segunda-feira, maio 18, 2026

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Receita paga hoje maior lote da história



Cerca de 6,5 milhões de contribuintes que entregaram a declaração do Imposto de Renda Pessoa Física de 2025 nas primeiras semanas do prazo acertarão as contas com o Leão. Nesta segunda-feira (30), a Receita Federal libera o segundo dos cinco lotes de restituição deste ano, o maior da história em número de contribuintes e em valor. O lote também contempla restituições residuais de anos anteriores.

Ao todo, 6.545.322 contribuintes receberão R$ 11 bilhões. Todo o valor, informou o Fisco, irá para contribuintes com prioridade no reembolso.

As restituições estão distribuídas da seguinte forma:

  • 4.764.634 contribuintes que usaram a declaração pré-preenchida e/ou optaram simultaneamente por receber a restituição via Pix;
  • 1.044.585 contribuintes de 60 a 79 anos;
  • 496.650 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério;
  • 148.090 contribuintes acima de 80 anos;
  • 91.363 contribuintes com deficiência física ou mental ou doença grave.

Embora não tenham prioridade por lei, os contribuintes que usaram dois procedimentos em conjunto, pré-preenchida e Pix, passaram a ter prioridade no recebimento da restiuição neste ano. Neste lote, não haverá pagamento a contribuintes sem prioridade.

Liberada no último dia 23 a consulta pode ser feita na página da Receita Federal na internet. Basta o contribuinte clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, no botão “Consultar a Restituição”. Também é possível fazer a consulta no aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones.

O pagamento será feito na conta ou na chave Pix do tipo CPF informada na declaração do Imposto de Renda. Caso o contribuinte não esteja na lista, deverá entrar no Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) e tirar o extrato da declaração. Se verificar uma pendência, pode enviar uma declaração retificadora e esperar os próximos lotes da malha fina.

Se, por algum motivo, a restituição não for depositada na conta informada na declaração, como no caso de conta desativada, os valores ficarão disponíveis para resgate por até um ano no Banco do Brasil. Nesse caso, o cidadão poderá agendar o crédito em qualquer conta bancária em seu nome, por meio do Portal BB ou ligando para a Central de Relacionamento do banco, nos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos).

Caso o contribuinte não resgate o valor de sua restituição depois de um ano, deverá requerer o valor no Portal e-CAC. Ao entrar na página, o cidadão deve acessando o menu “Declarações e Demonstrativos”, clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, no campo “Solicitar restituição não resgatada na rede bancária”.



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Sebrae-SP abre inscrições para a Feira do Empreendedor 2025



O Sebrae-SP abriu as inscrições para expositores e patrocinadores da Feira do Empreendedor 2025 (FE25), que será realizada entre os dias 15 e 18 de outubro, no São Paulo Expo. A entrada é gratuita.

Com expectativa de público superior a 110 mil pessoas, o evento deve movimentar cerca de R$ 45 milhões em negócios. A edição contará com mais de 1.200 espaços de exposição para empresas de todos os portes e setores.

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp

A programação inclui palestras, painéis, consultorias, rodadas de negócios e oportunidades de networking com especialistas e empreendedores.

Oportunidades para expositores e patrocinadores

Empresas interessadas podem escolher estandes de 2m² a 25m², os valores dos espaços e cotas de patrocínio poder conferido aqui. As empresas interessadas em garantir seu espaço na FE25 podem acessar o site e preencher o formulário de inscrição, acesse aqui. Para obter informações e tirar dúvidas, encaminhe um e-mail para: [email protected]



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Chicago opera no vermelho com clima favorável nos EUA e à espera do USDA



Os contratos do milho operam com preços mais baixos nas negociações da sessão eletrônica da Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) desta segunda-feira (30).

Após um breve movimento de recuperação no último pregão, o mercado volta a operar em baixa. O cereal é pressionado pelo clima quente e pelas chuvas bem distribuídas no Meio-Oeste dos Estados Unidos, que favorecem o desenvolvimento das lavouras.

Os contratos com entrega em dezembro estão cotados a US$ 4,07 1/2 por bushel, baixa de 4 centavos de dólar, ou 0,97%, em relação ao fechamento anterior.

No Brasil, a expectativa também é de uma segunda safra robusta. Com esse cenário, os investidores mantêm cautela enquanto aguardam a divulgação dos relatórios do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), marcada para as 13h desta segunda-feira.

