segunda-feira, maio 18, 2026

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VCAN: o fenômeno atmosférico que influencia o clima e o agro no Brasil



O Vórtice Ciclônico de Altos Níveis (VCAN) é um sistema de circulação atmosférica que atua em altos níveis da troposfera, caracterizado por ventos girando no sentido horário no hemisfério sul. Embora seja um fenômeno comum nas regiões tropicais, sua presença pode ter impactos significativos no clima em todo território brasileiro, afetando diretamente o agronegócio.

Onde e quando o VCAN ocorre no Nordeste do Brasil?

O VCAN costuma se formar entre os meses de outubro e abril, período correspondente à estação chuvosa no semiárido nordestino. Sua atuação é mais frequente nas regiões interioranas do Nordeste, especialmente nos estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco.

Como o VCAN afeta as condições meteorológicas

O VCAN influencia a atmosfera da região de duas maneiras principais:

  • Centro do vórtice: área de subsidência (movimento descendente do ar), inibindo a formação de nuvens e, consequentemente, reduzindo as chuvas.
  • Bordas do vórtice: áreas de convergência e ascensão do ar, favorecendo a formação de nuvens e precipitações.

Portanto, enquanto algumas regiões podem experimentar estiagem, outras podem ser beneficiadas com chuvas, dependendo da posição e intensidade do VCAN.

Impactos no agronegócio

A atuação do VCAN pode trazer desafios e oportunidades para o setor agropecuário:

  • Positivos: nas bordas do vórtice, o aumento das chuvas pode beneficiar culturas como milho, feijão e pastagens, melhorando a produtividade e a disponibilidade de forragem para o gado.
  • Negativos: no centro do vórtice, a redução das chuvas pode levar à estiagem, prejudicando o desenvolvimento das lavouras e comprometendo a produção agrícola.

Monitoramento e previsão

Acompanhar a formação e deslocamento do VCAN é essencial para o planejamento agrícola. Instituições meteorológicas utilizam imagens de satélite e modelos atmosféricos para prever a atuação do vórtice e emitir alertas para os produtores rurais

VCAN: Mitigar riscos e aproveitar as oportunidades

O VCAN é um fenômeno atmosférico que, apesar de sua atuação em altos níveis da atmosfera, tem efeitos diretos no clima e, consequentemente, no agronegócio do Nordeste brasileiro.

Compreender sua dinâmica e monitorar sua presença são passos fundamentais para mitigar riscos e aproveitar as oportunidades que ele pode oferecer ao setor agrícola.

Pensando nisso, o Canal Rural, junto com o Meteorologista Arthur Muller, desenvolveram o E-book Clima Campo. Esse E-book tem o objetivo de prevenir o produtor rural sobre os fenômenos meteorológicos, garanta o seu.



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Plano Safra da Agricultura Familiar ‘está longe de ser perfeito’, diz Lula



O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta segunda-feira (30) que o Plano Safra 2025/2026 voltado à agricultura familiar “está longe de ser o plano perfeito”, mas faz parte de um processo contínuo de reivindicação dos pequenos agricultores junto ao poder público para garantir melhores condições de crédito.

“Esse plano é muito bom, mas está longe de ser o plano perfeito que buscamos. Tenho certeza de que no ano que vem vocês (Fernando Haddad e Paulo Teixeira) vão vir com muito mais novidade”, disse o presidente ao encerrar seu discurso na cerimônia de lançamento do Plano Safra 2025/2026 voltado à agricultura familiar.

O presidente valorizou o processo de reivindicação dos agricultores junto ao Ministério do Desenvolvimento Agrário e ao Ministério da Fazenda. Disse que “tudo que é reivindicado acontece mais cedo ou mais tarde”.

“Tudo que é reivindicado acontece, mais cedo ou mais tarde, porque somos o resultado do aumento do grau de consciência política da sociedade brasileira. A cada conquista, a sociedade vai aprendendo que novas conquistas são possíveis, vai aprendendo a reivindicar mais. Não temos que reclamar disso, temos de saber que elas são novas descobertas das pessoas”, declarou.

