segunda-feira, maio 18, 2026

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Brasil lança Congresso da Aviação Agrícola em Cuiabá



Congresso acontecerá em agosto no Aeroporto Executivo de Santo Antônio de Leverger




Foto: Arquivo

No próximo dia 15 de julho, Cuiabá será palco do lançamento oficial do Congresso da Aviação Agrícola do Brasil, um dos maiores eventos do setor em todo o mundo. O congresso acontecerá em agosto no Aeroporto Executivo de Santo Antônio de Leverger, localizado a 30 quilômetros da capital mato-grossense.

Segundo os organizadores, o evento reflete a força do Brasil na aviação agrícola. O país possui a segunda maior frota de aeronaves agrícolas do mundo, com mais de 2,7 mil aviões em operação, além de 7,8 mil drones agrícolas registrados junto à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

A expectativa é reunir os principais nomes da cadeia produtiva, com a presença de fabricantes internacionais de aeronaves, como companhias norte-americanas e a brasileira Embraer, além de empresas fornecedoras de tecnologias de aplicação, instrumentos de precisão e equipamentos de combate a incêndios.

Em 2024, os aviões agrícolas brasileiros lançaram mais de 40 milhões de litros de água no combate a incêndios florestais em diversas regiões do país, o que reforça a importância estratégica do setor não apenas para a produção agrícola, mas também para a preservação ambiental.

Além da mostra tecnológica, o evento também incluirá o Congresso Científico da Aviação Agrícola, reunindo pesquisadores, técnicos e profissionais de todo o Brasil e do exterior. Representantes da Anac, do Ministério da Agricultura e de outros órgãos governamentais também devem participar das discussões técnicas e regulatórias.





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Algodão recua 5,7% em junho e atinge menor valor desde março



Cenário internacional também tem pesado sobre o mercado nacional




Foto: Canva

Os preços do algodão em pluma seguem em trajetória de queda no mercado brasileiro, influenciados pelo início da colheita da safra 2024/25 e pela movimentação estratégica de vendedores e compradores. O mercado opera atualmente nos mesmos patamares nominais registrados em março, o que indica uma pressão de baixa consistente nas cotações internas da fibra.

Segundo dados do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), os produtores estão mais dispostos a negociar os volumes remanescentes da temporada 2023/24, em um momento em que a nova safra começa a ganhar ritmo nos campos. Essa postura mais flexível tem levado os compradores a ofertarem valores menores nas negociações, impulsionando a retração nos preços domésticos.

Além disso, o cenário internacional também tem pesado sobre o mercado nacional. A desvalorização externa da pluma contribui para que os preços internos recuem ainda mais. De acordo com o Indicador CEPEA/ESALQ, com pagamento em 8 dias, o valor da pluma fechou em R$ 4,1655/lp na segunda-feira (23), o menor nível registrado desde 21 de março, quando a cotação estava em R$ 4,1652/lp.

Na parcial de junho, até o dia 23, o Indicador acumula uma queda de 5,7%. Essa retração reflete não apenas o comportamento do mercado internacional, mas também a expectativa de uma colheita recorde no Brasil, que aumenta a oferta e pressiona os preços para baixo.

No campo, os trabalhos de colheita da nova temporada já começaram. Conforme informações divulgadas pela Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), até 21 de junho, cerca de 4% da área cultivada com algodão no país havia sido colhida. Os estados do Centro-Oeste, principais produtores da fibra, lideram o avanço das máquinas nas lavouras.

 





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Números do IGP-M de junho devem sinalizar forte deflação; ouça os destaques do dia


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o alívio inflacionário no Brasil, com IPCA-15 abaixo do esperado e deflação no IGP-M. O dólar caiu 1,02% e fechou a R$ 5,49. O Ibovespa subiu 0,99%, puxado por Vale, Petrobras e consumo.

