domingo, maio 17, 2026

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Do ringue ao campo: atletas que cultivam raízes no agro



Quando pensamos em atletas de elite, logo vêm à mente estádios lotados, câmeras e medalhas. Mas o que poucos sabem é que alguns desses nomes também têm uma forte conexão com o agro — seja por raízes familiares, paixão pelos animais ou vontade de viver de forma mais sustentável.

Veja 5 atletas que mantêm (ou mantiveram) o pezinho na terra — no melhor estilo agro:

  1. Ronda Rousey — do UFC ao rancho orgânico
    Primeira mulher a lutar no UFC e ícone do MMA, Ronda Rousey fez história no octógono e em Hollywood. Mas fora dos holofotes, vive uma vida simples e sustentável.

Ela e o marido vivem em um rancho nos Estados Unidos, onde criam galinhas, cabras e cultivam alimentos orgânicos. O local é exemplo de agricultura regenerativa, e a conexão com a terra se tornou parte do estilo de vida do casal.

  1. Nikola Jokić — o MVP que ama cavalos
    Tricampeão MVP ( jogador mais valioso) da NBA, Nikola Jokić é astro do Denver Nuggets — e também um apaixonado por cavalos de corrida.

Na Sérvia, administra um haras e participa ativamente de competições equestres. Mesmo no auge da carreira no basquete, mantém sua rotina rural sempre que pode. Por lá, é conhecido com orgulho como “o fazendeiro”.

  1. Rogério Ceni — entre o campo de futebol e o campo de soja
    Antes de se tornar ídolo do São Paulo e técnico do Bahia, Rogério Ceni já conhecia o mundo agro. Nascido em uma família que cultiva soja no Mato Grosso, aprendeu desde cedo a dirigir trator e acompanhar o ritmo da lavoura.

Mesmo com a agenda cheia no futebol, sempre que pode ele volta às origens para recarregar as energias no campo.

  1. Jota — dos gramados ao agronegócio de precisão
    O espanhol Jota, ex-jogador de futebol, se reinventou após a aposentadoria. Criou uma agrotech que fornece dados sobre irrigação, fertilização e produtividade agrícola por meio de monitoramento remoto.

Sua empresa já projeta lucros na casa de 1 bilhão de libras, e mostra como tecnologia e agro podem caminhar juntos — e rápido.

  1. Fabrizio Bartoli — do esporte de elite à gastronomia do campo
    Na Itália, o ex-triatleta Fabrizio Bartoli deixou o esporte de alto rendimento para dedicar-se à agricultura orgânica e à gastronomia de origem.

Em sua propriedade de 8 hectares na Toscana, cultiva alimentos e prepara refeições com ingredientes frescos, colhidos a poucos metros da cozinha. O projeto une tradição rural, sustentabilidade e experiência sensorial.





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Confinamento com milho reidratado: pode tirar o volumoso?


Dá para engordar boi só com milho reidratado no cocho? Essa é uma dúvida comum entre pecuaristas que buscam reduzir custos ou facilitar o manejo no confinamento. No entanto, segundo o doutor em zootecnia Rogério Coan, a resposta é clara: não dá para abrir mão da fibra. Quer saber a resposta definitiva do especialista e evitar erros no seu confinamento? Assista ao vídeo!

No quadro “Giro do Boi Responde”, exibido nesta segunda-feira (7), Coan esclareceu a dúvida enviada por Bruce Guerra, produtor de Porto Velho (RO).

Ele explicou que, embora o milho reidratado seja uma excelente fonte de energia, ele não consegue suprir sozinho todas as necessidades nutricionais do gado confinado.

Por que o milho reidratado não é suficiente?

Foto: Embrapa

O milho reidratado oferece alta digestibilidade e valor energético, mas peca na ausência de fibra. E é justamente essa fibra que mantém o funcionamento adequado do rúmen, essencial para a digestão dos bovinos.

Sem fibra, o rúmen para. E se o rúmen para, o animal para de ganhar peso, perde saúde e pode até morrer”, alerta Coan.

Mesmo em sistemas modernos, como os adotados nos Estados Unidos, Austrália ou África do Sul, não se prescinde da inclusão de volumoso na dieta.

O que não pode faltar na dieta do confinamento?