Lula disse que o Plano Safra voltado à agricultura familiar “é o resultado daquilo que vocês adquiriram de consciência nesse período todo” e disse que os agricultores “aprenderam como é lidar com governo democrático e com governo que não é democrático”, em uma menção implícita à gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro, que o petista sempre chama de antidemocrático.

O presidente defendeu que os agricultores precisam de “máquinas do tamanho deles para aumentar a produtividade”. Segundo ele, o atual Plano Safra chegará a “100% do território nacional” e será levado “àqueles que mais precisam”.

Lula discursou para uma plateia de integrantes de movimentos sociais, apoiadores do PT e representantes de pequenos agricultores. Disse a eles que eles são “a mola propulsora do crescimento” e que tem “tentado convencer os empresários de que é muito importante que eles torçam para que os mais pobres cresçam”.

“Quando eles crescerem, vão ser mais consumidores, mais comida, mais roupa, vão viajar. Quando os pobres melhoram, o país melhora”, argumentou o presidente.



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Pode nevar no Brasil, sim! E o campo sente os efeitos



Quando pensamos em neve, é comum imaginar cenários europeus ou montanhas da América do Norte. Mas o que muita gente esquece é que também neva no Brasil — especialmente nas regiões mais altas do Sul do país.

Embora rara e localizada, a neve é um fenômeno atmosférico que impacta diretamente a produção rural, mesmo em episódios pontuais.

Onde e quando costuma nevar no Brasil?

As Serras Gaúcha e Catarinense são as campeãs em registros de neve. Cidades como São Joaquim (SC), Urupema (SC), Bom Jardim da Serra (SC), Gramado (RS) e Cambará do Sul (RS) já vivenciaram diversos episódios de precipitação de neve, geralmente entre junho e agosto, nos dias mais frios do inverno.

A condição ideal para que neve ocorra envolve:

  • Temperatura entre o solo e a base da nuvem próxima ou abaixo de 0ºC
  • Instabilidade para geração de nuvens de precipitação

Qual foi o recorde de frio no Brasil?

O recorde oficial de temperatura mínima no país é de -17,8 °C, registrado em Caçador (SC), em 11 de junho de 1952.

Isso porque a estação meteorológica no morro da igreja parou de funcionar na época, porque tranquilamente nesse dia o termômetro iria registrar algo no entorno de -22/-23ºC .

Ainda que eventos assim sejam raros, eles comprovam que o frio extremo pode sim atingir o território brasileiro com força. 

Impacto da neve e do frio extremo no agronegócio

A chegada de massa de ar de origem polar através das frentes frias intensas e episódios de neve ou geada afetam diretamente o dia a dia no campo:

  • Danos em culturas sensíveis ao frio, como café, milho, hortaliças e frutíferas tropicais;
  • Atraso ou paralisação da colheita, especialmente em culturas que exigem condições secas;
  • Estresse térmico em animais, especialmente aves, suínos e bovinos de leite, que demandam atenção extra com aquecimento e nutrição;
  • Aumento no custo de produção, com uso de estufas, proteções térmicas e suplementação alimentar.

Curiosidade: a neve pode beneficiar algumas culturas

Apesar dos desafios, a neve e o frio intenso também têm efeitos positivos para culturas de clima temperado, como maçã e uva, que precisam de um número mínimo de horas de frio para completar seu ciclo de desenvolvimento. Também ajuda alguns cultivos a manterem o período de dormência para evitar uma florada precoce antes da primavera.

Monitoramento é essencial

Produtores das regiões de risco devem acompanhar boletins meteorológicos com antecedência, para adaptar o manejo de acordo com a previsão. Proteções contra geada, estufas, técnicas de irrigação anti-geada e suplementação alimentar são algumas das estratégias mais utilizadas.

No Canal Rural, você acompanha as previsões do nosso meteorologista Arthur Muller, que traz informações práticas e confiáveis para que o frio não pegue o produtor de surpresa.