Juros futuros recuaram e o mercado já projeta cortes na Selic, apesar do tom firme do BC. No exterior, bolsas avançaram e dólar global cedeu com expectativa de cortes nos EUA ainda este ano.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Frente fria atua em 3 regiões do país e deve levar chuva forte aos estados



As Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste ficam sob influência de uma frente fria que traz chuva intensa e persistente a alguns estados. Norte e Nordeste também experimentarão precipitações em algumas áreas, mas serão amenas. Confira a previsão do tempo de hoje:

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

Sul

Frente fria se desloca e mantém o tempo mais instável sobre o norte de Santa Catarina e o estado do Paraná – alerta em Curitiba para chuva forte e persistente. No Rio Grande do Sul, a chuva diminui, porém, as temperaturas seguem baixas com sensação de frio. Contudo, entre sábado e domingo, o território gaúcho enfrentará precipitações em alto volume.

Sudeste

Nova frente fria avança e aumenta a condição de chuva em São Paulo. Risco de temporais no oeste, sul e leste do estado, incluindo a capital e Grande São Paulo. O sol aparece entre nebulosidade variável no sul de Minas Gerais, mas o tempo segue firme e as temperaturas amenas. Não chove no Espírito Santo e no Rio de Janeiro.

Centro-Oeste

Avanço de frente fria provocando chuva forte no centro-sul e leste de Mato Grosso do Sul. As temperaturas continuam altas e faz calor no leste e norte de Mato Grosso e no estado de Goiás. Tempo seco em Brasília.

Nordeste

A chuva forte continua sobre a costa leste do Nordeste por influência da infiltração marítima. O tempo segue firme e mais seco no sertão e agreste nordestino. Calor e umidade baixa no oeste da Bahia, sul do Piauí e do Maranhão.

Norte

As pancadas fortes continuam entre Amazonas, Roraima, oeste do Pará e o estado do Amapá. O tempo continua ensolarado, firme e mais seco no Tocantins, com destaque para a umidade abaixo dos 30%.



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Guerra no Oriente Médio encarece fertilizantes



Instabilidade global pressiona custos




Foto: Divulgação

O agronegócio catarinense enfrenta um novo cenário de instabilidade provocado por fatores externos e internos. A escalada do conflito entre Irã e Israel vem elevando os preços de fertilizantes nitrogenados, fundamentais para culturas como o milho. Além disso, cortes nos subsídios do Plano Safra 2024/2025 aumentam a preocupação dos produtores rurais com o futuro da produção agrícola no estado.

Segundo o presidente da Cooperativa Agropecuária Camponovense (Coocam), João Carlos Di Domenico, o Irã é um dos principais fornecedores globais de insumos nitrogenados. O agravamento do cenário geopolítico interfere diretamente na logística internacional. “A guerra gera transtornos no transporte marítimo e pressiona os preços. Já se paga até US$ 50 a mais por tonelada de Ureia comprada do Oriente Médio”, alerta Di Domenico.

O impacto é sentido especialmente no planejamento da próxima safra. Em Santa Catarina, o milho é semeado entre setembro e outubro, exigindo um volume elevado de nitrogênio para alcançar bons índices de produtividade. Com os custos em alta, muitos agricultores avaliam migrar parte da área de cultivo para a soja, que tem menor exigência de fertilizantes nitrogenados.

Essa possível mudança preocupa o setor. “Se o milho se tornar inviável financeiramente, o produtor tende a apostar na soja. Mas isso pode ampliar ainda mais o déficit estadual de milho, que já gira entre 5 e 6 milhões de toneladas. Santa Catarina não tem safrinha e depende do grão para abastecer as cadeias de suínos, aves e leite”, explica o dirigente da Coocam.

Outro desafio é a redução dos recursos para financiamento rural. O corte de quase 50% nos subsídios à equalização de juros no novo Plano Safra pegou o setor de surpresa. Para João Carlos, a constante mudança nas regras do jogo prejudica o planejamento no campo. “Faltam previsibilidade e políticas públicas de longo prazo. O produtor precisa de segurança para investir, e o governo precisa entender que a agricultura não pode parar”, pontua.