Para a área plantada de milho, a expectativa do mercado é de que ela possa ocupar 95,242 milhões de acres na safra 2025/26, volume que fica abaixo dos 95,326 milhões de acres estimados em março. A área, entretanto, deve ficar acima dos 90,954 milhões de acres cultivados na temporada 2024/25. Nos estoques trimestrais na posição 1° de junho, o mercado espera que eles sejam indicados em 4,648 bilhões de bushels de milho, volume que fica abaixo dos 4,997 bilhões de bushels indicados na posição 1 de junho de 2024.

Na posição 1° de março de 2025, os estoques haviam sido indicados em 8,151 bilhões de bushels. Na sexta-feira (27), o milho fechou com alta nos preços. O mercado consolidou uma recuperação técnica, sustentada por um movimento de cobertura de posições vendidas, em compasso de espera dos relatórios de área plantada e de estoques trimestrais dos Estados Unidos na posição 1 de junho, que serão divulgados na segunda-feira (30). Na semana, a posição setembro/25 acumulou perdas de 3,29%. Na sessão, os contratos com entrega em julho de 2025 fecharam com alta de 7,50 centavos, ou 1,85%, cotados a US$ 4,11 1/2 por bushel. Os contratos com entrega em dezembro de 2025 fecharam com avanço de 6,00 centavos, ou 1,42%, cotados a US$ 4,27 por bushel.



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AgroNewsPolítica & Agro

Mistura B15 impulsiona óleo de soja no Brasil



Óleo de soja volta a subir com aumento da mistura de biodiesel




Foto: Divulgação

Depois de quase dois meses em queda, os preços do óleo de soja voltaram a registrar valorização no mercado brasileiro. A recuperação nos valores ocorre em meio a expectativas positivas para a demanda do setor de biocombustíveis, especialmente o biodiesel.

Segundo dados do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), a elevação recente está diretamente ligada à decisão do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), que aprovou o aumento gradual da mistura obrigatória de biodiesel ao óleo diesel. A medida prevê a elevação da atual proporção B14 (14%) para B15 (15%) entre agosto deste ano e fevereiro de 2026. A partir de março de 2026, a mistura poderá subir para B16 (16%).

De acordo com os pesquisadores do Cepea, a perspectiva de maior consumo interno para a produção de biodiesel tem trazido otimismo ao setor, o que influencia diretamente a comercialização do óleo de soja. A medida do CNPE é vista como um estímulo à cadeia produtiva, gerando reflexos positivos tanto para os produtores quanto para os processadores da oleaginosa.

A movimentação atual contrasta com o cenário observado no primeiro trimestre de 2025, quando os preços internos do óleo de soja registraram forte enfraquecimento. Na época, o mercado apostava que a mistura B15 entraria em vigor em março, o que acabou não ocorrendo. Essa frustração nas expectativas foi o principal fator de pressão sobre as cotações naquele período.

Agora, com a confirmação oficial do cronograma de ampliação da mistura, agentes do setor voltam a operar com maior confiança. A perspectiva é de que a demanda por óleo de soja industrializado se mantenha firme nos próximos meses, o que deve contribuir para sustentar os preços em patamares mais altos.

O Brasil, sendo um dos maiores produtores e exportadores de soja do mundo, pode se beneficiar tanto no mercado interno quanto externo com esse novo cenário. A busca por fontes renováveis de energia, como o biodiesel, segue sendo um fator estratégico para o crescimento sustentável do agronegócio brasileiro.





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à espera de relatórios do USDA, Chicago opera em leve alta



Os contratos da soja em grão registram preços mais altos nas negociações da sessão eletrônica na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) desta segunda-feira (30).

O mercado estende o movimento de correção iniciado na sexta-feira (27), tentando recuperar parte das perdas superiores a 3% registradas na semana passada. A fraqueza do dólar frente a outras moedas ajuda a sustentar o avanço.

Os contratos com vencimento em novembro operam cotados a US$ 10,21 1/2 por bushel, alta de 5 centavos de dólar, ou 0,49%, em relação ao fechamento anterior.

Os investidores operam em compasso de espera pala divulgação dos relatórios do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), previstos para as 13h desta segunda-feira.

Os estoques trimestrais norte-americanos de soja na posição 1o de junho deverão ficar levemente acima do número indicado pelo USDA em igual período do ano anterior. A projeção é de analistas e corretores entrevistados pelas agências internacionais, que indicam estoques trimestrais de 971 milhões de bushels.