Vista aréa do confinamento de bovinos de corte da Captar Agrobusiness em Luis Eduardo Magalhães (BA). Foto: Divulgação/Captar AgrobusinessVista aréa do confinamento de bovinos de corte da Captar Agrobusiness em Luis Eduardo Magalhães (BA). Foto: Divulgação/Captar Agrobusiness
Vista aréa do confinamento de bovinos de corte da Captar Agrobusiness em Luis Eduardo Magalhães (BA). Foto: Divulgação/Captar Agrobusiness

Além do milho reidratado, uma dieta balanceada exige os seguintes componentes:

  • Fonte de fibra: feno, silagem, casca de soja, bagaço ou caroço de algodão.
  • Proteína: fundamental para o crescimento muscular.
  • Macro e microminerais: como cálcio, fósforo, magnésio, zinco e outros.
  • Vitaminas: importantes para o metabolismo e a imunidade.
  • Aditivos: que melhoram a digestibilidade e o desempenho, como monensina ou virginiamicina.

Esses nutrientes normalmente são fornecidos com a ajuda de núcleos comerciais prontos, que já vêm com a formulação ajustada às exigências nutricionais dos animais em confinamento.

Confinamento de verdade exige equilíbrio

O milho reidratado é, sem dúvida, uma ferramenta importante na engorda intensiva. Porém, ele deve estar inserido em uma dieta equilibrada.

Ao tentar simplificar demais o manejo e cortar insumos essenciais, o produtor pode comprometer todo o resultado do confinamento — e perder dinheiro.

“Não adianta buscar atalhos. O que dá resultado é nutrição bem planejada, manejo correto e acompanhamento técnico”, conclui Coan.

Para quem quer crescer com segurança na atividade, entender a importância de cada ingrediente da dieta é o primeiro passo rumo a um confinamento eficiente, lucrativo e sustentável.



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AgroNewsPolítica & Agro

Entregas de fertilizantes crescem 16,8%


As entregas de fertilizantes ao mercado brasileiro encerraram abril de 2025 com 2,68 milhões de toneladas, segundo a Associação Nacional para Difusão de Adubos (ANDA). O volume representa um crescimento de 16,8% em relação ao mesmo mês do ano passado, quando foram entregues 2,29 milhões de toneladas. No acumulado do primeiro quadrimestre, o total chegou a 12,12 milhões de toneladas, alta de 10,7% sobre as 10,95 milhões registradas no mesmo período de 2024.

De acordo com a ANDA, o aumento nas importações tem sido essencial para garantir o abastecimento do agronegócio, mesmo diante de incertezas provocadas por crises geopolíticas e desafios logísticos. O setor segue empenhado em manter o fluxo comercial dos insumos, fundamentais para atingir uma safra recorde em 2024/2025. O Estado de Mato Grosso lidera o consumo, com 2,93 milhões de toneladas no quadrimestre — o equivalente a 24,2% do total nacional — seguido por Paraná (1,76 milhão), Goiás (1,29 milhão), São Paulo (1,24 milhão) e Minas Gerais (1,17 milhão).

A produção nacional de fertilizantes intermediários também apresentou desempenho positivo. Em abril, o volume produzido foi de 562 mil toneladas, avanço de 6,3% sobre o mesmo mês do ano anterior. No acumulado do quadrimestre, foram 2,24 milhões de toneladas, alta de 9,1% em relação às 2,06 milhões do mesmo período de 2024.

As importações seguem como principal via de suprimento. Em abril, o Brasil importou 2,76 milhões de toneladas de fertilizantes intermediários, um aumento de 7,2% na comparação anual. De janeiro a abril, o total importado atingiu 11,26 milhões de toneladas, com alta de 12,2% sobre 2024. O porto de Paranaguá segue como o principal ponto de entrada dos insumos, com 3,04 milhões de toneladas recebidas no quadrimestre — 27% do total nacional — e crescimento de 6,4% ante os 2,86 milhões registrados no mesmo período do ano anterior, segundo dados do Siacesp/MDIC.

 





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veja os preços neste início de semana



O mercado físico do boi gordo abriu a semana com discretas movimentações. De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, muitas indústrias permaneceram ausentes da compra de gado durante o dia, avaliando as melhores estratégias para a aquisição nos próximos dias.