Nevar no Brasil é possível

Sim, nevar no Brasil é possível — e acontece com mais frequência do que se imagina, especialmente em anos com avanço de massas polares intensas. Por isso, estar bem informado e se antecipar ao clima faz toda a diferença para quem vive do campo.

Pensando nisso, o Canal Rural, junto com o Meteorologista Arthur Muller, desenvolveram o E-book Clima Campo. Esse E-book tem o objetivo de prevenir o produtor rural sobre os fenômenos meteorológicos, garanta o seu.



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Soja fecha em alta em Chicago, mas acumula queda na semana



O movimento de recuperação do dia foi estimulado por fatores pontuais



O movimento de recuperação do dia foi estimulado por fatores pontuais
O movimento de recuperação do dia foi estimulado por fatores pontuais – Foto: Divulgação

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) encerraram a sexta-feira (28) em alta, impulsionados por compras de oportunidade, após uma sequência de cinco quedas consecutivas. No entanto, o movimento positivo do dia não foi suficiente para reverter as perdas acumuladas ao longo da semana. Segundo a TF Agroeconômica, o contrato de julho, referência para a safra brasileira, subiu 0,49%, ou 5,00 cents/bushel, fechando a US\$ 1.027,75. Já o contrato de agosto subiu 0,54%, ou 5,50 cents/bushel, encerrando a US\$ 1.033,25.

O movimento de recuperação do dia foi estimulado por fatores pontuais como a melhora da paridade do dólar frente ao real, uma compra expressiva de 119 mil toneladas por parte do México e a decisão do governo argentino de aumentar as tarifas sobre exportações do complexo soja. O mercado também se reposicionou diante da expectativa pelo relatório de estoques e área plantada que será divulgado pelo USDA nesta segunda-feira, o que contribuiu para a tração nos preços.

Apesar da alta diária, a semana foi de perdas para os derivados da oleaginosa. O contrato de farelo de soja para julho avançou modestamente 0,07% ou US\$ 0,20/ton curta no dia, a US\$ 271,10, mas encerrou a semana com queda acumulada de 4,58% (US\$ 13/ton curta). Já o óleo de soja caiu 0,13% no dia, cotado a US\$ 52,45/libra-peso, acumulando recuo semanal de 3,71%, ou US\$ 2,02/libra-peso. Com os preços pressionados, o mercado segue atento aos próximos movimentos dos fundamentos, especialmente no que se refere à nova safra dos Estados Unidos e ao comportamento da demanda global.

 





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Assinado decreto que institui programa nacional para redução de uso de defensivos



O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, assinou nesta segunda-feira (30) o decreto que institui o Programa Nacional de Redução de Agrotóxicos (Pronara). O Pronara foi elaborado ainda na gestão da ex-presidente Dilma Rousseff, mas o decreto de lançamento do programa não havia sido assinado até esta segunda-feira.

O tema foi alvo de divergências entre o Ministério de Desenvolvimento Agrário (MDA) e o Ministério da Agricultura ao longo do último ano e foi levado até o presidente Lula para a solução do impasse.

O Pronara está previsto como parte do terceiro Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (Planapo), política pública de transição ecológica, anunciada em outubro do ano passado, que dispõe sobre iniciativas voltadas para pesquisa e inovação, incentivo às compras públicas e inclusão de mulheres, jovens, indígenas e quilombolas na agricultura familiar.

O programa prevê ações integradas de pesquisa científica, monitoramento de resíduos de defensivos em alimentos e no ambiente, fortalecimento da Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) e ampliação do uso de bioinsumos. As iniciativas visam a reduzir progressivamente o uso de defensivos e insumos químicos e ampliar a “produção sustentável de alimentos saudáveis pela agricultura familiar”.

O MDA afirma que há “urgência da implementação de políticas públicas estruturantes voltadas à transição para modelos agroecológicos de produção de alimentos” e que há uso excessivo de defensivos no país.