Mesmo diante das dificuldades, a esperança segue firme no campo. “O homem do agro é resiliente por natureza. Continuamos acreditando na força da terra e na capacidade de produzir com qualidade e responsabilidade ambiental. O otimismo é o combustível que nos move”, finaliza Di Domenico.

 





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Mapa institui Programa de Projetos Sustentáveis dentro do Plano ABC+



Programa visa promover iniciativas inovadoras




Foto: Pixabay

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) publicou, nesta quarta-feira (25), no Diário Oficial da União (DOU), a Portaria nº 807, que institui o Programa de Projetos Sustentáveis no âmbito do Plano Setorial para Adaptação à Mudança do Clima e Baixa Emissão de Carbono na Agropecuária (Plano ABC+).

O programa tem como objetivo promover iniciativas inovadoras e sustentáveis voltadas para a redução de emissões de gases de efeito estufa, a melhoria da produtividade agropecuária e a adaptação às mudanças climáticas.

Busca incentivar a apresentação de projetos pela sociedade voltados ao desenvolvimento sustentável na agropecuária, promover a articulação entre entidades autoras de projetos e potenciais investidores, viabilizar o financiamento de iniciativas alinhadas aos objetivos do Plano ABC+, fomentar a implementação de tecnologias para mitigação e adaptação às mudanças climáticas na agropecuária e contribuir para o cumprimento das metas climáticas estabelecidas no Acordo de Paris.

Serão realizados chamamentos públicos periódicos para a apresentação de projetos pela sociedade civil, com critérios claros de elegibilidade e seleção de iniciativas que demonstrem viabilidade técnica, econômica e socioambiental, priorizando aquelas que integrem soluções tecnológicas inovadoras e práticas sustentáveis. Também serão estabelecidos mecanismos de transparência e monitoramento dos projetos selecionados, garantindo a conformidade com as metas do Plano ABC+.

A seleção de projetos ocorrerá após a realização de chamamento público, por meio de comissão de seleção a ser instituída por ato específico. A portaria ainda estabelece que as entidades interessadas no financiamento dos projetos selecionados devem comprovar que possuem capacidade técnica para monitorar a aplicação dos recursos alocados.

Será criada uma plataforma para divulgar os projetos selecionados e conectá-los a investidores interessados em financiá-los.





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Setor de biodiesel avança com nova mistura B15



Ao longo das últimas duas décadas, o setor investiu em nova estrutura de produção



Ao longo das últimas duas décadas, o setor investiu em uma estrutura de produção pulverizada
Ao longo das últimas duas décadas, o setor investiu em uma estrutura de produção pulverizada – Foto: Divulgação

O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou o aumento da mistura obrigatória de biodiesel no diesel, passando de 14% para 15% (B15). A medida representa um avanço no programa Combustível do Futuro e reforça a importância dos biocombustíveis na matriz energética brasileira, com reflexos positivos para a economia, o meio ambiente e a saúde pública.

“A decisão do CNPE de cumprir o previsto no Combustível do Futuro deve ser celebrada. No Brasil, o tema dos biocombustíveis transcende a questão do clima e das metas de descarbonização da matriz energética”, disse Francisco Turra, presidente do Conselho de Administração da Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil (APROBIO).

Com previsibilidade e segurança jurídica, o setor de biodiesel consolida sua posição estratégica no desenvolvimento nacional. O aumento da mistura impulsiona a produção agrícola, movimenta a cadeia do agronegócio e fortalece a agricultura familiar, além de gerar empregos e agregar valor à produção nacional.

Ao longo das últimas duas décadas, o setor investiu em uma estrutura de produção pulverizada por todo o país, com capacidade instalada para atender à demanda crescente. O biodiesel brasileiro se destaca internacionalmente pela alta qualidade e por sua ampla disponibilidade.

“Ao atingir um novo mandato, com previsibilidade e segurança jurídica, o setor reforça a importância do biocombustível no cenário econômico nacional, pois permite o desenvolvimento sustentável da nossa indústria, impulsiona a agricultura, agrega valor à cadeia produtiva, gera PIB, empregos e amplia a produção de alimentos mais baratos para a gôndola do supermercado. Temos na mão a oportunidade de começar um novo ciclo de crescimento como um legado para as futuras gerações. Ele só depende de nós”, completa Turra.