“Vale destacar que as indústrias ainda se deparam com relativo conforto em suas escalas de abate, posicionadas entre sete e nove dias úteis na média nacional”, diz.

Segundo ele, a incidência de animais terminados em regime intensivo ainda é uma variável importante a ser considerada. “Por outro lado, as exportações seguem agressivas em 2025, com o país caminhando para mais um recorde de embarques na atual temporada.”

  • São Paulo: R$ 310,33
  • Goiás: R$ 290,89
  • Minas Gerais: R$ 299,12
  • Mato Grosso do Sul: R$ 310,68
  • Mato Grosso: R$ 314,73

Mercado atacadista

O mercado atacadista ainda se depara com manutenção do padrão dos negócios. Para a segunda semana do mês a expectativa é de maior espaço para reajustes, considerando a entrada dos salários na economia, motivando a reposição entre atacado e varejo.

“Vale destacar que a população ainda prioriza o consumo de proteínas mais acessíveis, em especial carne de frango”, apontou Iglesias

O quarto traseiro permanece precificado a R$ 23 por quilo, o dianteiro ainda é cotado a R$ 18,50 por quilo e a ponta de agulha segue precificada a R$ 18,00 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 1%, sendo negociado a R$ 5,4788 para venda e a R$ 5,4768 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4378 e a máxima de R$ 5,4838.



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Saiba como produtores de chás se tornaram referência nacional



#PROGRAMETE #17

O Sítio Shimada, tradicional produtor de chá artesanal, é a prova viva de que a formalização pode ser um divisor de águas para pequenos agricultores. Com o CNPJ em mãos e o negócio legalizado, a família conquistou novos mercados — inclusive fora do Brasil.

Além disso, encontrou no Sebrae/SP o apoio para transformar sonhos em negócios.

Confira aqui esta história de superação e empreendedorismo. #PROGRAMETE #17

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp

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Aprenda a usar o WhatsApp Business para vender mais

#PROGRAMETE #16

Para pequenos e microempreendedores, o WhatsApp Business pode ser um grande aliado na organização, nas vendas e na proximidade com os clientes.

Conversamos com a Natália Assunção, empresária que usa a ferramenta no dia a dia e compartilha a sua experiência e dá dicas pra quem quer profissionalizar o atendimento e vender mais. 

Aperta o play e confira!

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#PROGRAMETE #15

Antes de iniciar o cultivo de mel em Itu, interior de São Paulo, Galdino Avelino Cruz buscou qualificação no Sebrae e no Senar. Só depois de aprender tudo sobre as abelhas Apis Mellifera, que começou a preparar iscas em sua propriedade para atrair os insetos locais.

Atualmente, Galdino tem nove caixas de abelhas e consegue envasar cerca de 40 kg de mel por mês. Com isso, conseguiu montar o ‘Apiário Lua Mel’. 

A certificação necessária para comercializar o mel ainda é um desafio, mas encontrou uma solução através de uma parceria com uma cooperativa de Sorocaba, que cuida de todo o processo de envase e rotulagem.

Quer saber mais sobre a história de Galdino Avelino Cruz?

Então aperte o play e confira detalhes desta história inspiradora.

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#PROGRAMETE #14

Halison Gusmão, produtor de cachaça artesanal no nordeste de Minas Gerais, apostou nas redes sociais como ferramenta de divulgação e venda. Com a nova estratégia, ele consegue vender sua produção com muito mais agilidade.

A gestora de Alimentos e Bebidas, Micheli Bueno, do Sebrae/RS, compartilha dicas práticas para você turbinar as vendas da sua loja no Instagram. 

Aperte o play e confira todas as dicas aqui!

Produtora paranaense transforma propriedade em destino de turismo rural

#PROGRAMETE #13

Após superar desafios de saúde, Fabiana Castelari Leme, produtora rural de Marialva (PR), sentiu a necessidade de retomar o trabalho e encontrou uma forma inovadora de vender suas uvas sem sair de casa.

Ela começou divulgando seus produtos em grupos locais e passou a vender diretamente para os consumidores.

Mas foi além: abriu as porteiras do sítio e passou a receber clientes interessados em conhecer seu parreiral, dando origem ao Colha e Pague.