O Planalto informou que o programa conta com iniciativas da Secretaria-Geral da Presidência da República, dos ministérios do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), do Agricultura e Pecuária, da Saúde, do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS).

O Pronara será coordenado pela Secretaria-Geral da Presidência da República.



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O granizo pode atingir o tamanho de uma bola de tênis — e causar prejuízos milionários no campo



Você já viu uma pedra de gelo maior que uma bola de tênis cair do céu? Pode parecer exagero, mas o fenômeno é real — e perigoso.

Em tempestades severas, tem no mínimo o diâmetro de uma polegada, ou seja 2.5cm , que podem passar dos 20 cm de diâmetro dependendo da intensidade da tempestade, podendo pesar mais de 400 gr.

Essa intensidade costuma ser registrada em nuvens do tipo Cumulonimbus, associadas a temporais, vendavais e outras instabilidades da atmosfera.

Como o granizo se forma?

O granizo se forma quando gotas de água são levadas para o topo das nuvens por fortes correntes de ar ascendente. Lá em cima, elas congelam rapidamente e começam a girar em ciclos dentro da nuvem, acumulando mais camadas de gelo.

Quanto mais tempo essas pedras permanecem em circulação interna na nuvem, maior será seu tamanho ao cair. Quando o peso supera a força da corrente de ar, o granizo despenca — e, muitas vezes, com violência.

Os impactos do granizo na agricultura

Para o produtor rural, o granizo é uma das formas mais imprevisíveis e devastadoras de perda, dentre os fenômenos meteorológicos . Em poucos minutos, uma tempestade com granizo pode: 

  • Destruir lavouras inteiras, danificando cultivos facilitando a propagação de pragas e doenças
  • Atingir estruturas como estufas, galpões, telhados de silos e instalações de armazenagem;
  • Ferir animais no pasto, especialmente se o granizo for grande e acompanhado de vento forte;
  • Comprometer a qualidade dos frutos ainda que não haja perda total, afetando o valor de mercado.

Como se proteger?

  • Monitore as previsões meteorológicas com frequência, principalmente no período de primavera e verão;
  • Use tecnologia de proteção, como telas antigranizo em culturas mais sensíveis (ex: vinhedos);
  • Mantenha a estrutura física das propriedades em boas condições para resistir ao impacto de pedras de gelo e rajadas de vento
  • Avalie a contratação de seguros agrícolas que cobrem perdas por granizo — algo cada vez mais necessário.

Casos extremos no Brasil

O Brasil já registrou pedras de granizo com mais de 10 cm de diâmetro, principalmente em estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Cidades como Chapecó (SC), Passo Fundo (RS) e Uberaba (MG) já enfrentaram eventos com granizo de grande proporção, resultando em perdas agrícolas, danos em veículos e até ferimentos em pessoas.

Canal Rural de olho no clima

Prever granizo com precisão ainda é um desafio, mas a combinação de tecnologia meteorológica, radar, satélite e experiência de campo tem aumentado as chances de alerta prévio.

Pensando nisso, o Canal Rural, junto com o Meteorologista Arthur Muller, desenvolveram o E-book Clima Campo. Esse E-book tem o objetivo de prevenir o produtor rural sobre os fenômenos meteorológicos, garanta o seu.



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Carne sustentável no Brasil


A produção de carne sustentável no Brasil tem ganhado cada vez mais espaço entre consumidores conscientes, investidores e mercados exigentes. Com foco em práticas éticas, responsabilidade ambiental e social, produtores brasileiros estão apostando na transformação do modelo pecuário tradicional para um modelo mais integrado, tecnológico e de valor agregado.

Carne sustentável: práticas que agregam valor e ampliam mercados

A carne sustentável brasileira se baseia em três pilares fundamentais: respeito ambiental, responsabilidade social e cuidado trabalhista. Esses elementos, quando alinhados a processos produtivos rigorosos, garantem um produto com valor diferenciado — cada vez mais valorizado dentro e fora do país.

