e conexão entre os elos da cadeia. “Nosso objetivo é dar mais voz às mulheres e fortalecer a cadeia como um todo, a partir da informação qualificada. A comunicação é o elo capaz de alinhar discurso, gerar pertencimento e projetar o algodão brasileiro para além de nossas fronteiras”, afirma.

O evento também funcionará como prévia do ANEA Cotton Dinner, promovido pela Associação Brasileira dos Exportadores de Algodão (Anea), e conta com o apoio de 48 patrocinadores.

A palestra de abertura será conduzida por Camila Toledo, diretora da Style.W e referência em tendências globais de moda e comportamento. Ela abordará como o consumo e a cultura influenciam o posicionamento de produtos e marcas ligados ao algodão.

O painel seguinte será composto por Paulo Borges, idealizador da São Paulo Fashion Week, e Cyntia Kasai, diretora de Sustentabilidade da C&A Brasil. Borges abordará o papel da comunicação na valorização do algodão na moda contemporânea. Kasai, por sua vez, compartilhará experiências de sua atuação em projetos ligados à economia circular, rastreabilidade e redução de impactos ambientais no setor têxtil. A mediação será de Silmara Ferraresi, diretora de Relações Institucionais da Abrapa e líder do movimento Sou de Algodão.

De acordo com Marcella Albanez, a estratégia do Women in Cotton busca aumentar a representatividade feminina nos espaços de poder da ICA, fortalecer a presença digital do grupo e promover eventos regulares. “A cadeia produtiva nos acolheu. Homens e mulheres que acreditam que só há fortalecimento quando caminhamos juntos. Nosso compromisso é construir um ambiente onde a fibra natural brasileira tenha competitividade não apenas no campo, mas também nas percepções de consumo”, destaca.

Dados da Abrapa mostram que, embora a presença feminina seja significativa em áreas como a indústria de confecção, sua participação nas lavouras ainda é limitada. Na safra 2023/2024, menos de 10% dos empregos diretos nas fazendas certificadas pelo programa Algodão Brasileiro Responsável foram ocupados por mulheres.

O evento busca contribuir para a mudança desse cenário, promovendo maior inclusão, reconhecimento e visibilidade para as mulheres que atuam ao longo da cadeia do algodão.





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Novilhas nelore na TIP: pecuarista de RO alcança alto rendimento na engorda


A busca por uma pecuária mais eficiente, rentável e de alta qualidade tem ganhado destaque em várias regiões do país. Um exemplo vem de Espigão D’Oeste, em Rondônia, onde o pecuarista Lucimar Timm, do Sítio Palmeiras, mostrou que é possível engordar novilhas Nelore com excelente desempenho usando a Terminação Intensiva a Pasto (TIP). Assista ao vídeo abaixo e confira esta história.

A história foi apresentada no quadro Giro pelo Brasil, do programa Giro do Boi, na edição de 26 de junho.

O originador da Friboi, Matheus Roz, do escritório de Rolim de Moura (RO), compartilhou os resultados obtidos por Lucimar no abate de 119 novilhas, encaminhadas para a planta da Friboi em Pimenta Bueno (RO).

Na engorda, utilizou 1,5 kg diários de proteinado de alto consumo durante 88 dias. Foto: Divulgação

Os animais terminaram a pasto e apresentaram um excelente acabamento de carcaça. O destaque vai para o índice de 91% de fêmeas com 0 a 2 dentes, o que comprova a precocidade e valor comercial do lote. Esse tipo de resultado é valorizado pelos frigoríficos e representa uma pecuária de alto nível técnico.

Lucimar apostou em genética de qualidade desde a compra das bezerras, passando por uma recria com proteinado de baixo consumo por 12 meses. Na engorda, utilizou 1,5 kg diários de proteinado de alto consumo durante 88 dias, garantindo ganho de peso expressivo até o momento do embarque.

TIP garante alta lotação e rentabilidade

Com esse manejo nutricional bem planejado, Lucimar obteve uma lotação de 3,5 unidades animal (UA) por alqueire, número expressivo para sistemas a pasto. A Terminação Intensiva a Pasto, que combina suplementação com manejo de forrageiras, mostrou-se mais uma vez eficaz para gerar retorno econômico positivo.