Em seguida, trouxe novas inovações para a propriedade e lançou o Open de Uva, ampliando o atendimento para estudantes e idosos.

Em todas essas iniciativas, Castelari contou com o apoio do Sebrae, mergulhou em capacitações e transformou sua propriedade em um destino de turismo rural, combinando tradição, experiência e novas oportunidades de negócio.

Quer conhecer mais a história da Fabiana Castelari Leme?

Então aperte o play e confira os detalhes desta história.

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#PROGRAMETE #12

Sabia que é possível aumentar suas vendas e fortalecer a conexão com seus clientes através das plataformas digitais? 

Mas não basta estar nas redes sociais, é essencial ter uma estratégia bem definida e um planejamento eficaz para divulgar e promover seus produtos.

Maria e Alexander, agricultores de Pedro de Toledo, interior de São Paulo, são prova disso. Com o apoio do Sebrae, eles aprenderam a criar conteúdos estratégicos para as redes sociais e, hoje, impulsionam seus produtos pelas redes. 

Quer saber como fazer o mesmo e tornar seu Instagram mais atrativo? 

Aperte o play e confira todas as dicas aqui!

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Produtora rural aposta na produção orgânica e amplia sua rentabilidade

#PROGRAMETE #11

Heloísa da Silva Campos viu o potencial dos orgânicos e desenvolveu um modelo de negócio que combina propósito e rentabilidade. 

Com práticas sustentáveis e foco na qualidade de seus produtos, como cebolas e alhos, Heloísa conquistou o mercado paranaense. Hoje, ela sabe bem que empreender no campo pode ser sustentável e lucrativo. 

Clique aqui para conhecer mais sobre a inspiradora história de Heloísa Campos.

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PNAE apoia pequenos produtores rurais e incentiva a participação feminina no agro

#PROGRAMETE #10

Uma família que cultiva goiabas orgânicas em Nazaré Paulista, interior de São Paulo, encontrou no Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) uma oportunidade para aumentar a renda familiar, além de contribuir para a alimentação saudável de muitos alunos.

O programa também incentiva a participação feminina na comercialização da produção

Clique aqui e saiba quais são os documentos necessários para participar das chamadas públicas.

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PROGRAMETE #9

O turismo rural pode incluir atividades que vão desde hospedagem e interações com a natureza até uma experiência completa com o agro.

O sítio São João, administrado pela Jô Rocha e sua família, em Caçapava (SP), produz cana-de-açúcar, cachaças e licores. Atualmente, está sendo adaptado para gerar renda extra com o turismo rural. Acesse aqui e confira essa história!

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Do planejamento à colheita: saiba como um produtor de Goiás gerencia seus créditos

PROGRAMETE #8

Com um planejamento eficiente, Márcio Martins, produtor rural de Alexânia, Goiás, obteve crédito várias vezes, para inovar e transformar sua produção de hortaliças. A dedicação, compromisso financeiro e ajuda ativa da esposa, Maria Martins, impulsionaram o negócio no campo.
Assista aqui essa história!

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IG: reconhecimento que vai além do selo

PROGRAMETE #7

De queijos artesanais a cafés especiais, a Indicação Geográfica é um reconhecimento que conecta produtos ou serviços ao território de origem, fortalecendo o turismo e a economia local. Além disso, garante ao consumidor a qualidade do que está adquirindo.

Assista aqui essa história.

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Gestão de sucesso: Quinta do Olivardo combina sabor e tradição

PROGRAMETE #6

Olivardo Saqui, empresário e produtor rural, concretizou seu sonho ao criar um espaço que une tradição, sabores e experiências no campo. É a pousada e restaurante Quinta do Olivardo, localizada em São Roque, interior de São Paulo.

Assista AQUI essa história.

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Descubra as melhores oportunidades de financiamento rural no ‘programete 5’

Neste vídeo, há orientações sobre como solicitar crédito de forma consciente e estratégica. Não perca a chance de transformar oportunidades em crescimento real.

Veja como o crédito pode trabalhar a favor do seu sucesso! Confira:

PROGRAMETE #5

Produção orgânica valoriza alimentos e fortalece as vendas. Confira aqui o ‘programete 4’

A certificação garante qualidade, procedência e aumenta a valorização no mercado. Além de saudável, o selo contribui para o crescimento sustentável do setor.