Entre as práticas adotadas por empresas, destacam-se:

  • Manejo sem violência: estímulos positivos como música, brinquedos e ausência de instrumentos agressivos.
  • Abate insensibilizado: respeitando o bem-estar até o último momento de vida do animal.
  • Nutrição personalizada: com dietas balanceadas para garantir qualidade e reduzir emissão de gases.
  • Aproveitamento total da carcaça: cortes nobres, subprodutos como caldo de osso, bacon bovino e manteiga de banha.
  • Certificações ambientais: cumprimento de mais de 130 critérios da Rainforest Alliance.

“É possível unir sustentabilidade à produção de carne em larga escala. O segredo está na gestão e na consciência produtiva”, afirma Amália Sechis, empresária do setor.

Um dos grandes desafios da pecuária nacional é sair do modelo baseado em volume e preço e migrar para uma proposta de valor agregado. A carne sustentável representa exatamente essa transição: menos quantidade, mais qualidade, rastreabilidade e conexão com o consumidor.

Essa mudança exige uma nova postura não só dos produtores, mas também do consumidor, que precisa compreender os diferenciais do produto sustentável para valorizar esse modelo produtivo.

Desafios e oportunidades da carne sustentável no Brasil:

  1. Baixa escala atual da produção sustentável
  2. Custo elevado comparado ao modelo convencional
  3. Desinformação do consumidor sobre práticas produtivas
  4. Necessidade de melhorar a comunicação setorial
  5. Falta de políticas públicas específicas para incentivo

“O consumidor precisa entender por que esse produto tem um valor diferente. E isso só é possível com comunicação eficiente”, destaca Amália.

A tendência de valorização da carne sustentável é ainda mais acentuada no mercado externo, que tem procurado cada vez mais produtos com rastreabilidade, bem-estar animal e práticas alinhadas a critérios ambientais internacionais. Segundo Amália, esse nicho tende a crescer exponencialmente com a conscientização global e o avanço da agenda ESG no agronegócio.

COP 30: uma vitrine para o Brasil mostrar sua carne de baixo impacto

Com a proximidade da COP 30, conferência climática da ONU que será sediada no Brasil, os holofotes estão voltados para o papel do país na produção de alimentos com baixa emissão e responsabilidade ambiental. A carne sustentável é uma das grandes apostas para mostrar ao mundo que é possível aliar produtividade, escala e respeito à natureza.

Empresas que aplicam boas práticas já estão colhendo os frutos: valorização da marca, abertura para novos mercados, parcerias internacionais e maior competitividade no varejo interno. Porém, para consolidar esse novo ciclo, o setor precisa de união entre os produtores, investimentos em tecnologia e certificações e maior foco em comunicação transparente com o consumidor final.

Amália é bacharel em Direito pela FAAP, mas encontrou sua verdadeira vocação no agronegócio. Mesmo sem formação técnica no setor, ela se aprofundou no tema e hoje lidera uma marca de referência em carne sustentável.

Protagonismo feminino no setor

Um exemplo inspirador dessa transformação no setor é a trajetória de Amália Sechis, que saiu do vegetarianismo para liderar uma marca de carne sustentável no Brasil. Em entrevista ao site A Protagonista, Amália detalha como uniu bem-estar animal, manejo responsável e práticas socioambientais para criar um produto de alto valor agregado. A história completa pode ser conferida neste link.



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aumento de recursos para agricultura familiar é de quase 50% com Lula, diz ministro



O ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira, afirmou nesta segunda-feira (30) que os recursos para a agricultura familiar aumentaram em quase 50% no governo do presidente da República, Luiz Inácio Lula da SIlva. Segundo ele, o Plano Safra 2025/2026, anunciado nesta segunda-feira, é um recorde na agricultura familiar, o terceiro seguido da gestão petista.

“O aumento do presidente Lula, de valores para o Plano Safra da Agricultura Familiar, é de quase 50%. Era em 2022 e 2023 (de) R$ 53 bilhões, hoje são R$ 78 bilhões, mostrando que vocês têm um presidente da Agricultura Familiar”, disse Teixeira.