O sucesso do Sítio Palmeiras comprova que boas práticas nutricionais e estratégias bem executadas na fase final da engorda podem garantir lucro e carcaças valorizadas, mesmo sem a necessidade de confinamento.

Raízes familiares e paixão pela pecuária

Com muito esforço, a família construiu uma história sólida na pecuária de corte. Foto: Divulgação

Aos 40 anos, Lucimar dá continuidade ao legado deixado por seus pais, José Timm (in memoriam) e Levina Sibert Timm, que migraram do Espírito Santo para Rondônia em 1975, onde iniciaram com lavouras de café e arroz.

Com muito esforço, a família construiu uma história sólida na pecuária de corte. Hoje, Lucimar e seus filhos, Luciano e Lucimar, mantêm o nome da família em destaque nas escalas de abate da Friboi, sempre com animais bem acabados e de alta qualidade.

Ao final da matéria, Matheus Roz enviou um abraço especial à Dona Levina e aos filhos do produtor, reforçando o carinho e a admiração pelo trabalho da família no campo.



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FIV ou inseminação artificial? Entenda as diferenças



Na pecuária moderna, duas técnicas reprodutivas se destacam: a inseminação artificial (IA) e a fertilização in vitro (FIV). Mas você sabe qual é a mais indicada para acelerar o melhoramento genético do rebanho? Em entrevista ao quadro Plínio Queiroz Entrevista, o médico-veterinário Igor Seron, responsável técnico do Nelore HeJ e Nelore Paranã, explica como cada uma funciona e seus impactos na produtividade.

O que é inseminação artificial?

A inseminação artificial (IA) é uma técnica amplamente usada nas fazendas brasileiras. Ela consiste na introdução do sêmen de um reprodutor no útero da fêmea no momento da ovulação, buscando a fecundação natural.

“É um método eficiente, mas limitado em termos de volume. Com a IA, conseguimos no máximo um bezerro por ano de cada matriz”, explica Seron.

Como funciona a fertilização in vitro (FIV)?

Já a FIV bovina permite multiplicar de forma acelerada a genética de uma fêmea de elite. A técnica consiste na coleta de óvulos (oócitos) da vaca, fertilização em laboratório com sêmen selecionado e posterior transferência do embrião para uma vaca receptora.

“A FIV permite que um único animal produza 10, 20 ou até 40 prenhezes em uma única aspiração. Em um ano, com coletas mensais, esse número pode passar de 100”, destaca Seron.

Além disso, essa abordagem permite otimizar rebanhos por meio da seleção genética intensiva, com controle total do material genético envolvido.

Leia também: ICSI: entenda a técnica que revolucionou a reprodução de cavalos

Qual técnica escolher?

Segundo Igor Seron, a escolha entre FIV e IA depende do objetivo do pecuarista.

“Para quem quer melhorar a genética com rapidez e escalar o número de produtos de uma mesma doadora, a FIV é o caminho. Mas a inseminação continua sendo válida, especialmente para programas de melhoramento a longo prazo com menor custo inicial”, afirma.

Na prática, muitos criatórios usam as duas técnicas de forma complementar, otimizando resultados conforme o perfil do rebanho e a estratégia de negócio.

Assista à entrevista completa com Igor Seron.





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País precisa cortar despesas, mas Congresso e Executivo só pensam em gastar



Em vez de responsabilidade fiscal, o Brasil vê governo e parlamento em disputa por poder e votos, sem coragem para cortar despesas e com apetite insaciável por gastar mais. O resultado? Um povo esmagado e um país em risco.

Nessa última quarta-feira (25), o Brasil assistiu a um espetáculo simbólico de sua decadência fiscal. Pela manhã, o Congresso derrubou o decreto do Executivo que aumentava o IOF, impedindo a arrecadação de R$ 10 bilhões. Horas depois, a Câmara aprovou o aumento no número de deputados federais. A mensagem é cristalina: nem o governo, nem o Congresso estão dispostos a cortar gastos — ambos só querem continuar gastando.

A metáfora popular ilustra com perfeição esse cenário: na briga entre o mar e o rochedo, quem apanha é o marisco. Neste caso:

  • O governo é o mar, agitado, errático, tentando tapar buracos com aumento de impostos;
  • O Congresso é o rochedo, duro, resistente a qualquer sacrifício próprio, sempre pronto a se proteger;
  • O marisco é o povo brasileiro, que leva a pancada dos dois lados e paga a conta.