A busca pelo selo orgânico tem transformado a realidade de pequenos produtores rurais. A certificação não apenas agrega valor aos produtos, mas também amplia a aceitação do público. O tomate cereja, por exemplo, destaca-se pelo sabor diferenciado e pela procedência garantida.

PROGRAMETE #4

Saiba como formalizar o seu negócio para crescer no mercado

A formalização garante os seus direitos como empreendedor e ajuda a ter acesso a mais recursos com competitividade de mercado

PROGRAMETE #3

Selo SIM: acesso a novos mercados

Entenda como a certificação municipal facilita a comercialização de produtos de origem animal com segurança e qualidade!

PROGRAMETE #2

Oportunidades para o pequenos produtor rural

Saiba o que é empreendedorismo rural e conheça mais sobre o Porteira Aberta Empreender.

PROGRAMETE #1



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Ela dominou os 5 toques e levou o título no berrante feminino



No 2º Encontro de Comitivas em Goiânia (GO), a competidora Rarissa Lombardi se destacou no concurso de berrante feminino e levou o título com uma apresentação afinada e fiel à tradição sertaneja. Mas você sabe quais são os toques que normalmente são exigidos em uma disputa como essa?

Confira os 5 principais toques de berrante presentes nos concursos:

  1. Saída da boiada
  2. Estradão
  3. Rebatedouro
  4. Queima do alho
  5. Floreio (toque livre)





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veja a previsão da semana


Previsão do tempo do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) mostra volume de chuva e temperaturas máximas e mínimas entre esta segunda-feira (7) e a próxima (14). Confira os destaques em cada região:

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

Sul

No Sul do país, haverá variação de nebulosidade e baixos acumulados de chuva. Devido a passagem de uma frente fria e o posterior transporte de umidade do oceano para a região, há previsão de chuva, principalmente, para o litoral do estado do Paraná (áreas em azul escuro do mapa abaixo). O Inmet destaca que a redução da umidade relativa do ar no decorrer da semana para grande parte da região Sul é provável, com destaque para o território paranaense, que poderá apresentar valores entre 40% e 50% no período da tarde.

Sudeste

mapa de chuva Inmetmapa de chuva Inmet
Foto: Reprodução

Devido a passagem de um sistema frontal no oceano e ao transporte de umidade em direção ao continente, há previsão de chuva, principalmente nas áreas mais litorâneas (áreas em azul escuro, mas com volumes inferiores a 3 mm). Na região, os maiores acumulados estão concentrados no setor nordeste de Minas Gerais e no estado do Espírito Santo (tons em azul).

Centro-Oeste

No Centro-Oeste e em grande parte da região Sudeste (em branco), a previsão indica predominância de tempo estável, sem ocorrência de chuva. Além disso, o alerta é para a redução da umidade relativa do ar, principalmente em todo o Centro-Oeste e nos setores centro-norte de São Paulo e áreas do sul e oeste de Minas Gerais.

Nordeste

Não há previsão de chuva no interior do Nordeste, com redução da umidade relativa do ar, principalmente no sul do Piauí e do Maranhão, bem como no oeste da Bahia e leste do Rio Grande do Norte. Em áreas do litoral nordestino, podem ocorrer chuvas acima de 20 mm (tons em verde), principalmente no leste da Bahia, Sergipe e Alagoas, bem com o extremo norte do Maranhão.

Norte

Áreas de instabilidades se concentrarão em Roraima, no litoral do Amapá, extremo oeste do Amazonas e Pará, com volumes que podem superar os 60 mm (tons em laranja e vermelho), com destaque para os maiores acumulados de chuva da ordem de 100 mm, na região conhecida como “Cabeça do Cachorro”. Segundo o Inmet, no Acre, em Rondônia, no sul do Amazonas e do Pará, além do Tocantins, não há previsão de chuvas ao longo da semana.