Em igual período do ano anterior, o número era de 970 milhões de bushels. Em 1° de março, data do relatório anterior, os estoques de soja estavam em 1,910 bilhão de bushels. Já a área plantada norte-americana com soja deve somar 83,648 milhões de acres em 2025, acima da intenção de plantio, divulgada em março, de 83,495 milhões de acres.

No ano passado, a área ficou em 87,050 milhões de acres. A previsão é compartilhada por analistas e corretores consultados pelas agências internacionais. Segundo a consulta, as estimativas oscilaram de 83 a 85 milhões de acres.

Na sexta-feira , a soja fechou em alta. O mercado foi sustentado pelo otimismo nas negociações entre Estados Unidos e a China, que pode significar um aumento na demanda pela soja norte-americana.

No entanto, durante a semana, a posição agosto/25 registrou perdas acumuladas de 3,56%. Os contratos da soja em grão com entrega em agosto fecharam com alta de 5,50 centavos, ou 0,53%, a US$ 10,33 1/4 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 10,24 3/4 por bushel, ganho de 8,25 centavos ou 0,81%.



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Comece bem a semana sabendo o que mexe com a economia na análise do Diário Econômico


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o alívio nos mercados com trégua geopolítica e apostas de afrouxamento monetário nos EUA.

No Brasil, juros futuros sobem com ruído fiscal e a Selic deve seguir em 15% por mais tempo. O dólar recuou a R$ 5,48 e o IPCA-15 subiu abaixo das expectativas em junho.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Clima seco impulsiona plantio de trigo e cevada na Argentina


Após uma semana praticamente sem chuvas, o plantio de trigo avançou significativamente na Argentina, segundo informações da Bolsa de Cereais de Buenos Aires (BCBA). A semeadura do cereal atingiu 72,7% da área estimada de 6,7 milhões de hectares, um progresso de 12,4 pontos percentuais em relação à semana anterior. As boas condições climáticas favoreceram regiões anteriormente afetadas pelo excesso de umidade, como o Núcleo Sul e o Centro de Buenos Aires, reduzindo atrasos históricos. Nacionalmente, o ritmo de plantio está 4,1 p.p. à frente do registrado no mesmo período do ano passado.

A semeadura da cevada também apresentou avanços, alcançando 50,8% da área prevista de 1,3 milhão de hectares. Ainda assim, há um atraso interanual de 12 pontos percentuais, principalmente por problemas de excesso de umidade no Norte de La Pampa, Oeste e Centro de Buenos Aires. No entanto, o sul da região agrícola mantém bom ritmo de implantação, impulsionado por condições hídricas favoráveis.

A colheita de soja está próxima do fim, com 98,3% da área apta colhida, embora ainda apresente um leve atraso de 1,3 p.p. em relação ao ano anterior. O rendimento médio nacional é de 29,8 sacas por hectare, 15% superior à média das últimas cinco safras. A soja de primeira está praticamente finalizada, com produtividade média de 31,5 sacas/ha. Já a soja de segunda cobre 95,2% da área, com bons rendimentos no Centro-Este de Entre Ríos e Núcleo Sul, mantendo a projeção de produção em 50,3 milhões de toneladas.

Por fim, a colheita do milho grão atingiu 55,3% da área estimada, com rendimento médio nacional de 77,1 sacas/ha. Em Córdoba, o avanço foi expressivo nos plantios tardios, com produtividade de 79,9 sacas/ha — 21% acima da safra anterior. Apesar disso, a menor área cultivada limita o impacto sobre a produção total. Já no centro e oeste de Buenos Aires, os excessos hídricos persistem e atrasam a colheita. A estimativa nacional de produção permanece em 49 milhões de toneladas, queda de 5% frente à campanha anterior.

 





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Conflito entre EUA e China reposiciona Brasil no comércio internacional


O embate tarifário entre Estados Unidos e China segue remodelando as cadeias globais de suprimentos e redesenhando o mapa das oportunidades comerciais. A tensão entre as duas maiores economias do mundo cria tanto desafios quanto espaços estratégicos para países da América Latina, especialmente o Brasil. Essa foi uma das principais análises apresentadas no webinar promovido pela Coface Brasil nesta quarta-feira (26).