Fragilidade de um, cinismo do outro

A derrota no IOF revelou a fragilidade do Executivo, mas também o cinismo do Legislativo. Os parlamentares rejeitam mais impostos, o que é correto, mas na mesma sessão aprovam mais cargos, mais despesas, mais estrutura pública, ou seja, não querem tributar mais, mas também não querem cortar nada.

E o governo? Em vez de enfrentar as corporações, os privilégios, os excessos e os desperdícios, segue aumentando despesas para alimentar sua base política e bancar promessas populistas.

Juros altos e dívida fora de controle

Com juros de 15% ao ano e uma dívida pública crescente, o Brasil se aproxima de um ponto de estrangulamento. A irresponsabilidade fiscal dos Três Poderes — disfarçada de disputa política — ameaça a estabilidade econômica e a sobrevivência das próximas gerações.

O Brasil é um país maravilhoso, com recursos naturais abundantes, gente trabalhadora e potencial produtivo gigantesco. Mas está sendo arruinado por uma elite política que se recusa a fazer o básico: gastar com responsabilidade, cortar onde é preciso e planejar o futuro.

Em vez disso, vivem em campanha permanente, loteando o orçamento público, desviando o foco do que realmente importa e empurrando a conta para o povo.

Conclusão: o povo e o país não aguentam mais

O Brasil não suporta mais impostos. O Brasil não suporta mais gastos irresponsáveis. O Brasil não suporta mais a covardia de um governo e de um Congresso que se esquivam das reformas estruturais e vivem apenas em função de sua sobrevivência política.

É hora de dar um basta. De exigir coragem. De colocar a verdade na mesa: ou enfrentamos a realidade, ou continuaremos esmagando o marisco enquanto o mar e o rochedo disputam vaidade.



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EUA vendem 402,9 mil t de soja; Brasil mantém exportações firmes



O mercado global de soja segue em ritmo intenso neste final de junho, com destaque para os números divulgados nesta quinta-feira (26) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Segundo o órgão, as vendas líquidas norte-americanas da oleaginosa para a safra 2024/25 somaram 402,9 mil toneladas na semana encerrada em 19 de junho. O volume representa uma queda de 16% em relação à semana anterior, mas ainda assim é 83% superior à média das quatro semanas anteriores.

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Entre os principais destinos das vendas estão Holanda (63,4 mil t), México (60,6 mil t), Egito (60 mil t), Alemanha (58,3 mil t) e Bangladesh. Parte dessas negociações envolveu transferências de contratos originalmente classificados como “destino desconhecido”, uma estratégia comum no mercado para acelerar embarques futuros.

Apesar do recuo semanal, os dados indicam uma recuperação gradual da demanda internacional por soja americana, embora o foco comercial siga mais direcionado à América do Sul, especialmente ao Brasil. De acordo com estimativas da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec), o país deve embarcar até 14,99 milhões de toneladas de soja em junho, o que representa uma alta de 4,4% em relação ao mês anterior. Mesmo assim, a entidade ajustou para baixo o teto da estimativa anterior, que chegava a 15,3 milhões de toneladas.

Na Ásia, a China voltou a comprar farelo de soja da Argentina, em um volume de 30 mil toneladas, o primeiro desde 2019, e mantém negociações com o Brasil para garantir pelo menos 6 milhões de toneladas do grão até o fim de setembro. A movimentação reforça a necessidade do país asiático em diversificar seus fornecedores e garantir estoques, diante da instabilidade climática no cinturão agrícola dos Estados Unidos.

Enquanto isso, em Chicago, os contratos futuros da soja encerraram a quarta-feira (25) com leve alta, refletindo a combinação entre o avanço da colheita americana, o comportamento do dólar e a expectativa do mercado em relação ao próximo relatório de área plantada do USDA, previsto para o dia 30 de junho. Os contratos de novembro/2025, referência para a nova safra, são negociados em torno de US$ 10,21 por bushel.

No Brasil, o mercado interno permanece relativamente estável, com baixa liquidez nos últimos dias. Analistas apontam que o feriado prolongado e a falta de estímulos nos preços têm reduzido o ritmo de comercialização. Ainda assim, as projeções para a próxima safra são otimistas, com destaque para o volume exportado e o papel estratégico do Brasil como fornecedor global.

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