O aumento citado por ele foi de 47,5%. O ministro disse que o cadastro de agricultores familiares chegou a 2,9 milhões e que 167 mil empréstimos foram renegociados por meio do programa Desenrola Rural. Segundo Teixeira, Lula bancou o aumento de recursos e juros negativos para a agricultura familiar, com 3% de juros para alimentos.

Outro anúncio feito por ele é que todos os bancos terão microcrédito orientado. De acordo com Paulo Teixeira, os financiamentos para a agricultura familiar aumentaram 26%, chegando a 1,7 milhão de contratos. Na região Nordeste, o número aumentou 90% e, conforme o ministro, isso fez o Plano Safra da Agricultura Familiar se tornar nacional.

Teixeira também mostrou, em um balanço no Palácio do Planalto, que houve um aumento de financiamentos de custeio para alimentos básicos e compras de máquinas, com crescimento de 73,6% em operações.



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Associação de pecuaristas voltará a realizar leilões de gado em Barreiras


A Associação Baiana de Pecuária (Acrioeste) anunciou que voltará a realizar leilões de gado em Barreiras, no Oeste da Bahia. O anúncio foi feito na tarde da última quinta-feira (26), após reunião do presidente da entidade, Gill Arêas Machado, com o prefeito do município, Otoniel Teixeira, e seu vice, Túlio Viana.

De acordo com a Acrioeste, além do apoio da prefeitura na realização dos leilões, durante o encontro também foi discutida a criação de uma comissão que dará prosseguimento à busca por um local para a implantação de um novo Parque Multiuso de Barreiras, voltado para dupla aptidão: o agronegócio e grandes eventos.

Segundo a associação de pecuaristas, está entre as propostas da gestão do prefeito Otoniel Teixeira a identificação de uma área adequada para receber esse grande empreendimento, que fortalecerá o agronegócio praticado no Vale do Rio Grande.

O Leilão Padrão Acrioeste será realizado no próximo dia 19 de julho, no Parque Natural Engenheiro Geraldo Rocha, a partir das 14h, com transmissão pelo YouTube.

O leilão ofertará mais de mil animais, entre bezerros, bezerras, garrotes e novilhas da mais alta qualidade genética, oriundos de criatórios de associados da Acrioeste e convidados.

Leilão Padrão Acrioeste, Barreiras, Oeste da BahiaLeilão Padrão Acrioeste, Barreiras, Oeste da Bahia
Foto: Divulgação/Acrioeste

Segundo Gill Arêas Machado, é um momento de muito alegria para a pecuária de Barreiras e para o Oeste da Bahia como um todo, o retorno de leilões de gado em Barreiras.

“O Leilão Padrão Acrioeste é apenas o início dessa parceria com a Prefeitura de Barreiras para que num futuro possamos fazer esse tradicional leilão num local definitivo, a exemplo do Parque Multiuso. A escolha desse novo espaço vai ter acompanhamento da Secretaria Municipal de Agricultura e entidades do setor agropecuário. Vamos construir esse novo Parque em várias mãos e com certeza isso trará grandes frutos para Barreiras e região”, concluiu o presidente da Acrioeste.

Para o prefeito de Barreiras, Otoniel Teixeira, o evento reafirma seu compromisso com a pecuária e os pecuaristas.

“Atualmente, nossa região abriga o maior rebanho bovino do Estado da Bahia, reflexo da força e tradição do setor agropecuário em nosso município. A retomada dos leilões de gado marca um novo ciclo de desenvolvimento para a atividade pecuária local. Este é um passo importante que reforça nosso compromisso em fortalecer ainda mais o setor. Com esse objetivo, autorizamos a criação de uma comissão formada por representantes da Prefeitura e da iniciativa privada para acompanhar a elaboração e implantação do projeto da nova Arena Multiuso “Parque de Exposições de Barreiras”.


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