Temperatura na semana

Máximas elevadas no centro-sul da Região Norte, norte do Centro-Oeste e oeste do Nordeste ao longo da semana. De acordo com o Inmet, os destaques de maiores temperaturas estão previstos para 13 de julho nas seguintes áreas:

  • Sudeste do Amazonas
  • Centro-sul do Pará (divisa com o Amazonas)
  • Norte do Mato Grosso
  • Norte do Tocantins
  • Maranhão
  • Centro-norte do Piauí

Máximas inferiores a 28°C previstas para:

  • Leste do Nordeste
  • Parte do Sudeste
  • Leste do Centro-Oeste

Máximas inferiores a 22°C previstas para:

  • Rio Grande do Sul
  • Leste do Paraná
  • Leste de São Paulo
  • Sul de Minas Gerais
  • Destaque para região central de Santa Catarina, com máximas abaixo de 18°C.

Temperaturas mínimas

  • Mínimas acima de 22°C na Região Norte e norte do Nordeste
  • Mínimas inferiores a 18°C predominam no centro-sul do país

Massa de ar frio deve provocar mínimas abaixo de 8°C:

  • Sul do Paraná
  • Santa Catarina
  • Rio Grande do Sul
  • Possibilidade de geadas em regiões de maior altitude.

Avanço da massa de ar frio

Deve avançar durante a semana, causando queda de temperatura em:

  • Centro-Oeste (Goiás e leste do Mato Grosso do Sul)
  • Sudeste
  • Sul

Temperaturas abaixo de 10°C previstas para:

  • Centro-sul de Minas Gerais
  • São Paulo

Maiores quedas previstas para os dias 9 e 10 de julho no Sudeste e Sul.



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onde chove, onde terá seca e onde o calor volta a aparecer



O cenário hídrico nas regiões mais centrais do Brasil segue preocupante. Segundo o mapa, nos próximos dias de julho, a água disponível no solo em áreas como o Centro-Oeste, Matopiba, interior paulista e boa parte de Minas Gerais está, no máximo, em 40%. A ausência prolongada de chuvas é reforçada pela atuação de um sistema de alta pressão no Sudeste, que mantém o tempo firme e seco em grande parte dessas áreas.

  • Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link!

Esse padrão de tempo seco tem favorecido o avanço das atividades com a soja, embora a vegetação, especialmente o capim, já mostre sinais de ressecamento. As plantas, de modo geral, estão ficando mais secas, o que pode impactar a produtividade agrícola em breve.

Em contrapartida, o Norte do país e a faixa leste do Nordeste registram chuvas mais frequentes. No entanto, os volumes, especialmente no Nordeste, têm sido pouco expressivos. Em Roraima, por exemplo, os acumulados entre 70 mm e 80 mm não são ideais para o momento da safra da soja no norte do estado.

E o frio em julho?

A previsão para os próximos dias, entre 13 e 17 de julho, indica a continuidade das chuvas em Roraima, em partes do Norte e na costa leste do Nordeste. Já a região central do país deve seguir sob tempo seco, sem previsão de mudanças.

Outro destaque é a onda de frio que afetou o Sul do Brasil e causou prejuízos na agricultura. Esse evento terminou por volta do dia 4 de julho. Desde então, as manhãs seguem com temperaturas mais baixas, principalmente no interior de São Paulo e no Sul de Minas Gerais.

No período da tarde, o calor volta a ganhar força, especialmente em Minas, Mato Grosso do Sul e interior paulista. Já no Sul e em áreas da metade sul do estado de São Paulo, os dias têm sido mais frescos, com grande amplitude térmica entre manhã e tarde.



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Bahia inicia implantação da cultura da tâmara para atender mercado interno


A Bahia recebeu 100 mudas de tamareiras, de 12 variedades, para dar início à implantação da cultura da tâmara no Brasil. As plantas foram doadas pelos Emirados Árabes Unidos ao governo baiano e, antes de serem transportadas, foram liberadas pelo Ministério da Agricultura.

As tamareiras cumpriram quarentena no Centro Nacional de Pesquisa de Recursos Genéticos e Biotecnologia (Cenargen), da Embrapa, em Brasília, e foram entregues à Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab) para distribuição. O órgão atestou a qualidade e a fitossanidade das mudas, já certificadas.

De acordo com a Adab, a iniciativa é resultado de estudos nos biomas do Cerrado e Caatinga, onde foram identificadas similaridades climáticas e de solo com o país de origem.

A partir do incentivo, a Bahia dará início à produção de tâmaras para atender ao mercado brasileiro, com expectativa de excedentes para países da América do Sul.