 





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Rios seguem acima da cota de inundação no RS e Defesa Civil mantém alerta para novas chuvas


A Defesa Civil do Rio Grande do Sul atualizou nesta quarta-feira (25) a condição hidrológica do estado, com destaque para o nível elevado dos rios na faixa central, especialmente nas regiões Oeste e Leste. O cenário atual mantém várias bacias acima da cota de inundação, com cidades em estado de atenção e alerta, e a previsão de novas chuvas agrava o risco de enchentes e alagamentos.

Segundo dados da Defesa Civil, o rio Uruguai apresenta cota acima do limite de inundação entre São Borja e Uruguaiana, com tendência de elevação lenta. O rio Ibicuí também permanece acima da cota nas estações de Manoel Viana e Passo Mariano Pinto, embora já apresente tendência de declínio. Na metade Leste, o rio Jacuí segue com elevação no trecho entre Cachoeira do Sul e o Delta do Jacuí.

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Além disso, os rios Caí, Sinos e Gravataí estão com níveis elevados nas regiões mais a jusante, influenciados pela cheia do Guaíba, que dificulta o escoamento para a Lagoa dos Patos. O Guaíba, por sua vez, segue acima da cota de inundação nas ilhas e oscila em torno do limite no Cais Mauá, em Porto Alegre, com tendência de manutenção desse cenário nos próximos dias devido à mudança nos ventos, que atrasa o escoamento das águas.

Com os altos volumes de chuva registrados nos últimos dias e a previsão de novas precipitações no norte do estado, o solo permanece extremamente úmido, o que favorece respostas hidrológicas rápidas. Isso eleva o risco de cheias em pequenos rios e arroios não monitorados, enxurradas e inundações urbanas. As regiões mais afetadas continuam com status de atenção (amarelo) e alerta (laranja) no mapa hidrológico da Defesa Civil.

A previsão meteorológica indica o retorno das chuvas entre a noite desta quarta (25) e a quinta-feira (26), com acumulados que podem ultrapassar 70 mm/dia nas regiões Norte, Nordeste, Serra, Vales e Litoral Norte, especialmente nas áreas próximas à divisa com Santa Catarina. Já o restante do estado deve registrar volumes menores, mas ainda com potencial para transtornos localizados. O tempo firme só deve retornar na sexta-feira (27), com o avanço de uma massa de ar frio e seco.

A Defesa Civil reforça que a condição de inundação permanece para os rios Ibicuí, Uruguai, Jacuí, Taquari, Sinos e Guaíba, com destaque para as cidades de Manoel Viana, Itaqui, São Borja, Uruguaiana, Cachoeira do Sul, Taquari, São Leopoldo e Porto Alegre. A população deve ficar atenta aos comunicados oficiais e evitar áreas de risco.





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Canola avança e atrai produtores de biodiesel


A safra 2024/2025 da canola no Brasil apresenta crescimento expressivo, com aumento de 62% na área cultivada em comparação ao ciclo anterior. Segundo dados da Associação Brasileira dos Produtores de Canola (Abrascanola), a cultura passou de 105 mil para aproximadamente 170 mil hectares, impulsionada principalmente pela adesão de grandes empresas do agronegócio interessadas em diversificar a produção de inverno e ampliar o fornecimento de matéria-prima para o biodiesel. “O aumento da área cultivada reflete o interesse crescente em diversificar e rentabilizar o cultivo de inverno, especialmente no Rio Grande do Sul, onde a canola vem sendo incorporada à rotação de culturas”, afirmou a engenheira agrônoma Tuane Araldi da Silva, desenvolvedora de mercado da Biotrop na região Sul.