De acordo com informações divulgadas pela Coface, o evento contou com a participação da economista-chefe para a América Latina, Patricia Krause, e do chefe de estudos macroeconômicos, Bruno de Moura Fernandes. Os especialistas alertaram para o impacto direto da guerra comercial no crescimento global e destacaram o papel da região latino-americana em meio a essa reconfiguração geoeconômica. As projeções da Coface apontam que o PIB mundial crescerá 2,2% em 2025 e 2,3% em 2026 — números que refletem a desaceleração generalizada das economias, tanto desenvolvidas quanto emergentes.

Segundo Fernandes, a desaceleração da China se agrava diante de problemas internos, como o excesso de capacidade produtiva em setores estratégicos — automobilístico, alimentos, eletrônicos e farmacêutico — somado à queda no consumo e nos preços industriais. A resposta chinesa tem sido ampliar as exportações para além do eixo tradicional com os EUA, voltando-se a outras regiões, como a América Latina.

“A China precisa exportar a qualquer custo. Se perder ainda mais espaço nos EUA, a América Latina será um destino natural, tanto como fornecedora de commodities quanto como mercado consumidor de produtos manufaturados”, avaliou Fernandes. Ele alerta que essa movimentação pode pressionar ainda mais setores já sensíveis, como o siderúrgico, o têxtil e o de tecnologia.

A economista Patricia Krause destacou que a América Latina deverá crescer 2,1% em 2024, com perspectivas moderadas e desiguais entre os países. No caso do Brasil, a projeção de crescimento foi revisada para cima, ficando em 2,3% em 2025. Segundo ela, o desempenho da economia brasileira é impulsionado pelo agronegócio e pelo consumo doméstico, mas enfrenta riscos devido a um crédito mais restrito e juros elevados. “Países como o México, mais dependentes dos EUA, são mais vulneráveis. Já Brasil e Argentina podem ocupar nichos estratégicos, principalmente no agronegócio, frente à retração americana no mercado chinês”, ponderou.

Outro destaque do evento foi o avanço dos investimentos chineses na região. Krause citou dados do Global Development Policy Center que mostram o crescimento dos projetos greenfield na América Latina, que passaram de US$ 5,8 bilhões entre 2008 e 2011 para US$ 21 bilhões entre 2020 e 2023. A infraestrutura também ganhou relevância, com o exemplo do porto de Chancay, no Peru, que deverá facilitar e baratear o comércio com o continente asiático.

O estudo da Coface ressalta que, diante da instabilidade global, as empresas latino-americanas precisarão fortalecer sua capacidade de adaptação. “Diversificação de mercados e revisão das cadeias logísticas serão essenciais para manter a competitividade em um cenário de incertezas geopolíticas”, concluiu Krause.

Para mitigar riscos e garantir estabilidade financeira, a Coface reforça a importância do seguro de crédito. A ferramenta protege empresas contra inadimplência, oferecendo segurança para ampliar sua atuação comercial mesmo diante de um ambiente internacional volátil. 





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Tocantins inicia vazio sanitário da soja em 1º de julho



A medida visa interromper o ciclo do fungo causador da ferrugem asiática da soja




Foto: USDA

A Agência de Defesa Agropecuária do Tocantins (Adapec) informou que o período do vazio sanitário da soja terá início em 1º de julho e seguirá até 30 de setembro. Durante esses três meses, estará proibido o plantio e a manutenção de plantas vivas de soja em lavouras de sequeiro em todo o estado.

A medida visa interromper o ciclo do fungo causador da ferrugem asiática da soja, uma das principais pragas que afetam a oleaginosa. Segundo a Adapec, a responsabilidade pela eliminação das plantas vivas de soja, sejam voluntárias ou não, recai sobre os produtores ou ocupantes das áreas cultivadas. “Havendo a presença de plantas vivas no campo, os responsáveis devem eliminá-las por meios químicos ou mecânicos”, destaca o órgão. O descumprimento da norma poderá acarretar sanções previstas na legislação vigente.

A ferrugem asiática é causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi, e se espalha com rapidez entre as lavouras por meio do vento. A principal consequência da infestação é a queda precoce das folhas, o que compromete a formação completa dos grãos e reduz a produtividade das lavouras.

A exceção à regra durante o período do vazio sanitário é válida para cultivos com fins de pesquisa, produção de sementes e ensino, desde que realizados em áreas de terras altas ou nas planícies tropicais sob sistema de subirrigação.

Na safra 2024/2025, foram cadastradas na Adapec 2.705 propriedades com lavouras de soja de sequeiro, totalizando uma área plantada de 1,415 milhão de hectares.





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