A agência informou que está à frente do trabalho para garantir a segurança fitossanitária e a distribuição em regiões aptas ao cultivo, que tenham condições de investir minimamente nos tratos culturais e na irrigação.

Quem planta tâmara, colhe tâmara

Conhecida como “tesouro do deserto”, de polpa fibrosa, a fruta apresenta paladar agridoce e rica em antioxidantes, com propriedades benéficas à saúde.

Contrariando o ditado que prevê a colheita em gerações futuras: na Bahia, quem planta tâmara, colhe tâmara. Essa constatação veio a partir de visitas técnicas realizadas pela Adab, em regiões com aptidão para o cultivo, com plantas que já começaram a produzir com apenas dois anos e meio, com alta produtividade e frutos de qualidade.

“Mesmo sem os tratos culturais devidos, adubação, poda, encontramos propriedades produzindo frutas de excelente qualidade no estado, o que mostra a viabilidade econômica e sócio produtiva”, atesta o diretor geral da Adab, Paulo Sérgio Luz, que coordena o trabalho no estado.

Bahia inicia implantação da cultura da tâmara com distribuição de mudas; tamareirasBahia inicia implantação da cultura da tâmara com distribuição de mudas; tamareiras
Foto: Divulgação/Adab

A próxima etapa de implantação do cultivo das tamareiras, segundo ele, será a nível comercial e está sob avaliação do Ministério da Agricultura (Mapa) que, nesse momento, realiza uma análise do risco de pragas.

“A partir daí, conseguiremos a autorização da importação de 10 mil mudas dos Emirados Árabes para a Bahia. A produção, a nível comercial, justificará a implantação de indústrias de beneficiamento das tâmaras, por parte dos investidores, e o abastecimento dos mercados interno e externo”.


Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Siga o Canal Rural Bahia no Instagram e nos envie uma mensagem.





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‘Precisamos parar de ter vergonha do agro’, diz novo secretário-executivo da Agricultura de SP



O engenheiro agrônomo e produtor rural Alberto Amorim assumiu como secretário-executivo da Secretaria de Agricultura de São Paulo com um recado claro: o agronegócio precisa parar de ter vergonha de ser bom e deve buscar se tornar cada vez mais agroindustrial.

Amorim, que estava há mais de dez anos na secretaria e ocupava a coordenação da assessoria técnica, foi escolhido pelo secretário Guilherme Piai e pelo governador Tarcísio de Freitas para ocupar o novo cargo.

“Foi uma honra muito grande, porque mostra o viés técnico que o governador e o secretário querem dar à pasta. Não é só discurso, é estratégia de verdade”, destacou, em entrevista à editora-executiva do telejornal Luiza Cardoso Costa. Segundo ele, a escolha de técnicos para cargos de liderança reforça o compromisso de avançar em programas estruturantes para o agro paulista.

Sobre o Plano Safra 2024/25, Amorim considera positivo haver recursos destinados ao agro, mas acredita que o montante ainda seja insuficiente. “Sempre falam que o agro é subsidiado demais, mas, se compararmos com o resto do mundo, é muito menos. Mesmo assim, o Plano Safra é pouco para o que a gente precisa, principalmente para o pequeno e médio produtor”, disse.

Amorim afirma que esses produtores não conseguem modernizar sua produção nem implementar inovações. “Eles continuam fazendo o mesmo. Precisamos de dinheiro aliado a planos realmente estruturantes para fazer mudança”, disse. Ele defende que próximos planos safras tenham mais diálogo com estados como São Paulo, que já desenvolvem políticas públicas voltadas a melhorar a qualidade e a produtividade no campo.

Entre as mudanças promovidas no estado está o novo modelo de financiamento do Feap com juros subsidiados, alcançando mais produtores de forma mais barata, além de ajustes nos seguros rurais. “Ainda é pouco, mas deve crescer”, disse.

Para Amorim, o Brasil precisa entender sua vocação agrícola e fortalecer a agroindústria. “Tem lugar no Brasil que tira três safras por ano com irrigação. Por que a gente tem vergonha disso? O Plano Safra deveria ser o programa mais importante da federação, porque o agro trabalha sete dias por semana, 24 horas por dia, sem telhado e, em muitos casos, sem energia elétrica.”



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