Neste cenário, os insumos biológicos têm se consolidado como ferramentas estratégicas para garantir o crescimento sustentável da canola. “Os biológicos podem solubilizar nutrientes do solo, tornando-os mais disponíveis para absorção, estimular o desenvolvimento radicular e o estabelecimento inicial da planta, além de proteger contra pragas e patógenos”, destacou Tuane.

Entre as principais ameaças à cultura estão a alternaria, causada por Alternaria alternata, e o mofo branco, provocado por Sclerotinia sclerotiorum. Para ambas, o uso de biofungicidas tem demonstrado eficácia, contribuindo para a redução de perdas e o equilíbrio da lavoura. O biofungicida Bombardeiro atua por meio de diferentes mecanismos. “Bombardeiro atua por meio da indução de resistência, competição por espaço e nutrientes, formação de biofilme, produção de compostos antibióticos e antifúngicos, além de fitormônios e antioxidantes. Esses mecanismos fortalecem as defesas da planta, aumentando sua resistência contra patógenos fúngicos”, explicou Tuane.

O manejo biológico da canola, além de proteger a lavoura atual, também contribui para a sanidade de culturas subsequentes, como soja e milho, ao reduzir a presença de inóculos de doenças no solo. O resultado, segundo especialistas, é um sistema produtivo mais eficiente, com menor dependência de defensivos químicos e maior sustentabilidade.





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mercado apreensivo pelos números do USDA; veja as cotações


O mercado brasileiro de soja apresentou poucos negócios e preços quase inalterados nesta quinta-feira (26).

Segundo o consultor de Safras & Mercado Rafael Silveira, houve algumas negociações no porto, mas no interior as vendas seguiram lentas, com os produtores ainda retendo a produção.

Veja os preços da soja hoje

  • Passo Fundo (RS): R$ 129
  • Santa Rosa (RS): R$ 130
  • Porto de Rio Grande: R$ 135
  • Cascavel (PR): R$ 130
  • Porto de Paranaguá (PR): R$ 134
  • Rondonópolis (MT): R$ 115
  • Dourados (MS): R$ 119
  • Rio Verde (GO): avançou de R$ 116 para R$ 118

Bolsa de Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quinta-feira em baixa.

O mercado foi pressionado pelo quadro de ampla oferta global do grão e o clima extremamente favorável ao desenvolvimento das lavouras dos Estados Unidos.

“Ao longo do dia, a desvalorização do dólar frente a outras moedas e os sinais de uma demanda aquecida pelo produto norte-americano ensaiaram uma alta nas cotações, que não se concretizou”, pontua Silveira.

Relatório do USDA

Os estoques trimestrais norte-americanos de soja na posição 1º de junho deverão ficar levemente acima do número indicado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) em igual período do ano anterior.

A projeção é de analistas e corretores entrevistados pelas agências internacionais, que indicam estoques trimestrais de 971 milhões de bushels. O relatório trimestral será divulgado às 13h desta segunda (30). Em igual período do ano anterior, o número era de 970 milhões de
bushels.

Em 1 de março, data do relatório anterior, os estoques de soja estavam em 1,910 bilhão de bushels. As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2024/25, com início em 1º de setembro, ficaram em 402.900 toneladas na semana encerrada em 19 de junho.

De acordo com o USDA, a Holanda liderou as importações, com 63.400 toneladas. Para a temporada 2025/26, ficaram em 156.200 toneladas. Analistas esperavam exportações entre 200 mil e 400 mil toneladas, somando-se as duas temporadas.

Contratos futuros da soja

cotação preço soja queda Chicago
Foto: Reprodução
Os contratos da soja em grão com entrega em agosto fecharam com baixa de 1,75 centavo, ou 0,16%, a US$ 10,26 3/4 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 10,16 1/2 por bushel, perda de 2,00 centavos ou 0,19%.
Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com recuo de US$ 3,6 ou 1,23%, a US$ 287,10 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 52,85 centavos de dólar, com queda de 0,53 centavo ou 1,01%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 1,07%, sendo negociado a R$ 5,4976 para venda e a R$ 5,4956 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4911 e a máxima de R$ 5,5621.



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